O TERMÔMETRO DO MERCADO

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1 A REVISTA DOS LÍDERES DA SAÚDE DO NORDESTE Impresso Especial /2009-DR/BA V. MIDIA O TERMÔMETRO DO MERCADO Pesquisa inédita feita pela Diagnóstico/Abimo/Anahp revela o nível de otimismo do mercado médico-hospitalar brasileiro em relação à crise econômica internacional DISTRIBUIÇÃO DIRIGIDA ANO IV Nº11 SET/OUT % do mercado de saúde não pretende alterar os planos de investimento e se diz otimista em relação à crise internacional 54,5% dos hospitais filiados à Anahp confiam que a presidenta Dilma Rousseff fará uma transição sem turbulências 64% dos empresários vinculados à indústria da saúde se dizem pessimistas em relação ao atual cenário econômico O que pensa, a visão de mercado e os desafios da nova geração Diagnóstico set/out jul/ago que comanda o setor de saúde no Nordeste

2 02 Diagnóstico set/out 2011

3 ÍNDICE GERAL 06 Fotos: Roberto Abreu 06 ENTREVISTA Marcelo Noll Barboza CEO da Dasa fala com exclusividade sobre as estratégias de ampliação de mercado e consolidação da companhia 20 CARREIRA Jovens gestores Lideranças do trade nordestino falam sobre ambições, projetos e realizações em um setor cada vez mais em evidência 11 ARTIGO Maísa Domenech Articulista aponta reflexos para os prestadores da Resolução CMED nº 3 e Resolução Normativa nº 241 da ANS 14 ENSAIO Maria Teresa Roscoe Em sua estreia na Diagnóstico, professora da Fundação Dom Cabral faz análise sobre gestão familiar 20 Marcelo Soares Marcelo Barboza, da Dasa: prioridade é aumentar a rentabilidade das operações 17 BOAS PRÁTICAS Laboratório Sabin As ações que garantem a satisfação das equipes na instituição eleita Melhor Empresa para Você Trabalhar thalles melo, do são marcos (pe): liderança 44 O Hospital Aliança, associado da anahp, em Salvador: instituições vão manter os investimentos 30 PRESTADOR REFERÊNCIA Hospital Português Instituição centenária na Bahia entra em novo ciclo de expansão com serviços inéditos e parcerias estratégicas 36 DIRETO AO PONTO Marlene Schmidt Internacionalização e dificuldades para exportar são temas de conversa com a diretora executiva da Fanem 37 ARTIGO Paulo Lopes No artigo Mudanças no perfil do executivo do século XXI, autor reflete sobre as habilidades do líder 38 EMPREENDEDORISMO Estácio Ramos Teste rápido de compatibilidade sanguínea consagra médico baiano vicecampeão do desafio OminiCompete 40 CARO GESTOR Osvino Souza Como conciliar as funções de médico e gestor? Esse e outros questionamentos são alvo do professor da Dom Cabral 44 CAPA Crise internacional Mercado prevê manutenção do crescimento e aposta na reação do país, mas está atento ao cenário externo 48 CONTRAPONTO Emenda 29 Nova seção da Diagnóstico traz argumentos favoráveis e contrários sobre grandes temas para o trade de saúde

4 EDITORIAL O senhor de todas as pesquisas O mercado do Nordeste parece ter se acostumado com a definição de menina dos olhos da maior economia da América Latina. Com um crescimento médio 20% superior ao restante do país, a região foi a única a avançar na crise 2008/2009 e pode novamente se descolar de uma eventual desaceleração do mercado brasileiro. Um otimismo discreto, é preciso dizer comprovado por números de uma pesquisa exclusiva feita pela revista Diagnóstico, com o apoio da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Abimo, que representa a indústria do setor, e operadoras. Trata-se de um panorama, traçado pela visão dos próprios players, que pode ajudar a entender melhor um cenário cada vez mais influenciado pela dinâmica dos mercados globais. E ensinar algumas lições para o trade de saúde, por que não? Foi assim com os lucros abundantes do mercado financeiro na década de 90, que colocaram em segundo plano investimentos em modernização gerencial, controle de custos etc. Era época de investir em poupança e fundos de curto prazo, como o overnight. Uma ciranda que deixou pelo caminho, após a estabilização da moeda, grandes operações, como a Golden Cross, que jamais se recuperou da opção pelo mercado, e vários serviços de saúde Brasil afora. Os que sobreviveram foram obrigados a se reestruturar diante da fuga de capitais. Se a crise vai atingir ou não nosso mercado e com qual intensidade ninguém sabe afirmar com precição. Mas quantos hospitais e