CARLOS CÉSAR BRAGA DA SILVA

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1 CARLOS CÉSAR BRAGA DA SILVA VEDAÇÃO DE PROPAGANDA INSTITUCIONAL EM PERÍODO ELEITORAL E A RELAÇÃO COM O INSTITUTO DA REELEIÇÃO CF/88, Arts. 14, 5º e 37 MACAPÁ AMAPÁ 2008

2 II CARLOS CÉSAR BRAGA DA SILVA VEDAÇÃO DE PROPAGANDA INSTITUCIONAL EM PERÍODO ELEITORAL E A RELAÇÃO COM O INSTITUTO DA REELEIÇÃO CF/88, Arts. 14, 5º e 37 Monografia apresentada à Banca Examinadora do Curso de Bacharelado em Direito, do Centro de Ensino Superior do Amapá, sob a orientação do Professor Besaliel Rodrigues, como exigência final para obtenção do grau no referido curso. MACAPÁ AMAPÁ 2008

3 III Agradeço, primeiro, À DEUS, por ter me permitido existir e ter me dado força e perseverança na construção deste trabalho; À meus pais, pelo exemplo, dedicação, e por terem possibilitado a mim a realização de meus sonhos; À minha esposa, Silvana, pelo carinho, pela compreensão, pelo apoio, enfim, por tudo; À meus filhos, Natália e Alexandre, porque são a realização de meus sonhos.

4 IV Ao professor Besaliel Rodrigues, meu orientador, pela atenção e competência na condução do processo de elaboração deste trabalho.

5 Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça. (João 7:24) V

6 VI RESUMO Este trabalho objetiva contribuir para a lisura dos pleitos eleitorais demonstrando, através da legislação vigente, os mecanismos que visem equilibrar a disputa entre candidatos a cargos eletivos, principalmente àqueles que concorrem à reeleição para chefe do poder executivo. A pesquisa aborda os aspectos jurídicos sobre as condutas vedadas aos agentes públicos, servidores ou não, no período do pleito eleitoral, previstos nos artigos 73 e 74 da Lei nº 9.504/97, bem como a questão da reeleição introduzida através da Emenda Constitucional nº 16/97. Para facilitar a compreensão, o trabalho foi dividido em cinco unidades: a primeira evidencia a origem do Direito Eleitoral, a relação com outras disciplinas jurídicas, a finalidade e objetivos, bem como as fontes aplicadas; em seguida cita um breve histórico da Justiça Eleitoral, os órgãos que a compõem e a periodicidade da investidura das funções eleitorais; prosseguindo, a terceira trata sobre a Propaganda Política e suas espécies; finalmente, a quarta e quinta unidades discorrem sobre o tema central deste trabalho, no qual se inserem as condutas vedadas supracitadas, assim como a desnecessidade de desincompatibilização de candidato à reeleição. PALAVRAS-CHAVE: Lisura, reeleição, condutas vedadas, Emenda Constitucional, Direito Eleitoral, Justiça Eleitoral, Propaganda Política, desincompatibilização.

7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO DIREITO ELEITORAL 1.1. Noções Gerais 1.2. Conceito 1.3. Relação do Direito Eleitoral com outras disciplinas jurídicas Direito Constitucional Direito Penal Direito Administrativo Direito Civil Direito Processual Civil e Penal 1.4. Finalidade do Direito Eleitoral 1.5. Objetivo do Direito Eleitoral 1.6. Normas aplicadas no Direito Eleitoral 1.7. Fontes aplicadas no Direito Eleitoral Fontes Imediatas Fontes Mediatas 2. JUSTIÇA ELEITORAL 2.1. Noções Preliminares 2.2. Evolução Histórica 2.3. Órgãos e composição 2.4. O princípio da periodicidade da investidura das funções eleitorais 3. PROPAGANDA POLÍTICA 3.1. Definição Propaganda eleitoral Propaganda intrapartidária Propaganda partidária 3.2. A liberdade de propaganda 4. AS CONDUTAS VEDADAS AOS AGENTES PÚBLICO NAS CAMPANHAS ELEITORAIS 4.1. Considerações gerais 4.2. Os princípios constitucionais da administração pública 4.3. As condutas vedadas aos agentes públicos nos períodos eleitorais igualdade de oportunidades 4.4. Natureza das condutas vedadas 4.5. Destinatários 4.6. As condutas do art

