Carlos Augusto P.S. Martins Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Carlos Augusto P.S. Martins Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais capsm@pucminas.br"

Transcrição

1 OTIMIZAÇÃO DE DESEMPENHO EM AMBIENTES WEB: UMA ABORDAGEM BASEADA EM MONITORAMENTO, CARACTERIZAÇÃO DA CARGA DE TRABALHO E AJUSTE DE PARÂMETROS ARQUITETURAIS Carlos Augusto P.S. Martins Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais João Paulo Coelho Furtado Faculdade Infórium de Tecnologia - FIT Marcílio Jr. de Andrade Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Resumo: A crescente necessidade de otimização de desempenho em ambientes web abre espaço para uma enorme variedade de técnicas de otimização. Nesse artigo, apresenta-se um estudo de caso real onde foi utilizada uma abordagem baseada em monitoramento de indicadores de desempenho e caracterização de carga de trabalho no intuito de evidenciar o comportamento geral do ambiente possibilitando a realização de ajustes de parâmetros arquiteturais. Os resultados iniciais apresentados evidenciam muitos dos benefícios de desempenho trazidos por esse tipo de implementação. 1. Introdução A crescente utilização da rede mundial de computadores, conforme mostrado no gráfico 1 [1], faz aumentar o interesse das corporações pelas potencialidades proporcionadas por esse meio de comunicação. Contudo, ao utilizarem tecnologias web, as instituições acabam deparando-se com novas questões relacionadas ao desempenho de seus sistemas. Senão pelo fato de uma degradação no tempo de resposta poder gerar prejuízos em decorrência da diminuição do número de negócios e potencial 1

2 perda de clientes para empresas com plataformas mais velozes, pela simples possibilidade de eventos dessa natureza poderem ser associados à imagem da instituição. GRÁFICO 1 - Estações ligadas à Internet Além disso, essa tecnologia tem sido utilizada também na implementação de soluções internas. Nesses casos, a portabilidade dos sistemas, que passam a necessitar apenas de um navegador (browser) instalado nas estações clientes, torna-se um dos principais atrativos para a adoção desse tipo de solução. Dessa forma, qualquer tipo de instabilidade, passa também a comprometer a própria produtividade interna da instituição. Por isso, muitos são os esforços direcionados para a otimização de desempenho em sistemas web. Em um desses, representado pela elaboração de um trabalho de mestrado ainda em desenvolvimento, ficou evidente a necessidade de se conhecer alguns detalhes comportamentais específicos do ambiente a ser trabalhado. Sem esse conhecimento, qualquer proposta poderia enveredar por soluções complexas, caras e, em certos casos, com resultados abaixo das expectativas. Surgiu daí um problema: como evidenciar, de maneira precisa e eficiente, as características comportamentais relativas aos indicadores de desempenho e à carga de trabalho de ambientes computacionais complexos e voláteis, como os disponibilizados através da Internet (Web), no intuito de otimizar o seu desempenho? Nesse sentido, o presente artigo busca apresentar um estudo de caso real em que, através da utilização de técnicas de monitoramento, buscou-se acompanhar a evolução de indicadores de desempenho e caracterizar a carga de trabalho dos sistemas web de uma instituição de ensino. Os resultados obtidos, ao exporem a demanda computacional requerida, trouxeram uma série de benefícios diretos, como a possibilidade de atuação sobre parâmetros arquiteturais a fim de adequar o sistema para o atendimento a eventos futuros, uma vez que disponibilizaram dados históricos de grande relevância. Além disso, ao associar-se esse conhecimento ao constante acompanhamento de indicadores de desempenho, alguns outros resultados preliminares relacionados à otimização de desempenho também foram alcançados. Para tanto, a seção 2 busca elucidar alguns aspectos fundamentais de sistemas computacionais web. A seção 3 aborda os conceitos envolvidos com medição de desempenho descrevendo rapidamente benchmarks, monitoramento e carga de trabalho. Na seção 4, apresenta-se uma proposta de solução para o problema descrito e são discutidos os trabalhos correlatos. Já na seção 5, é apresentado o ambiente real do estudo de caso. Os resultados obtidos são apresentados na seção 6 que é seguida das conclusões, trabalhos futuros, agradecimentos e referências bibliográficas. 2

3 2. Sistemas Computacionais Web Atualmente, a maioria dos sistemas web trabalha com geração dinâmica de páginas. Um sistema que funcione dessa forma é composto por vários componentes: navegador (browser), servidor web, servidor de banco de dados (SGBD), servidor de imagens, servidor de cache e elementos ativos de rede (switches, hubs, cabeamento). Todos eles podendo, de alguma maneira, influenciar no desempenho geral do sistema. Esse tipo de implementação mostra-se, atualmente, bastante adequada para Intranets e para o comércio eletrônico da Internet, onde a natureza da informação muda constantemente e a necessita de atualizações imediatas e automáticas, normalmente executada por acesso a grandes bancos de dados, é cada vez maior. Por outro lado, tais páginas exercem grande influência (possíveis degradações) no desempenho do servidor web [2] de acordo com a quantidade de dados recuperados do SGBD para sua geração. É importante também entender que, solicitar uma página pode gerar uma ou mais requisições http, dependendo do número de documentos envolvidos. Além do corpo html, normalmente existem vários botões, gráficos, imagens, ícones e, cada um desses componentes, gera uma requisição que pode ser registrada no arquivo de log de acessos do servidor web. Nesse registro, encontra-se um código de resposta que indica se a solicitação foi bem sucedida ou não. As bem sucedidas são chamadas de hit. Segundo Killelea [3], um site com baixo volume de acessos gera entre mil e dez mil hits por dia, enquanto que um site médio atinge de dez mil a um milhão de hits por dia. Um site com mais de um milhão de hits ao dia é considerado um site com alto volume de acesso. 3. Medição Medição é uma técnica de avaliação de desempenho que utiliza normalmente ferramentas como benchmarks e monitoramento Benchmarks Benckmarcks são programas ou parte de programas comerciais ou científicos que tentam representar uma carga de trabalho real que será submetida ao sistema a ser avaliado. No entanto, o termo é, por vezes, utilizado como sinônimo de carga de trabalho. Existem órgãos especializados no estudo e desenvolvimento desse tipo de aplicação, tais como: TPC (Transaction Processing Concil) [4], que se especializou em benchmarks para sistemas baseados em transações; e SPEC (Systems Performance Evaluation Cooperative) [5], responsável pelo desenvolvimento de diversos benchmarks para aplicações científicas e comerciais. 3

