Em expedição ao longo do rio Jutaí, no Amazonas, pesquisadores avaliam biodiversidade de peixes

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1 25/03/2015

2 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA - CIÊNCIA EM PAUTA / SECTI-AM Relatório sobre a lei da biodiversidade é aprovado na CCTI do Senado Material muda de cor com um simples toque - sem energia Droga experimental converte gordura ruim em gordura boa Conselho premiará estudantes e profissionais da área química Instituto Mamirauá reúne peças de ocupação pré-colonial indígena na Amazônia Estudantes criam aparelho que apaga incêndio com onda sonora Em expedição ao longo do rio Jutaí, no Amazonas, pesquisadores avaliam biodiversidade de peixes Chip em abelha tenta desvendar mistério de declínio em espécie Poluição pode aumentar número de AVCs e potencializar a ansiedade, dizem estudos Relator de processo contra Melo afasta cassação e pede aplicação de multa

3 VEÍCULO: Gestão CT&I Relatório sobre a lei da biodiversidade é aprovado na CCTI do Senado O relatório do senador Telmário Mota (PDT-RO) sobre o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 2/2015, que institui o marco legal da biodiversidade, foi aprovado nesta quarta-feira (25) na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCTI) do Senado Federal. Mesmo com baixo quórum e a tentativa do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) de barrar a matéria, o texto agora vai a Plenário, previsto para ser na próxima semana.

4 VEÍCULO: Inovação Tecnológica Material muda de cor com um simples toque - sem energia Um novo material muda de cor como se fosse a pele de um camaleão ou de um polvo, bastante para isso apertá-lo ligeiramente - a cor que ele assume depende da intensidade da força. O material é tão fino que pode ser usado como revestimento, abrindo grandes possibilidades de uso em novas tecnologias de telas, camuflagens e sensores - por exemplo, capazes de detectar defeitos imperceptíveis em edifícios, pontes ou mesmo na fuselagem de aviões. "Esta é a primeira vez que alguém faz uma pele flexível parecida com a dos camaleões que pode mudar de cor simplesmente sendo flexionada," disse Connie Chang-Hasnain, da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos. Em vez de tintas, o material reflete a luz e produz cores de forma física, por meio da interação da luz com minúsculas saliências desenhadas em sua superfície. Quando o material é pressionado, a força aplicada altera o espaçamento entre as microestruturas, alterando a forma como a luz interage com elas e, portanto, a cor do material. Cor física Controlar a luz com microestruturas físicas não é nenhuma novidade. Em astronomia, por exemplo, fendas cuidadosamente espaçadas, conhecidas como grades de difração, são usadas para dividir a luz captada pelos telescópios em seus componentes individuais de cor. Mas controlar as cores geradas vinha-se mostrando impraticável porque as perdas ópticas são grandes demais. O problema foi resolvido de forma extremamente simples: em vez de fazer fendas no material base, como nas redes de difração, a equipe adicionou saliências. Não deu exatamente no mesmo porque, em vez de espalhar a luz e quebrá-la em um arco-íris completo, essas pequenas barras refletem um comprimento de onda muito específico, dando ao material uma cor padrão. Quando as saliências são deformadas, o comprimento de onda refletido se altera e, por decorrência, o material muda de cor instantaneamente.

