UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI HEITOR PINHEIRO DE REZENDE UM ESTUDO DE CASO DE INTRANET: SOB A PERSPECTIVA DO DESIGN DE HIPERMÍDIA E DE INTERAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI HEITOR PINHEIRO DE REZENDE UM ESTUDO DE CASO DE INTRANET: SOB A PERSPECTIVA DO DESIGN DE HIPERMÍDIA E DE INTERAÇÃO São Paulo, 2009

2 HEITOR PINHEIRO DE REZENDE UM ESTUDO DE CASO DE INTRANET: SOB A PERSPECTIVA DO DESIGN DE HIPERMÍDIA E DE INTERAÇÃO Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu em Design - Mestrado da Universidade Anhembi Morumbi, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Design. Orientadora: Profª Dra. Vânia Ribas Ulbricht Mestrado em Design Anhembi Morumbi São Paulo, 2009

3 HEITOR PINHEIRO DE REZENDE UM ESTUDO DE CASO DE INTRANET: SOB A PERSPECTIVA DO DESIGN DE HIPERMÍDIA E DE INTERAÇÃO Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu em Design Mestrado, da Universidade Anhembi Morumbi, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Design pela seguinte Banca Examinadora: Aprovado em: 09/12/2009 Profº Dr Eduardo Toledo Santos Examinador Externo Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Profº PhDº Jofre Silva Coordenador Mestrado em Design Anhembi Morumbi Profª Drª Vânia Ribas Ulbricht Orientadora Mestrado em Design Anhembi Morumbi Profª Drª Sandra Gavioli Puga Suplente Faculdade Veris/IBTA

4 Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial do trabalho sem autorização da Universidade, do autor e do orientador. HEITOR PINHEIRO DE REZENDE Bacharel em Publicidade e Propaganda pela Universidade Anhembi Morumbi em Desenvolve projetos voltados ao campo do design de hipermídia e interação, com foco em sistemas de intranet. FICHA CATALOGRÁFICA R356t Rezende, Heitor Pinheiro de Um estudo de caso de intranet: sob a perspectiva do design de hipermídia e de interação / Heitor Pinheiro de Rezende f.: il.; 27,9 cm. Orientador: Profª Dra. Vânia Ribas Ulbricht. Dissertação (Mestrado em Design) - Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, Bibliografia: f Design de hipermídia. 2. Design de interação. 3. Intranet. 4. Intranet Estudo de caso. I. Título. CDD 741.6

5 5 DEDICATÓRIA Dedico esse trabalho aos meus familiares pelo amor, carinho e companheirismo que tiveram comigo. Aos meus amigos Maria Brandão, Prof. João Garção e Lúcio Sardinha, pessoas que incentivaram o início do meu mestrado.

6 AGRADECIMENTOS A professora Profª Dra. Vânia Ribas Ulbricht, que com uma enorme dedicação e amizade, orientou-me durante a produção da dissertação. Aos professores do curso Mestrado em Design, que durante todo curso me auxiliaram em diversas dúvidas, e com grande maestria aumentaram o meu conhecimento no campo do design. A Universidade Anhembi Morumbi, por conceder a bolsa de estudos para realização do curso.

7 11 RESUMO A Internet oferece aos usuários o poder de navegação e acesso a informações estruturadas em redes virtuais, possibilitando a troca de dados entre diferentes locais espalhados pelo mundo, o que cria uma conectividade global. Entretanto, existem modelos em que nem todas as informações encontram-se disponíveis ao acesso universal, pois são dados restritos a uma parcela de usuários, de uma determinada rede. Estes sistemas são denominados intranet e são, principalmente, utilizados por empresas. Os designs de hipermídia e de interação fornecem ferramentas para a construção de redes de intranet, estabelecidas na criação de projetos. Assim, busca-se, neste trabalho, criar diretrizes para a adequada produção de uma intranet a partir de um referencial teórico embasado nas áreas supracitadas, e atrelando esses conhecimentos ao estudo de caso de um sistema de intranet utilizado por uma Instituição Particular de Ensino Superior (IPES). Como resultado desta pesquisa, foi possível apontar diretrizes para o desenvolvimento de intranet com vistas a proporcionar facilidade de uso e satisfação ao usuário Palavras-chave: Intranet. Hipermídia. Interação.

8 12 ABSTRACT The Internet gives users power navigation and access to structured information in virtual networks, allowing people to exchange data along different locations around the world, creating a global connectivity. However, there are models where not all information is available for universal access, because data are limited to a portion of users of a given network. These systems are called intranets and are mainly used by businesses. The design of hypermedia and interaction provide tools for building intranets, which are established in the creation of projects. Thus, we, in this work, create guidelines for the proper production of an intranet using a theoretical reference based on the above areas, and tying that knowledge to the case study of an intranet system used by an institution of higher education. As a result of this research, we can point out the guidelines for the development of intranets in order to provide ease of use and satisfaction for the user. Keywords: Intranet. Hypermedia. Interaction.

9 13 SUMÁRIO 1 - DESIGN DE HIPERMÍDIA E INTERAÇÃO Hipermídia. O canal de interferência dos usuários nos ambientes digitais O design de interação O SISTEMA DE INTRANET Sobre o sistema de intranet Intranet, relação com os meios hipermidiáticos e interativos Aplicação do sistema de intranet nas empresas ESTUDO DE CASO: SISTEMA DE INTRANET DE UMA UNIVERSIDADE Sistema de Intranet Global Career Center Deficiências do sistema de intranet Global Career Center Avaliação das interfaces gráficas e funcionalidade do sistema de intranet Global Career Center Projetos de melhoria do sistema de intranet GCC Melhorias realizadas no sistema de intranet para os alunos Área de serviços exclusivos aos alunos Recurso Busca de Vagas Melhorias realizadas no sistema de extranet para empresas Área de serviços exclusivos as empresas Resolução dos problemas de conexão Resultados alcançados CONSIDERAÇÕES FINAIS LISTA DE FIGURAS LISTA DE GRÁFICOS LISTA DE QUADROS REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ANEXOS

10 14 INTRODUÇÃO Os designs de hipermídia e de interação utilizados nos websites dos sistemas de Internet e na intranet das empresas são estruturados e projetados, muitas vezes, de formas distintas, mas possuem importâncias equivalentes para os usuários que usufruem de seus serviços. Assim como um website é produzido e disponibilizado a usuários do mundo inteiro, um sistema de intranet abarca o público interno de uma empresa, oferecendo-lhes serviços e recursos interativos on-line. Como exemplo, pode-se citar uma empresa com filiais localizadas em diferentes países, onde os distintos escritórios se conectam, as informações são transferidas quase a custo zero e, o mais importante, de forma segura. Benett (1997) trata a intranet como um ambiente dinâmico e ativo que não exige apenas um ótimo plano arquitetônico para lidar com a tecnologia, mas também cooperação e desenvolvimento de relacionamentos humanos. Tanto a Internet quanto a intranet são consideradas portas para a interação entre o homem e o mundo. Para as corporações, os sistemas intranet são uma ponte de conectividade entre seus integrantes, estando eles em diferentes departamentos ou filiais localizadas em uma mesma região ou distantes geograficamente. Esta conexão mistura informações oriundas de diversas políticas de trabalho, culturas, perfis sociais, raças e religiões, despertando o interesse de uso de novos usuários. Para despertar o interesse de uso das pessoas e atender suas necessidades, é preciso planejar e projetar intranets que se ajustem aos diversos tipos de públicos multifacetados, garantindo a excelência da ferramenta durante a execução de suas funções. Dessa forma, procurando contribuir no desenvolvimento de intranets, este trabalho coloca a seguinte questão de pesquisa: como os designs de hipermídia e de interação auxiliam no processo de desenvolvimento de sistemas de intranet? Para obter essa resposta, fixou-se como objetivo nesta pesquisa elaborar diretrizes para a produção de uma intranet fundamentada no design de hipermídia e no design de interação.

11 15 Para atingir a meta estabelecida utilizar-se-á de uma pesquisa exploratória, visando proporcionar maior familiaridade do pesquisador com o problema, além de melhor explicitá-lo (Gil, 1999). Os instrumentos de pesquisa utilizados foram a pesquisa bibliográfica sobre Internet, intranet, design de hipermídia, design de interação, e o estudo de caso de um sistema de intranet de uma universidade particular, que agencia a busca e divulgação de vagas de trabalhos para alunos e empresas. O presente trabalho foi estruturado em três capítulos, a saber: - Primeiro capítulo: fundamentação teórica do design de hipermídia e de interação; - Segundo capítulo: informações sobre os sistemas de intranet. Explora e analisa as estruturas desses sistemas, relacionando seus mecanismos com o design de hipermídia e design de interação; - Terceiro capítulo: apresenta um estudo de caso de um sistema de intranet mantido por uma Instituição Particular de Ensino Superior (IPES), universidade do Estado de São Paulo, e focado no relacionamento com alunos e empresas que possuem parceria com a instituição. Este sistema de intranet tem como foco principal divulgar currículos, vagas de trabalho e informações relacionadas à empregabilidade para os usuários.

12 DESIGN DE HIPERMÍDIA E DE INTERAÇÃO 16

13 Hipermídia. O canal de interferência dos usuários nos ambientes digitais Com as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), novos espaços de conhecimento foram criados baseados na informação. Dentre as TICs ressalta-se a hipermídia, que combina hipertexto com multimídia em um único ambiente informatizado. Nestes ambientes a interação é ponto crucial. A autora Ulbricht (2006, p.15) reforça esse conceito com a seguinte percepção sobre a hipermídia: A utilização da hipermídia permite ao usuário, a livre exploração de conteúdo apresentado em diversas mídias e estruturado por ligações. Em um sistema de hipermídia, o controle da interação depende do usuário, que define seu processo de acordo com seus interesses, objetivos e ritmo. No ponto de vista de Moura (2003), a hipermídia é considerada um conjunto de ações que abrange o hipertexto, imagens estáticas e dinâmicas, sons, animações e filmes. Trata-se de uma área do design que abarca distintos mecanismos de interação e linguagens com o usuário, permitindo que o mesmo possa se relacionar no processo. Fundamentando-se em Ulbricht (2006, p. 20): O hipertexto é um documento imaterial, e esta imaterialidade lhe confere a propriedade de ambiguidade, uma vez que ele pode ser compartilhado na rede por várias pessoas, cada qual fazendo seu percurso e lendo de maneira diferente um dos outros. Lévy (1998), considera o hipertexto uma teia de nós ligados por conexões que podem ser palavras, páginas, gráficos, ou partes de um gráfico, sequências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos. Para Negroponte (1995), navegar em um hipertexto significa desenhar um percurso em uma rede que pode ser bastante complicado, pois é possível que cada link, por sua vez, contenha uma rede inteira de conexões. A hipermídia pode ainda ser caracterizada como "um diálogo aberto. Está é a visão de krippendorff (2000, p.29), que classifica a hipermídia como um campo aberto que não possui limites ou margens, uma vez que permite navegar de um link para outro em uma estrutura infinita, não reconhecendo o início ou fim.

14 18 Para Moura (2006), a hipermídia representa a hibridização de linguagens, a coexistência de métodos que interagem e organizam as informações aos usuários, interferindo nos sentidos perceptivos dos seres humanos. Moura (2006, p.188) afirma: Em virtude de sua riqueza, pluralidade e multiplicidade podemos dizer que a hipermídia é uma linguagem desafiadora e envolvente, pois se estabelece de forma aberta e abrangente, propiciando o estabelecimento de inter-relações de diversas linguagens com as questões da espacialidade, da imersividade, da movimentação e dos sistemas de estruturação e organização da informação Segundo Leão (1999), a hipermídia se caracteriza por programar roteiros baseados nas escolhas das pessoas. Antigamente, algumas ferramentas digitais limitavam essas escolhas e ofereciam apenas elos direcionais. Com o advento da tecnologia, os sistemas digitais atrelaram a seu desempenho o incerto e o aleatório, transformando esses elementos em características do jogo de navegar na hipermídia. Até mesmo o mais simples clique sobre uma imagem implica comandos que o programa deve executar (LEÃO, 1999, p. 35). Na visão de Santaella (2004), a hipermídia se caracteriza pela permissão e organização reticular dos fluxos informacionais em arquiteturas hipertextuais. O poder definidor da hipermídia está na possibilidade de transmutar-se em incontáveis versões virtuais, que vão brotando na medida em que o usuário se coloca em posição de autor. De acordo com Amorim, Machado e Miskulin (2007), integrantes da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), a hipermídia pode ser considerada uma forma de apresentação não-linear e heterogênea da informação, o que dá flexibilidade a um conteúdo disponibilizado por uma instituição aos seus usuários. Bonsiepe (1997) coloca que a hipermídia oferece dinamismo e organização na composição dos mecanismos digitais, construindo canais interativos que promovem a propagação de informações e conhecimentos. As interatividades oferecidas nos documentos digitais proporcionam ao usuário o poder de escolher seu próprio caminho através de uma estrutura não linear. Sendo assim, o usuário não apenas escolhe sua trajetória, mas também escolhe entre diferentes níveis de complexidade de informações, tornando-se um canal que excede os limites do

15 19 design gráfico tradicional, que não permite a interação do receptor no processo de leitura da informação. Para Bonsiepe (1997), a construção de um mecanismo digital abarcado por recursos hipermidiáticos é feita dentro de uma base virtual denominada ciberespaço, entendido como um espaço dinâmico de informações que se comunicam de maneira contínua, remetendo o usuário infinitamente para novas informações. Moura (2006) classifica o ciberespaço como um termo que diz respeito ao espaço virtual, ou seja, o que inclui a memória e a rede de computadores em conexões através da Internet, das telecomunicações e da mídia digital como um todo que se relaciona, se integra, se comunica e estabelece trocas por intermédio dos acessos aos bancos de dados abertos e disponíveis em ambientes on-line. Jungblut (2004) reforça que o ciberespaço é um ambiente que descarta a necessidade de o ser humano estabelecer qualquer tipo de relacionamento e comunicação presencial, dando ênfase ao artificial. Ulbricht e Bugay (2000, p. 43) defendem a evolução de técnicas e produção de conteúdos nas áreas hipermidiáticas, apontando que o computador deve tornarse cada vez mais uma ferramenta adaptável ao ser humano proporcionando satisfação e aumentando sua criatividade, resultando em maior produtividade. Para Machado (2002), a hipermídia representa as situações simuladas por computador, os ambientes e seres virtuais que aparecem na tela podem ser alterados, introduzidos, repostos e até destruídos pelo usuário. Segundo Brusilowsky (2001), o conhecimento dos ambientes digitais no sentido de que estes consigam cada vez mais atender os distintos perfis de usuários e, principalmente, suas mais variadas necessidades, despertou as necessidades de estudos de um novo conceito de hipermídia, a Hipermídia Adaptativa (HA). Brusilowsky (2001, p.87) classifica a Hipermídia Adaptativa da seguinte forma: Os sistemas adaptativos mantêm um modelo com diversas características dos seus usuários tais como objetivos, interesses, preferências e nível de conhecimento. Este modelo, denominado o modelo do usuário, é empregado como referência para a construção de páginas especialmente adaptadas a cada usuário do sistema.

