N º 106 > Julho de 2009 CONJUNTURA ECONÔMICA > CONJUNTURA ECONÔMICA PG 01 > HISTÓRICO DA CARTEIRA SUGERIDA PG 03 > DESEMPENHO EM JUNHO PG 04

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1 N º 106 > Julho de 2009 > CONJUNTURA ECONÔMICA PG 01 > HISTÓRICO DA CARTEIRA SUGERIDA PG 03 > DESEMPENHO EM JUNHO PG 04 > CARTEIRA SUGERIDA P/JULHO PG 05 > CARTEIRA SUGERIDA DE DIVIDENDOS P/JULHO PG 06 > POR DENTRO DAS EMPRESAS DO STOCK GUIDE PG 07 > INDICADORES PG 30 CONJUNTURA ECONÔMICA Após três meses seguidos de altas expressivas no mercado brasileiro, o movimento descendente foi inevitável no mês de junho. O principal benchmark local perdeu fôlego com a desaceleração da entrada de capital estrangeiro, atingindo queda de 3,26% no período. O saldo entre entrada e saída de capital externo apresentou desempenho negativo em R$ 1,03 bilhão este mês. No mercado norte americano os principais índices apontaram estabilidade ou leve queda. O S&P 500 fechou em alta de 0,02% e o Dow Jones contemplou desvalorização de 0,63%. E agora, qual será o rumo da bolsa no próximo semestre? Esta é a pergunta que ecoa nos bastidores do mercado financeiro. Em geral, a resposta é que o mercado subiu rápido demais, e deve apresentar desempenho mais conservador no curto prazo, podendo atingir oscilações negativas. Mas o consenso ainda é de que a tendência de médio/longo prazo é de alta. Em nossa opinião, dois fatores impulsionaram o desempenho do IBOVESPA neste primeiro semestre: a perfomance acima das expectativas de alguns indicadores de atividade e confiança, principalmente nos EUA, e, consequentemente, a notória entrada de capitais estrangeiros no mercado acionário. Entretanto, assim como o bom desempenho desses fatores beneficiaram a bolsa em um primeiro momento, sua leve deterioração impactou negativamente o mercado este mês. Assim mesmo, considerando os bons fundamentos da economia nacional e a estabilização do sistema financeiro mundial, compartilhamos a opinião de que o mercado acionário ainda é um bom negócio. O PIB norte americano no 1º trimestre de 2009 apresentou queda de 5,5% em relação ao último trimestre de Pelo lado dos indicadores, observamos desempenho abaixo do esperado no front externo. O destaque negativo foi a confiança do consumidor medida pela Conference Board, nos EUA, que veio muito aquém das expectativas. O mercado projetava aproximadamente 55 pontos, enquanto o indicador atingiu 49,3 pontos. No dia, esta divulgação foi suficiente para mudar o humor do investidor na bolsa norte-americana, o que refletiu negativamente no mercado brasileiro. Além disso, outros dados decepcionaram os investidores. As vendas de novas casas vieram abaixo das expectativas atingindo 342 mil unidades, número inferior ao observado no mês anterior, e o PIB norte americano do primeiro trimestre do ano atingiu queda de 5,5% em relação ao 4º trim/08. Entre dados positivos e negativos, o investidor esteve inserido em um cenário de maior incerteza ao longo deste mês. Entretanto, é normal que haja oscilações na atividade econômica durante a busca por estabilidade nas economias maduras. Ainda assim, estamos contemplando um quadro menos arriscado, tanto no sistema financeiro, que parece estar estabilizado, como em relação aos desinvestimentos das empresas (corte de funcionários, desativação de fábricas e outros). Uma coisa é certa, cessando-se os efeitos psicológicos da crise financeira e o intenso retorno do capital estrangeiro ao Brasil, eventos que distorceram a precificação dos ativos, esperamos que os fundamentos voltem a imperar no valor das ações, ou seja, devemos observar um mercado mais maduro e menos eufórico nos próximos meses.

2 p>2 Então vamos aos fundamentos. Nas economias maduras, o único movimento já definido nas projeções para o cenário macroeconômico é a estabilização econômica. Não devemos observar indicadores de recuperação para estes mercados em 2009, pois estes ainda sofrem os impactos devastadores da crise. O payroll (Indicador de emprego norte americano) pode mostrar esta afirmação de forma clara. Conforme podemos observar na figura ao lado, a economia norte-americana continua perdendo milhares de postos de trabalho, ainda que em ritmo menor, ou seja, a deterioração perdeu força, mas ainda existe. Vale lembrar que um sistema financeiro estabilizado e menor risco de quebradeira não são suficientes para promover o crescimento econômico. Este movimento só vai ocorrer quando as empresas se sentirem confortáveis para realizar investimentos, o que não deve ocorrer tão cedo naquelas economias. Pelo lado positivo, acreditamos que mais cedo ou mais tarde o atual nível da taxa básica de juros nos EUA deve abrir o apetite das companhias para realizar investimentos. Não é sempre que as empresas contam com um custo de capital tão baixo. Esperamos observar este fenômeno a partir da segunda metade de 2010, quando as políticas anticíclicas, aliadas ao crescimento dos países emergentes, devem engrenar a economia mundial. Sinais de recuperação econômica no Brasil já podem ser sentidos em diversos segmentos de atividade. Por falar em países emergentes, os dados divulgados no Brasil continuam traçando um cenário futuro melhor do que o passado. O CAGED anunciou geração líquida de 131,5 mil postos de trabalho em maio, mantendo a tendência positiva que já havia apresentado em abril (+106 mil postos). O PIB brasileiro referente ao primeiro trimestre caiu 0,8%, abaixo das expectativas de 2,5% de queda no período. Os dados de confiança divulgados pela FGV continuam se destacando. A confiança do consumidor atingiu 106,4 pontos em junho, reportando alta de 4,1% ante o mês de maio de 2009, e o Índice de Confiança da Indústria cresceu 4,8% na passagem de maio para junho. Para dar continuidade à retomada da atividade econômica nacional, o governo manteve uma das políticas mais eficazes no combate à recessão, a redução do IPI. A medida foi prorrogada em diversos setores da economia (automobilístico, materiais de construção e linha branca). Como resultado destas intervenções, continuamos observando desempenho relativamente favorável nas vendas automobilísticas. Segundo dados da ANFAVEA, em maio o volume de licenciamento de autoveículos cresceu 5,4%, na comparação com abril. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, o volume licenciado ficou em linha com o desempenho observado no mesmo período do ano passado. Além da política fiscal em evidência no cenário econômico brasileiro, destacamos a política monetária, que surpreendeu os economistas, promovendo mais um corte de 1 p.p. na taxa básica de juros. Continuamos trabalhando com 9% para o final de O processo de retomada econômica, taxas de juros menores e países emergentes em destaque no cenário mundial devem continuar a influir positivamente sobre a bolsa de valores. Em linhas gerais, nossas perspectivas não mudaram para bolsa de valores e nem para a economia. O mercado de capitais no segundo semestre do ano tem condições de apresentar desempenho positivo, principalmente se os resultados corporativos confirmarem o discurso mais otimista das empresas. Por isso, continuamos com a estratégia utilizada no mês anterior para formar nossa carteira mensal. Acreditamos que o investidor deve continuar buscando as melhores oportunidades, considerando o processo de retomada econômica, taxas de juros menores e países emergentes em destaque no cenário mundial.