5 VEÍCULO: Diário da Saúde Droga experimental converte gordura ruim em gordura boa Um medicamento experimental provocou perda de peso e de gordura em testes em animais. Conhecido como GC-1, o fármaco acelera o metabolismo, "queimando" as células de gordura. "O GC-1 aumenta drasticamente a taxa metabólica, essencialmente convertendo a gordura branca, que armazena o excesso de calorias e é associada à obesidade e à doença metabólica, em uma gordura parecida com a gordura marrom, que queima calorias," disse Kevin Phillips, do Instituto Metodista de Pesquisas de Houston (EUA). Até poucos anos atrás, os cientistas acreditavam que apenas os animais e os bebês humanos tinham a gordura marrom, agora considerada "gordura boa" por sua função de queimar calorias. "Agora está claro," disse Phillips, "que os adultos humanos têm gordura marrom, mas ela parece perder a sua atividade de queima de calorias ao longo do tempo." Queima de gordura Com isso, tem havido uma corrida pela descoberta de compostos que possam converter a gordura branca em gordura marrom. De acordo com Phillips, o GC-1 funciona ativando os receptores do hormônio da tireoide, que desempenham um papel na regulação do metabolismo - a conversão de alimentos em energia. Receptores dos hormônios da tireoide também participam da termogênese adaptativa, na qual o corpo usa o excesso de energia (calorias e gordura) para se aquecer. Tomando uma elevada dose do fármaco, animais geneticamente modificados para se tornarem obesos perderam peso e mais de 50% da sua massa gorda em aproximadamente duas semanas. Colesterol O fármaco ainda não foi submetido a testes para a perda de peso em humanos, mas está sendo testado em ensaios clínicos para diminuir o colesterol, sob o nome sobetirome. No entanto, Phillips alerta que as doses de sobetirome utilizadas nos estudos de redução de colesterol são muito inferiores às que ele aplicou nos seus animais para fazê-los perder peso, o que exigirá novos estudos clínicos.

6 VEÍCULO: Fapesp Conselho premiará estudantes e profissionais da área química Encerram-se em 31 de março as inscrições para o Prêmio CRQ-IV e o Prêmio Walter Borzani, promovidos pelo Conselho Regional de Química IV Região (São Paulo). O Prêmio CRQ-IV é voltado a estudantes de cursos técnicos e superiores ministrados no Estado de São Paulo. O Prêmio Walter Borzani reconhece profissionais que tenham contribuído para o desenvolvimento da química. O Prêmio CRQ-IV está dividido em quatro modalidades: Química de Nível Médio, Química de Nível Superior, Química de Nível Superior com Tecnologia e Engenharia da Área Química. Para concorrer, os alunos deverão apresentar um trabalho sobre qualquer tema relacionado à área, realizado sob a orientação de um professor com registro no conselho. O vencedor em cada modalidade receberá R$ 10 mil, enquanto seu orientador ganhará R$ 4,6 mil. O Prêmio Walter Borzani escolhe os vencedores com base em seu histórico profissional. Poderão participar profissionais com atuação na indústria, ensino ou pesquisa, registrados no Conselho, indicados por uma entidade. A inscrição é gratuita. As fichas de inscrição e os regulamentos estão disponíveis no site da entidade, em

7 VEÍCULO: MCTI Instituto Mamirauá reúne peças de ocupação pré-colonial indígena na Amazônia Grandes monumentos do passado podem ser sítios arqueológicos bastante conhecidos, como Pompéia, na Itália, e Machu Pichu, no Peru. Essas construções são vestígios deixados pelos antigos habitantes daqueles locais e indícios fundamentais para compreender o passado. Objetos, estruturas, feições, sepultamentos, restos orgânicos, lascas de pedras, fragmentos cerâmicos, amostras de pólen, sementes carbonizadas. Cada vestígio - e o local onde foi encontrado - fala sobre uma história que nos chega por meio da cultura material. O Laboratório de Arqueologia do Instituto Mamirauá abriga uma série desses objetos. Um acervo que reúne mais de 500 peças, resultado de escavações realizadas nas Reservas Mamirauá e Amanã e no entorno do município de Tefé, no Amazonas.Gradativamente elas são higienizadas, catalogadas e analisadas. Algumas são remontadas, e ganham uma nova dimensão. "Quando pegamos esse monte de caquinhos e remontamos, isso pode virar, por exemplo, uma urna de um metro de largura por um metro e meio de altura", conta o arqueólogo do instituto Eduardo Kazuo Tamanaha. Com esse trabalho, a pesquisa consegue encontrar informações importantes para compreender aspectos da ocupação humana na Amazônia; dos povos indígenas que ali viviam antes da chegada dos colonizadores europeus. "Para nós, o mais importante é tentar olhar para o que sobrou das antigas ocupações e trabalhar em cima disso. Muitos ainda acreditam que a história do Brasil começa a partir de 1500, mas existe uma longa história das populações indígenas que viveram aqui", diz Tamanaha. Essas pesquisas tentam entender a complexidade dessas populações, e mostram que as sociedades pré-coloniais construíram casas, fizeram roça, tinham os seus rituais e sua cosmologia. Segundo o arqueólogo, por não encontrarem vestígios de grandes monumentos ou grandes campos de cultivo, os primeiros estudos na região defenderam que os povos da Amazônia tinham uma cultura com pouca tecnologia. Conforme as pesquisas foram progredindo, no entanto, os pesquisadores começaram a ver que as aldeias não eram tão pequenas, que tinha gente investindo tempo para produzir cerâmicas bem elaboradas, colaborando com a manutenção e até com a expansão da biodiversidade da Amazônia. "Os pequenos vestígios e seus contextos mostram uma Amazônia pouco conhecida, cujos sítios são tão impressionantes quantos os sítios monumentais mais famosos", observa Tamanaha.

