Legitimação e ditadura: A propaganda comercial em foco

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Legitimação e ditadura: A propaganda comercial em foco"

Transcrição

1 Legitimação e ditadura: A propaganda comercial em foco David A. Castro Netto. * Resumo: Este artigo tem como objetivo compreender um dos caminhos que a ditadura militar brasileira utilizou no permanente processo de legitimação do Estado de Segurança Nacional, a propaganda comercial televisiva. Acentuada pelo milagre-brasileiro, uma onda grande de produtos surge no mercado nacional, esses novos produtos têm como alvo principal a classe média. Nesse contexto, as propagandas comerciais profissionalizam-se e começam a ter papel de destaque na cena nacional. Diferente de estudos realizados tendo como objeto as propagandas vinculadas pela agência do governo, a AERP, nosso artigo tem como ponto inicial as propagandas vinculadas pela televisão e como estas vinham comungar com o regime militar. Palavras Chave Ditadura, propaganda, legitimação Abstract: This article has the purpose of comprehending one of the ways that Brazilian military dictatorship used in the permanent process to legitimate the National Security State: the television commercial advertisement. Minimized for Brazilian miracle, a big quantity of products appeared at national trade and they are directed to the middle class. On this way, the advertisement became a professional thing and got national prominence. On a different way from other studies which had the objective to talk about govern advertisement AERP- this job has the initial point on TV advertisements and how they were linked to military dictatorship. Key words: Dictatorship, advertisement, legitimate. INTRODUÇÃO Este artigo tem como objetivo ajudar o entendimento de um destacado período caracterizado pelo regime de exceção que viveu o Brasil, a ditadura militar ( ). Dos muitos aspectos que vêm sendo pesquisados, vamos nos concentrar na propaganda institucional via AERP e daremos uma atenção especial à propaganda comercial veiculada pela televisão. Trabalharemos com a hipótese de que assim como propaganda institucional via AERP, tinha idéia de criar um clima de harmonia e de civilidade no Brasil, a propaganda comercial, via agências de publicidade comerciais, também trabalhou com esse intuito. * Universidade Estadual de Maringá Mestrando do Programa de Pós Graduação. 1

2 NOVOS PANORAMAS NA SOCIEDADE Segundo NOVAIS (1998), novos padrões de consumo instalam-se na sociedade brasileira num período de 50 anos, de 1930 a 1980, com um grande salto nos anos de 1950 até Os anos que vão de 1950 a 1980 nos interessam especialmente, nesse período é que são implantadas mudanças significativas no padrão de consumo e no aumento na diversificação de ofertas para o mercado brasileiro. No período em destaque é que começa a transformação do panorama de consumo: a indústria de eletrodomésticos ganha impulso com a produção de liquidificadores, o ferro elétrico torna-se uma realidade, o fogão a gás de botijão veio tomar o lugar do fogão elétrico na casa dos ricos, e o de carvão na casa dos pobres. Outros produtos que trouxeram conforto vão paulatinamente se tornando comuns, tais como: o chuveiro elétrico, a batedeira, o secador de cabelos, a máquina de barbear, o aspirador de pó e a enceradeira. No aspecto alimentar uma onda de inovação traz para a rotina da população novas maneiras de comprar alimentos: comidas, como o arroz, o feijão, o açúcar, as farinhas de trigo, de rosca e mandioca, agora já vinham embaladas em sacos plásticos. Os alimentos enlatados como o extrato de tomate, as ervilhas, palmitos, azeitonas, legumes picados, leite condensado, achocolatados e o creme de leite, também já eram comprados com facilidade. O consumo de bebidas é igualmente alterado, surge a cerveja em lata, a vodca, o rum e o uísque importado e nacional, além dos vinhos do Rio Grande do Sul. No campo da higiene pessoal, ou da casa, surgem grandes novidades, o bom bril e o sabão em pó, substituindo a antiga palha de aço. Na higiene pessoal, avanço significativo, como a popularização do uso da escova de dente para a população mais carente, a pasta de dente que substitui o sabão ou o bicarbonato de sódio, a proliferação no uso de desodorantes, dos shampoos, para as mulheres surge o modess, substituindo o tradicional paninho. Os avanços dos produtos são acompanhados pelas novidades no sistema de comercialização. As duas grandes novidades foram os supermercados e o shopping center. Junto com eles, nascem também as lojas de departamento como a Mesbla e o Mappin, que buscam atender a uma faixa da população com um poder aquisitivo mais baixo. A indústria da moda é remodelada com a produção em massa de roupas sintéticas, tornando o uso barato e disseminado, ficando agora as roupas de linho, seda e algodão para as classes mais abastadas. 2

3 A indústria farmacológica, embora em menor escala, acompanha toda essa evolução, os remédios naturais vão sendo substituídos pelos industriais. Existe uma verdadeira revolução dos antibióticos, combatendo as doenças que eram o terror dos brasileiros: a sífilis e a tuberculose. Enquanto os homens foram abandonando o uso dos ternos, reservados para ocasiões especiais ou para àqueles que a profissão justificava o uso continuo, agora a calça jeans e as camisetas estampadas começa a exercer sua hegemonia, as mulheres incorporam algumas vestimentas masculinas, como as próprias calças jeans e as camisetas com estampa, além do uso dos tênis e de havainas. Para NOVAIS (1998:560):... entre 1959 e 1979, a sensação era a de que faltava dar uns poucos passos para finalmente nos tornamos uma nação moderna Nesse momento a televisão adentra na vida da sociedade brasileira, segundo HAMBURGER (1997:448) em 1970 cerca de 24% dos domicílios brasileiros dispõem de aparelhos de televisão. Com a nova organização da economia no país, se fez necessário regularizar uma nova maneira de distribuir informações e em 1965 é criado o CONTEL (Conselho Nacional de Telecomunicações), que imporia restrições à televisão e ao rádio, prezando para que estes fossem mais cristãos e seus programas não afetassem a família e a moral. A televisão representa a modernidade que os militares queriam trazer para o país, ela exibia uma sociedade opulenta, consumista e progressista, muito embora uma parcela restrita da população pudesse ter acesso direto àqueles produtos anunciados. DITADURA E PROPAGANDA A ditadura usou de vários meios de comunicação para expressar os benefícios do seu regime, entretanto a televisão representava muito do que os militares queriam fazer o povo sentir, ou seja, a modernização do país. No período militar uma agência pública era responsável pela propaganda pró governo, AERP (Assessoria Especial de Relações Públicas) tinha um caráter diferente dos órgãos de propaganda dos tempos de Getúlio (o DIP). A criação dessa agência não ocorreu de forma linear, existia dentro do meio militar uma disputa interna: os militares moderados, representados por Castello Branco e Geisel, eram contra a criação do órgão, a chamada linha dura, representada por Costa e Silva e Médici, diziam que existia a necessidade de mostrar a população os resultados do governo. 3

