A ESTRUTURA INTERNACIONAL PARA RELATO INTEGRADO

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1 A ESTRUTURA INTERNACIONAL PARA RELATO INTEGRADO

2 SOBRE O IIRC O Internatinal Integrated Reprting Cuncil (Cnselh Internacinal para Relat Integrad, u IIRC na sigla em inglês) é uma calizã glbal de reguladres, investidres, empresas, definidres de padrões, prfissinais d setr cntábil e ONGs. Esta calizã, cm um td, cmpartilha a visã de que cmunicar a geraçã de valr deverá ser próxim pass evlutiv para relats crprativs. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad fi desenvlvid para atender esta necessidade e estabelecer s alicerces para futur. Infrmações adicinais sbre IIRC, tais cm abaix, se encntram n seu site A história da sua criaçã Sua missã, visã e bjetivs Sua estrutura e membrs assciads e grups que cntribuíram a desenvlviment desta Estrutura Prcediments adtads. O IIRC nã se respnsabiliza pr qualquer prejuíz causad a qualquer pessa que aja u deixe de agir cm base n cnteúd desta publicaçã, seja este prejuíz causad pr negligência u utr mtiv qualquer. Direits Autrais Dezembr de 2013 d Cnselh Internacinal para Relat Integrad('IIRC'). Tds s direits reservads. É permitid fazer cópias deste dcument, desde que tais cópias sejam para us pessal u educacinal, nã sejam vendidas u distribuídas e que cada cópia mencine seguinte crédit: Direits Autrais Dezembr de 2013 d Cnselh Internacinal para Relat Integrad('IIRC'). Tds s direits reservads. Us autrizad pel IIRC. Entre em cntat cm IIRC para bter permissã para reprduzir, armazenar, enviar u usar este dcument de utra frma. Cas cntrári, exige-se autrizaçã prévia pr escrit pr parte d IIRC para reprduzir, armazenar, enviar u usar este dcument de utra frma, salv cnfrme permitid pr lei. Cntat: A Estrutura Internacinal para Relat Integrad, publicad em língua inglesa pel Cnselh Internacinal d Relat Integrad ( IIRC ) em dezembr de 2013, fi traduzida para a língua prtuguesa pela FEBRABAN-Federaçã Brasileira de Bancs em març de 2014, send reprduzida aqui cm a anuência d IIRC. O IIRC nã assume nenhuma respnsabilidade pela exatidã e integridade da traduçã, nem pr ações decrrentes diss. O text aprvad da Estrutura Internacinal para Relat Integrad é aquele publicad pel IIRC na língua inglesa. Text em língua prtuguesa da Estrutura Internacinal para Relat Integrad Mai de 2014 pel IIRC. Tds s direits reservads. O IIRC agradece api da FEBRABAN-Federaçã Brasileira de Bancs na elabraçã desta traduçã. O IIRC também agradece s seguintes prfissinais pr seu api n desenvlviment desta traduçã: Mari Sergi Vascncells, FEBRABAN Glaucia Terre, GRI Fcal Pint Brasil Meire Ferreira, E&Y Brasil E equipe: Carls Albert Silva, KPMG Brasil Catarina Brnstein, GRI Fcal Pint Brasil Fabiane Gldstein, Ricca RI Juliana Rehfeld, Cnsultra Independente Luisa Haddad, Rever Cnsulting Maira Mnteir Brett, KPMG Brasil Regiane M. De Abreu, Light Silvia Pereira, R2P2 Sulema Pili, ERM Brasil A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 1

3 SOBRE RELATOS INTEGRADOS A visã de lng praz d IIRC é a de um mund em que pensament integrad está enraizad nas principais práticas cmerciais ds setres públic e privad, facilitad pel Relat Integrad cm padrã para relats crprativs. O cicl de pensament e relat integrads, que levam à alcaçã eficiente e prdutiva de capital, funcinará cm frça para cnferir estabilidade financeira e sustentabilidade. Relat Integrad visa: Melhrar a qualidade da infrmaçã dispnível a prvedres de capital financeir, permitind uma alcaçã de capital mais eficiente e prdutiva. Prmver uma abrdagem mais cesa e eficiente d relat crprativ, que aprveite as diversas vertentes de relat e cmunique a gama cmpleta de fatres que afetam, de frma material, a capacidade de uma rganizaçã de gerar valr a lng d temp. Melhrar a respnsabilidade pela e a gestã da base abrangente de capitais (financeir, manufaturad, intelectual, human, scial, de relacinament e natural) e fmentar entendiment de suas interdependências. Apiar a integraçã d pensament, da tmada de decisã e das ações que fcam na geraçã de valr n curt, médi e lng prazs. Relat Integrad é cerente cm inúmers desenvlviments em relats crprativs que estã crrend dentr de jurisdições nacinais a redr d mund. Pretende-se que a Estrutura Internacinal de Relat Integrad que frnece rientaçã cm base em princípis para empresas e utras rganizações que desejam elabrar um relat integrad, acelere estas iniciativas individuais e dê impuls a uma mair invaçã n relat crprativ glbal para liberar s benefícis d Relat Integrad, tais cm aumentar a eficiência d própri prcess de relatar. Espera-se que, a lng d temp, Relat Integrad se trne padrã de relats crprativs. As rganizações deixarã de prduzir cmunicações numersas, descnexas e estáticas. Ist será pssibilitad pel prcess de pensament integrad e pela aplicaçã de princípis cm a cnectividade de infrmaçã. O Relat Integrad é cerente cm desenvlviments em relats financeirs e utrs, entretant difere de utrs relatóris e cmunicações de várias maneiras. Especificamente, ele fcaliza a capacidade que uma rganizaçã tem de gerar valr n curt, médi e lng prazs. A fazer ist, ele: Pssui uma ênfase cmbinada na cncisã, n fc estratégic e na rientaçã para futur, na cnectividade da infrmaçã e ns capitais e suas interdependências Enfatiza a imprtância d pensament integrad dentr de uma rganizaçã. O pensament integrad é a cnsideraçã efetivaque uma rganizaçã dá as relacinaments entre suas diversas unidades peracinais e funcinais, bem cm s capitais que usa u afeta. O pensament integrad leva à tmada de decisã integrada e ações que levam em cnta a geraçã de valr n curt, médi e lng prazs. O pensament integrad leva em cnsideraçã a cnectividade e as interdependências entre uma gama de fatres que afetam a capacidade de uma rganizaçã de gerar valr a lng d temp, inclusive: Os capitais utilizads u afetads pela rganizaçã, bem cm as interdependências críticas, inclusive as cmpensações entre elas A capacidade da rganizaçã de atender as legítims interesses e necessidades das principais partes interessadas Cm uma rganizaçã adequa seu mdel de negócis e sua estratégia a seu ambiente extern e as riscs e às prtunidades enfrentads As atividades, desempenh (financeir e utr) e s impactsde uma rganizaçã em terms ds capitais passads, presentes e futurs. Quant mais pensament integrad estiver enraizad nas atividades de uma rganizaçã, mais naturalmente a cnectividade da infrmaçã fluirá para relatóri, a análise e a gerencial. Também leva a uma melhr integraçã ds sistemas de infrmaçã que apiam relat e cmunicaçã interns e externs, entre eles a preparaçã d relatóri integra. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 2

