* Comunicólogo, pós-graduado em Gestão Estratégica e Tecnologia da Informação pela FGV, professor universitário na FCETM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "* Comunicólogo, pós-graduado em Gestão Estratégica e Tecnologia da Informação pela FGV, professor universitário na FCETM"

Transcrição

1

2

3 Revista Saberes Acadêmicos v.1,n,1, jul./dez.2009 Uberaba,MG: Távola, 2009 CDD 370 pág. 65 O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E SUAS INTERCONEXÕES Heitor Átila Fernandes* RESUMO O propósito deste ensaio é jogar luz em uma das mais conhecidas ferramentas de gestão, o Planejamento Estratégico. Há no mercado e no meio acadêmico o uso diversificado de significados para o instrumento profissional em análise, variando as acepções de acordo com as profissões e perfis dos profissionais. Existem variações de focos e de áreas. Reconhecer essa realidade pode contribuir para o melhor uso do Planejamento Estratégico, evitando-se debates desnecessários, tentativas de territorialização e o estabelecimento de senso de propriedade. Palavras-chave: Plano, planejamento, estratégia, estratégico, tática, ferramenta, gestão ABSTRATCT The purpose of this essay is to build a highlight on one of the most popular management tools, the Strategic Planning. There the market and in the academic sector use of diverse meanings for the professional instrument in analysis, varying senses according to the professions and profiles of professionals. There are variations of outbreaks and areas. Recognizing this reality can contribute to the better use of Strategic Planning, avoiding unnecessary discussion, and attempts to establish territorial sense of ownership. Keywords: Plan, planning, strategy, strategic, tactical, tool, management * Comunicólogo, pós-graduado em Gestão Estratégica e Tecnologia da Informação pela FGV, professor universitário na FCETM

4 INTRODUÇÃO A longevidade das empresas e o advento de gerarem rentabilidade e lucro atrelam-se à capacidade das lideranças em conciliar o conhecimento disponível e as ações práticas do dia-a-dia que, por vezes, criam novos conhecimentos (Nonaka e Takeuchi, 1997). Portanto, o conhecimento disponível tem origem externa e interna. Externamente, pode-se contar com as ações de benchmarking e com toda a bibliografia construída pela Administração enquanto ciência e seus fantásticos progressos no último século. Mesmo assim, há uma visível distância entre os fundamentos científicos da Administração e o mundo das empresas, ávido por soluções práticas que possam aliviar a tensão rotineira. A evolução das pessoas jurídicas, milenarmente (O'Hara, 2004), deu ao mundo acadêmico um gigantesco objeto de pesquisa e análise, originando as chamadas ciências gerenciais e todo o esforço de professores, alunos, pesquisadores em pensarem e repensarem os melhores caminhos estratégicos para as empresas. Mais do que isso, permitiu a percepção de padrões de comportamento e resultados, dando origem a metodologias e sistemas, comumente chamados de ferramentas de gestão. Assim, a prática empresarial e a prática acadêmica se completam. Cabe à academia repensar as ferramentas de gestão com pesquisas próprias e com o conhecimento germinado dentro das empresas, a partir do seu capital humano e capital estruturado (DAVENPORT, 1999). O objetivo deste ensaio é evidenciar uma das mais populares ferramentas de gestão no mundo corporativo, o Planejamento Estratégico. A começar pela diferença entre a liberdade de se agregar aos diversificados tipos de planejamentos o adjetivo estratégico e a existência efetiva do instrumento de gestão, conhecido como Planejamento Estratégico, utilizado por 78% dos executivos mundiais e por 74% dos executivos brasileiros, segundo dados da pesquisa da empresa de consultoria Bain & Company, feita em Mesmo assim, há o uso de diferentes significados para o recurso aqui comentado, variando os sentidos com as profissões e perfis dos profissionais. São percebidas diferenças de focos e de áreas. Reconhecê-las pode contribuir para seu melhor uso nas áreas desiguais, evitando-se debates desnecessários, tentativas de territorialização e o estabelecimento de senso de propriedade. A denominação Planejamento Estratégico é às vezes utilizada como sinônima de Plano de Negócios, no qual prevalece o foco financeiro, tema sempre crítico no meio empresarial e empreendedor (Fernandes, B.H.R e Berton. L.H, 2005). Não há como alcançar algum sucesso em qualquer negócio se este não for cuidadosamente calculado previamente, com monitoramento constante, profundo e intenso da movimentação financeira e com adoção dos princípios contábeis organizacionais e legais. A negligência com esses aspectos colabora certamente para o altíssimo índice de mortalidade empresarial no Brasil e no exterior.