8 Ceder ou usar bens móveis ou imóveis da Administração Pública Excesso ou uso de materiais e serviços custeados pelo Governo Ceder servidor público ou empregado publico durante o horário de expediente normal Fazer ou permitir o uso promocional de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social Nomeação, contratação, demissão e outros Realizar transferência voluntária de recursos Publicidade institucional Pronunciamento em rádio e televisão Realizar com excesso, em ano de eleição, despesas com publicidade dos órgãos públicos Fazer na circunscrição do pleito, revisão geral da remuneração dos servidores públicos que exceda a recomposição da perda de seu poder aquisitivo 4.7. As conseqüências jurídicas 5. A DESNECESSIDADE DE DESINCOMPATIBILIZAÇÃO DE CANDIDATO À REELEIÇÃO FACE ÀS CONDUTAS VEDADAS DO ART. 73 DA LEI Nº 9.504/ Reelegibilidade 5.2. Incompatibilidade 5.3. A lacuna legal propiciada pela Emenda Constitucional n 16/ Impossibilidade de colmatação infraconstitucional 5.5. As condutas vedadas e o instituto da reeleição 5.6. A aplicabilidade da conduta vedada estendida a todos os agentes públicos CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS Anexo I - Arts. 14, 5º e 37 da CF/88 Anexo II - Lei nº 9.504/97 Anexo III Lei nº 9.096/95 Anexo IV - Lei Complementar nº 64/90

9 9 INTRODUÇÃO Ao elaborar esta monografia sobre a Vedação de Propaganda Institucional em Período Eleitoral e a Relação com o Instituto da Reeleição houve a necessidade de se buscar informações de inúmeras fontes as quais acrescentamos algumas subdivisões para facilitar a compreensão estrutural de sua composição. Para alcançarmos este fim, foram necessárias, coerência, objetividade e submissão a determinadas normas. Propaganda é a divulgação de uma mensagem, com caráter informativo e persuasivo. É espalhar, propalar, alastrar, multiplicar por meio de reprodução. Através da propaganda, idéias, informações e crenças são disseminadas, tendo como objetivo a adesão de destinatários, fazendo com que as pessoas se tornem propensas ou inclinadas a determinado sistema. Desde a Antigüidade, a propaganda esteve presente na vida cotidiana. Como bem ensina José Jairo Gomes: 1 "(...) Na Grécia e em Roma, era usada largamente em festas populares e ações estatais. Reiteradas vezes, a Igreja dela lançou mão para difundir a doutrina e a fé cristãs, e, ainda, condicionar o comportamento dos fiéis. No plano sociopolítico, foi instrumento decisivo da burguesia liberal na peleja contra a monarquia absolutista, bem assim dos regimes autocráticos que marcharam o século XX." Com a evolução da Psicologia e do marketing, a propaganda desenvolveu-se sobremaneira, especialmente a implícita. Do mesmo modo progrediu a propaganda política, importante meio de divulgação seja do ideário de um partido, seja das propostas de um candidato, seja das realizações de um governo. 1 GOMES, José Jairo. Propaganda Político-Eleitoral. Belo Horizonte: Del Rey, 2006.