4 ÍNDICE SUMÁRIO EXECUTIVO 4 PARTE 1 INTRODUÇÃO 6 1. UTILIZANDO A ESTRUTURA 7 A Definiçã de relatóri integrad 7 B Objetiv da Estrutura 7 C Prpósit e usuáris de um relatóri integrad 7 D Uma abrdagem baseada em princípis 7 E Frma d relatóri e relaçã cm utras infrmações 8 F Aplicaçã da Estrutura 8 G Respnsabilidade pr um relatóri integrad 9 2. CONCEITOS FUNDAMENTAIS 10 A Intrduçã 10 B Geraçã de valr para a rganizaçã e para s utrs 10 C Os capitais 11 D O prcess de geraçã de valr 13 PARTE II - O RELATÓRIO INTEGRADO PRINCÍPIOS BÁSICOS 16 A Fc estratégic e rientaçã para futur 16 B Cnectividade de infrmaçã 16 C Relaçã cm as partes interessadas 17 D Materialidade 18 E Cncisã 21 F Cnfiabilidade e cmpletude 21 G Cerência e cmparabilidade ELEMENTOS DO CONTEÚDO 24 A Visã geral da rganizaçã e de seu ambiente extern 24 B Gvernança 25 C Mdel de negócis 25 D Riscs e prtunidades 27 E Estratégia e alcaçã de recurss 27 F Desempenh 28 G Perspectiva 28 H Base para preparaçã e apresentaçã 29 I Orientações gerais sbre relatóris 30 GLOSSÁRIO 33 APÊNDICE RESUMO DAS EXIGÊNCIAS 35 A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 3

5 SUMÁRIO EXECUTIVO O Relat integrad prmve uma abrdagem mais cesa e eficiente a prcess de elabraçã de relats crprativs, visand melhrar a qualidade da infrmaçã dispnível as prvedres de capital financeir permitind a alcaçã de capital de maneira mais eficiente e mais prdutiva. A visã de lng praz d IIRC é a de um mund em que pensament integrad está enraizad nas principais práticas cmerciais ds setres públic e privad, facilitad pel Relat integrad cm padrã para relats crprativs. UM RELATÓRIO INTEGRADO O bjetiv principal de um relatóri integrad é explicar as prvedres de capital financeir cm uma rganizaçã gera valr a lng d temp. Um relatóri integrad beneficia tdas as partes que estejam interessadas na capacidade que uma rganizaçã tem de gerar valr a lng d temp, incluindempregads, clientes, frnecedres, parceirs cmerciais, cmunidades lcais, legisladres, reguladres e frmuladres de plíticas. A Estrutura Internacinal de Relat Integrad (Estrutura) utiliza uma abrdagem baseada em princípis. A intençã é encntrar um equilíbri adequad entre flexibilidade e prescriçã que recnheça a grande variedade de circunstâncias individuais de diferentes rganizações, e que permita um grau suficiente de cmparabilidade entre rganizações para atender a imprtantes necessidades de infrmaçã. Ele nã impõe indicadres de desempenh específics, métds de mensuraçã u divulgaçã de assunts individuais, mas inclui um pequen númer de exigências a serem aplicadas antes que um relatóri integrad pssa ser cnsiderad em cnfrmidade cm Estrutura. Um relatóri integrad pde ser preparad para atender a exigências de órgãs reguladres já existentes, e pde ser um relatóri independente u ser uma parte distinta, destacada e acessível de utr relatóri u infrme. Deverá incluir, temprariamente, a títul de cumpriment u explicaçã, uma declaraçã ds respnsáveis pela gvernança, em que estes assumem a respnsabilidade pel relatóri. CONCEITOS FUNDAMENTAIS Um relatóri integrad visa explicar s recurss e s relacinaments utilizads e afetads pr uma rganizaçã estes sã denminads, cletivamente, s capitais nesta estrutura Também prcura explicar cm uma rganizaçã interage cm ambiente extern e cm s capitais, para gerar valr n curt, médi e lng prazs. Os capitais sã fatresde valr que aumentam, diminuem u se transfrmam pr mei de atividades e prduts da rganizaçã. Sã classificads nesta Estrutura em capitais financeir, manufaturad, intelectual, human, scial e de relacinament e natural, embra rganizações que elabram um relatóri integrad nã sejam brigadas a adtar esta classificaçã u a estruturar seus relatóris cnfrme s tips de capital. A capacidade de uma rganizaçã de gerar valr para si mesma permite um retrn financeir as prvedres de capital financeir. Ist está relacinad a valr gerad pr uma rganizaçã para as partes interessadas e para a sciedade cm um td, pr mei de uma ampla gama de atividades, interações e relacinaments. Quand estes frem relevantes à capacidade de uma rganizaçã de gerar valr para si mesma, devem ser incluíds n relatóri integrad. A ESTRUTURA O prpósit desta Estrutura é estabelecer Princípis Básics e Elements de Cnteúd que guiem cnteúd geral de um relatóri integrad, e explicar s cnceits fundamentais que s sustentam. A Estrutura: Identifica a infrmaçã a ser incluída em um relatóri integrad para us na avaliaçã da capacidade de uma rganizaçã de gerar valr; nã estabelece marcs de referência para cisas cm a qualidade da estratégia da rganizaçã u nível de seu desempenh É feit, principalmente, tend em mente setr privad, empresas cm fins lucrativs de qualquer prte, mas pde ser aplicad e adequad, cnfrme necessári, para rganizações d setr públic e sem fins lucrativs. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 4