5 Além disso, a mesma expressão Planejamento Estratégico dá nome a diferentes disciplinas, por exemplo, nos cursos de graduação em Publicidade/Propaganda e de Administração. São disciplinas com interconexões comuns, mas com origens e objetivos diferentes. No primeiro, visa otimizar os investimentos táticos em Publicidade ou Propaganda e no segundo visa dar origem a um Plano Estratégico com rentabilidade no longo prazo, desde que guiado por uma estratégia clara de mercado. As necessárias aplicações práticas de ambas as concepções não são excludentes, contudo requerem a delimitação dos propósitos e uma ordem de precedências. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO PLANO DE NEGÓCIOS A revisão bibliográfica do tema não deixa dúvidas: o Planejamento Estratégico é a ação de se conceber um Plano Estratégico (Fernandes, B.H.R e Berton. L.H, 2005). Por ser uma ação, apresenta passos com prioridades ou paralelismos. Variando um pouco de autor para autor, podemos apontar os principais passos do Planejamento Estratégico sequencialmente como: a identificação dos Fatores Críticos, a análise S.W.O.T, o estabelecimento da Missão (contendo o Negócio ou o core business), a Visão de Futuro (ou Visão Estratégica), a declaração dos Valores, o Plano de Ações e, não explicitamente, a formulação da Estratégia. O processo estratégico, assim, engloba, além da formulação, a implantação prática com o propósito geral de se gerar riquezas para os stakeholders. A sequência geral engedra a formulação e a gestão, execução e controle das ações, a implantação sempre em sintonia com a estratégia ampla, revolucionária e não apenas evolutiva; um meio para se chegar a um fim; um caminho e não um fim em si mesmo; as metas e os recursos para se alcançar o objetivo; o tempo comprimido causando mudanças radicais; visando o controle do destino; visualizando as oportunidades; incorporando e transformando as ameaças (Fernandes, B.H.R e Berton. L.H, 2005). Há ainda a dúvida se o Plano Estratégico contém o Plano de Negócios (foco financeiro) ou se o Plano de Negócios contém o Plano Estratégico. A primeira hipótese é prontamente assumida por diversos autores. Orçamento, Análise Financeira Tradicional, Análise Financeira Dinâmica, Economic Value Added (EVA) e Market Value Added são agregados por Fernandes, B.H.R e Berton. L.H, Tiffany e Peterson incorporam na sequência o Demonstrativo de Resultados, o Balanço Patrimonial e o Demonstrativo de Fluxo de Caixa (Tiffany e Peterson,1999). Os autores assumem a ferramenta de gestão como um roteiro ou um manual prático do tipo leia e faça você mesmo. Priorizam a praticidade no lugar da profundidade. Já Samuel C. Certo e J.P. Peter e outros assumem os Fundamentos de Finanças para a Administração Estratégica. No geral, como fator crítico genérico, o planejamento financeiro nas diferentes formas e denominações que assume é parte indissociável do Planejamento Estratégico. No lançamento de novos negócios, ou nos reposicionamentos, é inconcebível a inexistência dos cálculos dos investimentos pré-operacional e operacional, retornos, receitas, depreciações, custos fixos e variáveis, taxas, amortizações, margens, fluxo de caixa, entre outros quesitos que dão consistência às planilhas. Contudo, mesmo em estado da arte de precisão e correção, os resultados podem não gerar sucesso se

6 a base de cálculo não levou em conta as implicações da estratégia escolhida. Se foi escolhida e pensada uma estratégia. A solução para as empresas nascentes e para as que pretendem se eternizar não é, igualmente, entenderem o planejamento estratégico como eficiência de produção e ter como meta ganhar dinheiro (Goldratt e Cox,2002). Parafraseando os autores, podemos afirmar que qualidade sozinha não é meta, tecnologia sozinha não é meta, nem tão pouco a estratégia sozinha é meta. Mas, um Plano Estratégico, fruto de um bom Planejamento Estratégico e sob a energia de lideranças, transforma as metas em resultados positivos nas diferentes áreas. O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO PLANO TÁTICO DE MARKETING Ao tempo que sucede a formulação da estratégia e a formatação do Plano Estratégico devidamente embasado nos cálculos financeiros, advêm as ações práticas contidas no Plano de Ações. Recomenda-se que tais ações sejam organizadas em forma de Programas (conjunto de projetos) e Projetos (ações organizadas no tempo, com responsáveis, orçamento e fontes) facilitando seu gerenciamento (PMBOK/PMI, 2007). Um plano estratégico pode possuir dezenas de programas que contêm dezenas de projetos. Entre os programas, o de Marketing ganha extrema importância por ser ele o responsável pela visibilidade da empresa, sua marca, seus produtos e serviços. Mas, principalmente, cabe ao Marketing colocar a estratégia em prática, atraindo novos clientes e retendo os clientes já existentes. Para Peter Drucker o objetivo do Marketing é tornar a venda supérflua. É compreender e entender o cliente tão bem que o produto ou serviço sirva e venda por si próprio. Comumente confundido pelos leigos como sinônimo de propaganda, como se vê, o Marketing, se bem executado, tende a depender menos das ações de promoção. O seu foco em compreender e entender o cliente significa inicialmente usar o arsenal de pesquisas com informações primárias e secundárias. Sucintamente, estamos falando de acessar bancos de dados comportamentais e censitários, cadastros, CRMs, bem como levar a campo pesquisas de opinião quantitativas e qualitativas. Estas últimas agora casadas com o chamado marketing antropológico ou marketing etnográfico. Objetivo maior: conhecer o que os clientes necessitam e desejam; como, quanto e quando consomem e quanto podem pagar. Claro está que, após conhecer e compreender bem os clientes, necessário se faz avisá-los sobre a existência da empresa e seus pontos fortes nos produtos e serviços, divulgação essa que deve manter, ao longo do tempo, a coerência entre realidade e mensagem sob pena da própria divulgação levar a empresa ao desaparecimento. A pior coisa para um produto ruim é uma boa campanha publicitária (James Carville, Revista Veja, Páginas Amarelas, setembro de 1998). Por outro lado, se está claro que Marketing não é propaganda, necessário se faz ainda esclarecer que há também uma sutil diferença

