UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE LINGUAGENS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE LINGUAGEM JUCELINA FERREIRA DE CAMPOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE LINGUAGENS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE LINGUAGEM JUCELINA FERREIRA DE CAMPOS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE LINGUAGENS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE LINGUAGEM JUCELINA FERREIRA DE CAMPOS ENSINO-APRENDIZAGEM DE LEITURA DO GÊNERO PROPAGANDA: UMA PESQUISA ENUNCIATIVO-DISCURSIVA CUIABÁ-MT 2010

2 JUCELINA FERREIRA DE CAMPOS ENSINO-APRENDIZAGEM DE LEITURA DO GÊNERO PROPAGANDA: UMA PESQUISA ENUNCIATIVO-DISCURSIVA Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal de Mato Grosso como requisito para a obtenção do título de Mestre em Estudos de Linguagem, sob a orientação da professora Dra. Cláudia Graziano Paes de Barros. CUIABÁ-MT

3 Ficha Catalográfica elaborada pela Bibliotecária C198e CAMPOS, Jucelina Ferreira de, Ensino-Aprendizagem de leitura do gênero propaganda: uma pesquisa enunciativo-discursiva. / Jucelina Ferreira de Campos. Cuiabá, p. ; il. Inclui bibliografia. Anexos. Orientação: Profª. Drª. Cláudia Graziano Paes de Barros. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal de Mato Grosso, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Estudos de Linguagem. 1. Educação. 2. Ensino-aprendizagem - leitura. 3. Língua portuguesa. 4. Propaganda. I.Título. CDU: Iraci de Fátima Pereira CRB 1ª/2.363

4

5 À minha grandiosa mãe Maria, meus irmãos Lino, River e Roney, às minhas cunhadas Márcia, Solange e Josiane, aos meus sobrinhos, ao meu companheiro e esposo Aguinaldo, à minha filha Mariana, obrigada a todos pela compreensão.

6 AGRADEÇO A Grande Força Universal, pelo amparo espiritual. À minha orientadora, professora Dra. Cláudia Graziano Paes de Barros, pela orientação, pela confiança, pelos momentos de apoio, pela sua seriedade e competência intelectual e por ter me ajudado a compreender o pensamento de Bakhtin e Vigotski. Aos professores Doutores Adelma Barros-Mendes (UNIFAP) e Simone de Jesus Padilha (UFMT) pela leitura atenta, pelas contribuições e sugestões valiosas no exame de qualificação. Aos docentes do Programa de Mestrado em Estudos de Linguagem, pelas significativas contribuições teóricas que foram dadas durante o curso Ana Antônia, Cláudia, Maria Inês, Maria Rosa, Sérgio Flores, Simone. À Secretaria Estadual de Educação do Estado de Mato Grosso, pela concessão do afastamento de minhas funções docentes durante a realização desta pesquisa. Aos colegas do grupo de estudo do ReBak. Aos meus amigos e anjos da guarda: Lezinete, Alba, Jefferson, obrigada pelo apoio e pela confiança depositada em mim. Aos colegas do MeEL: Eliana, Soeli, Sônia Renata, Elizangela, Rute, Shirlei, Margarethe, Cibele, Delvânia e Edsônia, obrigada pelas interações neste período. Aos meus queridos amigos de longa data Lea, Luciano, Maria Neves, Mayse, Aline, Juildo, Joilson, Rosemar, Valciene, Leila, Carol, Francis, Ana Clara, Lidiane, Rosenilda. Aos colegas da escola estadual Licínio Monteiro da Silva, doravante CEJA, Centro de educação de Jovens e Adultos. Aos meus parentes, tio Gonçalo, tia Sirlene, tia Eulália, Fabiana, Jéssika e aqueles aqui não nomeados, obrigada pela torcida. Aos novos integrantes da minha lista de amigos: Márcia, Mirian, Ana Paula, Jandira, Criseida. A todos os professores participantes desta pesquisa, muitíssimo obrigada. Foi o brilho do olhar de vocês que nos impulsionou a aprofundar nas pesquisas com vivacidade. Dedico este trabalho, em especial, ao meu amigo in memoriam Kleyton Eduardo. Aos amigos aqui não nomeados, obrigada pelos poucos momentos que estivemos juntos neste meu período de pesquisa.