6 SUMÁRIO EXECUTIVO CONTINUOU PRINCÍPIOS BÁSICOS Os seguintes Princípis Básics sustentam a preparaçã de um relatóri integrad, infrmand cnteúd d relatóri e a maneira pela qual a infrmaçã apresenta é apresentada: Fc estratégic e rientaçã para futur: Um relatóri integrad deve ferecer uma visã da estratégia da rganizaçã e cm esta se relacina cm a capacidade da rganizaçã de gerar valr n curt, médi e lng prazs, bem cm cm us que faz ds capitais e seus impacts sbre eles Cnectividade da infrmaçã: Um relatóri integrad deve mstrar uma imagem hlística da cmbinaçã, d inter-relacinament e das dependências entre s fatres que afetam a capacidade da rganizaçã de gerar valr a lng d temp Relações cm partes interessadas: Um relatóri integrad deve prver uma visã da natureza e da qualidade das relações que a rganizaçã mantém cm suas principais partes interessadas, incluind cm e até que pnt a rganizaçã entende, leva em cnta e respnde as seus legítims interesses e necessidades Materialidade: Um relatóri integrad deve divulgar infrmações sbre assunts que afetam, de maneira significativa, a capacidade de uma rganizaçã de gerar valr em curt, médi e lng praz Cncisã: Um relatóri integrad deve ser cncis Cnfiabilidade e cmpletude: Um relatóri integrad deve abranger tds s assunts relevantes, tant psitivs quant negativs, de maneira equilibrada e isent de errs materiais Cerência e cmparabilidade: As infrmações em um relatóri integrad devem ser apresentadas: (a) em bases cerentes a lng d temp; e (b) de maneira a permitir uma cmparaçã cm utras rganizações na medida em que seja material para a capacidade da própria rganizaçã de gerar valr a lng d temp. ELEMENTOS DE CONTEÚDO Um relatóri integrad abrange it Elements de Cnteúd que estã fundamentalmente vinculads uns as utrs e nã sã mutuamente excludentes: Visã geral rganizacinal e ambiente extern: O que a rganizaçã faz e sb quais circunstâncias ela atua? Gvernança: Cm a estrutura de gvernança da rganizaçã apia sua capacidade de gerar valr em curt, médi e lng praz? Mdel de negócis: Qual é mdel de negócis de rganizaçã? Riscs e prtunidades: Quais sã s riscs e prtunidades específics que afetam a capacidade da rganizaçã de gerar valr em curt, médi e lng praz, e cm a rganizaçã lida cm eles? Estratégia e alcaçã de recurss: Para nde a rganizaçã deseja ir e cm ela pretende chegar lá? Desempenh: Até que pnt a rganizaçã já alcançu seus bjetivs estratégics para períd e quais sã s impacts n tcante as efeits sbre s capitais? Perspectiva: Quais sã s desafis e as incertezas que a rganizaçã prvavelmente enfrentará a perseguir sua estratégia e quais sã as ptenciais implicações para seu mdel de negócis e seu desempenh futur? Base para apresentaçã: Cm a rganizaçã determina s temas a serem incluíds n relatóri integrad e cm estes temas sã quantificads u avaliads? A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 5

7 PARTE I INTRODUÇÃO

8 1. UTILIZANDO A ESTRUTURA 1A Definiçã de relatóri integrad 1.1 Um relatóri integrad é um dcument cncis sbre cm a estratégia, a gvernança, desempenh e as perspectivas de uma rganizaçã, n cntext de seu ambiente extern, levam à geraçã de valr em curt, médi e lng praz. 1.2 Um relatóri integrad deve ser elabrad de acrd cm esta Estrutura. 1B Objetiv da Estrutura 1.3 O prpósit desta Estrutura é estabelecer Princípis Básics e Elements de Cnteúd que guiem cnteúd geral de um relatóri integrad, e explicar s cnceits fundamentais que s sustentam. 1.4 Esta Estrutura é usada, principalmente, n setr privad, para empresas cm fins lucrativs de qualquer prte, mas pde ser aplicada e adaptada, cnfrme necessári, para rganizações d setr públic e sem fins lucrativs. 1.5 Esta Estrutura identifica a infrmaçã a ser incluída em um relatóri integrad para us na avaliaçã da capacidade de uma rganizaçã de gerar valr; nã estabelece referências para aspectscm a qualidade da estratégia da rganizaçã u nível de seu desempenh. 1.6 Nesta Estrutura, menções à geraçã de valr: 1C In Incluem instâncias em que valr é preservad u é reduzid (vide parágraf 2.14) Estã relacinadas cm a geraçã de valr a lng d temp (em curt, médi e lng praz). Prpósit e usuáris de um relatóri integrad 1.7 O principal bjetiv de um relatóri integrad é explicar a prvedres de capital financeir cm uma rganizaçã gera valr a lng d temp. Prtant, ele cntém infrmações relevantes, sejam elas financeiras u de utra natureza. 1.8 Um relatóri integrad beneficia tdas as partes interessadas na capacidade que uma rganizaçã tem de gerar valr a lng d temp, incluind empregads, clientes, frnecedres, parceirs cmerciais, cmunidades lcais, legisladres, reguladres e frmuladres de plíticas. 1D Uma abrdagem baseada em princípis 1.9 Esta Estrutura se baseia em princípis. A intençã da abrdagem baseada em princípis é encntrar um equilíbri adequad entre flexibilidade e impsiçã que recnheça a grande variedade de circunstâncias individuais de diferentes rganizações, e que a mesm temp permita um grau suficiente de cmparabilidade entre rganizações para atender a imprtantes necessidades de infrmaçã Esta Estrutura nã impõe indicadres de desempenh específics (KPIs), métds de mensuraçã u divulgaçã de temas individuais. Assim, é precis que as pessas respnsáveis pela preparaçã e apresentaçã de relat integradexerçam bm sens, dadas as circunstâncias específicas da rganizaçã, para determinar: Quais assunts sã materiais Cm eles sã divulgads, incluind a aplicaçã de métds de mensuraçã e divulgaçã cmumente aceits, cnfrme cas. Quand as infrmações de um relatóri integrad sã semelhantes a utras infrmações publicadas pela rganizaçã u fram baseadas em tais infrmações, elas sã elabradas na mesma base u sã facilmente recnciliáveis cm essas utras infrmações. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 7

