BRASIL: O NOVO JEITO DE GOVERNAR. PLANO DE GOVERNO DE AÉCIO NEVES E ALOYSIO NUNES

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1 BRASIL: O NOVO JEITO DE GOVERNAR. PLANO DE GOVERNO DE AÉCIO NEVES E ALOYSIO NUNES ESTADO DEMOCRÁTICO, SOBERANO, SOLIDÁRIO E EFICIENTE

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3 ÍNDICE INTRODUÇÃO ESTADO DEMOCRÁTICO GESTÃO PÚBLICA RELAÇÃO COM OS SERVIDORES DESBUROCRATIZAÇÃO RELAÇÕES INTERNACIONAIS DEFESA NACIONAL PACTO FEDERATIVO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL REFORMA POLÍTICA

4 INTRODUÇÃO 4 UM DIREITO DO CIDADÃO Diariamente, milhões de brasileiros são vítimas de serviços públicos de má qualidade, ou sequer têm acesso a serviços básicos como os de saúde, educação, segurança, saneamento básico e transporte público. Em função desse cenário, a população desenvolve uma avaliação negativa da administração pública, aumentando sua percepção de que o Estado brasileiro não atende às suas necessidades e não está preocupado em melhorar a sua qualidade de vida. Essa percepção é prejudicial para a consolidação da democracia e para a construção de uma economia competitiva, capaz de gerar bem-estar para todos. Se a população e os agentes econômicos não enxergam o Estado como um aliado, eles não o valorizam e se voltam para soluções individuais sem a preocupação de se empenhar por soluções coletivas, tornando mais difícil a vida em sociedade. Se a administração pública e seus servidores, sejam eles dirigentes políticos ou técnicos, eleitos ou não, não são percebidos como promotores do interesse público, mas sim como instrumentos de interesses particulares, está aberto o caminho da deslegitimação do Estado e do seu consequente enfraquecimento. O Estado, como sabemos, é o instrumento fundamental de ação coletiva de que a sociedade dispõe e é essencial para assegurar o respeito à ordem legal, a igualdade de oportunidades e a promoção do bem-estar, bases de uma sociedade democrática sustentável. A sociedade não pode prescindir, para o seu desenvolvimento político, cultural, econômico e social, de um Estado eficiente, eficaz, efetivo e comprometido com o interesse público.

5 ESTADO DEMOCRÁTICO 5 A RECUPERAÇÃO DA CONFIANÇA NAS INSTITUIÇÕES Nosso primeiro compromisso é com o estado democrático de direito, garantidor do respeito às liberdades civis, dos direitos humanos e das garantias fundamentais dos cidadãos. O programa de transformação do país que ora propomos fundamenta-se no respeito às instituições, cuja confiança é chave para o sucesso das nações: porque estimula e encoraja a participação e as manifestações da cidadania, garante o pleno exercício das liberdades, resguarda o respeito à ordem democrática e assegura as condições para o desenvolvimento. Consideramos que o Brasil ainda está distante de transformar em realidade cotidiana as normas constitucionais que asseguram direitos fundamentais civis, políticos, sociais, econômicos e culturais aos nossos cidadãos. O país falha, todos os dias, no fundamental: no direito à vida, à moradia, à alimentação, à saúde, ao conhecimento, às liberdades de pensamento, de expressão, de crença, de escolha. Falha na garantia dos direitos econômicos, políticos, sociais e culturais. Além disso, o equilíbrio entre os poderes vem sendo rompido e a atividade política tem sido desmoralizada, resultando em desrespeito ao equilíbrio democrático. Setores importantes da sociedade vêm perdendo canais legítimos de organização e manifestação. Em paralelo, busca-se legitimar a prática da intolerância, da hostilidade e da calúnia contra opositores. Esse conjunto de ações deteriorou o ambiente político do país e fez aumentar a desconfiança dos brasileiros na atividade pública. É chegada a hora de dar respostas claras e efetivas às mudanças reclamadas pelos brasileiros, no sentido de restaurar a fé e a confiança dos cidadãos no Brasil e nas possibilidades de seu próprio crescimento e ascensão social, em ambiente de ética e respeito. Nosso governo não se omitirá na intransigente defesa das liberdades, no respeito às instituições e no fortalecimento do estado democrático de direito.