4 3.2. Monitoramento O monitoramento é uma forma de medição que consiste em observar o desempenho de um sistema através da utilização de diferentes instrumentos os quais observam o comportamento do sistema, coletam estatísticas, analisam os dados, e mostram resultados. Alguns chegam até a identificar áreas de problemas e a sugerir soluções. Pode-se utilizar um monitor para medir a utilização de recursos. Com isso, torna-se possível encontrar pontos críticos de degradação de desempenho (gargalos) e, a partir daí, ajustar os parâmetros do sistema. O monitoramento serve também para caracterizar a carga de trabalho, sendo os resultados úteis no planejamento de capacidade. Dois dos principais instrumentos de monitoramento são os arquivos de registro de utilização (logs) e ferramentas de monitoramento de desempenho embutidas nos sistemas operacionais Carga de Trabalho A caracterização da carga de trabalho de servidores web permite um melhor entendimento dos padrões de utilização de um sistema. Essa carga de trabalho é determinada tanto pelo fluxo de requisições enviadas pelos clientes quanto pelas respostas do(s) servidor(es) para estas requisições. Tal caracterização envolve a determinação e descrição das características fundamentais da demanda. Para isso, é necessária a coleta de dados relevantes durante um período de tempo significativo, sendo os mesmos armazenados para posterior análise. Dentre outras informações, devem estar presentes: horário de chegada da requisição, rede de origem, tipo de requisição, demanda de recursos e tamanho da resposta. Com estes dados relativos a um período de tempo representativo do funcionamento do sistema, através de técnicas estatísticas, são obtidas informações importantes sobre a carga de trabalho do servidor web possibilitando caracterizações tais como taxa de requisições, distribuição dos tamanhos dos objetos do servidor, tamanho médio dos documentos requisitados, concentração das referências, tipos de objetos (HTML, imagem, etc), taxa de requisições bem sucedidas dentre outras. 4. Proposta e Trabalhos Correlatos Visando a otimização do desempenho em sistemas web, propõe-se um esquema de constante monitoramento dos servidores envolvidos no processamento de requisições. Acredita-se que, com esse tipo de abordagem, alguns benefícios diretos podem ser obtidos tornando mais eficiente a administração do ambiente. 4

5 Para tanto, não basta monitorar o desempenho computacional. Dados sobre a utilização dos sistemas, tais como erros ocorridos, origem das requisições e tráfego gerado devem também ser observados. Temse, dessa forma, dois conjuntos de métricas: um referente ao desempenho e outro à carga de trabalho. Como já mencionado, o primeiro pode ser obtido diretamente de ferramentas de monitoramento embutidas no sistema operacional. Já o segundo é fornecido pelos servidores através dos registros de utilização (logs). Ao coletar e armazenar esse tipo de informação, algumas possibilidades passam a existir. Em primeiro lugar, torna-se viável o acompanhamento dos indicadores de desempenho, sejam eles imediatos ou históricos. Além disso, passa a ser possível caracterizar, de maneira bastante segura, a carga de trabalho suportada. Informações provenientes da análise dos indicadores de desempenho podem, por si só, trazer uma série de benefícios ao administrador do sistema. Torna-se possível, por exemplo, a identificação de pontos críticos de degradação de desempenho (gargalos) permitindo a rápida e correta atuação sobre o problema. Além disso, ao disponibilizar-se uma linha histórica das métricas envolvidas, acaba gerando-se um conhecimento sobre o comportamento normal do sistema. Assim, ainda que não haja um gargalo, pode-se atuar sobre variações incomuns observadas de modo a antecipar um possível problema futuro. Por outro lado, a caracterização da carga de trabalho, ao evidenciar o comportamento temporal do ambiente, permite a atuação sobre parâmetros arquiteturais no intuito de melhor adequá-los à uma demanda específica. Máquinas podem, por exemplo, ser adicionadas ao ambiente ou mesmo remanejadas para o atendimento de um sistema específico. Pode-se ainda, com base nesse conhecimento, projetar-se um ambiente computacional mais adequado, já que a escolha da arquitetura passa a ser embasada em dados concretos de utilização. A decisão de utilizar-se um aglomerado (cluster) ou um servidor multi-processado de grande porte passa a ser embasada em dados concretos. Por fim, a caracterização passa a permitir um melhor planejamento de manutenções programadas. Além de tudo isso, esse tipo de abordagem pode ser financeiramente muito atrativa, já que minimiza a possibilidade de investimentos inadequados em equipamentos ao mesmo tempo em que diminui o esforço necessário para a detecção de problemas. Propostas de monitoramento para a coleta de indicadores de desempenho são encontradas no meio científico com uma certa facilidade. Anderson [6] apresenta uma solução bastante interessante denominada Digital Continuous Profiling Infrastructure que possibilita a coleta de dados em ambientes já em produção. Proposta similar foi apresentada por Zhang [7]. Trabalhos enfocando a caracterização de carga de trabalho também aparecem já há algum tempo. Jain [8], por exemplo, apresenta a teoria relacionada a esse tipo de tratamento. Além dele, apesar de enfocar outros objetivos, Almeida [9] também discuti as características envolvidas com esse processo. Apesar disso, não foram encontrados trabalhos que utilizassem os benefícios trazidos por essas duas abordagens no intuito de possibilitar o ajuste de parâmetros arquiteturais e conseqüentemente otimizar o desempenho de sistemas web. 5

6 Dessa forma, o presente trabalho busca apresentar e analisar os benefícios alcançados por esse tipo de abordagem quando se faz necessária a otimização de desempenho em sistemas computacionais disponibilizados através da web. Acredita-se, contudo, que implementações similares podem ser expandidas e utilizadas em outros ambientes. O que deve ser abordado em trabalhos futuros. 5. Ambiente Real do Estudo de Caso O estudo de caso a ser apresentado refere-se ao ambiente web de uma grande instituição de ensino com cerca de 50 mil usuários diretos (alunos, professores e funcionários) e que presta diversos serviços via internet tais como: inscrição e divulgação de resultados de concursos e vestibulares, acesso às informações acadêmicas, prestação de serviços e informações financeiras, divulgação de estágios e oportunidades de trabalhos, informações sobre seus cursos e respectivos currículos, apropriação de horas de seus funcionários e etc. Vale dizer que o número de usuários do sistema pode ser muito maior que o de usuários diretos de acordo com os serviços disponibilizados à comunidade. Por exemplo, durante inscrição e divulgação de resultados de concursos ou vestibulares Infra-estrutura Dados os objetivos específicos desse trabalho, tornou-se possível focar a interação entre os servidores que compõem o sistema sem considerar a influência dos componentes do lado cliente. Portanto, trabalhou-se com um sistema web simplificado similar ao esquema mostrado na figura 1. FIGURA 1 Servidores de Aplicações Web e SGBD A infra-estrutura final utilizada no estudo foi composta de: dois servidores IBM Netfinity 5100 com dois processadores Pentium III de 650 MHz e 2 GB de memória RAM para servidores de aplicações web; um IBM Netfinity 8500R com oito processadores Pentium III de 550 Mhz com 4 GB de memória RAM para servidor de banco de dados. Todos com sistema operacional Windows 2000 Server, sendo o sistema gerenciador de banco de dados utilizado o Microsoft SQL Server Já o software servidor de aplicações utilizado foi o Silverstream Application Server da própria Silverstream Inc que foi adquirida em 2003 e atualmente pertence a Novell. Esse software é um servidor web com APIs para geração de páginas dinâmicas através de JSPs, servlets e HTML. Uma característica importante do software é que ele não armazena 6