7 RESUMO Este trabalho tem como objetivo analisar a relação entre o professor e a leitura do gênero propaganda impressa tomada como objeto de ensino-aprendizagem de leitura de língua materna. A nossa investigação se deu mediante a aplicação de um curso em parceria entre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Várzea Grande SMEC no ano de Os integrantes do curso foram professoras de português das séries finais do Ensino Fundamental do 3º e 4º ciclos. O curso teve duração de dois meses e foi dividido em duas etapas: a primeira etapa foi direcionada para o ensino de línguas a partir da teoria dos gêneros discursivos e, a segunda, enfocou o ensinoaprendizagem de leitura do gênero propaganda impressa. Para tanto, na primeira fase do curso, selecionamos um corpus de textos em diversos gêneros e, na segunda, propagandas que circulavam em diferentes revistas. Para o desenvolvimento do projeto, tomamos a propaganda impressa como megainstrumento de ensino-aprendizagem (Schneuwly, 1994/2004) que se baseia nas perspectivas sócio-histórica à luz de Lev S. Vigotski sobre o ensinoaprendizagem e na teoria dialógica da linguagem do Círculo de Mikhail M. Bakhtin. Ainda, de acordo com Schneuwly (1994/2004), tomamos o gênero como megainstrumento para o desenvolvimento de capacidades linguísticas; e as releituras brasileiras para o ensino-aprendizagem de leitura de Cristovão (2001) e capacidades leitoras de Rojo (2004, 2009); como também na visão teórica de Paes de Barros (2005, 2008, 2009) acerca da leitura de textos multimodais. A Análise dos dados teve como suporte a teoria de Vigotski sobre o ensino-aprendizagem e acerca da construção do conhecimento mediada pelas interações de discursos na Zona Proximal de Desenvolvimento (ZPD). Aliado a isso, abordamos a teoria do Círculo de Bakhtin acerca das relações dialógicas na esfera do discurso, na qual é possível fazer réplicas ao dito, confrontar posições, acolher a palavra do outro; confirmando-a ou rejeitando-a em busca de uma construção dos sentidos. A análise dos dados evidenciou que o gênero propaganda impressa atuou como megainstrumento de ensino-aprendizagem de leitura e, assim, notamos que o conhecimento acerca do gênero possibilitou novas leitura e novos sentidos no processo de interação, o que permitiu a ampliação das capacidades leitoras dos sujeitos envolvidos no curso. Palavras-chave: ensino-aprendizagem de gêneros discursivos, multimodalidade, capacidades de leitura.

8 ABSTRACT This study is aimed at analyzing the relationship between teachers and the print advertisement text as a genre chosen for the teaching of reading skills in the mothertongue (Portuguese). The investigative part of the current study was done during a course offered by the Federal University of Mato Grosso (UFMT) and the Local Secretariat of Culture and Education of Varzea Grande SMEC-MT, a partnership which took place in The participants of the course were teachers of Portuguese who teach in the final years of Brazilian primary school (3 rd and 4 th cycles). The course was divided into two phases: the first one aimed at language teaching through the perspective of discursive genre theory and the second one focused on the teaching of reading print advertisement genre. In the first phase of the course we selected a corpus of texts from different genres; in the second phase some adverts printed in several different magazines were selected. For this project, the print advertisement genre was taken as a mega teaching and learning tool (Schneuwly, 1994/2004) which was based on the lights of social and historical perspectives - Lev S. Vigotski s teaching and learning theories, and the dialogical language theory proposed by Mikhail M. Bakhtin Circle. Yet, the theoretical body consisted of Schneuwly (1994/2004), genre as a mega tool for the development of linguistics abilities; for Brazilian rereadings related to teaching and learning of reading we used Cristovão (2001), for the reading abilities we adopted the views of Rojo (2004, 2009) and Paes de Barros (2005, 2008, 2009), regarding the reading of multimodal texts. The analysis was based on the Vigotskian theory of teaching and learning and the construction of knowledge mediated by the discourse interactions in Zone of the Proximal Development (ZPD). In addition to it, we used the theories of the Bakhtinian Circle related to dialogical relations in the discourse sphere, in which it is possible to replicate the said, to confront positions, to recognize the words of the Other, confirming or rejecting it, in a struggle to pursue meaning. The present analysis highlighted how the print advertisement worked as a mega tool to the teaching and learning process of reading. Thus, we observed that the knowledge on that genre allowed us new possibilities of reading as well as new meaningful views of the process of interaction, which consequently enlarged the reading capacity of the participants enrolled in the course. Key words: capacity. teaching and learning discursive genres, multimodality, reading

9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: BAKHTIN E VIGOTSKI Uma teoria dialógica Os gêneros discursivos Vigotski e Bakhtin: uma aproximação possível O ensino-aprendizagem na visão vigotskinana As Zonas Real e Proximal de Desenvolvimento nos processos de ensino-aprendizagem Ferramentas técnicas e psicológicas O gênero como objeto de ensino-aprendizagem Capacidades de linguagem CAPÍTULO 2 - A PROPAGANDA IMPRESSA Publicidade e propaganda: breves concepções teóricas A esfera da propaganda: um breve passeio pela história A propaganda impressa CAPÍTULO 3 - A COMPREENSÃO PARA BAKHTIN E O ENSINO- APRENDIZAGEM DE LEITURA A leitura como compreensão ativa O ensino da leitura Capacidade de leitura A leitura de textos multimodais CAPÍTULO 4 - METODOLOGIA DE PESQUISA O pensamento bakhtiniano na pesquisa em Ciências Humanas Metodologia de coleta dos dados... 65

10 4.2.1 O contexto da pesquisa Os sujeitos A organização do curso Seleção dos textos utilizados Cronograma do curso e planejamento das aulas Metodologia de análise dos dados CAPÍTULO 5 - ANÁLISE DE DADOS As leituras da propaganda impressa Capacidades de linguagem no ensino-aprendizagem de leitura do gênero de propaganda impressa Interação: construção de sentidos CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS

11 11 INTRODUÇÃO Nas décadas finais do século vinte, observa-se no Brasil um profundo movimento, inicialmente por parte da Academia, em ações do Governo Federal, tais como o Programa Nacional do Livro Didático, a edição dos Parâmetros Curriculares Nacionais, além da implementação dos exames oficiais: o SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica), a Prova Brasil, a Provinha Brasil e o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). Esses exames têm como finalidade medir as capacidades linguísticas dos alunos, tanto as capacidades de leitura quanto as de escrita. Boa parte dessas ações, em particular os Parâmetros Curriculares Nacionais, toma os gêneros discursivos como objetos de ensino-aprendizagem. Nesse contexto, torna-se importante o desenvolvimento de pesquisas que enfoquem o ensino-aprendizagem dos gêneros discursivos. Dessa forma, desenvolvemos uma pesquisa que busca enfocar o ensino-aprendizagem do gênero propaganda impressa, que objetiva discutir as capacidades leitoras mobilizadas no processo de leitura do referido gênero. Para tanto, partimos da aplicação de um curso ministrado a professores da rede municipal de ensino da cidade de Várzea Grande/MT, em que tomamos os gêneros discursivos como objetos de ensino-aprendizagem de leitura do gênero propaganda impressa. Inicialmente, o objetivo era discutir o ensino-aprendizagem dos gêneros discursivos, posteriormente, também buscamos observar quais capacidades leitoras os docentes mobilizaram nas atividades de leitura. À luz da concepção dialógica da linguagem de cunho bakhtiniano, diferentes conceitos foram mobilizados durante o curso, tais como, dialogia, gêneros discursivos, leitura como compreensão ativa, entre outros. Assim, nossa pesquisa fundamenta-se no aporte teórico-metodológico sóciohistórico proposto por Bakhtin/Volochinov (1929, /1979) aliados aos aportes acerca do ensino-aprendizagem de Vigotski (1930, 1934, 1935). Dessa forma, esta pesquisa objetivou:

12 12 Desenvolver um curso sobre o ensino-aprendizagem de leitura do gênero propaganda impressa para professoras do Ensino Fundamental da rede pública do município de Várzea Grande, MT. Identificar e analisar as capacidades leitoras mobilizadas pelas professoras durante o processo de interação. Para alcançar esses objetivos, procuraremos responder às seguintes perguntas de pesquisa: 1. Que capacidades de leitura são mobilizadas pelas professoras durante a reconstrução dos sentidos? 2. As interações entre as professoras favoreceram a construção dos sentidos? De que forma? Para responder às questões da nossa pesquisa e discutirmos acerca das teorias que as embasam, organizamos os capítulos deste trabalho da seguinte forma: No primeiro capítulo, inicialmente, abordaremos alguns pressupostos teóricos de Bakhtin, no que tange à teoria dialógica e aos gêneros discursivos. Depois, apresentaremos a teoria sócio-histórica de Vigotski. Em seguida, expomos alguns pontos teóricos que aproximam Vigotski e Bakhtin. Logo após, discorremos a respeito do gênero como objeto de ensino-aprendizagem. Já no segundo capítulo, apresentamos os aspectos particulares da esfera da propaganda, buscando configurar bakhtiniamente a história da propaganda impressa, desde sua origem sócio-histórica, a esfera de produção, circulação e recepção. No terceiro capítulo, enfocamos a leitura na perspectiva enunciativodiscursiva e as capacidades que envolvem o processo de leitura. Por fim, discutimos o ensino-apredizagem da leitura de textos multimodais.

13 13 No quarto capítulo, tratamos da metodologia utilizada em todas as etapas do curso e da pesquisa. No capítulo cinco, são apresentados e analisados os dados coletados no decorrer do curso. Ao final do trabalho, apresentamos as considerações finais que tecemos acerca da pesquisa, seguidas das referências bibliográficas consultadas.

14 14 CAPÍTULO 1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: BAKHTIN E VIGOTSKI Procuramos alinhar nosso trabalho às recomendações dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa (1998) que tomam os gêneros discursivos como objetos de ensino, por essa razão, nosso referencial teórico se fundamentará, assim como os PCN, nos pressupostos bakhtinianos acerca da linguagem, dos gêneros discursivos e em seus construtos sobre a compreensão. De igual modo, também alicerçam nosso trabalho as contribuições de Vigotski sobre linguagem, interação e ensino-aprendizagem. 1.1 Uma teoria dialógica Para Bakhtin/Volochinov (1929) linguagem é o fenômeno social da interação verbal, contrapondo-se a outras concepções de linguagem, em que a língua era vista de forma monológica, como um produto acabado, sem relação com o contexto sócio-histórico. A linguagem é vista a partir da interação entre os indivíduos envolvidos numa prática social. Assim, A verdadeira substância da língua [...] é constituída [...] pelo fenômeno social da interação verbal, realizada através da enunciação ou das enunciações. A interação verbal constitui assim a realidade fundamental da língua. [...] Mas pode-se compreender a palavra diálogo, num sentido amplo, isto é, não apenas com a comunicação em voz alta, de pessoas colocadas face a face, mas toda comunicação verbal, de qualquer tipo que seja (BAKHTIN/VOLOCHINOV, [1929] 2006, p.127). O conceito de dialogismo está diretamente ligado ao conceito de interação, pois é a sustentação do processo de produção dos discursos, melhor dizendo, é a base da própria linguagem. Assim, na visão bakhtiniana, os interlocutores apresentam, cada um, o mesmo grau de importância, pois, todo enunciado é uma réplica, uma resposta a enunciados passados e possíveis enunciados que venham a ser produzidos. De modo simultâneo a uma resposta, todo o enunciado se configura, também, em uma indagação, em uma pergunta a outros possíveis enunciados.