6 6 COMPROMISSOS/ PROPOSTAS Restaurar valores e ideais caros aos brasileiros: ética, dignidade, honra, solidariedade, transparência. Colocar o poder público a serviço da coletividade e dos interesses da nação. Radicalizar a democracia brasileira. Fortalecer e aperfeiçoar as instituições, para que, com a necessária autonomia, possam exercer seu papel na defesa da sociedade. Resgatar o respeito entre poderes e instituições autônomas, restringindo, por exemplo, o uso de instrumentos atípicos, como as medidas provisórias, que usurpam prerrogativas legais do Legislativo. Combater de maneira intransigente a corrupção. Garantir a lisura e a transparência no trato do interesse público, o respeito aos direitos da cidadania e assegurar o pleno cumprimento dos deveres do Estado. Aprofundar a defesa das liberdades, em especial a de imprensa, valor fundamental da democracia brasileira. Aumentar a transparência nos atos do poder público, de forma a garantir o livre acesso dos cidadãos a decisões do Estado. Estabelecer canais de diálogo e interação institucional com movimentos de representação da sociedade civil, como sindicatos, instituições classistas e movimentos sociais. Estabelecer absoluto compromisso com a firme defesa dos direitos humanos e com o respeito aos direitos das minorias.

7 GESTÃO PÚBLICA 7 GASTAR MENOS COM O GOVERNO PARA GASTAR MAIS COM AS PESSOAS As mudanças que se fazem necessárias exigem a continuidade e o avanço das políticas de reforma da gestão pública, que só se viabilizarão com o apoio da sociedade. Inegavelmente houve avanços significativos nos últimos 25 anos. A Constituição de 1988 corporificava um ambicioso projeto de sociedade com um abrangente estado de bem-estar social. Não obstante, nossa Carta Magna não dispunha de mecanismos (e em alguns casos impossibilitava sua criação) essenciais para dinamizar a economia de mercado e tornar a administração pública mais efetiva e eficiente muito embora fortalecesse o concurso público, o sistema de planejamento, a descentralização e a responsabilidade compartilhada com os outros entes da Federação. Se no momento de sua promulgação faltaram as condições materiais concretas para a efetiva implementação dos seus preceitos, a década de 1990 iniciou a criação das bases de um novo dinamismo, disciplinando as finanças públicas, fazendo o Estado sair da crise fiscal, que o assolava há décadas, e propondo uma renovada agenda de reformas e aperfeiçoamentos institucionais na administração pública, que permitiram a ampliação de políticas de inclusão social na década seguinte. Contudo, a agenda de reformas iniciada foi paralisada. Torna-se necessário mobilizar as forças políticas e a sociedade para acelerar o processo de reforma do Estado, fortalecendo sua capacidade de prestação de serviços e, com isso, recuperar sua legitimidade, a partir da reversão da percepção desfavorável da população sobre a sua importância como fator de melhoria da qualidade de vida. É necessário ampliar e aprofundar esta agenda para que as ações já implementadas possam ter continuidade em uma nova etapa que potencialize os impactos positivos que possam ser alcançados. Da mesma forma vamos ampliar a participação da população na formulação, implantação e avaliação das políticas públicas, aumentando a transparência do processo decisório e da execução das políticas públicas. Em última instância, o modelo de gestão contribuirá para a redução dos gastos correntes do Estado, assegurando recursos para serem alocados em investimentos para os cidadãos.

8 8 COMPROMISSOS Reestruturação do planejamento governamental. Reorganização institucional da administração pública federal. Implantação de gestão meritocrática por meio de avaliações de desempenhos institucional e individual. Criação de modelo de governança por resultados. Desenvolvimento de metodologias de controles focados nos resultados. Busca de parcerias com o setor privado para o desenvolvimento de investimentos de interesse público. Modernização das compras e contratações governamentais. Utilização de critérios de sustentabilidade nas compras governamentais. Fomento à participação de micro e pequenas empresas nas compras governamentais para geração de empregos locais. Potencialização da utilização de ferramentas de governo eletrônico, trazendo a administração pública federal para patamares contemporâneos de interação com o cidadão. Combate intransigente a toda forma de corrupção e ao aparelhamento da máquina pública. Ampliação dos mecanismos de transparência e participação popular. PROPOSTAS Planejar o país para o longo prazo, desdobrando as metas de médio e curto prazo. Criar o modelo de orçamento para resultados, propiciando transparência nas finanças públicas e clara conexão com os objetivos de médio e longo prazo. Promover de forma sistemática a avaliação das políticas públicas