10 10 O presente trabalho visa pesquisar acerca das referidas condutas vedadas em campanha eleitoral, instituídas pela Lei nº 9.504/97, a Lei das Eleições, e a relação com a reeleição de candidatos ao cargo eletivo de chefe do Poder Executivo nas três esferas de governo sem se desincompatibilizar do cargo, instituída pela Emenda Constitucional nº 16/97. A Lei Eleitoral é de pouco conhecimento da comunidade jurídica, assim como o próprio Direito Eleitoral, ramo ainda sem raízes tão profundas quanto as do Direito Civil ou Penal. Esse obscurantismo do Direito Eleitoral deve-se principalmente ao fato de ser este ramo do direito uma invenção genuinamente brasileira. Durante a República Velha ( ), o Brasil deixou de ser governado por um Imperador, passando a ter no Presidente da República, eleito periodicamente, o seu Chefe de Estado e de Governo. Do mesmo modo, os Estados-membros da Federação (não mais províncias do Império) passaram a ter governantes eleitos. O tema abordado reveste-se de suma importância para a lisura do processo eleitoral, consistindo em assegurar a igualdade de oportunidades entre candidatos, dando ao pleito a legitimidade necessária para a escolha de seus representantes, contribuindo para a normalidade pretendida por um estado democrático de direito. A Lei n.º 9.504/97 de certa forma refreou a vantagem atribuída ao candidato à reeleição para o executivo, ao estabelecer regras para o processo eleitoral, prevendo, expressamente, determinadas condutas aos agentes públicos no período do pleito. Tais proibições são enunciadas nos artigos 73 e 74 2 do referido estatuto, nos quais, dentre a previsão de outras infrações, proíbe a 2 Lei 9.504/97 - Art. 73. São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: (...) VI - nos três meses que antecedem o pleito: (...) b) com exceção da propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado, autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, assim reconhecida pela Justiça Eleitoral. (...) 3º. As vedações do inciso VI do caput, alíneas b e c, aplicam-se apenas aos agentes públicos das esferas administrativas cujos cargos estejam em disputa na eleição. 4º. O descumprimento do disposto neste artigo acarretará a suspensão imediata da conduta vedada, quando for o caso, e sujeitará os responsáveis a multa no valor de cinco a cem mil UFIR. 5º. Nos casos de descumprimento do disposto nos incisos I, II, III, IV e VI do caput, sem prejuízo do disposto no parágrafo anterior, o candidato beneficiado, agente público ou não, ficará sujeito à cassação do registro ou do diploma. (Redação dada pela Lei n.º 9.840, de ) [01]. Art. 74. Configura abuso de autoridade, para os fins do disposto no art. 22 da Lei Complementar n.º 64, de 18 de maio de 1990, a infringência do disposto no 1º do art. 37 da Constituição Federal, ficando o responsável, se candidato, sujeito ao cancelamento do registro de sua candidatura".

11 11 conduta dos agentes públicos, servidores ou não, que de forma tendenciosa concorram para afetar àquela igualdade. Em seguida, se questionará a constitucionalidade destes dispositivos perante o ordenamento jurídico vigente na ótica doutrinária e jurisprudencial quanto ao instituto da reeleição. Pretende-se, dessa forma, a obtenção de conhecimentos que propicie um entendimento mais claro a respeito deste assunto objetivando contribuir de forma coerente e positiva para uma sociedade carente de justiça e representatividade tanto no plano parlamentar quanto no executivo. Portanto, este trabalho, visa contribuir para o bom desenvolvimento do curso acadêmico universitário, concorrendo para o enriquecimento de nossa formação estudantil enquanto futuros profissionais do Direito.