operadoras estão preparados para enfrentá-la? Quantos serviços de saúde ainda mantêm práticas de comando com base na gestão familiar pouco profissionalizada e foco na intuição? Somente o mercado, senhor de todas as pesquisas, saberá responder. Boa leitura! Reinaldo Braga Publisher Gestão em Saúde Publisher Reinaldo Braga (MTBa 1798) Diretor Executivo Helbert Luciano Diretoria Jurídica Giovana Rocha Repórteres Salvador/Fortaleza Danielle Villela (MTBa 3956) Mara Rocha (MTBa 3158) Recife Raíssa Ebrahim Comercial Ricardo Messias Financeiro Ana Cristina Sobral Fotos Francisco Fontenele Marcelo Soares Roberto Abreu Ilustrações Tulio Carapia Revisão Calixto Sabatini Tratamento de Imagens Roberto Abreu Capa Maicon Santos Estagiários Adalton dos Anjos Maicon Santos Atendimento ao leitor (71) Para Anunciar (71) Impressão Gráfica Santa Marta S.A. Distribuição Dirigida Correios Realização Grupo Criarmed Marketing em Saúde Av. Centenário, 2411, Ed. Empresarial Centenário, 2º andar CEP: Salvador-BA A Revista Diagnóstico não se responsabiliza pelo conteúdo editorial do espaço Prestador Referência, cujo texto é de responsabilidade de seus autores. Artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do veículo.

5 S A PPP da Saúde é um divisor de águas para o mercado médico-hospitalar brasileiro. Além da oportunidade de novos negócios para o setor de saúde suplementar, a iniciativa pode ser um aliado valioso para balizar os parâmetros de qualidade dos próprios hospitais públicos Amanda Morais, São Luís-MA PPP da saúde O Hospital do Subúrbio na Bahia é case de sucesso que precisa ser replicado em todo o Brasil. Juarez Soares, Recife-PE Um hospital público onde não falta gase, o tomógrafo não quebra, e o médico não falta. O modelo já existe. Só falta replicar Jônatas Soledade, Teresina-PI Caro Gestor Gostaria de parabenizar o professor Osvino Souza pelas suas colocações sempre valiosas para o mercado de saúde do país. São informações que nos fazem refletir. Ivan Gomes, Olinda-PE Muito importante a provocação feita na última edição da revista sobre ética nos negócios, publicada na seção Caro Gestor. Acho que pouco se debate sobre a questão e, quando o assunto vem à tona, há sempre respostas prontas. No setor em que atuamos, o assunto deveria ser pauta diária de qualquer reunião. Gustavo Morais, Itabuna-BA HOSPITALAR A presença do Nordeste na 18ª Hospitalar, realizada em São Paulo, em maio passado, mostrou como a região está atenta às oportunidades de crescimento do mercado médico-hospitalar. Não por acaso, nossa presença tem crescido de forma tão relevante. Aparecido Gomes, Natal-RN Adorei a cobertura da Diagnóstico na Hospitalar. Pela primeira vez, a região se viu e foi vista em uma publicação de relevância. Não se trata de bairrismo, mas se nós não valorizarmos nosso mercado, quem o fará? Danilo Pontes, Salvador-BA benchmarking Foi com enorme prazer que li sobre a premiação Benchmarking Saúde, organizada pela revista Diagnóstico. Acho que esse tipo de iniciativa só faz fortalecer mais ainda o mercado médico-hospitalar da região. Amaury Seixas, Recife-PE marcelo boeger Concordo plenamente com Marcelo Boeger (Entrevista). O investimemento em hotelaria é, de fato, um grande aliado dos hospitais que querem se destacar no mercado. Espero sinceramente que esse entendimento possa, um dia, ser compreendido pelas operadoras de saúde, que insistem em ignorar a remuneração diferenciada para hospitais que investem em hotelaria. Joseph Castro, Caruaru-PE Parabéns ao especialista Marcelo Boeger pela excelente entrevista. Muito informativa. Wagner Oliveira, Aracaju-SE paulo lopes Gostaria de parabenizar o articulista Paulo Lopes, em especial pelo texto da última edição Mudanças na cultura organizacional. É incrível como a estrutura piramidal, aquela que imputa na alta direção o monópolio do pensamento estratégico, ainda perdura. É preciso, como ele brilhantemente cita, que haja uma abordagem mais orgânica, democrática e participativa. Antônio L., Recife-PE Roberto Abreu A FORÇA DO INTERIOR Leitores de diversas partes do Nordeste comentaram sobre os investimentos que vêm sendo feitos por grandes instituições de saúde da região, que estão fora das capitais, mas quase nunca ganham destaque na mídia, como pontuou o petrolinense Aldo Silva. Segundo ele, há no interior do Nordeste diversos Samurs referência ao hospital de Vitória da Conquista, tema da seção Prestador Referência da última edição. A revista Diagnóstico deveria dar mais cobertura ao que acontece no interior, sugere o pernambucano André F, de Olinda. Diagnóstico set/out