3 p>3 HISTÓRICO DE DESEMPENHO DESEMPENHO DO PORTFÓLIO DE JUNHO E ÚLTIMOS 12 MESES Oscilação Mensal Ganho Acumulado 12 meses Período Portfólio Ibovespa Dif. Portfólio Ibovespa Julho -9,06% -8,48% -0,58% -9,06% -8,48% Agosto -7,19% -6,43% -0,76% -15,59% -14,36% Setembro -10,61% -11,03% 0,42% -24,55% -23,80% Outubro -20,68% -24,80% 4,11% -40,15% -42,70% Novembro -2,22% -1,77% -0,45% -41,48% -43,71% Dezembro 2,95% 2,61% 0,34% -39,76% -42,24% Janeiro (09) 5,12% 4,66% 0,46% -36,67% -39,55% Fevereiro 0,64% -2,84% 3,49% -36,26% -41,27% Março 6,08% 7,18% -1,10% -32,39% -37,05% Abril 11,62% 15,55% -3,93% -24,53% -27,26% Maio 11,47% 12,49% -1,03% -15,88% -18,18% Junho -3,16% -3,26% 0,09% -18,54% -20,84% Performance Portfólio Coinvalores x Ibovespa 1800% 90,00% 70,00% 50,00% 30,00% 10,00% -10,00% -30,00% -50,00% 1600% Carteira Ibovespa Carteira 1400% Ibovespa 1200% 1050,96% 1000% 35,22%37,06% 800% 600% -3,16% -3,26% 400% 274,04% -18,54% -20,84% 200% 0% jun-09 No Ano 12 meses 2001* *Inicio do Portfólio Coinvalores 19-Jul-2001

4 p>4 DESEMPENHO EM JUNHO Empresa Código Peso Cotação Cotação % 200,00 Portfólio Coinvalores Performance Junho/09 29/05/ /06/2009 Período Petrobras PN PETR4 19% 34,45 32,45-1,82% Vale PNA VALE5 17% 32,50 29,85-8,15% Bradesco PN BBDC4 6% 30,28 28,98-4,31% CCR Rodovias ON CCRO3 6% 30,89 31,43 1,75% Lojas Renner ON LREN3 6% 21,72 21,62-0,46% Suzano Papel PNB SUZB5 6% 16,58 15,16-8,56% Copasa ON CSMG3 5% 26,00 25,55-1,73% Daycoval PN DAYC4 5% 7,24 7,10-1,90% Gerdau PN GGBR4 5% 20,61 20,50-0,53% Itaúunibanco PN ITUB4 5% 31,88 31,10-2,47% M.Dias Branco ON MDIA3 5% 24,35 28,70 17,86% Marcopolo PN POMO4 5% 4,60 4,45-3,26% Odontoprev ON ODPV3 5% 31,70 29,11-8,17% Pão de Açúcar PN PCAR4 5% 37,75 38,00 0,66% Total 100% -3,16% Ibovespa IBOV -3,26% 160,00 120,00 80,00 40,00 Portifolio Coin -3,16% Ibovespa -3,26% 0,00 29/5 2/6 4/6 8/6 10/6 15/6 17/6 19/6 23/6 25/6 Desempenho dos Papéis Junho-09 50,00% 45,00% 40,00% 35,00% 30,00% 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 5,00% 0,00% -5,00% -10,00% -15,00% -20,00% -25,00% -30,00% -35,00% -40,00% -45,00% -50,00% -4,31% 1,75% -1,73% -1,90% -0,53% -2,47% -0,46% 17,86% -3,26% -8,17% 0,66% -5,81% -8,56% -8,15%

5 p>5 SUGESTÃO DE ALOCAÇÃO PARA JULHO DE 2009 Empresa Código Peso Cot./ L. Líq. '09(*) P/L '09* Cotação Potencial Portfólio Ibovespa IBrX 100 VPA R$ Milhões 30/06/2009 Jul/10 Valorização Bancos 16% 14,8% 20,82% BicBanco PN BICB4 5% 0 0 1,20 302,2 6,3 7,75 8,80 13,5% Bradesco PN BBDC4 6% 3,84% 5,79% 2, ,0 9,0 28,98 35,00 20,8% Itaúunibanco PN ITUB4 5% 5,90% 8,64% 2, ,0 11,4 31,10 40,00 28,6% Petróleo 15% 21,50 27,84 Petrobras PN PETR4 15% 16,63% 13,36% 1, ,7 16,7 32,45 42,00 29,4% Mineração 15% 16,73% 15,7% Vale PNA VALE5 15% 12,14% 8,4% 1, ,0 12,1 29,85 41,00 37,4% Siderurgia 11% 11,55% 5,74% Gerdau PN GGBR4 6% 3,53% 1,36% 1, ,3 16,0 20,50 26,00 26,8% Usiminas PNA USIM5 5% 3,02 1,09 1, ,1 13,2 41,61 48,50 16,6% Fertilizantes 6% 0 0,27% Fosfértil PN FFTL4 6% 0 0,26% 3,20 362,4 16,2 14,95 18,80 25,8% Logística/Transporte 6% 1,93% 1,24% CCR Rodovias ON CCRO3 6% 0,59% 0,45% 7,30 900,9 14,1 31,43 37,00 17,7% Varejo 6% 3,19% 1,43% Lojas Renner ON LREN3 6% 0,81% 0,32% 3,60 118,2 22,2 21,62 27,00 24,9% Alimentos 5% 2,65% 1,77% M.Dias Branco ON MDIA3 5% 0 0 2,50 241,9 13,5 28,70 34,00 18,5% Autopeças 5% 0 0,09% Randon PN RAPT4 5% 0 0,09% 1,90 150,3 9,5 9,48 13,00 37,1% Bens de Consumo 5% 2,28% 3,87% AmBev PN AMBV4 5% 1,10% 2,48% 4, ,9 11,1 127,40 175,0 37,4% Energia 5% 7,07% 6,58% Eletropaulo PNB ELPL6 5% 0,69% 0,38% 1,70 927,4 6,1 34,73 42,30 21,8% Telecom 5% 5,27% 5,18% GVT Holding ON GVTT3 5% 0 0,36% 2,30 156,4 26,8 32,60 Total 100% (*) Estimativa ER Em revisão Divisão da Carteira por setores Mineração 15% Autopeças 5% Bens Consumo 5% Logistica 6% Bancos 16% Varejo 6% Telecom 5% Energia 5% Petróleo Fertilizantes 15% 6% Siderurgia 11% Alimento 5%