12 12 1. DIREITO ELEITORAL 1.1. Noções Gerais Verificamos o fenômeno eleitoral nos sistemas democráticos que permitem a participação popular por intermédio do voto, ou seja, a possibilidade do povo escolher seus representantes através de eleições. Com a adoção deste sistema para viabilizar a representação política existe a necessidade de um instrumento para regular este processo, surgindo então, as regras jurídicas eleitorais. Pertinente ao assunto, Themístocles Cavalcanti pondera que o Direito Eleitoral restringe-se ao mecanismo ativo e passivo da representação, como elemento do sistema democrático. Ao tratarmos sobre Direito Eleitoral não podemos deixar de mencionar a democracia, que deu origem a todo o processo que ora abordamos. Surgida na Grécia Antiga, a democracia foi observada em Atenas, onde uma parte das deliberações era realizada diretamente pelos cidadãos participantes na Ágora, das chamadas Reuniões da Assembléia do Povo. Existem atualmente muitas definições de democracia, todas elas, contudo, envolvendo a idéia de participação do povo nas decisões do governo. A definição de democracia de Abraham Lincoln, proferida no discurso de Gettysburg é a mais famosa: democracia é o governo do povo para o povo. Esta definição, porém, é originária de Heródoto, considerado como o.pai da política, que definia democracia como a forma de governo realizada pelo próprio povo. Deparamo-nos atualmente com muitos países que se intitulam como democráticos, porém, para um regime ser caracterizado realmente como democrático deve necessariamente conter certos elementos, tais como: igualdade perante a lei; liberdade de associação e de reunião; liberdade de expressão, informação e manifestação; liberdade e igualdade do voto; possibilidade de alternância no poder; pluralismo político; periodicidade das eleições: o poder deve ser temporário e modificado no tempo constitucionalmente previsto.

13 13 Na época colonial, desde o descobrimento, no Brasil ocorreram somente eleições para os conselhos ou câmaras das cidades. Algumas, como as de Salvador, Rio de Janeiro, São Luís e São Paulo auferiram o título de Senado da Câmara. Estas câmaras eram compostas por vereadores e acumulavam funções legislativas, administrativas e judiciárias. Estes vereadores eram escolhidos para mandatos em geral de três anos. Só podiam ser eleitos os homens bons. Homens bons, conforme definição da época eram os nobres de linhagem e seus descendentes, os senhores de engenho e a alta burocracia civil militar e seus descendentes. A esse grupo, se juntavam os homens novos burgueses que o comércio enriquecera. Em 1821, através de um decreto, D. João VI convocava as primeiras eleições para a escolha de representantes do Reino do Brasil e domínios ultramarinos às Cortes de Lisboa. Este Decreto era mais liberal e ampliava o corpo de eleitores, porém ainda excluía as mulheres e os escravos. Em seguida demonstramos na ordem cronológica a legislação eleitoral, no Brasil, desde o período monárquico ao republicano: I) Decreto de : Com a independência, o Brasil passou a editar sua própria legislação eleitoral. O Decreto de foi a primeira regulamentação e continha disposições sobre: eleições das Assembléias Paroquiais; nomeação dos eleitores paroquiais; normas de apuração; definição dos colégios eleitorais; e eleição para o Senado, Câmara e Conselhos Provinciais. II) Decreto 157, de : Este decreto aboliu o voto por procuração, sistema através do qual era possível um eleitor enviar sua cédula eleitoral por outra pessoa. III) Lei 387, de : A primeira lei eleitoral do Brasil. Criou as Juntas de Qualificação, encerrando a prática de qualificação pelas mesas receptoras, que vinha se mantendo ainda por influência das Ordenações.

14 14 IV) Decreto 842, de (Lei dos Círculos): Estabelecia eleições em distritos (ou círculos.) eleitorais. Enumerou também algumas hipóteses de incompatibilidades eleitorais. V) Decreto 1.082, de : Derrogou a Lei 387/46 e a Lei dos Círculos. Aumentou o número de deputados por distrito de um para três. VI) Decreto 2.675, de (Lei do Terço): A Lei do Terço aboliu o sistema distrital. A província passou a ser circunscrição eleitoral e a votação era por listas. Neste sistema, os partidos ou coligações vitoriosos preenchiam dois terços dos cargos e o terço restante era distribuído entre os partidos minoritários (por este motivo foi chamada de Lei do Terço). Introduziu também o título eleitoral e proporcionou à Justiça conhecer de questões relativas ao processo eleitoral. VII) Lei 3.029, de (Lei Saraiva): Esta Lei teve redação de Rui Barbosa, mas o projeto, que reformava profundamente a lei vigente, foi de iniciativa do Conselheiro Saraiva. Aboliu as eleições indiretas até então existentes e permitiu o voto do analfabeto (proibido novamente mais tarde). Ampliou as incompatibilidades eleitorais, o alistamento passou a ser permanente e os títulos passaram a ser assinados pelo juiz. VIII) Lei 3.340, de : Última lei eleitoral do Império. Modificou o processo de eleição das Assembléias Legislativas Provinciais e dos Vereadores às Câmaras Municipais. IX) Lei 35 de : Foi a primeira lei republicana em matéria eleitoral. Estabelecia o processo para as eleições federais.