8 VEÍCULO: Exame EDITORIA: Tecnologia Estudantes criam aparelho que apaga incêndio com onda sonora Dois estudantes de engenharia do estado americano da Virginia inventaram um jeito diferente de apagar incêndios. Ao invés de água ou produtos químicos, o aparelho criado por Seth Robertson e Viet Tran usa ondas sonoras para exitinguir as chamas. O projeto começou como uma ideia para o trabalho de conclusão de curso da dupla. Após um ano de testes, eles construíram um gerador e amplificador de som portátil de 600 dólares que consegue apagar diferentes tipos de incêndio. Robertson, de 23 anos, e Tran, de 28 anos, registraram uma patente provisória do aparelho em novembro, garantindo à dupla um ano para testar o sistema em outros tipos de material inflamável. Até agora, o aparelho apaga apenas incêndios no qual o álcool é combustível. Os estudantes já haviam visto pesquisas sobre como ondas de som podem apagar chamas, mas nenhum aparelho existente no mercado funcionava como deveria. "Achamos que poderíamos ser as pessoas que fariam essa tecnologia funcionar. Essa foi a inspiração para o projeto", diz Robertson ao jornal Washington Post. As ondas sonoras funcionam como ondas de pressão, deslocando parte do oxigênio que alimenta o fogo, à medida que elas viajam no ar. Em uma determinada frequência, as ondas de som separam o oxigênio do combustível. A onda de pressão vai e volta no ambiente, agitando o ar em volta. Esse espaço criado é suficiente para impedir que a chama reacenda. Os estudantes inicialmente tentaram apagar fogos com altas frequências, como ou Hz. Apesar de enxergarem as chamas vibrarem, elas não apagavam. Então, eles tentaram o oposto: com ondas na faixa de 30 a 60 Hz, os incêndios se extinguiam. O som é inaudível para seres humanos.

9 VEÍCULO: Exame EDITORIA: Tecnologia Continuação O próximo desafio foi criar algo portátil e barato, como um extintor, mas que também pudesse criar a onda sonora na frequência correta, algo que a dupla conseguiu com a ajuda de um osciloscópio que media as ondas. Robertson e Tran conectaram um gerador de frequência a um pequeno amplificador, e ligaram o amplificador a uma pequena fonte de energia. Tudo isso é ligado em colimador, que limita a onda de som a uma área menor, tornando-a direcionável. Apesar de ter sido originalmente criado como uma ferramenta para extinguir pequenos incêndios, os estudantes acreditam que o sistema possa ser usado em outras situações, como em espaçonaves ou florestas. O Corpo de Bombeiros da Virginia já entrou em contato com os jovens para testar o aparelho em incêndios maiores.