6 p>6 PORTFÓLIO DIVIDENDOS COINVALORES SUGESTÃO DE ALOCAÇÃO PARA JULHO DE 2009 Empresa Código Exposição Cotação Portfólio 30/06/2009 Yield Projetado Presença Bradesco PN BBDC4 20% 28,98 35,00 100% AmBev PN AMBV4 20% 127,40 175,00 5,7% 100% Itauunibanco PN ITUB4 20% 31,10 40,00 100% Souza Cruz ON CRUZ3 20% 55,82 65,00 5,8% 100% Eletropaulo PNB ELPL6 20% 34,73 42,30 16,4% 100% O Portfólio Dividendos Coinvalores consiste na indicação de cinco papéis de companhias com elevada projeção de dividend yield, satisfatória liquidez, presença mínima de 80,0% de mercado e histórico de boa pagadora de dividendos. Nosso objetivo é proporcionar aos nossos clientes um portfólio que garanta a distribuição dos dividendos, juros sobre capital próprio e bonificações sem, contudo, referenciar seu desempenho aos principais benchmarks do mercado. O Portfólio será avaliado e sofrerá alterações mensalmente quando for o caso, entretanto, destacamos que as indicações podem não coincidir com as recomendações da Equipe de Análise de Investimentos da Coinvalores. Importante ressaltar que sua performance poderá ser abaixo dos principais benchmarks, quando é analisada através da evolução dos preços das ações sugeridas, pois o foco é alcançar rentabilidade através de dividendos e/ou distribuição de juros sobre capital próprio. Porém, o Portfólio Dividendos Coinvalores apresenta perfil com menor risco, tendo em vista sua composição caracterizada por companhias mais maduras e com elevada geração de caixa. DESEMPENHO DO PORTFÓLIO EM JUNHO DE 2009 Empresa Código Exposição Cotação Cotação Valorização Portfólio 29/05/ /06/2009 % Bradesco PN BBDC4 20% 30,30 28,98-4,31% Copasa ON CSMG3 20% 26,00 25,55-1,73% Itauunibanco PN ITUB4 20% 31,90 31,10-2,47% Souza Cruz ON CRUZ3 20% 51,50 55,82 8,60% Vale PNA VALE5 20% 32,50 29,85-8,15% Total -1,61% Em junho, o Portfólio Dividendos Coinvalores apresentou desempenho acima do IBOVESPA, com baixa de 1,61%, contra a performance negativa de 3,26% do Índice da Bolsa de São Paulo, no mesmo período. Esse desempenho foi influenciado principalmente pela forte evolução dos papéis da Souza Cruz (+8,60%) frente a baixa do IBOVESPA. Para o Portfólio de Dividendos Coinvalores do mês de julho, optamos por excluir as companhias Copasa (CSMG3) e Vale (VALE5) e incluir as companhias Ambev (AMBV4) e Eletropaulo (ELPL6), tendo em vista o cenário favorável para essas empresas e a perspectiva de distribuição de proventos futuros. A Ambev aprovou pagamento de proventos, sendo R$ 1,103 por ação ON e R$ 1,2133 por ação PN. As ações ficam ex em 06/jul/09. P erfo rmance P o rtfó lio D ividendo s C o invalo res - Junho / 09 HISTÓRICO DE DESEMPENHO DO PORTFÓLIO DIVIDENDOS Portfólio Dividendos Coinvalores IBOVESPA Junho/09-1,61% -3,26% Acumulado no Ano 20,17% 37,06% Último 12 Meses -11,18% -20,85% 17% 15% 13% 11% 9% 7% 5% 3% 1% -1% -3% -5% P o rtfó lio -1,61% -3,26% Ibo vespa

7 p>7 POR DENTRO DAS EMPRESAS ALIMENTOS M. DIAS BRANCO (MDIA3) Continuamos otimistas com o desempenho futuro da R$ 34,00 P/L para ,4 9,0 P/L para ,6 6,2 companhia. O ajuste de preço de seus estoques de matérias primas é decisivo para a recuperação das margens nos próximos trimestres. A M.Dias Branco declarou que fez estoques de trigo e óleos até agosto, com preços bem menores que os de mercado, garantindo boas margens. Outros pontos relevantes são: o controle dos custos e das despesas, mantendo os gastos operacionais em torno de 18% da receita líquida; a diminuição da dívida líquida/ebitda a patamares iguais antes das aquisições; aumento da produção própria de farinhas e gorduras; e, por fim, elevar a capacidade instalada na fábrica de farinhas e gorduras. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 5%. MINERVA (BEEF3) A Standard & Poor s rebaixou os ratings de crédito corporativo de longo prazo atribuído à empresa processadora de carnes Minerva, de B para CCC+. Segundo a agência de rating o rebaixamento reflete o enfraquecimento no desempenho operacional da companhia, uma vez que a empresa enfrenta condições que têm desafiado a indústria de carnes desde setembro de 2008, e também o aumento em sua carga de juros ao mesmo tempo em que lida com uma geração de caixa baixa. P/L para 2009 PERDIGÃO (PRGA3) As administrações da PERDIGÃO e da SADIA divulgaram em nota que a autoridade européia de defesa da concorrência (European Commission) manifestou formalmente sua anuência com a associação entre as empresas, objeto do Acordo de Associação mencionado no Fato Relevante publicado em 19 de maio de 2009, restando o seu exame por parte das autoridades de defesa da concorrência brasileiras. AUTOPEÇAS / TRANSPORTES R$ 6,65 P/L para ,7 R$ 13,00 P/L para ,4 5,0 MARCOPOLO (POMO4) A ANTT (Agência Nacional dos Transportes) formalizou proposta ao Ministério Público Federal e ao Tribunal de Contas da União, visando suspensão da licitação de ligações interestaduais de ônibus, com intuito de realizar uma reavaliação do processo. Esta notícia gerou reflexos negativos no desempenho da companhia em bolsa. O edital, que iria ser divulgado no final deste mês, deverá sair em novembro de A companhia foi uma de nossas indicações para a carteira mensal, e vinha performando acima do IBOVESPA. Entretanto, esta notícia reverteu o bom desempenho da companhia ao longo do mês. Ainda assim, mantemos nossa visão favorável para as ações da Marcopolo, olhando para o médio/longo prazo RANDON (RAPT4) Esperamos leve melhora no desempenho da companhia ao longo dos próximos trimestres, principalmente com as novas medidas anunciadas pelo governo visando redução de juros sobre empréstimos para as empresas. No mercado externo, a queda nos estoques deve trazer evolução nas exportações. Já no front interno, políticas fiscais anticílicas por parte do governo trazem certo otimismo. Entretanto, o principal fundamento para a companhia é a melhora da confiança do empresário, lembrando que veículos pesados são considerados fator de produção, ou seja, este segmento apresenta desempenho favorável com a retomada dos investimentos corporativos. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 5%.

8 p>8 AVIAÇÃO R$ 10,50 P/L para ,4 5,0 EMBRAER (EMBR3) A KLM Cityhopper, subsidiária integral da KLM Royal Dutch Airlines, fechou a compra de mais 7 jatos do modelo 190 da Embraer. O valor do contrato não foi divulgado, mas o preço de lista da aeronave, segundo a fabricante, gira em torno de US$ 38 milhões. O contrato da Embraer com a companhia holandesa prevê ainda 11 opções de compra de jatos. As entregas do novo pedido estão programadas para começar no 1º sem/10. A companhia também anunciou ontem a venda de um terceiro jato à Fuji Dream Airlines, do modelo 175. O contrato original com a empresa, assinado em novembro de 2007, incluía pedidos firmes para dois jatos 170 e direitos de compra para outra aeronave do mesmo modelo. O custo médio de um Embraer 175 é de US$ 35 milhões. BANCOS R$ 9,00 P/L para ,5 R$ 8,80 P/L para ,2 R$ 35,00 P/L para ,8 R$ 22,50 P/L para ,5 R$ 8,50 P/L para 2008 ABC BRASIL (ABCB4) As ações do banco subiram 3,0% no mês de junho, contra - 3,3% do IBOVESPA no período. Em 30/06/2009 foi aprovada a distribuição de juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ ,07, representando R$ 0,13 por ação. O pagamento dos juros sobre o capital ocorrerá ate 15 de julho de A posição acionaria a ser considerada para o pagamento de juros sobre o capital próprio será a dos Acionistas inscritos nos registros de Acionistas da companhia na data da deliberação. BICBANCO (BICB4) As ações do banco subiram 15,7% no mês de julho, contra -3,3% do IBOVESPA no período. O banco pagará juros sobre capital próprio referentes ao 2º trim/09 no dia 14/jul/09, totalizando montante de R$ 28,0 milhões, ou seja, R$ 0, por ação. Esse valor corresponde a um dividend yield de 1,4% sobre o fechamento de 30/jun/09. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 5%. BRADESCO (BBDC4) As ações do banco caíram 4,3% no mês de julho, contra -3,3% do IBOVESPA no período. O IPO da Visanet proporcionou lucro bruto de R$ 2,0 bilhões ao Bradesco ao alienar 10,5% de sua participação na administradora de cartões de crédito, mantendo, ainda, 28,76% no capital social da empresa, com 392,5 milhões de ações. De acordo com o Bradesco à imprensa, o resultado deste trimestre também será impactado por provisão adicional para devedores duvidosos de R$ 1,3 bilhão. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 6%. Compõe o portfólio dividendos da Coinvalores, com participação de 20%. BANCO DO BRASIL (BBAS3) As ações do banco subiram 0,97% no mês de julho, contra -3,3% do IBOVESPA no período. O IPO da Visanet proporcionou R$ 1,4 bilhão ao BB ao alienar 7,05% de sua participação na administradora de cartões de crédito. segundo informações da imprensa, o Banco do Brasil informou que terá provisão adicional de R$ 676 milhões antes de impostos neste 2º trim/09. DAYCOVAL (DAYC4) As ações do banco caíram 1,9% no mês de julho, contra -3,3% do IBOVESPA no período. O banco vai distribuir juro sobre capital próprio. O valor bruto total de R$ 23,8 milhões corresponde a R$ 0,11008 por ação, sujeitos a retenção do imposto de renda na fonte a alíquota de 15% (quinze por cento). A partir de 29/jun/09, inclusive, as ações serão negociadas "ex-direito" a juros sobre o capital próprio. O pagamento estará disponível aos acionistas a partir de 15 de julho de 2009.