7 páginas como arquivos em disco. Todo documento disponibilizado é gerado dinamicamente a partir de requisições SQL enviadas a um banco de dados relacional. Portanto, para que o sistema funcione, é necessário que se tenha um SGBD para armazenar os documentos que serão disponibilizados para web. Os dois servidores de aplicações e o SGBD foram interligados por uma rede 100Mbps sendo os dois primeiros completamente dedicados aos sistemas web e o de banco de dados compartilhado por aplicações executando outros tipos de sistemas. O cenário foi monitorado de novembro de 2001 a novembro de 2003, realizando-se uma coleta continua de dados de acesso e de contadores de desempenho. Estes, atualmente, compõem uma base com mais de cem milhões de registros. 6. Resultados A abordagem utilizada possibilitou uma precisa caracterização da carga de trabalho do ambiente web. Assim, inúmeras informações relevantes puderam ser obtidas tornando a administração do sistema muito mais eficiente, já que as ações corretivas e preventivas, a partir daí, passaram a ser tomadas com um embasamento histórico bastante efetivo. Para isso, conforme dito anteriormente, a coleta de informações de log e contadores de desempenho foi imprescindível. Essa coleta seguiu a abordagem descrita a seguir Arquivo de Log de Acesso Foram examinadas as requisições dos clientes, concluídas, registradas no arquivo de log dos servidores de aplicações. Cada requisição http gerava uma linha no log contendo as seguintes informações: - LIPAddress: O endereço IP do sistema que realizou a requisição (cliente, firewall intermediário ou servidor proxy); - Lhost: O servidor do aglomerado que recebeu a requisição; - Luser: Usuário que requisitou a página (na maioria das vezes: anônimo); - Ldate: Data e hora da chegada da requisição; - Lrequest: O tipo de requisição; - LURL: A URL alvo da requisição; - LreplyStatus: O status HTTP após o processamento da requisição; - Lbytes: O número de bytes retornados. Como exemplo de linhas inseridas nesse arquivo de log, tem-se: SYS\\Anonymous [02/Nov/2003:12:10:32 +3] "GET HTTP/1.0" SYS\\Anonymous [02/Nov/2003:12:10:35 +3] 7

8 "GET HTTP/1.0" TABELA 1 - Linhas inseridas no log Contadores de Desempenho Foram selecionados os contadores mais significativos para cada objeto (disco, memória, processador, processo e sistema operacional). A escolha dos contadores foi modificada ao longo do processo de monitoramento de acordo com as necessidades identificadas. Já a faixa de valores aceitáveis para cada um desses contadores baseou-se nas especificações do fabricante do Sistema Operacional e do SGBD que, no caso, foi a Microsoft [10]. A linha de base identificada nesse estudo de caso resultou de uma análise contínua dos dados coletados, avaliações empíricas do desempenho e depoimentos dos usuários do sistema. Essa linha de base difere para cada sistema, pois depende do hardware, software e configurações que podem ser muito diferentes. Os contadores com suas faixas de valores aceitáveis estão descritos a seguir: Objet o Processo Disco Memória Contador MBytes disponíveis Páginas por segundo % tempo ocioso Compriment o médio da fila de disco Falhas de Página por segundo Observação Valores abaixo de 5 MB indicam falta de memória física para executar os processos. Se estiver constantemente maior que zero o SO estará utilizando arquivo de paginação. Deve sempre estar acima de 10%. Deve ser sempre menor que o dobro da quantidade de acessos simultâneos possíveis (dado pela configuração de discos - RAID). Números altos para este contador indicam uma paginação excessiva. 8

9 Proces- Sistema sador Interface de rede Área de Trabalho % tempo de processador Alternâncias de contexto por segundo Compriment o da fila do processador Compriment o da fila de saída Valores abaixo de 5 MB indicam falta de memória para o processo. Deve estar sempre abaixo de 90%. Não deve alcançar 8000, sobretudo quando o percentual de utilização de processador ficar constantemente acima de 90%. Se estiver constantemente acima de 2, deve-se diminuir a carga, aumentar a eficiência de processamento ou adicionar mais poder de processamento ao servidor. Se superior a 2, indica que se está produzindo um atraso. TABELA 2 - Contadores de desempenho 6.3. Otimizações Realizadas O primeiro benefício concreto alcançado foi o conhecimento temporal do acesso ao sistema. Os gráficos 2, 3 e 4 exemplificam o conhecimento gerado por esse tipo de informação. 9

10 Requisições de Páginas por Horário Requisições :00 02:00 04:00 06:00 08:00 10:00 12:00 Horário 14:00 16:00 18:00 20:00 22:00 GRÁFICO 2 - Requisição de páginas por horário Acessos por Dia da Semana SEG TER QUA QUI Acessos DOM SEX SAB 0 Dia Dia da Semana GRÁFICO 3 - Requisição de páginas por dia da semana Acessos por Mês Acessos Mês GRÁFICO 4 - Requisição de páginas por meses do ano Com isso, decisões relativas a manutenções passaram a ser tomadas levando-se em consideração tais informações. Isso aumentou significativamente a disponibilidade do sistema em horários críticos de 10

11 utilização. O que, conseqüentemente, elevou a satisfação dos usuários diminuindo o número de reclamações causadas por manutenções programadas. Além disso, ao conhecer a elevação de demanda ocorrida em determinados períodos do ano, passouse a realizar o aluguel de máquinas que, acrescentadas ao aglomerado (cluster), aumentavam o poder de respostas dos sistemas envolvidos. Ao adotar-se essa solução, foi possível manter inalterado o desempenho do sistema mesmo diante de um enorme aumento na demanda computacional. Essa solução mostrou-se bastante adequada, já que dispensou a compra de servidores de maior capacidade que, por certo, ficariam ociosos na maior parte do ano. Outro importante conhecimento gerado foi a distribuição de acesso por sistema, demonstrado no gráfico 5. Requisições de Páginas por Sistema - Horário Requisições :00 03:00 06:00 09:00 12:00 15:00 18:00 21:00 Horário Sistema1 Sistema2 Outros Sistema4 GRÁFICO 5 - Requisição de páginas por sistema O maior benefício trazido por essa informação foi a possibilidade de distribuição dos sistemas por máquinas específicas. Com isso, foi possível minimizar a influência provocada por um sistema que estivesse em período de alta utilização sobre aqueles que mantinham um comportamento inalterado nesse mesmo intervalo de tempo. Ou seja, a divulgação do resultado de um vestibular passou a não mais ter qualquer influência sobre o lançamento de horas dos funcionários da instituição de ensino. Isso foi conseguido após o desenvolvimento de uma solução interna de balanceamento de carga baseada no sistema a ser acessado. Seguindo com os resultados alcançados, pode-se citar a mudança de infra-estrutura de rede provocada pela descoberta de que quase 50% das requisições, no período de divulgação de notas, partia da rede de um dos campi da instituição. Com essa informação, foi possível aumentar o link de comunicação com o Centro de Processamento de Dados provocando um alívio do tráfego e conseqüente melhoria no acesso ao sistema acadêmico. Também através da caracterização obtida, foi possível direcionar esforços da equipe de desenvolvimento no sentido de melhorar o desempenho geral do sistema. Observando-se a tabela 3, pode-se verificar a relação do tamanho médio dos documentos mais acessados. 11