4 Segundo FICO (1997), os militares da linha dura venceram a disputa, e em 15 de novembro de 1968 é criada a AERP (Assessoria Especial de Relações Públicas) que seria responsável pela divulgação das ações governamentais e chefiada pelo coronel Hernani D Aguiar. Porém nesse curto período de chefia do Coronel Hernani, a AERP não funcionou como o previsto, além de sua produção ser rarefeita, tornou-se um órgão extremamente oficial e não ganhou a simpatia da população. Em Outubro de 1969, assume a chefia da AERP o Coronel Octávio Costa. Nesse momento ocorre uma verdadeira profissionalização das produções e dos profissionais envolvidos, para alguns analistas como CAPARELLI (1982) as realizações da AERP inauguram a mais ampla propaganda de governo que já havia existido no Brasil, ou ainda, para SKIDMORE (1994, p. 222), A AERP se transformara na operação de relações públicas mais profissional que o Brasil já vira. Octávio Costa não compôs o perfil clássico dos oficiais militares do período. Para LIMA (1997), ele acreditava nos princípios que nortearam o movimento de 1964, ligado ao grupo moderado, era um grande apreciador de literatura, com uma excelente escrita além de uma grande habilidade para discursar, entendia que as campanhas e contestações contra o regime deveriam ser respondidas com campanhas que motivassem o sentimento de amor, participação e consciência patriótica. Podemos ainda salientar que o sucesso da segunda fase da AERP ia ao encontro da cena econômica que o Brasil viveu, a partir de 1969 o milagre-brasileiro está em marcha, os índices de crescimento giram em torno de 11% ao ano, ocorre um aumento na taxa de consumo, a expansão do crédito privado acelera a dispersão da televisão e amplia a sua influência através da propaganda do governo. Nesse momento existe um clima de euforia e de otimismo pairando sobre a nação, a AERP soube explorar e canalizar este clima para suas produções, segundo LIMA (1997:84): Propaganda nenhuma, sozinha, por melhor que seja, não sustenta nem garante popularidade para governo algum. Assim, os novos princípios que norteariam o trabalho da AERP, segundo FICO (1997), passavam por criar bases para uma leitura do país, permeando o otimismo com relação aos rumos econômicos do Brasil em contraposição ao pessimismo dos opositores do regime. Entretanto, todo esse sucesso da AERP não pode escapar de uma explicação política, ALVES (2005) entende que o AI-5 trouxe consigo um uso desproporcional na utilização da repressão, com suspensão dos principais direitos e a institucionalização da censura, isto 4

5 favorecia não somente a construção de uma propaganda unilateral, mas a ausência de qualquer tipo de crítica que poderia ser feita. A influência da agência é estendida até as agências comerciais, LIMA (1997:91) diz:... a AERP chegou a se reunir com os anunciantes objetivando o fim desse tom violento de publicidade, e buscando redirecionar a propaganda comercial dentro de limites mais ou menos consoantes com o espírito que órgão queria imprimir nos meios de comunicação. Octávio Costa fazia críticas duras à propaganda comercial através de artigos publicados no Jornal do Brasil. Nesses artigos, ele critica o tom excessivamente violento dos anúncios comerciais. Assim, as propagandas comerciais tenderam a aderir ao projeto, Analisaremos a seguir como esse tom de propaganda oficial foi levada para a propaganda comercial PROPAGANDA COMERCIAL E DITADURA Muito mais que um puro exercício de arbitrariedade a escolha da propaganda televisiva como objeto de estudo se faz por alguns motivos: de maneira geral, a propaganda teve na televisão um impulso gigantesco, de certa maneira, ela foi o meio escolhido para se propagarem as idéias do Brasil grande e moderno que os militares tanto queriam que nós acreditássemos. Este período escolhido não foi também de todo arbitrário, neste momento também começam a aparecer no país agências de publicidade, de início estrangeiras como McCann Erikson e a J. W. Thompson, o começo de uma grande profissionalização dos publicitários brasileiros e a formação das agências que hoje são de grande destaque internacional, podemos citar: Washington Olivetto e Nizan Guanáes, outro dado importante é levantado por CAPARELLI (1982:65) em 1973, 1,3% do PIB era representado pelas propagandas. ROCHA (1985), mostra de que maneira a propaganda faz com que um produto impessoal e igual a todos os outros de sua linha de produção, ao adentrar no mundo do consumo, se torna único, pessoal, extremamente necessário, com perfil e nome próprio. Para o autor, esta é uma das funções básicas da propaganda, alienar sobre o modo de produção e suas implicações. Ainda, a propaganda exerce uma função quase mítica, onde geralmente, existe uma pequena história, com um grande desfecho onde o produto é a chave para a solução dos problemas do consumidor. 5