9 p>9 R$ 40,00 P/L para ,4 ITAUBANCO (ITAU4) As ações do banco caíram 1,9% no mês de julho, contra -3,3% do IBOVESPA no período. Ao passo que a fusão vai se consolidando, os ganhos de sinergia devem começar a aparecer. Nossa expectativa é muito positiva para o desempenho do banco nos próximos trimestres. Vale destacar que a união das operações de crédito dos dois bancos deve se consolidar agora no 2º semestre. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 5%. Compõe o portfólio dividendos da Coinvalores, com participação de 20%. P/L para 2008 Comprar PANAMERICANO (BPNM4) As ações do banco subiram 8,7% no mês de julho, contra - 3,3% do IBOVESPA no período. O banco vai pagar juros sobre capital próprio referente ao 2º trim/09 de R$ 0, por ação, num montante equivalente de R$ 14,0 milhões. Tal valor representa dividend yield de 1,25%, sobre o preço de fechamento da ação no dia 30/Jun/2009. O pagamento ocorrerá até 30/abr/10. As ações ficaram ex-juros dia 1/Jul/2009. P/L para 2008 Comprar PARANÁ (PRBC4) As ações do banco subiram 15,5% no mês de julho, contra -3,3% do IBOVESPA no período. O banco vai pagar juros sobre capital próprio referente ao 2º trim/09 de R$ 0,19 por ação, num montante equivalente de R$ 18,2 milhões. Tal valor representa dividend yield de 2,7%, sobre o preço de fechamento da ação no dia 30/Jun/09. O pagamento ocorrerá a partir de 30/jul/09. As ações ficaram ex-juros dia 1/Jul/09. P/L para 2008 Comprar PINE (PINE4) As ações do banco subiram 3,3% no mês de julho, contra -3,3% do IBOVESPA no período. O banco vai pagar juros sobre capital próprio referente ao 2º trim/09 de R$ 0,1533 por ação, num montante equivalente de R$ 12,8 milhões. Adicionalmente, em complemento ao 2º trim/09, a instituição pagará também R$ 7,1 milhões (R$ 0,08577 por ação). Tais valores representam dividend yield de 3,4%, sobre o preço de fechamento da ação no dia 30/Jun/09. O pagamento ocorrerá a partir de 14/jul/09. As ações ficaram ex-juros dia 1/Jul/09. P/L para 2008 Comprar SOFISA (SFSA4) As ações do banco subiram 11,8% no mês de julho, contra -3,3% do IBOVESPA no período. Como enfatizamos em nossa analise de resultados do 1º trim/09, bancos como o Sofisa dependem de uma atividade econômica em expansão para aumentar a originação de crédito, ou seja, fazem parte do chamado ciclo virtuoso. Como este cenário deve se configurar apenas ao final de 2009, os resultados dos próximos trimestres ainda inspira cuidados. BENS DE CAPITAL / INFRA-ESTRUTURA LUPATECH (LUPA3) A Lupatech passou por um longo período de expansão através de R$ 32,00 P/L para ,1 17,0 aquisições desde a abertura de capital em 2006 (já comprou 16 empresas, contando com 21 unidades indústrias). Os investimentos em aquisições no Brasil e na Argentina somaram mais de R$ 630 milhões. Com isso, a companhia decidiu reduzir a velocidade para obter as sinergias destas operações, embora novas compras possam ser anunciadas a qualquer momento. As quedas recentes no preço das ações nos levam a reforçar nosso parecer de compra.

10 p>10 R$ 18,00 P/L para ,8 9,1 WEG (WEGE3) Diversas medidas foram anunciadas que poderão sustentar a recuperação dos resultados da companhia nos próximos trimestres. Destacamos a manutenção dos incentivos fiscais para a linha branca e a redução das taxas internas de juros, devendo beneficiar a retomada de financiamento aos grandes projetos industriais. As desvalorizações das ações abriram oportunidade aos investidores, com isso, alteramos nosso parecer de manutenção para compra. BENS DE CONSUMO AMBEV (AMBV4) A companhia continua mantendo sua liderança no mercado R$ 175,00 P/L para ,0 7,2 cervejeiro do país, apresentando elevação de 0,5%, totalizando 68,3% de market share no país. Vale destacar que para cada ponto percentual de mercado equivale a 110 milhões de reais de faturamento anual. No mais, estamos alterando a nossa recomendação de manutenção para compra de suas ações. Atribuímos tal mudança à expressiva participação de mercado e à expectativa de melhores desempenhos nos próximos trimestres. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 5%. Compõe o portfólio dividendos da Coinvalores, com participação de 20%. P/L para 2009 HYPERMARCAS (HYPE3) Em razão da oferta pública de ações, anunciada pela companhia em fato relevante, preferimos não realizar qualquer comentário referente à companhia. R$ 65,00 P/L para ,1 10,4 SOUZA CRUZ (CRUZ3) Destacamos que a Souza Cruz continua obtendo bons números mesmo em meio ao cenário econômico em crise, além da elevada carga tributária sobre a produção e venda de cigarros. Neste trimestre, verificamos que a companhia vem conseguindo repassar a elevação dos impostos para seu produto final, entretanto, o aumento da carga tributária a partir de maio elevará a atratividade do comércio ilegal de cigarros. Mesmo com esta elevação na tributação, continuamos recomendando compra para suas ações. A companhia encontra-se em situação financeira bastante confortável, além disso, atua em mercado maduro e previsível. No mais, destacamos que a Souza Cruz continua elevando sua lucratividade mesmo com os diversos contratempos tributários. Compõe o portfólio dividendos da Coinvalores, com participação de 20%. CONSTRUÇÃO CIVIL R$ 16,80 P/L para ,3 9,5 CYRELA REALTY (CYRE3) Continuamos reticentes com relação às perspectivas para a Cyrela nos próximos períodos. A crise afetou de forma relevante o desempenho da companhia, diminuindo drasticamente as vendas, o que forçou a empresa a frear os lançamentos. Além disso, o endividamento apresentou elevação, aumentando o risco da companhia. Vale lembrar que a estrutura de endividamento ainda está em patamar saudável, atingindo em torno de 2,5x EBITDA, segundo informações da companhia. Olhando para longo prazo entendemos que a empresa apresenta plenas condições de se recuperar, voltando a apresentar bons resultados. P/L para 2009 GAFISA (GFSA3) Em razão da oferta pública de ações, anunciada pela companhia em fato relevante no dia 3 de junho de 2009, preferimos não realizar qualquer comentário referente à companhia.

