Marcio José Atanásio. NAGIOS APLICADO Funções e configurações voltadas à aplicabilidade

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1 Marcio José Atanásio NAGIOS APLICADO Funções e configurações voltadas à aplicabilidade Outubro 2014

2 O Autor Marcio José Atanásio atua deste o ano de 2001 com informatica nos seguimentos de servidores, rede e computadores pessoais. Graduado no Curso Superior em Tecnologia de Redes de Computadores pela Universidade Tuiuti do Paraná-Curitiba e Pós Graduando em Gerenciamento da Tecnologia da Informação pela FAE-Curitiba. Especializou-se em demais áreas através de cursos como CCNA, ITIL e Linux como e certificação LPI-1. Mantém o blog aonde descreve eventos relacionados ao dia-a-dia. Sobre o seu portfolio, o descreve na ferramenta Linkedin, aonde pode ser visualizado por completo através do link Contato para cursos e consultorias através do marcioatanasio <arroba> gmail.com. Marcio José Atanásio 1

3 Licenciamento O conteúdo deste livro rege o acordo conforme a Creative Commons conforme logo indicativo. Marcio José Atanásio 2

4 Sumário Introdução... 4 Convenção deste livro... 5 Funcionamento do nagios... 5 Localização dos arquivos... 7 NAGIOS.CFG... 7 CGI.CFG... 7 RESOURCE.CFG... 8 COMMANDS.CFG... 8 CONTACTS.CFG... 8 TIMEPERIODS.CFG... 9 TEMPLATES.CFG... 9 GROUPS.CFG... 9 VARIÁVEIS INTERNAS... 9 Instalação Instalação nagios core Instalação plugins Primeiro acesso web ao nagios Comandos dos hosts e serviços Ícones utilizados pelo nagios Configuração de envio de Adicionando um novo plugin Configuração de grupos de hosts e serviços Adicionando um novo host WINDOWS LINUX Configuração de contatos Mapa do nagios Criando um plugin O que são brokers Mapa de rede com nagvis Marcio José Atanásio 3

5 Introdução O Nagios é uma ferramenta poderosa de monitoramento de rede e seus dispositivos, que podem ser roteadores, servidores, access points, etc. Todo e qualquer dispositivo que tem conexão de rede pode ser monitorado. O monitoramento parte desde verificar o acesso ao dispositivo na rede, efetuando um teste de ping até mesmo coletar informações de hardware e software através de daemons instalados nos dispositivos ou via SNMP. Para os daemons instalados, há um pacote de plugins que podemos considerar como padrão. Além destes, seguindo as especificações do desenvolvedor, podemos criar nossos próprios plugins com qualquer outro tipo de linguagem de programação ou de lote, desde que a saída do comando retorne o padrão em que o núcleo do Nagios interprete. Estes daemons estão presentes tanto para os sistemas operacionais Unix like tanto quanto para Microsoft. Há 3 níveis de alerta, sendo eles o Ok (sem problemas), warning (aviso) e critical (crítico) e onde suas métricas são totalmente customizadas, aderindo de forma racional a qualquer ambiente de TI. As alterações nos níveis dos alertas são notificadas podem ser notificadas através do , SMS ou alertas visuais e assim como as métricas de alerta totalmente customizadas. Os alertas podem ser direcionados somente para um ou mais administradores, sendo que pode ser categorizados por grupos. A comunicação entre o Nagios e os dispositivos pode ser executada tanto de forma passiva quanto ativa. Cada uma dessas formas tem seus pontos positivos e é usado nos mais variados cenários. Seu painel de monitoramento, via web, não requer instalação de software de visualização, sendo compatível com qualquer sistema operacional. Esta traz informações pertinentes a tempos de alertas, relatórios de avisos enviados, SLA e informações coletadas. O acesso ao painel de monitoramento, bem como seus alertas, é categorizado, assim, podemos disponibilizar informações somente à aqueles que fazem a gestão do equipamento que está com alerta. Podemos acrescentar ícones diferenciados para os hosts bem como para os serviços. Para os dispositivos móveis, temos o Nagios Mobile, que lhe proporciona uma interface web adequada para o seu celular ou tablet. Ainda sobre a visualização dos alertas, há softwares para Windows, Linux, iphone e Android, que dispensam o uso de navegadores web e também lhes dão alertas visuais e sonoros. Podemos ainda agregar maior riqueza nas demonstrações dos alertas, utilizando o Nagvis, ferramenta que se integra ao Nagios e traz grande flexibilidade na demonstração das informações. Esta ainda tem plugins para demonstração de gráficos em pizza, VU meter e outros das informações coletadas pelo Nagios. Podemos utilizar qualquer imagem, desde o mapa de rede, foto do rack ou mapa geográfico para sobre este, trazer as informações coletadas pelo Nagios e melhor demonstrá-las. Com certeza há outras ferramentas de monitoramento, tais como Zabbix, que não deixa a desejar, mas o Nagios sendo uma ferramenta mais leve e com maior tempo de mercado, vem obtendo grandes resultados e retorno financeiro com SLAs e prospecção de recursos de TI, lhe dando informações mais que necessárias para planejar seu budget e demonstrar de forma visual e não tácita as suas reais necessidades aos departamentos responsáveis pelo financiamento. Marcio José Atanásio 4