12 Documento Tamanho Nº de Médio Acessos (Bytes) PgAln_OfertaEstagios.html PgAlOfertaEstagios.html PgAlLogin.html PgAln_Apresentacao.html Login.html PgAln_OfertaEstDetalhe.ht ml PgInicialCanal2.html PgLimpaRefresh.html DetalhesSGA.css Mng_DefCurricular01.gif Mng_NotasFreq01.gif PgAln_NotaFrequencia.html Mng_SolicServ01.gif PgInsObjeto.html TABELA 3 - Tamanho médio dos documentos mais acessados De posse dessa informação, equipes foram constantemente formadas no intuito de otimizarem as páginas que apresentavam maior volume de acesso ou maior tamanho médio. Não foram poucos os casos em que tais equipes diagnosticaram falhas de programação e mesmo falhas (bugs) do servidor de aplicação onde, em certos casos, consultas gigantescas eram desnecessariamente submetidas ao servidor de Banco de Dados. Além dessas ações tomadas com base na caracterização da carga de trabalho, alguns outros resultados preliminares relativos à otimização de desempenho puderam ser alcançados. Um dos mais importantes foi a descoberta e ajuste em uma falha de configuração de memória do servidor de banco de dados. Apesar desse servidor possuir 4,0GB de memória física, observou-se que apenas 1,2 GB era, em média, utilizado. Ainda assim, com memória física disponível, o sistema apresentava paginação excessiva. Com base nessa observação e em estudos realizados após esse levantamento, descobriu-se a necessidade de ajustar um parâmetro do sistema operacional para que o mesmo permitisse uma maior utilização de memória por parte do SGBD. Incluiu-se então o parâmetro /3gb ao arquivo de configuração do Windows 2000 (boot.ini). Após a configuração, o sistema operacional liberou três gigabytes de memória RAM para o banco que passou a utilizá-los diminuindo sensivelmente a paginação e falhas de página. Um acompanhamento 12

13 semanal do monitoramento realizado antes e depois dessa alteração pode ser observado nos gráficos a seguir: MB Disponíveis Valor SEG TER QUA QUI SEX Dia da Semana Antes Depois alterações no boot.ini GRÁFICO 6 MB Disponíveis antes e depois das Pode-se observar que a quantidade de memória livre, que era em média 1774 MB, passou para 893 MB. Isso indica que o servidor trabalhava, antes da alteração, com uma demanda reprimida de memória o que, por certo, degradava o tempo de resposta dos sistemas atendidos. Páginas por Segundo Valor SEG TER QUA QUI SEX Dia da Semana Antes Depois das alterações no boot.ini GRÁFICO 7 Páginas por Segundo antes e depois Já o contador páginas/seg, o qual não se enquadrava nas recomendações destacadas na tabela 2, teve sua média diminuída de 50,10 para 0,45. Sabendo-se que o acesso a disco eleva muito o tempo de processamento de uma aplicação, pode-se perceber que valores médios, em certos momentos, próximos a 80, ocasionavam sérios problemas de desempenho. 13

14 Falhas de Páginas / Segundo Valor SEG TER QUA QUI SEX Dia da Semana Antes Depois GRÁFICO 8 Falhas de Páginas por Segundo antes e depois das alterações no boot.ini Outro indicativo de excesso de paginação era indicado pelo contador de falhas de páginas por segundo. Também nesse caso, a melhora foi muito grande, saindo-se de uma média de 117,07 e chegando em 7,64. Sabendo-se que as semanas de monitoramento não apresentaram qualquer modificação no nível de acesso que pudesse explicar a alta variação nos níveis dos contadores destacados, concluiu-se que a variação observada foi quase que exclusivamente provocada pela alteração (ajuste) de configuração descrita. Assim, com uma simples alteração de configuração, foi possível provocar uma significativa melhora geral no desempenho do servidor, o que pôde ser confirmado pelo retorno dado pelos usuários e observação direta do comportamento dos sistemas. Contudo, esse resultado seria muito difícil de ser alcançado se não houvesse um ambiente de monitoramento como o descrito. Nesse caso, muitas ações ineficazes poderiam ser tomadas antes de se descobrir o verdadeiro motivo ou causa do problema. Ações tão desastrosas e onerosas quanto a compra de novos equipamentos ou mesmo a substituição de sistemas. 7. Conclusões e Trabalhos Futuros Com base no estudo de caso apresentado, é possível perceber que muitos foram os benefícios trazidos pela implementação de um esquema de monitoramento focado em indicadores de desempenho e caracterização da carga de trabalho. Com essa abordagem, consegui-se aumentar a disponibilidade geral dos sistemas, implementar uma arquitetura adequada para o atendimento sazonalmente variável da demanda, desenvolver mecanismos de distribuição de carga, propor e executar modificações estruturais adequadas, descobrir problemas relacionados a bugs apresentados pelos aplicativos utilizados, além de permitir-se ações diretas de otimização como a descrita na alteração do arquivo de configuração do Sistema Operacional. 14

15 Contudo, se muitos foram os benefícios, deve-se destacar todo o tempo e esforço gastos na elaboração e implementação de um esquema como esse. Muitas foram as dificuldades encontradas na operacionalização da coleta de indicadores e mesmo na estrutura de armazenamento dessas informações. Por isso, trabalhos futuros serão elaborados no sentido de propor um mecanismo de coleta, armazenamento e tratamento ainda mais adequado. Uma estrutura de banco de dados de processamento analítico on-line (OLAP) pode ser proposta facilitando a consulta aos dados históricos e possibilitando até a utilização de mecanismos de Data Mining para a descoberta de padrões e tendências dentro dos dados armazenados. Além disso, a abordagem pode ser expandida para o tratamento de outras plataformas que não apenas a web, aumentando as possibilidades relacionadas e esse tipo de solução. Tendo-se em vista tudo isso, pode-se dizer que a proposta apresentada foi capaz de evidenciar com exatidão e de maneira eficiente as características comportamentais relativas aos indicadores de desempenho e à carga de trabalho do ambiente web em questão. Principalmente se for levado em consideração que muitos outros resultados ainda poderão ser obtidos com base em análise que estão ainda em andamento. Conclui-se então que a otimização de desempenho de sistemas web pode ser alcançada pela implementação desse tipo de solução. 8. Agradecimentos Agradecimentos ao DataPuc Processamento de Dados, por disponibilizar a infra-estrutura necessária à realização do estudo de caso e aos colegas dessa instituição e do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica pela colaboração e incentivo demonstrados. Agradecimentos também aos familiares pelo apoio sempre irrestrito. 9. Referências [1] Internet Systems Consortium. Disponível em <http://www.isc.org/> Acesso em 12 de jun [2] M.A. Mendes, V.A.F. ALMEIDA, Comparação e Análise de Requisições Dinâmicas em Servidores WWW, XXV Seminário Integrado de Software e Hardware, 1998, Belo Horizonte. [3] P. Killelea, Web Performance Tuning, 2nd Edition, O Reilly & Associates, USA, [4] Transaction Processing Concil. Disponível em <www.tpc.org> Acesso em 12 de jun [5] Systems Performance Evaluation Cooperative. Disponível em <www.spec.org> Acesso em 12 de jun. de [6] J.M. Anderson, L.M. Berc, J. Dean, S. Ghemawat, M.R. Henzinger, S.A. Leung, R.L. Sites, M.T. Vandervoorde, C.A. Waldspurger, W.E. Weihl, Continuous Profiling: Where Have All the Cycles Gone?, ACM Transactions on Computer Systems, Vol 15, No. 4, Novembro [7] X. Zhang, Z. Wang, N. Gloy, J.B. Chen, M.D. Smith, Operating System Support for Automated Proffiling and Optimization, 16 th ACM Symposium on Operating Systems Principles, New York, [8] R. Jain, The Art of Computer Systems Performance Analysis, Wiley, New York, [9] V.A.F. Almeida, D.A. Menascé, Capacity Planning for Web Performance, New Jersey, Prentice Hall Inc., [10] Aministering a Microsoft SQL Server 2000 Database, Microsoft Training and Certification,