7 entre Publicidade e Propaganda. A primeira diz respeito à promoção dos produtos explicitamente e a segunda enfatiza conceitos, idéias e doutrinas por detrás dos produtos e das empresas (Pinho,1990). O Marketing, enquanto ciência multidisciplinar e transdisciplinar, atrai para si diferentes conceituações e um universo de enfoques. Entre os autores contemporâneos há que se valorizar a concepção de Philip Kotler ao seccionar o setor em Marketing Estratégico, Marketing Tático, Marketing Administrativo e Marketing Transformacional. (Kotler, 1999). Aproxima assim o Marketing do Planejamento Estratégico, deixando claro já a preexistência de diferenças entre estratégia e táticas. Enquanto a estratégia cuida do geral e do longo prazo, as táticas são atividades operacionais que traduzem, na prática, a intenção estratégica, que é sempre velada, não divulgada no mercado de hipercompetitividade. Dessa forma, o uso do Planejamento Estratégico até como título de disciplinas nas graduações em Publicidade e Propaganda, na verdade, diz respeito ao aprimoramento dessas técnicas para execução de táticas publicitárias. O Planejamento Estratégico para as agências de Publicidade e Propaganda diz respeito ao plano tático de mídia escolhido e calculado face à estratégia de venda do cliente, variando a mídia, em função do chamado público-alvo e diversificando os investimentos, em função da natureza da divulgação, se lançamento de produto, se queima de estoques ou outro tipo de promoção, se institucional de sustentação e até se apenas propaganda, atingindo doutrinariamente a mente dos consumidores (Pinho, 1990). Há também empresas especializadas na terceirização do Marketing como um todo e não apenas na terceirização da produção e da co-produção das campanhas publicitárias. Essas empresas pensam a comunicação como um todo e recomendam ações táticas específicas que libertam o marketing dos chamados 4 Ps : produto, preço, promoção, ponto de distribuição. Nesse sentido, os planos táticos de comunicação devem considerar as alternativas que extrapolam ao mercado publicitário. Dependendo da empresa, seu produto, sua estratégia, obrigatoriamente deverá haver, por exemplo, investimentos em Assessoria de Imprensa, atividade de muita exigência ética, a cargo de jornalistas profissionais. Empresas com capacidade de inovação tecnológica podem conseguir espaços de mídia gratuitos se souberem mostrar a inovação na condição de novidade, curiosidade. Contudo, as editorias dos jornais têm que perceber o caráter de notícia da divulgação a que se propõem, isto é, informações de interesse altamente público (Lage, 2004). De outro lado, empresas que trabalham em situações de formação de crises iminentes, como as companhias aéreas, investem significativamente no treinamento para os momentos de pressão, em face de acidentes, por exemplo. A maior parte desse treinamento tem a ver com a maneira com que as informações são transmitidas, a postura dos dirigentes frente às câmaras, microfones e canetas dos profissionais da imprensa. Outra vertente de comunicação eficaz, que vai além da publicidade, é formada pela capacidade da empresa em organizar eventos. Aqui no Brasil, tal atividade se concentra nas ações de Relações Públicas, eventualmente terceirizadas. Isso requer expertise em receptivos, cerimoniais, logística de convidados, decoração, alimentação, segurança, lazer, aliando tais táticas aos produtos e serviços da empresa e, sobretudo, à estratégia. Há empresas em que a realização de eventos é mais importante

8 para os negócios do que investimentos em publicidade na mídia. Entre os exemplos, o reposicionamento estratégico da Harley Davidson na década de 80 com seus HOGs Harley Owner Groups e a Cia. Vale do Rio Doce que fechou grandes negócios internacionais, a partir do carnaval de 2003, após patrocinar a escola de samba Grande Rio e recepcionar, com excelência, potenciais compradores de seus produtos. Mais uma vez, também aqui no setor de Relações Públicas, há confusões semânticas e de versões entre as diferentes línguas. Nos Estados Unidos, public relations concentra toda a atividade de comunicação organizacional que no Brasil se divide em Assessoria de Imprensa (privativa dos jornalistas), Publicidade e Propaganda (privativa dos publicitários) e Relações Públicas (privativa dos profissionais dessa área). Confusões semânticas e etimológicas à parte, o correto é que o somatório entre publicidade, propaganda, assessoria de imprensa e relações públicas, oferece um cabedal de opções visivelmente táticas, que tornam a estratégia em algo tangível, com resultados mensuráveis. Não há que existir preconceitos entre as atividades táticas e a dimensão estratégica. Não há uma hierarquização entre estas e, dessa forma, tão pouco há uma ordem de subordinação recomendada entre os profissionais que atuam no setor corporativo e organizacional. Estratégia e tática são como as faces de uma mesma moeda: de um lado a estratégia como uma intenção sutil e, de outra, as táticas explícitas sutis na suas ligações com a intenção maior que leva sempre em conta a atração dos clientes dos concorrentes ou formação de novos clientes. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO TEM QUE FORMULAR ESTRATÉGIA O mundo das organizações, em particular o das empresas, não dispõe de tempo suficiente para pensar a atividade econômica em que está inserido. No entanto, apesar da distância entre escolas e empresas, há uma aceitação crescente do trabalho acadêmico e o seu poder de síntese conceitual, como disparador de novas idéias. Os conceitos são construções culturais, internalizadas pelos indivíduos ao longo de seu processo de desenvolvimento (Rego, 2001) e têm o poder de tornar claro o que antes era obscuro, uniformizam os entendimentos sobre fenômenos, estabelecem um consenso entre os padrões percebidos. A etimologia ajuda na construção dos conceitos, embora, às vezes, traga uma certa discussão, por exemplo, com o conceito de estratégia. Traduzindo do grego, strategos, seria a arte do general (STEINER e MINER,1981). Contudo, claro está aí a presença de um falso cognato na tradução do inglês sobre the art of general, isto é, na verdade, a arte daquilo que é geral, visualizado de forma ampla, no espaço e no tempo. O exercício de elencar e analisar as conceituações de estratégia não cabe em um ensaio. Remonta ao lendário mestre chinês Tzu e sua contribuição segundo a qual o mérito supremo consiste em quebrar a resistência do inimigo sem a necessidade de lutar (TZU S, CLAVELL J. 2002). Empreende-se daí o convite para entender mérito supremo como a própria estratégia, o que teria influenciado centenas de autores ao longo de quase anos. Mais recentemente, de Chandler (1962) a Porter (1980), Chan Kim e Mauborgne (2005), passando por Learned, Christensen, Guth,