15 15 Nesse sentido, o sujeito ao produzir um enunciado sempre leva em consideração o outro, não de forma passiva, mas, sobretudo, como sujeito que participa de maneira ativa. É a partir dessa corrente comunicativa, de enunciados concretos, que a linguagem, no sentido bakhtiniano, se define como dialógica. Ressaltamos que o dialogismo não deve ser confundido com diálogo, mesmo se tratando das réplicas de um diálogo face a face ou de sua configuração em discursos. O diálogo é de natureza textual e um procedimento discursivo abarcado pelo dialogismo, em outras palavras, o diálogo é apenas uma das nuanças mais nítidas em termos de materialidade discursiva. O enunciado, seja ele fechado ou subjetivo, sempre será dialógico, uma vez que, segundo Sobral (2009), (1) não pode haver enunciado sem sujeito enunciador; (2) o sujeito não pode agir fora de uma interação, mesmo que o outro não esteja inteiramente presente; (3) não há interação sem diálogo, que é uma relação entre mais de um sujeito, mesmo do caso chamado discurso interior, discurso do sujeito dirigido a si mesmo, o falar com os botões (SOBRAL, 2009, p. 35). Em virtude disso, dialogismo se trata de um conceito bastante amplo, pois se refere a três planos diferentes. Em primeiro lugar, o sujeito só assume existência na interação outros sujeitos. Assim, o ato de existir do sujeito se fundamenta numa relação de confronto, de conflito, de diferença. O ser humano ao vir ao mundo, biologicamente falando, se torna sujeito social fundamentado na interação com outros sujeitos. Já no segundo plano, dialogismo se define como condição de possibilidade da produção de enunciado, isto, é de sentido. Posto que, o sentido se origina de diálogos no sentido amplo entre enunciados que já foram produzidos e aqueles que podem vir a ser produzidos, ou seja, entre enunciados passados e futuros. Segundo Bakhtin ([ /1979]), O enunciado está repleto dos ecos e lembranças de outros enunciados [...] O enunciado deve ser considerado acima de tudo como uma resposta a enunciados anteriores dentro de uma dada esfera (a palavra resposta é empregada aqui no sentido lato): refuta-os, confirma-os, completa-os, baseia-se neles, supõe-nos conhecidos e, de um modo ou de outro, conta com eles (BAKHTIN, [ /1979]1997, p.317).

16 16 Assim, o sujeito, antes mesmo de pronunciar uma única palavra diante de outro ser, já está dando uma resposta ao outro: devo dizer isso ou aquilo?. O sujeito se questiona, antecipa, faz previsões, porque sempre levará em conta o outro no ato da interação. No terceiro e último plano, o dialogismo diz respeito à soma das réplicas na interação visível na materialidade textual (a forma do diálogo) com vários outros elementos, tais como o lugar de onde se produz o enunciado, para quem se dirige esse projeto comunicativo. Nesse sentido, a concepção dialógica sustenta que o sujeito, antes mesmo de enunciar, ele modifica sua fala, sua maneira de dizer, conforme a imagem presumida que se estabelece a quem irá se dirigir. É por esse motivo que o dialogismo é base fundamental para o conceito de interação no Círculo de Bakhtin. Apesar de o círculo de Bakhtin não tomar a leitura explicitamente como um foco de suas discussões, é sob esse olhar que consideramos a leitura, no escopo deste trabalho, como um processo dialógico que envolve sujeitos historicamente constituídos. Sobre este tema nos ateremos mais detidamente adiante. 1.2 Os gêneros discursivos Ao tratar dos aspectos que cercam o conceito dos gêneros discursivos, gostaríamos de reforçar a idéia de que Bakhtin ou seu círculo não se ativeram de forma explícita acerca do ensino. Entretanto, sua teoria, ao sinalizar a importância do social, da cultura, situando a linguagem como um foco central, discute algumas questões que podemos relacionar com o ensino. Segundo Bakhtin, não se pode compreender um enunciado fora do seu contexto de produção, isto é, não se pode compreender nem fazer uso de um gênero sem conhecer e compreender as suas possibilidades e os seus limites em seu contexto de produção/circulação/ recepção. A experiência discursiva de cada sujeito é criada e desenvolvida no processo constante e contínuo de interação com os enunciados de outros sujeitos. Nesse sentido, segundo Bakhtin ([ /1976] 2003, p. 332), o enunciado é uma unidade da comunicação discursiva dotada de sentido, relacionado com valores de verdade, de beleza, que exige, justamente por isso, uma compreensão responsiva, um juízo de valor. Esse tipo de manifestação por parte do usuário da