11 p>11 P/L para 2009 MRV (MRVE3) Em razão da oferta pública de ações, anunciada pela companhia em fato relevante no dia 29 de maio de 2009, preferimos não realizar qualquer comentário referente à companhia. R$ 9,10 P/L para ,5 6,3 ROSSI RESIDENCIAL (RSID3) Consideramos positivo o aumento de capital realizado pela companhia, adequando sua estrutura de capital ao novo cenário econômico. Entretanto, continuamos recomendando cautela com relação a esta companhia, principalmente no que diz respeito à sua estratégia de entrar na baixa renda. Este movimento demandará esforços da empresa, como realização de investimentos na compra de novos terrenos e despesas com publicidade e comercialização. EDUCACIONAL R$ 26,80 P/L para ,7 6,7 ESTÁCIO (ESTC3) O MEC realizou pesquisa no ano de 2008 sobre a quantidade de matrículas e o número de instituições de ensino superior presentes no Brasil referente o ano de A pesquisa mostrou que o país possuía um total de instituições de ensino superiores sendo, 249 instituições públicas e instituições privadas. Em 2007, o crescimento foi de 0,5% se comparado ao ano de A população brasileira era de aproximadamente 180 milhões de pessoas com 4,9 milhões de matriculas no ensino superior. A população com idade entre 18 a 24 anos era de 23,8 milhões de jovens. Já o número de matriculas no ensino superior, apresentou crescimento de 4,3% frente a 2006, mesmo tendo apresentado aumento abaixo dos anos anteriores fica comprovado que este segmento continua se elevando. A pesquisa do MEC mostra que o número de matriculas do EAD aumentou 78,5% frente o ano de ENERGIA R$ 36,00 P/L para ,2 4,6 CEMIG (CMIG4) A Fitch reafirmou o rating nacional de longo prazo da Cemig e de suas subsidiarias em A+. Segundo a agência a avaliação reflete o portfólio diversificado de negócios da companhia, diluindo potenciais riscos operacionais. Ademais, a Cemig obteve aprovação do BNDES para o aumento de participação na TBE, conforme informado em set/08. R$ 37,00 P/L para ,2 COPEL (CPLE6) O que deveria impulsionar o desempenho dos papéis em bolsa volta a ser o pesadelo dos investidores. O reajuste tarifário médio de 12,98%, aprovado pela ANEEL, que passaria a vigorar em 24/jun/09 não será repassado às tarifas dos consumidores, conforme orientação do acionista majoritário. O risco político (leia-se Requião) continua sendo o principal entrave para um melhor desempenho das ações da companhia no curto prazo. R$ 42,00 P/L para ,2 8,4 CPFL ENERGIA (CPFE3) A Standard & Poor s atribuiu rating braa à emissão de debêntures de quatro subsidiárias da CPFL Energia (CPFL Brasil, CPFL Leste Paulista, CPFL Sul Paulista e CPFL Jaguari). Segundo a agência os ratings atribuidos às emissões das subsidiárias fundamentam-se totalmente na garantia corporativa oferecida pela CPFL Energia. Portanto, os ratings estão na mesma categoria de risco de crédito de dívidas emitidas pela holding.

12 p>12 R$ 28,00 P/L para 2009 R$ 42,30 P/L para ,1 R$ 25,50 P/L para ,6 6,9 R$ 60,00 P/L para ,8 5,1 ELETROBRÁS (ELET6) Nada Novo De Novo essa é a minissérie da companhia em relação aos dividendos atrasados. Novo mesmo, só a reafirmação dos ratings em moeda local BBB+ e em moeda estrangeira BBB- pela Standard & Poor s. Segundo o comunicado, a agência acredita que o governo tem fortes incentivos para apoio à Eletrobrás em casos de necessidades, dado o seu papel estratégico na indústria de energia elétrica do Brasil e na gestão federal de geração, transmissão e distribuição. Eletropaulo (ELPL6) - A ANEEL aprovou o reajuste tarifário médio de 14,88% a Eletropaulo. O acréscimo nas tarifas passa a vigorar em 04/jul e o efeito percebido pelos consumidores será de 13,03% em média. No dia 16/jun, a agencia havia atualizado o índice de revisão tarifária aplicado em 2007 de -7,59% para -8,07%, sendo este retroativo a 04/jul/07. O impacto desta diferença foi incorporado no atual processo de reajuste tarifário. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 5%. Compõe o portfólio dividendos da Coinvalores, com participação de 20%. TRACTEBEL (TBLE3) - O consumo de energia elétrica no país em maio caiu 4,4% na comparação de doze meses. A redução foi impulsionada pela queda de 12,4% no consumo da classe industrial. Na região Sul, o segmento industrial mostrou redução menos intensa (-9,6%). Desta forma, contribuindo para a menor redução (-2,1%) do consumo consolidado da região. TRANSMISSÃO PAULISTA (TRPL4) A companhia aprovou a distribuição de dividendos intermediários no montante de R$ ,35, correspondentes a R$ 0, por ação de ambas as classes com ex-direito em 07/jul e pagamento em 21/jul/09. Anteriormente a companhia já havia aprovado a distribuição de R$ 63,9 milhões em JSCP com data ex em 23/jun. Ademais, foi aprovado em Assembléia Geral Extraordinária, no dia 16/jun, aumento de capital social da companhia no montante de até R$ 70,6 milhões, mediante a emissão de novas ações. A partir de 17/jun/09 as ações passaram a ser negociadas ex direito de subscrição. FERTILIZANTES R$ 18,80 P/L para ,4 8,8 FOSFÉRTIL (FFTL4) Iniciamos a cobertura das ações da Fosfértil com recomendação de compra aos investidores de longo prazo. Para maiores detalhes, recomendamos a leitura do relatório completo com a análise da empresa e do setor. Os resultados da companhia deverão apresentar expressiva melhora nos indicadores de receita e margens, destacadamente neste segundo semestre do ano, acompanhando a sazonalidade do setor. Projetos de expansão também devem ser acompanhados de perto já que poderão afetar as projeções da companhia dos próximos anos. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 6%. IMOBILIÁRIAS P/L para ,0 4,0 LOPES BRASIL (LPSB3) A boa notícia para a companhia é a expectativa de melhora no cenário de crédito de agora por diante, tanto para as empresas como para o consumidor final. Este movimento deve abrir novamente os caminhos para que as incorporadoras realizem investimentos em novos empreendimentos. As medidas governamentais já impulsionaram o segmento de baixa renda, esperamos que em breve o cenário também melhore para segmentos de renda mais elevada.

