Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

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1 Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva

2 Herança Jacente e Herança Vacante A questão do princípio de saisine Herança Jacente: A herança jaz enquanto não se apresentam herdeiro do de cujus para reclamá-la, na se sabendo se tais herdeiros existem ou não. Etapa transitória a ser ultrapassada: 1) aparecimento de herdeiro 2) transferência para o Poder Público

3 Herança Jacente e Herança Vacante Circunstância da caracterização de herança jacente: Morte de pessoa que não deixou testamento válido nem eficaz, nem tão pouco deixou herdeiro notoriamente conhecido. Objetivo da decretação: Nomeação de curador que cuidará da arrecadação/guarda e administração da herança. Há procedimento especial de jurisdição voluntária previsto no CPC. (Art a 1.258)

4 Herança Jacente e Herança Vacante Herança Vacante: Realizado o inventário e expedidos os editais na forma da lei processual e decorrido 1 (um) ano da primeira publicação dos editais, sem que haja aparecido herdeiro e desde que não esteja pendente habilitação, a herança deve ser declarada vancante pelo Juiz. - A declaração da Vacância não prejudica herdeiro que posteriormente reclame os bens.

5 Herança Jacente e Herança Vacante Enquanto pender pedido de habilitação de suposto herdeiro a herança não é declarada vancante. Se todos os herdeiros renunciarem a herança será automaticamente declarada vacante (CC, art. 1823) - (novidade do CC 2002) Sempre será assegurado os direitos dos credores do espólio.

6 Herança Jacente e Herança Vacante Declarada a vacância o patrimônio passa ao poder público mas como propriedade resolúvel. Depois de 5 cinco anos contados da abertura da sucessão o patrimônio deixado pelo falecido é incorporado definitivamente ao domínio publico. Município, Distrito Federal, União (caso de território)

7 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA Vocação quer dizer chamamento. Quando se fala em vocação hereditária se está a referir à indicação dos destinatários da sucessão: legítima (por força de lei) ou testamentária (por força de disposição de última vontade) - O termo capacidade sucessória (inadequado) - Melhor legitimidade sucessória = idoneidade para receber herança ou legado. LEGITIMISADE SUCESSÓRIA Sucessão legítima: pessoas naturais Sucessão testamentária: pessoas naturais e jurídicas

8 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA LEGITIMIDADE PARA A SUCESSÃO EM GERAL Não tem legitimidade para suceder: Os indivíduos que ao tempo da abertura da sucessão sequer haviam sido concebidos. Ou pré-morreram ao falecido autor da sucessão.

9 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA Nota: o direito do nascituro e a questão dos embriões reprodução assistida (Art e art , inciso IV). O embrião não implantado não pode ser considerado no bojo do art do CC (Guilherme Calmon Nogueira da GAMA)

10 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA LEGITIMIDADE PARA A SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA São legitimados: 1) Aqueles legitimados para a sucessão legítima; 2) os filhos não concebidos de pessoas indicadas pelo testador, desde que estas estejam vivas no momento da abertura da sucessão; 3) as pessoas jurídicas existentes à época da sucessão; 4) as futuras fundações, cuja organização for determinada pelo testador, para receber a deixa testamentária.

11 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA PROLE EVENTUAL O herdeiro testamentário ou legatário deverá ser concebido dentro de dois anos, contados da data da abertura da sucessão. - Não sendo concebido, o legado ou herança caberão aos herdeiros legítimos, salvo disposição em contrário pelo testador. - Não é necessário o estabelecimento de fideicomisso pode ser nomeado um curador. (Ver regra do art ) - Aplicação subsidiária das regras da curatela

12 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA ENTENDENDO O INSTITUTO DO FIDEICOMISSO Sujeitos: (i) Fideicomitente; (ii) Fiduciário; (iii) Fideicomissário. João (Testador) Fiduciante Antônio Fiduciário Manoel Fideicomissário

13 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA ENTENDENDO O INSTITUTO DO FIDEICOMISSO Sendo instituído pelo testador o fideicomisso: a) Com a abertura da sucessão o legado ou a herança se transfere ao fiduciário; b) O direito deste se resolve: (i) por sua morte (ii) pela verificação do termo fixado pelo testador (iii) pela realização da condição. c) O fideicomisso somente pode ser estabelecido em favor de pessoa não concebida até a época da abertura da sucessão.

14 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA ENTENDENDO O INSTITUTO DO FIDEICOMISSO Sendo instituído pelo testador o fideicomisso: d) Se o fideicomissário morrer antes do fiduciário, ou antes de verificado o termo ou realizada a condição, ou ainda se renunciar a herança, a propriedade do fiduciário deixa de ser resolúvel e passa a ser plena. e) É nula a substituição fideicomissária para além do 2º grau. (Não pode existir mais de um fiduciário)

15 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA ILEGITIMIDADE PARA A SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA Não têm legitimidade para sucessão testamentária as pessoas que participam do ato do testamento: a) quem escreveu a rogo o testamento; b) as testemunhas do testamento; c) o tabelião

16 LEGITIMIDADE SUCESSÓRIA ILEGITIMIDADE PARA A SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA PARA UMA ANÁLISE CRÍTCIA Não tem legitimidade,também, o concubino Art Não podem ser nomeados herdeiros nem legatários: (...) II - o concubino do testador casado, salvo se este, sem culpa sua, estiver separado de fato do cônjuge há mais de cinco anos; (Licitude da deixa testamentária ao filho do concubino (quando comum)

17 Sucessão Por Direito Próprio e Por Representação Herança por cabeça ou por estirpe Na linha descendente pode haver sucessão: a) Por cabeça: herança por direito próprio b) Por estirpe: herança por representação Havendo desigualdade de graus de parentesco na linha descendente, a herança pode ser atribuída a herdeiros de graus diversos.

18 Sucessão Por Direito Próprio e Por Representação REPRESENTAÇÃO (Exemplo) JOÃO (12/06/2010) PAULO ½ CLAUDIO (15/03/2003) Ricardo Daniel ¼ Roberto ¼ PAULO: herdeiro por direito próprio (exclui seu filho Ricardo)

19 Sucessão Por Direito Próprio e Notas gerais: Por Representação O termo representação é ambíguo, pois o herdeiro herda em nome próprio, não é sucessão indireta (por estirpe: diretamente) Não há representação de pessoa viva (Exceção: exclusão por indignidade) Não há representação se há renúncia da herança por parte do descendente.

20 Sucessão Por Direito Próprio e Notas gerais: Por Representação Não se saltam graus: O bisneto jamais será chamado a suceder se seu pai (neto) for vivo e legitimado a receber a herança. Na linha colateral só há sucessão por representação para o filho do irmão prémorto e não para seus descendentes de modo geral.

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