6 Segundo Jean-Noël Jeanney (apud, René Remmond, 1996) a opinião pública é de fundamental importância na manutenção e continuidade do governo estabelecido, desta maneira, as propagandas podem ser vistas como meios para atingir essa meta, ou seja, de certa forma, as propagandas comerciais com fins unicamente de venda de produtos, podem ter atuado indiretamente para o fortalecimento do sistema e da opinião pública. No Brasil, com o advento do milagre econômico, novo produtos inundavam o mercado, artigos antes tidos como de luxo, agora eram populares e através desse processo de separação trabalho consumo, o destaque nunca recaía sobre as formas adotadas pelos economistas brasileiros. Acreditamos que as agências de propaganda foram influenciadas pelo General Otávio Costa, quando era responsável pela AERP. Segundo LIMA (1997) este acreditava que as propagandas deveriam ser calmas, que criassem um clima de paz na nação e que os problemas tidos com os contestadores do regime poderiam ser resolvidos de maneira tranqüila, perseguição ou censura. Algumas propagandas ilustram este pensamento, citaremos aqui três exemplos que elucidam bem o que foi descrito acima: A propaganda da Volkswagen Brasília, de 1970, a do automóvel Volkswagen Fusca de 1970 e a propaganda do FORD Galaxie de A propaganda da Volkswagen Brasília mostra um clima de paz, tranqüilidade, e também de acomodação. A propaganda é baseada na poesia Quadrilha de Carlos Drumond de Andrade. Várias de pessoas apaixonadas umas pelas outras, todas de classe média, mas que não agiam no sentido de se encontrarem, todas estavam satisfeitas somente pelo fato de estarem andando em seus automóveis. O narrador da propaganda acrescenta à cena: Margarida que amava Beto, que amava Lú, que amava Danilo. Danilo amava Mila, que amava Rodi, que amava Elisa, que amava Giba. Giba amava Tânia, que amava Cláudio, que amava Denise, que amava Eduardo, que amava Maria. Maria amava Dudu, que amava Priscila, que também amava Dudu. E cada um vive feliz a sua maneira. Encerrando a propaganda com a frase Brasília, o carro que todos amam. É importante notar que no comercial as pessoas se viam, se encontravam, mas não manifestavam o sentimento, ou mesmo, a disposição para a ação no sentido de mudar a situação. O elo entre os apaixonados era representado pelo automóvel, de certa maneira, as pessoas se sentiram mais próximas umas das outras, tendo em comum o carro em destaque. 6

7 Acreditamos que essa era uma das idéias, que algumas propagandas criavam na população, a de acomodação, pelo fato de estarem podendo consumir. Outra propaganda que se mostra muito interessante para o nosso contexto é do automóvel Fusca de A propaganda começa com uma grande seqüência de imagens da planície amazônica, aparecendo os rios e a densa mata, com uma clareira aberta e uma música imponente, quando a música pára de tocar, o narrador diz: Esta é a Transamazônica, a obra da conquista definitiva de uma das regiões mais ricas do mundo. Sem descanso, homens e máquinas lutam contra a selva, contra o clima, para dar ao Brasil a sua maior obra rodoviária, mas o esforço e a vitória serão recompensados, dentro de pouco tempo por aqui rodarão confortavelmente quaisquer veículos com toda segurança. Agora, porém, nenhum carro, somente tratores e motos-niveladoras se aventuram nessas condições de terreno e neste inferno. Em meio a estas frases, as imagens da destruição da mata pelos citados tratores, a reorganização da paisagem, ganhando uma aparência do que seria uma estrada vão se sobrepondo até que o tom da música muda para um nível mais romântico e agradável, ao fundo surge o automóvel Fusca rodando por terrenos inóspitos e recém construídos, mostrando que a modernização já estava chegando. Esta propaganda também exerce uma função dupla, ou seja, mostra aos telespectadores, através de imagens fortes e de uma série de elogios, o futuro grandioso que a construção da rodovia trará para o Brasil. O apego à modernidade, tão necessário para o projeto de desenvolvimento dos militares, a exaltação da grandiosidade da região, como nos diz o narrador:... a conquista de uma das áreas mais ricas do planeta..., exibe a necessidade e a importância do investimento que estava sendo realizado. Nosso último exemplo é também ligado aos automóveis, o Ford Galaxie, com uma propaganda intitulada O som do silêncio. A propaganda mostra uma família passeando em seu carro novo, o pai dirige e a mãe cuida atenciosamente da filha que dorme no banco de trás. Entretanto, paira um silêncio no ambiente durante praticamente toda a propaganda até chegarem a um ponto onde um barulho começa a despertar o interesse dos ocupantes do veículo. Os vidros são abertos e a criança acorda assustada com o barulho de uma banda, o narrador então diz: O Galaxie é mais silencioso porque é mais bem construído, e você mesmo pode sentir isso. O Galaxie é o seu refugio de silêncio e conforto nesse mundo tão agitado. 7

8 Podemos inferir nessa propaganda um incentivo para que as pessoas não se preocupem, ou não devessem se preocupar com as coisas que ocorrem fora da órbita de seus relacionamentos, de suas casas, enfim, das coisas que se passam no mundo fora de seu lar. A viabilidade dessa situação de tranqüilidade em meio a um processo agressivo, integra um sentido irreal da propaganda, a tranqüilidade dentro do automóvel, ou ainda, dentro dos novos padrões de consumo, pode ser vista como um refúgio em meio aos acontecimentos reais da sociedade naquele momento. Com estes exemplos, podemos dizer que existe um dualismo, onde as pessoas que assistem a propaganda, vivendo sobre a época mais obscura do país, em contrapartida, assistem a propagandas como as mostradas nesse ensaio, onde a paz, a tranqüilidade, a modernidade e o crescimento da nação reinam absolutas, sempre viabilizadas por um produto. CONCLUSÃO: Após a solidificação do golpe, a propaganda não foi abandonada, mas sim profissionalizada. A agência do governo, AERP, canalizou o otimismo da população, representado mais agudamente nos anos do milagre brasileiro para criar campanhas que mantivessem a população unida em volta do projeto dos militares. Todas essas proposições giram em torno do processo de legitimação que se tornou necessário buscar a todo tempo, criar um consenso em torno do que estava acontecendo no Brasil. Era necessário justificar não exclusivamente o uso do Estado por um governo que tinha chegado até lá por fins não democráticos, mas também a perseguição dos ditos terroristas e de todos aqueles fossem tidos como perigosos aos ideais do regime. Mais uma observação pode ser reafirmada: a falta de um retorno da sociedade, impedido pelo AI-5, forneceu munição para as críticas contra as campanhas governamentais. Na ausência de um contraponto, a agência predominava. Comungamos com CARVALHO (2003), quando nos diz dessa intensa oscilação que ocorre no período destacado, na mesma medida que a ditadura perseguia as liberdades e os direitos civis, ela aumentava os amortecedores sociais, como o FGTS e o Funrural, buscando a criação e manutenção de legitimidade. Entendemos que uma das formas de atingir esse consenso era também através das propagandas. Essas propagandas não precisavam ser necessariamente oficiais, demonstramos exemplos de como a ditadura utilizava mecanismos que, a primeira vista, não eram 8