6 ENTREVISTA MARCELO BARBOZA Roberto Abreu Marcelo Boeger é coordenador da especialização em hotelaria hospitalar do Instituto de Ensino e Pesquisa Albert Einstein Marcelo Barboza, diretor- presidente da Diagnósticos das Américas (Dasa): foco agora é crescimento orgânico Cerca de 500 hospitais de todo Brasil podem ser nossos clientes Danielle Villela O executivo Marcelo Noll Barboza, diretor- -presidente da Diagnósticos das Américas (Dasa), tem um currículo do tamanho do desafio para gerir a maior empresa de medicina diagnóstica do Brasil, com receita na casa dos R$ 2 bilhões. Formado em Engenharia Elétrica e com mestrado em Business Administration pela Harvard Business School, Barboza tem passagem pelo setor de saúde (GE Healthcare) e financeiro em 2001, foi escolhido pela revista Institucional Investor como um dos world s top 40 leaders in online finance, época em que era diretor-geral da InvestShop Corretora. Uma combinação quase obrigatória para quem precisa dialogar com o mercado, sem perder as rédeas da complexidade do setor de saúde. Com frases comedidas e gestos polidos para falar de negócios bem ao estilo de Wall Street, Barboza vem sendo pressionado pelo conselho a aumentar a rentabilidade da operação, algo que se tornou mais proeminente com os reveses nos balanços divulgados até agora (queda de 2,6% e 45,2% no lucro líquido, no primeiro e segundo trimestres de 2011, respectivamente). Não por acaso, o foco da operação mudou. Se a prioridade eram aquisições, o objetivo agora é ampliar o mercado de marcas como o Cerpe, em Pernambuco, o Labpasteur, em Fortaleza, e o Image Memorial, na Bahia no caso específico do Nordeste. Temos interesse em conversar, pondera Barboza, sobre a possibilidade de eventuais incorporações. Mas é preciso ter uma boa marca. Em visita a Salvador, o executivo falou a Diagnóstico. 06 Diagnóstico set/out 2011

7 Diagnóstico Qual a representatividade do mercado nordestino nos negócios da Dasa? Barboza Não divulgamos esse percentual. Mas posso afirmar que o Nordeste não tem uma participação tão relevante quanto potencialmente deveria ter na receita da Dasa. Estimamos que, ao longo dos próximos anos, a companhia deve crescer de forma orgânica acima de 12%. O crescimento da região será acima da média nacional. Diagnóstico A Dasa ainda busca novos players para aquisição no Nordeste? Barboza Mais do que comprar uma empresa neste ou naquele estado, nosso maior gancho é colocar energia e capital para valorizar o que já temos. Nosso posicionamento no Nordeste é de marcas campeãs. Temos grandes oportunidades de crescimento no Ceará, na Bahia e em Pernambuco, com a expansão das marcas Labpasteur, em Fortaleza, Image Memorial, em Salvador, e Cerpe, em Recife. Enquanto o Image Memorial sempre se dedicou ao diagnóstico por imagem, o Cerpe tem um volume de atuação mais voltado para a área de análises clínicas. Proporcionalmente, inclusive, é muito equilibrada a inversão da atuação nas duas praças e são enormes as possibilidades de aumentar o mix de serviços dentro de nossas próprias marcas. Diagnóstico Quais são as prerrogativas para que uma instituição desperte o interesse da companhia? Barboza Ser líder, com uma boa marca, uma boa gestão e com um preço atraente. Nossa tendência é comprar operações em lugares onde ainda não temos atuação. Temos interesse em conversar, mas não é nosso principal foco no momento. Há cerca de um ano fizemos um negócio com o Cerpe, em Pernambuco, e acabamos de realizar uma transação de quase R$ 2 bilhões para aquisição do MD1, com mais de 4 mil pessoas se juntando à empresa. Estamos em um momento de integrar essas operações. Se aparecer uma boa aquisição, vamos fazer, a exemplo do que fizemos em São Paulo, com a Previlab e a Citolab. Diagnóstico Há um limite na relação valor final/ebtida? Barboza Algo em torno de cinco a sete vezes. Por uma razão ou outra, poderíamos estar dispostos a pagar um pouco mais em alguns casos, mas acreditamos que esses números representam uma zona de conforto. Diagnóstico