16 20 Brusilowsky (2001) acredita que as técnicas e metodologias empregadas com o objetivo de desenvolver sistemas de hipermídia adaptativa devem seguir as principais diretrizes de adaptação: a apresentação adaptativa, ou seja, interfaces gráficas que possuem características e conteúdos informativos específicos para determinado público, e a navegação adaptativa, que consiste em caminhos customizados para o acesso do usuário aos conteúdos de um sistema virtual. Para Ulbricht (2006), o desenvolvimento de plataformas digitais com base na Hipermídia Adaptativa é um processo complexo, cujo desempenho do sistema que está sendo construído depende do levantamento assertivo da real tarefa que este mecanismo irá desempenhar em prol do usuário. Para empregar determinada técnica os sistemas adaptativos buscam identificar padrões no modelo do usuário que justifiquem a execução de determinada função de adaptação (ULBRICHT, 2006, p.58) Conforme Marília e Elliot (2009), a hipermídia adaptativa é utilizada como ferramenta cognitiva em ambientes de construção de conhecimento devido à eficiência em conquistar usuários com tarefas significativas.essas tarefas se estabelecem em canais de interação desenvolvidos pelo design de hipermídia, que promove a criação de recursos para a comunicação entre o sistema e o usuário. Moura (2003, p.156) ratifica esse conceito, afirmando: Se por um lado, o acúmulo de informações presentes no ciberespaço é repleto de valores muito significativos, e indicam uma grande liberdade para a informação e para a construção do conhecimento humano, por outro lado essa imensa rede de possibilidades de informações pode levar rapidamente qualquer ser humano a ficar imerso num grande caos de desorganização e perder-se em uma miríade de textos, imagens, sons, cliques e páginas. Neste aspecto o design de hipermídia vem abarcar esta complexidade de relações tanto na atividade projetual quanto no envolvimento com o usuário. Dias (2003) defende que a flexibilidade de uso, interação simples e intuitiva, informações perceptíveis, tolerância a falhas, e baixo esforço físico são características que o design de hipermídia oferece na composição de ambientes digitais. Para Dias (2003), o design de hipermídia deve facilitar a navegação do usuário pelas informações e controles oferecidos por um sistema on-line. Segundo a

17 21 autora, o design de hipermídia cuida do processo de desenvolvimento de interfaces que possam ser usadas por pessoas com as mais variadas habilidades, operando em ambientes, condições e circunstâncias mais amplas possíveis. Na visão de Moura (2006), o design de hipermídia reúne constantes mudanças no modo de produzir mecanismos digitais, permitindo a mobilidade de se criar diversos caminhos para a construção de dispositivos on-line. Além disso, apresenta uma nova linguagem de relacionamento com o usuário que se caracteriza pelo hibridismo de informações não lineares com uma grande possibilidade de navegabilidade, interatividade, manipulação e constantes atualizações, bem como pelo estabelecimento de vários níveis de organização e busca de informações por possibilidades combinatórias, contextuais e relacionais. Neste contexto, Moura (2006, p.191) define o design de hipermídia da seguinte forma: A definição do design de hipermídia diz respeito ao desenvolvimento de projetos para a prática comunicativa em rede e/ou para a solução de um problema destinado aos sistemas digitais interativos. Esses projetos são desenvolvidos com base nos princípios, características e elementos hipermidiáticos e nos dados projetuais (fatores culturais, formais, funcionais, metodológicos e simbólicos). Segundo Ulbricht (2006), o designer que trabalha com conteúdos hipermidiáticos precisa desenvolver projetos para a solução de problemas e criar novas práticas comunicativas em rede, utilizando sistemas digitais e interativos com conteúdos alinhados a fatores do cotidiano dos usuários. Esses conteúdos precisam estar associados aos princípios e características de interatividade da hipermídia. Para Ulbricht (2006, p.25 a 28): A navegação em um ambiente hipermídia é o deslocamento do usuário no espaço formado pelos nós e pelas ligações. Para que o usuário possa explorar esse espaço e se localizar eficazmente o documento precisa ter uma estrutura clara (...). Para o desenvolvimento de um ambiente hipermídia, é necessário compor uma equipe multidisciplinar (designer, especialista do domínio, ergonomista e programador). Leão (1999) afirma que o design de hipermídia estabelece noções de organização na complexidade dos sistemas digitais que representam momentos de um percurso circular infinito. Dessa forma, para que a complexidade dos sistemas

18 22 hipermidiáticos torne-se interativa e operacional, o sistema deverá ser concebido como uma organização estabelecida pelo designer de hipermídia. Segundo Leão (1999, p.69), quando se fala em hipermídia, refere-se ao campo das inter-relações, e é um processo organizado que possibilita que essas relações ocorram. A organização se estabelece pelas seguintes etapas: A abertura e o fechamento do sistema. A ordenação sequencial, bem como a não sequencial. As ligações aleatórias e as predeterminadas. A gravação do trajeto percorrido e a restauração do percurso. De acordo com Moura (2006), o design de hipermídia não se resume apenas ao desenvolvimento de técnicas para produção de mecanismos digitais, e nem é restrito somente a questões da visualidade e do desenho. Para a autora, é nesse campo que ocorrem as relações que norteiam o saber fazer e produzir design. Moura (2006, p. 192) acredita que o design de hipermídia indica uma nova atitude de criação que se faz a partir e por meio de equipes interdisciplinares, ou seja, da relação entre diversas vivências e diferentes universos de conhecimento no campo do design. Por esse motivo, é válido destacar que o design de hipermídia não trilha sozinho a construção dos ambientes digitais. Para que isso seja feito, este campo se relaciona com outras áreas como o design de informação, de interfaces e, principalmente, o design de interação. A união dessas áreas do design é fundamental para o sucesso de um projeto. Pesquisadores da Sociedade Brasileira de Design de Informação 1 (2006) denominam o design de informação da seguinte forma: Design de informação é uma área do design gráfico que lida detalhadamente com o projeto da informação visual. Seu objetivo principal é melhorar a forma como o usuário adquire informação em sistemas de comunicação analógicos e digitais. 1 (Disponível em:

19 23 Segundo Batista e Menezes (2006), o design de informação age como um campo que avalia e planeja o conteúdo de informações apresentadas em um sistema on-line para determinado público. Essa noção de trabalho é essencial para a construção de mecanismos digitais, uma vez que o serviço deve se adaptar às necessidades e rotina dos usuários de uma instituição. Para Moura (2006), o design de informação torna-se um campo importante para a produção de ambientes digitais, pois normalmente um projeto de hipermídia contempla uma grande quantidade de informações. O design de informação possibilita ações de manutenção das informações, relacionando-as, vinculando-as e conectando-as em um processo constante de alimentação de conteúdos existentes e de outros que possam vir a compor a estrutura de um dispositivo on-line. Batista e Menezes (2006) entendem que o design de informação visa contribuir com a organização das imagens, ilustrações e textos de determinadas instruções e informações para a execução de uma tarefa ou serviço oferecido pelo sistema on-line. Essas informações, quando bem organizadas, desempenham um papel importante na transmissão de uma mensagem permitindo a descrição de ações passo a passo que devem ser feitas pelo usuário durante o uso dos serviços oferecidos pelo sistema. Moura (2003) conclui que não basta apenas adicionar informações e links aleatórios em um sistema digital. Existe a necessidade de se estruturar essas informações de modo a organizá-las no ciberespaço, visando a uma boa navegação e interação. Para Moura (2006, p. 193): Um projeto de hipermídia carece das estruturas do design de informação para atingir seus objetivos e para possibilitar que os usuários possam se localizar, conectar, percorrer um grande número de complexas informações, estabelecendo relações. Na visão de Belluzzo e Prioste (2006 p. 91) o design gráfico possui um considerável envolvimento na construção das interfaces dos sistemas on-line, pois é responsável pelo desenvolvimento de menus, botões, links, animações entre outros dispositivos que permitem ao usuário interagir com o sistema. Os autores descrevem a interface gráfica de um sistema digital da seguinte maneira:

20 24 (...) Elementos de uma interface gráfica de web podem ser textos, imagens, cores, texturas e a própria diagramação, que em peças digitais aparecem em forma de janelas, ícones, botões, menus e quaisquer outras metáforas visuais colhidas de equipamentos e aparelhos de uso cotidiano. As interfaces digitais possibilitam, além dos elementos tradicionais das mídias impressas, uma série de outros aspectos resultantes da extrema maleabilidade de sua matéria-prima, os bits. As interfaces gráficas para produções digitais, em sua essência, podem ser totalmente redimensionadas, ou mesmo refeitas sem que ocorra qualquer perda, comprometimento ou degeneração daquele material. Lévy (1997, p.176) trata este campo como uma operadora de passagem, ou seja, cada nova interface transforma a eficácia e a significação das interfaces precedentes: Em suma, é sempre uma questão de conexões, de reinterpretação de traduções de um mundo com multifacetas onde nenhum efeito, nenhuma mensagem, pode propagar-se magicamente nas trajetórias lisas da inércia, mas deve, pelo contrário, passar pelas torções, transmutações e reescritas das interfaces. Para Belluzzo e Prioste (2006, p. 92): Construir uma interface gráfica, seja ela em mídia impressa ou digital é antes de qualquer outra coisa, criar configurações. (...) São essas configurações que conduzirão o usuário por um determinado conteúdo, fazendo-o vivenciar uma experiência cognitiva nesse processo. (...) As configurações estabelecidas numa interface gráfica passam a ser decisivas, pois, além de serem responsáveis por intermediar o acesso àquele material também podem acrescentar outros aspectos, fornecer outras experiências ao explorar as características de determinados suportes. Para Moura (2006), o design de interface proporciona uma ligação física ou lógica entre sistemas distintos ou partes de um sistema que não poderiam ser conectados diretamente. Trata-se de um local visualizado e manipulado pelo usuário onde os dispositivos, sistemas, aplicativos ou programas trocam dados e sinais. Moura (2006, p.194) aponta como se submetem as interfaces em um sistema hipermidiático: Em um componente de hipermídia podem conviver diferentes interfaces, desde a interface principal ou inicial (também

21 25 chamada de home-page ou página principal) até as interfaces sequenciais ou subinterfaces, que também podem ser denominadas de interfaces de área, até as interfaces de transição, que indicam, alertam ou sinalizam a mudança de uma área para outra. Uma referência para apontar a importância da interface gráfica, tratando esta área como um mecanismo de interação no auxílio de usuários que utilizam os sistemas intranet, é feita por Raskin (2004), quando afirma que os estudos para elaboração de projetos gráficos são essenciais à construção de sistemas digitais. Para o autor, uma boa ferramenta deve oferecer interação para o usuário através de interfaces gráficas. Sendo assim, a razão primária está na qualidade da interface para públicos diferentes e na utilidade determinada pela interação entre o ser humano e o sistema. Como relatado nos itens anteriores, o design de hipermídia cada vez mais se aprofunda no desenvolvimento de novas técnicas para a organização da complexidade de informações dispersas no ciberespaço. Ao proporcionar novas experiências de imersão dos seres humanos no cenário digital, torna-se imprescindível à construção de ambientes digitais. 1.2 O design de interação Preece, Rogers, Sharp (2002) entendem por design de interação todos os sistemas de troca de informações que forneçam suporte e auxiliem nas atividades cotidianas das pessoas. O design de interação possui como foco principal o desenvolvimento de projetos com ações interativas que se ajustem a qualquer forma de necessidade, o que significa ações fáceis de executar e manipular, proporcionando uma experiência agradável ao usuário. Para os autores, este tipo de design consiste em encontrar maneiras de fornecer suporte aos usuários, colocando como sua preocupação central, o desenvolvimento de produtos interativos. Segundo Pinheiro (2008), a leitura e interpretação de uma mensagem enviada por um sistema digital são influenciadas por diversos fatores, referentes tanto à produção da mensagem quanto a sua recepção, tal como o contexto no qual se dá a interação, as referências particulares dos indivíduos no processo de leitura e influência nos códigos de escrita utilizados pelo sistema. Assim, percebe-se a necessidade da mediação feita pelo design de interação ao conferir visualidade

22 26 entre um discurso originalmente formulado pelo sistema, e um usuário que realizará o processo de interferência. Saffer (2005) caracteriza o design de interação como um recurso que ajuda a redefinir os problemas de um projeto digital e auxilia a resolvê-los, podendo ser utilizado como uma ferramenta de pesquisa que entende novas áreas, como meio de gerar novas idéias sobre assuntos relacionados às necessidades dos usuários. Para Saffer (2005, p.03): O design de interação pode fornecer pistas para compreender como os usuários do produto orientam-se, em suma, os designers de interação podem criar mudanças de comportamento. Os autores Preece, Rogers, Sharp (2002) mencionam que antes de iniciar um projeto, o ideal é identificar o público e o local onde ele será utilizado. Para isso, existem diversas maneiras de projetar o modo como os usuários podem interagir com um sistema, por meio de menus, comandos, formulários, ícones, entre outros mecanismos. Além disso, sempre estão surgindo formas de interação cada vez mais inovadoras, que combinam dispositivos físicos com computação. Tudo isso representa um grande número de escolhas e decisões com as quais o designer vai se deparar quando estiver desenvolvendo produtos interativos. Preece, Rogers, Sharp (2002, p.92) apontam a conduta de um designer de interação para desenvolver um sistema: Considerar no que as pessoas são experientes ou não; Considerar o que pode auxiliar as pessoas na sua atual maneira de realizar tarefas; Pensar nas formas de proporcionar experiências de qualidade ao usuário; Ouvir as pessoas e envolvê-las no design; Utilizar técnicas baseadas no usuário (testadas e aprovadas) durante o processo de design. Para a SIGCHI 2 (2005), maior e mais importante associação internacional de profissionais ligados à área de interação entre usuários e computadores, pode-se destacar o design de interação como um campo essencial para todas as disciplinas, 2 (Special Interest Group on Computer Human Interaction. Em português: Grupo de Interesse Especial na Interação Humano - Computador.)