15 15 X) Lei 1.269, de (Lei Rosa e Silva): Esta lei revogou a Lei 35/1892. Era praticamente um código eleitoral, prevendo todo o processo de votação e apuração pelas mesas receptoras, além de elencar figuras penais eleitorais. Vigorou até1930. XI) Decreto 2.419, de : Este decreto estabeleceu casos de inelegibilidades, similar à matéria atualmente prevista pela Lei Complementar 64/90. XII) Lei 3.129, de : Regulou o processo eleitoral, dispôs sobre alistamento e deu controle de execução ao Poder Judiciário sobre leis eleitorais. XIII) Lei 3.208, de : Esta Lei tratou de assuntos sobre o sistema eleitoral. XIV) Decreto 4.226, de : Instituiu o alistamento permanente e regulou a exclusão eleitoral. XV) Decreto , de (1º Código Eleitoral): Inaugurou a Justiça Eleitoral, dispôs sobre a organização das mesas de recepção e apuração e instituiu a representação proporcional. Estabeleceu-se a distinção entre o quociente eleitoral e o quociente partidário. XVI) Lei 48, de (2º Código Eleitoral): As mulheres que exerciam função pública remunerada foram obrigadas a votar. Foi intitulado de Modificações ao Código Eleitoral, com 217 artigos, mas, na verdade, era uma nova codificação.

16 16 XVII) Estado Novo (1937 a 1945): No Estado Novo houve a dissolução do parlamento e a Justiça Eleitoral foi excluída. Foi um período sem eleições no Brasil. território nacional. XVIII) Decreto-Lei 7.586, de (Lei Agamenon): Restabeleceu a Justiça Eleitoral e regulamentou as eleições em todo o XIX) Constituição de 1946: Trouxe a obrigatoriedade do voto e alistamento para ambos os sexos. XX) Lei 1.164, de (3º Código Eleitoral): Vigorou até o advento do atual Código Eleitoral (Lei 4.737/65). Cuidou de toda a matéria eleitoral, inclusive propaganda e partidos políticos. XXI) Lei 4.737, de (4º Código Eleitoral): É o Código Eleitoral atual. XXII) Lei 6.091, de : Dispôs sobre o fornecimento gratuito de transporte a eleitores residentes nas zonas rurais em dia de eleição, e previu crimes eleitorais. XXIII) Lei nº 6.339, de (Lei Falcão): Após a derrota nas eleições legislativas de novembro de 1974, o Governo baixou este ato normativo, elaborado pelo Ministro da Justiça, Armando Falcão, limitando drasticamente o acesso de candidatos ao rádio e à televisão, com o fim de evitar mais uma vitória oposicionista nas eleições de XXIV) Lei Complementar 64, de : Estabeleceu, de acordo com o art. 14, 9º da Constituição Federal, os casos de inelegibilidade.