6 O Nagios e encontra na sua versão open source e versão comercial. O seu core é o mesmo para ambas, mas na versão comercial, você obtém facilidades de configuração e suporte do fabricante. Toda informação de suas configurações está disponível na internet através do link Convenção deste livro Os comandos aqui presentes foram executados no sistema operacional Linux, distribuição CentOS. Porém, sempre será prezado a compilação dos softwares aqui apresentados para que possa ter maior aderência a qualquer outra distribuição. Para que seja mais claro os comandos e informações providas, iremos descrever da seguinte forma as execuções: Quando houver um comando à executar, será utilizado fonte courier, 10, negrito. Todos os comando são executados com privilégio de root. # comando Quando se tratar se algum arquivo, seja para edição ou visualização de algumas linhas, será utilizado fonte courier, 10, itálico. Todos os arquivos são editados com privilégio de root. # Conteúdo do arquivo configuracao = configurado Funcionamento do Nagios O Nagios tem um core onde faz a coleta e/ou recebe as informações providas pelas suas checagens ou recebimento dessas e demonstra no painel de monitoramento. Figura 1: Funcionamento do core Seus arquivos trabalham de forma hierárquica e por herança. Essa herança faz com que os plugins configurados através dos commands, da classe dos Object Definition Files, possam ser aproveitados pelos Resource Files e evitando retrabalho de configuração. As métricas continuam sendo individuais, mas podem ser adotadas de Marcio José Atanásio 5

7 forma padrão. Tudo ao sabor do cliente. Os arquivos que compreendem o Nagios core são: nagios.cfg - arquivo principal aonde tem referências para os demais arquivos, exceto cgi.cfg. cgi.cfg - arquivo de configuração de visualização do painel de monitoramento e logins administrativos. resource.cfg - arquivo que contém variáveis de ambiente pré configuradas e dá a possibilidade de criar novas. commands.cfg - arquivo com a configuração dos comandos com os plugins. contacts.cfg - contatos que recebem os alertas e visualizam os hosts no painel de monitoramento. timeperiods.cfg - configuração de períodos de tempo para alertas e horário de verificações (não período entre verificações). templates.cfg - arquivo com as configurações pré criadas para hosts e serviços. Além desse arquivos que vem por padrão, vamos criar um arquivo para a configuração dos grupos. Por padrão, esta configuração vem no arquivo localhost.cfg, que é o base para a configuração dos hosts. groups.cfg (arquivo criado para configurar os grupos de hosts e serviços, caso ache necessário). Na configuração padrão, vem alguns arquivos como printer.cfg, windows.cfg e switch.cfg mas não vamos precisar trabalhar com esse arquivos, uma vez que faremos as configurações manualmente para melhor entender. A seguir, vou detalhar as configurações que vem em cada arquivo por padrão. A seguir, um diagrama para exemplificar a hierarquia que existe entre os arquivos. Figura 2: Hierarquia das configurações Essa hierarquia pode ser alterada conforme a necessidade, pois podemos efetuar configurações diretamente no host, sobrescrevendo as configurações herdadas de templates.cfg. É importante conhecer o funcionamento dos plugins do Nagios. Estes programas ou scripts, quando são executados, geram informações no formato em que o Nagios core Marcio José Atanásio 6