23 27 campos e abordagens que se preocupam em pesquisar e projetar sistemas computacionais. O conceito interdisciplinar mais conhecido, a Interação Homem- Computador ou IHC, é essencial para a compreensão deste campo do design. A SIGCHI (2005), trata o conceito IHC como o design, a avaliação e a implementação de sistemas computacionais interativos para uso humano e com o estudo de fenômenos importantes que os rodeiam. Segundo Saffer (2004), o design de interação se preocupa com o comportamento dos mecanismos de uso e como eles funcionam. Assim, o designer não deve esquecer que seu objetivo é facilitar a interação entre os humanos e os mecanismos, criando conexões entre eles. O Design de Interação é uma arte de facilitar e construir interações entre humanos e artefatos digitais, sendo que a comunicação pode ser tanto um a um ou um a muitos. Para Saffer (2004), os artefatos criados por designers de interação podem ser digitais ou analógicos, físicos ou abstratos ou alguma combinação disso. Para Preece, Rogers, Sharp (2002) o sucesso do design de interação se dá pela importância de compreender como os usuários agem e reagem a determinadas situações, e como se comunicam, aumentando a preocupação de projetar diferentes tipos de mídias interativas de maneira eficaz e prazerosa, aos diferentes tipos de usuários. A figura 01 mostra a seqüência de informações relacionadas ao cotidiano dos usuários e a forma que o sistema através do design de interação interpreta esses dados para oferecer seus serviços. Figura 01 - Ciclo de atividades exercidas pelos usuários. Fonte: USABILIDADE

24 28 Segundo Pinheiro (2008), o design de interação se aplica na adequação de um sistema às necessidades do usuário final, de maneira que este possa realizar tarefas com o menor esforço físico ou cognitivo possível. Para Pinheiro (2008, p.938): A eficiência passa a ser medida não só pela capacidade e velocidade de processamento da máquina, mas pela facilidade de uso dos sistemas pelo homem. Assim pode-se dizer que os designers se ocupam de projetar as interfaces que permitem a interação dos sujeitos com as máquinas e sistemas. Preece, Rogers, Sharp, (2002, p. 81) mostram que os consultores de websites, empresas e indústrias de computação móvel classificam o design de interação com um fator essencial para a produção de recursos on-line de sucesso. Para que isso aconteça, é preciso fundamentar-se em quatro atividades básicas que são: 1. Identificar necessidade e estabelecer requisitos; 2. Desenvolver projetos alternativos que preencham esses requisitos; 3. Construir versões interativas dos projetos, de maneira que possam ser comunicados e analisados; 4. Avaliar o que está sendo construído durante o processo. Weiss (2008, p.43) aponta as funções do designer de interação durante a construção de projetos digitais: O designer de interação (ou equipe de projeto) se esforça para criar experiências ao usuário que melhorem a maneira como estes se comunicam e interagem. Para fazer isso, o designer de interação olha para os visitantes do site potencial, avalia o projeto completamente, e se esforça para entender os usuários (suas habilidades, necessidades, desejos, frustrações), incluindo a forma como eles interagem uns com os outros, com a tecnologia, e com a informação. Por design de interação, Preece, Rogers, Sharp, (2002, p. 36) colocam que o campo trata do design de produtos interativos que fornecem suporte as atividades cotidianas das pessoas, seja no lar ou no trabalho. Aplicada a definição na produção de sistemas de digitais, isso significa desenvolver ações e experiências que melhorem e estendam a maneira como as pessoas trabalham, comunicam-se e interagem com a ferramenta.

25 29 Na atualidade, o design de interação utilizado nos sistemas on-line é muito explorado pela área de negócios devido à assídua busca das grandes empresas por novidades tecnológicas que atraiam seus usuários internos. Preece, Rogers, Sharp, (2002) reforçam esse conceito, mencionando que os departamentos estratégicos das grandes corporações estão percebendo como a marca, o número de acessos, o índice de retorno do usuário e a sua satisfação são afetados pela usabilidade de um website aberto ou fechado bem projetado. Para os autores, há poucos anos, quando uma empresa desejava desenvolver uma interface para um serviço interativo, procurava por designers de interface. Agora que os recursos interativos diversificaram-se bastante, junto com a percepção de que é importante contar com uma interface correta, um número considerável de profissionais começou a se destacar. Preece, Rogers, Sharp (2002. p.92) classificam os profissionais da seguinte forma: Designers de interação (profissionais envolvidos no design de todos os aspectos interativos de um produto, não somente no design gráfico de uma interface); Engenheiros de usabilidade (profissionais que avaliam os web sites utilizando métodos e princípios de usabilidade); Designers de interfaces (profissionais que desenvolvem e criam design visual de web; Arquitetos da informação (profissionais que têm idéias de como projetar e estruturar produtos interativos, especialmente); Designers de novas experiências (profissionais que realizam todas as tarefas supracitadas, mas que também podem realizar estudos de campo a fim de fomentar o design de produtos). Recentemente, os profissionais do design têm se interessado em como projetar produtos interativos que provoquem tipos específicos de respostas emocionais aos usuários, motivando-os através dos mecanismos digitais a aprender, a jogar e a ser criativos e sociáveis. Pinheiro (2008, p.939) reforça esse conceito quando menciona: No design de interação interessa não apenas a interface gráfica, mas o relacionamento do homem com o objeto, assim como a

26 30 interação entre os indivíduos potencializada pelos produtos criados, levando em conta o entorno, a situação de uso. Para Preece, Rogers, Sharp (2002) a amplitude da interação de um website é determinada pela quantidade de atributos do ambiente on-line que possam ser manipulados pelos usuários, e pela quantidade de combinações existentes em cada atributo oferecido por esse sistema. Sendo assim, para que uma ferramenta obtenha sucesso dentro do ambiente digital, deve disponibilizar ao seu público uma grande amplitude e segurança de informações, além de conforto na usabilidade dos serviços on-line oferecidos. Isso se refere à quantidade de modificações interativas que o sistema proporciona às pessoas. Quanto maior o número de parâmetros que podem ser alterados, maiores serão as amplitudes de interatividade do sistema. Verifica-se, desse modo, e por meio dos posicionamentos teóricos apresentados sobre a hipermídia, design de hipermídia e de interação, que os projetos digitais, neste caso as intranets, assunto que será apresentado no capítulo seguinte, necessitam preocupar-se em entender o comportamento dos usuários durante sua construção. Dessa forma, podem desenvolver e oferecer mecanismos tecnológicos dinâmicos e interativos que se adaptem às necessidades de seu público-alvo, permitindo o máximo de interferência no processo de execução do sistema.

27 31 O SISTEMA DE INTRANET

28 Sobre o sistema de intranet Boghi & Shitsuka (2005) declaram que uma intranet é uma rede restrita de computadores que segue os mesmos padrões de comunicação e dados da Internet. Uma intranet é uma rede utilizada no ambiente interno das empresas com transmissão de dados e comunicação dentro dos padrões da World Wide Web (www), o que possibilita oferecer uma comunicação em rede dentro das corporações, onde dados são transmitidos entre os diversos setores e distintos usuários. Sousa (2002) reforça esse conceito, concebendo uma intranet como uma web interna de uma instituição, ou seja, uma rede privada. Trata-se de uma rede que conecta um grupo de usuários de um mesmo local. A figura 02 ilustra um sistema de intranet: Figura 02 - Intranet com conexão à Internet Fonte: Cyclades Corporation Guia Internet de Conectividade: Editora Cyclades Brasil, p.21 O Brien (2003, p.g-14) caracteriza a intranet como: Uma rede de tipo Internet dentro de uma organização. (...) Software de navegação na Web que fornece acesso fácil aos sites internos estabelecidos por unidades de negócios, equipes de indivíduos e outros recursos e aplicações na rede.

29 33 Na visão de O Brien (2003), muitas empresas possuem intranets sofisticadas e amplas que oferecem uma relação detalhada de dados, ferramentas de colaboração e personalização para os usuários. Para O Brien (2003, p.172) as empresas acreditam que investir na intranet é tão fundamental quanto dar um telefone a seus funcionários. Laudon & Laudon (2001) entendem que a intranet assume papéis importantes e de destaque no que se refere à eficiência empresarial, simplificando e integrando os processos empresariais que atravessam mais de uma área funcional, já que todas as atividades podem ser administradas eletronicamente. Como resultado, aumentam a eficiência organizacional. De acordo com Sousa (2002), as intranets oferecem ferramentas, técnicas e soluções voltadas para o suporte do trabalho colaborativo de grupos de pessoas, dentro do ambiente de negócios das empresas, onde todo fluxo de trabalho pode ser feito eletronicamente. O Brien (2003, p.173) define que uma intranet estabelece meios de comunicação entre os usuários e a empresa: Intranets podem melhorar significativamente as comunicações e a colaboração dentro de uma empresa. (...) Por exemplo, você pode utilizar seu navegador de intranet em seu computador ou estação de trabalho para enviar e receber correio eletrônico ( ), mensagem de voz, e páginas de informações para comunicar-se com outros dentro de sua organização. Dias (2003) classifica a intranet como um sistema capaz de reunir, em uma página web personalizada, informações e ferramentas de produtividade relevantes aos usuários de uma instituição, integrando ainda ferramentas dinâmicas. A intranet pode ser considerada como um portal corporativo no mundo institucional, que deve ter como propósito a exposição e o fornecimento de informações específicas de negócio, ajudando as pessoas a encontrarem as informações de que precisam, aumentando o índice de conforto, satisfação e desempenho na interação destas com o sistema. Na visão de Dias (2003, p.12), o portal corporativo de uma instituição deve possuir como propósito:

30 34 (...) gerenciar as informações necessárias aos negócios de uma instituição, seja ele um portal de apoio à decisão ou de processamento cooperativo. Segundo O Brien (2003), a intranet fornece uma síntese de capacidades de computação e comunicação que adicionam valores, diminuem o tempo e, principalmente, reduzem custos de cada parte do ciclo empresarial. As empresas poupam dinheiro cada vez que os usuários utilizam a intranet para se comunicar, ao invés de recorrerem ao sistema de suporte telefônico da companhia, papéis ou viagens, por exemplo. Conforme Sousa (2002, p.455): O objetivo básico de uma intranet é reduzir custos, economizar tempo e dar maior produtividade ao fluxo de trabalho, permitindo uma melhor tomada de decisões e melhor habilidade nas respostas aos clientes. Para Laudon, & Laudon (2006, p.20), os sistemas de intranet substituem, progressivamente, os procedimentos manuais em ações automatizadas de trabalho, reduzindo os custos de operações, ao organizar melhor o fluxo de trabalho e os conteúdos corporativos em ambientes digitais, além de dispensar as rotinas manuais e de papel envolvidas na execução de projetos. O melhor gerenciamento do fluxo de trabalho permitiu que muitas empresas reduzissem uma parcela significativa de seus custos. Na visão de Sousa (2002), a intranet automatiza os processos entre departamentos de uma empresa, ocasionando uma grande economia de papel e tempo, o que faz o retorno do investimento de uma intranet ser muito rápido. Uma economia que pode ser obtida é a implantação de formulários eletrônicos, nos quais os papéis preenchidos e enviados manualmente passam a ser preenchidos e encaminhados por meio de sistemas específicos de software instalados na rede utilizada pelos usuários. Sousa (2002, p.453) afirma: As intranets eliminam burocracia e agilizam processos. (...) O retorno do investimento em uma intranet é rápido, em economia de tempo, diminuição do papel desnecessário, acesso mais rápido e amigável das informações da empresa e