Qual o caixa disponível da Dasa para aquisições? Barboza Não existem números fechados. No passado, até formalizávamos esse valor para o mercado, mas não mais. Não acredito em guiders ou indicativos de quanto vai ser gasto em aquisições. Diagnóstico E no que se refere ao crescimento orgânico? Barboza Os investimentos devem chegar a R$ 150 milhões até o final deste ano (R$ 40 milhões a menos que em 2010). Em 2012, esses valores serão 20% a 25% maiores em relação a Provavelmente, teremos um recorde de investimentos, mas ainda não fizemos o orçamento para o próximo ano e nem aprovamos com o conselho. Não temos ainda um número fechado. Diagnóstico A Dasa já identifica resultados satisfatórios com as alianças operacionais? Barboza Sim, principalmente na área de análises clínicas. Achamos que faz todo sentido para um hospital terceirizar e ter um fornecedor com o perfil da Dasa. Estamos entre os cinco principais clientes do mundo quando se trata dos principais itens de consumo de reagentes e materiais ligados à área técnica de laboratórios. Não negociamos mais no Brasil, mas direto nas matrizes. Ou seja, a diferença de custo que temos em relação ao hospital de médio porte é muito grande. Diagnóstico Como essa vantagem se expressa em números? Barboza Não revelamos esse tipo de informação, mas posso dizer que temos a possibilidade de oferecer uma equação custo x benefício bastante interessante para os hospitais. Por isso mesmo, estamos otimistas quanto à nossa expansão nesse segmento. Diagnóstico Pode haver guerra de preços? Barboza Partimos do princípio de que temos que garantir um retorno ao acionista, então não é nosso costume entrar na região e praticar preços abaixo do mercado. Essa não tem sido a nossa prática e não vejo nenhuma sinalização de mudança. Achamos que devemos praticar preços de mercado e oferecer uma equação de qualidade do serviço prestado versus custos. Hoje atuamos em cerca de 80 hospitais, e nossa meta é dobrar, provavelmente, chegando a 150 hospitais nos próximos cinco anos. Diagnóstico Qual o tamanho do mercado de diagnóstico nos hospitais nordestinos? Barboza Estimamos que, em todo Brasil, haja aproximadamente 500 hospitais privados que poderiam ser nossos clientes. A quantidade de hospitais é muito grande e estamos estruturando um time comercial para escolher algumas instituições e bater na porta de todas elas. A maioria dos hospitais ainda não terceirizou seus serviços de análises clínicas e diagnóstico por imagem, e acredito que essas atividades estão mais verticalizadas dentro da própria instituição. Especificamente no Nordeste, queremos ter uma participação A maior empresa do mundo em medicina diagnóstica, a Labcorp, tem valor de mercado de US$ 8,2 bilhões. A Dasa, US$ 3,5 bilhões. Ou seja, a diferença não é tão grande. Não é todo mundo que tem um cheque nesse valor Diagnóstico set/out

8 ENTREVISTA MARCELO BARBOZA muito forte na área hospitalar, com a estratégia de adotar uma modelagem parecida com a que montamos no Hospital Santa Izabel, em Salvador. Atuamos em oito hospitais em Fortaleza, sete em Recife e um em Salvador. Diagnóstico A emissão de laudos a distância vem avançando no segmento de diagnóstico por imagem, uma realidade em mercados maduros, como o americano. A Dasa já estuda a adoção desse mecanismo? Barboza Pode ocorrer, mas para nós é algo pouco provável, pois acreditamos muito que o médico e o radiologista têm que estar no local, falando com o paciente, entendendo as questões. A telerradiologia, para nossa companhia, é um acessório importante apenas como uma revisão, uma segunda opinião. A grande operação de nossos laudos vai continuar sendo em nossas próprias unidades. Diagnóstico A companhia registrou queda de 45,2% em seu lucro líquido no segundo trimestre de Pode comentar? Barboza O lucro líquido caiu por várias razões. Uma delas é que a taxa de juros é maior, então nossa despesa financeira é maior proporcionalmente do que era há um ano. Tínhamos uma dívida de US$ 250 milhões e recompramos praticamente 90% desse passivo, o que provocou um impacto muito grande no curto prazo. A gente acredita que a operação como um todo é muito lucrativa, mas isso teve um impacto neste segundo trimestre e uma despesa financeira além do normal. Apesar de termos registrado essa queda no lucro