13 p>13 LOCAÇÃO COMERCIAL R$ 21,00 P/L para ,9 8,7 SÃO CARLOS (SCAR3) Estamos otimistas com relação a possibilidade de concretização de novos negócios neste setor. No cenário atual, a possibilidade de aquisições imobiliárias aumentou, o que já resultou uma maior dinâmica nos negócios. Por sua vez, a São Carlos apresenta estrutura de endividamento saudável e disponibilidade de caixa, após a venda da participação do Eldorado Business Tower por R$ 290 milhões, o que torna a companhia preparada para adquirir novos empreendimentos. LOGÍSTICA / TRANSPORTES R$ 17,00 P/L para ,8 6,8 R$ 37,00 P/L para ,9 7,9 R$ 9,50 P/L para ,4 9,7 R$ 12,00 P/L para ,3 6,4 AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA (ALLL11) Realizamos reunião com a diretoria da ALL neste último mês de junho e mantemos nosso viés positivo para as operações da companhia. A ALL atualizou as negociações com a Rumo e as operações (já iniciadas) com a VCP. A companhia manteve o guidance de crescimento do volume transportado no Brasil entre 10% e 12% em As atividades na Argentina continuam gerando incertezas para os resultados da companhia no curto prazo. CCR (CCRO3) Muitas notícias foram publicadas em relação às atividades da CCR neste mês de junho. Em nossa opinião, existem dois projetos no curto prazo de interesse da companhia: o expresso aeroporto e o trecho sul do rodoanel, ambos em São Paulo. Contudo, acreditamos que a CCR deverá manter o foco em rentabilidade e controle do capital, devendo focar os investimentos no seu atual portfólio de negócios. Mudança na cobrança de pedágio da Castelo Branco e outras decisões deverão beneficiar as margens da companhia nos próximos resultados. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 6%. LOG IN (LOGN3) As ações da Log-In apresentaram forte valorização neste início de 2009, sendo um dos destaques de alta dentre as empresas acompanhadas. Tal resultado não está justificado pelo desempenho operacional esperado em 2009, já que projetamos forte queda do volume transportado. Acreditamos que esta alta reflita a recuperação esperada em 2010, devendo se somar à entrada dos novos navios que estão em construção. SANTOS BRASIL (STBP11) A empresa ganhou o processo de licitação do TEV (Terminal de Exportação de Veículos). A companhia ofereceu R$ 115,0 milhões acima do valor mínimo solicitado no edital de R$ 105,0 milhões, perfazendo investimentos de R$ 220,0 milhões. Lembrando que a Santos Brasil já opera o TEV e já realizou investimentos de cerca de R$ 40,0 milhões no mesmo, volume este que será ressarcido, ou seja, o desembolso da empresa no processo licitatório será de R$ 180,0 milhões. Cabe destacar que o 2º colocado no processo havia apresentado uma proposta com ágio de apenas R$ 20,0 milhões. MATERIAL DE CONSTRUÇÃO P/L para ,7 6,3, DURATEX (DURA4) Consideramos a união entre Duratex e Satipel positiva tanto para o setor como para as empresas. Acreditamos que haverá elevado ganho em sinergia, principalmente em termos logísticos. Destacamos a forte atuação da nova empresa tanto em MDF como em MDP, abrangendo diversas classes sociais. Vale lembrar que MDP é mais voltado para segmentos de média/baixa renda e MDP para segmentos de renda mais elevada. Além disso, chamamos a atenção para a atuação da nova companhia no exterior, a qual deve ganhar força com esta consolidação.

14 p>14 MINERAÇÃO VALE (VALE5) As maiores preocupações com relação à companhia no curto prazo são: R$ 41,00 P/L para ,1 9,5 o elevado estoque de minério de ferro na China, que pode refletir em queda na demanda chinesa pelo minério, e o impasse ainda vigente nas negociações do preço benchmark para Entendemos que estes fatores de incerteza refletiram negativamente no desempenho da companhia em bolsa. Ainda assim, a Vale é uma boa opção para quem olha para o médio/longo prazo, lembrando que a China é o país com maior potencial de crescimento no cenário atual e que a companhia está entre as líderes mundiais do setor. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 15%. PAPEL E CELULOSE R$ 19,50 P/L para ,4 8,5 SUZANO PAPEL (SUZB5) A China voltou a fabricar papel e os reflexos já começam a ser sentidos pelo Brasil, maior exportador de celulose de fibra curta do mundo. Nos cinco primeiros meses de 2009 as vendas da commodity para a China aumentaram 27%, segundo os dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). Por outro lado, como consequência dessa retomada da atividade chinesa, as vendas de papel para o mesmo país caíram expressivamente. Trabalhamos com a possibilidade de novos reajustes de preços de celulose ao longo do segundo semestre deste ano. P/L para 2009 Comprar VCP (VCPA4) A VCP divulgou as estimativas para o resultado do 2º trim/09. No segmento de celulose, as vendas previstas para o trimestre são de 470 mil t, 43% superior ao mesmo período do ano anterior, sendo que 25% serão produzidos pela planta de Três Lagoas (MS), inaugurada em mar/09. No segmento de papel, a empresa prevê vendas de 90 mil t sendo 3% maior em relação ao mesmo período de Alertamos que ao longo destes próximos dois meses deverá ocorrer a incorporação da Aracruz e reestruturação da VCP, podendo trazer volatilidade as ações em bolsa. PETRÓLEO / PETROQUÍMICO / GÁS R$ 10,50 P/L para ,3 5,9 R$ 42,00 P/L para ,0 7,5 BRASKEM (BRKM5) A continuidade do movimento de alta dos preços do petróleo no mercado internacional tem se traduzido em redução das margens do setor petroquímico no curto prazo. Contudo, lembramos que a Braskem deverá sofrer menor volatilidade de custos após a nova política de preços no país. Alertamos que notícias em relação ao país vizinho e as possíveis decisões no setor petroquímico instalado na Venezuela podem trazer volatilidade às ações listadas em bolsa da Braskem. PETROBRAS (PETR4) O petróleo continuou em trajetória de alta ao longo deste mês de junho, sendo negociado acima do patamar de 70 dólares o barril. Contudo, acreditamos que duas principais notícias tenham afetado o desempenho dos papéis da companhia em bolsa neste mês: a decisão de redução dos preços internos de gasolina e diesel, que certamente trazem impacto negativo para o fluxo de caixa da companhia, e questões políticas, como o desenrolar da CPI, além de questões sobre o modelo para exploração das reservas na região conhecida como pré-sal. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 15%.

15 p>15 R$ 81,00 P/L para ,7 8,1 ULTRAPAR (UGPA4) As notícias referentes a redução dos preços internos de gasolina e diesel são positivas para a Ultrapar, já que a companhia possui grande participação na receita consolidada na ponta final de venda destes produtos. Esperamos impacto positivo nas vendas como nas margens da companhia nos próximos trimestres. Outro fator positivo foram as medidas governamentais de manutenção da redução de IPI para veículos leves, devendo sustentar as vendas, e consequentemente, o consumo de combustíveis. SANEAMENTO BÁSICO R$ 38,00 P/L para ,4 4,3 R$ 13,00 P/L para ,5 2,1 R$ 39,00 P/L para ,8 7,5 SABESP (SBSP3) No início de junho foi aprovado pela Câmara Municipal de São Paulo, substitutivo do Projeto de Lei 558/08, que autoriza contrato com a Sabesp para a exploração dos serviços de abastecimento de água e saneamento na capital paulista pelos próximos 30 anos, prorrogáveis por mais 30. As contrapartidas consistem em: investimento de 13% da receita bruta auferida na cidade em ações de saneamento básico e ambiental de interesse do município; e depósitos trimestrais de 7,5% da receita bruta obtida com a exploração dos serviços no município para o Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura, a ser criado. SAÚDE MEDIAL SAÚDE (MEDI3) A companhia informou ao mercado que, o crescimento da receita e do número de beneficiários de planos médico-hospitalares se manteve acima de 10% no 2º trim/09 vis a vis o mesmo período de Além disso, a empresa espera ampliar de R$ 60 milhões para R$ 70 milhões os investimentos no ano de 2009 e para isso conta com confortável posição de caixa. ODONTOPREV (ODPV3) Revisamos nossa projeção de Odontoprev, com preço alvo de R$ 39,00 e recomendação de compra, visando incorporar o cenário macroeconômico atual aos nossos números. Sendo assim, trabalhamos com compressão das margens da companhia em 2009 e esperamos melhora significativa nos resultados da empresa a partir de Para maiores detalhe vide Relatório de Acompanhamento de Odontoprev disponibilizado no dia 19/jun/09. SERVIÇOS DIVERSOS P/L para ,1 4,1 ABNOTE (ABNB3) Alguns dados do setor de cartões enfatizam a tendência de expansão, com destaque para os dados no período de 2002 a 2007: dentre todas as transações financeiras, o cartão de crédito passou de 19,4% para 28,2% e o cartão de débito passou de 9% para 22,2%, ganhando espaço principalmente em relação ao uso do cheque. Medidas governamentais de incentivo ao setor automobilístico tendem a beneficiar indiretamente a emissão de documentos oficiais produzidos pela companhia. P/L para 2009 BM&F BOVESPA (BVMF3) Realizamos uma reunião com a equipe de RI da BM&FBovespa na última semana de junho e ficamos bastante satisfeitos com o potencial de expansão da companhia associado a perspectiva de constante elevação das margens operacionais. A recente retomada das ofertas iniciais de ações sinaliza como deverá se comportar o faturamento desta companhia nos trimestres vindouros. Como registro, lembramos que o pregão viva-voz no segmento BM&F foi finalizado no último dia do mês de junho/2009.