9 9 para que os recursos públicos possam ser investidos nas políticas de maior retorno social e econômico. Implantar os Contratos de Gestão com pactuação de metas e gerenciamento intensivo dos programas prioritários. Criar o Prêmio por Produtividade como mecanismo de incentivo ao alcance de resultados, que será pago proporcionalmente às metas alcançadas. Promover extinções e fusões de Ministérios, com redução do número de cargos comissionados de livre nomeação, de forma a tornar a administração pública mais enxuta e operante. Criar a Certificação Ocupacional, de forma a aumentar o grau de profissionalização da administração pública, privilegiando o mérito no acesso aos cargos públicos de direção e assessoramento, por meio de processos seletivos transparentes, impessoais e ajustados aos respectivos perfis e atribuições. Revigorar as escolas de governo (Enap e Esaf) para a promoção dos programas de formação continuada dos servidores federais para atração e retenção de talentos. Implantar modelo de planejamento da força de trabalho necessária para implementação das políticas públicas. Criar e implantar o modelo de avaliação de desempenho individual e utilizá-lo como mecanismo para promoções e progressões nas carreiras. Implantar o modelo de remuneração variável para criar incentivos à maior produtividade individual e institucional. Disciplinar, por meio de ato de delegação, as operações de PPPs de interesse federal e estadual, para que possam ser executadas diretamente pelos estados. Viabilizar canais de relacionamento personalizado entre o governo e o cidadão nas diversas demandas, especialmente nas áreas de educação, saúde, segurança e assistência. Utilizar os dispositivos móveis para obtenção de serviços públicos sem a necessidade de deslocamen-

10 10 tos desnecessários e o desperdício de tempo em filas. Utilizar as redes sociais para potencializar os mecanismos de participação da sociedade na formulação, execução e controle das políticas públicas. Potencializar a utilização pelas empresas, cidadãos e empreendedores do ativo econômico que é o conjunto dos dados e informações produzidas pelo Estado através do processamento e disponibilização desse acervo via internet (dados abertos). Simplificar e reduzir custos nos processos internos do governo com a integração dos sistemas de gestão e eliminação da tramitação de papéis. Modernizar o sistema de compras governamentais e gestão contratual para maior previsibilidade e segurança ao Estado e aos fornecedores. Modernizar a Lei 8666/93 para reduzir gargalos nas aquisições, nas obras, adequando os processos de aquisição e alienação aos padrões tecnológicos contemporâneos. Auxiliar os municípios no desenvolvimento de processos de planejamento, orçamento, gestão e compras públicas, inclusive com a disponibilização de sistemas corporativos, para que haja um salto de qualidade na gestão municipal. Restabelecer a autonomia dos entes regulatórios, com seleção de dirigentes sujeitos a processos meritocráticos. Redimensionar processos e quadros das agências reguladoras.

11 RELAÇÃO COM OS SERVIDORES 11 A PONTE ENTRE O CIDADÃO E O ESTADO O sucesso da administração de um governo também depende da inter-relação entre o poder público, seus servidores e a sociedade. Se essa relação não for bem-sucedida, a administração governamental certamente será prejudicada. Precisamos avançar para um modelo de gestão de pessoas, focado no desenvolvimento do servidor e na meritocracia, o que requer o fortalecimento do diálogo permanente com servidores e seus respectivos sindicatos. É necessário balancear as relações entre servidor, governo e cidadãos, de forma a buscar o equilíbrio para atendimento das demandas, uma vez que todas são legítimas e os recursos são limitados. O princípio norteador desse equilíbrio é que um governo se faz com pessoas e para as pessoas. COMPROMISSOS Fortalecimento de planos de carreira, cargos e salários. Implantar modelo de política remuneratória que assegure a compatibilidade entre sistema de remuneração e equilíbrio fiscal, dando previsibilidade aos servidores e ao governo. Priorização do servidor de carreira na ocupação dos cargos de direção e assessoramento. Formação continuada dos servidores públicos. Garantia do diálogo permanente com as entidades representativas dos servidores, de forma a subsidiar o processo de informação para decisões, reduzindo eventuais tensões entre o governo e as categorias representativas dos servidores. Garantia de que as negociações considerem os interesses das partes (sociedade, governo e servidores).