31 35 na redução, praticamente a zero, dos erros ocorridos no fluxo de documentos. Segundo Sousa (2002, p.455), um dos objetivos na implantação de uma intranet dentro de uma empresa é criar uma fonte única de informação baseada em plataforma digital, reduzindo custos nos processos de comunicação. Muitas empresas obtiveram economias de dezenas de milhões de dólares anuais com a implementação de intranets, pela substituição de papéis, impressão gráfica e do transporte de documentos e manuais por meios eletrônicos da intranet. O Brien (2003) menciona que a intranet de uma empresa também pode ser acessada por intranets de clientes, fornecedores e outros parceiros de negócios por meio de conexões extranet. As extranets são conexões de rede que utilizam as tecnologias da Internet para interconectar a intranet de uma empresa, como as intranets de seus clientes, fornecedores, ou outros parceiros de negócios. As companhias podem estabelecer conexões diretas entre suas próprias redes privadas ou criar conexões seguras de Internet para transferência de informações entre distintos locais. Assim, as extranets possibilitam aos usuários de companhias parceiras terem acesso a websites selecionados de intranet e a outros bancos de dados de empresas. Tipton, & Krause (2006, p. 2111) reforçam esse conceito afirmando: Extranet permite um fluxo seletivo de informações entre os parceiros comerciais e clientes, com ênfase no controle de acesso granular e autenticação forte. Para O Brien (2003), o sistema de extranet permite aos parceiros de uma empresa a entrada remota a aplicativos de seus sistema de intranet, utilizando navegadores de rede interligados a qualquer computador, independente do local de acesso. Sousa (2002, p.12) classifica a extranet da seguinte forma: (...) podem ser definidos como aplicativos que possibilitam as companhias fornecerem acesso às informações armazenadas interna e externamente, e ainda oferecem, aos usuários internos e externos, uma única janela para as informações

32 36 A figura 03 ilustra o sistema de extranet: personalizadas necessárias para a tomada de decisões de negócios. Figura 03 - Modelo de uma conexão Extranet Fonte: Para O Brien (2003), a tecnologia das extranets torna o acesso aos recursos da intranet mais fácil e mais rápido para parceiros externos, permitindo que uma companhia ofereça para seus parceiros de negócios novos tipos de serviços interativos que operam em rede. As extranets tornam-se uma forma alternativa para as empresas poderem construir e fortalecer relações estratégicas com outras instituições. O Brien (2003, p.175) afirma: Ao usar continuamente tecnologias da Internet, as extranets melhoram a comunicação com os clientes e parceiros. As empresas podem obter muitas vantagens competitivas ao longo do caminho, no desenvolvimento do produto, economia de custo, marketing, distribuição e expansão de suas parcerias. Entende-se, com as informações apresentadas sobre o sistema de intranet e seus recursos de navegação fora do ambiente corporativo denominados extranets,

33 37 que esses mecanismos digitais facilitam os processos de comunicação e execução de tarefas entre os colaboradores de uma instituição e suas filiais, assim como empresas parceiras de negócios. Por esse motivo, torna-se uma ferramenta cada vez mais procurada pelas instituições, pois garante de forma efetiva o envolvimento dos usuários com as relações estratégicas das corporações, promovendo uma grande economia de custos nos processos de troca de informações departamentais e programas de gestão de conhecimento Intranet, relação com os meios hipermidiáticos e interativos Segundo Campestrini (2006), os recursos hipermídiaticos possibilitaram o desenvolvimento de aplicativos on-line, melhorando e sofisticando as interfaces de sistemas web, neste caso as intranets. Campestrini (2006, p.3) aponta os recursos oferecidos pela hipermídia no processo de construção de um sistema on-line: A Hipermídia já existia antes mesmo das aplicações da Web, mas, nas últimas décadas, o avanço tecnológico disseminou novas linguagens comunicacionais que, por sua vez, geraram novas funcionalidades de sistemas, que integram recursos provenientes de variadas mídias, como imagens, sons, animações, gráficos, links e hipertextos oferecendo um novo perfil de informações aos usuários. No ponto de vista de Campestrini (2006), os meios hipermidiáticos, através de seus recursos, organizam o acesso não-linear feito pelos usuários às informações, criando sistemas direcionados para a divulgação de dados, a fim de tornar a experiência do usuário mais atrativa. Almeida e Rosa (2000) colocam que a estrutura de navegabilidade de uma intranet se estabelece pelos meios hipermidiáticos abarcados por um sistema web, que é um conjunto de canais de navegação interligados, por onde os usuários navegam na busca e obtenção de informações. Almeida e Rosa (2000) complementam, ao avaliar que o sistema web estabelecido pelos meios hipermidiáticos cria uma estrutura digital que conecta documentos e páginas de acesso do usuário ao sistema.

34 38 A figura 04 ilustra a estrutura de navegação de um sistema de intranet, que, por meio de links, conecta uma página inicial a subpáginas relacionadas entre si. Links, conectividade entre as páginas. Tela inicial Tela secundária 1 Tela secundária 3 Tela secundária 5 Tela secundária 7 Tela secundária 2 Tela secundária 4 Tela secundária 6 Tela secundária 8 Figura 04 - Mapa de navegação de um sistema de intranet Fonte: O poder da Tecnologia Internet na sua Empresa, infnet, CD-ROM França (2006) coloca que além da organização e navegabilidade nos sistemas on-line, os meios hipermidiáticos são responsáveis pela produção de recursos digitais para condução de informações que serão acessadas pelos usuários, favorecendo políticas de aprendizagem. França (2006, p.40) trata os meios hipermidiáticos da seguinte forma: Conjunto de ferramentas tecnológicas que proporcionam a possibilidade de distribuição de conteúdo, gerenciamento da informação e outros fatores relacionados às interações gerais para a produção de conhecimento. Para Preece, Rogers, Sharp (2002) todo conteúdo informativo disponibilizado em um sistema on-line, deve ser transmitido de forma interativa, organizada e dinâmica. Para isso, é preciso que o profissional designer durante a construção de um sistema digital utilize parâmetros de conhecimento oriundos do design de interação. Preece, Rogers, Sharp (2002, p.149) tratam o design de interação neste caso, como um projeto de espaços para comunicação e interação humana, o que remete ao sentido de encontrar formas de fornecer suporte ao público e criar projetos interativos on-line. Para que isso seja feito, é preciso apurar um levantamento do perfil dos públicos que irão utilizá-los e onde serão aplicados, além de se compreender o tipo de atividades que as pessoas realizam. Com base nestas

35 39 informações o design de interação auxilia no planejamento e customização das interfaces da intranet, conciliadas com seus dispositivos de entrada e saída de informação que vão oferecer uma gama de suportes distintos à necessidade específica de cada usuário. Lins (2009) coloca que a intranet deve ser um projeto atraente, que desperte aceitação do público interno. Necessita envolver o maior número de pessoas em sua construção, atualização e manutenção, determinando como primeiro passo para a elaboração do projeto o levantamento do perfil do usuário que irá utilizar a ferramenta. Consultores do Instituto de Formação em Internet INFNET 3 desde 1998 destacam que para o adequado desempenho de um projeto digital é preciso, desde o início de seu desenvolvimento, aproveitar as sugestões e as críticas dos públicos formadores de opinião, valorizando as considerações feitas por todas as pessoas participantes. Evans (1996), já abordava nesta época que antes da elaboração de um sistema de intranet é preciso realizar um levantamento minucioso de informações institucionais, departamentais e funcionais de uma empresa. Com base nessas informações, é possível definir e indicar quais serão os objetivos estratégicos para o desenvolvimento desta tecnologia. Evans (1996) acredita que a elaboração de uma lista com base nessas informações é uma ação que facilita e oferece maior orientação sobre o sistema que será apresentado aos usuários, pois a equipe que o desenvolverá poderá consultar esta lista à medida que avança com o andamento do projeto. Evans (1996, p.15) afirma que devem ser listados quais os objetivos do projeto: Identificar os clientes de sua empresa para os quais a intranet é projetada; Determinar o tipo de informação que ficará disponível na intranet; Decidir quem em sua empresa ou organização (ou qual componente organizacional) é o melhor guardião de sua intranet; Identificar e orientar os clientes de sua Intranet e vender a eles a idéia de uma intranet. 3 Instituto de Formação na Internet;

36 40 Para Evans (1996), os tópicos listados estão inter-relacionados, e, portanto, a leitura e a execução de cada uma dessas tarefas, inevitavelmente, afetarão as demais. Dessa maneira, a construção de um sistema de intranet não é um processo simples, e, para que seja sucesso, depende de um considerável conteúdo de informações, além do grande envolvimento do público interno que utilizará a ferramenta. De forma similar, consultores da INFNET recomendam para o desenvolvimento de intranet, a parceria do profissional designer com grupos de pessoas que administrem os serviços base da empresa, mantendo um relacionamento ativo mesmo depois de o sistema estar pronto e funcional. Para os consultores do INFNET, a empresa ou instituição poderá receber um retorno ainda mais valioso de seus usuários se a equipe que cuida do sistema sempre se atualizar com as sugestões vindas do público. Após a familiarização dos usuários com a tecnologia, e em seu uso no trabalho diário, é provável que muitos deles comecem a emitir uma série de sugestões de mudanças e pedidos de novas informações. Evans (1996, p.83) traz a importância dos funcionários para o desenvolvimento e atualizações no sistema de uma intranet, pois geralmente possuem boas idéias sobre como executar suas tarefas, já que são eles os mais familiarizados com as atividades. Para elucidar a importância dos funcionários de uma empresa na produção de um sistema de intranet, o autor simula uma situação: Se você já projetou um aplicativo de banco de dados, então conhece este processo. Mesmo tendo atravessado um processo formal de solicitação de dados do usuário em seu aplicativo antes de ter iniciado seu projeto, minutos depois de sentar um usuário diante de seu protótipo ele estará fazendo perguntas como: Se posso fazer uma consulta desta maneira, não posso fazer uma consulta de outra também? Na tela de inclusão de dados não seria melhor se a posição desta ou daquela caixa fosse invertida? Este é um relatório bom, mas não pode ser colocado em uma só página? E já que estamos com a mão na massa, que tal incluir dados trimestrais também? Em outras palavras, usuários reais trabalhando com seu aplicativo, seja ele um banco de dados ou uma intranet, rapidamente terão idéias de como melhorá-los. A maioria delas são boas.

37 41 Rodrigues (2000) sugere que os departamentos responsáveis pela implantação do sistema de intranet compartilhem com seus colegas de trabalho desenhos e plantas, arquivos de dados de aplicativos e relatórios técnicos, incluindo a opinião dos interessados no projeto. Para Rodrigues (2000), independentemente do modelo administrativo escolhido para a gestão do projeto, é importante facilitar a contribuição dos usuários, e mantê-los envolvidos após a implantação da ferramenta. Em suma, os pesquisadores Ulbricht (2006) e Preece, Rogers, Sharp (2002) apontam que a criação de um bom projeto digital, neste caso a intranet, depende do desenvolvimento de mecanismos hipermidiáticos alinhados com o levantamento de informações feitas pelo profissional designer sobre as necessidades dos usuários, na questão de se estabelecer a prática e ações de um projeto. Isso é feito a partir da pesquisa de elementos e dados relacionados ao público que irá utilizar a ferramenta considerando fatores culturais, formais, funcionais, metodológicos e simbólicos associados aos princípios e características da hipermídia, fornecendo através deste relacionamento suportes interativos a múltiplos indivíduos que estejam utilizando juntos sistemas computacionais. Neste sentido, é válido considerar a utilização dos campos da hipermídia e interatividade para o melhor desempenho de usabilidade entre os usuários de uma instituição e a intranet. 2.3 Aplicação do sistema de intranet nas empresas Para Terra e Gordon (2002), os sistemas de intranet estão com uma agilidade gigantesca, tornando-se um mecanismo essencial de vantagem competitiva entre as empresas. Terra e Gordon (2002, p.25) apontam a importância dos sistemas de intranet para as empresas nos dias atuais: Num passado não muito distante a competitividade de uma empresa era menos dependente do recurso conhecimento. Sua localização física e acesso à mão-de-obra barata, recursos naturais e capital financeiro eram uma preocupação relativamente bem maior (em termos de vantagem competitiva) do que a gestão explícita de ativos intangíveis ou do conhecimento. Agora, no entanto, há poucas dúvidas de que

38 42 para apoiar e manter o crescimento, a alta administração deve desempenhar um visível papel de liderança na gestão dos ativos intelectuais. Portais de Conhecimento (intranets), realmente dependem de forte apoio da alta administração. Terra e Gordon (2002), assim como Dias (2003), classificam a intranet como um portal corporativo, e quando aplicada com um foco em gestão de conhecimento na empresa, pode causar uma mudança positiva no comportamento dos colaboradores, além de melhorar o desempenho organizacional e funcional de uma instituição. Terra e Gordon (2002, p.12) afirmam: Acima de tudo, é importante ressaltar que, diferentemente de muitos outros investimentos em tecnologia da informação, a implementação dos portais corporativos está sendo executada basicamente para atender às necessidades dos funcionários, das comunidades, e até mesmo da extensa rede que vai além das paredes das organizações. Para O Brien (2003) as tecnologias da intranet possibilitam que os departamentos forneçam serviços em tempo integral para os seus colaboradores, disseminando informações úteis com mais rapidez do que por meio de canais já existentes nas empresas. Segundo Sousa (2002) as intranets oferecem recursos on-line para os funcionários, permitindo que executem suas tarefas com mais rapidez. Sousa (2002, p.453) afirma: A intranet deve ser uma tecnologia que ajude o funcionário a trabalhar melhor e voltada para alcançar os negócios da empresa. Assim, dentro de uma empresa, seus funcionários poderão: Compartilhar e criar arquivos de uso diário. Ter acesso a informações e políticas da empresa. Efetuar comunicações e treinamentos via Intranet. Eliminar papéis que passam a circular eletronicamente pela rede. Compartilhar documentos e informações para a tomada de decisões. Ter uma interface única para acesso às aplicações da empresa.