9 1. UTILIZANDO A ESTRUTURA CONTINUOU Infrmações quantitativas e qualitativas 1.11 Indicadres quantitativs, tais cm KPIs e métrica mnetizada, bem cm cntext n qual estes sã dispnibilizads, pdem ser muit úteis para explicar cm uma rganizaçã gera valr e cm ela utiliza e afeta diverss capitais. Embra indicadres quantitativs pssam ser incluíds em um relatóri integrad sempre que ist fr viável e relevante: 1E A capacidade da rganizaçã de gerar valr é mais bem relatada pr mei da cmbinaçã de infrmações quantitativas e qualitativas (vide também parágraf 3.8 sbre a cnectividade das infrmações quantitativas e qualitativas). Um relatóri integrad nã tem pr bjetiv quantificar u mnetizar valr da rganizaçã em um pnt d temp, valr gerad a lng de um períd u suas utilizações u seus efeits sbre tds s capitais. (Vide também parágraf 4.53 para as características cmuns de indicadres quantitativs aprpriads). Frmat d relatóri e relaçã cm utras infrmações 1.12 Um relatóri integrad deve ser uma cmunicaçã designada e identificável Um relatóri integrad deve ser mais d que um resum de infrmações que cnstam em utras cmunicações (p. ex. demnstrações financeiras, relatóri de sustentabilidade, demandas de analistas u em sites na Internet); ele deve explicitar a cnectividade de infrmações para cmunicar cm se gera valr a lng d temp Um relatóri integrad pde ser elabrad para atender às exigências de cmpliance vigentes. Pr exempl, uma rganizaçã pde ser brigada pr uma lei lcal a elabrar um relatóri de administraçã u utr relatóri que frneça cntext para suas demnstrações financeiras. Se este relatóri fr elabrad cnfrme esta Estrutura, ele pde ser cnsiderad um relatóri integrad. Se fr exigid que relatóri inclua infrmações específicas além das requeridas pr esta Estrutura, relatóri ainda pde ser cnsiderad um relatóri integrad, cntant que esta utra infrmaçã nã culte as infrmações cncisas exigidas pr esta Estrutura Um relatóri integrad pde ser um relatóri independente u ser uma parte distinta, destacada e acessível de utr relatóri u infrme. Ele pde, pr exempl, ser incluíd n iníci de um relatóri que também abranja as demnstrações financeiras da rganizaçã Um relatóri integrad pde servir de "prta de entrada" para infrmações mais detalhadas, fra d infrme designad a qual está vinculad. A frma d víncul depende d frmat d relatóri integrad (p. ex. n cas de um relatóri impress, s vínculs pdem ser utras infrmações anexas; n cas de um relatóri em frmat eletrônic, pdem ser hyperlinks que levem a utras infrmações). 1F Aplicaçã da Estrutura 1.17 Qualquer cmunicaçã, que afirme ser um relatóri integrad e faça referências à Estrutura, deve atender a tdas as exigências identificadas em negrit e itálic, a mens que: A indispnibilidade de infrmaçã cnfiável u pribições legais específicas causem uma incapacidade de divulgar infrmações relevantes; A divulgaçã de infrmaçã relevante cause um dan cncrrencial significativ. (Vide parágraf 3.51.) 1.18 Em cas de indispnibilidade de infrmações cnfiáveis u de pribições legais específicas, um relatóri integrad deve: Indicar a natureza da infrmaçã mitida Explicar a razã da missã In Em cas de indispnibilidade de dads, devem ser identificadas as medidas tmadas para bter a infrmaçã e praz esperad para que ist acnteça. Orientações 1.19 O text nest a Estrutura, que nã está em negrit e itálic, prvê rientações para ajudar na aplicaçã das exigências. Nã é precis A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 8

10 1. UTILIZANDO A ESTRUTURA CONTINUOU que um relatóri integrad inclua tds s temas referenciads nas rientações. 1G Respnsabilidade pr um relatóri integrad 1.20 Um relatóri integrad deve incluir uma declaraçã ds respnsáveis pela gvernança cm: recnheciment de sua respnsabilidade pr assegurar a integridade d relatóri integrad recnheciment de terem aplicad pensament cletiv na preparaçã e na apresentaçã d relatóri integrad sua piniã u cnclusã quant a fat apresentaçã d relatóri integrad estar de acrd cm esta Estrutura u, se ele nã cntiver tal declaraçã, ele deve explicar: O papel desempenhad pels respnsáveis pela gvernança na preparaçã e na apresentaçã d relatóri integrad As medidas que estã send tmadas para incluir tal declaraçã em relatóris futurs O praz para fazê-l, que nã deverá ultrapassar terceir relatóri integrad da rganizaçã que faça referência a esta Estrutura. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 9

11 2. CONCEITOS FUNDAMENTAIS 2.1 Os cnceits fundamentais neste capítul sustentam e refrçam as exigências e as rientações d Mdel. 2A Intrduçã 2.2 Um relatóri integrad explica cm uma rganizaçã gera valr a lng d temp. Valr nã é gerad apenas pela rganizaçã u dentr dela. Ele é: Influenciad pel ambiente extern Criad pr mei das relações cm as partes interessadas Depende de diverss recurss. 2.3 Prtant, um relatóri integrad visa ferecer uma visã sbre: 2B O ambiente extern que afeta uma rganizaçã Os recurss e as relações usads e afetads pela rganizaçã, nesta Estrutura denminads cletivamente capitais, e que fram classificads na Seçã 2C em financeirs, manufaturads, intelectuais, humans, sciais e de relacinament, e naturais. Cm uma rganizaçã interage cm ambiente extern e cm s capitais para gerar valr n curt, médi e lng praz. Geraçã de valr para a rganizaçã e para s utrs 2.4 O valr gerad pr uma rganizaçã a lng d temp se manifesta pr mei de acréscims, decréscims u transfrmações de capitais causads pr atividades e prduts *ver glssári da rganizaçã. Este valr pssui dis aspects inter-relacinads. O valr é gerad para: A própria rganizaçã, que permite retrns financeirs as prvedres de capital financeir; Outrs (u seja, partes interessadas e a sciedade em geral). 2.5 Prvedres de capital financeir se interessam pel valr gerad pr uma rganizaçã para si mesma. Também se interessam pel valr que uma rganizaçã gera para s utrs, quand ist afeta a capacidade da rganizaçã de gerar valr para si mesma, u está relacinad a um bjetiv declarad da rganizaçã (p. ex. um prpósit scial explícit) que afete suas avaliações. 2.6 A capacidade de uma rganizaçã de gerar valr para si mesma está relacinada a valr que ela gera para utrs. Cnfrme mstra a Figura 1, ist acntece pr mei de uma gama ampla de atividades, interações e relacinaments, além de utrs, cm vendas a clientes, que estã diretamente assciads a mudanças n capital financeir. Estes incluem, pr exempl, s efeits das atividades e ds prduts da rganizaçã sbre a satisfaçã de clientes, a dispsiçã ds frnecedres de fazer negócis cm a rganizaçã e s terms e cndições destes negócis, bem cm as iniciativas que s parceirs cmerciais cncrdam em realizar cm a rganizaçã, a reputaçã da rganizaçã, as cndições impstas à rganizaçã pela sua licença para perar e a impsiçã de cndições sbre acadeia de frneciment u exigências legais. Figura 1 Valr gerad para a rganizaçã e para s utrs: 2.7 Quand interações, atividades e relacinaments frem relevantes à capacidade de uma rganizaçã de gerar valr para si mesma, devem ser incluíds n relatóri integrad. Ist também leva em cnta até que pnt s efeits sbre s capitais fram externads (u seja, custs u utrs efeits sbre capitais que nã pertencem à rganizaçã). A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 10