9 controlados por ela, mas que no fim ela colhia os dividendos na forma de manipulação da opinião pública e de consenso social. Assim, a propaganda comercial, mesmo a primeira vista, não partindo diretamente do governo, ajudou na criação de um falso sentimento de harmonia e prosperidade na sociedade. A classe hegemônica fez uso dela para ajudar a conter forças sociais que na realidade rumavam para um confronto direto. Os exemplos contidos nesse artigo mostraram algumas confluências entre os ideais que nortearam os rumos da AERP e as propagandas produzidas em agências comerciais. Através dessas propagandas, criava-se à idéia de que o país caminhava a passos largos para o primeiro mundo. O processo de separação entre trabalho e consumo exercido pela publicidade ocultava as lutas que eram travadas por detrás dos produtos. BIBLIOGRAFIA ALVES, Maria Helena. Estado e Oposição no Brasil ( ). Bauru: Edusc, CAPARELLI, Sérgio. Televisão e capitalismo no Brasil. Porto Alegre: L&PM, 1982 CARVALHO, José Murilo. Cidadania no Brasil: O longo caminho. 4ª Ed, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, CARDOSO, Ciro Flamarion; VAINFAS, Ronaldo (org). Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. 5ª Ed, Rio de Janeiro: Campus, DIAS, Reginaldo. Sob o signo da Revolução Brasileira: A experiência da Ação Popular no Paraná. Maringá, EDUEM, DOMENACH, J. M. Propaganda Política. 1ª Ed, São Paulo: Difusão Européia do Livro, FICO, Carlos. Reinventando o otimismo: Ditadura, propaganda e imaginação social no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, GRUPPI, Luciano. O conceito de hegemonia em Gramsci. 2ª Ed, Rio de Janeiro: Graal, HAMBURGUER, Ester. Diluindo fronteiras: a televisão e as novelas no cotidiano. In: NOVAIS, F; SCHWARCZ, Lilia. História da vida privada no Brasil, vol. 4. São Paulo: Companhias das Letras, P HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: O breve século XX. Companhia das Letras, São Paulo, LIMA, Odair de Abreu. A tentação do consenso: O trabalho da AERP e o uso dos meios de comunicação como fontes de legitimação dos governos militares ( ) f. Dissertação (Mestrado História Social), PUC-Campinas, Campinas, NOVAIS, Fernando. Capitalismo tardio e sociabilidade moderna. In: NOVAIS, F; SCHWARCZ, Lilia. História da vida privada no Brasil, vol. 4. São Paulo: Companhias das Letras, P RÉMOND, René. Por uma história política. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, ROCHA, Everardo P. Guimarães. Magia e capitalismo: Um estudo antropológico da publicidade. São Paulo, Brasiliense, SAUVY, Alfred. A Opinião Pública. 1ª Ed, São Paulo: Difusão Européia do livro, SKIDMORE, Thomas. Brasil: De Castelo a Tancredo, Rio de Janeiro: Paz e Terra,

MÍDIA, POLÍTICA E PROPAGANDA

MÍDIA, POLÍTICA E PROPAGANDA MÍDIA, POLÍTICA E PROPAGANDA David Antonio de Castro Netto 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo fazer uma releitura da pesquisa em andamento, para isso utilizaremos do prisma da nova história política

Leia mais

David Antonio de Castro Netto- d4v1d@bol.com.br 1

David Antonio de Castro Netto- d4v1d@bol.com.br 1 DITADURA E PROPAGANDA? OU A PROPAGANDA DA DITADURA? David Antonio de Castro Netto- d4v1d@bol.com.br 1 Resumo: Neste pequeno artigo temos o objetivo de analisar como as propagandas comerciais, via TV, no

Leia mais

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 JUNIOR, Carlos de Faria 1 FERNANDES, Priscila Mendonça 2 Palavras-Chave: Indústria Cultural. Regime Militar. Telenovelas. Introdução O projeto consiste

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org O Movimento Social Palestino rumo ao FME O Fórum Mundial da Educação na Palestina será realizado

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

50 ANOS DO GOLPE MILITAR

50 ANOS DO GOLPE MILITAR 50 ANOS DO GOLPE MILITAR (1964-1985) Prof. Dr. Rogério de Souza CAUSAS Guerra Fria Contexto Internacional: Construção do Muro de Berlim (1961) Cuba torna-se Socialista (1961) Crise dos Mísseis (1962) CAUSAS

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC gdelbem@tre-sc.gov.br ; gdelbem@yahoo.com.br Proposta de valores no Planejamento Estratégico da Justiça Eleitoral Gestão

Leia mais

Fundamentos da Propaganda TV e Cinema. Prof. Adriano Portela

Fundamentos da Propaganda TV e Cinema. Prof. Adriano Portela Fundamentos da Propaganda TV e Cinema Prof. Adriano Portela Brasil, 1950. A chegada da televisão revoluciona a vida dos brasileiros. Os Anos de Chumbo, como foram chamados os 20 anos de ditadura, marcaram

Leia mais

Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes).

Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes). Em busca do arquivo perdido: a Assessoria Especial de Segurança e Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (AESI/Ufes). RESUMO: O principal objetivo deste artigo é apresentar os problemas relacionados

Leia mais

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 3 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

Abraçando as diretrizes do Plano Nacional de Extensão Universitária, a Faculdade Luciano Feijão comunga as três funções primordiais e estratégicas

Abraçando as diretrizes do Plano Nacional de Extensão Universitária, a Faculdade Luciano Feijão comunga as três funções primordiais e estratégicas Abraçando as diretrizes do Plano Nacional de Extensão Universitária, a Faculdade Luciano Feijão comunga as três funções primordiais e estratégicas para a extensão. São elas: 1) Função Acadêmica- fundamentada

Leia mais

Provão. História 5 o ano

Provão. História 5 o ano Provão História 5 o ano 61 Os reis portugueses governaram o Brasil à distância, até o século XIX, porém alguns acontecimentos na Europa mudaram essa situação. Em que ano a família real portuguesa veio

Leia mais

Conteúdos Atividades de revisão da 2ª avaliação do 4º bimestre - Ciências Humanas

Conteúdos Atividades de revisão da 2ª avaliação do 4º bimestre - Ciências Humanas Conteúdos Atividades de revisão da 2ª avaliação do 4º bimestre - Ciências Humanas Conteúdos 2ª Avaliação do 4º bimestre Área de Ciências Humanas Habilidades Revisar os conteúdos da Área de Ciências Humanas

Leia mais

Televisão brasileira: o início da problemática 1

Televisão brasileira: o início da problemática 1 Televisão brasileira: o início da problemática 1 AUTOR: QUINTANA JÚNIOR, José CURSO: Comunicação Social Jornalismo/Unifra, Santa Maria, RS OBRA: CAPARELLI, Sérgio. Televisão e capitalismo no Brasil: com

Leia mais

AULA 22.1 Conteúdos: Governo Geisel e a economia Governo Geisel e a política Governo João Figueiredo: anistia e novos partidos (diretas já)

AULA 22.1 Conteúdos: Governo Geisel e a economia Governo Geisel e a política Governo João Figueiredo: anistia e novos partidos (diretas já) CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA AULA 22.1 Conteúdos: Governo Geisel e a economia Governo Geisel e a política Governo João Figueiredo: anistia e novos partidos (diretas já) 2

Leia mais

Palavras-chave: Mercado Publicitário. Publicidade e Propaganda. TV Digital.

Palavras-chave: Mercado Publicitário. Publicidade e Propaganda. TV Digital. 8 1ª Jornada Científica de Comunicação Social A pesquisa em Comunicação: tendências e desafios O ADVENTO DA TV DIGITAL E A PRODUÇÃO DE CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS UM ESTUDO ENFOCANDO AS PERSPECTIVAS FUTURAS

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

1 Visão Sistêmica das Organizações

1 Visão Sistêmica das Organizações Aula 10 Teoria Geral de Sistemas 27/09/2007 Universidade do Contestado UnC/Mafra Curso Sistemas de Informação Prof. Carlos Guerber ENFOQUE SISTÊMICO NAS ORGANIZAÇÕES 1 Visão Sistêmica das Organizações

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

ERRATA. Campinas, 04 de outubro de 2012

ERRATA. Campinas, 04 de outubro de 2012 Campinas, 04 de outubro de 2012 ERRATA Notificamos através deste documento que o briefing divulgado nos dia 03 e 04 de outubro de 2012, referente à campanha estudantil do MÍDIA FESTIVAL 2012, o qual foi

Leia mais

O IMPERIALISMO EM CHARGES. Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com. 1ª Edição (2011)

O IMPERIALISMO EM CHARGES. Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com. 1ª Edição (2011) O IMPERIALISMO EM CHARGES 1ª Edição (2011) Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com Imperialismo é a ação das grandes potências mundiais (Inglaterra, França, Alemanha, Itália, EUA, Rússia

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

GRAZIANO DA SILVA, J. A Nova Dinâmica da Agricultura Brasileira. 2.ed.rev. Campinas, Unicamp.IE,1996.

GRAZIANO DA SILVA, J. A Nova Dinâmica da Agricultura Brasileira. 2.ed.rev. Campinas, Unicamp.IE,1996. Acesso a Tecnologias, Capital e Mercados, quanto à Agricultura Familiar x Agricultura Patronal (Texto auxiliar preparado para discussão no Primeiro Curso Centralizado da ENFOC) I No Brasil, a agricultura

Leia mais

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça!

Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Acesso aos Arquivos da Ditadura: Nem Perdão, nem Talião: Justiça! Tânia Miranda * A memória histórica constitui uma das mais fortes e sutis formas de dominação. A institucionalização da memória oficial

Leia mais

Internet: A Rede Revolução

Internet: A Rede Revolução Internet: A Rede Revolução A era da informação. Nunca se teve tanto acesso às notícias como agora. Nunca se recebeu tantas informações e fatos mundiais como hoje. As notícias chegam até nós de forma rápida,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 68 Discurso na cerimónia de lançamento

Leia mais

O IMPACTO DA MÍDIA TELEVISIVA NA CULTURA DO CONSUMO E NA FORMAÇÃO INTELECTUAL DO SER HUMANO

O IMPACTO DA MÍDIA TELEVISIVA NA CULTURA DO CONSUMO E NA FORMAÇÃO INTELECTUAL DO SER HUMANO O IMPACTO DA MÍDIA TELEVISIVA NA CULTURA DO CONSUMO E NA FORMAÇÃO INTELECTUAL DO SER HUMANO JUSTINO, Yagda Aparecida de Campos Acadêmica do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU Garça/SP

Leia mais

A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA.

A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA. A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA. Autora: Mestra Rosicleide Henrique da Silva Universidade Federal de Campina

Leia mais

Aula 10.1. Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos

Aula 10.1. Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos Aula 10.1 Avaliação da Unidade II Pontuação: 7,5 pontos 1ª QUESTÃO (1,0) Em seu discurso de despedida do Senado, em dezembro de 1994, o presidente Fernando Henrique Cardoso anunciou o fim da Era Vargas,

Leia mais

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Características Agropecuárias A sociedade brasileira viveu no século XX uma transformação socioeconômica e cultural passando de uma sociedade agrária para uma sociedade

Leia mais

Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola *

Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola * Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola * Dorotéia Baduy Pires** O que seria de uma orquestra, se cada músico tocasse o que quisesse? Se não houvesse disciplina?