17 17 língua é denominado de postura ativa, ou seja, o domínio do gênero requer de nós usuários esse tipo de postura, afinal, quanto melhor dominamos os gêneros tanto mais livre os empregamos, (BAKHTIN, [ /1979] 2003, p. 285). Assim, uma pessoa que domina os modos de dizer em uma determinada esfera comunicativa, pode em outra esfera não ter o mesmo domínio devido à falta de experiência com o gênero empregado em outra esfera da atividade humana. Bakhtin/Volochinov (1929) consideram que, para o estudo da língua, o pesquisador deve, primeiramente, compreender a esfera social em que os enunciados são proferidos ou escritos, as formas e os tipos de interação verbal em ligação com as condições concretas em que se realiza (BAKHTIN/VOLOCHINOV, [1929], 2006, p. 129), em seguida, selecionar os gêneros dessa esfera e, finalmente, escolher a teoria linguística que conduzirá seus estudos e análises. A esfera é o primeiro elemento a ser pensado para o desenvolvimento de um determinado estudo, sejam obras literárias, sejam manuscritos antigos, sejam gêneros discursivos, pois todos eles foram produzidos em uma situação concreta, ligados a um momento sócio-histórico e a certas ideologias. Grillo (2008) entende que A noção de esfera da comunicação discursiva (ou da criatividade ideológica, ou da atividade humana, ou da comunicação social, ou da utilização da língua, ou simplesmente ideologia) é compreendida como um nível específico de coerções que, sem desconsiderar a influência da instância socioeconômicoa, constitui as produções ideológicas, segundo a lógica particular de cada esfera/campo (GRILLO, 2008, p. 143). Assim, para Bakhtin ( /1979), as relações sociais nas várias esferas da atividade humana estão diretamente relacionadas aos usos da linguagem para a produção e compreensão dos enunciados. Em qualquer instância de interação comunicativa, o enunciado é a base concreta por meio da qual são estabelecidas as trocas verbais e não-verbais carregadas de sentido. Sendo assim, de acordo com o pensador russo (BAKHTIN, /1979), as variadas formas dos gêneros são determinadas de acordo com as diversas finalidades que assumem em uma dada esfera de comunicação discursiva, isso é, em função da situação de produção, da posição hierárquica e das relações de interação entre os interlocutores da comunicação. O autor considera ainda que o uso da linguagem marca cada gênero discursivo de acordo com as especificidades de cada interação social, realizada nas diferentes esferas da atividade humana. Isso significa que todo enunciado se

18 18 caracteriza por determinadas marcas da esfera da comunicação em que foi produzido. Apropriamo-nos da língua e a internalizamos por meio dos gêneros discursivos, no caso, formas de interações orais ou escritas elaboradas por participantes das diversas esferas sociais durante as interações em suas atividades discursivas. Nesse sentido, Bakhtin ( /1979) afirma que Aprender a falar significa aprender a construir enunciados (porque falamos por meio de enunciados e não por orações isoladas e, evidentemente, não por palavras isoladas). Os gêneros do discurso organizam o nosso discurso quase da mesma forma que o organizam as formas gramaticais (sintáticas). Nós aprendemos a moldar nosso discurso em formas de gênero [...] (BAKHTIN, [ /1979] 2003, p. 283). Assim, adequamos sempre nossa maneira de dizer às formas típicas dos enunciados em uma determinada atividade, em outras palavras, falamos e escrevemos em gêneros, são estes que irão orientar nosso projeto comunicativo. De acordo com Bakhtin ([ /1979] 2003), cada gênero se organiza pela constituição de três elementos inseparáveis: a forma composicional (modo de organização do texto), o conteúdo temático e o estilo (recursos fraseológicos, a seleção lexical, a sintaxe), conforme os contextos e situações específicas determinadas por cada esfera de comunicação discursiva. Nas palavras do autor: O emprego da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos) concretos e únicos, proferidos pelos integrantes desse ou daquele campo da atividade humana. Esses enunciados refletem as condições específicas e as finalidades de cada referido campo não só por seu conteúdo (temático) e pelo estilo da linguagem, ou seja, pela seleção dos recursos lexicais, fraseológicos e gramaticais da língua, mas, acima de tudo, por sua construção composicional. Todos esses três elementos o conteúdo temático, o estilo, a construção composicional estão indissoluvelmente ligados no todo do enunciado (BAKHTIN, [ /1979] 2003, p ) [grifo nosso]. De forma ilustrativa, podemos tomar nosso objeto de pesquisa a propaganda impressa, veiculada em revistas, para exemplificar a tríade constitutiva do gênero. Ao reconhecermos a forma composicional como primeiro elemento a ser identificado nos gêneros pelos usuários da língua, no caso das propagandas

19 19 impressas, podemos afirmar, primeiramente, que a sua forma é delimitada pelo tamanho das folhas da revista, ocupando entre uma, duas ou mais páginas, conforme o espaço destinado pelo veículo de comunicação; logotipos, o texto escrito (composto por letras maiores e enfatizadas) e, localizada entre a parte superior e central da revista, a imagem do produto (ilustração, fotografia, desenho), etc. Assim, podemos pensar que a forma composicional é a estrutura de um dado gênero, que possibilita seu reconhecimento numa dada esfera da atividade humana. Em vista disso, um leitor, ao ler uma revista, será capaz de diferenciar, por exemplo, uma propaganda impressa de uma entrevista. Essa diferenciação será feita a partir da estrutura desses referidos gêneros como também pelo estilo do gênero e pelo conteúdo temático. Diante disso, apresentamos o segundo elemento constitutivo dos gêneros: o estilo. Em relação a este, Bakhtin subdivide em estilo individual e estilo de gênero. Este, segundo o pensador russo, permite aos indivíduos que façam a identificação do gênero e do lugar em que circula, pois em cada campo existem e são empregados gêneros que correspondem às condições específicas de dado campo (BAKHTIN, [ /1979] 2003, p. 266). Assim, podemos dizer que o estilo de gênero do nosso objeto é caracterizado pelas mensagens breves, pelo uso recorrente do modo imperativo, precisamente no verbo das frases mais importantes; nas outras frases, o tempo verbal predominante é o presente indicativo; nos slogans, notamos o uso de frases nominais; nos logotipos, encontramos o estilo representado por substantivos próprios, como por exemplo, Dove, O Boticário, etc. Dessa maneira, afirmamos que há certa padronização no uso de determinados elementos linguísticos no estilo de um dado gênero, e isso permite que os indivíduos reconheçam qualquer gênero, de diferentes esferas da atividade humana. Podemos afirmar ainda que o estilo de gênero impõe certos recursos lexicais devido a sua relação direta com as esferas da atividade humana com as quais um determinado gênero do discurso está ligado. Já o estilo individual é caracterizado como aquele que pode refletir a individualidade do falante (ou de quem escreve) (BAKHTIN, [ /1979] 2003, p. 266). Este estilo está mais presente nos gêneros literários, já que a esfera literária permite ao escritor impor sua individualidade. Apesar de Bakhtin reconhecer isso, diz que é possível encontrar o estilo individual em outros gêneros pertencentes a outras esferas. Segundo o pensador russo, o estilo individual é um produto complementar