39 43 O Brien (2003) reforça que a utilização de um sistema de intranet torna-se vantajosa para empresa, porque acelera o processo de trabalho dos departamentos, disponibiliza informações mais seletivas e evita a navegação excessiva de seus usuários pelos websites da Internet e da empresa. Isso faz com que eles recebam e encontrem informações e serviços que necessitam, melhorando, assim, a produtividade da mão-de-obra. Segundo O Brien (2003), outro benefício da implantação da intranet nas empresas é que o sistema pode funcionar como uma ferramenta superior de treinamento. O Brien (2003, p.229) afirma: Os funcionários podem facilmente descarregar para seus micros instruções e processos para obterem as informações ou a formação de que necessitam. Além disso, os funcionários que utilizam a nova tecnologia podem assistir a vídeos de treinamento mediante solicitação à intranet. Dessa forma, a intranet elimina a necessidade de emprestar e localizar vídeos de treinamento. Na visão de Lins (2009), a intranet é uma realidade presente na gestão de negócios de muitas corporações e, por se tratar de investimento tecnológico, exige análise da relação "custo versus benefício" na tomada de uma decisão para sua implantação. Mas o planejamento de uma intranet não é uma tarefa simples, tornando-se algumas vezes um projeto mais árduo do que a construção de um portal para o público externo. Para Sousa (2000), durante a elaboração de um sistema de intranet é importante criar um projeto com cronograma, alocação de tarefas e orçamentos, elaborar uma documentação de todos os processos a serem colocados na intranet, dar treinamento aos usuários, montar uma equipe de suporte e efetuar uma divulgação massiva na empresa, tendo, obrigatoriamente, o comprometimento e a ajuda da direção da empresa. Para os consultores da INFNET (1998), uma ótima iniciativa para o desenvolvimento seguro de uma intranet é planejar a sua implantação em etapas, de forma minuciosa e contínua. Recomenda-se iniciar o desenvolvimento de uma intranet apenas como um protótipo, com poucos serviços, os que realmente são importantes para a instituição. Estes serviços devem ser utilizados por um grande número de colaboradores. Com este procedimento, é possível despertar o interesse

40 44 de uso e participação de todos os usuários da empresa e avaliar melhor os custos utilizados para a contratação de profissionais e software para a produção da intranet. Sousa (2002, p.77) reforça o conceito sobre importância de se construir plataformas piloto antes da produção de uma versão final: Os testes, numa plataforma piloto, simulando a situação real, mostram os problemas que poderão ocorrer na implantação, evitando surpresas desagradáveis posteriormente. Normalmente, em um piloto de projeto podemos constatar: Se todos os itens previstos foram atendidos; Problemas de erros de programação no software; Problemas de defeitos em hardware; Adequação da plataforma ao ambiente do usuário; Se os procedimentos operacionais atendem à empresa; Treinamento prévio que podem ser feitos junto aos operadores e usuários. Para Sousa (2002), todas essas avaliações são feitas a partir da primeira experiência do usuário com o protótipo, que costuma ser muito informativa e enriquecedora. Lins (2009), acredita que as iniciativas para manter o sistema de intranet ativo na empresa fracassam, em alguns casos, por falta de acesso, abandono e desinteresse dos usuários. Isso se deve pela falta de atualização de informações, além da carência de um conteúdo confiável e atrativo, abastecido por fontes departamentais. Miano (2009) acredita que os problemas de uma intranet não estão relacionados à falta de capacidade da tecnologia, mas sim da falta de planejamento e de valorização da ferramenta por parte dos departamentos. A intranet precisa, assim como um website para o público externo, de planejamento constante, feito por uma equipe concentrada em manter a plataforma atrativa, medindo seus resultados e direcionando seu futuro. Segundo Lins (2009), existem funcionalidades e conceitos que podem ser interessantes para o processo de criação de uma intranet. Essas informações estão relacionadas à criação de medidas tecnológicas para um processo permanente de motivação das pessoas ao uso do sistema, gerando uma reflexão sob visão dos usuários e não necessariamente da estrutura organizacional da empresa.

41 45 Miano (2009) conclui que a intranet precisa oferecer serviços necessários para o dia-a-dia do usuário, despertando nas pessoas a necessidade de uso frequente do sistema para a conclusão de suas atividades. Evans (1996) acredita que as empresas almejam a implantação do sistema de intranet como uma solução tecnológica para viabilizar a migração de um modelo de produção manual para um ambiente de trabalho virtual on-line, onde a rede é o próprio ambiente de trabalho, gerando assim um excelente mecanismo para a redução de tempo e interação entre os usuários e as corporações, consequentemente, aumentando a produtividade dos colaboradores. Segundo Mendes (2006), as empresas buscam no sistema de intranet a visão global de um sistema que serve de fonte de informação para toda a instituição, pois a intranet facilita a conexão das pessoas em uma única rede, servindo de base para automação de processos e divulgação de informações que podem agregar valor. Para Mendes (2006), a tecnologia da intranet é comprovadamente eficiente tanto como meio de reunir informações dos usuários, como de transmitir informações a esses mesmo usuários. Na visão de O Brien (2003), em muitas organizações a intranet torna-se a base de conhecimento, armazenamento e disseminação de informações corporativas. A intranet assume a forma de melhores práticas, políticas e soluções de projetos, equipe, unidade de negócios e níveis do empreendimento da empresa. Para O Brien (2003), a intranet detém um importante papel na corporação podendo ser considerada como um sistema para disseminar o conhecimento em apoio ao processo de tomada de decisão na empresa O Brien (2003, p.295). Na visão de Mendes (2006), o sistema de intranet nada mais é do que uma evolução que faz com que empresas caminhem para novas metodologias de trabalho, gerando assim a organização de estruturas de serviços que são incorporados no ambiente digital de comunicação interna. Brum (2003) reforça que nos dias atuais as empresas buscam melhorias em seu ambiente organizacional e que a relação no ambiente de trabalho não pode ser encarada pelas pessoas como uma tortura. Assim, a intranet surge como uma excelente ferramenta para viabilizar as medidas de melhorias adotadas pelas corporações na questão de comunicação interna, ou no oferecimento de recursos e serviços on-line ou em plataformas de treinamento para os usuários.

42 46 Desde a década passada, Eltz (1994) já preconizava que a organização tem por obrigação estratégica tratar seus funcionários como cliente interno. Só assim conseguirá valorizar os seus clientes externos, ratificando a necessidade das empresas de estimular seus colaboradores ao conhecimento das políticas internas de gestão. Mendes (2006) menciona que o sistema de intranet pode ser considerado um excelente recurso de oferecimento de serviços para os clientes internos, ou seja, usuários de uma empresa ou instituição. Mendes (2006) conclui que as empresas têm cada vez mais a necessidade de desenvolver estratégias organizacionais e de comunicação. Esses elementos estratégicos possuem seus processos revolucionados pela intranet, pelo fato de ultrapassar-se o conceito de "fronteiras territoriais" e criar-se novas formas de relacionamento entre as organizações e seus empregados, tornando-se uma ferramenta poderosa com a capacidade de transformar a cultura da organização. Pode-se prever que os estudos, discussões e exemplos dos autores supracitados sobre os temas relacionados à intranet, abarcando o seu envolvimento com os meios hipermidiáticos e interativos, assim como critérios para a sua correta aplicação nas empresas, são assuntos de extrema importância para a construção desses ambientes digitais. Ao mesmo tempo, estimulam o surgimento de ações voltadas a iniciativas de inovações tecnológicas, reestruturações e melhorias em intranets obsoletas e com problemas em seus mecanismos de interação com o usuário, conforme será demonstrado no próximo capítulo.

43 47 ESTUDO DE CASO: SISTEMA DE INTRANET DE UMA UNIVERSIDADE

44 Sistema de Intranet Global Career Center O estudo de caso apresentado neste trabalho, é parte de uma série de serviços restritos oferecidos pela intranet de uma Instituição Particular de Ensino Superior brasileira (IPES), que pertence a um grupo internacional de IPES. Dessa forma, é considerado pela instituição como um sistema de intranet. O grupo não permitiu a sua identificação e exibição do logotipo, restringindo apenas a apresentação do serviço oferecido pela intranet, assim como nome do mecanismo, logotipo, imagem das telas e a identificação das empresas usuárias da ferramenta. A permissão 4 para o estudo de parte do sistema de intranet foi feita pela sede do grupo no Brasil. O estudo consiste em acompanhar a trajetória da construção do sistema de intranet, assim como a sua implantação no ambiente digital de uma IPES. Além disso, tem como objetivo relatar os principais problemas, que o sistema apresentava no início do seu processo de uso, e as melhorias e ajustes feitos no decorrer de sua existência, relacionados às informações com fundamentações e estudos de autores da área do design de hipermídia e de interação. Apontando a extrema necessidade de estudos relacionados a estes campos do conhecimento que atuam de forma indispensável para a composição de qualquer tipo de mecanismo digital interativo. O sistema de intranet nomeado de Global Career Center, que significa em português Centro Global de Carreiras, foi desenvolvido exclusivamente para estudantes integrantes da rede de IPES pertencentes ao grupo americano e empresas parceiras dessas instituições. A ferramenta oferece subsídios para os alunos cadastrarem seus currículos, buscarem por vagas de trabalho e acessarem conteúdos de aprimoramento profissional. Para as empresas dispõe de uma extranet que é utilizada para a publicação de vagas de trabalho e busca de currículos dos estudantes. Esse sistema de intranet que recebeu de seus proprietários a abreviação (GCC), foi projetado no ano de 2003 na Cidade do México, por uma IPES integrante do grupo. O intuito inicial da IPES mexicana era de atender apenas estudantes de seu país. Contudo, devido o grande número de aquisições internacionais de outras 4 (Cópia anexada na página 100 desta deste trabalho).

45 49 IPES feitas pelo grupo, foi instaurada uma política de disseminação, e customização do sistema para todas as instituições adquiridas. Versões do sistema GCC, foram implantadas em 45 instituições de ensino, presentes na América do Norte, América Central, América do Sul, Ásia, Europa e Oceania. No Brasil, o GCC foi implantado no ano de 2005, período em que houve a aquisição de uma IPES localizada na cidade de São Paulo. Segundo a sede do grupo no Brasil, as diretorias de tecnologia das IPES integrantes da rede não possuíam uma política de compartilhamento de informações ou históricos de projetos digitais, sendo assim a metodologia para implantação do sistema na IPES não foi a mesma utilizada em outros países. A figura 05 apresenta a tela inicial do sistema de intranet GCC utilizada pela IPES brasileira durante os anos de 2005 a 2007: Figura 05- Tela inicial do sistema GCC. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center De modo geral, o GCC possui dois canais de interação com os usuários. O primeiro canal é fechado e exclusivo para estudantes que acessam e utilizam os recursos do GCC na rede interna da universidade.

46 50 O segundo canal é um acesso aberto que através de uma extranet permite as empresas parceiras publicarem oportunidades de trabalho e buscarem currículos de alunos. O acesso do estudante ao sistema é feito através da emissão do número da matricula escolar e senha disponibilizada pela IPES através da tela inicial da ferramenta. O sistema de intranet pode ser acessado através dos computadores localizados em laboratórios ou conexão sem fio oferecida na universidade. O usuário durante o seu primeiro acesso ao sistema deve preencher um pré-cadastro que futuramente irá compor a lista de informações de seu currículo on-line. A seguir, a relação das informações que são preenchidas pelos usuários durante o primeiro acesso: Pretensão salarial; Nome completo; Número do usuário (matricula do aluno na universidade); Estado Civil; Sexo; Idade; Nacionalidade Endereço (número da rua, bairro, cidade, estado, CEP, país); Telefone para contato; ; Nível de experiência profissional; Permissão para que as informações fiquem disponíveis para a empresa. Na seqüência, a figura 06 mostra a tela inicial que os usuários visualizam para realizar o cadastramento de suas informações pessoais. É necessário preencher todos os campos da tela.