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 80 Memória Oral 24 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte,

Leia mais

Propaganda ideológica. Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia

Propaganda ideológica. Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia Propaganda ideológica Baseado no livro: O que é Propaganda Ideológica de Nelson Jahr Garcia Propagandas: comerciais e eleitorais Estão em todo parte: televisão, rádio, cartazes; veículos; objetos... As

Leia mais

Os Diálogos entre o Regime Nazista e o cinema de Leni Riefensthal Resumo: . Palavras-chave: Cinema, nazismo, história Introdução

Os Diálogos entre o Regime Nazista e o cinema de Leni Riefensthal Resumo: . Palavras-chave: Cinema, nazismo, história Introdução Os Diálogos entre o Regime Nazista e o cinema de Leni Riefensthal Krystila Andressa Costa da Silva Resumo: O presente artigo tem como objetivo refletir sobre o papel do cinema em um dos momentos históricos

Leia mais

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo A UA UL LA MÓDULO 7 Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo Nesta aula O café foi o principal produto de exportação durante a República Velha. Os cafeicultores detinham o controle da

Leia mais

A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA

A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A REAÇÃO DO JOVEM MARINGAENSE FRENTE ÀS PROPAGANDAS QUE INCENTIVAM A PRÁTICA ESPORTIVA ATRAVÉS DA MÍDIA Ivania Skura 1, Julia Cristina Paixão 2, Joaquim

Leia mais

A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas

A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas A Revolução Industrial, iniciada na Grà-Bretanha, mudou a maneira de trabalhar e de pensar das pessoas A industrialização mudou a história do homem. O momento decisivo ocorreu no século XVIII com a proliferação

Leia mais

UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão

UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão UMA PROPOSTA DE EMPREENDEDORISMO E INSERÇÃO SOCIAL FEMININA: Projeto Paidéia em Campo Mourão Eva Simone de Oliveira (acadêmica) e-mail: UNESPAR/Campo Mourão e- mail: Claudia Priori (Orientadora) INTRODUÇÃO

Leia mais

Os tempos mudaram. Campanha de valorização

Os tempos mudaram. Campanha de valorização Campanha de valorização Os tempos mudaram Terceira fase da Campanha de Valorização do Marketing Direto enfatiza a revolução nas formas de conquistar o público e a proximidade da disciplina com as novas

Leia mais

SOCIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 06 DESIGUALDADE SOCIAL

SOCIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 06 DESIGUALDADE SOCIAL SOCIOLOGIA - 3 o ANO MÓDULO 06 DESIGUALDADE SOCIAL y (-) Vulnerabilidade Desvinculação x (+) (-) 0 Inserção Vulnerabilidade (+) Como pode cair no enem A violência de cada dia A violência normalmente é

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

Divulgação do novo telefone da Central de Atendimento da Cemig: Análise da divulgação da Campanha

Divulgação do novo telefone da Central de Atendimento da Cemig: Análise da divulgação da Campanha XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Divulgação do novo telefone da Central de Atendimento da Cemig: Análise da divulgação

Leia mais

Crie seu mecanismo de envolvimento: parte 3

Crie seu mecanismo de envolvimento: parte 3 ESCRITO POR David Mogensen PUBLICADO EM Dezembr o 2013 Crie seu mecanismo de envolvimento: parte 3 RESUMO Em um período em que os profissionais de marketing acham que seu trabalho mudou mais em dois anos

Leia mais

Fabrício Aparecido Breve INTERNET E MUNDIALIZAÇÃO

Fabrício Aparecido Breve INTERNET E MUNDIALIZAÇÃO Fabrício Aparecido Breve INTERNET E MUNDIALIZAÇÃO Piracicaba, 2000 Fabrício Aparecido Breve INTERNET E MUNDIALIZAÇÃO Este trabalho se destina a avaliação da disciplina de Teoria da Comunicação Piracicaba,

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para o episódio 1, os trabalhos para o episódio 2 também trazem várias questões

Leia mais

O Papel da Mulher na Gestão Pública

O Papel da Mulher na Gestão Pública O Papel da Mulher na Gestão Pública A linha divisória entre o mundo particular da família onde ficavam as mulheres, e o mundo público do trabalho e sucesso profissional, onde estavam os homens, está cada

Leia mais

TRABALHO COMO DIREITO

TRABALHO COMO DIREITO Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419 CEP: 05403-000 São Paulo SP Brasil TRABALHO COMO DIREITO () 04/12/2013 1 O direito ao trabalho no campo da Saúde Mental: desafio para a Reforma Psiquiátrica brasileira

Leia mais

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE 1930 Jorge Eschriqui Vieira PINTO Alberto Torres foi um intelectual vanguardista entre

Leia mais

Aula 4 A FOME NO MUNDO CONTEMPORÂNEO. Christian Jean-Marie Boudou

Aula 4 A FOME NO MUNDO CONTEMPORÂNEO. Christian Jean-Marie Boudou Aula 4 A FOME NO MUNDO CONTEMPORÂNEO OBJETIVOS Compreender a abordagem geográfica da fome; Discorrer sobre fome e desnutrição; Conhecer a problemática de má distribuição de renda e alimentos no Brasil

Leia mais

APRESENTADORES: VIVIANE VARANDAS E CRISTINA JENSEN AUTORES: VIVIANE VARANDAS E CRISTINA JENSEN

APRESENTADORES: VIVIANE VARANDAS E CRISTINA JENSEN AUTORES: VIVIANE VARANDAS E CRISTINA JENSEN APRESENTADORES: VIVIANE VARANDAS E CRISTINA JENSEN AUTORES: VIVIANE VARANDAS E CRISTINA JENSEN O DESAFIO DA AVALIAÇÃO DE COMUNICAÇÃO EM UM CONTEXTO MULTIMÍDIA Trabalho apresentado no 4º Congresso Brasileiro

Leia mais

Humsol e a luta contra o câncer de mama 1. Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR

Humsol e a luta contra o câncer de mama 1. Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR Humsol e a luta contra o câncer de mama 1 Vinicius Arthur SANTOS 2 Luiz WITIUK 3 Universidade Positivo, Curitiba, PR RESUMO A reportagem foi realizada para a disciplina de Rádiojornalismo ainda no quarto

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social Políticas Públicas de Comunicação...a presença ativa duma universidade, revigorada ao contato de seu núcleo mais vivo e ciosa do seu espaço