líquido, a EBTIDA em relação ao ano anterior foi substancialmente maior. Diagnóstico Analistas do mercado financeiro avaliam que os últimos resultados da Dasa indicam que a companhia terá dificuldades para cumprir suas projeções para esse ano. A empresa já se adequou a esse novo cenário? Barboza Já fizemos uma revisão dessas projeções. Tínhamos uma projeção para o ano de R$ 590 milhões de margem EBTIDA e esse montante foi redefinido para a faixa de R$ 560 milhões a R$ 580 milhões. Foram duas as razões principais para a necessidade de rever essa margem para baixo. Primeiro, contávamos com algumas licitações grandes no Rio de Janeiro ainda no primeiro trimestre, o que não ocorreu e, obviamente, houve um atraso na receita e na margem. A segunda questão é o fato de Nosso limite de valor final para aquisição é de algo em torno de cinco a sete vezes em relação à EBTIDA. Por uma razão ou outra, poderíamos estar dispostos a pagar um pouco mais em alguns casos, mas acreditamos que esses números representam uma zona de conforto Tania Collier unidade do cerpe, em pernambuco: prioridade da Dasa é aumentar a rentabilidade 08 Diagnóstico set/out 2011

9 o CADE ainda não ter concluído a análise do processo da MD1. Temos sete marcas diferentes no Rio de Janeiro e já estávamos trabalhando, fechando algumas unidades. Tínhamos programado vários processos de sinergia que não vão mais acontecer esse ano [a entrevista foi concedida antes do Cade decidir pelo congelamento da operação]. Diagnóstico A atual crise econômica nos mercados financeiros internacionais pode afetar o mercado brasileiro de laboratório e diagnóstico por imagem? Barboza Nossa indústria não é afetada no curto prazo por uma crise internacional. Não exportamos, nem vendemos bens de capital para exportadores. O nosso negócio está baseado em um consumo interno. Além disso, com crise ou sem crise, as pessoas ficam doentes, buscam atendimento, vão ao médico e fazem seus exames. A crise de 2008/2009 mostrou que, na verdade, houve até uma aceleração do mercado de saúde naquele momento, porque você tinha mais gente, por exemplo, que estava com medo de perder o emprego e queria saber como andava sua saúde. No curto prazo, não vemos nenhum tipo de impacto. Tenho certeza que 2012 será um ano favorável, até porque o passado mostrou que, mesmo em crises maiores, não há impacto em nosso mercado em um prazo curto, de até 12 meses. Diagnóstico Mas a empresa tem se mostrado mais cautelosa com endividamento... Barboza Estamos mais cautelosos e mais conservadores na gestão financeira porque não sabemos como a taxa de juros vai se comportar. Por isso, eliminamos praticamente todas as nossas dívidas em dólar, porque não queremos correr esse risco cambial. Sabemos que, se a crise afetar o Brasil de forma prolongada, vamos ver uma diminuição do crescimento do número de segurados. Mas prefiro evitar falar se isso pode acontecer ou não, porque economia não é meu forte. Diagnóstico O Grupo Fleury decidiu eleger uma bandeira única para trabalhar aqui no Nordeste. A política da Dasa, ao contrário, é de manutenção das marcas locais. Trata-se de uma medida temporária? Barboza Não há razão para eliminá- -las. Se tivéssemos marcas fracas, talvez fizéssemos esse movimento. Mas temos uma força local e não há marcas no Nordeste que possam tirar a participação da outra, ou seja, o Image Memorial, o Cerpe, o Labpasteur não chocam umas com as outras. Naturalmente, há também uma dinâmica de respeito cultural, a importância que isso tem para a região e o orgulho que os funcionários têm com a marca. Diagnóstico Quais estados nordestinos, ainda sem operação pela Dasa, seriam candidatos a receber investimentos da empresa? Barboza A atratividade de um estado é composta por várias questões, desde tamanho de zona metropolitana, penetração dos seguros de saúde e nossa potencial relação com as fontes pagadoras, além de um bom time médico. Não vamos falar neste ou naquele estado, porque olhamos essa combinação de fatores, incluindo o perfil da empresa que está disponível para conversar conosco e o seu preço. Mas posso afirmar que temos interesse em toda região metropolitana que tenha aproximadamente um milhão de habitantes, considerando ainda dados específicos de cobertura por plano privado. Há algumas praças interessantes