47 51 Figura 06- Sistema Global Career Center Tela de cadastro do usuário. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Após o preenchimento do cadastro inicial, os usuários podem usufruir dos seguintes recursos do sistema de intranet: Área para a elaboração de um currículo digital que fica disponível para as empresas que utilizam a extranet do Global Career Center na busca de candidatos; Busca de vagas de trabalho ou estágio através de filtros de pesquisa como: o Área de interesse. Busca de áreas do mercado de trabalho em que deseja trabalhar; o Pesquisa dos nomes dos cursos para os quais as empresas desejam divulgar vagas de trabalho; o Nível hierárquico do cargo que o usuário deseja atuar; o Nível de formação técnica ou superior que as empresas buscam;

48 52 o Estados no Brasil onde as empresas estão localizadas; o Busca por palavras chave; Relatório das atividades exercidas no trabalho; Acesso à relação de empresas interessadas no currículo cadastrado; Painel de discussão sobre o mercado de trabalho; Consultoria de carreiras on-line para perguntas e dúvidas; Eventos e novidades sobre o mercado; Artigos relacionados à empregabilidade global; Acesso a sites de busca de emprego no exterior. Tela inicial do principal serviço utilizado pelos usuários (figura 07) trata-se da área para pesquisa de vagas de trabalho: Figura 07-Tela Pesquisa Avançada por Oportunidades de Trabalho. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center O acesso das empresas ao sistema GCC, é feito através de um endereço eletrônico disponibilizado pela universidade. Este link direciona as corporações a uma extranet, e o uso dos seus respectivos serviços são gratuitos e exclusivos para as empresas que firmaram contratos com a IPES para utilização do sistema. Assim como os estudantes, os representantes das empresas necessitam preencher informações cadastrais para o uso da ferramenta. Antes da realização do

49 53 cadastro, as corporações são obrigadas a ler e aceitar as condições estipuladas por um termo de privacidade de informações do GCC. Este termo aborda questões relacionadas a leis trabalhistas e confidencialidade de informações dos usuários como endereços residenciais, telefones e endereços de correios eletrônicos. Na seqüência, as informações cadastrais que devem ser preenchidas pelas empresas para ingressarem ao sistema do GCC: Nome da Empresa; Razão Social; Identificação sugerida pela empresa; Descrição da empresa: o Trata-se de uma matriz ou subsidiária? o Nacional: Quando o capital, estrutura e atividades da empresa estão no país; o Internacional: Quando a empresa possui escritórios ou operações em diversos países; Descrição do negócio central da companhia: o Ramo de Atividade; Endereço: o Rua e número; o Bairro; o Cidade; o CEP; o Estado; Nome completo do gerente de recursos humanos; Nome completo do contato; Cargo; Telefone: DDD: o Ramal 1; o Ramal 2; o Fax; do contato; Confirmação do do contato;

50 54 da empresa; Endereço da página na web; Senha (mínimo quatro caracteres); Confirmação da senha. A figura 08 representa a tela acessada pelos representantes das empresas para a realização do cadastro no sistema Global Career Center: Figura 08-Tela para cadastro das empresas. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Após o cadastramento no sistema, as empresas obtêm acesso a serviços relacionados à contratação de alunos e veiculação de vagas de trabalho, como os que seguem:

51 55 Publicação de oportunidades de trabalho; Procura de candidatos; Candidatos interessados na oportunidade de trabalho; Relatório de contratação; Modificação da oportunidade de trabalho; Modificação de senha; Cancelamento do registro de uso no sistema; Modificação dos dados corporativos da empresa. Na figura 09, apresenta-se a tela do serviço mais utilizado pelas empresas: Área para publicação de oportunidades de trabalho. Figura 09-Tela para publicação de vagas de trabalho. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Para que o sistema Global Career Center promova a condução das informações cadastradas pelos canais de estudantes e empresas, existe uma linha tecnológica que cruza as informações postadas por ambos os públicos, e distribui os

52 56 dados nas telas de serviços exclusivos para os usuários. A figura 10 ilustra esta ação: Figura 10- Fluxograma de entrada, cruzamento e envio de informações cadastradas pelos usuários. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Em suma, a IPES brasileira pretendia com a implantação do sistema de intranet GCC, intensificar o relacionamento dos estudantes com o mercado de trabalho, almejando tornar o sistema um diferencial nos serviços oferecidos pela instituição. Contudo, falhas relacionadas ao planejamento e customização do projeto original vindo México para o cenário da universidade brasileira, não permitiram a conquista deste resultado. 3.2 Deficiências do sistema de intranet Global Career Center

53 57 O sistema de intranet GCC desde sua implantação, no ano de 2005 até o mês de abril de 2008, apresentou problemas em sua funcionalidade. Por este motivo, no período dos meses de março a novembro de 2008, foi realizado pela IPES brasileira um projeto de análise do sistema, com o intuito de encontrar os desacertos do GCC e com base nessas informações estabelecer projetos para melhoria e correção do sistema. As informações coletadas para a composição deste trabalho vieram de fontes relacionadas ao departamento de tecnologia da IPES brasileira que implantou a ferramenta vinda do México, e o departamento responsável pelo gerenciamento do sistema de intranet GCC no Brasil. De acordo com o departamento de tecnologia da universidade brasileira que implantou o sistema de intranet GCC no ano de 2005, não havia uma política de troca de informações tecnológicas entre as universidades integrantes da rede. Por esse motivo, foi discutida a hipótese da criação de um projeto de troca de dados com instituições no exterior, objetivando um maior conhecimento sobre os procedimentos adotados por essas instituições durante a implantação e conseqüentemente customização do sistema de intranet GCC no país. Contudo, neste período o departamento de tecnologia contava com uma verba restrita para a contratação de profissionais que auxiliariam no estudo dos históricos de implantação do GCC por IPES do exterior, pesquisas para o levantamento do perfil, necessidades e expectativas dos usuários brasileiros, assim como o desenvolvimento de um plano estratégico para a implantação do sistema no Brasil. Diante deste cenário, a equipe de tecnologia decidiu entrar em contato apenas com a IPES mexicana que disponibilizaria o sistema original do GCC para a customização aos usuários brasileiros. Sendo assim, as únicas ações adotadas pela instituição do Brasil para a implantação do GCC, foi a de utilizar à mesma estrutura tecnológica e informacional do Global Career Center México, realizando apenas a tradução dos conteúdos, do espanhol para o português, não se preocupando com um planejamento adequado para aplicação do sistema ao publico de estudantes e empresas brasileiras.

54 58 Essa medida adotada pelo departamento de tecnologia da IPES brasileira, não condiz com a correta metodologia para a implantação de sistemas digitais mencionadas por Preece, Rogers, Sharp, (2002), que apontam o envolvimento de profissionais designers de interação para a formação de uma equipe multidisciplinar composta neste caso por profissionais de tecnologia, designers de interface, e de informação, além de representantes de empresas parcerias, estudantes e docentes para o levantamento de opiniões e informações relevantes para a customização da ferramenta, atendendo as necessidades e expectativas dos usuários. Fundamentando-se nos autores Preece, Rogers, Sharp (2002, p.33), o processo inicial adotado para implantação do sistema de intranet GCC, na IPES brasileira deveria se estabelecer em duas atividades básicas: 1-Desenvolver e adaptar designs alternativos que preencham os requisitos dos usuários. 2-Avaliar o que está sendo construído durante o processo. Após a implantação do sistema de intranet GCC, foi criado um departamento presencial dentro da IPES brasileira que contava com uma equipe de profissionais que ofereciam suporte aos usuários em dúvidas, reclamações e sugestões. Porém, não existia nesta equipe um profissional voltado para área do design, fato que segundo o departamento que cuidava do GCC, prejudicou o desempenho das correções dos problemas encontrados no sistema. Krippendorff (2000, p.93), aponta que o entendimento necessário ao designer para com os usuários é um entendimento não somente da tecnologia envolvida, mas também do que a tecnologia significa para as pessoas Avaliação das interfaces gráficas e funcionalidade do sistema de intranet Global Career Center

55 Figura 11- Tela inicial do sistema GCC. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center A interface gráfica da tela inicial do sistema de intranet GCC, mostrada na figura 11, era apresentada de forma semelhante para os públicos de estudantes e empresas, não havendo uma distinção no conteúdo de informações. Segundo a equipe de suporte do GCC, ambos os públicos encontravam muita dificuldade para localizar a área de acesso aos serviços exclusivos (estudantes e empresas) sinalizados nos retângulos vermelhos número 01 e 02 na figura 11. A justificativa dos usuários foi a de que não existia um destaque visual nos links de acesso como, por exemplo, menus com botões. Norman (2002) aponta que a usabilidade de um sistema digital, se dá em termos de como os usuário, identificam os próximos passos durante a sua navegação, ou seja, quanto mais visíveis forem as funções, mais os usuários saberão como proceder. Por outro lado, quando as funções estão fora de alcance, torna-se mais difícil encontrá-las e saber como utilizá-las. Outra preocupação que existia na página inicial do GCC era a falta de interesse dos estudantes no acesso aos conteúdos relacionados às oportunidades de trabalho, apontado no retângulo verde número 03 na figura 11.

56 60 Na visão do departamento de tecnologia da universidade brasileira, havia um número muito baixo de cliques nos links dessas informações, surgindo à dúvida se era preciso criar algum mecanismo de maior interação nesta área para despertar o interesse dos estudantes. Além dos problemas relacionados à visualização e interesse no conteúdo informativo, existiam imagens distorcidas e com baixa resolução conforme mostra o retângulo azul número 04 na figura 11. Segundo a equipe de suporte do sistema de intranet GCC, o cenário de problemas relacionados à interface gráfica das telas, e reclamações dos usuários sobre a funcionalidade do sistema, foi além da página inicial da ferramenta, atingindo a área administrativa dos serviços para alunos e empresas. A seguir, relatasse os problemas encontrados na área de serviços aos alunos. 1 Figura 12- Tela Área de serviços exclusivos aos alunos. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center A interface gráfica da área de serviços aos alunos indicado na figura 12, não agradava aos usuários que reclamavam do excesso de informações que não eram pertinentes aos seus interesses e necessidades conforme é apresentado no retângulo vermelho número 01 na figura 12. Segundo o departamento que cuida do sistema de intranet GCC, os estudantes queriam visualizar na tela inicial da ferramenta, oportunidades de trabalho publicadas pelas empresas e não somente informações institucionais relacionadas à IPES.

57 61 Para Krippendorff (2000), as interfaces gráficas devem permitir que os usuários projetem os seus próprios mundos no sistema, permitindo a relação de seu cotidiano com as telas de navegação de um aplicativo digital. Trazendo este conceito para o sistema de intranet GCC, este deveria proporcionar aos usuários o acesso a informações customizadas, de forma organizada e ergonômica. Para que os alunos visualizassem a relação de vagas de trabalho publicadas pelas corporações, era preciso acessar a opção Empresas interessadas em meu currículo no menu superior sinalizando pelo retângulo vermelho número 01 na figura Figura 13- Tela Empresas interessadas no meu currículo. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Contudo, na área Empresas interessadas no meu currículo, existia um erro relacionado à exibição da listagem de vagas de trabalho compatíveis aos currículos cadastrados pelos estudantes. Quando os usuários utilizavam este recurso, era exibida a mensagem Nenhuma informação registrada, indicado no retângulo azul número 02 na figura 13. Isso acontecia por que o sistema não cruzava as informações registradas pelas empresas com o perfil dos currículos cadastrados pelos estudantes. O fato é que na área dos estudantes, os códigos de programação que compunham os campos que recebiam as informações cadastradas pelas empresas, possuíam nomenclaturas em espanhol, oriundas de uma falha na customização da ferramenta mexicana para a língua portuguesa, resultando em uma divergência no recebimento das informações enviadas pelos representantes das corporações conforme mostra a figura 14 a seguir.

58 62 Figura 14- Esquema da falha no envio das informações das empresas para os alunos. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center O recurso Busca de Vagas era outra ferramenta utilizada pelos estudantes nas pesquisas de oportunidades de trabalho publicadas pelas empresas. O serviço supria a falha do sistema em relacionar a lista de vagas de trabalho compatíveis com o currículo cadastrado pelos usuários. Na seqüência a figura 15 da tela do serviço Busca de Vagas : Figura 15- Tela Busca de Vagas Pesquisa Avançada por Oportunidades de Trabalho. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

59 63 Em alguns momentos o recurso Busca de Vagas apresentava erros em seus serviços, conforme mostra o retângulo verde número 1 na figura 16 a seguir, não atendendo completamente os usuários durante a consulta das informações no sistema. 1 Figura 16- Tela Busca de Vagas - Pesquisa Avançada por Oportunidades de Trabalho. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Com relação à área administrativa dos serviços para empresas, de modo geral os problemas eram inferiores em comparação a área dos estudantes, restringindo-se apenas a quedas de conexão no momento em que os representantes das corporações parceiras da IPES brasileira clicavam no link para acesso a extranet do GCC, conforme mostra a figura 17. Figura 17 - Tela Área de serviços exclusivos as empresas. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Segundo o departamento de tecnologia do Global Career Center, a conexão de rede da IPES brasileira, não suportava o volume de acessos remotos das

60 64 empresas que utilizavam a extranet. Por esse motivo, o sistema ficava fora do ar constantemente. Compreende-se com as informações apresentadas que aliadas aos erros de programação, a ausência de técnicas baseadas no design de hipermídia e de interação, durante a customização do sistema de intranet GCC, prejudicou o desempenho da ferramenta que apresentava erros, gerando a insatisfação dos usuários. Percebe-se que os campos do design de hipermídia e interação são necessários para o bom andamento do sistema, não somente durante a sua construção, mas no processo de implantação e suporte contínuo as necessidades dos usuários. 3.3 Projetos de melhoria do sistema de intranet GCC Como parte do processo de reestruturação do sistema de intranet GCC, foi criado em março de 2008 um comitê multidisciplinar composto por designers, profissionais de tecnologia, estudantes e integrantes de empresas parceiras da IPES brasileira para a elaboração de um questionário para avaliar a satisfação do usuário com relação ao sistema de intranet GCC, esse procedimento seguiu a linha de estudo de Preece, Rogers, Sharp (2002, p.33) que estabelecem a necessidade de Identificar as necessidades dos usuários e estabelecer requisitos. O propósito foi identificar os problemas e sugestões feitas pelos usuários, de forma a auxiliar parte do processo de melhoria do sistema. O questionário foi aplicado para o publico de alunos e empresas, tendo como objetivo mensurar a resposta de ambos os entrevistados. A seguir as informações relacionadas aos estudantes. Apesar de a IPES brasileira possuir alunos matriculados, somente estudantes estavam cadastrados no sistema de intranet GCC entre os anos de 2005 a O universo da pesquisa foram os alunos cadastrados no sistema de intranet GCC. Esta pesquisa foi enviada para o correio eletrônico dos estudantes que possuíam cadastro no serviço, deste número, 4031 responderam à pesquisa perfazendo 76,2% de respostas como citado no gráfico 01 a seguir.