Leia mais

I B OP E Opinião. O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água

I B OP E Opinião. O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Águas no Brasil: A visão dos brasileiros O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água Dezembro, 2006 METODOLOGIA OBJETIVO Levantar informações para

Leia mais

ENTREGAS SEGMENTADAS

ENTREGAS SEGMENTADAS ENTREGAS SEGMENTADAS No Jornal A TARDE, o anunciante pode segmentar a sua comunicação direcionando sua mensagem para um público específico; Possibilidade de escolher características e o perfil de assinantes

Leia mais

AULA: 17 Assíncrona. TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES HISTÓRIA

AULA: 17 Assíncrona. TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES HISTÓRIA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA AULA: 17 Assíncrona TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Conteúdos: China: dominação

Leia mais

A RottaEly é uma construtora focada em oferecer o melhor para os clientes, com exclusividade e inovação. Desde a localização do empreendimento até os

A RottaEly é uma construtora focada em oferecer o melhor para os clientes, com exclusividade e inovação. Desde a localização do empreendimento até os capa A RottaEly é uma construtora focada em oferecer o melhor para os clientes, com exclusividade e inovação. Desde a localização do empreendimento até os menores detalhes, a empresa busca em seus projetos

Leia mais

As relações internacionais para além dos princípios westfalianos

As relações internacionais para além dos princípios westfalianos As relações internacionais para além dos princípios westfalianos Diogo Bueno de Lima Durante boa parte do século XX as relações internacionais foram meramente pautadas por princípios westfalianos de relações

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 54 Discurso na cerimónia de inauguração

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro As festas juninas fazem parte da tradição católica, mas em muitos lugares essas festas perderam essa característica.

Leia mais

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão.

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão. Nutrição na Infância e Adolescência A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento

Leia mais

de frente Na linha Automação e expansão ABAD ENTREVISTA

de frente Na linha Automação e expansão ABAD ENTREVISTA Na linha Como a automação contribuiu para o desenvolvimento das empresas de distribuição e atacadistas? A automação foi fundamental para o crescimento e fortalecimento do setor. Sem o uso intensivo da

Leia mais

FORÇA FEMINISTA NA CHINA

FORÇA FEMINISTA NA CHINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA DO SECULO XX FORÇA FEMINISTA NA CHINA DÉBORAH PAULA DA SILVA RECIFE

Leia mais

VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO Juliana Ponqueli Contó (PIBIC/Fundação Araucária - UENP), Jean Carlos Moreno (Orientador),

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE

AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE AULA CRIATIVA DE HISTÓRIA - FOLCLORE Mesmo não acreditando na Educação Criativa, o professor pode fazer uma experiência para ver o resultado. É o caso da professora deste relato. Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br

Leia mais

A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984)

A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984) A ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL (1964-1984) Renata Leite Moura renata.leite@aluno.uece.br Maria Rafaela de Oliveira rafaoliveira800@gmail.com Roberta Rocha Olímpio betynha_ro@hotmail.com

Leia mais

Combate às Drogas: Fracasso Anunciado

Combate às Drogas: Fracasso Anunciado Combate às Drogas: Fracasso Anunciado Um mundo sem droga ONU, 1998 - Uma Utopia? José Mauro Braz de Lima Professor Associado da Faculdade de Medicina UFRJ. Diretor Geral do HESFA Hospital Escola São Francisco

Leia mais

A Área de Marketing no Brasil

A Área de Marketing no Brasil A Área de Marketing no Brasil Relatório consolidado das etapas qualitativa e quantitativa Job 701/08 Fevereiro/ 2009 Background e Objetivos A ABMN Associação Brasileira de Marketing & Negócios deseja

Leia mais

Datafolha, propaganda e eleitores nos estados

Datafolha, propaganda e eleitores nos estados Datafolha, propaganda e eleitores nos estados 23 de agosto de 2010 1. Vitória de Dilma no 1º turno Bastou uma semana de horário eleitoral gratuito em rádio e televisão ao lado do presidente Lula para Dilma

Leia mais

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico O Dia D e a culturalização de um posicionamento estratégico 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE Centro Universitário Franciscano uma universidade para suas aspirações Santa Maria é um polo educacional

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E CONSELHOS GESTORES DE POLITICAS PUBLICAS. Tutor(a) a Distância:Maria Lucia Pereira Tutor(a) Presencial: Thais c.

SERVIÇO SOCIAL E CONSELHOS GESTORES DE POLITICAS PUBLICAS. Tutor(a) a Distância:Maria Lucia Pereira Tutor(a) Presencial: Thais c. SERVIÇO SOCIAL E CONSELHOS GESTORES DE POLITICAS PUBLICAS Tutor(a) a Distância:Maria Lucia Pereira Tutor(a) Presencial: Thais c. Santos Acadêmicos(A): Registro Acadêmico RA: Maria Angélica dos Santos 3355566667

Leia mais

CONSCIENTIZAÇÃO DO USO E DESCARTE DAS PILHAS E BATERIAS

CONSCIENTIZAÇÃO DO USO E DESCARTE DAS PILHAS E BATERIAS CONSCIENTIZAÇÃO DO USO E DESCARTE DAS PILHAS E BATERIAS 1 João Lopes da Silva Neto; 2 Juciery Samara Campos Oliveira; 3 Thayana Santiago Mendes; 4 Geovana do Socorro Vasconcelos Martins 1 (AUTOR) Discente

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas.

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. COMERCIAIS MARCANTES Açucena Vieira de Morais, Daniella Zarro Teixeira Silva Pinto, James da Silva Costa, Ariane Fernanda da Silva Costa, Silene Fernandes Bicudo Univap Universidade do Vale do Paraíba/FCSAC

Leia mais

PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES

PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES PERÍODO MILITAR (1964/1985) PROF. SORMANY ALVES INTRODUÇÃO Período governado por GENERAIS do exército brasileiro. Adoção do modelo desenvolvimento dependente, principalmente dos EUA, que subordinava a

Leia mais

Titulo - VENENO. Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas).

