DATA WEBHOUSE. Palavras-chave: Data warehouse, Data webhouse, Seqüência de Cliques (clickstream).

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DATA WEBHOUSE. Palavras-chave: Data warehouse, Data webhouse, Seqüência de Cliques (clickstream)."

Transcrição

1 Mestrado em Ciências da Computação - UEM Tópicos Avançados em Sistemas de Informação I Orientação Prof. Dra. Maria Madalena Dias DATA WEBHOUSE Aleksandro Montanha José Luiz de Souza Gomes Kessia Rita da Costa Marchi 1 Resumo A crescente mudança relacionada a tecnologias computacionais e a necessidade de melhor conhecer seus clientes, vem possibilitando um aumento considerável do volume de dados nas organizações. A manipulação destas informações e sua extração a fim que auxilie na tomada de decisões, estão transformando o data warehouse numa ferramenta cada vez mais necessária para as empresas. Concomitantemente, o crescimento da Internet em números de usuários e informações, assim como sua facilidade de utilização, proporciona um ambiente ideal para a captação de informações a respeito de clientes, assim como a divulgação do data warehouse. Este trabalho descreve um estudo sobre trazer a web para o data warehouse, com a finalidade de melhor conhecer os clientes, descrevendo seus perfis e possibilitando a geração de páginas dinâmicas personalizadas, com a intenção de gerar mais negócios e aumentar a rentabilidade da organização. E também trazer o data warehouse para a internet, proporcionando uma melhor divulgação das informações da organização. Palavras-chave: Data warehouse, Data webhouse, Seqüência de Cliques (clickstream). 1 Aleksandro MONTANHA Técnologo em Processamento de dados pela Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Univale, Especialista em Análise de Sistemas pelo Centro de Ensino Superior de Londrina Cesulon Coordenador do curso Técnologia de Processamento de Dados da Univale e Professor Universitário;José Luiz de Souza GOMES de Informática da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UEM, Tecnólogo em Processamento de Dados pela Universidade Estadual de Maringá UEM, Atuante no Projeto de Pesquisa para a Informatização da PPG/UEM e Suporte à usuários da Plataforma Lattes Institucional; Kessia Rita da Costa MARCHI Docente do Curso de Sistemas de Informação na Universidade Paranaense Unipar. Especialista em Desenvolvimento para Internet pelo Centro de Ensino Superior de Maringá CESUMAR, Especialista em Marketing, Recursos Humanos, Qualidade Total pela Faculdade de Educação Ciências e Letras de Paranavaí FAFIPA, Bacharel em Ciências da Computação pela UNIPAR.

2 Introdução Atualmente, o mundo vive em um cenário de inúmeras mudanças relacionadas a tecnologias computacionais, o que desencadeia um crescente aumento na demanda por informações organizadas e que devem estar disponíveis no momento certo para as pessoas certas, possibilitando que profissionais e organizações mantenham-se no mercado de trabalho de forma competitiva e inovem suas atuações a fim de agradar e satisfazer cada vez mais seus clientes. A importância em deter informações sobre negócios e clientes, permite a criação de estratégias de marketing que reduzem os riscos, possibilitando a identificação do perfil e preferências de cada cliente, além de gerenciar o relacionamento com a empresa, isto é, a aplicação do CRM (Customer Relationship Management Gerenciamento do relacionamento com o cliente), e também tornando imprescindível o acesso a informações relevantes sobre a organização para a tomada de decisões. É neste enfoque que se verifica o quanto a WEB vem alterando alguns valores culturais, principalmente no que diz respeito à forma de comunicação e a maneira de conduzir os negócios nas organizações, utilizando informações disponíveis neste espaço virtual. E ainda, nota-se que a utilização de tecnologia como a de data warehouse e posteriormente, a análise através de um minerador de dados (data mining) traz resultados significativos. Com a revolução web, notou-se um avanço no data warehouse porque em diversas situações é ele quem controla e analisa experiências organizacionais e, neste cenário da web, sua responsabilidade aumenta, sendo necessários ajustes em sua natureza, marcando o renascimento do data warehouse como data webhouse [1]. O data webhouse apresenta duas personalidades, sendo a primeira, a introdução da web no data warehouse, onde, a interação dos usuários através da navegação em sites web gera uma imensa fonte de dados comportamentais a respeito de internautas e/ou clientes da organização. A segunda personalidade é trazer o data warehouse existente para a web, tornando todas as suas interfaces disponíveis por meio de Browsers, facilitando assim a consulta aos dados e tratando todas as questões relativas a 2