10 VEÍCULO: Mamirauá Em expedição ao longo do rio Jutaí, no Amazonas, pesquisadores avaliam biodiversidade de peixes O Instituto Mamirauá, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) iniciou uma pesquisa para realizar o levantamento da biodiversidade de peixes na Estação Ecológica (Esec) Jutaí-Solimões e Reserva Extrativista (Resex) do Rio Jutaí, oeste do estado do Amazonas. Conhecida mundialmente por sua extensa rede hídrica, a bacia Amazônica ocupa uma área total de km², sendo 63% situada em território brasileiro, de acordo com a Agência Nacional da Águas (ANA). Cerca de 21% das espécies de peixes de água doce conhecidas no mundo está no Brasil, de acordo com o "Catálogo das espécies de peixes de água doce do Brasil", publicado pelo Museu Nacional. E o número estimado para a região Amazônica é de até cinco mil espécies, de acordo com o livro "Estudos ecológicos de comunidades de peixes tropicais", publicado pela Editora da USP. Além da notória diversidade de peixes encontrada na Amazônia brasileira, acredita-se que haja grande quantidade de espécies ainda desconhecidas, devido à grande extensão, à ampla área coberta pela floreta e às dificuldades de acesso e logística para realização de pesquisas na região. De acordo com Danielle Pedrociane, pesquisadora do Instituto Mamirauá, os inventários de ictiofauna da região do médio Solimões se detêm praticamente à região da cidade de Tefé e em lagos de várzea entre os municípios de Coari e Manaus. A oportunidade de pesquisar nesta área é um privilégio. Poder expandir os estudos para outros locais nos permitirá dar informações à comunidade local e científica. Conhecer o recurso que poderá ser utilizado pelas populações tradicionais, melhorando a sua renda e qualidade de vida. Tudo isso nos permitirá escolher o melhor caminho para buscar medidas de proteção, conservação e uso sustentável dos recursos naturais para esta e futuras gerações na Amazônia, reforçou a pesquisadora. As informações geradas pelo estudo podem contribuir para revisão do plano de manejo da Resex. De acordo com Marcelo Vieira, gestor da Reserva pelo ICMBio, o plano contribui para orientar a gestão dos recursos naturais pelos comunitários, por se tratar de uma reserva extrativista. A gestão dos recursos deve acontecer de forma sustentável. Hoje, a Resex tem 24 comunidades, com cerca de 180 famílias vivendo ali, que precisam desses recursos. O relatório faunístico é importante, pois é o primeiro passo para qualquer ação em relação ao manejo, reforçou. Jonas Oliveira, técnico de pesquisa do Instituto Mamirauá, apontou que outro foco importante do estudo é identificar possíveis espécies que ocorrem na região e possuem potencial para o manejo de peixes ornamentais. O que poderia se configurar como mais uma atividade para geração de renda para as populações residentes na Resex. Ficamos muito interessados no tipo de ambiente que tem ali. É uma área onde nunca foi feito esse tipo de levantamento, e temos encontrado muitas espécies diferentes, comentou.