9 Ansoff (1965), Andrews (1971), Hofer e Schandel (1978), Jauch e Glueck (1980), Mintzberg, Hax e Majluf (1988). Ao empreender sua caçada à estratégia, Mintzberg identifica dez grandes correntes do pensamento estratégico a que chama de escolas. Uma delas, a escola do planejamento estratégico (Mintzberg, H., Ahlstrand B., Lampel J.,1998). O mestre e sua equipe criticam o método que teria passado a significar um jogo de números com pouco conteúdo identificado com a estratégia. Reconhece o progresso da análise de cenários, o bom uso da S.W.O.T, mas condena o pensamento sem ação. O safari acadêmico entra fundo na selva do pensamento estratégico e requer fôlego intelectual e habilidade de tradução, no sentido de dar utilidade às reflexões no dia-a-dia do mercado. Mais focado, Michael Porter capricha na concisão. Em um memorável e sucinto artigo decreta: estratégia é ter posição competitiva, exclusiva e difícil de ser imitada (Os anos 90 acabaram...volte à estratégia!. HSMMANAGEMENT nº 30, pág. 28, janeiro/fevereiro 2002). Derruba de uma vez a restrita pregação professoral sobre o chamado diferencial da empresa ou produto como sendo a estratégia em si. Deixa claro que, o diferencial poder ser imitado hoje na velocidade da luz e que um gen da estratégia, sem dúvida, é a exclusividade em algo, com foco. No entanto, prega duas opções de delimitação na formulação estratégica: optar por custo baixo ou por diferenciação, opções que podem ser entendidas como estratégia genérica para as classes C, D e E ou como estratégia genérica para a classe A ( praticando a gestão do luxo). O começo do século 21 foi agraciado com a metáfora energizante de W. Chan Kim e Renée Mauborgne em A Estratégia do Oceano Azul. Pedem licença a Porter e determinam: estratégia é ter custo baixo e diferenciação ao mesmo tempo, ou, a melhor forma de concorrer é não mais concorrer. Como? Simplesmente se afastando das águas manchadas de sangue dos conflitos concorrenciais e encontrando águas azuis, onde a empresa reina sozinha, ofertando o que o segmento como um todo não está ofertando. O caminho para isso passa pelo estabelecimento de um preço estratégico, meta de lucros, eliminação/redução, criação/elevação de características vistas pela ótica dos consumidores. Esses ensinamentos foram obtidos por meio da análise de 150 estratégias bem sucedidas em um período de um século, em trinta diferentes setores econômicos. Assim, felizmente, a formulação da estratégia tanto exigida no período de Planejamento Estratégico, encontra muitas boas opções para adoção do método. Com elas, o Plano Estratégico entra no mundo palpável já dotado de uma estratégia. A escolha de uma das escolas ((Mintzberg, H., Ahlstrand B., Lampel J.,1998) requer como combustível farto a informação, redutora da incerteza, capaz de levar à tomada de decisão. Dessa forma, é possível alcançar o mérito supremo. Na prática: atrair clientes, criar clientes por meio de produtos inéditos, fidelizá-los, mantê-los e ter como meta ganhar dinheiro (GOLDRATT, M. E. e COX J, 2002).

10 REFERÊNCIAS CERTO, S, PETER, J.P. Administração Estratégica. São Paulo: Editora Pearson, DAVENPORT, T. O. Capital Humano. São Paulo: Nobel, DRUCKER, Peter Ferdinand. O melhor de Peter Drucker: obra completa. São Paulo: Nobel, FERNANDES, B.H.R e BERTON. L.H Administração Estratégica. São Paulo: Editora Saraiva, GLUCK, F.; S. KAUFMAN e A.S. WALLECK, 1982, The four phases of strategic management, The Journal of Business Strategy, vol.2, nº3, p GOLDRATT, M. E. e COX J. A Meta. São Paulo: Nobel, HAX, A. C. e N. S. MAJLUF, 1988, The concept of strategy and strategy formation process, Interfaces, vol.18, no.3, p HOFER, C. W. e D. SCHENDEL. Strategy formulation: Analytical concepts.editora. St. Paul: West Publishing Company, JAUCH, L.R. e W.F GLUECK, 1980, Business Policy and Strategic Management, McGraw-Hill, 5ª ed., KIM, W.C. e MAUBORGNE, R. A Estratégia do Oceano Azul. Rio de Janeiro: Editora Campus, KOTLER, P. Marketing de A a Z. Rio de Janeiro: Editora Campus, KOTLER, P. Marketing para o Século XXI. São Paulo: Futura, LAGE, Nilson. Estrutura da Notícia. São Paulo: Ática, LEARNED, E. P.; C. R. CHRISTENSEN; K.R. ANDREWS e W.D GUTH, Business Policy, Text and Cases. NY:1965 MINTZBERG, H., AHLSTRAND B., LAMPEL J. Safari de Estratégia. Porto Alegre: Bookman, NONAKA, I. e TAKEUCHI, H. Criação de Conhecimento Na Empresa. Rio de Janeiro: Editora Campus, O'HARA, W. T. Centuries of Success: Lessons from the World's Most Enduring Family Businesses. Avon: Adams Media, 2004 PINHO, J.B. Propaganda Institucional - Usos e Funções da Propaganda em Relações Públicas. São Paulo: Summus Editorial, PMI/ PMBOCK (http://www.pmimg.org.br/geral/default.aspx) PORTER, M. Competitive Advantage: creating and sustaining superior performance, The Free Press, New York: 1985 REGO, Teresa Cristina. Vygotsky Uma perspectiva histórico-cultural da educação. 12ª ed., Vozes: Petrópolis, STEINER, G. A. e J. B. Miner. Política e Estratégia Administrativa. Rio de Janeiro:Edusp, TIFFANY, P. PETERSON D. S. Planejamento Estratégico Série para Dummies. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999.

11 TZU, S. e CLAVELL J. A Arte da Guerra. São Paulo: Record, 2002.

Conceito e Processo do Planejamento Estratégico

Conceito e Processo do Planejamento Estratégico ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Estratégia de Negócios em TI (Parte 1) Conceito e Processo do Planejamento Estratégico Prof. Me. Walteno Martins Parreira Jr Origem da Estratégia: Originalmente

Leia mais

Informação estratégica

Informação estratégica IVENS CONSULT Informação estratégica Ivan Leão diretor da Ivens Consult Introdução A revolução em andamento é que a manufatura ou produção não é mais principal centro de lucro e sim a logística, os sistemas

Leia mais

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta.

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta. ESPE/Un SERE plicação: 2014 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento

Leia mais

ARTIGO PUBLICADO NO SITE: WWW.RG9.ORG DENNYS MAYRINCK DE CARVALHO MONTEIRO POSICIONAMENTO HOLÍSTICO: UMA NOVA PROPOSTA DE POSICIONAMENTO.