na Região Norte, como Manaus e Belém, mas não é nosso foco. Podemos falar em expansão na Região Norte através das operações de apoio, que são extremamente interessantes. Acreditamos muito nesse mercado, pois conseguimos atuar no Brasil inteiro sem necessidade de ter uma marca própria. Diagnóstico Qual a posição do apoio na área de negócios da Dasa? Barboza O principal negócio da companhia é o mercado privado, formado por nossas próprias marcas e unidades como o Image Memorial, em Salvador, o Cerpe, em Recife, e o Labpasteur e a Unimagem, ambos em Fortaleza. Esse mercado concentra dois terços da nossa receita. O outro terço é dividido entre a área de apoio e a prestação de serviços a hospitais privados e públicos. A área de apoio ainda é o quarto mercado nos negócios da Dasa, mas nós enxergamos possibilidade de expansão em vários estados. Atualmente, o mercado de laboratórios no Brasil ainda é muito pulverizado, são mais de 16 mil instituições. Desse total, apenas cinco mil são nossos clientes de apoio, concentrados, principalmente, em São Paulo e Rio de Janeiro. Diagnóstico Quando se fala em aquisições, se fala muito de quem compra como agente ativo no processo. A Dasa também recebe muitas propostas de venda? Barboza Muita gente nos procura, o que é natural. Em alguns casos, analisamos, em outros não. A diferença é que há outros compradores no mercado, que ficou mais competitivo. A maior empresa do mundo em medicina diagnóstica, a Labcorp, tem valor de mercado de US$ 8,2 bilhões. A Dasa, US$ 3,5 bilhões. Ou seja, a diferença não é tão grande. Não é todo mundo que tem um cheque nesse valor. Nosso lucro líquido caiu por várias razões. Uma delas é que a taxa de juros é maior, então nossa despesa financeira é maior proporcionalmente do que era há um ano. Tínhamos uma dívida de US$ 250 milhões e recompramos praticamente 90% desse passivo Diagnóstico set/out

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11 Maisa Domenech ARTIGO Tadeu Miranda Maisa Domenech é engenheira civil, pós-graduada em Administração Hospitalar e consultora Resoluções da ANS: solução ou problema? No modelo de cobrança das contas médico-hospitalares ainda vigente, temos uma importante não conformidade: valores de taxas e diárias que distam de forma expressiva do custo das estruturas hospitalares e taxas de administração aplicadas sobre os materiais e medicamentos que minimizam o déficit das primeiras. A partir de consenso entre as diversas entidades representativas do segmento de saúde, tais como CNS, FBH, Anahp, CMB, Abramge, Fenasaúde, Unidas e Unimed, a Agência Nacional de Saúde (ANS) vem liderando estudo sobre novas formas de remuneração do serviço médico-hospitalar, na busca de alternativas para minimizar a imprevisibilidade dos gastos, otimização de processos e padronização. Os encaminhamentos em andamento apontam para a diária global e pacotes cirúrgicos no caso de eventos de alta previsibilidade. Tal estudo prevê ainda a transposição de margens atualmente alocadas nos materiais e medicamentos para as taxas e diárias, itens estes que deveriam remunerar efetivamente a estrutura hospitalar. Sobre a forma de transposição das referidas margens, ainda não existe consenso e, portanto, definição. Como dito no documento Orientação Geral para Atendimento à Resolução CMED nº 3 e à Resolução Normativa nº 241 da ANS, datado de março de 2011, elaborado em consenso com as entidades representativas acima discriminadas, este instrumento, como explicitado na própria denominação, tem por objetivo a adequação pelas operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços hospitalares ao disposto na Resolução CMED 3 e RN 241 da ANS e deveria nortear o processo de negociação no setor. O referido instrumento esclarece ainda que o desenvolvimento do novo modelo de remuneração dos hospitais pressupõe atividades com horizonte de aplicação a médio e longo prazos, não havendo, portanto, espaço para tentativas imediatas de solução sobre questões estruturais. Ainda no referido instrumento, encontra-se descrito que não deveremos ter variações positivas ou negativas dos níveis de receita dos hospitais, ou seja, tal variação deverá ser neutra quanto ao valor global, variando apenas a distribuição e alocação de recursos. Apesar da referida orientação, temos assistido