11 VEÍCULO: Mamirauá - Continuação O conhecimento da diversidade biológica de água doce e o entendimento da distribuição dessas espécies são estágios importantes para sua conservação. O estudo da biodiversidade de peixes nessas duas unidades de conservação, além de gerar conhecimento científico sobre a região, pode responder a questões ecológicas relevantes, podendo ser considerados indicadores de qualidade do ecossistema. Algumas espécies de peixes podem ser consideradas bioindicadoras, a presença, ausência e abundância podem indicar o estado atual do ambiente. Por exemplo, inundação de áreas para represamento da água, desvio do curso do rio, mineração e o desmatamento modificam toda a estrutura das comunidades de peixes. E o resultado de qualquer modificação poderá levar a uma redução acentuada na biodiversidade, reforçou a pesquisadora. A equipe de pesquisadores do Instituto Mamirauá já realizou duas expedições para a região, uma em agosto de 2014 e a última em fevereiro de Durante as atividades, são coletados espécimes em diferentes ambientes, que serão posteriormente identificados em laboratório, com registro das informações de tamanho e peso. Para a coleta, são utilizados apetrechos de pesca adaptados ao tipo de ambiente. De acordo com a pesquisadora, o inventário levará em consideração aspectos descritivos, classificatórios e filogenéticos, ou seja, desde a identificação dos animais até a análise da história evolutiva dos grupos, considerando a possível presença de espécies raras, endêmicas ou ainda não descritas. Para cada área amostrada, também são registradas informações sobre a fisionomia dos locais. Esses dados, além de caracterizar o ambiente, permitem a verificação de possíveis relações ou variáveis ambientais nas espécies. São mensurados dados como temperatura da água, oxigênio, PH, condutividade, profundidade máxima e transparência. As pesquisas na região do Rio Jutaí foram iniciadas no ano de 2014, a partir de uma demanda do ICMBio. A Resex do Rio Jutaí foi criada em 2002 e possui a área de cerca de hectares. Enquanto a Esec de Jutaí-Solimões possui mais de 30 anos de criação (1983), e compreende a área de cerca de hectares. Embora sejam Unidades de Conservação criadas há bastante tempo, ricas em biodiversidade e consideradas áreas de relevante importância ecológica pela Unesco, ainda há pouco conhecimento científico sobre a região. A proposta tem como base o termo de reciprocidade acordado entre as duas instituições, que prevê a realização de pesquisa científica em Unidades de Conservação da região do médio Solimões. A parceria entre o Instituto Mamirauá e o ICMBio também vai viabilizar a realização do inventário da biodiversidade da fauna de aves, primatas, quirópteros, répteis e anfíbios, além de um estudo socioeconômico em comunidades de algumas destas Unidades de Conservação e apoio em atividades de manejo, como na pesca manejada de pirarucu.

12 VEÍCULO: BBC Chip em abelha tenta desvendar mistério de declínio em espécie Biólogos do Kew Gardens, o jardim botânico de Londres, estão testando um microtransmissor projetado para monitorar o comportamento das abelhas. O rastreador usa uma tecnologia simples baseada no equipamento usado para rastrear paletes em armazéns, disse o criador, Mark O'Neill. O dispositivo tem um alcance de até 2,5 m, ante 1 cm de modelos anteriores. O rastreador é composto de um chip identificador por radiofrequência tradicional (RFID) e uma antena especialmente projetada, criada por O'Neill para ser mais fina e mais leve que outros modelos usados para rastrear pequenos insetos, o que permite o aumento do alcance. O engenheiro, que é diretor técnico da empresa de tecnologia Tumbling Dice, de Newcastle, tenta patentear a invenção. "A primeira etapa foi fazer etiquetas de pré-produção usando componentes que eu poderia comprar facilmente", disse ele. "Eu quero fazer componentes aéreos otimizados que sejam muito menores... Eu fiz cerca de 50 até agora". A ideia é ter receptores-leitores espalhados no caminho entre uma colmeia e uma flor a fim de rastrear os sinais de como as abelhas se movem livremente na natureza. Para Sarah Barlow, bióloga do Kew Gardens especializada em restauração de ecossistemas danificados, a nova tecnologia "abrirá possibilidades para cientistas rastrearem abelhas na natureza." "Esta peça do quebra-cabeça, o comportamento das abelhas, é absolutamente vital se quisermos entender melhor por que nossas abelhas estão lutando (pela sobrevivência) e como podemos reverter o seu declínio". A população de abelhas registra um declínio preocupante na Grã-Bretanha e em vários outros países, inclusive no Brasil. Refrescando as abelhas Os minúsculos rastreadores, que têm apenas 8 mm de altura e 4,8 mm de largura, estão presos às abelhas com supercola em um processo que leva de cinco a 10 minutos. As abelhas são refrigeradas primeiro para que fiquem mais dóceis. Ele disse à BBC esperar que os rastreadores - que pesam menos do que uma abelha e estão unidos ao seu centro de gravidade para que não afetem o voo dos insetos - permaneçam anexados por três meses, a vida útil estimada.

