ANTP COMISSÃO DE TRÂNSITO GT SEGURANÇA O REGISTRO DEACIDENTES NOBRASIL:

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1 ANTP COMISSÃO DE TRÂNSITO GT SEGURANÇA O REGISTRO DEACIDENTES NOBRASIL: A QUESTÃO DA FALTA DE PADRONIZAÇÃO DO FORMULÁRIO Engo. José Antonio Oka [email protected] 26/04/13

2 Gestão da Segurança Viária Nesta Década de Ações para Segurança Viária, 2011 a 2020, da ONU, a OMS defende que sem um contínuo diagnóstico e gestão dos principais problemas de lesões decorrentes de acidentes de trânsito, não haverá redução significativa e sustentável na exposição ao risco de acidente ou na severidade das lesões. Também que esse contínuo diagnóstico e gestão sejam fundamentados em dados.

3 FUNDAMENTAÇÃO EM DADOS A fundamentação em dados é indicada, pois permite: 1) identificar claramente problemas, fatores de risco e prioridades; 2) formular estratégias; 3) estabelecer metas e; 4) monitorar e avaliar o desempenho das intervenções implantadas.

4 VONTADE POLÍTICA E SOCIEDADE Dados confiáveis e precisos também contribuem para a construção da vontade política em priorizar a SV, ou seja, da gestão em si, pois: 1. Documenta a natureza e magnitude do problema; 2. Mostra a efetividade das intervenções que previnem acidentes e feridos; 3. Gera informações sobre a redução do custo socioeconômico que pode ser obtida com a prevenção. Além disso, a fundamentação em dados auxilia na elaboração da comunicação e de ações de educação do público abordando o problema, as medidas e seus efeitos.

5 REGISTRO DE ACIDENTES NO BRASIL

6 Prática do Registro do Acidente Conforme indica MARCHESINI (2003), na maioria das cidades do Brasil, o registro e a coleta de informações dos acidentes de trânsito são feitos de duas formas: 1. Quando o atendimento é feito no local do acidente, em caso de óbito ou feridos, ou quando há envolvimento de veículos oficiais, as informações são registradas por policiais militares (ou DPRF) no BOAT Boletim de Ocorrência de Acidente de Trânsito. 2. Quando não há atendimento no local do acidente, as partes interessadas, envolvidos ou seus prepostos, registram a ocorrência nas delegacias, sendo então lavrado o Boletim ou Registro de Ocorrência BO ou RO.

7 Prática do Registro do Acidente (cont.) Análise sobre a prática atual de registro: O BOAT são formulários que cada Polícia Militar desenvolve e aplica nos Estados, sem padronização entre eles e até dentro do mesmo Estado, com formulários diferentes aplicados nas cidades e nas rodovias. Já os RO (delegacias) não são formulários padronizados, sendo elaborados normalmente na forma de texto corrido com as versões do evento feitas partes envolvidas, sem coleta de dados no local do evento.

8 Modelo atual para registro: NBR / 1993

9 Modelo atual para registro: NBR / 1993 Apesar do CTB -Código Brasileiro de Trânsito, ser de 1998, o modelo brasileiro de formulário de coleta de dados de acidentes de trânsito rodoviários e urbanos, é de 1993, padronizando a coleta de dados de acordo com conceitos e regras do Código Nacional de Trânsito, de 1967, o que já provoca uma necessidade revisão. Quando comparamos essa NBR com normas do EUA e recomendações da OMS, a necessidade de revisão fica mais explícita, pois apesar de ter 167 elementos de dados, nossa norma:

10 Registro de acidentes: Caso Paulista SP / RODOVIÁRIO: 98% dos campos e das alternativas da NBR SP / URBANO: 40% dos campos e 24% das alternativas da NBR Obs.: análise feita em Os resultados podem ser diferentes caso os modelos tenham sido alterados.

11 Registro de acidentes: Caso Paulista Campos não existentes no BOAT urbano: Momento do acidente: dia da semana. Tipo (ou maneira) do acidente: diferentes tipos de colisões. Veículos: número de envolvidos e de danificados, tipo etc. Pessoas: número de condutores, passageiros e pedestres etc. Local do acidente: diversas características ou condições da pista (quantidade, faixas, mãos de direção etc.), da calçada, da sinalização etc.

12 Registro de acidentes: Resumo Sem padronização nacional atualizada em relação ao CTB e as práticas internacionais. Grandes diferenças de formulários no mesmo Estado; Consequência: não coleta dados dos acidentes de forma adequada para gestão da Segurança Viária.

13 Registro de acidentes: Algumas recomendações Elaboração de uma breve avaliação do problema e encaminhamento ao CONTRAN. Necessidade de uma opção do melhor caminho para elaboração de uma norma nacional sobre registro de acidentes, que seja compatível com atual legislação e consistente com a moderna visão sobre gestão da Segurança Viária: revisão da NBR ou elaboração de uma Resolução CONTRAN. Adequação à realidade, avaliando e eventualmente elaborando mais de um modelo de formulário, como no caso dos EUA que desenvolveu um modelo para acidentes sem vítimas e baixos prejuízos materiais (simplificado) e outro para os casos com vítimas e/ou grandes prejuízos materiais (detalhado).

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