8 entenda e são enviadas diretamente ao core quando executado no mesmo servidor em que o Nagios está instalado ou através de daemons, quando instalado em hosts monitorados. Neste livro iremos trabalhar com os clientes NSClient (Windows) e NRPE (Linux). Este envio de informações é efetuado através de comunicação server para client de forma ativa, ou seja, o Nagios periodicamente consulta os hosts e estes ter de estar acessíveis na porta e IP consultados. Na forma passiva, periodicamente o host envia informações para o Nagios, utilizaremos o NRDP, pois este trabalha através do protocolo HTTP(S) nos dando maior flexibilidade em locais em que há firewall ou servidores que se encontram atrás de NAT. Cabe ao core computar o período em que as informações tem que vir e caso este exceda, alertar que não foi recebido os dados do hosts. Localização dos arquivos Em uma instalação nova, compilada como faremos, os seguites diretórios são criados: /usr/local/nagios: Diretório principal da instalação. /usr/local/nagios/bin: Binário do programa. /usr/local/nagios/etc: Arquivos de configuração principais. /usr/local/nagios/etc/objects: Arquivos de configuração dos objetos. Tem esse nome por que herdam configurações entre si e podem ser sobreescritas essas configurações. /usr/local/nagios/libexec: Binários e scripts responsáveis pela checagem dos hosts e serviços. O arquivo commands.cfg faz referência à eles. /usr/local/nagios/sbin: Scripts.cgi para a coleta de informações do Nagios core e exibição no painel de monitoramento. /usr/local/nagios/share: Diretório onde está o painel de monitoramento, exibido via web. /usr/local/nagios/var: Diretório com arquivos temporários, logs, sockets e histórico. nagios.cfg Arquivo principal responsável pelas configurações do core. Este arquivo é o que lê os demais arquivos que descrevemos. Apesar do arquivo ser auto-explicativo, é bom reforçar algumas configurações em que são alteradas com frequência ou somente na instalação do Nagios: cfg_file: Irá carregar as configurações desse arquivo quando efetuar o reload ou start do Nagios core. cfg_dir: Irá carregar todos os arquivos dentro do diretório que tem extensão.cfg. broker_module: Carrega módulos para interagir com o Nagios core. use_syslog: Além de gravar os logs no arquivo nagios.log, também grava no arquivo syslog. Deixe como 0. cgi.cfg Arquivo responsável pelas configurações que dizem respeito ao painel de Marcio José Atanásio 7

9 monitoramento, tais como logins administrativos, quantidades de hosts para exibir, etc. resource.cfg Contém informações, através de variáveis de ambiente delimitadas entre $. É utilizada primordialmente pela variável de ambiente $USER1$, utilizada pelo arquivo commands.cfg para informar aonde está os plugins. Pode ser criado mais variáveis, que podem conter informações como senhas e métricas em que deseja que seja padrão sem utilizar os templates. commands.cfg Este arquivo é que faz a ligação entre os serviços configurados para o host, com os plugins, que são programas ou scripts que fazem as checagens. Sua sintaxe é bem simples como descrevo abaixo. define command{ command_name command_line check_snmp $USER1$/check_snmp -H $HOSTADDRESS$ $ARG1$ command_name: Nome do comando. Este nome é o utilizado na configuração da checagem para o host. command_line: Linha de comando. Caminho onde se encontra o comando para ser executado, ou seja, o plugin. Como padrão, o caminho é /usr/local/nagios/libexec. Note que tem algumas variáveis de ambiente entre $, a variável $USER1$ podemos encontrar no arquivo resource.cfg, as demais vem do arquivo em que está configurado a checagem, sendo que $HOSTADDRESS$ é o endereço configurado no host em address e $ARGX$ é o argumento após a configuração do check_command. É usado o delimitador! para cada campo de argumento. contacts.cfg Responsável por configurar os contatos que irão receber os alertas. Sua sintaxe é bem simples, como descrito abaixo. define contact{ use contact_name alias generic-contact <LOGIN DO CONTATO> <NOME DO CONTATO> < DO CONTATO> A configuração dos contatos tem que ter um template relacionado, que neste caso é o generic-contact. Há opções que são obrigatórias para a criação de um contato e para que não seja necessário recriá-las em cada contato, é utilizado a herança deste template. O contact_name deve ser o login criado no arquivo passwd, que faz referência a autenticação para a visualização do painel de monitoramento. Os logins que não forem referenciados no arquivo cgi.cfg, somente visualizaram os hosts em que forem contatos. Marcio José Atanásio 8