17 17 XXV) Lei nº 9.096/95, de : Dispõe sobre partidos políticos, regulamenta os arts. 17 e 14, 3º, inciso V, da Constituição Federal. XXVI) Emenda Constitucional nº 16, de : Permitiu a reeleição. XXVII) Lei 9.504, de : Estabeleceu normas gerais para as eleições. XXVIII) Lei , de : Alterou diversas regras da Lei 9.504/97 sobre propaganda e prestação de contas das campanhas. Podemos encontrar atualmente muitos países que se intitulam como democráticos, porém, para um regime ser caracterizado realmente como democrático deve necessariamente conter certos elementos, tais como: igualdade perante a lei; liberdade de associação e de reunião; liberdade de expressão, informação e manifestação; liberdade e igualdade do voto; possibilidade de alternância no poder; pluralismo político; periodicidade das eleições: o poder deve ser temporário e modificado no tempo constitucionalmente previsto. O instrumento natural para o exercício da democracia são as eleições. A função que as eleições desempenham varia conforme o regime político a ser analisado. A classificação em eleições competitivas, semi-competitivas e não competitivas, compõem uma tentativa de estudo do fenômeno eleitoral segundo o grau de legitimidade e participação efetiva em relação às eleições. As eleições competitivas podem ser consideradas como um dos alicerces dos regimes democráticos contemporâneos, pois representam uma das únicas formas de participação do povo no processo decisório. O modelo de Democracia exercida no Brasil está materializado na Constituição Federal, a qual declara o país como Estado democrático de direito e

18 18 garante em seu artigo 1º, inciso V, a ampla liberdade de convicção política através do pluralismo político. O modelo adotado é o da democracia semi-direta. No parágrafo único do art. 1º da Constituição Federal ficaram entrelaçadas suas vertentes: a representativa, proveniente da eleição dos representantes, e a participação direta, através do plebiscito, referendo e a iniciativa popular. Nesse sentido, a soberania popular teve proclamada a sua titularidade e adquiriu novos espaços participativos, concretizando as suas atividades sempre pelo exercício do sufrágio. Por conta disso, a Constituição Federal de 1988 (art. 14) coloca de forma explícita o exercício da soberania popular através do voto direto e secreto. Também o Código Eleitoral trata do assunto, adotando o princípio do sufrágio universal e direto, sendo secreto e obrigatório para os maiores de 18 anos e facultativo para os maiores de 16 e menores de Conceito Ainda que não seja fácil conceituar qualquer disciplina jurídica, pode-se dizer que o Direito Eleitoral é o ramo do Direito Público que trata de institutos relacionados com os direitos políticos e das eleições, em todas as suas fases, como forma de escolha dos titulares dos mandatos eletivos e das instituições dos Estados. Vejamos alguns conceitos fornecidos pelos principais autores: Fávila Ribeiro ensina que: O Direito Eleitoral, precisamente, dedica-se ao estudo das normas e procedimentos que organizam e disciplinam o funcionamento do poder de sufrágio popular, de modo a que se estabeleça a precisa equação entre a vontade do povo e a atividade governamental. Para José Joel Cândido: Direito Eleitoral é o ramo do Direito Público que trata de institutos relacionados com os direitos políticos e das eleições, em todas as suas fases, como forma de escolha dos titulares dos mandatos eletivos e das instituições do Estado Relação do Direito Eleitoral com outras disciplinas jurídicas Direito Constitucional O Direito Eleitoral mantém relações estreitas com o Direito Constitucional, sendo um dos seus ramos. Por cuidar de aspectos políticos do

19 19 Estado, o Direito Eleitoral encontra suas linhas mestras traçadas no próprio texto da Constituição Direito Penal O Código Eleitoral tem sua própria relação de figuras delituosas e assim, cabe ao Direito Penal oferecer os princípios essenciais que devem ser observados pelo Estado no desempenho da atividade punitiva destas ações ou omissões capituladas como crimes eleitorais Direito Administrativo Há um íntimo relacionamento também com esta disciplina, pois grande parte de seu conteúdo abrange contribuições conceituais na esfera do Direito Administrativo, como na organização das eleições e do eleitorado, por exemplo Direito Civil O Direito Civil fornece importantes conceitos para o Direito Eleitoral. Encontramos na lei civil, por exemplo, as causas determinantes da capacidade civil e as relações de parentesco para efeito das questões relativas a inelegibilidades Direito Processual Civil e Penal O Direito Eleitoral recebe contribuições importantes dos Direitos Processuais Civil e Penal em diversos pontos, tais como nos procedimentos eleitorais, nas formalidades do contraditório eleitoral, nas modalidades recursais cabíveis e no modo de execução dos julgados Finalidade do Direito Eleitoral Cerqueira conclui que: A finalidade do Direito Eleitoral é iluminar os caminhos escuros da Democracia e dar esperança ao povo, cujo poder é inerente, de forma que, portanto, o Direito Eleitoral é o ramo do Direito Público que mais sofre mudanças legislativas, que mais se aperfeiçoa na seara tecnológica e que, assim, dificulta uma sistematização legal e um estudo mais aprofundado, exigindo da doutrina e da jurisprudência uma mudança valorativa radical,