ARTIGO PUBLICADO NO SITE: WWW.RG9.ORG DENNYS MAYRINCK DE CARVALHO MONTEIRO POSICIONAMENTO HOLÍSTICO: UMA NOVA PROPOSTA DE POSICIONAMENTO. ARTIGO PUBLICADO NO SITE: WWW.RG9.ORG DENNYS MAYRINCK DE CARVALHO MONTEIRO POSICIONAMENTO HOLÍSTICO: UMA NOVA PROPOSTA DE POSICIONAMENTO. Petrópolis 2009 DENNYS MAYRINCK DE CARVALHO MONTEIRO POSICIONAMENTO

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

Planejamento Estratégico. Planejamento Estratégico. Slides 01 Introdução Planejamento Estratégico. Leituras recomendadas

Planejamento Estratégico. Planejamento Estratégico. Slides 01 Introdução Planejamento Estratégico. Leituras recomendadas Slides 01 Introdução Apresentação Professor e alunos. Contextualização Quais os objetivos da disciplina: Apresentar ao discente, com um nível de detalhamento que lhe proporcione uma visão mais explícita,

Leia mais

[Ano] Estratégia: Um Conceito em Construção. Universidade Cruzeiro do Sul www.cruzeirodosul.edu.br

[Ano] Estratégia: Um Conceito em Construção. Universidade Cruzeiro do Sul www.cruzeirodosul.edu.br [Ano] Estratégia: Um Conceito em Construção Universidade Cruzeiro do Sul www.cruzeirodosul.edu.br Unidade: Estratégia: Um Conceito em Construção MATERIAL TEÓRICO Responsável pelo Conteúdo: Prof.Ms. Gabriel

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: MODELO SISTÊMICO E COMPARTILHADO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: MODELO SISTÊMICO E COMPARTILHADO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: MODELO SISTÊMICO E COMPARTILHADO INTRODUÇÃO: As empresas corporativas atualmente desenvolvem visões e políticas que se enquadrem no conceito de desenvolvimento sustentável, responsabilidade

Leia mais

Como lutar em uma guerra de preços

Como lutar em uma guerra de preços Como lutar em uma guerra de preços Juliana Kircher Macroplan Prospectiva, Estratégia e Gestão Julho de 2006 Guerras de preços já são fatos concretos que ocorrem frequentemente em todos os mercados, seja

Leia mais

Estratégias de Marketing Jurídico. Ari Lima. Estratégias de Negócios Jurídicos. 1ª. Edição

Estratégias de Marketing Jurídico. Ari Lima. Estratégias de Negócios Jurídicos. 1ª. Edição Ari Lima Estratégias de Negócios Jurídicos 1ª. Edição Belo Horizonte MG Performance Gestão e Treinamento Ltda 2012 3 Conteúdo Prefácio... 7 Parte 1 Competências Profissionais... 11 Capítulo 1 A liderança

Leia mais

Marco Antonio P. Gonçalves. Planejamento Estratégico na Advocacia + Workshop. 22 de Setembro, 2012

Marco Antonio P. Gonçalves. Planejamento Estratégico na Advocacia + Workshop. 22 de Setembro, 2012 Marco Antonio P. Gonçalves Planejamento Estratégico na Advocacia + Workshop 22 de Setembro, 2012 Marco Antonio P. Gonçalves Administrador especializado em estratégias de marketing e desenvolvimento de

Leia mais

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Objetivos da aula: Nesta aula o objetivo será Apresentar uma visão diferenciada sobre como as ações integradas de planejamento estratégico de Recursos Humanos (RH)

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING

Gestão de Negócios. Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING Gestão de Negócios Unidade III FUNDAMENTOS DE MARKETING 3.1- CONCEITOS DE MARKETING Para a American Marketing Association: Marketing é uma função organizacional e um Marketing é uma função organizacional

Leia mais

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 Universo TOTVS Fundada em 1983 6ª maior empresa de software (ERP) do mundo Líder em Software no Brasil e

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

A estratégia por 10 caminhos por Lauro Jorge Prado

A estratégia por 10 caminhos por Lauro Jorge Prado A estratégia por 10 caminhos por Lauro Jorge Prado Qual é a fundamentação teórica que sua empresa usa na hora de estabelecer o planejamento estratégico? Você sabe? Eis aqui um boa pergunta para ver a estratégia

Leia mais

CURSOS: ÁREA ADMINISTRAÇÃO E COMÉRCIO

CURSOS: ÁREA ADMINISTRAÇÃO E COMÉRCIO CURSOS: ÁREA ADMINISTRAÇÃO E COMÉRCIO ELABORANDO O PLANO DE NEGÓCIOS 16h Entendendo o negócio Perfil do Empreendedor de Sucesso Visão e missão do Negócio Características do Plano de Negócios Plano de Investimento

Leia mais

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Módulo 4.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EVOLUÇÃO DA COMPETIÇÃO NOS NEGÓCIOS 1. Revolução industrial: Surgimento das primeiras organizações e como consequência, a competição pelo mercado de commodities. 2.

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

A comunicação e o marketing. como ferramentas estratégicas de gestão social

A comunicação e o marketing. como ferramentas estratégicas de gestão social A comunicação e o marketing como ferramentas estratégicas de gestão social Ricardo Voltolini* Transformar causas em marcas fortes que tenham longevidade, personalidade, consistência e sejam uma referência

Leia mais

O Segredo do Sucesso na Indústria da Construção Civil

O Segredo do Sucesso na Indústria da Construção Civil O Segredo do Sucesso na Indústria da Construção Civil Planejamento estratégico pode ser o grande diferencial para a empresado ramo da construção civil, imobiliário e arquitetura que deseja obter mais sucesso

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO SUPERIOR DE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2014 Atualizado em 6 de junho de 2014 pela Assessoria de

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA CORPORATIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA CORPORATIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE ADMINISTRAÇÃO ISSN: 1676-6822 Ano IX Número 16 Junho de 2009 Periódicos Semestral SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA CORPORATIVA PARA AS ORGANIZAÇÕES LIMA, Sílvia Aparecida

Leia mais

Permita-se ir além e descubra uma nova possibilidade, um conjunto de ideias e inovação, construído por você.

