Portadores de deficiência? Nada

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1 JORNAL DA ALERJ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO RIO DE JANEIRO ANO I N a 28 DE OUTUBRO DE 2003 Os portadores de dignidade Marcos Fayal, deficiente auditivo Ethel Rosenfeld, deficiente visual Nova página da Intranet promete agilidade de informação PÁGINA 2 Portadores de deficiência? Nada disso. De acordo com as leis aprovadas pela Assembléia Legislativa, eles são cidadãos como todos os outros, com direito a viver a vida com dignidade e conviver em sociedade de igual para igual. O que os difere são as chamadas necessidades especiais cabendo ao poder público a obrigação de supri-las. As leis que beneficiam esta categoria foram criadas com base neste princípio. Rampas de acesso a prédios públicos, cardápios e embalagens de medicamentos em braile, permissão para acesso de cães-guia e até isenção na taxa de incêndio: as iniciativas buscam a inclusão social dos portadores de deficiência, garantindo a eles oportunidades iguais de vida. Os atendidos pela legislação estadual agradecem. Não faltam depoimentos, mostrando que o que eles querem, afinal, é exercitar a sua cidadania: a professora que circula pela cidade acompanhada do fiel cão-guia; o deficiente auditivo que ensina a linguagem dos sinais para as recepcionistas do Palácio Tiradentes; a jovem que consulta o cardápio da lanchonete em braile e que pretende fazer curso de revelação em câmara escura para começar a trabalhar. Sem contar o rapaz que perdeu a perna em um acidente de trem e, agora, quer sugerir projetos de lei voltados para os portadores de deficiência. Prova de que, mais do que beneficiados, eles também querem ajudar. PÁGINA 7 PÁGINAS 4 E 5 Comissão avalia compra de novo prédio para Alerj Sueli Cristina de Souza, deficiente visual Adriano Olegário, deficiente físico Georgette Vidor propõe comissão para deficientes PÁGINA 8

2 2 JORNAL DA ALERJ RIO DE JANEIRO, 22 A 28 DE OUTUBRO DE 2003 PALAVRA DO EDITOR A inclusão social dos portadores de deficiência não é uma questão de caridade. O Poder Público tem o dever de criar mecanismos legais que permitam a inserção dos deficientes no mercado de trabalho e lhes dêem condições dignas de vida. Para eles, o exercício pleno da cidadania começa com o respeito da sociedade e o cumprimento das leis que tratam dos seus direitos. Não é tarefa simples. Dados do IBGE revelam que 14% dos 175 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência. Boa parte não recebe a assistência devida e sofre com o preconceito e a discriminação. Aos poucos, no entanto, essa situação começa a mudar. No Rio, uma série de leis e projetos aprovados pela Assembléia Legislativa do Estado traz algum tipo de benefício para esses cidadãos. Os motoristas de ônibus estão autorizados a parar fora do ponto para atendê-los, os bares e restaurantes devem ter espaço reservado para eles, órgãos públicos e empresas são obrigados a criar vagas para deficientes e assim por diante. Essas leis precisam ser divulgadas e fiscalizadas para que o deficiente tenha participação ativa na sociedade. Gabriel Oliven Diretor de Comunicação Social EXPEDIENTE Publicação semanal do Departamento de Comunicação Social