20 20 para efeito de acompanhar as mudanças sociais, políticas e econômicas de uma sociedade Objetivo do Direito Eleitoral O Direito Eleitoral, precisamente, dedica-se ao estudo das normas e dos procedimentos que organizam e disciplinam o funcionamento do poder do sufrágio popular, de modo que se estabeleça a precisa equação entre a vontade do povo e a atividade governamental Normas aplicadas no Direito Eleitoral Existem diversos textos normativos que tratam do sistema eleitoral brasileiro. Os principais para o estudo da matéria são: a Constituição Federal, o Código Eleitoral (Lei 4.737/65), a Lei 9.504/97, a Lei das Inelegibilidades (Lei 64/90) e a Lei Orgânica dos Partidos Políticos (9.096/95) Fontes aplicadas no Direito Eleitoral Fontes Imediatas São fontes imediatas do Direito Eleitoral: a Constituição; as leis; as resoluções do TSE; tratados internacionais que trazem recomendações para que sejam adotadas práticas democráticas Fontes Mediatas A jurisprudência é fonte mediata do Direito Eleitoral. 2. JUSTIÇA ELEITORAL 2.1. Noções Preliminares A Justiça Eleitoral não dispõe de quadro próprio de profissionais. A composição é realizada através de promotores e magistrados de outros setores e de forma periódica. 3 CERQUEIRA, Thales Tácito Pontes Luz de Pádua. Direito Eleitoral Brasileiro. Belo Horizonte: Del Rey, 2002, p. 73.

21 21 Há órgãos da Justiça Eleitoral do Brasil, mas não há uma magistratura eleitoral exclusiva, própria, de carreira. A composição de todas as três espécies de órgãos colegiados com jurisdição eleitoral híbrida, integrando juízes de outros tribunais, juristas da classe dos advogados e, até, pessoas sem formação jurídica, como no caso das juntas eleitorais Evolução Histórica Segundo Fávila Ribeiro, a Constituição, de 1824, filiou-se ao sistema da verificação de poderes, atribuindo ao Legislativo o controle da regularidade da eleição e sobre a elegibilidade de seus membros, como meio de afirmar a independência do Poder Legislativo em face do Executivo. 4 A Constituição de 1891, manteve o mesmo sistema de verificação dos poderes, que representava, à época, uma conseqüência do próprio regime democrático. A Revolução de 1930, liderada por Getúlio Vargas, Oswaldo Aranha e outros líderes políticos, teve como um dos objetivos combater e eliminar as fraudes eleitorais ocorridas no período da República Velha ( ). Assis Brasil, ao se referir à reforma eleitoral proposta, 1931, destaca que a garantia de que se cumpram honestamente os preceitos da lei honesta está na justiça: A justiça esclarecida, a justiça independente do poder político, a justiça constituída por juízes que penetrem na carreira por concurso; que sejam promovidos pela antigüidade combinada com o mérito taxativo, que sejam administrados, processados, julgados, punidos ou absolvidos por Tribunais da sua própria classe. 5 Em 1932, surge o Código Eleitoral (Decreto n , de ), criando a Justiça Eleitoral, como órgão do Poder Judiciário Órgãos e composição Segundo o art. 118 da Constituição Federal de 1988, a Justiça Eleitoral é composta dos seguintes órgãos, dispostos hierarquicamente: 4 RIBEIRO, Fávila. Direito Eleitoral. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Forense, 1999, p ASSIS BRASIL, Joaquim Francisco. A Democracia Representativa na República. Brasília: Ed. Facsimilar, 1998, p. 193, Vol. II.