12 12 PROPOSTAS Fortalecer as instâncias de negociação permanente com os servidores mesa de diálogo e negociações permanentes que busquem reunir todos os atores envolvidos para que as demandas sejam apresentadas, avaliadas e debatidas. Instituir, em parceria com os sindicatos e associações representativas, um modelo de política remuneratória que assegure o desenvolvimento nas carreiras. Criar a data-base para reajustes salariais dos servidores.

13 DESBUROCRATIZAÇÃO 13 MENOS PAPEL, MAIS RESULTADO Para tornar a vida mais simples é necessário descomplicar as relações entre governo e cidadãos, governo e empresários e governo com o próprio governo. Autorizações, licenças, documentos, cadastramentos e tantas outras comprovações requerem agendamentos, prazos, filas e impedem ou postergam a realização de empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento do Brasil. Não se pode esquecer que o desperdício de tempo é um custo, tanto para as empresas, como para as pessoas e para o próprio governo. O tema desburocratização faz parte do contexto mais amplo da reforma administrativa e do Pacto Federativo. Na reforma administrativa ressalta-se a definição das responsabilidades das instituições federais e a consequente redução do número de órgãos responsáveis por determinada autorização ou licença a simplificação deve acontecer durante a implantação da nova e mais eficiente estrutura da administração federal. Por outro lado, no Pacto Federativo, podem ser transferidas do Governo Federal para os estados e municípios aquelas atribuições e responsabilidades que facilitem o atendimento às pessoas, respeitando-se as diversidades e as necessidades locais. Torna-se fundamental mapear as principais barreiras que os empreendedores brasileiros enfrentam para desenvolverem suas atividades, assim como as que dificultavam a implantação de novos empreendimentos, buscando reduzir a burocracia e o peso do Estado sobre as empresas. Como exemplo, o Banco Mundial, pelo uso da metodologia Doing Business, indica que a abertura de uma empresa no Brasil leva 107 dias. Um ambiente de negócios desburocratizado contribuirá para a atração de novos investimentos e para a geração de emprego e renda para a população. Para tanto, será garantida política transversal de desburocratização que perpasse todos os órgãos e entidades da administração pública federal.

14 14 COMPROMISSOS Redução das exigências legais e dos prazos para obtenção de licenças, autorizações e provimento de informações. Melhoria da posição do país no ranking mundial de facilidade para fazer negócios. Em 2014 o Brasil aparece em 116º lugar pela metodologia do Doing Business do Banco Mundial. Descomplicação do dia a dia das pessoas e das organizações, reduzindo o desperdício de tempo e, consequentemente, os custos, contribuindo para o aumento dos investimentos e para a melhoria do índice de competitividade do Brasil. Identificação das atribuições da administração pública federal que podem e devem ser transferidas, revertendo o processo de centralização ocorrido nos últimos anos e dando mais autonomia aos estados e municípios. PROPOSTAS Criar o Programa Brasil Descomplicado, por meio de ações coordenadas com os diversos órgãos do governo. Facilitar o processo de abertura, alterações e encerramento de empresas de grande, médio ou pequeno porte, tornando-o mais simplificado e ágil. Criar a agenda dos diálogos com os movimentos empresariais, associações de classe, as confederações e as federações estaduais, bem como as organizações da sociedade civil para identificação de demandas e prioridades. Criar o Programa Governo sem Papel, com o objetivo de reduzir o volume de documentos impressos e contribuir para o uso racional e sustentável dos recursos do Estado.

15 15 Estimular o uso intensivo da certificação digital e assinatura eletrônica de documentos, eliminando a impressão e a manutenção em meio físico. Identificar e compartilhar as melhores práticas de atendimento aos cidadãos nos estados e municípios e incentivar a sua utilização. Criar a Base Única do Cidadão, de forma a consolidar todos os documentos e informações de relacionamento do cidadão com o Estado, reduzindo a exigência excessiva de comprovação documental da administração pública brasileira, podendo ser acessada por todos os serviços públicos nas três esferas de governo. Fazer a identificação biométrica a partir da base única para criar alternativas à utilização de documentos pessoais, simplificando o relacionamento do Estado e cidadãos.