da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro Tel: /1383 Presidente: JORGE PICCIANI 1º Vice-presidente: Heloneida Studart 2º Vice-presidente: José Távora 3º Vice-presidente: Pedro Fernandes 4º Vice-presidente: Fábio Silva 1ª Secretária: Graça Matos 2ª Secretário: Léo Vivas 3º Secretário: Marco Figueiredo 4º Secretário: Nelson do Posto 1º Suplente: Leandro Sampaio 2º Suplente: Eliana Ribeiro 3º Suplente: Nelson Gonçalves 4º Suplente: Rogério do Salão Jornalista responsável: Gabriel Oliven (Mat /88) Coordenadora: Fernanda Pedrosa Repórteres: Erika Junger, Fernanda Galvão e Luiz de Andrade Marchesini Estagiários: Fernanda Pizzotti, Fernanda Porto, Florence Jacq, Gabriel Mendes, Leandro Marins, Leonardo Hazan, Melissa Ornelas, Ramien Brum Fotografia: Daniela Barcellos e Leandro Marins Diagramação: Talitha Magalhães Coordenação Gráfica: Aranha Montagem: Bianca Marques e Carlos Renes Impressão Digital: Gráfica Alerj Tiragem: exemplares Agilidade e informação na tela do computador INTRANET TERÁ NOVO DESIGN E LINKS PARA FACILITAR COMUNICAÇÃO INTERNA MELISSA ORNELAS A Intranet o site interno da Assembléia Legislativa está cheia de novidades para melhorar a comunicação entre deputados, funcionários e assessores. Desenvolvido pelo gerente de Internet da Casa, Gustavo Adolpho de Carvalho, a página ganhará um novo design e links de serviço e informação. A partir deste mês, todo terminal ligado à rede de computadores da Casa abrirá diretamente na Intranet. O site da Alerj (www.alerj.rj.gov.br) será acessado através de um link. A nossa intenção é colocar o maior número possível de informações referentes à Assembléia Legislativa. Vamos dar transparência a tudo o que é produzido aqui e fazer com que os funcionários tenham o hábito de consultar a página, que a partir de agora, estará mais dinâmica, disse Gustavo. Todo o conteúdo da página antiga continuará disponível neste novo site. A novidade mais importante atende pelo nome de Notícias de Setores, link voltado basicamente para as notícias dos departamentos de Comunicação, Saúde e Recursos Humanos. A intenção Leandro Marins Gustavo Adolpho mostra o novo desenho da Intranet, que entra em operação ainda este mês é estender essa novidade a outros setores depois do período de testes. Dessa forma, o trabalho do Departamento de Recursos Humanos, por exemplo, será ainda mais dinâmico. O servidor encontrará todas as informações referentes aos procedimentos administrativos da Casa, como auxílio-creche, admissão de funcionários comissionados e auxílioeducação, entre outros. Na Intranet, os funcionários da Casa poderão conferir a programação das solenidades através de um calendário específico, saber sobre as campanhas do departamento médico ou, ainda, consultar o clipping eletrônico. A consulta ao clipping, por sinal, ficou ainda mais rápida e simples. A empresa Vídeo Clipping, que cuida do serviço, disponibilizou uma ferramenta de busca que facilita a localização de reportagens sobre a Alerj e o Estado do Rio. Os usuários do serviço podem fazer a busca através de uma palavra-chave e também pela data de publicação da reportagem. O próximo passo é permitir que deputados e funcionários tenham acesso à Intranet de suas próprias casas. Eles receberão senha específica para isso.

