AS MARCAS DO HUMANO: AS ORIGENS DA CONSTITUIÇÃO CULTURAL DA CRIANÇA NA PERSPECTIVA DE LEV S. VIGOTSKI*
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- Maria de Fátima Freire Vilarinho
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1 AS MARCAS DO HUMANO: AS ORIGENS DA CONSTITUIÇÃO CULTURAL DA CRIANÇA NA PERSPECTIVA DE LEV S. VIGOTSKI* Valdivina Alves Ferreira* PINO, Angel. As marcas do humano: as origens da constituição cultural da criança na perspectiva de Lev S. Vigotski. São Paulo: Cortez, A obra objeto desta resenha tem como principal objetivo identificar e explicar o processo pelo qual ocorrem os indícios que marcam o nascimento da constituição do pensamento cultural na criança. A proposta do trabalho é confirmada nas palavras do autor, quando este indaga: quando e como ocorre o nascer cultural da criança? Como opera a mediação do Outro nesse nascimento? Como se dão, na ausência da fala, os primeiros contatos do bebê com a cultura? Como ocorre a conversão da cultura em material constitutivo do ser cultural da criança? O que ocorre com as funções naturais ou biológicas sob o impacto da cultura? (2005, p. 55). Para responder a estas indagações o autor se utiliza de um texto constituído de informações decorrentes de sua pesquisa e todo o movimento intelectual foi direcionado para a apresentação de respostas as indagações acima. A primeira parte do trabalho consiste em mostrar os principais elementos que permitem uma discussão sobre algumas questões teóricas que fundamentam a natureza cultural do desenvolvimento do humano na perspectiva vigotskiana. Uma dessas questões tratadas pelo autor é que o homem é um ser cultural e para que entendamos esta afirmação, Pino descreve as principais características que envolvem a criança desde o seu nascimento até a sua transformação em um ser cul-, Goiânia, v. 15, n. 1, p , jan./jun
2 tural. Todas as outras questões teóricas tratadas na obra evidenciam um desdobramento desta primeira. Nesta perspectiva, o autor discute o processo de constituição da cultura como a categoria central da tese do desenvolvimento cultural. Pino se apóia na tese de Vigotski para explicar, como no processo de desenvolvimento, as funções biológicas se fundem às funções culturais. Explica que esse processo de fusão só é possível, porque o patrimônio genético herdado pelo indivíduo dos seus antepassados já vem marcado pelos sinais da cultura. Pino afirma que os ganhos que essa memória genética proporciona a cada espécie sejam repassados às espécies posteriores, o que equivale a dizer que as espécies mais recentes e mais complexas se beneficiaram mais e melhor da experiência evolutiva das mais antigas (p. 49). Por outro lado, o autor explica como ocorre a passagem da espécie humana do plano biológico para o plano cultural. A possibilidade de transpor os limites da natureza para a existência cultural é apontada por Pino que acredita existir um momento inicial para que esse processo de transformação ocorra: é o que ele chama de momento zero cultural. Em seu texto afirma reiteradas vezes que a emergência do humano na criança ocorre a partir da ação do Outro ; a significação das ações do outro é a característica fundamental para a incorporação da cultura na vida da criança. A partir de uma abordagem que considera a concepção marxista de cultura como alavanca na produção material do homem, o autor embasado nas ideias de Marx, afirma que o que define o produto da ação humana é que ele [o produto] é a concretização da ideia que dirige a ação. [...] o produto é uma ideia à procura de uma forma material de expressão. Isso significa dizer que as produções simbólicas, decorrentes das ideias (significação) necessitam de uma forma que materializa uma expressão, exigência da natureza do signo. O autor enfatiza que tudo aquilo que o homem produz é constituído por um conjunto de características que lhe atribui o sentido de humano, são produções culturais marcadas por um componente cultural e outro simbólico: um decorrente da natureza e outro derivado da ação do homem. Recorrendo a Vigotski, Pino mostra que as funções psicológicas são funções culturais, e são resultantes da soma de um processo decorrente dos dois componentes: biológico e simbólico. Outra abordagem defendida no trabalho do autor é a da explicação dada para expressar os ganhos culturais da espécie humana para cada um dos indivíduos da espécie. Os ganhos culturais da espécie são decorrentes da ação de um equipamento fundamental no cérebro. Nas 164, Goiânia, v. 15, n. 1, p , jan./jun