13 VEÍCULO: Extra EDITORIA: Saúde e Ciência Poluição pode aumentar número de AVCs e potencializar a ansiedade, dizem estudos Não resta dúvida sobre o prejuízo causado ao meio-ambiente pela poluição e, nos últimos tempos, também fica cada vez mais evidente os danos à saúde humana. Agora, dois estudos revelam novos males da contaminação do ar: pode aumentar o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e potencializar a ansiedade. Uma pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Escócia, publicada na revista British Medical Journal analisou 103 estudos, publicados em 28 países, sobre a relação entre a poluição e AVC e comprovou que a exposição ao monóxido de carbono, dióxido sulfúrico, dióxido de nitrogênio e ozônio alguns presentes, principalmente, na fumaça dos carros aumenta o número de mortes por esse tipo de causa. Os cientistas evidenciaram que, embora apenas 20% dos estudos analisados sejam focados em países subdesenvolvidos ou emergentes, nas nações mais pobres o vínculo entre poluição e AVC foi maior devido à concentração desses poluentes. Políticas ambientais e de saúde pública deveriam tentar reduzir os níveis de poluição, isso poderia acarretar a queda do número de AVCs, afirmam os pesquisadores no estudo. Na Faculdade de Saúde Pública de Harvard, os cientistas estabeleceram uma relação também entre a poluição e a ansiedade. Os pesquisadores analisaram mulheres, entre 57 e 85 anos, levando em conta a distância que moravam de uma rodovia. Foi analisada a exposição aos poluentes, com base em dados metereológicos e geográfios, em cinco períodos: um mês, três meses, seis meses, um ano e quinze anos. Além disso, as mulheres foram submetidas a um questionário para avaliar o grau de ansiedade de cada uma. O estudo, publicado também na British Medical Journal, concluiu que as que moravam mais perto das rodovias, entre 50 e 200 metros, eram mais propensas a apresentar sintomas de ansiedade que as que viviam mais longe das estradas. A poluição causa inflamação sistêmica, por esse motivo é razoável que os pesquisadores voltem seu olhar para o terreno da saúde mental e procurem fatores de risco para essa doença que vem aumentando, afirmou em um editorial da mesma revista o pesquisador Michel Brauer da Universidade British Columbia, no Canadá. O pesquisador chamou atenção, entretanto, para o fato de a pesquisa não ter levado em conta fatores como o barulho, que também pode aumentar os problemas nervosos, a pressão atmosférica e a intensidade do sol. As pesquisas confirmam a necessidade urgente de controlar a poluição em todo mundo, como algo que prejudica a saúde, e oferecem a promessa de que sua redução poderia diminuir uma grande quantidade de doenças, disse Brauer.

14 VEÍCULO: D24 Relator de processo contra Melo afasta cassação e pede aplicação de multa O juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Délcio Santos, votou ontem pela aplicação de multa de R$ 25 mil a o governador José Melo (PROS) por divulgação de propaganda institucional no site da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) no período de três meses antes da eleição do ano passado. A veiculação é vedada pela legislação eleitoral. Em seu voto, o magistrado ainda descarta a cassação do mandato do governador. A representação foi ingressada pela coligação Renovação e Experiência, que tinha como candidato o atual Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga (PMDB) e pedia a cassação do mandato de José Melo por conduta vedada e a aplicação de multa por cada uma das 34 notícias veiculadas no período vedado. Em seu voto, Délcio também opinou pela aplicação de multa de R$ 25 mil a chefe da Agência de Comunicação do Estado (Agecom), Lúcia Carla da Gama Rodrigues e a então titular da Secti, Ana Alcídia de Araújo Moraes. Após a apresentação voto, o juiz Marco Antônio Pinto da Costa pediu vista dos autos para analisar o processo. Nenhum juiz adiantou seu voto. O Ministério Público Eleitoral (MPE) emitiu parecer nos autos pela total procedência da ação pedindo inclusive a cassação do mandato do governador.

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