3 RIO DE JANEIRO, 22 A 28 DE OUTUBRO DE 2003 JORNAL DA ALERJ 3 Leis garantem respeito a deficientes ISENÇÃO DA TAXA DE INCÊNDIO, CARDÁPIOS EM BRAILE E SANITÁRIOS ADAPTADOS SÃO EXEMPLOS DA LEGISLAÇÃO FERNANDA GALVÃO E GABRIEL MENDES Rampas de acesso a prédios públicos, orelhões em alturas acessíveis a usuários de cadeiras de rodas, cardápios e caixas de remédio em braille e até isenção na taxa de incêndio. Não são poucas as leis, criadas pelos deputados estaduais, para garantir ao portador de deficiência física e sensorial o direito de conviver em sociedade. Mais do que facilitar a vida destas pessoas, tais iniciativas têm como objetivo promover a auto-estima e a cidadania, fazendo com que os portadores de necessidades especiais sejam cada vez mais conscientes de seus direitos. E vem mais por aí. Deputados como Otávio Leite, líder do PSDB, querem aprovar mais projetos de lei voltados para este público. De 1994 a 2002, quando era vereador do município do Rio, Leite conseguiu aprovar 11 leis municipais que favorecem esta categoria. Agora, como deputado estadual, já apresentou 22 projetos, visando a beneficiar os deficientes. No início de outubro vieram as primeiras vitórias: a Alerj aprovou duas dessas propostas. O projeto de lei 11/2003 institui as Paraolimpíadas no Estado do Rio de Janeiro. Os Jogos já acontecem no âmbito do município desde 98, em cumprimento à Lei Municipal 2440/96, de autoria do próprio Otávio Leite. O parlamentar afirma que a competição tem crescido e já reúne mais de três mil participantes. O esporte é um ótimo instrumento de inclusão social, atesta Leite. Ele se diz otimista quanto à sanção de seu projeto pela governadora Rosinha Garotinho. Além do caráter social, o projeto é economicamente viável, já que o Governo poderá obter patrocínios para realizar as Paraolimpíadas, argumenta. O outro projeto do deputado é o que determina que toda propaganda oficial de Estado, veiculada na televisão, deverá ser legendada e traduzida na Linguagem Brasileira dos Sinais (Libras). O deputado acredita Em favor da igualdade Lei 2712/97 Albano Reis (PMDB) Motoristas de transporte coletivo podem parar fora do ponto quando solicitado por deficiente físico. Lei 3960/02 Aparecida Gama (PMDB) Casas de show, teatros e cinemas devem ter lugar reservado para deficientes físicos. Lei 2909/98 Banheiros públicos devem contar com sanitários adaptados para deficientes (paraplégicos). Lei 4008/02 Noel de Carvalho (PMDB) Programa Estadual do Cão-Guia: doação e treinamento de cães para deficientes visuais. Lei 3879/02 Roberto Dinamite Leandro Marins Roberto Dinamite (E) garante cardápios em braile. Otávio Leite teve dois projetos aprovados que o projeto chama atenção para as necessidades especiais dos deficientes auditivos. É um absurdo que essas pessoas não possam compreender nem as propagandas oficiais, que são direcionadas para todos os brasileiros, desabafa Leite. O projeto foi vetado pelo Executivo, e o deputado torce que o veto seja derrubado pela Casa. Além de torcer pelos projetos de lei, os parlamentares também saboreiam o gosto de ver a legislação sendo cumprida. É o caso do deputado Roberto Dinamite (PMDB), autor da lei que obriga bares, lanchonetes (PMDB) Bares, restaurantes, lanchonetes e hotéis devem ter cardápio em braile. Lei 1673/90 Impressão em braile do nome, composição, preço e tempo de validade dos medicamentos, em suas embalagens. Lei 3295/99 Garante a permanência de cães-guia acompanhando deficientes visuais em repar-tições públicas e privadas e em transportes coletivos. Lei 3686/01 Nelson Gonçalves (PMDB) e Sérgio Cabral Deficientes, pensionistas e aposentados estão isentos de taxas de incêndio. e restaurantes a disponibilizar seus cardápios em braile. Atualmente, os maiores porta-vozes de sua lei são grandes redes de lanchonetes. Apesar de comemorar a adesão de peso, ele reconhece que a situação ainda está longe do ideal: Esta lei foi importante para buscar a igualdade entre as pessoas. O deficiente não quer pena, ele quer oportunidades iguais. São atitudes como estas que fazem com que eles se integrem à sociedade com força. Espero que os empresários vejam o sucesso destes que estão cumprindo a lei para que se adeqüem da mesma forma.