3 palavras do autor: tanto a linguagem (símbolos) quanto os instrumentos técnicos são expressão de uma mesma propriedade humana: a capacidade de agir sobre a natureza e transformá-la. (p. 90). Nesse caso, tanto a evolução técnica quanto a evolução simbólica caminham juntas e fazem parte da historia do homem e o produto desse processo evolutivo permite a este individuo construir a sua própria história. Para o autor, isso só é possível porque esses dois meios, embora de natureza diferente, são mediadores da ação humana e, ao mesmo tempo, produto da concretização de uma ideia, uma intenção que dirige uma ação. Ao apresentar o sentido do termo função, relações sociais e conversão, o autor faz uma análise da quase ausência de definições desses termos na pesquisa realizada por Vigotski. A falta de um tratamento conceitual desses termos requer uma observação bastante sistemática ao tentar analisá-los, no intuito de se evitar em equívocos que venham comprometer o trabalho apresentado, ressalta o autor. Um dos aspectos a serem observados é manter-se fiel à matriz de referência às suas ideias que viabiliza um resultado mais próximo possível de seu pensamento. Pino apresenta o termo função como algo dinâmico, em constante movimento, que é capaz de fazer uma correspondência entre dois setores. No caso, temos as funções elementares e as funções superiores. As primeiras dizem respeito às estruturas orgânicas e a segunda refere-se à ação mental dos indivíduos que ao ser articulada por este permite o estabelecimento de uma significação dessas funções. Exemplo: a função de falar (signo) é o mecanismo utilizado pelo homem para controlar tanto o seu comportamento quanto o comportamento do Outro ; esse processo requer a articulação de mecanismos biológicos e uma ideia a ser transmitida ao Outro. A transmissão de ideias ao Outro, e estas sendo recebidas pelo Outro resulta em relações sociais que, para Vigotski, representa o sentido da sociabilidade humana, que, por sua vez, deve vir carregada de elementos que expressam certa consciência. O significado das próprias ações do individuo só tem sentido se passar pela significação que o Outro lhe atribui. É o exemplo clássico do ato de apontar que os estudiosos vigotskianos sempre enfatizam: o bebê aponta para uma mamadeira e a mãe lhe entrega a mesma. Logo, toda vez que o bebê estiver com fome apontará novamente para a mamadeira, pois sabe que a mãe vai entender o seu comando e satisfará o seu desejo. O termo conversão é utilizado pelo autor para explicar o movimento realizado pela função (falar), que resulta em relações sociais, Goiânia, v. 15, n. 1, p , jan./jun
4 (compartilhamento de ideias) e permite que o indivíduo seja capaz de passar de um plano para o outro. Pino afirma que o sentido básico de conversão é voltar-se para... [...] passar de uma crença para outra [...] o objeto da crença muda, mas a pessoa nem deixa de ser ela mesma, nem o ato de acreditar desaparece. (p. 111). Para ele, a ideia de conversão pressupõe a aquisição de algo a mais, uma situação nova e a conservação de algo já existente. Nesta transposição de planos das relações sociais em relações intrapessoais, permanecendo o significado dessas relações tanto no plano social quanto no individual é a conversão. Essa mediação entre um plano e outro é definido pelo autor como o conversor das funções naturais em funções sociais, do orgânico para o cultural. Para o autor, o nó dialético de onde emerge o humano é decorrente do encontro entre a natureza e a cultura e é possibilitado pela função que o signo tem no desenvolvimento das funções sociais. Na perspectiva histórico-cultural que orienta o trabalho do autor, há a investigação sobre o momento em que ocorre esse encontro e mostra em seu processo metodológico que é nos primeiros meses de vida da criança que há indícios de que essa formação do humano se inicia, mesmo antes do ato de apontar, conforme registrado por Vigotski. O autor mostra os indicadores de desenvolvimento como o choro, o sorriso e a combinação de ambos, procurando nesses indicadores encontrar as primeiras evidências que marcam a presença de determinados elementos que representam atitudes socialmente conhecida pelo Outro e que passam a ter significação para a criança. O significado desses indicadores passa a regular determinadas funções