Permita-se ir além e descubra uma nova possibilidade, um conjunto de ideias e inovação, construído por você. Somos uma empresa inovadora, que através de uma metodologia vencedora proporciona a nossos clientes um ambiente favorável ao desenvolvimento de capacidades, para que seus profissionais alcancem o melhor

Leia mais

Plano de marketing Um roteiro para a ação

Plano de marketing Um roteiro para a ação Plano de marketing Um roteiro para a ação 1. Planejar, planejar, planejar 2. Planejamento de marketing e plano de marketing 3. Processo de elaboração e roteiro do plano de marketing 4. Detalhamento do

Leia mais

Ementário do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial

Ementário do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial 01 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I EMENTA: Introdução à administração de recursos humanos; orçamento de pessoal; processo de recrutamento e seleção de pessoal; processo de treinamento e desenvolvimento

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: MAIS UMA ESTRATÉGIA DAS EMPRESAS PARA OBTEREM VANTAGEM COMPETITIVA? Luciana de Góis Aquino Teixeira 1 Marcos de Moraes Sousa 2

MARKETING AMBIENTAL: MAIS UMA ESTRATÉGIA DAS EMPRESAS PARA OBTEREM VANTAGEM COMPETITIVA? Luciana de Góis Aquino Teixeira 1 Marcos de Moraes Sousa 2 MARKETING AMBIENTAL: MAIS UMA ESTRATÉGIA DAS EMPRESAS PARA OBTEREM VANTAGEM COMPETITIVA? Luciana de Góis Aquino Teixeira 1 Marcos de Moraes Sousa 2 RESUMO O marketing é uma função da administração que

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO SUPERIOR DE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2014 Atualizado em 6 de junho de 2014 pela Assessoria

Leia mais

Metodologia de Comunicação Integrada de Marketing o caso Orium

Metodologia de Comunicação Integrada de Marketing o caso Orium Metodologia de Comunicação Integrada de Marketing o caso Orium Luciano Mattana (UNIFRA) lucianomattana@unifra.br Greice de Bem Noro (UNIFRA) greice@unifra.br Milena Marinho Mottini (UNIFRA) milleninhamm@hotmail.com

Leia mais

PEMPEC - Planejamento Estratégico para Micro e Pequenas Empresas

PEMPEC - Planejamento Estratégico para Micro e Pequenas Empresas PEMPEC - Planejamento Estratégico para Micro e Pequenas Empresas Resumo. PEMPEC é um software de distribuição gratuita que visa auxiliar o gestor das micro e pequenas empresas na tomada de decisão, utilizando

Leia mais

Comunicação e Reputação. 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados

Comunicação e Reputação. 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados Comunicação e Reputação 10 dicas para manter o alinhamento e assegurar resultados 1 Introdução Ao contrário do que alguns podem pensar, reputação não é apenas um atributo ou juízo moral aplicado às empresas.

Leia mais

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira

LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira LIVRO O GERENTE INTERMEDIÁRIO Autor: Wellington Moreira Manual de Sobrevivência dos Gestores, Supervisores, Coordenadores e Encarregados que atuam nas Organizações Brasileiras Capítulo 2 O Gestor Intermediário

Leia mais

As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames

As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames As 6 Práticas Essenciais de Marketing para Clínicas de Exames Introdução Fique atento aos padrões do CFM ÍNDICE As 6 práticas essenciais de marketing para clínicas de exames Aposte em uma consultoria de

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹

Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹ Plano de Comunicação para o Hospital Infantil Varela Santiago¹ José Alves de SOUZA² Maria Stella Galvão SANTOS³ Universidade Potiguar (UnP ), Natal, RN RESUMO Este Plano de Comunicação refere-se a um estudo

Leia mais

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE PARA O CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL 1

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE PARA O CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL 1 INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE PARA O CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL 1 DALCOL, Charlene Coser 2 ; SILUK, Julio Cezar 3 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Pós-Graduação em Gestão de Pessoas e Marketing

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Marketing jurídico: desafios e oportunidades no Brasil Marco Antônio P. Gonçalves * Em março de 1999, o The New York Law Journal publicou o artigo How to Get Past Basic Promotion

Leia mais

A COMUNICAÇÃO COMO FERRAMENTA CHAVE PARA CONSOLIDAÇÃO DE PARQUES TECNOLÓGICOS

A COMUNICAÇÃO COMO FERRAMENTA CHAVE PARA CONSOLIDAÇÃO DE PARQUES TECNOLÓGICOS A COMUNICAÇÃO COMO FERRAMENTA CHAVE PARA CONSOLIDAÇÃO DE PARQUES TECNOLÓGICOS Paula Soares Matias 1 Janaine Farrane Cardoso 2 RESUMO O artigo tem como objetivo evidenciar a comunicação como ferramenta

Leia mais

MBA Gestão de Pessoas Ênfase em Estratégias

MBA Gestão de Pessoas Ênfase em Estratégias MBA Gestão de Pessoas Ênfase em Estratégias Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização (versão 2011) Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

O Plano de Negócios Fabiano Marques

O Plano de Negócios Fabiano Marques O Plano de Negócios Fabiano Marques Um negócio bem planejado terá mais chances de sucesso que aquele sem planejamento, na mesma igualdade de condições. (Dornelas, 2005) O termo empreendedorismo está naturalmente

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2010.2 A BRUSQUE (SC) 2014 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INFORMÁTICA APLICADA À... 4 02 MATEMÁTICA APLICADA À I... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA... 4 04 PSICOLOGIA... 5 05

Leia mais

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR

&DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR &DPSDQKDV 3ODQHMDPHQWR Toda comunicação publicitária visa atender a alguma necessidade de marketing da empresa. Para isso, as empresas traçam estratégias de comunicação publicitária, normalmente traduzidas

Leia mais

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011

Resumo Executivo. Modelo de Planejamento. Resumo Executivo. Resumo Executivo. O Produto ou Serviço. O Produto ou Serviço 28/04/2011 Resumo Executivo Modelo de Planejamento O Resumo Executivo é comumente apontada como a principal seção do planejamento, pois através dele é que se perceberá o conteúdo a seguir o que interessa ou não e,

Leia mais

Orientadora: Profa. Dra. Sonia Aparecida Cabestré (USC)

Orientadora: Profa. Dra. Sonia Aparecida Cabestré (USC) Título (Limite de 250 caracteres incluindo os espaços) Título: Relações Públicas e Ferramentas de Comunicação um estudo abordando à realidade de Ibitinga A capital nacional do bordado 1 Autores (Incluir

Leia mais

GOVERNANÇA EM TI. Prof. Acrisio Tavares

GOVERNANÇA EM TI. Prof. Acrisio Tavares GESTÃO ESTRATÉGICA DO SUPRIMENTO E O IMPACTO NO DESEMPENHO DAS EMPRESAS BRASILEIRAS SÉRIE ESPECIAL PCSS A GOVERNANÇA EM TI, SEU DIFERENCIAL E APOIO AO CRESCIMENTO Prof. Acrisio Tavares G GOVERNANÇA EM

Leia mais

MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS

MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS Branding Corporativo O que é Branding. O que é uma marca. História da Marcas. Naming. Arquitetura de Marcas. Tipos de Marcas. Brand Equity. Gestão de Marcas/Branding.