12 2. CONCEITOS FUNDAMENTAIS CONTINUOU 2.8 Externalidades pdem ser psitivas u negativas (u seja, pdem acarretar um aument líquid u reduçã líquida n valr cntid ns capitais). Externalidades pdem, em última instância, aumentar u reduzir valr gerad para uma rganizaçã. Prtant, s prvedres de capital financeir necessitam de infrmações sbre as externalidades relevantes para pder avaliar seus efeits e alcar recurss de maneira aprpriada. 2.9 Já que valr é gerad a lng de diferentes períds de temp e para diferentes partes interessadas pr mei de diferentes capitais, é imprvável que ele seja gerad através da maximizaçã de um únic capital, em detriment ds demais. Pr exempl, é imprvável que maximizar capital financeir (p. ex. lucr) em detriment de capital human (p. ex. pr mei de plíticas e práticas inadequadas de recurss humans) aumente valr para a rganizaçã n lng praz. 2C Os capitais Estque e flux de capitais 2.10 Tdas as rganizações dependem de diversas frmas de capital para seu sucess. Nesta Estrutura, capitais sã classificads em capital financeir, manufaturad, intelectual, human, scial e de relacinament e natural, embra - cnfrme explicad ns parágrafs rganizações que elabram relat integrads nã precisem adtar esta classificaçã Os capitais sã repsitóris de valr que aumentam, diminuem u se transfrmam pr mei de atividades e prduts da rganizaçã. Pr exempl, capital financeir de uma rganizaçã aumenta quand ela gera lucr, e a qualidade de seu capital human melhra quand s empregads recebem melhr treinament O estque geral de capitais nã permanece fix a lng d temp. Há um flux cnstante entre e dentr ds capitais à medida que eles aumentam, diminuem u se transfrmam. Pr exempl, quand uma rganizaçã melhra seu capital human pr mei de treinament para s empregads, s custs incrrids cm treinament reduzem seu capital financeir. O efeit é que capital financeir se transfrma em capital human. Embra ist seja um exempl simples e apresentad apenas da perspectiva da rganizaçã 1, ele reflete a interaçã e transfrmaçã cntínuas entre capitais, embra cm diferentes taxas e impacts Muitas atividades resultam em auments, reduções u transfrmações muit mais cmplexas d que exempl anterir e envlvem um cnjunt mais ampl de capitais u de cmpnentes dentr de um capital (p. ex. us de água para cultivar lavuras que alimentam gad, tds cmpnentes de capital natural) Embra rganizações visem gerar valr geral, ist pde envlver a diminuiçã d valr armazenad em alguns capitais, que resulta em um decréscim líquid n estque geral de capitais. Em muits cass, se efeit líquid é um acréscim u decréscim (u nenhum destes, ist é, quand valr é preservad) depende da perspectiva esclhida. Cm n exempl anterir, empregads e empregadres pdem valrizar treinament de maneiras diferentes. Nesta Estrutura, term geraçã de valr abrange situações, em que estque geral de capitais permanece inalterad u diminui (u seja, quand valr é preservad u reduzid). Categrias e descrições ds capitais 2.15 Para fins desta Estrutura, s capitais sã classificads e descrits cm segue: Capital financeir Cnjunt de recurss que: está dispnível a uma rganizaçã para ser utilizad na prduçã de bens u na prestaçã de serviçs é btid pr mei de financiaments, tais cm dívidas, ações u subvenções, u gerad pr mei de investiments. 1 Outras perspectivas abrangem aument n capital financeir de quem ministra treinament, devid a pagament recebid d empregadr, bem cm aument n capital scial que pssa crrer cas s empregads utilizem habilidades recémadquiridas para cntribuir para rganizações cmunitárias (vide também parágraf 4.56 sbre cmplexidade, interdependências e cmpensações). A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 11

13 2. CONCEITOS FUNDAMENTAIS CONTINUOU Capital manufaturad Objets físics manufaturads (diferentes de bjets físics naturais) dispníveis a uma rganizaçã para us na prduçã de bens u na prestaçã de serviçs, incluind: prédis equipaments infraestrutura (tais cm estradas, prts, pntes e plantas para tratament de esgt e água) Capital manufaturad é, muitas vezes, gerad pr utras rganizações, mas inclui ativs fabricads pela rganizaçã relatra para venda, u quand retids, para us própri. Capital intelectual sã intangíveis rganizacinais baseads em cnheciment, entre eles: prpriedade intelectual, tais cm patentes, direits autrais, sftware, direits e licenças capital rganizacinal", tais cm cnheciment tácit, sistemas, prcediments e prtcls Capital human As cmpetências, habilidades e experiência das pessas e suas mtivações para invar, incluind: seu alinhament e api à estrutura de gvernança, a gerenciament de riscs e as valres étics acapacidade de entender, desenvlver e implementar a estratégia de uma rganizaçã lealdade e mtivaçã para melhrar prcesss, bens e serviçs, incluind a capacidade de liderar, gerenciar e clabrar. Capital scial e de relacinament As instituições e s relacinaments dentr e entre cmunidades, grups de partes interessadas e utras redes, e a capacidade de cmpartilhar infrmações para melhrar bem-estar individual e cletiv. O capital scial e de relacinament abrange: padrões cmpartilhads, bem cm valres e cmprtaments cmuns relacinaments cm as principais partes interessadas e acnfiança e cmprmiss que uma rganizaçã desenvlve e prcura cnstruir e prteger cm as partes interessadas externas intangíveis assciads cm a marca e reputaçã desenvlvidas pr uma rganizaçã licença scial para a rganizaçã perar Capital natural Tds s recurss ambientais renváveis e nã renváveis e prcesss ambientais que frnecem bens u serviçs que apiam a prsperidade passada, presente e futura de uma rganizaçã. Ist inclui: água, terra, minerais e flrestas bidi a bidiversidade e a qualidade d ecssistema Nem tds s capitais sã relevantes u aplicáveis a tdas as rganizações. Embra a mairia das rganizações interaja, até cert pnt, cm tds s capitais, estas interações pdem ser relativamente insignificantes u tã indiretas que nã sejam suficientemente imprtantes para serem incluídas n relatóri integrad. O papel ds capitais nesta Estrutura 2.17 Esta Estrutura nã exige que um relatóri integrad adte as categrias acima identificadas nem que seja rganizad nas linhas ds capitais. Em vez dist, as principais razões para incluir s capitais nesta Estrutura sã para que sirvam: cm parte da sustentaçã teórica d cnceit da geraçã de valr (vide Seçã 2B) cm diretriz para assegurar que as rganizações levem em cnta tdas as frmas de capital utilizadas u afetadas pr elas Organizações pdem categrizar s capitais de maneiras diferentes. Pr exempl, relacinament cm partes interessadas externas e intangíveis assciads à marca e a reputaçã (ambs identificads cm partes d capital scial e de relacinament n parágraf 2.15) pdem ser cnsiderads, pr algumas rganizações, cm capitais separads, parte de utrs capitais u A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 12