em todo o país a uma intensa movimentação no sentido de reduzir as margens dos prestadores de serviços médico-hospitalares referentes à cobrança dos medicamentos estritamente hospitalares, margens estas historicamente acordadas com as operadoras, seja através de instrumento contratual ou tacitamente. A citada movimentação, de uma forma geral, aparece com o argumento equivocado de que, a partir da Resolução CMED 3 e RN 241, os prestadores de serviços médico-hospitalares deverão apenas cobrar o Preço de Fábrica (PF) divulgado no Brasíndice, sem a margem historicamente existente entre o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) e o Preço de Fábrica (PF). Partindo da falsa premissa, temos visto diversas propostas/imposições aos prestadores de serviços, de taxa de administração de 10%, 18%, 25%, como se fosse concessão de bônus, ou até mesmo sem qualquer taxa. Tais ofertas, na verdade, representam verdadeiros ônus para o prestador de serviço, já que considerando a lista positiva do Brasíndice, que integra a grande maioria dos medicamentos, a taxa a ser cobrada sobre o preço de fábrica é de aproximadamente 38,24%. Se considerarmos os itens integrantes da lista negativa do Brasíndice, teremos uma taxa de aproximadamente 33,07% (ICMS de 17%) e na lista neutra uma taxa de aproximadamente 41,34% (ICMS de 17%). Portanto, a referida movimentação gera redução de custos em favor da operadora de plano de saúde e perdas para o prestador de serviço, não somente no curto prazo como também no médio e longo prazos, pois pouco ou nada os prestadores de serviços terão para transpor em termos de margens para os valores de taxas e diárias quando da conclusão dos estudos acima referidos, comprometendo, assim, a manutenção da estrutura de atendimento. Tal comprometimento tornar-se-á mais grave e com sérias consequências para os prestadores de serviços e, consequentemente, para os usuários do sistema de saúde suplementar, se a referida movimentação relacionada aos medicamentos de uso restrito aos hospitais e clínicas tiver o escopo de sua aplicação ampliado para os demais itens de medicamentos e até mesmo materiais, sem a adequada transposição de margens. A taxa de administração ou taxa de serviços, historicamente apelidada de taxa de comercialização pelo mercado, constitui remuneração devida, imprescindível aos prestadores de serviços, e correspondente aos serviços de seleção, programação, armazenamento, distribuição, manipulação, fracionamento, unitarização, dispensação, controle e aquisição, previstos na RN 241 da ANS, Artigo 1, Inciso II. Sobre o assunto em pauta, as entidades representativas dos prestadores de serviços médico-hospitalares têm cooperado, de forma incansável, com o encaminhamento constante à ANS de informações relacionadas ao não cumprimento da Orientação Geral para Atendimento à Resolução CMED nº 3 e à Resolução Normativa nº 241 da ANS, de modo a facilitar e contribuir com o exercício do papel fiscalizador e disciplinador desta agência. Apesar da visível inércia demonstrada pela ANS frente à situação reinante, não podemos fraquejar. As instituições prestadoras de serviços médico-hospitalares necessitam cada vez mais se articular e, com o apoio das entidades representativas, evitar o comprometimento da sobrevivência dos hospitais e clínicas. De suma importância, também, será a articulação entre entidades representativas do segmento, para que juntas façam com que o papel da ANS, de grande valor para o mercado de saúde suplementar, seja efetivamente exercido, contribuindo para atenuar as conturbadas relações entre operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços e beneficiários, fazendo cumprir de forma isenta as normas estabelecidas e colaborando ativamente para a melhoria do sistema de saúde como um todo. Diagnóstico set/out