61 65 76,2% 23,8% Número de alunos que responderam a pesquisa Número de alunos que não responderam a pesquisa Gráfico 01 Número de alunos que responderam o questionário. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center O instrumento da pesquisa foi um questionário com seis questões, formado por cinco perguntas fechadas e uma aberta, conforme apresenta o quadro 01: QUADRO 01: PESQUISA PARA ALUNOS 1- Você já conseguiu trabalho ou estágio via Global Career Center (GCC)? Sim ( ) Não ( ) 2- Como você avalia o GCC? Excelente ( ) Bom ( ) Regular ( ) Insatisfatório ( ) 3- O GCC facilita o seu relacionamento com o mercado de trabalho? Sim ( ) Não ( ) 4- Selecione o serviço que melhor atende as suas necessidades: Área para a elaboração de seu currículo digital ( ) Área para busca de vagas de trabalho ou estágio ( ) Relatório das atividades exercidas no seu trabalho ( ) Acesso à relação de empresas interessadas no seu currículo ( ) Painel de discussão sobre o mercado de trabalho ( ) Consultoria de carreiras on-line para perguntas e dúvidas ( ) Eventos e novidades sobre o mercado ( ) Artigos relacionados à empregabilidade global ( ) Acesso a sites de busca de emprego ( ) 5- Você indicaria o GCC para seus colegas da universidade? Sim ( ) Não ( ) 6- Para a constante melhoria do GCC descreva suas sugestões de mudança na ferramenta: ( ) Quadro 01- Pesquisa para alunos. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

62 66 A seguir, o resultado da pesquisa realizada com os estudantes. Os indicadores foram representados por gráficos que consideram a significância dos resultados. Na Questão 01 foi perguntado: Você já conseguiu trabalho ou estágio via Global Career Center (GCC)? 99,68% 0,3% Gráfico 02 - Você já conseguiu trabalho ou estágio via Global Career Center? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center As respostas indicaram que a quase totalidade (99,7%) dos alunos não conseguiram colocação no mercado de trabalho através do sistema de intranet GCC. Apenas 13 estudantes (que representa 0,3%) conquistaram trabalho utilizando a ferramenta. Este indicador mostra a precariedade do mecanismo para o atendimento dos usuários.

63 67 A seguir, a questão 02 solicitava uma avaliação: Como você avalia o GCC? 99,6% 0,14% 0,25% Gráfico 03 - Como você avalia o GCC? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Verifica-se que 99,6% dos entrevistados, estão insatisfeitos com o GCC, pois nenhum apontou excelente para o sistema, somente 06 (0,14%) apontaram que o serviço é bom e 10 alunos (0,25%) sinalizaram que o serviço é regular. Na Questão 03 foi solicitada a informação: O GCC facilita o seu relacionamento com o mercado de trabalho? 99,78% 0,22% Gráfico 04 - O GCC facilita o seu relacionamento com o mercado de trabalho? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center A pesquisa mostra o absoluto descrédito dos usuários com o sistema de intranet, 4022 entrevistados, 99,78% responderam que o GCC não facilita a entrada

64 68 no mercado de trabalho, apenas 09, 0,22% estudantes manifestaram uma posição a favor da ferramenta. Questão 04 - Selecione o serviço que melhor atende as suas necessidades: 30% 29% 16% 12% 09% 02% 01 % 0,79 % Gráfico 05 - Selecione o serviço que mais atende as suas necessidades. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Considerando as respostas referentes aos serviços que melhor atendem os usuários, verifica-se que 59% dos entrevistados concentram a realização de suas tarefas em apenas duas ferramentas. A primeira é Área para elaboração do seu currículo digital apontada na pesquisa por 1206 alunos, 30% e a segunda trata-se da Área para busca de vagas de trabalho ou estágio, indicado por 1156 alunos, 29% do publico. Na seqüência dos serviços mais utilizados seguem Acesso a sites de busca de empregos com 629, 16% das respostas; Relatórios de atividades exercidas no seu trabalho com 492, 12% das indicações; Painel de discussão sobre o mercado de trabalho com 371, 09% das citações, Eventos e novidades sobre o mercado com 101, 02% das respostas; Artigos relacionados à empregabilidade global com 41, 1% das indicações e Consultoria de carreiras online para perguntas e dúvidas com 32 citações, representando 0,79% dos entrevistados.

65 69 Percebe-se que o recurso Acesso a relação de empresas interessadas no seu currículo, não obteve indicação dos usuários. Isso se deve pelo fato da ferramenta ter funcionado precariamente, devido ao erro no processo de cruzamento de dados supramencionado. A Questão 05 indaga se o usuário indicaria o GCC para seus colegas da universidade? Esta questão reforça a questão 02 que solicitava uma avaliação do GCC. 99% 1% Gráfico 06 - Você indicaria o GCC para seus colegas da universidade? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Somente 22 usuários, 1% afirmaram que indicariam o sistema de intranet para outros colegas da universidade, contra 4099 usuários, 99% dos entrevistados que não indicariam os serviços do sistema de intranet GCC para outros estudantes. A Questão 06 a seguir, solicita sugestões para melhoria do sistema - Para a constante melhoria do GCC, descreva suas sugestões de mudança na ferramenta: (Levantamento das 05 sugestões mais comentadas pelos alunos).

66 70 34% 32% 17% 9% 8% Gráfico 07 - Para a constante melhoria do GCC descreva suas sugestões de mudança na ferramenta. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Com relação às sugestões para melhoria do sistema de intranet GCC, verifica-se que % dos estudantes apontaram melhorias nas telas dos serviços de pesquisa de informações, 1289, 32% indicam ajustes nas interfaces gráficas das telas, 629, 17% apontaram organização das informações, 379, 9%, solicitam reprogramação do serviço Acesso a relação de empresas interessadas no seu currículo, e 306, 8% informaram a correção de links de acesso aos serviços do sistema que não funcionam. De forma análoga a pesquisa realizada com os alunos, a pesquisa feita com as empresas utilizou o correio eletrônico de representantes de empresas que possuíam cadastro no sistema de intranet GCC. Deste número, 223 gestores de empresas responderam à pesquisa totalizando uma amostra de 06%, conforme mostra a gráfico 08 76,2% 23,8%. Representantes de empresas que responderam a pesquisa Representantes de empresas que não responderam a pesquisa Gráfico 08 Número de empresas que responderam o questionário. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

67 71 O instrumento da pesquisa realizada com as empresas foi um questionário similar ao utilizado com os estudantes, formado por seis questões, cinco fechadas e uma aberta, conforme indica o quadro 02 a seguir. QUADRO 02: PESQUISA PARA EMPRESAS 1- Você já conseguiu contratar estudantes via Global Career Center (GCC)? Sim ( ) Não ( ) 2- Como você avalia o GCC? Excelente ( ) Bom ( ) Regular ( ) Insatisfatório ( ) 3- O GCC facilita o relacionamento entre a sua empresa e os alunos? Sim ( ) Não ( ) 4- Selecione o serviço que melhor atende as suas necessidades: Publicação de oportunidades de trabalho ( ) Procura de candidatos ( ) Candidatos interessados na oportunidade de trabalho ( ) Relatório de contratação ( ) Modificação da oportunidade de trabalho ( ) Modificação de senha ( ) Cancelamento do registro de uso no sistema ( ) Modificação dos dados corporativos da empresa ( ) 5- Você indicaria o GCC para outras empresas? Sim ( ) Não ( ) 6- Para a constante melhoria do GCC, descreva suas sugestões de mudança na ferramenta: ( ) Quadro 02 Pesquisa para empresas. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center A seguir o resultado da pesquisa realizada com os representantes das empresas. Os gráficos revelam um resultado semelhante à pesquisa aplicada aos alunos.

68 72 Questão 1 - Você já conseguiu contratar estudantes via Global Career Center (GCC)? 86% 14% Gráfico 09 - Você já conseguiu contratar estudantes via Global Career Center (GCC)? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center A pesquisa mostra que a 192 entrevistados, 86%, não conseguiram realizar a contratação de estudantes através da extranet GCC. Somente 31 empresas, 14% realizaram este feito. Questão 2 - Como você avalia o GCC? 57% 28% 15% Gráfico 10 - Como você avalia o GCC? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

69 73 A pesquisa revelou que 127 representantes de empresas, 57% do publico entrevistado, esta insatisfeito com a extranet, em seguida 63, 28%, citaram que o serviço era regular, e 33, 15%, classificavam a ferramenta como boa, o que indica uma aceitação maior do sistema pelas empresas, em comparação aos alunos. Nenhum dos entrevistados classificou a extranet como excelente. Questão 3 - O GCC facilita o relacionamento entre a sua empresa e os alunos? 80% 20% Gráfico 11 - O GCC facilita o relacionamento entre a sua empresa e os alunos? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Um público de 178 representantes de empresas, 80% do número de entrevistados indicaram que a ferramenta não auxilia no processo de relacionamento com os alunos da universidade, enquanto 45 entrevistados, 20 %, citaram que se beneficiam do sistema.

70 74 Questão 4 - Selecione o serviço que mais atende as suas necessidades: 25% 24% 13% 12% 11% 10% 05% Gráfico 12- Selecione o serviço que mais atende as suas necessidades. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center O gráfico acima mostra que 55 entrevistados, 25% mencionaram o serviço Publicação de oportunidades de trabalho como o recurso que mais atende suas necessidades, em seguida 54, 24% apontaram o recurso Procura de candidatos, 30, 13% sinalizaram Candidatos interessados na oportunidade de trabalho, 26, 12% citaram Modificação de senha, 24, 11% informaram Relatório de contratação, 22, 10% indicaram Modificação da oportunidade de trabalho, e 12, 5% mencionaram o recurso Cancelamento do registro de uso no sistema. Nenhum dos entrevistados sinalizou os serviços Modificação dos dados corporativos da empresa e Acesso à relação de empresas interessadas no seu currículo. Identifica-se que os serviços da extranet oferecidos aos representantes das empresas, atendiam melhor a necessidade dos usuários em comparação aos serviços para os alunos. Isso se deve pelo fato de que o sistema de intranet do GCC possuía um número maior de problemas tecnológicos em comparação a extranet, que apresentava apenas problemas de conexão durante o acesso remoto dos usuários, conforme mostrou a figura 17 supramencionada.

71 75 Questão 5 - Você indicaria o GCC para outras empresas? 44% 56% Gráfico 13 - Você indicaria o GCC para seus colegas da universidade? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Com um resultado mais favorável em comparação ao publico de estudantes entrevistados, 98 representantes de empresas, 44%, informaram que indicariam o sistema de intranet para outras empresas, enquanto 125 entrevistados 56% citaram que não recomendariam os serviços do GCC. Questão 6 - Para a constante melhoria do GCC descreva suas sugestões sobre a ferramenta. (Levantamento das 05 sugestões mais comentadas pelas empresas). 33% 20% 17% 16% 14% Gráfico 14 - Para a constante melhoria do GCC descreva suas sugestões ou criticas sobre a ferramenta. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

72 76 Sobre as sugestões de melhoria da extranet do GCC, comprova-se que 74 entrevistados, 33%, solicitaram os ajustes dos problemas de conexão da extranet, na seqüência 44, 20%, indicaram a correção das interfaces gráficas das telas de acesso, 38, 17%, sugeriram organizar melhor as informações apresentadas no sistema, 36, 16%, pediram para que o sistema apresente na tela inicial da área administrativa a lista de currículos compatíveis com as vagas cadastradas, e 31, 14%, solicitaram a melhoria do sistema para cadastramento de vagas de trabalho. Com base nas informações adquiridas através das pesquisas realizadas com os alunos e os representantes das empresas, e no conhecimento dos profissionais designers nas áreas do design de hipermídia e de interação, foram estabelecidas melhorias no sistema de intranet GCC, conforme será mostrado a seguir. 3.4 Melhorias realizadas no sistema de intranet para os alunos: Em vista do resultado da pesquisa de campo no ano de 2008, o sistema de intranet GCC foi totalmente reestruturado, recebendo melhorias em sua interface gráfica, conteúdo de informações e processos interativos. A mudança pode ser visualizada durante a comparação das figuras 18 Versão antiga e 19 Versão atual : Figura 18 Figura 19 Tela inicial do sistema de intranet GCC. Tela inicial do sistema de intranet GCC. Versão utilizada de 2005 a 2007 Versão reformulada no ano de 2008 Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