Titulo - VENENO. Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas). Titulo - VENENO Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas). Corta para dentro de um apartamento (O apartamento é bem mobiliado. Estofados

Leia mais

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc

TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS. Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc FUPAC - FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA TGA TEORIAS DAS ORGANIZAÇÕES Profº Cláudio de Almeida Fernandes, D.Sc Ph.D in Business Administration Doutorado

Leia mais

Grupo WTB Experiência e solidez

Grupo WTB Experiência e solidez Grupo WTB Experiência e solidez Fundado em 1999, o Grupo WTB teve um crescimento sustentado e prosperou ao longo dos anos. Hoje, sua marca está presente em vários empreendimentos de sucesso, contando com

Leia mais

A história do Balanço Social

A história do Balanço Social C A P Í T U L O 1 A história do Balanço Social D esde o início do século XX registram-se manifestações a favor de ações sociais por parte de empresas. Contudo, foi somente a partir da década de 1960, nos

Leia mais

Atuário e Estatística

Atuário e Estatística Série Qual é a sua profissão? Atuário e Estatística Objetivos 1. Apresentar algumas características de duas profissões; 2. Mostrar a presença da matemática nas profissões; 3. Incentivar o estudo para a

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2

ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 ASSESSORIA DE IMPRENSA 1 Felipe Plá Bastos 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo saber como é desenvolvido o trabalho de Assessoria de Imprensa, sendo um meio dentro da comunicação que através

Leia mais

Período Democrático e o Golpe de 64

Período Democrático e o Golpe de 64 Período Democrático e o Golpe de 64 GUERRA FRIA (1945 1990) Estados Unidos X União Soviética Capitalismo X Socialismo Governo de Eurico Gaspar Dutra (1946 1950) Período do início da Guerra Fria Rompimento

Leia mais

Marketing e Portfólio de Moda Professora: Fabiana Besen

Marketing e Portfólio de Moda Professora: Fabiana Besen FUNDAMENTOS DO MARKETING Marketing e Portfólio de Moda Professora: Fabiana Besen O que é Marketing? Conceitos relacionados ao Marketing Funções do Marketing Relações de Marketing e Moda Um comercial na

Leia mais

Anuncie na Play! PROPOSTA COMERCIAL. Prezados,

Anuncie na Play! PROPOSTA COMERCIAL. Prezados, PROPOSTA COMERCIAL Prezados, Apresentamos a V.Sas. proposta de prestação de serviços de veiculação de anúncios publicitários na rádio Play FM, sintonizada na frequência 107,5 do dial FM dos rádios e acessada

Leia mais

Carga tributária: o maior limitante de investimentos no Brasil

Carga tributária: o maior limitante de investimentos no Brasil IMPOSTOS NO BRASIL Imposto sobre telefone chega a 62,9% e é o maior do mundo. Com a conversa de que os impostos são para "combate à pobreza" (alguém acredita?), o imposto é de 2 a 3 vezes maior que o do

Leia mais

ESCOLA VICENTINA SÃO VICENTE DE PAULO Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati

ESCOLA VICENTINA SÃO VICENTE DE PAULO Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati ESCOLA VICENTINA SÃO VICENTE DE PAULO Disciplina: Ensino Religioso Professor(a): Rosemary de Souza Gelati Paranavaí / / 6º ANO A TEXTOS SAGRADOS: MENSAGENS E ORIENTAÇÕES Os textos escritos, orais e artísticos

Leia mais

REVISTA NACIONAL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - RNTI

REVISTA NACIONAL DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - RNTI - RNTI (publicação oficial do Setor de TIC) Atualização desde documento: 12.08.2015 Todos sabem e principalmente nós que a tecnologia da informação e comunicação está presente no dia a dia de praticamente

Leia mais

CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA. Os últimos anos da República Velha

CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA. Os últimos anos da República Velha CRISE E RUPTURA NA REPÚBLICA VELHA Os últimos anos da República Velha Década de 1920 Brasil - as cidades cresciam e desenvolviam * Nos grandes centros urbanos, as ruas eram bem movimentadas, as pessoas

Leia mais

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto

FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING. Professor: Arlindo Neto FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO MÓDULO DE MARKETING Professor: Arlindo Neto Competências a serem trabalhadas GESTÃO DE MARKETING PUBLICIDADE E PROPAGANDA GESTÃO COMERCIAL FTAD FORMAÇÃO TÉCNICA EM

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA. Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA. Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros O que o brasileiro pensa sobre a conservação e o uso da água no Brasil METODOLOGIA OBJETIVO Levantar informações para subsidiar o planejamento

Leia mais

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Arquivo Público do Estado de São Paulo Arquivo Público do Estado de São Paulo Oficina: O(s) Uso(s) de documentos de arquivo na sala de aula Ditadura Militar e Anistia (1964 a 1985). Anos de Chumbo no Brasil. Ieda Maria Galvão dos Santos 2º

Leia mais

GRUPO FIAT CNM/CUT - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS METALÚRGICOS DA CUT

GRUPO FIAT CNM/CUT - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS METALÚRGICOS DA CUT CNM/CUT - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS METALÚRGICOS DA CUT DIEESE - DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS SUBSEÇÃO CNM/CUT GRUPO FIAT Mundo A FIAT iniciou suas atividades em

Leia mais

DADOS. Histórico de lutas

DADOS. Histórico de lutas MULHERES O partido Solidariedade estabeleceu políticas participativas da mulher. Isso se traduz pela criação da Secretaria Nacional da Mulher e por oferecer a esta Secretaria completa autonomia. Acreditamos

Leia mais

O Brasil. na era da ditadura. Memória em foco

O Brasil. na era da ditadura. Memória em foco Foto: Breno Mendes O Brasil na era da ditadura Agradecimento ao site http://memoriasoswaldohernandez.blogspot.com.br/, de onde as imagens e as informações para as legendas foram retiradas. Com a suposta

Leia mais

O Indivíduo em Sociedade

O Indivíduo em Sociedade O Indivíduo em Sociedade A Sociologia não trata o indivíduo como um dado da natureza isolado, livre e absoluto, mas como produto social. A individualidade é construída historicamente. Os indivíduos são

Leia mais