22 22 a) o Tribunal Superior Eleitoral, composto por no mínimo sete membros (art. 119, CF), escolhidos mediante voto secreto, três juízes dentre os Ministros do STF, dois juízes dentre os Ministros do STJ e por nomeação do Presidente da República dois juízes, dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo STF; b) os Tribunais Regionais Eleitorais, haverá um TRE na capital de cada Estado e do Distrito Federal (art. 120, CF/88) e têm seguinte composição (art. 120, 1, CF): mediante eleição, pelo voto secreto, de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça; de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo TJ; de um juiz do TRF com sede na capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de um juiz federal, escolhido, em qualquer caso, pelo TRF respectivo; por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo TJ; c) os Juízes Eleitorais, a previsão dos Juízes Eleitorais tem fundamento constitucional (art.121, 1 ) e legal (art. 32 e seguintes, CE). Cabe a jurisdição de cada uma das zonas eleitorais a um juiz de direito em efetivo exercício e, na falta deste, ao seu substituto legal que goze das prerrogativas do art da Lei Maior. Onde houver mais de uma vara, o TRE designará aquela ou aquelas a quem incumbem o serviço eleitoral (art. 32, parágrafo único, CE); d) as Juntas Eleitorais, têm fundamento constitucional e legal nos seguintes dispositivos: CF, art. 118, IV, 121, 1 ; CE, art. 36 e seguintes. São compostas de um juiz de direito, que será o presidente, e de dois ou quatro cidadãos de notória idoneidade. As Juntas são nomeadas sessenta dias antes da eleição, depois de 6 Art. 95 Os juízes gozam das seguintes garantias: I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado; II - inamovibilidade, salvo por motivo de interesse público, na forma do Art. 93, VIII; III - irredutibilidade de subsídio, ressalvado o disposto nos arts. 37, X e XI, 39, 4º, 150, II, 153, III, e 153, 2º, I.

23 23 aprovação do TRE, pelo presidente deste, a quem incumbe designar-lhe a sede O princípio da periodicidade da investidura das funções eleitorais De acordo com o princípio da periodicidade (ou temporalidade) nenhum magistrado tem vinculação permanente na Justiça Eleitoral. Este princípio atende a um preceito de proteção do organismo eleitoral das interferências políticas. Os magistrados federais e estaduais servem apenas por um período específico, mas possuem nos seus cargos de origem as garantias constitucionais de vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de vencimentos. A investidura temporária dos membros dos Tribunais Eleitorais, se por um lado permite o rodízio de seus integrantes, por outro pode apresentar o inconveniente de impedir uma maior especialização nos assuntos atinentes ao contencioso eleitoral. A Lei Maior define o tempo de mandato dos integrantes da Justiça Eleitoral (art. 121, 2º) PROPAGANDA POLÍTICA 3.1. Definição A propaganda política é um conjunto de técnicas empregadas para sugestionar pessoas na tomada de decisões. É política porque está voltada para a conquista do poder, para a prevalência de uma posição em plebiscito, referendo, manutenção ou substituição dos integrantes do governo ao qual compete a condução do Estado. O alvo por excelência de toda propaganda é o consumidor. Na propaganda destinada à venda de um produto, há em mente convencê-lo a adquirir o bem entre aqueles oferecidos pelos concorrentes. No caso da propaganda política, o consumidor é o cidadão. O objetivo é persuadi-lo a aceitar a idéia veiculada, sempre relacionada ao poder político, por exemplo, exaltando a atuação de candidato, criticando a atuação de outro ou sugerindo a troca deles. 7 Art.121 (...) 2º - Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por dois anos, no mínimo, e nunca por mais de dois biênios consecutivos, sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo, em número igual para cada categoria.

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