20 20 para outros gêneros. Ainda conforme delineia Bakhtin( [ /1979] 2003, p. 289) o estilo individual está atrelado à relação valorativa do falante com o objeto de seu discurso (seja qual for esse objeto) também determina a escolha dos recursos lexicais, gramaticais [...] do enunciado. Assim, dizemos que o publicitário, ao produzir determinada propaganda, manterá um diálogo com seus interlocutores. Isso nos permite afirmar que são as condições de interlocução que irão sinalizar o querer dizer do locutor, pois ele deverá levar em consideração seu projeto comunicativo e este por sua vez determinará a escolha de um gênero, o qual estará ligado a uma esfera social, a um conteúdo temático. Nesse sentido, a propaganda impressa, por contemplar a linguagem verbal e a não-verbal (imagem, cores), se configura em sua composição como um todo do enunciado (PAES DE BARROS, 2005). Como bem afirma a autora, com características determinadas: conteúdo temático, estilo e construção composicional, em que cada uma é marcada fortemente pela esfera de atividade específica em que se insere [...], refletindo não somente as ideias do autor, mas também apreciação valorativa desse autor sobre os temas e os leitores. (PAES DE BARROS, 2005, p 71). No que concerne ao último elemento constitutivo do gênero, entendemos que o conteúdo temático são os conteúdos previsíveis para um determinado gênero, o qual está inserido em um dado contexto sociohistórico, para determinados interlocutores. Ferreira (2009, p.11) afirma que o conteúdo temático está organicamente ligado às atividades de uso da linguagem e às funções das esferas. Assim, nos apoiamos também nas palavras de Fiorin (2006, p.62), pois segundo esse autor, o conteúdo temático é o domínio de sentido que se ocupa o gênero, em outras palavras, compreendemos que todo e qualquer gênero pertencente a uma determinada esfera é constituído por um conteúdo, que o torna singular numa corrente comunicativa sociohistórica. Assim cada elemento da tríade desempenha um papel importante na constituição dos gêneros discursivos num determinado espaço e tempo, e os interlocutores também fazem parte desse processo, já que pertencem a uma dada esfera da atividade humana.

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

Validório, Valéria Cristiane 1

Validório, Valéria Cristiane 1 A INTERAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva sociocultural Validório, Valéria Cristiane 1 RESUMO As relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior desenvolvem-se por meio de um processo

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio.

Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio. Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio. Dalva Aparecida do Carmo Constantino, UFMT, Faculdades Integradas de Rondonópolis (FAIR/UNIR). Este trabalho

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo Introdução Funções psicológicas superiores Pilares da teoria de Vigotsky Mediação Desenvolvimento e aprendizagem Processo de internalização Níveis de desenvolvimento Esquema da aprendizagem na teoria de

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

Considerações iniciais

Considerações iniciais A produção do gênero textual relatório pelo aluno pesquisador no âmbito do Projeto Bolsa Alfabetização Ana Paula P. R. Germanos Fátima Aparecida de Souza Este trabalho é resultado de pesquisa acerca da

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0181 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA BAKHTINIANA

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental

O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental O letramento a partir da oralidade e do uso de gêneros textuais no Ensino Fundamental Rosangela Balmant; Universidade do Sagrado Coração de Jesus- Bauru-SP. rosangelabalmant@hotmail.com Gislaine Rossler

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos (RE)DISCUTINDO AS ATIVIDADES DE LEITURA EM LIVROS DIDÁTICOS DE LINGUA PORTUGUESA SOB O VIÉS DO LETRAMENTO CRÍTICO Rosenil Gonçalina dos Reis e Silva (UFMT) rosenilreis@gmail.com Simone de Jesus Padilha

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Tatiane Henrique Sousa Machado 1 RESUMO: O presente estudo de dedica-se

Leia mais

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades.

1. Linguagens e Códigos; 2. Raciocínio Lógico e Matemática; 3. Leitura e Interpretação de Textos; 4. Atualidades. ANEXO I - PROGRAMA DAS PROVAS DE CONHECIMENTOS GERAIS E DE REDAÇÃO Prova (Todos os Cursos) Trabalhando em consonância com as diretrizes curriculares nacionais, o UNIFEMM entende que as avaliações do processo

Leia mais

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático. A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA Fabricio Santos Almeida 1 Márcia Cristiane Eloi Silva Ataide 2 1 Licenciando em Química, Universidade Federal do Piauí - UFPI. 2 Professora

Leia mais

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental

Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental - SEPesq Os Gêneros Discursivos: uma perspectiva dialógica de ensino de língua portuguesa no Ensino Fundamental Renata Faria A. Silva da Rosa Mestranda Letras/Linguística PPGL PUCRS renata.faria@acad.pucrs.br

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA 03070 O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA Resumo Autor: Marcelo Ganzela Martins de Castro Instituições: UNINOVE/Instituto Singularidades/E.