3 ambientes distribuídos, adotando uma arquitetura que permita ilhas separadas de data warehouse através da web. Este artigo descreve um estudo conceitual referentes a estas duas personalidades do data webhouse, mostrando como este se difere do data warehouse convencional. Trazer a Web para o Data warehouse Com a web, é possível identificar o comportamento do internauta através de sua interação com o site, extraindo informações relevantes que permite prever o comportamento do cliente, capturando a sua seqüência de cliques (clickstream), e a partir da análise nestes dados capturado, possibilitando a personalização do conteúdo visitado pelo mesmo em visitas futuras. A seqüência de cliques é uma série cronológicas de todas as ações realizadas pelo internauta, originando-se de um ou vários servidores, podendo ser agrupados, resultando em uma fonte de dados que pode ser armazenada em diversos tipos de arquivos de log [2]. Após a captura, é necessário preparar o arquivo de seqüência de cliques para realizar uma análise no comportamento, pois, a seqüência de cliques em estado bruto não é uma descrição útil de comportamento, podendo levar a conclusões precipitada. Entretanto, não podemos agregar a seqüência de cliques em um pequeno número de descrição de propósito e jogar fora os detalhes, é possível ter muitas interpretações em longo prazo, a partir de um conjunto de eventos de páginas, como exemplo Comprar um produto e em curto prazo, apenas obter descrições sobre o produto [1]. Ao preparar um arquivo de log para a análise comportamental, é preciso levar em consideração algumas situações que possibilitam uma melhor avaliação sobre o perfil do usuário, como: Sincronização de dados: O conteúdo de um data webhouse pode estar distribuído em diversos servidores web, esta arquitetura sugere uma sincronização de tempo 3

4 para obter um resultado adequado. Esta sincronização é recomendada que seja em centésimo de milésimo de segundos e realizada através de ferramentas técnicas adequadas a esta tarefa. o As etapas para alcançar a sincronização de dados são: Redução da flutuação de cada relógio em relação ao tempo padrão. Sincronização de todos os relógios em um servidor mestre. Sincronização de todos os sistemas a este servidor. Anonimato da sessão: É importante preservar a confiança do internauta em relação ao site, para que o mesmo retorne. Para isto, evitar solicitações ao visitante para que forneça informações sobre si próprio é absolutamente necessário. Para identificar o internauta no webhouse pode fazer o uso de ID persistente, aumentando o grau de confiança entre o internauta e o site. Identificação do usuário: A identificação persistente é registrada na máquina através de Cookies, porém, não é possível ter certeza qual o membro da família ou o funcionário da empresa que está acessando o site, um outro problema encontrado na identificação persistente é quando o mesmo usuário acesse o site de diversas máquinas - usuário itinerante, nesta situação é interessante obter algum tipo de conexão, entretanto há o risco em que usuário estabeleça identidades diferentes para cada local de acesso. Os usuários itinerantes se tornam candidatos atraentes para o marketing on line, portanto, a capacidade de identificar e integrar esse tipo de usuário é um fator significativo para obter sucesso pretendido. Análise Comportamental A análise comportamental é obtida através de ações que o usuário executa durante sua visita no site. Esse comportamento oferece condições de fornecer insights valiosos sobre a eficácia do site. Identificar os hábitos de navegação de um internauta, possibilita a montagem dinâmica de conteúdo no momento de sua visita, tornando o site mais atrativo. 4

5 No momento da análise comportamental, há muitos aspectos que podem ser medidos e registrados por um site adequadamente instrumentalizado, como: Ponto de Entrada: identificar por onde que o internauta chegou ao site. Informação importante para o marketing e o projeto; Permanência (dwell): calcular o tempo real que o internauta permanece em cada site. Esta tarefa é bastante complexa, tendo em vista que o internauta pode deixar o seu browser aberto e se ausentar da frente do computador; Consultas: conhecer os argumentos de pesquisas que o internauta digita em um formulário Web; Navegação Intra Site: através de como o internauta navega no site, pode fornecer padrões de medidas; Ponto de Saída: se resume em identificar se o internauta saiu do site; Requisitos de Personalização A personalização de um site distingui-se da customização. A customização referese a capacidade do internauta de, explicitamente, configurar suas preferências, identificando quais são seus itens preferidos e em que página deverá aparecer. Já a personalização é uma filtragem colaborativa automática (automatic collaborative filtering ACF) onde o conteúdo apresentado para o internauta é selecionado com base em conteúdos visitados por outros internautas. Há muitos sistemas de ACF e certamente o data webhouse pode servir como base fundamental para a seleção e encontrar correlações que recomendariam o conteúdo [1]. Para a utilização da personalização, pode-se utilizar técnicas de monitoramento disponíveis, como: Reconhecimento de re-visitas; Filtragem colaborativa ativa; Eventos de calendário e de estilo de vida; Localização demográfica; 5