4 4 JORNAL DA ALERJ A valorização dos deficientes RIO DE JANEIRO, 22 A 28 começa na Casa Continuação da pág. 3 Detalhes pequenos, mas que fazem a diferença. Para os portadores de deficiência do Estado do Rio de Janeiro, as leis aprovadas pela Alerj fazem com que seu dia-a-dia seja mais prazeroso e com menos obstáculos. É o caso da professora Ethel Rosenfeld, 57 anos. Cega desde os 13 anos, ela conhece de perto as limitações impostas ao deficiente visual. Em 1997, ela trouxe o labrador Gem, dos Estados Unidos, para ser seu cão-guia. Sem poder transitar com ele, porém, ela se sentiu atada. Em 1999, sua história chegou até a Alerj, e deu origem à Lei 3.298/1999, de autoria das ex-deputadas Solange Amaral e Tânia Rodrigues, que passou a garantir a permanência de cães-guia em qualquer estabelecimento público e em meios de transporte. "O Gem é a minha bengala. Ainda bem que ninguém implica mais com ele", comemora. Já o deficiente auditivo Marcos dos Santos Pereira Fayal, 41 anos, luta para que sua classe seja compreendida. Entusiasta do projeto de lei do deputado Otávio Leite que garante a linguagem de sinais em propagandas oficiais do Estado, ele quer mais: ensina a Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) para funcionários da Casa. "Temos de ser compreendidos em todo lugar, mas principalmente aqui, que é a casa do povo", aponta. Com a perna esquerda amputada, Adriano dos Santos Olegário, 27 anos, aproveita para sugerir projetos de lei aos deputados. "As leis precisam agir a nosso favor", defende. Sueli Cristina Carvalho de Souza, 22 anos, tem cegueira parcial desde bebê. Hoje, ela tem somente a percepção de claro e escuro. Ela agradece à lei que trouxe cardápios e embalagens em braile, de autoria do deputado Roberto Dinamite (PMDB). Cris, como é tratada pelos amigos, completou o Ensino Médio e pretende fazer curso de câmara escura. As empresas devem abrir as portas ao portador de deficiência, defende. Após um acidente de trem que o deixou sem a p anos, passou a ter uma nova visão de mundo. Utili garantidas por lei, ele agora quer propor uma nova e sugerir que 20% dos carros que vão a leilão p deficiência. Temos de garantir a nossa cidadania,

5 DE OUTUBRO DE 2003 JORNAL DA ALERJ 5 Mariana Magro O Gem é a minha bengala. Ainda bem que ninguém mais implica com ele, e posso ir a qualquer lugar. Espero agora conseguir outras vitórias. Sugiro a criação de uma lei que determine a implantação do piso de alerta nas calçadas para nortear o deficiente visual. É importante ouvir o portador de deficiência antes de criar uma lei, buscar conhecer a nossa realidade para, assim, propor medidas que nos atendam Ethel Rosenfeld, 57 anos erna esquerda, Adriano dos Santos Olegário, 27 zando-se das rampas de acesso a prédios públicos, legislação. Vou conversar com alguns deputados, elo estado sejam reservados para portadores de garante. A recepcionista Leila Teixeira Fernandes é uma das alunas de Marcos dos Santos Pereira Fayal. Aos 41 anos, ele, que perdeu a audição aos sete, agora se dedica a ensinar a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) a funcionários da Alerj. Leila aprova a iniciativa de Fayal: Temos de atender o público cada vez melhor, aponta. Ele faz coro: Todos devem se sentir bem-vindos à Alerj.