que, por sua vez, converte-as do plano biológico para o simbólico. Para explicar a função destes indicadores, Pino utiliza o termo gradiente de evolução das funções biológicas para mostrar o estabelecimento de níveis de desenvolvimento de funções que não podem ser quantificadas. Essa expressão serve para sustentar a ideia de que o processo de evolução tem uma dupla dimensão: o amadurecimento biológico e o de transformação social (p. 215), sendo que essa evolução não ocorre dissociada de um plano para o outro. Ela é mediada pelos signos, pela ação cultural pertencente ao contexto onde o individuo está inserido. Pino (p. 216) afirma que o papel dos gradientes é permitir visualizar a existência de mudanças na evolução das funções biológicas evidenciadas pelo aparecimento de aspectos novos, ou seja, o aparecimento de um comportamento novo é um critério para a definição de um novo nível evolutivo observável. O autor utiliza esses níveis 166, Goiânia, v. 15, n. 1, p , jan./jun
5 ou gradientes para encontrar os indícios que procura para explicar o processo de conversão das funções naturais ou biológicas em funções simbólicas ou culturais. Nos capítulos finais, o autor se ocupa em descrever a metodologia utilizada para a realização de sua pesquisa. Ele observou apenas uma criança, desde o seu nascimento até um ano de vida. Gravou todo o percurso evolutivo da criança nesse período e constatou que o processo de constituição do humano é lento, contudo possível de se observar o comportamento da criança mediado pelas manifestações da cultura, sendo incorporadas ao funcionamento biológico do indivíduo. Uma dessas manifestações é quando a criança começa a utilizar a audição e a visão na busca pelas vozes ao seu redor, principalmente a voz de seus pais. Outro momento importante é o de quando o bebê descobre as coisas que estão ao seu redor e passa a incluí-las, junto com as pessoas, ao seu mundo: é o caso dos brinquedos, a pedrinha no jardim. O que o autor considera um salto nessa conversão do biológico para o cultural é quando a criança é capaz de sair da posição de réptil e começa a andar. Juntamente a esta posição vertical, outro grande salto nesta transformação é o uso da fala para expressar as suas intenções, ou seja, o processo de comunicação se estabelece de forma mais abrangente e com maior possibilidade de fazer dessa criança um ser autônomo. O autor afirma ter encontrado todas as repostas às perguntas que originaram a sua pesquisa, embora admita como respostas não as verdades, mas alguns pontos que permitem identificar as marcas da constituição cultural da criança na perspectiva de Vigotski. Considero importante ainda ressaltar no trabalho de Pino, os questionamentos que ele faz sobre a obra de Vigotski: a falta ou mesmo quase total ausência de definições sobre o referencial conceitual por parte do autor da teoria histórico cultural sobre os principais conceitos que permeiam a concepção que defende. Indica também os perigos de uma interpretação equivocada, por parte dos leitores sobre sua tese, já que este não explicita o mínimo necessário sobre os indicadores teóricos conceituais de seu trabalho. Para o autor estudado, a tentativa de pensar o que Vigotski pensou, deixa um flanco que permite várias interpretações e essa possibilidade, a meu ver, é uma dificuldade que pode desencadear equívoco ou mesmo distorcer a sua ideologia. Para tanto, Pino adverte ao leitor que seja vigilante ao tentar analisá-lo, na tentativa de evitar interpretações inadequadas que podem comprometer a fidelidade ao seu pensamento., Goiânia, v. 15, n. 1, p , jan./jun
6 Este livro reúne uma excelente apresentação e interpretação da concepção teórica de Vigotski, sobretudo quanto ao processo de constituição do ser humano. Essa qualidade o torna relevante, principalmente para os que se iniciam no estudo da teoria e dos conceitos de Vigotski, seja no campo da psicologia ou no campo da educação. * Trabalho recebido em 06/03/2012 e aprovado em 29/05/2012 ** Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação da PUC GO; Mestre em Educação pela UFMS; Licenciada em Pedagogia pela FESURV- GO; Docente do Curso de Pedagogia da UFG CAJ, do Curso de Administração e Direito da FAR; membro do NICOM- Núcleo de Iniciação Científica e Orientação Monográfica; Professora Efetiva da SEE GO. [email protected]. 168, Goiânia, v. 15, n. 1, p , jan./jun
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