14 2. CONCEITOS FUNDAMENTAIS CONTINUOU abrangend um númer de capitais individuais. Da mesma frma, algumas rganizações definem capital intelectual cm cmpst d que elas identificam cm send capital human, estrutural e de relacinament Independentemente da maneira cm uma rganizaçã categriza s capitais para seus própris prpósits, as categrias identificadas n parágraf 2.15 devem ser usadas cm diretriz que assegura que a rganizaçã nã negligencie capital usad u afetad pr ela. 2D O prcess de geraçã de valr 2.20 A Figura 2 mstra prcess de geraçã de valr. Os parágrafs a seguir cntêm uma breve explicaçã, que também identifica cm s cmpnentes da Figura 2 (sublinhads n text) se alinham cm s Elements de Cnteúd d Capítul O ambiente extern, incluind cndições ecnômicas, mudanças tecnlógicas, temas da sciedade e desafis ambientais, estabelece cntext, n qual a rganizaçã atua. A missã e a visã abrangem a rganizaçã cm um td, identificand seu bjetiv e sua intençã de maneira clara e cncisa. (Vide Element de Cnteúd 4A Visã geral rganizacinal e ambiente extern) 2.22 Os respnsáveis pela gvernança sã respnsáveis pr criar uma estrutura adequada de supervisã para apiar a capacidade da rganizaçã de gerar valr. (Vide Element de Cnteúd 4B Gvernança.) 2.23 N cerne da rganizaçã está seu mdel de negócis, que utiliza diverss capitais cm inputs e, pr mei de suas atividades empresariais, s cnverte em prduts (prduts, serviçs, subprduts e resídus). As atividades e s prduts da rganizaçã levam a impacts em terms de efeits sbre s capitais. A capacidade d mdel de negócis de se adaptar às mudanças (pr exempl, na dispnibilidade, qualidade e acessibilidade ds inputs) pde afetar a viabilidade da rganizaçã em prazs mais lngs. (Vide Element de Cnteúd 4C Mdel de Negócis.) 2.24 As atividades empresariais incluem planejament, design e a manufatura de prduts u a alcaçã de habilidades e cnheciment especializads na prestaçã de serviçs. Incentivar a cultura da invaçã é, muitas vezes, uma atividade cmercial principal n sentid de gerar nvs prduts e serviçs que antecipem a demanda ds clientes, intrduzind eficiências e us melhrad de tecnlgia, substituind insums para minimizar s efeits sciais e ambientais adverss e encntrand uss alternativs para s prduts. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 13

15 2. CONCEITOS FUNDAMENTAIS CONTINUOU Figura 2: O prcess de geraçã de valr 2.25 Os impacts sã as cnsequências internas e externas (psitivas e negativas) para s capitais, decrrentes das atividades empresariais e ds prduts da rganizaçã O mnitrament e a análise cntínus d ambiente extern, n cntext da missã e da visã da rganizaçã, identificam s riscs e as prtunidades relevantes à rganizaçã, sua estratégia e seu mdel de negócis. (Vide Element de Cnteúd 4D Riscs e prtunidades.) 2.27 A estratégia da rganizaçã identifica cm ela pretende minimizar u gerenciar s riscs e maximizar as prtunidades. Estabelece s bjetivs estratégics e as estratégias para alcança-ls, que sã implementadas através de plans de alcaçã de recurss. (Vide Element de Cnteúd 4E Estratégia e alcaçã de recurss.) 2.28 Uma rganizaçã precisa de infrmações sbre seu desempenh, que envlve estabeleciment de sistemas de mensuraçã e mnitrament para prver infrmações para a tmada de decisões. (Vide Element de Cnteúd 4F Desempenh.) 2.29 O prcess de geraçã de valr nã é estátic; revisões frequentes de cada cmpnente e suas interações cm utrs cmpnentes, bem cm fc na perspectiva da rganizaçã levam à revisã e refinament para melhrar tds s cmpnentes. (Vide Element de Cnteúd 4G Perspectiva.) A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 14