6 6 JORNAL DA ALERJ RIO DE JANEIRO, 22 A 28 DE OUTUBRO DE 2003 EM DEBATE: SOLUÇÕES PARA EVITAR A EVASÃO ESCOLAR ALESSANDRO MOLON DEPUTADO ESTADUAL PELO PT Dados alarmantes Quando o assunto é educação, o Rio não tem do que se orgulhar. Nosso ensino é um dos piores do País e o pior do Sul e do Sudeste, segundo o documento Geografia da Educação brasileira, divulgado no início do ano pelo MEC. O Rio, segundo o MEC, convive com altos índices de reprovação e de evasão escolar. Os índices de repetência no Rio não são nada desprezíveis. Dezoito de cada 100 estudantes fluminenses são reprovados, o que nos coloca no último lugar do ranking do Sul e do Sudeste e longe da taxa de São Paulo, de 8%. No ensino médio, a situação é ainda pior: 21 a cada 100 alunos são reprovados. Os maus resultados se repetem nos índices de evasão escolar, nos colocando novamente no último lugar do ranking do Sul e do Sudeste. Nossa taxa de evasão empata com a do Amapá. De cada 100 crianças do ensino fundamental 8,9 deixam a escola antes de chegar ao ensino médio. A taxa de evasão no ensino médio é ainda pior, chega a 16%. Outro dado alarmante é que apenas 36% dos jovens entre 15 e 17 anos cursam o ensino médio e apenas 44,3% concluíram a educação básica. Estes números explicam por que o Rio detém a pior relação idade/série do Sul e do Sudeste. No Rio, 59% dos alunos estão fora da faixa etária das séries que estão Temos que enfrentar cursando. No Brasil, o drama da educação a média é de 53%. já na dicussão do A leitura de tão aflitivos dados indica claramente o orçamento de 2004 rumo a seguir. Temos que enfrentar o drama da educação já na discussão do orçamento, para que 2004 não seja mais um ano perdido. Além disso, o estado deveria ter como prioridade manter os alunos na escola. Mas não. O Governo Rosinha não consegue garantir educação nem aos que estão na escola. Depois de uma greve prolongada, a educação pública no Rio se defrontou com a dramática carência de professores. Este caos nos conduz à suposição de que a rede pública estadual tenha sofrido em 2003 uma violenta sangria em seu quadro discente. Quem não tem aula, não aprende e, por conseqüência, sai da escola. Aguardemos o próximo censo escolar para termos a noção do prejuízo. COMTE BITTENCOURT DEPUTADO ESTADUAL PELO PPS Fatores sociais Fotos Ramien Brum Um dos fatores que levam ao insucesso escolar é a infrequência contínua durante o processo de ensino/aprendizagem, dificultando o desenvolvimento das competências, levando o aluno a se afastar dos bancos escolares. A evasão escolar envolve fatores sociais que vão desde a responsabilidade de ordem familiar, a moradia distante da escola e até a gravidez precoce. Estes indicativos podem ser diagnosticados através de visitas constantes às famílias para conscientizá-las sobre a importância da assiduidade da criança e do adolescente, apontando para encaminhamentos que podem levar à transferência do aluno para outra unidade. Outro fator de evasão escolar detectado é a inscrição para pleitear uma vaga para o aluno em diversas unidades escolares (municipais e estaduais) e, após a efetivação da matrícula, a família não comunica a preferência por uma determinada instituição, ficando o aluno matriculado em diversas escolas e freqüentando só uma. Estão envolvidas nesse trabalho as equipes técnico-pedagógica do órgão responsável pela educação no município e da Indicativos podem unidade escolar, ser diagnosticados assim como a família do aluno. através de visitas Para manter os constantes às famílias alunos dentro da sala de aula, a Fundação Municipal de Educação de Niterói criou, em 1999, o Projeto Evasão Zero, cujo objetivo é zerar o índice de evasão escolar. Com esta iniciativa, a Secretaria Municipal de Educação vem cumprindo as determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que destaca como dever do Poder Público assegurar o acesso ao ensino fundamental. A Secretaria Municipal de Educação de Niterói, em parceria com os pais e os professores, pretende continuar trabalhando para que nenhuma criança fique fora da escola, atingindo, dessa maneira, índice zero de evasão escolar.