16 16

METODOLOGIA PARA ANÁLISE DE DESEMPENHO

METODOLOGIA PARA ANÁLISE DE DESEMPENHO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA METODOLOGIA PARA ANÁLISE DE DESEMPENHO DE SISTEMAS DE TRANSFERÊNCIA ELETRÔNICA DE FUNDOS PROPOSTA DE TRABALHO

Leia mais

GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS II

GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS II GESTÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS II Servidores Definição Servidores História Servidores Tipos Servidores Hardware Servidores Software Evolução do Windows Server Windows Server 2003 Introdução Windows Server

Leia mais

Documento de Requisitos de Rede (DRP)

Documento de Requisitos de Rede (DRP) Documento de Requisitos de Rede (DRP) Versão 1.2 SysTrack - Grupo 1 1 Histórico de revisões do modelo Versão Data Autor Descrição 1.0 30/04/2011 João Ricardo Versão inicial 1.1 1/05/2011 André Ricardo

Leia mais

CA Nimsoft Monitor para servidores

CA Nimsoft Monitor para servidores DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Setembro de 2012 CA Nimsoft Monitor para servidores agility made possible CA Nimsoft para monitoramento de servidores sumário CA Nimsoft Monitor para servidores 3 visão geral da solução

Leia mais

Automatizando o Data Center

Automatizando o Data Center Este artigo examina uma arquitetura alternativa que suporte a automação do data center e o provisionamento dinâmico sem a virtualização do sistema operacional. por Lori MacVittie Gerente Técnico de Marketing,

Leia mais

A partir do XMon é possível:

A partir do XMon é possível: Monitoramento XMon É uma ferramenta para gerenciar o seu ambiente de TI de forma centralizada e constante, obtendo informações precisas da performance de todos os seus ativos e previna possíveis problemas

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

Foglight A solução ideal para o gerenciamento de aplicações e serviços SAP

Foglight A solução ideal para o gerenciamento de aplicações e serviços SAP Parceria: Foglight A solução ideal para o gerenciamento de aplicações e serviços SAP Uma nova visão no Gerenciamento da Aplicação INDICE 1. Parceria Union e Quest Software... 3 2. Foglight Gerenciando

Leia mais

Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores

Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores Análise de Desempenho de um SGBD para Aglomerado de Computadores Diego Luís Kreutz, Gabriela Jacques da Silva, Hélio Antônio Miranda da Silva, João Carlos Damasceno Lima Curso de Ciência da Computação

Leia mais

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho

http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS

Leia mais

Título: De Olho na Produção

Título: De Olho na Produção Título: De Olho na Produção Resumo O De Olho na Produção trata-se de um sistema inovador de gestão de informação que tem por premissas: projetar a chegada dos vagões até os pontos de carregamento e descarga,

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM REDES DE COMPUTADORES UTILIZANDO TEORIA DE FILAS 1

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM REDES DE COMPUTADORES UTILIZANDO TEORIA DE FILAS 1 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EM REDES DE COMPUTADORES UTILIZANDO TEORIA DE FILAS 1 Anderson Luis Marchi 2 ; Tiago Boechel 3 ; Juliano Tonizetti Brignoli 4 INTRODUÇÃO A comunicação é uma das maiores necessidades

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia

Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia UNISUL 2013 / 1 Universidade do Sul de Santa Catarina Engenharia Elétrica - Telemática 1 Gerência de Redes e Serviços de Comunicação Multimídia Aula 3 Gerenciamento de Redes Cenário exemplo Detecção de

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Classificação dos Sistemas Operacionais Classificação Os sistemas operacionais podem ser classificados segundo diversos parâmetros e perspectivas.

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

Manual de Transferência de Arquivos

Manual de Transferência de Arquivos O Manual de Transferência de Arquivos apresenta a ferramenta WebEDI que será utilizada entre FGC/IMS e as Instituições Financeiras para troca de arquivos. Manual de Transferência de Arquivos WebEDI Versão

Leia mais

Balanceamento de Carga TSS TSS

Balanceamento de Carga TSS TSS TSS 1 Sumário 1. Introdução... 3 1.1. Plataforma Operacional... 3 2. Balanceamento de Carga.... 4 2.1. Conceito... 4 2.2 Modelos de Balanceamento.... 5 2.2.1. Balanceamento por Entidade ou Filial... 5

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DE PEQUENA E MÉDIA PLATAFORMA COM EFICIÊNCIA E BAIXO CUSTO

IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DE PEQUENA E MÉDIA PLATAFORMA COM EFICIÊNCIA E BAIXO CUSTO IMPLEMENTAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DE PEQUENA E MÉDIA PLATAFORMA COM EFICIÊNCIA E BAIXO CUSTO Flávio Luis de Oliveira (flavio@celepar.pr.gov.br) Helio Hamilton Sartorato (helio@celepar.pr.gov.br) Yuri

Leia mais

Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação

Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação Avaliação de Desempenho em Sistemas de Computação e Comunicação Universidade Federal do Espírito Santo - UFES Departamento de Informática - DI Laboratório de Pesquisas em Redes Multimidia - LPRM UFES Objetivos

Leia mais

Balanceamento de Carga

Balanceamento de Carga 40 4. Balanceamento de Carga Pode-se entender por balanceamento de carga uma política a ser adotada para minimizar tanto a ociosidade de utilização de alguns equipamentos quanto a super utilização de outros,

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1 6 OBJETIVOS OBJETIVOS ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6.1 2003 by Prentice Hall Qual é a capacidade de processamento e armazenagem

Leia mais

ARQUITETURA TRADICIONAL

ARQUITETURA TRADICIONAL INTRODUÇÃO Atualmente no universo corporativo, a necessidade constante de gestores de tomar decisões cruciais para os bons negócios das empresas, faz da informação seu bem mais precioso. Nos dias de hoje,

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

5 Planejamento dos experimentos

5 Planejamento dos experimentos 5 Planejamento dos experimentos Depois de escolher e implementar 5 modelos de concorrência e 4 modelos de sandboxes que consideramos representativos para um servidor web Lua, procuramos os principais fatores

Leia mais

Testes de Performance

Testes de Performance Leonardo Molinari Testes de Performance Visual Books Sumário Prefácio... 17 Introdução... 19 Parte 1 - Visão Geral... 25 1 Qualidade & Performance... 27 1.1 Visão Inicial... 27 1.1.1 Exemplo de Performance

Leia mais

Planejamento Estratégico para as PMEs. Tecnologia da Informação a Serviço das PMEs

Planejamento Estratégico para as PMEs. Tecnologia da Informação a Serviço das PMEs Planejamento Estratégico para as PMEs Tecnologia da Informação a Serviço das PMEs Maio/2007 Rio Quente- Goiás Nivaldo Cleto Na era da tecnologia da informação, o mercado exige um empresário dinamicamente

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA

GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA GERENCIAMENTO DE PROJETOS PRONIM, IMPLANTAÇÃO SQL SERVER GOVBR- UEM-MARINGA PREFEITURA MUNICIPAL DE PEROLA Cliente GOVBR, UEM-MARINGA / Prefeitura Municipal de PEROLA Data 10/09/2015 Versão 1.0 Objeto:

Leia mais

PANORAMA. O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks.