10 timeperiods.cfg Arquivo de configuração de períodos de tempo que podem ser utilizados. É mais comumente usado para desativar alertas em um certo horário ou dia. É utilizado na configuração dos templates. templates.cfg Principal arquivo de configuração. Sem este arquivo, seria muito trabalhoso configurar novos hosts e checagens, por que teríamos de repetir as configurações obrigatórias. Entre as configurações, temos algumas em que usualmente são mais customizadas para hosts: name: Nome do template. Deve ser único. notifications_enabled: Habilitar notificações. Valor padrão é 1. active_checks_enabled: Usado para habilitar as checagens ativas. passive_checks_enabled: Usado para habilitar a checagens passivas. check_interval: Intervalo de tempo entre as checagens, quando ativa, ou para considerar sem informação, quando passiva. Valor em minutos. retry_interval: Tempo de intervalo para checar novamente, quando um serviço tem seu estado alterado. Valor em minutos. max_check_attempts: Dentro do intervalo de retry_interval, depois de quantas checagem o serviço é considerado com o estado detectado. contact_groups: Grupo em que receberá os alertas sobre o serviço. register: Isso que define a configuração como template e não como host propriamente dito. Sempre 0. groups.cfg Este arquivo não vem padrão no Nagios, e foi criado separado afim de dar uma melhor organização. A princípio, a configuração dos grupos de hosts e serviços são efetuadas dentro do arquivo de configuração de cada host. Como isso pode gerar um grande trabalho, quando precisa colocar alguns hosts ou serviços no mesmo grupo, teria de procurar qual o grupo dentro dos vários arquivos de configuração de cada host. Deixando um arquivo separado, organiza de forma que você sabe que quando se trata de grupos, o arquivo e groups.cfg. Estas são as configurações mais alteradas durante uma customização. Há ainda várias outras em que pode-se ter mais detalhes na própria documentação do Nagios, em Variáveis internas Os arquivos de configuração contém variáveis de macro utilizadas internamente e que lhe ajudam a efetuar suas próprias configurações, plugins e comandos. A lista é vasta e é muito importante que você veja quais estão disponíveis em Reforço que isso é extremamente importante, pois quando formos efetuar nossas configurações, vamos utilizar grande parte delas. Marcio José Atanásio 9

11 Instalação Caso tenha instalado o seu sistema operacional Linux recentemente, observe se não há nenhuma regra de firewall criada por padrão. Recomendamos também que desative o selinux (security linux) para evitar problemas nas execuções dos scripts.cgi. Caso deseje deixar ativado, você terá de efetuar os ajustes nas políticas de segurança por si mesmo. O procedimento de compilação é o mesmo seguido de qualquer outro pacote desenvolvido para o ambiente Linux. Como o foco é na ferramenta Nagios e não administração de servidores Linux, iremos ser bem diretos e sucintos em alguns procedimentos considerados administrativos. Não iremos compreender a instalação do sistema operacional ou refinamentos. Será efetuada a instalação diretamente do código fonte. Poderíamos sim utilizar os repositórios se sua distribuição preferida, porém, isso iria delimitar muito o escopo e assim não ser aderente de forma mais abrangente as configurações. Outra consideração bastante importante sobre a instalação diretamente do código fonte é a de obtermos o produto na sua mais atual versão bem como não ter problemas com a localização dos arquivos de configuração. No momento da confecção deste, ele se encontra na versão e versão 4.0- beta. Não será utilizado a versão 4, pois como pode ver ainda não está finalizada. Antes de baixar o pacote para compilar, considere as seguintes dependências: Pacotes de desenvolvimento Linux (make, gcc, kernel headers, etc); Serviço Apache com PHP; Pacote de desenvolvimento Perl (perl-devel); Pacote de desenvolvimento GD (gd-devel). Instalação Nagios Core Antes de iniciar a instalação tenha em mente que é necessário estar instalado, na sua distribuição Linux utilizada, as ferramentas de desenvolvimento bem como as bibliotecas e um serviço de páginas web que neste caso é o Apache com suporte a PHP e CGI. É necessário também ter criado o usuário nagios, pois o socket de comunicação o utiliza e é configurado na instalação. Efetue o download da versão mais recente através do link Após efetuar o download e descompactar, você verá um diretório com o nome nagios, seguido da versão. Com as dependências instaladas, descrevemos abaixo os comandos à serem executados. #./configure # make all # make cgis # make install-cgis # make fullinstall Marcio José Atanásio 10