7 RIO DE JANEIRO, 22 A 28 DE OUTUBRO DE 2003 JORNAL DA ALERJ 7 Mais espaço para o Parlamento COMISSÃO BUSCA IMÓVEL NO CENTRO PARA INSTALAR NOVOS SETORES E MELHORAR CONDIÇÕES DE TRABALHO FERNANDA PEDROSA Em busca de mais espaço para instalar novos setores e melhorar as condições de trabalho de parlamentares e funcionários, a Mesa Diretora da Alerj iniciou uma pesquisa no sentido de identificar imóveis disponíveis à venda nas proximidades da Casa. No dia 20 de outubro, uma comissão formada pelos deputados Graça Matos (PMDB), Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB), Gilberto Palmares (PT), Leandro Sampaio (PMDB) e Fábio Silva (PP) visitou o prédio da Rua da Alfândega nº 8, onde funcionava o banco Santander/Banespa. Os deputados gostaram do imóvel, que tem 14 andares e espaço suficiente para instalação de novos setores da Alerj, como a Escola do Legislativo Fluminense, a Corregedoria, a Ouvidoria, um grande auditório e uma loja, onde a Comissão de Defesa do Consumidor possa prestar atendimento ao público. A idéia é transferir para o novo prédio os departamentos administrativos e, assim, abrir espaços no Palácio Tiradentes e no Anexo para instalação de comissões e lideranças, além da TV Alerj, que fará sua primeira transmissão no dia 15 de dezembro, em caráter experimental. O prédio, construído há 50 anos, necessita de reformas. Luiz Paulo, que é engenheiro, recomendou que o Departamento de Engenharia da Casa faça um memorial descritivo, para calcular custos. O preço do imóvel R$ 500 o metro quadrado também foi considerado bom pelos deputados. O presidente Jorge Picciani (PMDB) criou uma comissão com 16 representantes de vários partidos, para dar andamento à procura do imóvel. Minha orientação é para que esse processo seja o mais transparente e democrático possível, afirmou ele. Com relação à TV Alerj, o presidente informou que a licitação, vencida pela empresa Digilab, de Santa Catarina, foi aprovada pelo Tribunal de Contas e homologada pela Mesa Diretora. PELAS COMISSÕES Leandro Marins Deputados visitaram prédio de 14 andares na Rua da Alfândega com Primeiro de Março Medalha Tiradentes para o inventor do rádio A deputada Aparecida Gama (PMDB), em homenagem póstuma ao Conde Guglielmo Marconi, inventor do rádio e do telégrafo sem fio, entregou a Medalha Tiradentes à princesa italiana Elletra Giovanelli, filha de Marconi. A solenidade ocorreu durante coquetel oferecido pelo Consulado da Itália, no Hotel Glória. Marconi acionou em 1931, de Roma, a iluminação do Corcovado através de ondas radiofônicas. Acho uma honra estar prestando essa homenagem a esse cientista, As interpretações em Orfeu Negro, no teatro, e como Xica da Silva, no cinema e na televisão, levaram a presidente da Comissão de Combate a Discriminação da Alerj, deputada Jurema Batista (PT), a homenagear a atriz e cantora Zezé Motta com a Medalha Tiradentes. Fiquei muito surpresa com esta homenagem e quero agradecer do fundo do coração por essa iniciativa, disse a artista. Acredito que esta medalha está sendo dada no momento certo, por ser ganhador do Prêmio Nobel de Física, que fez tanto pelo Estado do Rio no passado, discursou a deputada. Homenagem da Alerj à atriz e cantora Zezé Motta eu a primeira negra desta Casa. A Zezé representa a abertura da visibilidade do negro no Brasil, disse Jurema Batista.