PANORAMA. O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks. PANORAMA O Panorama fornece gerenciamento centralizado de políticas e dispositivos em uma rede de firewalls de próxima geração da Palo Alto Networks. Exiba um resumo gráfico dos aplicativos na rede, os

Leia mais

Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Anexo IV PLANILHA DESCRITIVA DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Requisito Descrição 6.1 - Produtos de Hardware 6.1.1. GRUPO 1 - IMPRESSORA TIPO I (MONOCROMÁTICA 20PPM - A4) 6.1.1.1. TECNOLOGIA DE IMPRESSÃO 6.1.1.1.1.

Leia mais

Modelo de simulação de um processo de requisições em um servidor web de alta disponibilidade

Modelo de simulação de um processo de requisições em um servidor web de alta disponibilidade Modelo de simulação de um processo de requisições em um servidor web de alta disponibilidade Tiago de Azevedo Santos tiago@iff.edu.br João José de Assis Rangel joao@ucam-campos.br RESUMO Este trabalho

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

05/08/2013. Sistemas Distribuídos Cluster. Sistemas Distribuídos Cluster. Agenda. Introdução

05/08/2013. Sistemas Distribuídos Cluster. Sistemas Distribuídos Cluster. Agenda. Introdução Sistemas Distribuídos Cluster Originais gentilmente disponibilizados pelos autores em http://www.cdk4.net/wo/ Adaptados por Társio Ribeiro Cavalcante Agenda 1. Introdução 2. O que é um cluster 3. Alta

Leia mais

Apresentação do Artigo

Apresentação do Artigo Apresentação do Artigo Web Search for a Planet: The Google Cluster Architecture Publicado em IEEE Micro Março 2003, pg.22-28 Luiz A.Barroso, Jeffrey Dean, Urs Hölze Frank Juergen Knaesel fknaesel@inf.ufsc.br

Leia mais

Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados

Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados Fundamentos da inteligência de negócios: gestão da informação e de bancos de dados slide 1 1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Como um banco de dados

Leia mais

Q-flow 2.2. Código de Manual: Qf22007POR Versão do Manual: 3.1 Última revisão: 21/10/2005 Aplica-se a: Q-flow 2.2. Sizing

Q-flow 2.2. Código de Manual: Qf22007POR Versão do Manual: 3.1 Última revisão: 21/10/2005 Aplica-se a: Q-flow 2.2. Sizing Q-flow 2.2 Código de Manual: Qf22007POR Versão do Manual: 3.1 Última revisão: 21/10/2005 Aplica-se a: Q-flow 2.2 Sizing Qf22007POR v3.1 Q-flow Sizing Urudata Software Rua Canelones 1370 Segundo Andar CP11200

Leia mais

Criação de um Ambiente Web de Alto Desempenho para o Portal do CEULP/ULBRA

Criação de um Ambiente Web de Alto Desempenho para o Portal do CEULP/ULBRA Criação de um Ambiente Web de Alto Desempenho para o Portal do CEULP/ULBRA Valdirene da Cruz Neves Júnior, Jackson Gomes de Souza Curso de Sistemas de Informação Centro Universitário Luterano de Palmas

Leia mais

O TRAFip é uma poderosa ferramenta de coleta e caracterização de tráfego de rede IP, que vem resolver esse problema de forma definitiva.

O TRAFip é uma poderosa ferramenta de coleta e caracterização de tráfego de rede IP, que vem resolver esse problema de forma definitiva. Não há dúvida de que o ambiente de rede está cada vez mais complexo e que sua gestão é um grande desafio. Nesse cenário, saber o que está passando por essa importante infraestrutura é um ponto crítico

Leia mais

Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização

Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização Virtualização Microsoft: Da Estação de Trabalho ao Data Center Estudo de Caso de Solução de Cliente Fabricante Reduz os Custos, Melhora o Serviço e Dinamiza o Gerenciamento com a Virtualização Visão Geral

Leia mais

Sistemas Operacionais Introdução. Professora: Michelle Nery

Sistemas Operacionais Introdução. Professora: Michelle Nery Sistemas Operacionais Introdução Professora: Michelle Nery Área de Atuação do Sistema Operacional Composto de dois ou mais níveis: Tipo de Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Monotarefas Sistemas

Leia mais

Impactos do Envelhecimento de Software no Desempenho dos Sistemas. Jean Carlos Teixeira de Araujo jcta@cin.ufpe.br

Impactos do Envelhecimento de Software no Desempenho dos Sistemas. Jean Carlos Teixeira de Araujo jcta@cin.ufpe.br Impactos do Envelhecimento de Software no Desempenho dos Sistemas Jean Carlos Teixeira de Araujo jcta@cin.ufpe.br 1 Agenda Introdução; Software Aging; Software Rejuvenation; Laboratório MoDCS Cloud; Dúvidas?

Leia mais

CA Nimsoft Monitor. Guia do Probe Monitoramento de conectividade de rede. net_connect série 3.0

CA Nimsoft Monitor. Guia do Probe Monitoramento de conectividade de rede. net_connect série 3.0 CA Nimsoft Monitor Guia do Probe Monitoramento de conectividade de rede net_connect série 3.0 Aviso de copyright do CA Nimsoft Monitor Este sistema de ajuda online (o Sistema ) destina-se somente para

Leia mais

4 Implementação e Resultados Experimentais

4 Implementação e Resultados Experimentais 4 Implementação e Resultados Experimentais Com o objetivo de fazer a criação automática de visões materializadas, ou seja, prover uma solução on-the-fly para o problema de seleção de visões materializadas,

Leia mais

Uma poderosa ferramenta de monitoramento. Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP

Uma poderosa ferramenta de monitoramento. Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP Uma poderosa ferramenta de monitoramento Madson Santos - madson@pop-pi.rnp.br Técnico de Operação e Manutenção do PoP-PI/RNP Abril de 2008 O que é? Características Requisitos Componentes Visual O que é?

Leia mais

VIRTUALIZAÇÃO EM SERVIDORES DE BANCO DE DADOS. Resumo: A estratégia de virtualização de servidores de banco de dados é uma tendência

VIRTUALIZAÇÃO EM SERVIDORES DE BANCO DE DADOS. Resumo: A estratégia de virtualização de servidores de banco de dados é uma tendência VIRTUALIZAÇÃO EM SERVIDORES DE BANCO DE DADOS Igor Lucas Coelho Santos 1 Iremar Nunes de Lima 2 Resumo: A estratégia de virtualização de servidores de banco de dados é uma tendência recente em Tecnologia

Leia mais

Pré-Requisitos do Software Themis Pré-Requisitos do Software Themis

Pré-Requisitos do Software Themis Pré-Requisitos do Software Themis Pré-Requisitos do Software Themis Pré-Requisitos do Software Themis 1. Pré-requisitos para Servidores - até 2 licenças: 1.1 Plano Básico: Processador: 3.0 GHz ou superior. Recomenda-se 3.2 GHz Dual-Core.