16 RELAÇÕES INTERNACIONAIS 16 DIALOGANDO COM UM MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO O propósito fundamental da política externa do Brasil é contribuir para o desenvolvimento do país. Ao contrário de outros, que têm desafios militares e de segurança, somos um país pacífico e não ameaçado, cuja prioridade só pode ser a melhoria das condições de vida de nossa sociedade. Em escala mundial, nossa política deve ser universal, ou seja, sem premissas ideológicas ou visões excludentes. Tendo-se transformado em uma das maiores economias do planeta, com crescente voz nos grandes círculos mundiais do poder, o Brasil deve ter uma atitude afirmativa em todos os tabuleiros em que atua. Estando, há vinte anos, em alta na hierarquia do poder mundial, nosso país precisa seguir conquistando espaços e consolidando um papel compatível com nossa importância internacional. Na América do Sul situa-se nosso palco histórico. Por sua índole e postura, o Brasil não entra em guerras com seus dez vizinhos há 144 anos. Poucos países podem dizer o mesmo. O traçado de todas as nossas fronteiras foi totalmente resolvido e não temos que lidar com querelas desgastantes, como muitos países. Como o maior país da região, é importante manter uma política de bom relacionamento com todos, sem orientar nossa atuação por critérios ideológicos e sem nos furtarmos a ajudar a resolver litígios regionais. Temos uma longa tradição dessa conduta, como atesta mais recentemente a liderança brasileira, em 1998, na resolução definitiva do conflito militar que opunha Peru e Equador há décadas. A crescente presença externa do Brasil ocorreu, sobretudo, pela habilidade de obter êxitos pela afirmação dos valores de sua cultura ocidental, pela ação construtiva que sempre teve na promoção da paz e dos grandes consensos internacionais. O Brasil é candidato legítimo a um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, pelas nossas credenciais históricas de país responsável e construtivo. O Brasil é hoje um interlocutor de peso nos temas globais como comércio, meio ambiente e mudanças climáticas, direitos humanos, energia renovável, água e não proliferação de armas nucleares. Membro fundador do Gatt, das Nações Unidas, do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, desempenha um papel ativo e positivo nesses organismos e integra o G-20 financeiro com presença afirmativa nas discussões sobre governança global. É nessas áreas que podemos aumentar nosso papel internacional.

17 17 A internacionalização da economia e das companhias brasileiras é um reflexo da vitalidade de nossa economia e da sofisticação de nosso empresariado. O progresso que conseguimos coloca o Brasil como a sétima economia do mundo e faz dele uma potência agrícola mundial. A cooperação técnica e financeira que o Brasil oferece aos países em desenvolvimento da América Latina e África nos coloca hoje com destaque entre os maiores doadores internacionais. Nos próximos anos, será cada vez mais relevante a inserção competitiva internacional do Brasil, inclusive com participação crescente nas cadeias internacionais de produção. Com esse objetivo, o governo brasileiro terá que assumir responsabilidades crescentes, respeitando seus compromissos internacionais, e fomentar aquela participação tendo como critério fundamental a defesa dos interesses nacionais. Diante dos grandes desafios interno e externo, o Brasil precisa ousar e ter uma visão de futuro. Devemos sair de uma posição defensiva para a afirmação de um grande papel brasileiro na cena internacional, compatível com a capacidade produtiva de nosso povo e a dimensão de nossa economia. O cenário internacional experimentou na última década mudanças profundas, aceleradas pela crise financeira e econômica de São exemplos dessas mudanças: o gradual deslocamento do centro de poder econômico mundial do Atlântico para o Pacífico, tendo como principal motor o rápido crescimento da China e seu entorno; expansão de um novo padrão produtivo, baseado em cadeias globais de valor, produção modular e redes logísticas mundiais; peso crescente dos países emergentes e em desenvolvimento no comércio internacional e nos fluxos de investimentos; desenvolvimento da multipolaridade dos centros de poder econômico e político, com maior participação dos países emergentes e consolidação de novos grupamentos, a exemplo do G-20, do Brics; aceleração sem precedentes da comunicação em escala global e surgimento das redes sociais, com forte impacto comportamental, social, cultural e político. O multilateralismo passa por um longo período de crise de representatividade. As Nações Unidas perderam influência nas questões de paz e segurança. O Conselho de Segurança não mais representa as forças que influem no cenário internacional atual, haja vista sua incapacidade de conter ou resolver crises. O esvaziamento e as dificuldades da Organização Mundial de Comércio (OMC), mesmo após a decisão de definir uma agenda para a retomada das negociações multilaterais da Rodada de Doha, colocam problemas novos para os países em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, novas propostas de acordos bilaterais, regionais e intercontinentais introduzem importantes elementos na avaliação da inserção competitiva externa do Brasil. Devemos ava-