16 p>16 SHOPPING CENTER R$ 28,40 P/L para ,1 7,0 IGUATEMI (IGTA3) Continuamos otimistas com o setor de Shopping Centers no cenário atual. Destacamos a Iguatemi como o case do setor mais atraente em bolsa em seu atual patamar de preços. Sua área bruta locável (ABL) deverá crescer aproximadamente um terço após a conclusão de seus projetos em fase de desenvolvimento. Além disso, o setor deve contemplar benefícios em seus resultados com as datas comemorativas deste 2º trimestre do ano, como dia das mães e dia dos namorados. O movimento de queda na taxa de juros favorecerá o desenvolvimento do setor, ampliando o acesso ao crédito para estas companhias. SIDERURGIA R$ 26,00 P/L para ,8 11,5 R$ 54,00 P/L para ,0 8,6 R$ 48,50 P/L para ,0 7,1 GERDAU (GGBR4) As medidas de redução de IPI para a linha branca e materiais de construção, divulgadas pelo governo, são favoráveis à companhia no mercado interno. Além disso, alguns dados do setor de construção civil no mercado norte americano começaram a apontar melhora. A deterioração do índice de preços de imóveis (Standard & Poor s), por exemplo, parece estar perdendo força, apontando queda de 0,6% na passagem de março para abril, ante recuo de 2,2% no mês anterior. Estas notícias justificam o desempenho das ações da companhia superior ao IBOVESPA em junho, podendo continuar beneficiando a companhia em bolsa. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 6%. SIDERÚRGICA NACIONAL (CSNA3) Continuamos otimistas com o case da CSN. Vale lembrar que as siderúrgicas brasileiras estão entre às mais rentáveis do mundo, apresentando margem/ebitda próxima a 39% em média, enquanto em outros locais países essas margens são inferiores a 20%. No caso da CSN destacamos sua atuação em minério de ferro como um de seus diferenciais ante seus pares. Atuando no segmento siderúrgico a empresa se beneficiará com a retomada da economia local e atuando em mineração se favorecerá com o grande potencial econômico da China. USIMINAS (USIM5) A manutenção da medida de redução do IPI na compra de automóveis surpreendeu o mercado, que esperava ao menos que o governo retomasse a alíquota gradativamente. A Usiminas, por sua vez, deve continuar se beneficiando com a melhora na demanda por veículos, que deve favorecer diretamente seus resultados. Segundo dados da ANFAVEA, o resultado das vendas automobilísticas no primeiro semestre deve superar o desempenho do mesmo período do ano passado. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 5%. TECNOLOGIA R$ 10,00 P/L para ,3 4,2 BEMATECH (BEMA3) Vale ressaltar, que as expectativas para este 1º semestre não são nada boas, se levarmos em consideração o setor de varejo, que é o maior mercado para a Bematech, em decorrência das vendas de hardware que representa algo em torno de 60% de sua receita total. Entretanto, o 2º semestre para o setor de varejo é sazonalmente mais forte, podendo refletir no desempenho da companhia. Acreditamos que os ganhos de sinergia, o programa de redução de custos e a melhora do setor de varejo no 2º semestre são bons catalisadores para melhores resultados.

17 p>17 P/L para 2009 Manter POSITIVO (POSI3) A companhia continua sendo a líder no mercado oficial, registrando market share de 23,8% no total, aumento de 4,2 p.p em relação ao 1º trim/08, sendo 26,9% em desktops e 19,4% em notebooks. No mercado de governo e educação, Positivo, apresentou crescimento de 7,1 p.p, proporcionando 25,1% de market share. Vale salientar, que mesmo que a companhia continua apontando na liderança do mercado, enfatizamos que o cenário continua negativo, em virtude ainda da falta de crédito, dos altos estoques dos varejistas e da grande volatilidade do dólar. TELECOM / BANDA LARGA P/L para ,5 7,9 P/L para ,3 R$ 60,50 P/L para ,3 R$ 44,00 P/L para ,4 4,3 GVT (GVTT3) A empresa comunicou ao mercado que, em decorrência do exercício das opções de compra de ações ordinárias, o seu capital social aumentou em ações ordinárias nominativas no mês de maio, passando de ações, que correspondiam a um capital social de R$ ,87 em 30 de abril de 2009, para ações ordinárias nominativas correspondentes a R$ ,32 em 31 de maio de Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 5%. TELEMAR (TNLP4) A Telemar informou o resultado da Oferta Pública de Aquisição de ações ordinárias de emissão da Brasil Telecom. No total, foram adquiridos 78,67% das ações ON da BRTP e 27,67% das ações ON da BRTO, os valores unitários foram de R$ 64,71 e R$ 60,64, respectivamente. O próximo passo agora deverá ser a reorganização societária das companhias, de forma que, os acionistas remanescentes da Brasil Telecom migrem para a base acionária da Telemar. TELESP (TLPP4) Em razão das constantes interrupções do serviço de banda larga Speedy da Telefônica, a Anatel decidiu, no dia 22/jun/09, pela suspensão da venda deste produto até que a companhia apresente um plano que garanta o atendimento do serviço. O período estipulado pela agência para a apresentação das medidas é de 30 dias, contudo, a expectativa é de que a empresa se antecipe a este prazo. VIVO (VIVO4) A VIVO divulgou fato relevante detalhando a operação de reestruturação societária objetivando a incorporação da Telemig. A reestruturação consistirá na incorporação da TC (Telemig Celular) pela TCP (Telemig Celular Participações) e seguidamente a incorporação desta última pela VIVO. Segundo o informe a reestruturação visa simplificar a estrutura organizacional atual, reduzindo custos administrativos e facilitando a unificação, padronização e racionalização da gestão das companhias. A reestruturação será submetida à aprovação de AGE a ser realizada no dia 14/jul/09. VAREJO R$ 42,00 P/L para ,9 12,7 B2W (BTOW3) O governo confirmou a prorrogação da redução da alíquota de Imposto sobre produtos Industrializados (IPI) para produtos da linha branca até outubro. O IPI das geladeiras havia sido reduzido de 15% para 5%, o de fogões, de 5% para 0%, o de maquinas de lavar, de 20% para 10%, e o de tanquinhos, de 10% para 0%. Segundo o ministro da fazenda, Guido Mantega, a prorrogação da redução do IPI visa manter as vendas do setor aquecidas. Representantes do varejo divulgaram que as vendas de máquinas de lavar roupa e geladeiras cresceram 30% e 26%, respectivamente, em mai/09 (a/a).