Leia mais

Especificação Suplementar

Especificação Suplementar Especificação Suplementar Versão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/10/2014 2.0 2.1 funcionalidade e segurança de M. Vinícius acesso 30/10/2014

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 5 Servidores de Aplicação

Leia mais

Os 10 principais benefícios do Microsoft Office Excel 2007. Autor: Leonardo Barroso Galvao

Os 10 principais benefícios do Microsoft Office Excel 2007. Autor: Leonardo Barroso Galvao Os 10 principais benefícios do Microsoft Office Excel 2007 Autor: Leonardo Barroso Galvao Os 10 principais benefícios do Microsoft Office Excel 2007 O Microsoft Office Excel 2007 é uma ferramenta poderosa

Leia mais

Exemplo de Plano para Desenvolvimento de Software

Exemplo de Plano para Desenvolvimento de Software Universidade Salgado de Oliveira Especialização em Tecnologia da Informação Qualidade em Engenharia de Software Exemplo de Plano para Desenvolvimento de Software Prof. Msc. Edigar Antônio Diniz Júnior

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO : HARDWARE

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO : HARDWARE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO CAMPUS CATU TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO : HARDWARE Profª. Eneida Alves Rios A consideração

Leia mais

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos Plano de Testes Versão DeltaInfo Soluções para web Soluções para o mundo DeltaInfo 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g

COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g COMPUTAÇÃO EM GRID COM BANCO DE DADOS ORACLE 10g Daniel Murara Barcia Especialista em Sistemas de Informação Universidade Federal do Rio Grande do Sul daniel@guaiba.ulbra.tche.br Resumo. Esse artigo aborda

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

Gerência de Redes de Computadores Gerência de Redes de Computadores As redes estão ficando cada vez mais importantes para as empresas Não são mais infra-estrutura dispensável: são de missão crítica, ou

Leia mais

Andarta - Guia de Instalação. Guia de Instalação

Andarta - Guia de Instalação. Guia de Instalação Guia de Instalação 29 de setembro de 2010 1 Sumário Introdução... 3 Os Módulos do Andarta... 4 Instalação por módulo... 6 Módulo Andarta Server... 6 Módulo Reporter... 8 Módulo Agent... 9 Instalação individual...

Leia mais

ANEXO II PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER

ANEXO II PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER PERFIL DOS TÉCNICOS E ANALISTAS, FORMAÇÃO E ATIVIDADES A DESENVOLVER 1. FORMAÇÃO, CONHECIMENTO E HABILIDADES EXIGIDAS 1.1. PERFIL DE TÉCNICO EM INFORMÁTICA: 1.1.1.DESCRIÇÃO DO PERFIL: O profissional desempenhará

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II INTERNET Protocolos de Aplicação Intranet Prof: Ricardo Luís R. Peres As aplicações na arquitetura Internet, são implementadas de forma independente, ou seja, não existe um padrão

Leia mais

Nettion Security & Net View. Mais que um software, gestão em Internet.

Nettion Security & Net View. Mais que um software, gestão em Internet. Nettion Security & Net View Mais que um software, gestão em Internet. Net View & Nettion Security Mais que um software, gestão em Internet. A Net View e a Nettion Security Software se uniram para suprir

Leia mais

as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las

as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Setembro de 2012 as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las agility made possible sumário resumo executivo 3 efetivo do servidor: 3 difícil e piorando

Leia mais

Desempenho de Web Servers

Desempenho de Web Servers Desempenho de Web Servers Web Servers no Modo Kernel X Web Servers no Modo Usuário Vandécia Rejane Fernandes Universidade Federal do Maranhão (UFMA) Av. dos Portugueses s/n, Campus Universitário do Bacanga

Leia mais

RESUMO DA SOLUÇÃO Aperfeiçoando o planejamento de capacidade com o uso do gerenciamento de desempenho de aplicativos

RESUMO DA SOLUÇÃO Aperfeiçoando o planejamento de capacidade com o uso do gerenciamento de desempenho de aplicativos RESUMO DA SOLUÇÃO Aperfeiçoando o planejamento de capacidade com o uso do gerenciamento de desempenho de aplicativos como posso assegurar uma experiência excepcional para o usuário final com aplicativos

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE

Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE Experiência: Gerenciamento da Rede de Supervisão da Eletronorte GerenteSAGE Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. - Eletronorte Responsável: Uriel de Almeida Papa Equipe: Sérgio de Souza Cruz, Willams

Leia mais

SuRFE Sub-Rede de Filtragens Específicas

SuRFE Sub-Rede de Filtragens Específicas SuRFE Sub-Rede de Filtragens Específicas Ricardo Kléber Martins Galvão, PPGEE, UFRN Sergio Vianna Fialho, PPGEE, UFRN Resumo O aumento do número de ataques a redes de corporativas tem sido combatido com

Leia mais

Especificações da oferta Remote Infrastructure Monitoring

Especificações da oferta Remote Infrastructure Monitoring Visão geral do Serviço Especificações da oferta Remote Infrastructure Monitoring Este serviço oferece o Dell Remote Infrastructure Monitoring ("Serviço" ou "Serviços" RIM), como apresentado mais especificamente

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores Prof. Fábio M. Costa Instituto de Informática UFG 1o. Semestre / 2005 Fundamentos Parte 2 Princípios de Projeto de Computadores Três áreas de aplicação com características diferentes

Leia mais

9º Congresso de Pesquisa O IMPACTO DO SERVIÇO DE NAT E FIREWALL NO ATENDIMENTO DE REQUISIÇÕES WEB

9º Congresso de Pesquisa O IMPACTO DO SERVIÇO DE NAT E FIREWALL NO ATENDIMENTO DE REQUISIÇÕES WEB 9º Congresso de Pesquisa O IMPACTO DO SERVIÇO DE NAT E FIREWALL NO ATENDIMENTO DE REQUISIÇÕES WEB Autor(es) JOSE LUIS ZEM 1. Introdução Atualmente é impensável o dia-a-dia sem o uso de computadores, principalmente

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE SISTEMAS E TI SIAFI GERENCIAL MANUAL DE IMPLANTAÇÃO

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE SISTEMAS E TI SIAFI GERENCIAL MANUAL DE IMPLANTAÇÃO MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL COORDENAÇÃO-GERAL DE SISTEMAS E TI SIAFI GERENCIAL MANUAL DE IMPLANTAÇÃO VERSÃO 02 JUNHO DE 2003 1. Introdução. O Sistema Integrado de Administração

Leia mais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais Computação em Nuvem Computação em nuvem: gerenciamento de dados Computação em nuvem (Cloud Computing) é uma tendência recente de tecnologia cujo objetivo é proporcionar serviços de Tecnologia da Informação

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

Guia do Laboratório de Teste: Demonstre colaboração de Intranet com SharePoint Server 2013

Guia do Laboratório de Teste: Demonstre colaboração de Intranet com SharePoint Server 2013 Guia do Laboratório de Teste: Demonstre colaboração de Intranet com SharePoint Server 2013 Este documento é fornecido no estado em que se encontra. As informações e exibições expressas neste documento,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE Capítulo 6 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações

Leia mais

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes.