12 Mercadoegestão Reinaldo Braga capital O show dos investidores A provável abertura do mercado de saúde brasileiro para o capital externo tem tornado cada vez mais constante a presença de grandes investidores em eventos do setor de saúde. No último deles, no I Congresso Nacional de Hospitais Privados (Anahp), realizado em setembro, em São Paulo, o banqueiro André Esteves, dono do BTG Pactual e sócio da Rede D Or, falou para uma plateia qualificada e impávida, como se estivesse diante de um pop star. Em uma aparição relâmpago, Esteves tripudiou do governo ( O governo tem medo que o investidor estrangeiro vá embora e leve o hospital debaixo do braço para a França? ) e tergiversou quando instado a dar mais detalhes da parceria com Jorge Moll ( É muito bacana ). Sinal evidente de que o show está apenas começando. MAIS DINHEIRO Na outra ponta, sem meias palavras, o bilionário Eike Batista (Grupo EBX): Estamos investindo US$ 15 bilhões, nos próximos dois anos, e mais US$ 40 bilhões em dez anos. O foco será em educação e saúde. Novas universidades e hospitais. governança Hospital Aliança Vem cabendo à Dom Cabral a definição do planejamento estratégico do Hospital Aliança, em Salvador. Um dos ícones no segmento de alto padrão no Nordeste, a unidade aderiu ao Programa para Excelência (Paex), da escola de gestão mineira. Unimed Falência Enquando a Unimed Recife comemora o bom momento, com a inauguração de mais um hospital e investimentos de R$ 18 milhões, a cooperativa baiana, via Unihosp, repassou para um investidor o desafio de reabrir a unidade, fechada desde o início do ano. Uma das apostas foi entregar a operação para grupos locais que atuam na área de diagnóstico por imagem e oncologia. Sem sucesso. Roberto Abreu turismo médico Nicho africano Um dos consensos do I Simpósio Norte Nordeste de Gestão Hospitalar, realizado em setembro, em Recife: continuar fazendo com que africanos ricos cruzem o Atlântico em busca de tratatamento de ponta em Pernambuco é um nicho, mas não o suciente para tornar realidade o mercado de turismo médico no Nordeste. Para se ingressar no negócio internacional de turismo, não basta apenas ter hospitais com selo da JCI e ser um bom destino, disse à coluna a consultora da Prime Medical Concierge, Mariana Palha. É preciso conhecimento e, pricipalmente, divulgação. Um desafio que as autoridades pernambucanas devem perseguir. No quesito excelência técnica, os hospitais pernambucanos nada têm a dever, seja qual for o destino mundo afora. negócio Amil A função número um do executivo pernambucano Geraldo Matos, que acaba de assumir o departamento de relação com prestadores da Amil, depois de 18 anos no Grupo Hope/Esperança e outros três no D Or: inaugurar uma nova fase com o mercado e contornar os descontentamentos pontuais, mas crescentes, na rede de prestadores. VENDENDO O BRASIL Investing in Brazilian Healthcare é tema do encontro que deverá reunir em Nova Iorque, nos dias 14 e 15 de novembro, algumas das principais autoridades do setor de saúde do país, entre elas o presidente da Bradesco Seguros, Márcio Coriolano, Francisco Balestrin, da Anahp, Leandro Reis, diretor de regulação da ANS, Maurício Neves, da Unimed Paulistana, Eduardo Dantas, da Associção Brasileira de Direito Médico, e Augusto Gitirana, CEO do Memorial São José, de Pernambuco. O evento tem como subtema The only event focused on increasing investment & deal-making on the $ 200 billion brazilian healthcare market. Em bom português: a temporada de pré-abertura do mercado de saúde vai bem, obrigado. Hospital Unimed, de Salvador: em busca de um investidor HOSPITAL DO AÇÚCAR Com dívidas que ultrapassam os R$ 50 milhões, o tradicional Hospital do Açúcar, segundo maior de Alagoas, escolheu o médico Vanilo Soares da Silva para ser o timoneiro de uma nau há muito fora de controle. Com passagem pela Unimed local, Soares teve o nome referendado por unanimidade pelo conselho, formado por representantes do Ministério da Saúde, que herdou a unidade do antigo Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA), usineiros e plantadores. Há menos de um mês à frente do desafio, o executivo vem negociando parte das dívidas com fornecedores à espera de um bote salva-vidas. Leia-se, governo. AQUISIÇÕES Consolidador Os movimentos do Grupo Delfin líder no segmento de diagnóstico por imagem no Nordeste (faturamento de R$ 180 milhões/ano) têm despertado a curiosidade do mercado. Depois de adquirir o NHC, em Natal, acaba de assumir a gestão da Santa Casa de Santo Antônio de Jesus (BA). carreira Rede D Or O executivo Frederico Bandeira, que já está de malas prontas para Recife deixa o São Rafael, tem tudo para se tornar homem forte da Rede D Or no Nordeste. 12 Diagnóstico set/out 2011

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