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Fundamentos

Gerenciamento de Projetos Fundamentos Gerenciamento de Fundamentos MBA EM GESTÃO DE PROJETOS - EMENTAS Definição de Projeto. Contexto e Evolução do Gerenciamento de. Areas de conhecimento e os processos de gerenciamento do PMI - PMBoK. Ciclo

Leia mais

Balanced Scorecard. Resumo Metodológico

Balanced Scorecard. Resumo Metodológico Balanced Scorecard Resumo Metodológico Estratégia nunca foi foi tão tão importante Business Week Week Entretanto... Menos de de 10% 10% das das estratégias efetivamente formuladas são são eficientemente

Leia mais

Aula 2. Planejamento Estratégico de Marketing

Aula 2. Planejamento Estratégico de Marketing Aula 2 Planejamento Estratégico de Marketing Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br Ambiente de marketing Planejamento Estratégico de Marketing Processo de reflexão sobre informações e

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA

ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS E CRIAÇÃO DE VALOR NA EMPRESA MODERNA Natália Igreja da Silva Ferreira 1, Vilma da Silva Santos 2, Paulo Cesar Ribeiro Quintairos 3, Edson Aparecida de Araújo Querido Oliveira 4

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2

PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2 1 PLANO DE NEGÓCIOS 1 Jane do Socorro do Rosário Ventura 2 RESUMO O Plano de Negócios é parte fundamental do processo empreendedor, visto que os empreendedores precisam saber planejar suas ações e delinear

Leia mais

Estruturas organizacionais em instituições privadas de ensino superior

Estruturas organizacionais em instituições privadas de ensino superior Estruturas organizacionais em instituições privadas de ensino superior por Maurício Garcia*, agosto de 2005 A influência do modelo público A maioria das instituições privadas de ensino superior copiou,

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

1. Centros de Competência de BI

1. Centros de Competência de BI Pagina: 1 1. Centros de Competência de BI Originalmente, o termo Centro de competência de BI (conhecido também como BICC Business Intelligence Competence Center) foi utilizado pelo instituto de pesquisa

Leia mais

Objetivos da comunicação

Objetivos da comunicação Prof. Edmundo W. Lobassi Use palavras simples, que todos compreendam, assim todos irão entendê-lo. (Prof. Edmundo W. Lobassi) 1 Estude algumas pesquisas e ouça pessoas experts, pois nada é mais importante

Leia mais

Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa:

Ementário do Curso de Administração Grade 2010-2 1 Administração da Produção I Fase: Carga Horária: Créditos: Ementa: 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL. com ênfase em MARKETING

MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL. com ênfase em MARKETING PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA EM GESTÃO EMPRESARIAL com ênfase em MARKETING SIGA: TMBAGE Av. Conselheiro Nébias, 159 Bairro Paquetá Santos SP - CEP 11015-001 - Fone: (13) 3228 6000 Rua

Leia mais

Gestão Estratégica de Marketing

Gestão Estratégica de Marketing Gestão Estratégica de Marketing A Evolução do seu Marketing Slide 1 O Marketing como Vantagem Competitiva Atualmente, uma das principais dificuldades das empresas é construir vantagens competitivas sustentáveis;

Leia mais

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE

1. INTRODUÇÃO SISTEMA INTEGRADO DE CONTABILIDADE 1. INTRODUÇÃO A contabilidade foi aos poucos se transformando em um importante instrumento para se manter um controle sobre o patrimônio da empresa e prestar contas e informações sobre gastos e lucros

Leia mais

Uma Discussão sobre a Implantação de Modelos de Custos de Má Qualidade (CMQ) em Empresas de Seguros

Uma Discussão sobre a Implantação de Modelos de Custos de Má Qualidade (CMQ) em Empresas de Seguros Uma Discussão sobre a Implantação de Modelos de Custos de Má Qualidade (CMQ) em Empresas de Seguros Francisco Galiza 1 Rosangela Catunda 2 Agosto/2004 1 Sócio da Rating das Seguradoras Consultoria Empresarial,

Leia mais

Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor?

Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor? Análise Interna: Seu Empreendimento Agro está gerando valor? Autores Frederico Fonseca Lopes (fflopes@markestrat.org): Sócio do Markestrat e coordenador do núcleo de estudos e projetos em gestão estratégica

Leia mais

Análise de Negócios & da Informação Alexandra Hütner M.Sc. Engineer

Análise de Negócios & da Informação Alexandra Hütner M.Sc. Engineer Análise de Negócios & da Informação Alexandra Hütner M.Sc. Engineer 1 O QUE REALMENTE MUDOU??? 2 1 O Que Realmente MUDOU??? Você S/A Agosto/2011 O Que Realmente MUDOU??? Você S/A Agosto/2011 2 CENÁRIO

Leia mais

Estratégia Empresarial Casos Brasileiros

Estratégia Empresarial Casos Brasileiros Estratégia Empresarial Casos Brasileiros FLÁVIO MARQUES VICARI (org.) E STRATÉGIA MPRESARIAL CASOS BRASILEIROS 2ª Edição 2013 Direitos desta edição adquiridos pela Paco Editorial. Nenhuma parte desta

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DA PROVA O exame a ser aplicado na Certificação por Prova, na ênfase Recursos

Leia mais

Aula 13. Roteiro do Plano de Marketing. Profa. Daniela Cartoni

Aula 13. Roteiro do Plano de Marketing. Profa. Daniela Cartoni Aula 13 Roteiro do Plano de Marketing Profa. Daniela Cartoni Plano de Marketing: Estrutura Capa ou folha de rosto 1. Sumário Executivo 2. Situação atual de marketing 3. Análise de oportunidades 4. Objetivos