12 # make install-init # make install-commandmode # make install-config Para melhor compreender o que foi feito, saiba que o cgi é o painel de monitoramento do Nagios, init diz respeito à instalação para gerenciamento do serviço e sua inicialização no sistema, commandmode diz respeito ao socket de comunicação com o core do Nagios, que iremos utilizar para outras ferramentas e config são arquivos básicos de configuração que vamos utilizar para iniciar as explicações sobre a ferramenta. Nesse momento, você já deve ter o diretório /usr/local/nagios em seu sistema. Foi adicionado também uma arquivo de configuração no seu serviço apache com o nome de nagios.conf. Vamos criar o usuário padrão para acesso ao painel de monitoramento do Nagios. # htpasswd -c /usr/local/nagios/etc/htpasswd.users nagiosadmin Será solicitada a senha. Sugerimos a utilização da senha nagiosadmin, mas não há problema em utilizar uma senha pessoal, desde que, logicamente, não seja esquecida. É necessário que o usuário em que o Apache é inicializado tenha permissão de execução nos scripts cgi e socket do Nagios. Para isso, adicione ao grupo nagios o usuário do serviço Apache do seu sistema. # usermod -a -G nagios apache Como foi descrito em Convenção deste livro a distribuição utilizada é o CentOS em que o usuário de execução do Apache é apache. Em outras distribuições, pode ser que o usuário seja httpd, como é o caso do *Suse. Após isso, não se esqueça de observar se o serviço do Apache está na inicializado e configurado para iniciar automaticamente quando do reinicio do sistema operacional. Na distribuição CentOS, bem como nas de mesma origem, efetue os comandos: # chkconfig nagios on # chkconfig httpd on # service httpd restart # service nagios restart Pode ser que sua distribuição tenha um gerenciador, como o setup no CentOS, pode ser usado no lugar dos comandos chkconfig. Aproveitando esse tópico, descrevo dois comando extremamente ESSENCIAIS para que você possa resolver todos os problemas em relação a configurações do Nagios: # service nagios checkconfig Este comando irá verificar se está tudo configurado de forma correta, somente isso. Agora, se retornar um erro, podemos ir mais afundo ainda para ver qualquer arquivo e linha está com problema na configuração com o comando: # /usr/local/nagios/bin/nagios -v /usr/local/nagios/etc/nagios.cfg O comando Nagios, argumento -v de verify e apontando o arquivo principal de configuração do Nagios. Simples assim... Instalação plugins Marcio José Atanásio 11

13 Como foi descrito anteriormente em funcionamento, os plugins são programas configurados no arquivo commands.cfg responsáveis por contactar outros hosts e trazer informações ou prover informações do próprio host em que está instalado. Sempre que um host vai ser monitorado tem de haver os plugins para coleta dos dados e formatação para o Nagios. Há forma de se monitorar hosts sem a necessidade de plugins instalados, como é o caso de impressoras, roteadores, catracas eletrônicas, access points, cartões ponto, páginas web, DNS, DHCP e iremos posteriormente explicar como proceder. Faça o download da última versão dos plugins em No momento da confecção deste livro está na versão Esta versão necessita que seja instalado também as bibliotecas openssl de desenvolvimento, caso contrário, irá ocorrer um erro no momento de compilar. Outra biblioteca que deve estar presente é a perl-extutils-makemaker. Instale do repositório da sua distribuição Linux. Ao descompactar, você verá uma pasta nagios-plugins com a versão ao final. Siga os mesmo procedimentos de compilação de qualquer software no ambiente Linux. Descrevemos abaixo como pode proceder após descompactar o arquivo. #./configure --enable-perl-modules # make all # make install all Após a instalação, você pode observar que há o diretório /usr/local/nagios/libexec contendo scripts e programas para a coleta de informações e formação para o envio ou recebimento pelo Nagios core. Outro serviço que não vem por padrão no pacote do Nagios Pluguins é o NRPE, comando utilizado para buscar informações de forma ativa nos hosts configurados. Vamos proceder com a instalação, efetuando o download através do link Remote-Plugin-Executor/details. No momento deste livro, este serviço está na versão Descompacte o arquivo tar.gz recém efetuado download e execute os comando para compilar e instalar: #./configure # make # make install Neste momento, você terá dois novos arquivos na pasta de instalação do Nagios. Um é o nrpe, instalado na pasta /usr/local/nagios/bin que é o comando para ser executado quando é um host cliente e check_nrpe, localizado na pasta /usr/local/nagios/libexec que é o comando para o servidor Nagios executar e buscar informações em um host que tenha o serviço nrpe rodando ou outro software que comporte o protocolo. Para garantir o funcionamento, faça o restart do serviço de hospedagem, que no nosso caso é o apache e do Nagios. # service httpd restart # service nagios restart Marcio José Atanásio 12