18 18 liar num primeiro momento, em profundidade e sem preconceitos, a evolução e o impacto para nós desses novos instrumentos de regulação do comércio internacional. O cenário internacional vive hoje momento de transição para uma nova ordem cujos contornos ainda não estão nítidos. Embora a crise financeira de 2008 tenha levantado sérios questionamentos sobre os excessos do mercado na intermediação, o seu papel como alocador de recursos continuará fundamental e tende a crescer mesmo em países com forte presença do Estado, como a China e outros asiáticos. O equilíbrio delicado entre as forças de mercado e o papel do Estado é influenciado pelo cenário internacional, mas, em última instância, deve ser determinado pelas particularidades históricas e institucionais de cada sociedade. Cabe ao Brasil analisar de forma atenta e objetiva as transformações do cenário externo de forma a potencializar sua ação internacional. Em qualquer cenário, a política externa não somente em sua vertente política, mas também sob o ângulo econômico, comercial, financeiro, agrícola, energético, tecnológico, do desenvolvimento sustentável, cultural, de direitos humanos, entre outros constitui ao mesmo tempo vitrine e aspecto catalizador do desenvolvimento nacional. No cenário externo, o Brasil deve construir e consolidar pontes com o mundo exterior. É indispensável, contudo, avaliar cuidadosamente em que áreas geográficas ou temáticas queremos buscar um papel maior. Equívocos de percepção podem acabar por dificultar a defesa de nossos verdadeiros interesses e afetar nossa capacidade diplomática. A janela de oportunidade que representou o rápido crescimento da economia mundial nos anos 2000 levou a uma superestimativa do potencial brasileiro. Na área da política externa, aquele período coincidiu com ações voluntaristas pouco características da tradicional diplomacia brasileira e grande expansão do número de representações brasileiras no exterior, independentemente de seu custo-benefício social e no longo prazo. Também marcaram a atuação brasileira a busca de um assento permanente em um Conselho de Segurança das Nações Unidas reformado, a aproximação comercial e política com os países do sul, em particular o continente africano, além da ênfase no fortalecimento das instituições regionais, sobretudo na América do Sul. Relativamente, pouco se fez em relação aos países asiáticos, polo de maior dinamismo econômico mundial. Em anos mais recentes, embora prevaleçam em alguma medida as iniciativas anteriores, a política externa tem padecido de falta de rumo e de decisões que nem sempre se baseiam no interesse nacional de longo prazo. A face mais notória da política externa nos últimos anos tem sido a sua capacidade de desconstruir a coerência e a excelência que sempre marcaram a atuação externa do Brasil no exterior, executada primordialmente pelo Itamaraty, tradicional instituição do Estado e do serviço público brasileiro, respeitada pelos seus pares mundo afora. Aquela desconstru-