Leia mais

Planejamento Estratégico de Empresas Estatais

Planejamento Estratégico de Empresas Estatais Planejamento Estratégico de Empresas Estatais Hacia uma nueva conceptualización del Gobierno y la Reguación de Empresas Estatales: Contribuciones al debate en América Latina Febrero 2015 Informação confidencial

Leia mais

Marketing de Causas Sociais

Marketing de Causas Sociais Marketing de Causas Sociais Denilson Motta denilson.motta@yahoo.com.br AEDB Lúcia Maria Aparecido Vieira lucivie3@hotmail.com UBM Vanderléia Duarte potter_van@yahoo.com.br AEDB Rayanna Mattos Viana rayannamviana@gmail.com

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS

ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS 135 ANEXO 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Curso: PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO LOGÍSTICA DE EVENTOS Objetivo: Capacitar profissionais para atuarem no segmento de Logística de Eventos,

Leia mais

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Apresentação Previsão de Início Julho/2013 Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O curso de Comunicação Organizacional

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO

CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 RESUMO CONTROLADORIA: UM MECANISMO DE AUXILIO A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO E A TOMADA DE DECISÃO 1 GELAIN, Anna Júlia Lorenzzon 2 ; LORENZETT, Daniel Benitti 3 ; GODOY, Taís Pentiado 4 ; LOSEKANN, Andresa Girardi

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

Gestão Empresarial. Aula 5. A Estrutura Estratégica. Modelo de Gestão. Missão da Empresa. Prof. Elton Ivan Schneider.

Gestão Empresarial. Aula 5. A Estrutura Estratégica. Modelo de Gestão. Missão da Empresa. Prof. Elton Ivan Schneider. Gestão Empresarial Aula 5 Prof. Elton Ivan Schneider tutoriacomercioexterior@grupouninter.com.br A Estrutura Estratégica Comércio Exterior Fornecedores Macro Ambiente Organizacional Ambiente Organizacional

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS Ari Lima Um empreendimento comercial tem duas e só duas funções básicas: marketing e inovação. O resto são custos. Peter Drucker

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

29/03/12. Sun Tzu A Arte da Guerra

29/03/12. Sun Tzu A Arte da Guerra 29/03/12 Com planejamento cuidadoso e detalhado, pode-se vencer; com planejamento descuidado e menos detalhado, não se pode vencer. A derrota é mais do que certa se não se planeja nada! Pela maneira como

Leia mais

CASO HONDA. Em 1975, a situação:

CASO HONDA. Em 1975, a situação: CASO HONDA Em 1975, a situação: O governo britânico contratou o Boston Consulting Group para ajudar a explicar por que as empresas japonesas, em especial a Honda, superavam de forma tão acentuada as britânicas

Leia mais

Comunicação Estratégica

Comunicação Estratégica Comunicação Estratégica Prof. Dr. João José Azevedo Curvello COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES UCB Brasília (DF) Agosto/Setembro de 2006 Estratégia Uma forma de pensar no futuro; integrada no processo decisório;

Leia mais

COMO VENDER. A IMAGEM DA SUA ESCOLA Dicas que garantem a visibilidade da sua instituição

COMO VENDER. A IMAGEM DA SUA ESCOLA Dicas que garantem a visibilidade da sua instituição BP COMO VENDER A IMAGEM DA SUA ESCOLA Dicas que garantem a visibilidade da sua instituição PRODUTOS EDUCACIONAIS MULTIVERSO Avenida Batel, 1750 Batel CEP 80420-090 Curitiba/PR Fone: (41) 4062-5554 Editor:

Leia mais

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO -

PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - PROJETO MULTIDISCIPLINAR DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL - 2013 - PLANO DE COMUNICAÇÃO - A estrutura a seguir foi desenvolvida com base no escopo da disciplina de Planejamento Estratégico de Comunicação,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO ANEXO Plano de Ação Estratégico Estratégias empresariais Anexo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE Unidade de Capacitação Empresarial Estratégias

Leia mais

Observação: Aqui não esta sendo exposto a questão da estratégia competitiva e os fatores internos e externos à companhia.

Observação: Aqui não esta sendo exposto a questão da estratégia competitiva e os fatores internos e externos à companhia. Avaliação de Desempenho- Professor: Robson Soares Capítulo 2 Alinhamento do desempenho humano ao organizacional Veremos agora o alinhamento do desempenho humano ao organizacional. Segundo Souza (2005),

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

GR SOLUÇÕES EMPRESARIAIS IMPULSIONANDO A COMPETITIVIDADE DE SUA EMPRESA

GR SOLUÇÕES EMPRESARIAIS IMPULSIONANDO A COMPETITIVIDADE DE SUA EMPRESA Quem Somos: A GR Soluções Empresarias é uma empresa provedora de soluções corporativas e serviços personalizados em Advocacia, Contabilidade e Tecnologia da Informação, orientada pelos interesses das empresas

Leia mais

Quais são os objetivos dessa Política?

Quais são os objetivos dessa Política? A Conab possui uma Política de Gestão de Desempenho que define procedimentos e regulamenta a prática de avaliação de desempenho dos seus empregados, baseada num Sistema de Gestão de Competências. Esse

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 DO MARKETING À COMUNICAÇÃO Conceitualmente, Marketing é definido por Kotler

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro Anexo 3 PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro 1. Capa 2. Sumário 3. Sumário executivo 4. Descrição da empresa 5. Planejamento Estratégico do negócio 6. Produtos e Serviços 7. Análise de Mercado 8. Plano de Marketing

Leia mais

PLANO DE ENSINO DO 1º SEMESTRE LETIVO DE 2013

PLANO DE ENSINO DO 1º SEMESTRE LETIVO DE 2013 PLANO DE ENSINO DO 1º SEMESTRE LETIVO DE 2013 Curso: TECNOLOGIA EM MARKETING Habilitação: TECNOLÓGO Disciplina: FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO EM MARKETING Período: M V N 3º semestre do Curso Carga Horária:

Leia mais