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes. SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO Características Técnicas: 1.1 Deverá ser ofertada Solução de Storage com capacidade mínima de 100 TB (cem Terabyte) líquido, sendo 80TB (oitenta Terabytes)

Leia mais

ENTENDENDO O SERVIÇO DE ESTATÍSTICAS

ENTENDENDO O SERVIÇO DE ESTATÍSTICAS ENTENDENDO O SERVIÇO DE ESTATÍSTICAS DEFININDO O PERÍODO (MÊS E ANO) EM QUE OS DADOS SERÃO VISUALIZADOS Indique o período (mês e ano) que deseja visualizar as estatísticas para o seu site. ENTENDENDO O

Leia mais

Estatísticas --------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Manual do cliente

Estatísticas --------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Manual do cliente Estatísticas --------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Manual do cliente www.plugin.com.br 1 ÍNDICE O que é o PlugStats:...4 Acessando

Leia mais

EMPRESA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - DATAPREV

EMPRESA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - DATAPREV Experiência: DESCENTRALIZAÇÃO DA CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS EMPRESA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - DATAPREV Responsáveis: JOEL RAMOS - GERENTE DE ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS SÉRGIO

Leia mais

O PROXY SQUID E SUAS MELHORIAS NO DESEMPENHO DAS REDES CORPORATIVAS

O PROXY SQUID E SUAS MELHORIAS NO DESEMPENHO DAS REDES CORPORATIVAS O PROXY SQUID E SUAS MELHORIAS NO DESEMPENHO DAS REDES CORPORATIVAS MOREIRA, Davisson Ronaldo (1); DAVID, Felipe Ferraz (1); OLIVEIRA, Ramon Gonçalves de (1); SOUZA, Reinaldo Alessandro de (1); AGOSTINHO,

Leia mais

Palavras-chave: On-line Analytical Processing, Data Warehouse, Web mining.

Palavras-chave: On-line Analytical Processing, Data Warehouse, Web mining. BUSINESS INTELLIGENCE COM DADOS EXTRAÍDOS DO FACEBOOK UTILIZANDO A SUÍTE PENTAHO Francy H. Silva de Almeida 1 ; Maycon Henrique Trindade 2 ; Everton Castelão Tetila 3 UFGD/FACET Caixa Postal 364, 79.804-970

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 1 OBJETIVOS 1. Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações e transações empresariais?

Leia mais

Estudo de Caso 22. Figura 4 Console da TEC*. *Alguns dados foram removidos atendendo a política de segurança da informação da empresa.

Estudo de Caso 22. Figura 4 Console da TEC*. *Alguns dados foram removidos atendendo a política de segurança da informação da empresa. 2 Estudo de Caso O gerenciamento de serviços é um fator crítico para a organização em análise, os processos devem garantir os acordos de níveis de serviços estabelecidos com os clientes. Destarte, a atividade

Leia mais

5/7/2010. Apresentação. Web Proxy. Proxies: Visão Geral. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux

5/7/2010. Apresentação. Web Proxy. Proxies: Visão Geral. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux Apresentação Servidor Proxy Administração de Sistemas Curso Tecnologia em Telemática Disciplina Administração de Sistemas Linux Professor: Anderson Costa anderson@ifpb.edu.br Assunto da aula Proxy (Capítulo

Leia mais

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 IBM Software Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 2 Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Destaques Amplie os serviços de negócios

Leia mais

Organização Básica de Computadores. Memória. Memória. Memória. Memória. Memória Parte I. Computador eletrônico digital. Sistema composto por

Organização Básica de Computadores. Memória. Memória. Memória. Memória. Memória Parte I. Computador eletrônico digital. Sistema composto por Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Parte I Organização Básica de Computadores Computador eletrônico digital Sistema composto por processador memória dispositivos de entrada e saída interligados.

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

BIG-IP Gerenciamento de Tráfego de Aplicativos. Guia de Dimensionamento da Plataforma Versão 9.2.2

BIG-IP Gerenciamento de Tráfego de Aplicativos. Guia de Dimensionamento da Plataforma Versão 9.2.2 BIG-IP Gerenciamento de Tráfego de Aplicativos Guia de Dimensionamento da Plataforma Versão 9.2.2 Guia de Dimensionamento da Plataforma Resumo de Recomendação de Plataformas Plataformas 8400, 6800 e 6400

Leia mais

Manual de Instalação

Manual de Instalação Manual de Instalação Sumário 1. Sobre este documento... 3 2. Suporte técnico... 3 3. Requisitos de hardware... 4 3.1. Estação... 4 3.2. Servidor... 4 4. Instalação... 5 4.1. Instalação no servidor... 5

Leia mais

CA Protection Suites Proteção Total de Dados

CA Protection Suites Proteção Total de Dados CA Protection Suites Proteção Total de Dados CA. Líder mundial em software para Gestão Integrada de TI. CA Protection Suites Antivírus Anti-spyware Backup Migração de dados Os CA Protection Suites oferecem

Leia mais

DGTEC 2.013 2014 2015 2016 2017 2018 Total Geral

DGTEC 2.013 2014 2015 2016 2017 2018 Total Geral CUSTEIO NOVA AÇÃO - POR CLIENTE - FORNECEDOR /PROGRAMA AÇÃO DESCRIÇÃO JUSTIFICATIVA Aquisição de 650 e-tokens Aquisição de 650 e-tokens A, visando cumprir os atos, normas e o procedimentos do processo

Leia mais

Integração entre o IBM HTTP SERVER, APACHE WEB Server e IBM Websphere Application Server

Integração entre o IBM HTTP SERVER, APACHE WEB Server e IBM Websphere Application Server Integração entre o IBM HTTP SERVER, APACHE WEB Server e IBM Websphere Application Server Índice Resumo sobre este documento... 3 Integrando o IBM HTTP Server com o IBM WebSphere Application Server... 3

Leia mais

INFINITY TARIFADOR ALTIS. Mais que um Tarifador, é a evolução na gestão em telecomunicações.

INFINITY TARIFADOR ALTIS. Mais que um Tarifador, é a evolução na gestão em telecomunicações. TARIFADOR ALTIS INFINITY Mais que um Tarifador, é a evolução na gestão em telecomunicações. O Tarifador Altis Infinity foi desenvolvido para atender empresas de qualquer porte, podendo controlar uma ou

Leia mais

Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do SISLOC

Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do SISLOC Pré-requisitos para Instalação Física e Lógica do SISLOC Sumário Pré-Requisitos de Instalação Física e Lógica do SISLOC...3 Servidores de Dados...3 Servidores de Aplicação (Terminal Service)...3 Estações

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Avaliação do acesso a periódicos eletrônicos na web pela análise do arquivo de log de acesso *

Avaliação do acesso a periódicos eletrônicos na web pela análise do arquivo de log de acesso * ARTIGOS Avaliação do acesso a periódicos eletrônicos na web pela análise do arquivo de log de acesso * Guilherme Ataíde Dias Bacharel em Ciência da Computação Universidade Federal da Paraíba 1990. Mestre

Leia mais