8 8 JORNAL DA ALERJ RIO DE JANEIRO, 22 A 28 DE OUTUBRO DE 2003 ENTREVISTA / GEORGETTE VIDOR DEPUTADA ESTADUAL PELO PPS Queremos os nossos direitos DEPUTADA PROPÕE COMISSÃO PERMANENTE PARA TRATAR DE PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FERNANDA GALVÃO "As pessoas deveriam ser mais simpáticas à causa do portador de deficiência. Não por pena, mas encarando as reivindicações como seus direitos." O desabafo da deputada Georgette Vidor (PPS) traduz um sentimento cultivado em sete anos como cadeirante ela ficou paraplégica após um acidente automobilístico. Treinadora da equipe de ginástica olímpica do Flamengo e deputada estadual, ela, que já preside a Comissão de Esportes da Casa, quer a criação de uma Comissão Permanente de Defesa do Portador de Deficiência. "A realidade do portador de deficiência, seja ela qual for, é muito particular. E deve ser tratada como tal", defende. Mas Georgette pretende ir além: "É preciso mudar a cabeça das pessoas", garante. A senhora é conhecida como pessoa ligada ao esporte. Agora tem lutado pelos direitos dos portadores de deficiência. Como tem sido esta atuação? Digo sempre que não sou deputada, eu estou deputada. Sempre fui alguém acostumado a executar coisas, e pretendo fazer o mesmo na Alerj. A começar pela criação da Comissão voltada para discutir os assuntos de interesse do portador de deficiência, que é, hoje, meu principal projeto. Isto porque esta Comissão ajudaria um pouco mais a vermos de perto a realidade dessas pessoas. A senhora quer dizer, a visão do portador de deficiência nos projetos de lei, de uma forma geral? Exatamente. Vou dar o exemplo da questão do passe-livre. Todo mundo lembra dos estudantes, mas o portador de deficiência fica de lado. Isto acontece até porque eles não conseguem estar nas manifestações, porque não há transporte para o deficiente, de uma forma geral. E os poucos que conseguem emprego não podem se dar ao luxo de faltar. Outro exemplo é na questão da catraca. Discutiu-se a necessidade de locais especiais para o deficiente. Mas dependendo de onde a catraca for ficar, no ônibus, o deficiente não entra. Estes detalhes, muitas vezes, passam despercebidos nas outras comissões, e não podemos deixar que isto aconteça. A Comissão também proporia mais leis para defender esse público? Acho que não, a menos que seja necessário. Nossa legislação, nesta área, é uma das mais completas do mundo. Basta ser cumprida. E uma das tarefas da Comissão será garantir isso. Mas não de uma forma truculenta. Gostaria muito de conscientizar as pessoas, os empresários, os governos. Por exemplo, quero que os donos das empreiteiras sejam parceiros nossos, que acreditem na acessibilidade ao Leandro Marins portador de deficiência. Tem gente que acha que, porque fez uma rampa, está pronto, não precisa mais nada. Precisa, sim. Quero que as pessoas tenham vontade de melhorar a vida do portador de deficiência, façam as coisas com capricho. As pessoas deveriam ser mais simpáticas à nossa causa, não por pena, mas porque temos direitos. A senhora não deixa de lado, porém, sua atuação no esporte. Como tem sido isso? Acredito no esporte como uma forma de dar chances às pessoas. Por isso, temos uma Ong, que é composta por mim e meus assessores, que trabalha no desenvolvimento do esporte a Qualivida. Temos um projeto em parceria com prefeituras, o Sesi, o Sesc e o Flamengo que busca, a partir do desenvolvimento da ginástica junto às crianças, levar qualidade de vida para as pessoas de comunidades carentes. Fazemos a preparação dos professores no Flamengo. O clube também se beneficia, porque temos a intenção de descobrir talentos entre estas crianças. Atualmente, estamos em Friburgo, São Gonçalo, Rio de Janeiro, no bairro de Campo Grande; e estamos nos preparando para começar o trabalho em Petrópolis. Queremos ainda atuar em Niterói. Hoje atendemos a 600 crianças, entre 5 e 17 anos, mas vamos chegar à marca das 4 mil crianças. É uma forma de melhorar a vida das pessoas e, ainda, desenvolver o espore em todo o estado.

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