6 A arquitetura de um webhouse A demanda da web forçou os autores a repensar na arquitetura de um data warehouse, com o aumento do ritmo da tomada de decisões de negócios, é necessário exigir uma posição abrangente do negócio em tempo real como também, querer simultaneamente respostas a perguntas amplas sobre o comportamento dos clientes. A figura abaixo ilustra os componentes típicos de um data webhouse e não deve ser interpretada como a única configuração possível. Visitante com navegador ISP do visitante A WEB Servidor da Web público Servidor de diretório Firewall privado Logs de seqüência de cliques seguro Respostas do computador Cache de resposta automática Upload e download de respostas automáticas Servidor de Aplicativos de Data Webhouse (Extrai, Transforma, Carrega) Servidor de transações Comerciais e Aplicativos Públicos Mecanismos relacionais De DBMS e OLAP Conjunto de Servidores de Data Webhouse (distribuídos e duplicados) Documento, Imagem, Servidor de Mídia Figura 1: Uma amostra de arquitetura de Data Webhouse. Na parte superior, há um usuário remoto, conectado à Web através um Provedor de Serviços de Internet (Internet Service Provider ISP). Pressupõe-se que os componentes abaixo da nuvem da web seja de uma única entidade comercial. 6

7 O servidor de web público deve ser capaz de gerar todas as possíveis cargas de informação, estáticas ou dinâmicas que sejam solicitadas pela web. O servidor de transação comercial tem a finalidade de registrar as transações significativas ao negócio. Sendo sua função totalmente diferente do servidor da web público. É recomendado para qualquer tipo de negócio sério, que esses dois servidores sejam lógica e fisicamente separados e conectados através de conexões seguras. Na parte inferior da figura 1, descreve-se o data webhouse. Uma melhor maneira de visualizá-lo é entendendo-o como um data warehouse capacitado para a web. Cada servidor apresenta um papel diferente. O Cachê de resposta automática é um tipo de ODS (operational data store Armazenamento operacional de dados) que responde imediatamente as necessidades do servidor web. Como este servidor não possui tempo hábil para executar consultas complexas, interagem com o servidor de aplicativo de data webhouse e dos mecanismos relacionais de banco de dados, onde estes preparam muitos dos resultados necessários para a recuperação de informação em tempo real e os carrega para o cachê de resposta automática. Projetando um Data Webhouse Assim como em demais projetos, a questão da análise é imprescindível para sucesso do projeto do data webhouse. Antes de iniciar o trabalho de busca de informações provenientes de seqüência dos cliques de clientes no ambiente web, faz-se necessária a entrevista com executivos e/ou pessoas responsáveis por departamentos, para estabelecer os critérios que irão guiar qualquer tipo de mineração bem como a forma que será obtido o conhecimento sobre assuntos de interesse da empresa. Também é necessária a criação de rótulos, permitindo que os eventos das páginas sejam classificados e codificados, e ainda uma tabela separada mantendo os índices de conteúdo para HTML estáticos, fazendo referencia cruzada em URLs específicos. Já os índices de conteúdo para HTML dinâmica devem derivar diretamente do aplicativo fornecedor de conteúdo. A criação desses índices deve acontecer através de uma tabela de código, também, fazendo parte do projeto de data webhouse, a descrição dos servidores de cookies utilizados e a criação de um repositório de dados pessoais. 7

8 Por que trazer o data warehouse para a web A partir da necessidade de divulgação e movimento do data warehouse tornou-se impossível não pensar em trazer o data warehouse para a web. A web oferece diversos benefícios que facilitam a divulgação e movimentação do data warehouse. Na internet é possível estabelecer conexões rápidas e encontrar informações variadas, 24 horas por dia, 7 dias por semana, constantemente atualizadas. Apresenta facilidade de acesso aos dados, sendo necessário apenas a utilização de um Browser possibilitando que qualquer pessoa seja capaz de preencher um formulário. Para tornar possível a divulgação do data warehouse na web é necessário seguir algumas regras de usabilidade impostas pela web. Sendo: Facilidade de utilização pelo usuário: Na web, a relação de usabilidade deve ser significativamente elaborada, proporcionando ao internauta a fácil manipulação; Vocabulário fácil: Não é recomendado o uso de linguagens técnicas, possibilitando um amplo acesso por diversos tipos de usuários; Velocidade no acesso aos dados: Oferecer um tempo de resposta eficiente é indispensável ao sucesso da divulgação do data warehouse na web. Apesar de seus dados serem históricos o que torna o acesso mais demorado, sua modelagem deve ser efetuada de forma que proporcione uma maior velocidade ao internauta, não deixando indefinidamente aguardando uma resposta a uma consulta. Natureza Multicultural da web: As informações dispostas no webhouse devem ter uma padronização internacional, tendo em vista o seu uso global. Formato multimídia: Na web, é possível entregar os resultados do data warehouse em um formato multimídia, fornecendo sons, imagens, animações, vídeos e mapas, facilitando a interpretação e leitura dos mesmo. E ainda, proporcionar o armazenamento dos dados pesquisados em formatos diferentes de arquivos, como arquivos em extensão PDF, planilhas ou arquivos textos; 8