16 PARTE II O RELATÓRIO INTEGRADO A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 15

17 3. PRINCÍPIOS BÁSICOS 3.1 Os seguintes Princípis Básics sustentam a preparaçã e apresentaçã de um relatóri integrad, infrmam cnteúd d relatóri e a maneira pela qual a infrmaçã é apresentada: A Fc estratégic e rientaçã para futur B Cnectividade da infrmaçã C Relações cm partes interessadas D Materialidade E Cncisã F Cnfiabilidade e cmpletude G Cerência e cmparabilidade 3.2 Estes Princípis Básics se aplicam individualmente e cletivamente para fins de preparaçã e apresentaçã de um relatóri integrad. Assim, exige-se bm sens na sua aplicaçã, principalmente quand huver tensã entre eles (pr exempl, entre a cncisã e a cmpletude). 3A Fc estratégic e rientaçã para futur 3.3 Um relatóri integrad deve ferecer uma visã da estratégia da rganizaçã e cm ela se relacina cm a capacidade que a rganizaçã tem de gerar valr em curt, médi e lng praz, bem cm cm seu us e seus impacts sbre s capitais. 3.4 A aplicaçã deste Princípi Básic nã se limita as Elements de Cnteúd 4E Estratégia e alcaçã de recurs e 4G Perspectiva. Ele também nrteia a seleçã e apresentaçã de utr cnteúd, e pde incluir: O destaque de riscs, prtunidades e dependências significativs decrrentes da psiçã de mercad e d mdel de negócis da rganizaçã As piniões ds encarregads da gvernança sbre: the relacinament entre desempenh passad e futur, e s fatres que pdem alterar este relacinament cm a rganizaçã equilibra s interesses de curt, médi e lng praz cm a rganizaçã aprendeu de experiências anterires para determinar direções estratégicas futuras. 3.5 A adçã de um fc estratégic e uma rientaçã para futur (vide também parágrafs 3.52 e 3.53) inclui a clara articulaçã sbre cm a dispnibilidade, qualidade e acessibilidade cntínuas de capitais significativs cntribuem para a capacidade de uma rganizaçã de alcançar seus bjetivs estratégics n futur e de gerar valr. 3B Cnectividade da infrmaçã 3.6 Um relatóri integrad deve mstrar uma imagem hlística da cmbinaçã, da interrelaçã e das dependências entre s fatres que afetam a capacidade da rganizaçã de gerar valr a lng d temp. 3.7 Quant mais pensament integrad estiver enraizad nas atividades de uma rganizaçã, mair será a naturalidade cm a qual a cnectividade da infrmaçã fluirá para relat a análise, a tmada de decisã gerencial e, cnsequentemente, relatóri integrad. 3.8 As principais frmas de cnectividade da infrmaçã incluem cnectividade entre: Os Tópicss de Cnteúd. O relatóri integrad cnecta s Elements de Cnteúd numa imagem cmpleta que reflete as interações dinâmicas e sistêmicas das atividades da rganizaçã cm um td. Pr exempl: (Eu diria: RI relacina s tópics de cnteúd para mstrar a integra das interações dinâmicas e sistêmicas das atividades da rganizaçã em cnjunt. uma análise da alcaçã atual de recurss e de cm a rganizaçã cmbina recurss u faz investiments adicinais para alcançar desempenh almejad infrmações sbre cm a estratégia da rganizaçã está adaptada quand, pr exempl, sã identificads nvs riscs e prtunidades, u desempenh passad nã fi A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 16

18 3. PRINCÍPIOS BÁSICOS CONTINUOU cnfrme esperad linking vincula a estratégia e mdel de negócis da rganizaçã cm as mudanças em seu ambiente extern, tais cm auments u reduções n ritm das mudanças tecnlógicas, crescentes expectativas da sciedade e escassez de recurss na medida em s limites d planeta sã atingids que. O passad, presente e futur. Uma análise feita pela rganizaçã de suas atividades passadas e presentes pde ferecer infrmações úteis para avaliar a razabilidade d que fi relatad sbre períd em questã. A explicaçã d períd d passad a presente pde ser útil também para a análise das capacidades existentes e a qualidade da administraçã. Os capitais. Abrange as interdependências e trade ffs entre s capitais e cm as mudanças na dispnibilidade, na qualidade e na acessibilidade deles afetam a capacidade de uma rganizaçã de gerar valr. Infrmações financeiras e utras infrmações. Pr exempl, as implicações para: cresciment de receita u de participaçã esperads ( prjetads ) em decrrência das plíticas de pesquisa e desenvlviment/knwhw u investiment em capital human adtadas. reduçã de custs u nvas prtunidades de negócis em plíticas ambientais, eficiência energética, cperaçã cm cmunidades lcais u tecnlgias para lidar cm temas sciais as receitas e cresciment ds lucrs em cnsequência de relações de lng praz cm clientes, da satisfaçã de clientes u a reputaçã. Infrmações quantitativas e qualitativas. Tant infrmações qualitativas cm quantitativas sã necessárias para que um relatóri integrad represente crretamente a capacidade de uma rganizaçã de gerar valr, pis cada uma delas cria um cntext para a utra. A inclusã de KPIs cm parte de uma explicaçã descritiva pde ser uma maneira eficaz de cnectar infrmações quantitativas e qualitativas. Infrmações gerenciais, d Cnselh e relatadas externamente. Pr exempl, cnfrme bservad n parágraf 4.53, é imprtante que s indicadres quantitativs em um relatóri integrad sejam cerentes cm s indicadres utilizads externamente pels respnsáveis pela gvernança. Infrmações n relatóri integrad, em utras cmunicações da rganizaçã e de utras fntes. Ist recnhece que tdas as cmunicações de uma rganizaçã precisam ser cerentes e que, a fazer uma avaliaçã, a infrmaçã frnecida pela rganizaçã nã deve ser lida isladamente, e sim, junt cm infrmações de utras fntes. 3.9 A cnectividade de infrmaçã, bem cm a utilidade geral de um relatóri integrad, aumenta quand é estruturada lgicamente, bem apresentada, escrita em linguagem clara, inteligível e livre de jargões, bem cm quand inclui meis eficazes de navegaçã, tais cm seções claramente delineadas (mas interligadas) e referências cruzadas. Neste cntext, a tecnlgia da infrmaçã e da cmunicaçã pde ser usada para melhrar a capacidade de pesquisar, acessar, cmbinar, cnectar, custmizar, reutilizar u analisar infrmações. 3C Relações cm partes interessadas 3.10 Um relatóri integrad deve prver uma visã da natureza e da qualidade das relações que a rganizaçã mantém cm suas principais partes interessadas, incluind cm e até que pnt a rganizaçã entende, leva em cnta e respnde as seus legítims interesses e necessidades Este Princípi Básic reflete a imprtância das relações cm as principais partes interessadas, pis, cnfrme bservad em parágraf 2.2, valr nã é gerad smente pr u dentr da rganizaçã, e sim pr mei das relações cm utras partes interessadas. Ist nã quer dizer que um relatóri integrad deva prcurar satisfazer as necessidades de infrmaçã de tdas as partes interessadas. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 17