19 19 ção se deu sobretudo pela prevalência da ideologia em muitas ações de política externa na América do Sul, em que a liderança brasileira foi omissa e saiu arranhada, com importantes consequências para o longo prazo e para a própria imagem do Brasil no mundo. Exemplo disso foi a inação diante da nacionalização das refinarias da Petrobras na Bolívia, a suspensão do Paraguai do Mercosul, a forma como se processou o ingresso da Venezuela no bloco, a ajuda financeira a Cuba, o tratamento dado à questão do senador boliviano exilado na embaixada em La Paz e a tibieza brasileira na crise política na Venezuela. Àqueles desacertos, somam-se outros característicos da falta de coordenação entre os objetivos de política externa e as próprias políticas domésticas. Exemplo disso foi o fiasco da política externa que apresentava as exportações de etanol brasileiro como a grande saída para a questão energética em muitos países, ao mesmo tempo em que a política interna de preços no setor energético minava qualquer possibilidade de sucesso no curto e médio prazo. O Brasil, sétima economia mundial, aparece naturalmente como ator importante e relevante em qualquer projeção de cenário internacional para as próximas décadas. Mas para que essas projeções possam concretizar-se, será preciso corrigir o rumo da política externa, restabelecendo sua coerência com os princípios de moderação e independência que marcaram a história diplomática brasileira, de forma que a ação externa volte a atender prioritariamente aos interesses do Brasil na sua rota de desenvolvimento econômico e social, e não a objetivos baseados em afinidades ideológicas. A política externa de um país deve ser, por natureza, uma política de Estado, com elementos de continuidade e outros que buscam acompanhar as transformações do próprio país e do mundo. Restabelecer a coerência da política externa brasileira com os objetivos do desenvolvimento nacional e as oportunidades que se abrem ao Brasil no século XXI também envolve reexaminar prioridades, à luz daqueles objetivos. O Brasil vem desempenhando importante papel nas conferências mundiais sobre temas globais, como desenvolvimento sustentável, energia, democracia, direitos humanos, não proliferação nuclear, entre outros, atuação que deve pautar-se pelos objetivos de longo prazo do desenvolvimento e refletir os valores domésticos. O Brasil terá, ainda, de assumir novas responsabilidades nos temas globais e nas áreas de conflito onde manifestamos interesse em ter um papel mais preeminente, como na África, o que acarreta custos. Nos novos temas (terrorismo, guerra cibernética, governança na internet), o governo brasileiro deverá atualizar as políticas e a ação no exterior. A atuação brasileira em grupamentos como o G-20 e Brics deve contribuir para reforçar as posições defendidas nos organismos multilaterais. Uma das principais prioridades da política externa brasileira é o Mercosul, hoje bastante enfraquecido por episódios recentes em que

20 20 se privilegiaram aspectos ideológicos nas decisões do bloco e sobretudo pelo desrespeito às regras comerciais que pautaram os acordos constitutivos, tal como enunciadas no Tratado de Assunção e no Protocolo de Ouro Preto. Como ponto de partida da liderança do país no continente sul-americano, é preciso reexaminar a compatibilidade de certas características do bloco aos interesses de inserção internacional do Brasil no mundo e buscar flexibilizá-las sempre que necessário. Em seu aspecto político, é preciso garantir que o bloco contribua para a imagem de seus membros na comunidade internacional e que sua atuação seja consistente com valores expressos em nossa Constituição. Do ponto de vista comercial, o Mercosul está isolado e desvalorizado, tendo assinado nos últimos anos poucos acordos de comércio, de significação muito limitada. No momento, tampouco está clara a possibilidade de êxito das negociações com a União Europeia. É preciso redirecionar os esforços do bloco para a abertura comercial e a busca de aumentar a competividade de seus membros. Para tanto, poderá ser preciso considerar alternativas, como, por exemplo, a priorização do bloco como área de livre comércio. No que se refere às relações bilaterais, é preciso ter estratégias claras com os principais parceiros comerciais brasileiros, em particular China e Estados Unidos. Uma estratégia para a China, por sua distância geográfica e cultural, requer especial empenho da diplomacia na coordenação de todas as esferas de governo para a implementação de ações de longo prazo, que aumentem a capacidade do governo, das empresas, da academia e da sociedade brasileira de compreender, planejar e beneficiar-se das relações com essa que será em poucos anos a maior economia mundial. Na OMC, o Brasil deverá atuar visando fortalecer as negociações multilaterais de comércio e a capacitação de especialistas no setor público e no setor privado com vistas a contribuir para os interesses do país no seio da organização. Finalmente, a política externa poderá em muito beneficiar-se de uma revalorização do Itamaraty e do contínuo aprimoramento de seus quadros e modernização de sua gestão. Cabe ao Itamaraty ter atuação reforçada em face das grandes demandas externas e internas, incluindo a proteção aos brasileiros e também o contínuo aprofundamento do diálogo interno com outros ministérios, governos regionais brasileiros, Congresso, sociedade civil, empresariado e academia, no contexto do apoio à formulação e à execução de uma política externa que seja de fato expressão dos interesses nacionais.

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