9 Segurança e privacidade: Para garantir que o acesso aos dados sejam exclusivamente por pessoas autorizadas, é extremamente importante ter na equipe um especialista em segurança de rede, capaz de entender e especificar um sistema de segurança instalado e distribuído para a web. Explorando dados a partir do webhouse A exploração de dados é um aglomerado de técnicas de análise poderosas para dar sentido a conjuntos de dados muito grandes. Não existe uma abordagem completa, o que existe é uma combinação de técnicas, que vem evoluindo ao longo do tempo tendo sua origem na década de 60 com Análise estatística. No final da década de 80, alcançando o auge da Inteligência Artificial, fazendo o uso da Lógica de Fuzzy, Pensamento heurístico e Redes Neurais. E na década de 90, foi extraído o melhor de cada técnica. As atividades necessárias para a exploração de dados são: Agrupamento o Ex.: selecionar um grande número de clientes não diferenciados e ver se formam grupos naturais; Classificação. o Ex.: examinar um cliente candidato e atribuí-lo a um grupo. Envolve uma decisão; Estimativa e previsão. o Ex.: Resultam em medida numérica. Estimativa procura descobrir dados baseados em um perfil de grupo. Previsão procura determinar um resultado que ocorrerá no futuro. Agrupamento por afinidade: Tipo especial de agrupamento que identifica eventos ou transações que ocorrem simultaneamente. o Ex.: análise da cesta de compra. Dentro dessas atividades, é possível envolver, entre outras tarefas, a transformação de dados de legado. Por exemplo, de EBCDIC para ASCII ou Unicode, a exclusão de 9

10 campos indesejáveis, a criação de códigos de interpretação em textos, a combinação de dados de múltiplas fontes e a Interpretação dos valores dos dados de legado. Profissionais Em qualquer projeto, existe a necessidade de delegar funções e atribuições a indivíduos que compõem a equipe de estudo, implantação e manutenção. Em um projeto Webhouse, surgem novos nomes, que estabelecem um novo nicho de trabalho onde se locam diversas habilidades destinadas a desempenhar tarefas especificas de um modelo webhouse. Sendo eles: Frente o Patrocinador do negócio o Patrocinador de IT o Condutor do negócio TREINAMENTO o Gerente Geral de Projeto o Líder de Projeto do Negócio BASE o Analista do Negócio o Modelador de Dados o Administrador de Banco de Dados o Administrador de Sistemas do Site da Web o Projetista de Sistemas de Pré-consolidação de Dados o Desenvolvedor de Aplicativos de Usuário Final o Desenvolvedor de CRM o Especialista de Suporte Técnico o Programador da Pré-consolidação de Dados (data staging) o Especialista em extração de logs da Web o Administrador de Dados o Especialista de Suporte do Sistema de Produção o Gerente de Garantia de Qualidade o Coordenador (gatekeeper) de garantia de qualidade 10

11 Conclusão Este estudo, ainda que preliminar, observou a importância de atrair e fidelizar clientes, fazendo uso da tecnologia de data webhouse. Buscando uma perspectiva mais ampla no relacionamento com o cliente e divulgando informações resultantes de consultas de seu data warehouse. Notou-se ainda que a arquitetura do data webhouse precisa ser ajustada para a nova realidade proporcionada pela web. Fazendo com que o seu projetista tenha que dominar a onda da web, comprometendo-se com uma arquitetura flexível, permitindo adaptações para novas consultas, quando se fizer necessário. Referências Bibliográficas [1] KIMBAL, Ralph; MERZ, Richard. Data webhouse: construindo o data warehouse para a web. Rio de Janeiro: Campus, [2] PERNAS, Ana M R. Modelagem de um Data Webhouse voltado a Produção e Comercialização de sementes. Monografia (Curso de Ciência da Computação) UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS. Disponível por WWW em (acesso em 08/11/2005). [3] NASCIMENTO, Luciana Farias. Uma ferramenta de suporte a Clickstream Analysis e CRM. Monografia (Curso de Administração) UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR. Disponível por WWW em (acesso em 08/11/2005). [4] KIMBALL, Ralph, The Data Warehouse Toolkit. Rio de Janeiro: Campus,