14 Primeiro acesso web ao Nagios Se tudo ocorreu bem, já temos o Nagios instalado de forma totalmente funcional. Vamos agora acessar sua interface web e navegar pelas suas opções administrativas tanto quanto descrever as informações apresentadas. Lembre-se da senha em que você colocou no momento da instalação do Nagios, caso não lembre e queira alterá-la, aí vai o comando: # htpasswd /usr/local/nagios/etc/htpasswd.users nagiosadmin Note que, em relação ao comando nos passos anteriores, nós não precisamos mais criar o arquivo ( -c ), somente precisamos alterar a senha. Ao acessar você irá ver a seguite tela: Figura 3: Home Neste tela nos é mostrado ao lado esquerdo, o menu com vários opções que iremos descrever uma a uma. Na primeira tela principal, que no menu diz respeito à Home, podemos visualizar a versão do Nagios e um link para que avalie se há novas versões, há também links para versão comercial, documentação, plugins. Peço que explore os links, pois há informações que podem ser úteis para você no que diz respeito ao seu ambiente de TI. Toda a documentação é em inglês, mas há ferramentas via web que podem lhe ajudar a superar a essa barreira. Mesmo assim, pense bem que a maioria dos melhores materiais em TI está em inglês, portanto, não será perda de tempo investir no aprendizado dessa língua. Em Documentation você será redirecionado à documentação oficial do Nagios na web e poderá escolher visualizá-la via HTML ou efetuar o download do pdf. Reforço que nem todo o vasto conteúdo e opções do Nagios serão descritas neste livro. Somente as principais e mais utilizadas serão apresentadas, portanto, dar uma olhada na documentação oficial não faz mal a ninguém. Marcio José Atanásio 13

15 Figura 4: Tactical Overview Em Tactical Overview você tem uma visão geral de todos os serviços e hosts de forma resumida, bem como o level de saúde que está seu ambiente de TI monitorado. Figura 5: Map Em Map você tem, ou melhor, terá um mapa construído através da configuração da propriedade parents em cada host. Como em nossa instalação somente temos o host localhost, não há nenhum parente. Não confundir este mapa com o mapa da rede, que iremos utilizar o Nagvis para isto, pois este mapa diz respeito a visão do Nagios em relação aos hosts monitorados, ou seja, o caminho que ele faz para chegar à cada um. No canto superior esquerdo podemos mudar o tipo de visualização. O tipo principal é como estrela, mas você pode alterar no arquivo cgi.cfg, na opção default_statusmap_layout qual o tipo que quer que seja o padrão. Valores válidos são: 0 = User-defined coordinates 1 = Depth layers 2 = Collapsed tree 3 = Balanced tree 4 = Circular 5 = Circular (Marked Up) Marcio José Atanásio 14

16 Outra opção que no momento não se faz importante, mas futuramente será, é a quantidade de hosts que aparecem. O padrão como pode ver é 100, mas você pode mudar o default alterando a opçao result_limit. Figura 6: Hosts Em Hosts você visualiza todos os hosts presentes bem como a resposta ping das consultas. Acima temos um resumo de todo o ambiente monitorado bem como atalhos para outras opções de visualização. Figura 7: Services Em Services, você tem uma visualização detalhada de cada host e estado dos seus serviços. Como temos uma instalação nova, o HTTP no root está bloqueado para visualização e no meu caso, como tenho a porta SSH fora do padrão, aparece como alerta. Acima o mesmo resumo de todos os hosts e serviços monitorados e atalhos para visualização de estados e notificações. Marcio José Atanásio 15