18 p>18 R$ 10,80 P/L para ,0 13,3 LOJAS AMERICANAS (LAME4) - Acreditamos que já neste 2º trimestre a companhia apresentará desempenho positivo, dada a ocorrência de algumas datas especiais neste período (Dias das Mães e Dia dos Namorados). Outro destaque para o trimestre é a redução do IPI para a linha branca. Mesmo que a empresa não tenha presença nesta linha, os ganhos viram via equivalência patrimonial, dada a presença da companhia na B2W. Entretanto, vale destacar que as ações da Lojas Americanas tiveram um desempenho superior as demais companhias do setor. R$ 37,00 P/L para ,6 10,6 LOJAS RENNER (LREN3) Destacamos que neste 2º trimestre ocorreu o Dia das Mães e o Dia dos Namorados, duas datas importantíssimas para a companhia. Desta forma, acreditamos que os números deste trimestre serão melhores. Vale ressaltar que a Lojas Renner continua defasada perante os outros players do setor. Continuamos recomendando a compra para seus papéis tendo em vista a estratégia da companhia e a expectativa de melhores resultados já no 2º trimestre deste ano. Enfatizamos que a empresa continua focada em sua estratégia de manter seu caixa e continuar com baixa alavancagem. Compõe o portfólio sugerido da Coinvalores, com participação de 6%. P/L para ,5 6,6 PÃO DE AÇÚCAR (PCAR4) A companhia anunciou a aquisição do controle da Globex pelo valor de R$ 1,1 bilhão (incluindo as ações dos minoritários avaliadas a 80% de tang along). O valor por ação ordinária dos controladores da Globex é de R$ 9,4813 e os acionistas minoritários receberão oferta de R$ 7,585. O pagamento será feito em 2 formas, 45,3% do pagamento à vista e o restante a prazo. A parcela a prazo será paga aos controladores através de ações do GPA enquanto que os minoritários poderão optar por receber o pagamento em dinheiro daqui a 4 anos com correção do CDI ou a prazo em ações do Pão de Açúcar, da mesma forma que os controladores e seguindo um cronograma de recebimento.

19 p>19 INDICADORES (%) 2009 Acum. Acum. Acum. Jan. Fev. Mar. Abr. Mai. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Acum. CDI 14,97% 11,81% 11,15 1,04 0,85 0,97 0,84-0,77 0,76 5,35% TR 2,12% 1,46% 1,41 0,18 0,05 0,14 0,05 0,04 0,07 0,53% Poupança 7,70% 7,71% 7,13 0,68 0,55 0,64 0,55 0,55 0,57 3,59% US$ Comercial -8,66% -16,0% 31,76-0,89 2,69-2,66-5,91-9,42-1,08-16,48% US$ Paralelo -9,09% -13,1% 22,56 0,00 0,00 0,00-4,00-4,17-9,13-16,40% Ouro 12,69% 11,26% 19,42 5,55 3,70-4,29-6,94 1,04-4,76-6,19% IGPM 3,85% 7,75% 9,95-0,44 0,26-0,74-0,15-0,07-0,10-1,24% Global Brasil 40 2,86% 0,56% -12,96-3,58-1,51 3,31 0,74 2,45-0,43 0,29% T-Bonds 10 Y 6,71% -12,7% -26,72 36,27 6,93-11,54 15,99 11,06 1,59 54,41% T-Bonds 30 Y 5,85% -6,21% -21,80 39,49 3,30-4,35 13,60 7,27-0,65 60,16% Dow Jones 16,65% 6,11% -33,44-7,70-11,72 7,73 7,35 4,07-0,63-3,75% Nasdaq 9,99% 9,35% -42,10-4,79-6,68 10,94 12,35 3,32 3,42 16,36% S&P ,13% 3,06% -39,96-7,27-10,99 8,54 9,39 5,31 0,02 1,78% IEE 40,84% 23,74% -8,78-0,73 6,48 3,52 12,63 4,58 3,69 33,66% Itel Ind telecom. 10,73% 16,14% -12,51-1,08 5,84 0,84 8,16 6,77-6,82 13,60% IGC 41,31% 31,55% -46,06 1,33-3,87 7,69 18,15 9,82-1,75 33,73% ITAG 45,16% 24,25% -45,13-2,31-4,06 9,81 19,58 10,78-1,11 34,82% FGV ,83% 39,5 % -34,71 2,95-2,87 4,07 19,12 11,44-3,50 33,31% IBRX Índice Brasil 36,06% 47,83% -43,80 3,51-0,95 7,40 13,17 11,03-3,97 32,87% Ibovespa Médio 17,47 43,68% -42,35 5,84-4,23 8,12 16,02 10,88-2,48 37,50% Ibovespa 32,93% 43,64% -41,20 4,66-2,84 7,18 15,54 12,49-3,26 37,04%

20 p>20 EQUIPE COINVALORES >> Mesa de Operações / Bovespa tel: Anderson dos Santos André Reis Lima Antonio Cláudio Bonagura Carlos Alberto de Oliveira Ribeiro Daniel Castelleoni de Oliveira Eliane Cristina Soboslai Everton Ribeiro Frederico Ferreira Lukaisus Gênesis Rodrigues Getulio Vimieiro Gustavo A. Monteiro Lucas de Lima João Domingos Inaimo João Paulo de Souza Angeli Dias João Pinto Braga Filho José Antonio Penna Leonardo Antonio Sampaio Campos Luiz Carlos Camasmie Gabriel Paulo Asprino Ricardo Lacanna Junior William Celso Scarparo >> Diretoria tel: Fernando Ferreira da Silva Telles Francisco Candido de Almeida Leite Henrique Freihofer Molinari José Ataliba Ferraz Sampaio Paulino Botelho de Abreu Sampaio >> Fora de São Paulo DDG >> Atendimento Home Broker tel: Marcio Espigares Deborah Bloise Paula Centola Zoratti de Abreu Maria Luiza Leite Silva de Lima Marcelo do Val Gasparian Francisco José Sidani Nogueira Angelo Miguel de Araujo >> Gestão de Investimentos Elaine Rabelo Tatiane C.C. Pereira >> Fundos de Investimento/Clubes/Carteiras Administradas tel: Jussara Pacheco Marcelo Rizzo Paulo Botelho A. Sampaio Neto Vanessa Lima >> Fundos Imobiliários tel: Maria de Fátima Carvalheiro Russo >> Mesa de BM&F tel: IMPORTANTE Destaca-se que os Comentários, Análises e Projeções contidas neste trabalho foram elaboradas de forma absolutamente independente das posições detidas por esta instituição, refletindo a opinião pessoal dos analistas que as avaliam. Os analistas da Coinvalores não mantêm vínculo algum com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, esclarecendo a natureza do vínculo. A Coinvalores bem como os fundos, carteiras e clubes de investimentos em valores mobiliários por ela administrados não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou esteja envolvida na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado. Nenhum dos analistas da Coinvalores é titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado. O analista que assina este trabalho e a Coinvalores não recebe remuneração por serviços prestados ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia. Nenhum diretor, empregado ou representante da Coinvalores exerce cargo de diretor, conselheiro da administração ou fiscal das companhias cujos valores mobiliários são alvo de análise neste trabalho. E, finalmente, a remuneração ou esquema de compensação dos Analistas de Investimentos da Coinvalores não está de forma alguma ligada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, Este trabalho é fornecido a seu destinatário com a finalidade exclusiva de apresentar informações e os valores mobiliários de que trata, não se constituindo numa oferta de venda ou uma solicitação para compra de ações. As informações utilizadas para sua elaboração foram obtidas de fontes públicas e/ou diretamente junto à(s) companhias(s), objeto da análise. Consideramos tais fontes confiáveis e de boa fé, porém não há nenhuma garantia, expressa ou implícita, sobre sua exatidão. As informações, opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e estão sujeitas à mudanças, não implicando necessariamente na obrigação de qualquer comunicação no sentido de atualização ou revisão com respeito a tal mudança. As opiniões aqui contidas a respeito da compra, venda ou manutenção dos papéis das companhias em análise ou a ponderação de tais valores mobiliários numa carteira teórica expressam o melhor julgamento dos analistas responsáveis por sua elaboração, porém não devem ser tomados por investidores como recomendação para uma efetiva tomada de decisão ou realização de negócios de qualquer natureza. Desta forma, a Coinvalores e os analistas envolvidos em sua elaboração não aceitam responsabilidade por qualquer perda direta ou indireta decorrente da utilização do conteúdo deste documento. EQUIPE COINVALORES - ANÁLISE

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