73 77 Para que os ajustes no sistema de intranet GCC acontecessem, foram contratados profissionais designers para compor a equipe de tecnologia da IPES brasileira. Estes profissionais, através do conhecimento dos designs de hipermídia e de interação, determinaram quais mudanças iriam acontecer na ferramenta, criando novos princípios para a concepção gráfica e funcional do sistema de intranet GCC, determinando quais funções esse mecanismo deveria apresentar aos usuários. Essas diretrizes seguiram uma linha similar mencionada por Dias (2003, p.20), que estabelece quais características uma intranet deve apresentar, sinalizado no quadro 03 a seguir. QUADRO 03: CARACTERÍSTICAS BÁSICAS QUE DEVE COMPOR UMA INTRANET Fácil acesso as informações Classificação e pesquisa intuitiva Compartilhamento cooperativo Os usuários devem conseguir localizar e acessar facilmente as informações do sistema, com o mínimo de treinamento, não importando o local de armazenamento desses conteúdos. Encontrar informações na intranet deve ser tão simples quanto usar um navegador web (aberto). A intranet deve ser capaz de indexar e organizar as informações da empresa. Seus recursos de busca devem refinar e filtrar as informações, suportar palavras chave e apresentar o resultado da pesquisa em categorias de fácil compreensão. A intranet deve permitir aos usuários publicarem, compartilharem e receberem informações de outros usuários. Durante a publicação, o sujeito deve poder especificar os grupos que terão acesso a seus documentos/objetos. Acesso dinâmico aos recursos informacionais Serviços distribuídos Por meio de sistemas inteligentes, a intranet deve permitir o acesso dinâmico às informações nele armazenadas, fazendo com que os usuários sempre recebam informações atualizadas. Para um melhor balanceamento da carga de processamento, o portal deve distribuir os serviços por vários computadores ou servidores. Interfaces externas A intranet deve ser capaz de se comunicar com outros aplicativos e sistemas fora da rede interna. (Extranet). Fácil administração Customização e personalização A intranet deve prover um meio de gerenciar todas as informações corporativas e monitorar o funcionamento do portal de forma centralizada e dinâmica. Deve ser de fácil instalação, configuração e manutenção, e aproveitar, na medida do possível, a base instalada de hardware e software adquirida/controlada anteriormente pela organização. O administrador do portal deve ser capaz de customizá-lo de acordo com as políticas e expectativas da organização, assim como os próprios usuários devem ser capazes de personalizar sua interface para facilitar e agilizar o acesso as informações consideradas relevantes. Quadro 03 - Características básicas que deve compor uma intranet

74 Figura 20 - Tela inicial do sistema GCC. Versão utilizada de 2008 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center As ações para melhoria das interfaces gráficas do sistema de intranet GCC, apresentado na figura 20, se estabeleceram na criação de recursos para destacar visualmente a área de acesso aos serviços exclusivos para alunos e empresas conforme é sinalizado no retângulo vermelho número 01 na figura 20, facilitando a percepção dos usuários às informações da ferramenta. Esses ajustes estão alinhados as características determinadas por Dias (2003) no quadro 03 supramencionado, que menciona a obrigação de uma intranet permitir a localização e acesso as informações de maneira simples e rápida, tornando a navegação do usuário em um sistema de intranet, uma ação tão fácil quanto usar um navegador web.

75 79 Foram projetados na página inicial do sistema de intranet GCC, botões e menus para destacar os links de acesso aos serviços e informações oferecidos pela ferramenta, mostrados nos retângulos amarelos número 02 e 03 na figura 20. Além disso, foi desenvolvido para os alunos um sistema randômico para divulgação de oportunidades de trabalho, conforme mostra o retângulo verde número 04 na figura 20. Para os representantes das empresas, foram oferecidos conteúdos relacionados a documentos para contratação de alunos, informações institucionais da IPES e sobre o mercado de trabalho conforme sinaliza o retângulos laranjas número 07 e 08 na figura 20. Este mecanismo permite a passagem seqüencial de distintas oportunidades de emprego que podem ser manipuladas pelos usuários com um simples clique sob as informações. Além do uso deste recurso, os estudantes podem consultar informações relacionadas ao mercado de trabalho que são atualizadas constantemente pelo sistema, conforme mostra o retângulo verde número 05 na figura 20 e acessar vídeos de treinamento com entrevistas de profissionais de destaque no mercado, sinalizado no retângulo azul número 06 na figura 20. Nota-se que os novos recursos oferecidos pelo sistema de intranet GCC aos usuários, assimilam-se aos fundamentos estabelecidos por O Brien (2003), que classifica a interface gráfica de uma intranet como um canal que permite o acesso a uma variedade de aplicações e serviços exclusivos. De modo geral, as novas funções delineadas pelos designs de hipermídia e de interação nesse sistema, tornaram os usuários da ferramenta autores de diferentes caminhos para a realização de tarefas, determinando ao sistema de intranet GCC a forma que desejam se relacionar. Moura (2006, p.192) ratifica esse conceito quando menciona que o design de hipermídia indica uma nova atitude de criação transformando o usuário em agente nesse processo, criando interferências no projeto digital e abrindo possibilidades de novos caminhos e leituras do sistema em questão Área de serviços exclusivos aos alunos. O excesso de informações apresentadas de forma desorganizada na tela inicial da área de serviços exclusivos aos alunos na versão antiga do sistema, indicado na figura 21 a seguir, foi substituído por uma nova interface, que dispõem

76 80 de links e filtros de pesquisa que, de forma interativa, realizam buscas de informações através de palavras chaves digitadas pelos usuários, indicado no retângulo vermelho número 01 na figura 22 na sequência. Esse procedimento proporcionou uma navegação dinâmica baseada na exibição de informações de acordo com a determinação do usuário. As mudanças realizadas acompanham o discurso de Moura (2006), na questão do desenvolvimento de interfaces gráficas organizadas e de agradável interação para os usuários. Moura (2006, p.193) afirma: Não basta, porém, apenas adicionar as informações e os links aleatoriamente. Existe a necessidade de estruturar as informações de modo a organizá-las no espaço, visando a uma boa navegação e interação. 1 2 Figura 21 - Tela Área de serviços exclusivos aos alunos. Versão utilizada de 2005 a 2007 Figura 22 - Tela Área de serviços exclusivos aos alunos. Versão utilizada de 2008 a 2009 Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Com base nas solicitações dos alunos que indicaram o recurso Busca de Vagas de Trabalho como o principal serviço utilizado no sistema, foi incluído este mecanismo no topo da lista de ferramentas dos usuários para que seja melhor visualizado e utilizado, conforme sinaliza o retângulo verde número 02 na figura Recurso Busca de Vagas.

77 81 O recurso Busca de Vagas do sistema antigo apresentado na figura 23, oferecia poucos filtros para pesquisa de informações que muitas vezes eram apresentadas de forma desorganizada e com erros. Após a reestruturação da ferramenta, os usuários puderam contar com um sistema de pesquisa avançado, com uma interface gráfica de fácil manipulação, permitindo que a busca de vagas de trabalho fosse feita de maneira dinâmica, através de mapas segmentados por regiões em todo o Brasil, conforme mostra a figura 24. Figura 23 - Tela Busca de Vagas - Pesquisa Avançada por Oportunidades de Trabalho. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Figura 24 Tela Busca de Vagas Pesquisa Avançada por Oportunidades de Trabalho. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Os novos recursos seguiram a metodologia estabelecida por Almeida e Rosa (2000), que defendem a produção de mecanismos de pesquisa que auxiliem o usuário na busca de informações, fornecendo ao leitor uma idéia concisa do que ele vai encontrar no ambiente digital. Para Almeida e Rosa (2000, p.113), todo site

78 82 necessita de um espaço relativamente grande para poder transmitir todas as informações pretendidas, como isso não pode ser feito de forma organizada, é necessário criar recursos de pesquisa que exibam as informações em etapas. Os constantes erros durante a exibição da listagem de vagas de trabalho publicadas pelas empresas na versão antiga do sistema, sinalizado no retângulo vermelho número 01 na figura 25, foram corrigidos. Como resultado, o sistema transformou-se em um efetivo mecanismo de listagem de vagas, conforme mostra a figura Figura 25 - Tela Busca de Vagas - Pesquisa Avançada por Oportunidades de Trabalho. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Figura 26 Tela Busca de Vagas Pesquisa Avançada por Oportunidades de Trabalho. Versão utilizada de 2008 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

79 Melhorias realizadas no sistema de extranet para empresas: Área de serviços exclusivos as empresas. Atendendo ao pedido dos representantes da empresas, foi disponibilizada na tela inicial da extranet do GCC, a listagem de currículos compatíveis com as vagas cadastradas, apresentada na figura 27. Figura 27 Tela Área de serviços exclusivos as empresas. Versão utilizada de 2008 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Essa medida de customização da ferramenta faz referencia aos estudos de O Brien (2003), que defende a adaptação ou personalização das extranets para compreender as necessidades, culturas e serviços de usuários individuais de empresas ou de grupos de usuários externos. Seguindo as sugestões de melhorias mencionadas pelas empresas na pesquisa, foi desenvolvida uma interface gráfica ergonômica e interativa para as

80 84 ferramentas disponíveis na área de serviços exclusivos para empresas, conforme é exibido na figura 28 a seguir. Figura 28 Tela Área de serviços exclusivos as empresas. Versão utilizada de 2008 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Resolução dos problemas de conexão: Para o ajuste do problema de conexão durante o acesso remoto dos representantes das empresas a extranet do GCC, indicado na figura 29 a seguir, foi contratado o serviço de uma empresa terceirizada que oferece servidores robustos para suportar o grande número de acessos externos na ferramenta, garantido a qualidade do usufruto do serviço. Figura 29 Tela Área de serviços exclusivos as empresas. Versão utilizada de 2005 a Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

81 85 Percebe-se que os ajustes realizados na extranet do GCC, permitiram uma maior troca de informações entre a ferramenta e os representantes das empresas. Tal fato se relaciona aos estudos de Tipton, & Krause (2006), que apontam a extranet como um canal que deve permitir o fluxo seletivo de informações entre parceiros comerciais, com ênfase no controle dos acessos remotos. Com base na análise do sistema de intranet e extranet do GCC, atrelando os ajustes e melhorias realizadas com estudos de autores das áreas dos designs de hipermídia e de interação, certifica-se que estas áreas do design foram responsáveis pela melhoria das interfaces gráficas da ferramenta e funções operacionais de seu sistema. 3.6 Resultados alcançados. No mês de setembro de 2009, foi identificado pelo departamento de tecnologia da IPES brasileira o aumento no número de cadastros dos estudantes no sistema de intranet GCC, conforme mostra o gráfico 15: 58% Número de alunos cadastrados no sistema GCC nos anos de 2005 a 2008 Número de alunos cadastrados no sistema GCC durante o ano de 2009 Gráfico 15- Crescimento do número de alunos cadastrados no sistema de intranet Global Career Center. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

82 86 O número de alunos cadastrados entre os anos de 2005 a 2008 evoluiu para cadastrados no ano de 2009 registrando-se um aumento de 58%. Para mensurar o número de alunos que conseguiram trabalho através do GCC após as reestruturações e melhorias feitas na ferramenta, foi elaborado pelo departamento de tecnologia da IPES brasileira no mês de setembro de 2009 duas perguntas, sendo uma fechada e uma aberta, que foram aplicadas para o universo de alunos, número total de alunos cadastrados no sistema de intranet do GCC de 2005 a 2009, conforme mostra o quadro número 04: QUADRO 04: PERGUNTA AOS ALUNOS 1 - Você já conseguiu trabalho ou estágio com o auxílio do Global Career Center (GCC)? Sim ( ) Não ( ) 2 - Em caso positivo, indique a data ( ). Quadro 04- Pergunta aos alunos. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center A pesquisa obteve uma amostra de respostas, 62% do total de entrevistados. Deste número alunos, 53% indicaram que conseguiram se empregar utilizando os serviços do sistema de intranet GCC. As respostas foram distribuídas pelos meses e anos indicados pelos estudantes conforme mostra o gráfico 16 a seguir. Gráfico 16- Você conseguiu trabalho ou estágio com o auxílio do Global Career Center (GCC)? Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

83 87 Segundo o departamento de tecnologia da IPES brasileira, não houve nesta pesquisa registros de alunos que conseguiram emprego nos anos anteriores a Nota-se que ocorreu um expressivo aumento no número de alunos que afirmaram ter conseguido trabalho utilizando os recursos da nova versão do sistema de intranet GCC, em comparação a primeira pesquisa realizada no mês de março de 2008, chegando a um surpreendente resultado de alunos contratados. Houve um crescimento em comparação a versão antiga da ferramenta de %, conforme mostra o gráfico 17 a seguir: % Número de alunos contratados através do uso do sistema GCC nos anos de 2005 a 2008 Número de alunos contratados através do uso do sistema GCC no ano de 2009 Gráfico 17- Crescimento do número de contratados pelo sistema de intranet Global Career Center. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Sobre as empresas, identificou-se um cenário favorável ao aumento do número de cadastros, conforme mostra o gráfico 18: 50,5% Número de empresas cadastradas no sistema GCC nos anos de 2005 a 2008 Número de empresas cadastradas no sistema GCC durante o ano de 2009 Gráfico 18- Crescimento do número de empresas cadastradas no sistema de intranet Global Career Center. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center

84 88 O número de representantes de empresas cadastrados no GCC entre os anos de 2005 a 2008 evoluiu para cadastrados durante o ano de 2009 estabelecendo-se um aumento de 50,5%. Após o levantamento do número de empresas cadastradas no GCC, buscouse o conhecimento do número de vagas de trabalho publicadas pelos representantes das empresas. O intuito era realizar uma análise comparativa do número de publicações de vagas de trabalho, e a quantidade de alunos que ingressaram no mercado graças às essas informações. A seguir o gráfico 19 apresenta o número de vagas publicadas durante os meses de janeiro a setembro de O departamento de tecnologia da IPES brasileira não incluiu informações dos anos anteriores a 2009 Gráfico 19- Entrada de vagas de trabalho publicadas pelas empresas. Fonte: Equipe de tecnologia do sistema de intranet Global Career Center Através do gráfico, percebe-se que cada vez mais as empresas publicam vagas de trabalhando através da extranet do GCC, o que reforça a credibilidade de seus representantes no uso do mecanismo remoto. Percebe-se nas amostras supramencionadas, a repercussão e efetividade das vagas de trabalho cadastradas pelas empresas, já que para vagas publicadas alunos foram contratados, ou seja, mais de um aluno foi selecionado para trabalhar na empresa com a divulgação de apenas uma oportunidade de trabalho.

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