17 Figura 8: Host Groups Em Host Groups podemos agrupar os hosts pelas mais diversas características que desejarmos. Na configuração padrão, o Nagios já adicionou o host localhost ao grupo Linux Servers por herança. Nos próximos capítulos, nos iremos ver como podemos criar novos grupos e organizar melhor os nossos hosts. Os sub menus Summary e Grid trazem as mesmas informações em demonstrações diferentes. Figura 9: Service Groups Em Service Groups segue o mesmo padrão de Host Groups. Podemos categorizar os serviços como de Rede, Hardware, Softwares, Serviços Internos, Serviços Externos e qualquer outra forma de organizar os serviços checados. Quando se instala o Nagios, ele não faz nenhum configuração de grupos de serviços. Mas logo adiante iremos explorar bem como configurar e organizar melhor a visualização dos seus alertas. Marcio José Atanásio 16

18 Figura 10: Problems A opção Problems é a que eu gostaria que você menos utiliza-se, mas um serviço de monitoramento é para isso, não é? Pois bem, aqui são descritos os alertas em que o Nagios detectou. Quando da nossa instalação, ao menos um alerta você deve ter, que é do serviço HTTP. São categorizados por Serviços, Hosts e não tratados (Unhandled). Em Network Outages você terá as redes que não estão acessíveis caso haja alguma falha. Ela leva em consideração a configuração de parents/child. Nós veremos melhor isso quando for configurar-mos os hosts. Em Quick Search você pode escrever o nome do host que quer visualizar os estados do serviços. Se você se utilizar de uma lógica nos nomes dos hosts, tal como firewalls com início fw, por exemplo, você pode usar um caracter coringa ( * ) para trazer todos. Talvez esse não foi um bom exemplo, uma vez que podemos utilizar das configurações de Hosts Groups para isso, mas é só para lhe dizer que há essa alternativa nas buscas. Figura 11: Availability Nesta sessão do Menu, a Reports, podemos ter de forma gráfica as porcentagens e demonstrações de SLA dos serviços e dos hosts. Sempre temos o filtro por Grupos, Hosts ou Serviços. Após, podemos escolher as seguintes opções: Marcio José Atanásio 17

19 Report period: Períodos pré determinados ou escolher um customizado; Assume Initial States: Assuma um estado se o inicial não for detectado (Undetermined). Geralmente quand se está fazendo de um período em que o host ou serviço ainda não estava sendo monitorado. Assume State Retentition: Especifica se o estado de retenção está habilitado. Include Soft States: Soft State são estados em que não são considerados como alerta. O Nagios faz, por padrão, 4 testes para que realmente entenda que um serviço está com o estado de alerta. Isso evita falsos positivos quando se ocorre uma oscilação normal de um serviço ou host. Soft States não geram alerta. First Assumed Host State: Quando não é possível efetuar a busca pelo último estado do serviço ou host. Em Trends, podemos intercalar com variadas formas de demonstração do SLA dos serviços. No canto superior esquerdo do frame, podemos visualizar os vários tipos de demonstração. Segue a demostração dos que existem: Host State Trends / Service State Trends Host Availability Report / Service Availability Report Marcio José Atanásio 18

20 Host Alert Histogram / Service Alert Histogram Host Alert History / Service Alert History Em Notifications podemos ver quando e quem recebeu notificações de alerta de algum host ou serviço. Já em Event Log podemos visualização via interface web o arquivo /usr/local/nagios/var/nagios.log. Em Comments, podemos ver todos os comentários adicionados aos serviço ou hosts. Essa funcionalidade é muito útil para registrar demais informações, tais como abertura de chamados, ticket da abertua dos chamados, razões do alerta, informações de aviso de andamento de solução ou qualquer outro tipo de informação que deseja. Adiante veremos como adicionar esse comentários. Em Downtime você tem as intervenções agendadas, para que neste período em que é sabido que o serviço vai oscilar ou parar, não sejam disparados alertas, pois é considerado uma janela de intervenção programada. Marcio José Atanásio 19

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