Data Webhouse. FABIANO AUGUSTO GOMES* fabiano_ag@yahoo.com.br. IREMAR NUNES DE LIMA** iremar.prof@newtonpaiva.br

Data Webhouse. FABIANO AUGUSTO GOMES* fabiano_ag@yahoo.com.br. IREMAR NUNES DE LIMA** iremar.prof@newtonpaiva.br Data Webhouse FABIANO AUGUSTO GOMES* fabiano_ag@yahoo.com.br IREMAR NUNES DE LIMA** iremar.prof@newtonpaiva.br Resumo Visando atender à necessidade de melhorar a qualidade de seus sites e conhecer o comportamento

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse

Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse. Fases para um Projeto de Data Warehouse Definição escopo do projeto (departamental, empresarial) Grau de redundância dos dados(ods, data staging) Tipo de usuário alvo (executivos, unidades) Definição do ambiente (relatórios e consultas préestruturadas

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI Noções de sistemas de informação Turma: 01º semestre Prof. Esp. Marcos Morais

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

DATA WAREHOUSE. Introdução

DATA WAREHOUSE. Introdução DATA WAREHOUSE Introdução O grande crescimento do ambiente de negócios, médias e grandes empresas armazenam também um alto volume de informações, onde que juntamente com a tecnologia da informação, a correta

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Prof a.:lillian Alvares Fóruns óu s/ Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias

Leia mais

CRM - Customer Relationship Management

CRM - Customer Relationship Management Profª Carla Mota UCB 2014 Unid 2 aula1 CRM - Customer Relationship Management Estratégia de negócio voltada ao entendimento e a antecipação das necessidades dos clientes atuais e potenciais de uma empresa.

Leia mais

Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br

Data Warehousing. Leonardo da Silva Leandro. CIn.ufpe.br Data Warehousing Leonardo da Silva Leandro Agenda Conceito Elementos básicos de um DW Arquitetura do DW Top-Down Bottom-Up Distribuído Modelo de Dados Estrela Snowflake Aplicação Conceito Em português:

Leia mais

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015. Big Data Analytics:

Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015. Big Data Analytics: Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão e Tecnologia da Informação - Turma 25 20/03/2015 Big Data Analytics: Como melhorar a experiência do seu cliente Anderson Adriano de Freitas RESUMO

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 6 ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Fóruns Comunidades de Prática Mapeamento do Conhecimento Portal Intranet Extranet Banco de Competências Memória Organizacional

Leia mais

Cross-Channel Marketing Platform. Aproximando marcas e consumidores em tempo real.

Cross-Channel Marketing Platform. Aproximando marcas e consumidores em tempo real. Cross-Channel Marketing Platform Aproximando marcas e consumidores em tempo real. Integração de dados muito mais completa. Obtenha visão panorâmica dos clientes por meio de insights relevantes. Tudo começa

Leia mais

NCR CONNECTIONS. CxBanking

NCR CONNECTIONS. CxBanking CxBanking NCR CONNECTIONS Nossa soluc a o multicanal permite aos bancos implementar rapidamente servic os empresariais personalizados em canais fi sicos e digitais. Um guia de soluções da NCR Visão geral

Leia mais

Automação de Locais Distantes

Automação de Locais Distantes Automação de Locais Distantes Adaptação do texto Improving Automation at Remote Sites da GE Fanuc/ Water por Peter Sowmy e Márcia Campos, Gerentes de Contas da. Nova tecnologia reduz custos no tratamento

Leia mais

WWW.OUTSIDE.COM.BR Outside On-Line LTDA Telefone: +55 (19) 3869-1484 (19) 9 9441-3292 (claro) Email: carlos@outside.com.br

WWW.OUTSIDE.COM.BR Outside On-Line LTDA Telefone: +55 (19) 3869-1484 (19) 9 9441-3292 (claro) Email: carlos@outside.com.br MARKETING DIGITAL Ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador Microsoft Internet Explorer Browser/navegador/paginador Browser (Navegador) É um programa que habilita seus usuários a interagir com documentos HTML hospedados em um servidor web. São programas para navegar.

Leia mais

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente

Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Redesenhando a forma como empresas operam e envolvem seus clientes e colaboradores no mundo digital. Comece > Você pode construir de fato uma

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II. Primeiro Trabalho UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE II Primeiro Trabalho Descrição do trabalho: Escrever um Documento de Visão. Projeto: Automatização do sistema que

Leia mais

Introdução. Nesta guia você aprenderá:

Introdução. Nesta guia você aprenderá: 1 Introdução A criação de uma lista é a primeira coisa que devemos saber no emailmanager. Portanto, esta guia tem por objetivo disponibilizar as principais informações sobre o gerenciamento de contatos.