19 3. PRINCÍPIOS BÁSICOS CONTINUOU 3.12 As partes interessadas frnecem visões úteis sbre temas que lhes sã imprtantes, incluind temas ecnômics, ambientais e sciais que também afetam a capacidade da rganizaçã de gerar valr. Estas visões pdem ajudar a rganizaçã a: Entender cm as partes interessadas percebem valr Identificar tendências que, de frma geral, ainda nã tenham atraíd a atençã, mas cuja relevância seja crescente Identificar temas relevantes, incluind riscs e prtunidades Desenvlver e avaliar estratégias Gerenciar riscs Implementar atividades, incluind respstas estratégicas e prestaçã de cntas ds temas materiais Lidar cm as partes interessadas é alg que acntece nrmalmente n curs rtineir ds negócis (p. ex. cntat d dia-a-dia cm clientes u frnecedres, u um cntat mais ampl e cntínu cm parte d planejament estratégic e da avaliaçã de riscs). Também pde acntecer para uma finalidade específica (p. ex. cntat cm uma cmunidade lcal a planejar a extensã de uma fábrica). Quant mais pensament integrad estiver enraizad n negóci, mair é a prbabilidade de que a cnsideraçã ds legítims interesses e necessidades das principais partes interessadas seja incrprada na cnduçã nrmal d negóci Um relatóri integrad aumenta a transparência e a prestaçã de cntas, essenciais para cnstruir cnfiança e resiliência, a divulgar cm s legítims interesses e necessidades das principais partes interessadas sã cmpreendids, levads em cnta e tratads em decisões, ações e desempenh, bem cm na cmunicaçã cntínua A prestaçã de cntas está intimamente assciada a cnceit de gestã e de respnsabilidade de uma rganizaçã pr cuidar u utilizar, de maneira respnsável, s capitais afetads pr suas atividades e prduts. Quand s capitais sã a prpriedade da rganizaçã, uma respnsabilidade de gestã se impõe à administraçã e as respnsáveis pela gvernança através de suas respnsabilidades legais referentes à rganizaçã Quand s capitais sã de prpriedade de utrs, u nã têm dn, a respnsabilidade pela gestã pde ser impsta pr lei u pr regulamentaçã (p. ex. pr mei de um cntrat cm s prprietáris u pr mei de leis trabalhistas u regulamentações de prteçã ambiental). Quand nã há nenhuma respnsabilidade legal de gestã, a rganizaçã pde ter uma respnsabilidade ética de aceitar u ptar pr aceitar a respnsabilidade de gestã e ser nrteada neste sentid pelas expectativas das partes interessadas. 3D Materialidade 3.17 Um relatóri integrad deve divulgar infrmações sbre assunts que afetam, de maneira significativa, a capacidade de uma rganizaçã de gerar valr em curt, médi e lng praz. O prcess para determinar materialidade 3.18 O prcess para determinar materialidade para fins de preparaçã e apresentaçã de um relatóri integrad envlve: a identificaçã de temas relevantes, cm base na sua capacidade de afetar a geraçã de valr, cnfrme abrdad na Seçã 2B (vide parágrafs 3.21a 3.23) a avaliaçã da imprtância de temas relevantes n tcante a seu efeit cnhecid u ptencial sbre a geraçã de valr (vide parágrafs 3.24 a 3.27) A pririzaçã de temas cm base na sua imprtância relativa (vide parágraf 3.28) A determinaçã de infrmações a serem divulgadas sbre temas relevantes (vide parágraf 3.29) Este prcess se aplica tant a temas psitivs quant negativs, incluind riscs e prtunidades, e desempenhs u perspectivas favráveis u desfavráveis. Também se aplica a infrmações financeiras e utras. Tais temas pdem ter implicações diretas para a rganizaçã em si u pdem afetar s capitais pertencentes u dispníveis a utrs. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 18

20 3. PRINCÍPIOS BÁSICOS CONTINUOU 3.20 Para ser mais eficaz, prcess que determina materialidade está integrad as prcesss de gestã da rganizaçã e inclui cntat regular cm frnecedres de capitais financeirs e utrs, assegurand que relatóri integrad cumpra sua finalidade principal, cnfrme bservad n parágraf 1.7. Identificand temas relevantes 3.21 Temas relevantes sã aqueles que afetam u pdem afetar a capacidade de uma rganizaçã de gerar valr. Os temas sã determinads a se cnsiderar seu efeit sbre estratégia, gvernança, desempenh u as perspectivas da rganizaçã Nrmalmente, s temas relacinads à geraçã de valr discutids em reuniões entre s respnsáveis pela gvernança sã cnsiderads relevantes. Entender as perspectivas das principais partes interessadas é crític para identificar temas relevantes Assunts que pdem ser facilmente tratads em curt praz, mas que se nã frem serã mais difíceis u danss de lidar em médi e lng praz, precisam ser incluíds n grup de assunts relevantes. Temas nã devem ser excluíds simplesmente pel fat de a rganizaçã nã desejar abrdá-ls u nã saber lidar cm eles. Avaliand a imprtância 3.24 Nem tds s temas relevantes sã cnsiderads materiais. Para ser incluíd em um relatóri integrad, um tema também precisa ser suficientemente imprtante n que diz respeit a seu efeit cnhecid u ptencial sbre a geraçã de valr. Ist envlve a avaliaçã da magnitude d efeit d tema e, se huver incerteza quant à crrência d mesm, a prbabilidade de que mesm venha a crrer A magnitude é avaliada quand se cnsidera se efeit d tema sbre a estratégia, a gvernança, desempenh e as perspectivas da rganizaçã é tal que ele tenha ptencial de influenciar, de frma expressiva, a geraçã de valr a lng d temp. Ist exige um julagament e depende da natureza d tema em questã. Temas pdem ser cnsiderads relevantes, seja individualmente u em cnjunt A avaliaçã da magnitude de um tema nã implica na necessidade de quantificar seu efeit. Dependend da natureza d tema, uma avaliaçã qualitativa pde ser mais aprpriada A avaliar a magnitude d efeit, a rganizaçã deve levar em cnta: Fatres quantitativs e qualitativs Perspectivas financeiras, estratégicas, de reputaçã e regulatórias Are Área impactada, seja intern u extern Temp de impact. Pririzand temas imprtantes 3.28 Uma vez identificad grup de temas imprtantes, eles sã pririzads cm base na sua magnitude. Ist ajuda a fcar ns temas mais imprtantes e determinar cm eles sã relatads. Determinand as infrmações a serem divulgadas 3.29 Aplica-se bm sens a determinar as infrmações a serem divulgadas sbre temas materiais. Ist exige que diferentes perspectivas sejam cnsideradas, tant internas cm externas, e cnta cm auxíli d cntat regular cm frnecedres de capitais financeirs e utrs, garantind assim que relatóri integrad cumpra sua finalidade principal, cnfrme mencinad n parágraf 1.7. (Vide também parágrafs 4.50 a 4.52.) Limites de relatóri 3.30 O cnceit de limites d relat é essencial a prcess de determinaçã de materialidade. Determinar limites para um relatóri integrad é regid pr dis aspects: A entidade dede relatóri financeir (u seja, s limites usads para fins de relat financeir) Riscs, prtunidades e impacts atribuíveis u assciads a utras entidades/partes interessadas além da entidade dede relat financeir, que tenham um efeit significativ sbre a capacidade da entidade dede relatóri financeir de gerar valr. A Estrutura Internacinal para Relat Integrad 19

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