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos.

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Diogo Vieira do Nascimento 1 (UERJ/EDU) Fabiana da Silva 2 (UERJ/EDU)

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Docente do Programa de Mestrado em Educação da Universidade de Uberaba. Membro do grupo de pesquisa Formação de Professores e suas Práticas.

Docente do Programa de Mestrado em Educação da Universidade de Uberaba. Membro do grupo de pesquisa Formação de Professores e suas Práticas. 1 AÇÕES E ATIVIDADES FORMATIVAS: UM ESTUDO SOBRE PROCESSOS DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES LONGAREZI, Andréa Maturano UNIUBE GT-08: Formação de Professores Agência Financiadora: PAPE e UNIUBE O presente

Leia mais

Pedagogia Profª Silvia Perrone. Ensino de Língua Portuguesa. Roteiro. Teorias que orientam o ensino

Pedagogia Profª Silvia Perrone. Ensino de Língua Portuguesa. Roteiro. Teorias que orientam o ensino Pedagogia Profª Silvia Perrone Ensino de Língua Portuguesa Roteiro Teorias que orientam o ensino: empirista e construtivista. A visão de texto nas diferentes teorias. Ensinar a produzir textos na escola.

Leia mais

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1 RELEVÂNCIA DA LITERATURA INFANTIL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Catharine Prata Seixas (PIBIC/UFS) Aline Grazielle Santos Soares Pereira (PIBIX/UFS) INTRODUÇÃO Vygotsky (1991), diz que o pensamento e a linguagem

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934.

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Vygotsky, viveu na mesma época que Piaget (ambos nasceram em 1896 entanto Vygotsky

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

OS MEDIADORES NAS HISTÓRIAS DE LEITURA DOS PROFESSORES Jeovana Alves de Lima Oliveira Secretaria de Educação do Estado da Bahia

OS MEDIADORES NAS HISTÓRIAS DE LEITURA DOS PROFESSORES Jeovana Alves de Lima Oliveira Secretaria de Educação do Estado da Bahia OS MEDIADORES NAS HISTÓRIAS DE LEITURA DOS PROFESSORES Jeovana Alves de Lima Oliveira Secretaria de Educação do Estado da Bahia INTRODUÇÃO: A proposta desse trabalho é apresentar a pesquisa de Mestrado,

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

CAMPO CONCEITUAL E REPRESENTAÇÕES SEMIÓTICAS DO CONCEITO DE FUNÇÃO: ANÁLISE DE LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL

CAMPO CONCEITUAL E REPRESENTAÇÕES SEMIÓTICAS DO CONCEITO DE FUNÇÃO: ANÁLISE DE LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL ISSN 2316-7785 CAMPO CONCEITUAL E REPRESENTAÇÕES SEMIÓTICAS DO CONCEITO DE FUNÇÃO: ANÁLISE DE LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL Jéssica Goulart da Silva Universidade Federal do Pampa

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO Extensão, docência e investigação. Danielle Gomes Mendes Theciana Silva Silveira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marize Barros Rocha

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA Anilda Costa Alves Jamile Alves da Silva Leônidas José da Silva Jr Universidade Estadual da Paraíba anildauepb@gmail.com milygta10@hotmail.com

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

As habilidades na Solução de Problemas em Matemática

As habilidades na Solução de Problemas em Matemática As habilidades na Solução de Problemas em Matemática Érica Valeria Alves O que diferencia a espécie humana das demais espécies do reino animal é a capacidade de pensar, raciocinar, formular hipóteses,

Leia mais

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS Lucas Gabriel Seibert Universidade Luterana do Brasil lucasseibert@hotmail.com Roberto Luis Tavares Bittencourt Universidade Luterana do Brasil rbittencourt@pop.com.br

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa.

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa. LEITURA E ESCRITA COMO PROCESSO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA PERSPECTIVA SÓCIO-COGNITIVA E INTERATIVA Marta Oliveira Barros¹ Josias Silvano Barros² ORIENTADORA: Dra. Maria de Lourdes da Silva Leandro³ RESUMO

Leia mais

Oficina : Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental: uma abordagem vigotskiana

Oficina : Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental: uma abordagem vigotskiana UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA Oficina : Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental: uma abordagem vigotskiana Introdução

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR

CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR 1 CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR Paulo Gomes Lima Prof. Adjunto da FAED/UFGD MS. Área Fundamentos da Educação A Psicologia Educacional,

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO INTRODUÇÃO Solange dos Santos (UFS) A leitura tem sido por muito tempo um tema muito debatido

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

OS GÊNEROS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA: MUITAS PEDRAS NO CAMINHO.