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado)

UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) SISTEMA INTERNO INTEGRADO PARA CONTROLE DE TAREFAS INTERNAS DE UMA EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br

Sistema. Atividades. Sistema de informações. Tipos de sistemas de informação. Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Sistema Tipos de sistemas de informação Everson Santos Araujo everson@everson.com.br Um sistema pode ser definido como um complexo de elementos em interação (Ludwig Von Bertalanffy) sistema é um conjunto

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD) SISTEMAS PARA INTERNET INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Fóruns / Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias e experiências que

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade Sua Privacidade Bem-vindo ao site eureca.me. Este site é de propriedade da empresa Eureca Atitude Empreendedora LTDA-ME. Esta Política de Privacidade destina-se a informá-lo sobre

Leia mais

5 Estudo de Caso. 5.1. Material selecionado para o estudo de caso

5 Estudo de Caso. 5.1. Material selecionado para o estudo de caso 5 Estudo de Caso De modo a ilustrar a estruturação e representação de conteúdos educacionais segundo a proposta apresentada nesta tese, neste capítulo apresentamos um estudo de caso que apresenta, para

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS DENOMINAÇÃO DO CARGO: AUXILIAR DE BIBLIOTECA NÍVEL DE CLASSIFICAÇÃO: C DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES TÍPICAS DO CARGO: Organizar, manter e disponibilizar os acervos bibliográficos para docentes, técnicos e alunos;

Leia mais

Novell Vibe 3.4. Novell. 1º de julho de 2013. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos

Novell Vibe 3.4. Novell. 1º de julho de 2013. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos Novell Vibe 3.4 1º de julho de 2013 Novell Inicialização Rápida Quando você começa a usar o Novell Vibe, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N Technologies. Todos os Direitos

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM. Metadados

MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM. Metadados MBA Inteligência Competitiva BI/CPM 1 Data Warehousing PÓS-GRADUAÇÃO MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM Metadados Andréa Cristina Montefusco (36927) Hermes Abreu Mattos (36768) Robson Pereira

Leia mais

Interatividade aliada a Análise de Negócios

Interatividade aliada a Análise de Negócios Interatividade aliada a Análise de Negócios Na era digital, a quase totalidade das organizações necessita da análise de seus negócios de forma ágil e segura - relatórios interativos, análise de gráficos,

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br IntroduçãoàTecnologiaWeb TiposdeSites ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br TiposdeSites Índice 1 Sites... 2 2 Tipos de Sites... 2 a) Site

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A PRODABEL

Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A PRODABEL Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A PRODABEL Diretoria de Sistema - DS Superintendência de Arquitetura de Sistemas - SAS Gerência de Arquitetura de Informação - GAAS

Leia mais

Sociedade da Informação

Sociedade da Informação Sociedade da Revolução Tecnológica Revolução industrial: ampliação dos músculos m dos homens em forma de equipamentos Mecanização ão. Responsável por mudanças as nas formas de produção existentes Revolução

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Introdução à Computação A disciplina apresenta a área da Computação como um todo, desde a história e a evolução dos computadores

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software.

Manual Easy Chat Data de atualização: 20/12/2010 16:09 Versão atualizada do manual disponível na área de download do software. 1 - Sumário 1 - Sumário... 2 2 O Easy Chat... 3 3 Conceitos... 3 3.1 Perfil... 3 3.2 Categoria... 4 3.3 Ícone Específico... 4 3.4 Janela Específica... 4 3.5 Ícone Geral... 4 3.6 Janela Geral... 4 4 Instalação...

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Serviços Remotos Xerox Um passo na direção certa

Serviços Remotos Xerox Um passo na direção certa Serviços Remotos Xerox Um passo na direção certa Diagnóstico de problemas Avaliação dos dados da máquina Pesquisa de defeitos Segurança garantida do cliente 701P41699 Visão geral dos Serviços Remotos Sobre

Leia mais

Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços

Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços da solução SAP SAP ERP SAP Data Maintenance for ERP by Vistex Objetivos Eficiência na manutenção de dados mestres referentes a clientes, fornecedores, materiais e preços Entregar a manutenção de dados

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

1 http://www.google.com

1 http://www.google.com 1 Introdução A computação em grade se caracteriza pelo uso de recursos computacionais distribuídos em várias redes. Os diversos nós contribuem com capacidade de processamento, armazenamento de dados ou

Leia mais

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI

Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Requisitos de business intelligence para TI: O que todo gerente de TI deve saber sobre as necessidades reais de usuários comerciais para BI Janeiro de 2011 p2 Usuários comerciais e organizações precisam

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

EMANNUELLE GOUVEIA ROLIM

EMANNUELLE GOUVEIA ROLIM EMANNUELLE GOUVEIA ROLIM Bacharel em Ciência da Computação, especialista em Gerência de Projetos e em Criptografia e Segurança da Informação. Servidora Publica. Atua na área acadêmica em cursos de Graduação

Leia mais

CRManager. CRManager. TACTIUM CRManager. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades. www.softium.com.

CRManager. CRManager. TACTIUM CRManager. Guia de Funcionalidades. Versão 5.0 TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades. www.softium.com. Tactium Tactium CRManager CRManager TACTIUM CRManager Guia de Funcionalidades 1 O TACTIUM CRManager é a base para implementar a estratégia de CRM de sua empresa. Oferece todo o suporte para personalização

Leia mais

Data Warehousing Visão Geral do Processo

Data Warehousing Visão Geral do Processo Data Warehousing Visão Geral do Processo Organizações continuamente coletam dados, informações e conhecimento em níveis cada vez maiores,, e os armazenam em sistemas informatizados O número de usuários

Leia mais

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Material de Apoio de Informática - Prof(a) Ana Lucia 53. Uma rede de microcomputadores acessa os recursos da Internet e utiliza o endereço IP 138.159.0.0/16,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

CONECTIVIDADE INOVADORA. MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Vue Connect. Enterprise IMAGE/ARTWORK AREA

CONECTIVIDADE INOVADORA. MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Vue Connect. Enterprise IMAGE/ARTWORK AREA Vue Connect Enterprise Workflow MULTI-SITE E MULTI-FORNECEDORES. UMA ÚNICA LISTA DE TRABALHO GLOBAL. Para empresas que possuem diversas unidades, uma ampla gama de instalações, fluxo de trabalho departamental

Leia mais

Novell Vibe 4.0. Março de 2015. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos

Novell Vibe 4.0. Março de 2015. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos Novell Vibe 4.0 Março de 2015 Inicialização Rápida Quando você começa a usar o Novell Vibe, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho de equipe.

Leia mais

ADOBE FLASH PLAYER 10.3 Gerenciador de configurações locais

ADOBE FLASH PLAYER 10.3 Gerenciador de configurações locais ADOBE FLASH PLAYER 10.3 Gerenciador de configurações locais PRERELEASE 03/07/2011 Avisos legais Avisos legais Para consultar avisos legais, acesse o site http://help.adobe.com/pt_br/legalnotices/index.html.

Leia mais

Documento de Arquitetura

Documento de Arquitetura Documento de Arquitetura A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO #1 Pág. 1 de 11 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 28/10/2010 1 Elaboração do documento

Leia mais

TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS

TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS Vimos em nossas aulas anteriores: COMPUTADOR Tipos de computadores Hardware Hardware Processadores (CPU) Memória e armazenamento Dispositivos de E/S

Leia mais

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos.

Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fornecendo Inteligência, para todo o mundo, a mais de 20 anos. Fundada em 1989, a MicroStrategy é fornecedora líder Mundial de plataformas de software empresarial. A missão é fornecer as plataformas mais

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Documento de Requisitos

Documento de Requisitos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO Documento de Requisitos Sistema Gerenciador de Atendimento de Chamados Técnicos Grupo: Luiz Augusto Zelaquett

Leia mais

Paul Anwandter não recolherá informações de visitantes às nossas páginas web / wap, a menos que você nos fornecer sua informação

Paul Anwandter não recolherá informações de visitantes às nossas páginas web / wap, a menos que você nos fornecer sua informação Política De Privacidade Esta política de privacidade descreve os tipos de informações coletadas pelo nome do cliente no site e como usamos e proteger. Esta Política de Privacidade aplica-se apenas a este

Leia mais

Declaração de Privacidade

Declaração de Privacidade Declaração de Privacidade A Kelly Services, Inc. e suas subsidiárias ( Kelly Services ou Kelly ) respeitam sua privacidade e admitimos que você possui certos direitos relacionados a quaisquer informações

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Ferramenta Colaborativa para Groupware

Ferramenta Colaborativa para Groupware Ferramenta Colaborativa para Groupware Rodolpho Brock UFSC Universidade Federal de Santa Catarina INE Deparrtamento de Informática e Estatística Curso de Graduação em Sistema de Informação rbrock@inf.ufsc.br

Leia mais

Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse

Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse Sistemas de Informação Aplicados a AgroIndústria Utilizando DataWarehouse/DataWebhouse Prof. Dr. Oscar Dalfovo Universidade Regional de Blumenau - FURB, Blumenau, Brasil dalfovo@furb.br Prof. Dr. Juarez

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET Autores: OROMAR CÓRDOVA GILBERTO ALVES LOBATO COPEL Companhia Paranaense

Leia mais

Data Mining. Origem do Data Mining 24/05/2012. Data Mining. Prof Luiz Antonio do Nascimento

Data Mining. Origem do Data Mining 24/05/2012. Data Mining. Prof Luiz Antonio do Nascimento Data Mining Prof Luiz Antonio do Nascimento Data Mining Ferramenta utilizada para análise de dados para gerar, automaticamente, uma hipótese sobre padrões e anomalias identificadas para poder prever um

Leia mais

Novell Teaming 2.0. Novell. 29 de julho de 2009. Início Rápido. Iniciando o Novell Teaming. Conhecendo a interface do Novell Teaming e seus recursos

Novell Teaming 2.0. Novell. 29 de julho de 2009. Início Rápido. Iniciando o Novell Teaming. Conhecendo a interface do Novell Teaming e seus recursos Novell Teaming 2.0 29 de julho de 2009 Novell Início Rápido Quando você começa a usar o Novell Teaming, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho

Leia mais

Especificação Suplementar

Especificação Suplementar Especificação Suplementar Versão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/10/2014 2.0 2.1 funcionalidade e segurança de M. Vinícius acesso 30/10/2014

Leia mais

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 4º PERÍODO - 7º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 22/10/2009 ENGENHARIA DE USABILIDADE 2009/2 GABARITO COMENTADO QUESTÃO 1: Quando nos referimos à qualidade da interação

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Data Warehouse - Conceitos Hoje em dia uma organização precisa utilizar toda informação disponível para criar e manter vantagem competitiva. Sai na

Leia mais

AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES Rafael Milani do Nascimento, Claudete Werner Universidade Paranaense (Unipar)

Leia mais

AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas

AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas AGENDA O Portal Corporativo Arquitetura da Informação Metodologia de Levantamento Instrumentos Utilizados Ferramentas PORTAL CORPORATIVO Na sociedade da informação é cada vez mais presente a necessidade

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Sistemas de Apoio à Decisão (SAD) Tipos de SAD Orientados por modelos: Criação de diferentes

Leia mais

02/10/2012. Padronização de interfaces. Referências

02/10/2012. Padronização de interfaces. Referências Referências Engenharia de Usabilidade Prof.: Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua Contribuição: Cláudio Márcio de Souza Vicente Gestus Hix, D.; Hartson, H. R. Developing User Interfaces: ensuring usability

Leia mais

Preparando o Ambiente e Instalando o System Center Configuration Manager 2012 R2

Preparando o Ambiente e Instalando o System Center Configuration Manager 2012 R2 Preparando o Ambiente e Instalando o System Center Configuration Manager 2012 R2 Artigo escrito por Walter Teixeira wteixeira.wordpress.com Sumário Cenário Proposto... 3 Preparação do Servidor SQL Server

Leia mais

JOGOS EMPRESARIAIS Conceitos e Fundamentos

JOGOS EMPRESARIAIS Conceitos e Fundamentos UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL (UFMS) CAMPUS DE BONITO/MS, CURSO DE ADMINISTRAÇÃO JOGOS EMPRESARIAIS Conceitos e Fundamentos Prof. Ana Cristina Trevelin Conceitos Simulação Jogos de Empresa

Leia mais

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais...

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... Software www.imagecomnet.com.br Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... A Empresa A Imagecom, uma empresa conceituada no ramo

Leia mais

Data Warehouse Processos e Arquitetura

Data Warehouse Processos e Arquitetura Data Warehouse - definições: Coleção de dados orientada a assunto, integrada, não volátil e variável em relação ao tempo, que tem por objetivo dar apoio aos processos de tomada de decisão (Inmon, 1997)

Leia mais

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino Eduardo Kokubo kokubo@inf.univali.br Fabiane Barreto Vavassori, MSc fabiane@inf.univali.br Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Centro de Ensino Superior

Leia mais

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas.

Autoatendimento Digital. Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Autoatendimento Digital Reduz custos e aprimora as relações com o cliente, criando experiências de autoatendimento personalizadas e significativas. Oferece aos clientes as repostas que buscam, e a você,

Leia mais

APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos. Requisitos

APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos. Requisitos + APOO Análise e Projeto Orientado a Objetos Requisitos Requisitos 2 n Segundo Larman: n São capacidades e condições às quais o sistema e em termos mais amplos, o projeto deve atender n Não são apenas

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Que informações nós coletamos, e de que maneira?

Que informações nós coletamos, e de que maneira? Política de Privacidade Vivertz Esta é a política de privacidade da Affinion International Serviços de Fidelidade e Corretora de Seguros Ltda que dispõe as práticas de proteção à privacidade do serviço

Leia mais