OS GÊNEROS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA: MUITAS PEDRAS NO CAMINHO. OS GÊNEROS E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA: MUITAS PEDRAS NO CAMINHO. Tânia Cristina Lemes Machado (UFMT) * Novos horizontes, velhas práticas A formação docente tem sido cada vez mais questionada

Leia mais

A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa

A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa A aula de leitura através do olhar do futuro professor de língua portuguesa Dra. Eulália Vera Lúcia Fraga Leurquin 1 Marina Kataoka Barros 2 Resumo Por meio desta comunicação, desejamos refletir sobre

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR O USO DO BLOG COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR Isnary Aparecida Araujo da Silva 1 Introdução A sociedade atual vive um boom da tecnologia,

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR

PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR Thassiana Reis Félix (PG-UEL) Maria IlzaZirondi (UEL) Resumo:

Leia mais

LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA

LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA Casou-se em 1924. Pesquisou profundamente sobre o comportamento e desenvolvimento humanos. Dizia que o conhecimento é decorrente da interação da história social e pessoal. Escreveu

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO ATIVIDADES PEDAGÓGICAS EM SALA DE AULA DE INGLÊS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Silvana Laurenço Lima 1 Deise Nanci de Castro Mesquita 2 RESUMO: O objetivo desta comunicação é apresentar e discutir

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 JOGOS COMPUTACIONAIS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES DAS PESQUISAS E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Regina Célia Grando Universidade São Francisco regina.grando@saofrancisco.edu.br Resumo: No presente

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS

UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS Cintia Ap. Bento dos Santos Universidade Cruzeiro do Sul Programa de Pós Graduação

Leia mais

Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky

Conceitos de Identidade Relação eu e outro Para Vygotsky FAMOSP - FACULDADE MOZARTEUM DE SÃO PAULO PEDAGOGIA - 1 o SEMESTRE PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky Deyse Maria Souza Almeida Eliete Pereira Nunes

Leia mais

A TEORIA DOS REGISTROS DE REPRESENTAÇÃO SEMIÓTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO MATEMÁTICA DE PROFESSORES EM AMBIENTES VIRTUAIS *

A TEORIA DOS REGISTROS DE REPRESENTAÇÃO SEMIÓTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO MATEMÁTICA DE PROFESSORES EM AMBIENTES VIRTUAIS * A TEORIA DOS REGISTROS DE REPRESENTAÇÃO SEMIÓTICA: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO MATEMÁTICA DE PROFESSORES EM AMBIENTES VIRTUAIS * Joserlene Lima Pinheiro Universidade Estadual do Ceará Marcilia Chagas

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

Leitura e Literatura

Leitura e Literatura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação BásicaB Leitura e Literatura Dia e Semana Nacional da Leitura

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL

PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL PORTFÓLIO: UMA ABORDAGEM DE REGISTRO NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. UEPB E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br Aldeci Luiz de Oliveira Profa. Dra. PMCG E-mail:

Leia mais

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA

OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO MEDIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NOS CURSOS SUBSEQÜENTES DO IFRN - CAMPUS NATAL/CIDADE ALTA Dayvyd Lavaniery Marques de Medeiros Professor do IFRN Mestrando do PPGEP

Leia mais

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa

Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Profa. Ma. Adriana Rosa Unidade II ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa Propostas para aquisição da língua escrita. Oralidade e comunicação. A escola e o desenvolvimento da linguagem. O ensino da escrita.

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL Pâmella Gomes de Brito pamellagomezz@gmail.com Goiânia, Goiás

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Guia prático do alfabetizador

Guia prático do alfabetizador Guia prático do alfabetizador Maristela Marques de Almeida Silva Graduanda Normal Superior UNIPAC E-mail: sms@ufsj.edu.br Fone: (32)3371-8331 Data de recepção: 17/11/2009 Data de aprovação:16/12/2009 Resenha

Leia mais

:: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica

:: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica :: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica José Mauricio Santos Pinheiro em 21/04/2005 Os princípios indispensáveis à redação científica podem ser resumidos em quatro pontos fundamentais: clareza,

Leia mais

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID

A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID A PRÁTICA DE MONITORIA PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL DE LÍNGUA INGLESA DO PIBID Victor Silva de ARAÚJO Universidade Estadual da Paraiba sr.victorsa@gmail.com INTRODUÇÃO A monitoria é uma modalidade

Leia mais

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA por Anelise Pereira Sihler é Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Educacional, Educação a Distância, Educação colaborativa, Relações Humanas, mestre

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PIBID INGLÊS - AÇÃO INTERVENTIVA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE CORNÉLIO PROCÓPIO Bolsistas: ALMEIDA, D.; IDALGO, L.; KISHI, C; FAUSTINO, V.; SOUZA, E. (PIBID- LEM/ UENP) Orientadoras: Célia Regina Capellini

Leia mais

PROJETO SALA DE REDAÇÃO

PROJETO SALA DE REDAÇÃO PROJETO SALA DE REDAÇÃO Eliane Teresinha da Silva Acadêmica do Curso de Letras Português e Literaturas UAB Restinga Seca/UFSM Gláucia Josiele Cardoso Acadêmica do Curso de Letras Português e Literaturas

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

CONHECIMENTOS GERAIS (5 questões)

CONHECIMENTOS GERAIS (5 questões) 1. Paulo Freire na sua concepção pedagógica parte de alguns princípios que marcam, de forma clara e objetiva, o seu modo de entender o ato educativo. Considerando as características do pensamento desse

Leia mais

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática PROF. MS. JOSÉ JOÃO DE MELO (josejoaomelo@gmail.com) PROF ESP. AUGUSTO RATTI FILHO (gutoratti@outlook.com.br) PROF DR. ROGERIO

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais