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1 TÍTULO DE LA COMUNICACIÓN: Português: A importância da percepção dos residentes dos impactes do turismo e da interacção residente-visitante no desenvolvimento dos destinos turísticos Inglês: The relevance of the hosts perception of tourism impacts and hosts-tourist interaction on the development of tourism destinations AUTOR 1: Celeste Eusébio AUTOR 2: Maria João Carneiro DEPARTAMENTO: DEGEI, GOVCOPP UNIVERSIDAD: Universidade de Aveiro ÁREA TEMÁTICA: Turismo RESUMEN: Os residentes são importantes stakeholders da actividade turística, influenciando o processo de desenvolvimento dos destinos turísticos. A literatura revela que quando os residentes percepcionam os benefícios do turismo desenvolvem atitudes favoráveis em relação ao turismo, contribuindo para uma maior interacção com os visitantes. Esta interacção poderá contribuir para um aumento da satisfação dos visitantes e da fidelização aos destinos. Pretende-se com este artigo analisar o tipo de relação existente entre a percepção dos residentes dos impactes do turismo num destino urbano e o nível de interacção que os residentes estabelecem com os turistas. Com base nesta análise pretende-se, também, analisar a importância da avaliação da percepção dos impactes do turismo e da interacção entre visitantes e residentes no processo de desenvolvimento turístico dos destinos. Procedeu-se à administração de um questionário aos residentes da cidade de Aveiro para avaliar a percepção dos impactes do turismo e o grau de interacção, em diferentes contextos, que estabelecem com os visitantes. Foram obtidos 570 questionários válidos. Foram utilizadas várias análises estatísticas, nomeadamente Análise de Componentes Principais e Análise de Regressão Linear Múltipla. Os resultados obtidos evidenciam que os residentes da cidade de Aveiro percepcionam sobretudos os benefícios socioculturais do turismo, sentem-se à vontade quando têm que interagir com os visitantes, apresentando, no entanto, um grau de interacção com os visitantes relativamente baixo. Observou-se, igualmente, que a percepção dos impactes do turismo influencia o grau de interacção que os residentes estabelecem com os visitantes. O artigo termina com um conjunto de orientações que os responsáveis pelo desenvolvimento dos destinos deverão ter em consideração para promoverem o desenvolvimento sustentável destes destinos. PALABRAS CLAVE: interacção residente-turista, destinos urbanos, impactes do turismo, desenvolvimento sustentável, estratégias de desenvolvimento dos destinos turísticos

2 1.Introdução O turismo é considerado uma das principais actividades económicas e sociais a nível mundial. Os indicadores estatísticos mais recentes publicados pela WTTC (2009) revelam que, em 2009, o turismo contribuiu com cerca de 7,6% do emprego total a nível mundial, com 9,4% do Produto Interno Bruto, com 9,4% do investimento e com 10,9% do total das exportações. Os dados apresentados pela UNTWO (2008) corroboram a importância do turismo na actualidade. Em 2007, as receitas do turismo internacional representaram 6% do total das exportações e 30% do total das exportações de serviços. Estes indicadores sugerem claramente que o turismo é, a nível mundial, uma das principais indústrias de serviços. O turismo é uma actividade económica que influencia o desenvolvimento mas, ao mesmo tempo, o nível de desenvolvimento das regiões de origem dos visitantes e dos destinos turísticos influencia toda a actividade turística, na medida em que o turismo é um sistema que recebe inputs do contexto económico, social, político, cultural e ambiental em que se insere, proporcionando, ao mesmo tempo, muitos outputs para esse contexto, podendo contribuir desta forma para o desenvolvimento de muitas regiões. Devido a esta capacidade, é frequentemente catalogado como motor de desenvolvimento das regiões, ao contribuir para a entrada de divisas, para o aumento da actividade económica e produtiva de um conjunto diversificado de empresas, diversificação da estrutura económica, geração de emprego, aumento do rendimento das famílias, aumento das receitas do estado e melhoria das infra-estrururas viárias, de apoio social e recreativas (Cooper et al., 1998; Carbone, 2005; Dwyer e Forsyth, 1993; Eusébio, 2006; Mathieson e Wall, 1990; Page et al., 2001; Sawamipkakdi, 1988; Sharpley e Naidoo, 2010). Todos estes benefícios poderão de forma integrada contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades. Apesar dos benefícios económicos do turismo serem normalmente os mais citados quando se pretende analisar a importância do turismo no desenvolvimento das regiões, a natureza complexa e multifacetada do turismo faz com que os seus efeitos não se limitem apenas à esfera económica. O turismo poderá contribuir para a valorização do património cultural, para a revitalização das artes e ofícios tradicionais, para a criação de equipamentos culturais (Ap, 1992; Andereck et al., 2005; Brunt e Courtney, 1992; Mathieson e Wall, 1990) e para a preservação do meio ambiente (Andereck et al., 2005). No entanto, apesar de, para a maioria das regiões de destino, os efeitos positivos do turismo serem superiores aos efeitos negativos, existem vários efeitos negativos de que o turismo poderá ser responsável, como, por exemplo, contribuir para o aumentos

3 do nível geral de preços (Akis et al., 1996; Brunt e Courtney, 1999; Haralambopoulos e Pizam, 1996; Mathieson e Wall, 1990), alterações da conduta moral, desenvolvimento de processos de aculturação (Ap, 1992; Andereck e tal., 2005; Brunt e Courtney, 1999; Mathieson e Wall, 1990) e destruição do meio ambiente (Andereck et al., 2005; Archer e Cooper, 2002; Ko e Stewart, 2002; Mathieson e Wall, 1990). A maximização dos impactes positivos do turismo e a minimização dos custos passa, obrigatoriamente, pela implementação de estratégias de desenvolvimento turístico que integrem as componentes necessárias para que o turismo possa efectivamente desempenhar o papel de motor de desenvolvimento das regiões que, frequentemente, lhe é atribuído. Uma das componentes fundamentais que deve integrar qualquer estratégia de desenvolvimento turístico dos destinos é a comunidade. Trabalhar com as pessoas, e não apenas para as pessoas, deve ser o lema de qualquer estratégia de desenvolvimento turístico. A relevância dos residentes tem sido analisada em vários domínios da actividade turística (McDowall e Choi, 2010), como por exemplo em termos de competitividade e atractividade dos destinos turísticos e na definição de políticas e estratégias de desenvolvimento turístico para os destinos. Estes domínios têm um papel relevante no sucesso ou insucesso de um destino. Se os residentes forem ouvidos e integrados no processo de desenvolvimento turístico e se percepcionarem impactes positivos líquidos do turismo tenderão a ter uma atitude mais favorável com os visitantes e, consequentemente, a contactarem com mais frequência com os visitantes (McDwall e Choi, 2010). Estas atitudes dos residentes terão um efeito positivo na experiência turística dos visitantes. Caso os visitantes fiquem satisfeitos tenderão a tornar-se mais fieis ao destino, repetindo a visita ou recomendando o destino ao seu grupo de familiares e amigos. Com base nos argumentos descritos anteriormente fica claro que os residentes são importantes stakeholders dos destinos turísticos, podendo ser, em simultâneo, beneficiados e beneficiadores da indústria turística. No entanto, se a estratégia de desenvolvimento turístico não permitir um desenvolvimento sustentável do destino, os residentes podem passar a desempenhar o papel, em simultâneo, de prejudicados e de prejudicadores da indústria turística. Uma das principais formas em que se poderá traduzir a atitude dos residentes face ao turismo é através do nível de contacto social que estabelecem com os visitantes. Apesar da relevância desta temática para o sucesso dos destinos turísticos a investigação neste domínio é, ainda, extremamente reduzida (Reisinger e Turner, 1998; Reisinger e Turner, 2003; Pizam, et al, 2000). Os poucos

4 estudos que têm sido feitos neste domínio, de acordo com o tipo de intervenientes, poderão ser categorizados em três grupos: estudos que analisam a interacção entre visitantes (ex: Murphy, 2001); estudos que analisam a interacção entre residentes e visitantes na perspectiva dos visitantes (ex: Pizam et al., 2000; Yoo e Sohn; 2003; Reisinger e Turner, 1998; Reisinger e Turner, 2002) e estudos que analisam a interacção entre visitantes e residentes prespectiva dos residentes (ex: Andereck et al, 2005; Brunt e Courtney, 1999; Lawton, 2001; Weaver e Lawton, 2001). Este estudo pretende contribuir para o desenvolvimento da investigação ao nível da interacção residentevisitante na perspectiva dos residentes. Pretende-se, também, identificar os factores que poderão influenciar o grau de interacção residente-visitante. Para alcançar este objectivo, o artigo foi estruturado em três secções. Numa primeira secção apresenta-se o quadro teórico relacionado com a temática que está a ser objecto de análise, fazendo referência à importância da comunidade no desenvolvimento turístico dos destinos, à interacção em turismo, aos factores que poderão influenciar a interacção residentevisitante na perspectiva do residente. Nesta secção apresenta-se também uma análise detalhada da percepção dos residentes dos impactes do turismo, pelo facto de se considerar que a percepção dos impactes é um dos principais factores que influencia a interacção residente-visitante. O referencial teórico culmina com a proposta de um modelo conceptual que pretende analisar a relação entre interacção residente-visitante e o desenvolvimento dos destinos turísticos, que inclui os factores relacionados com os residentes que poderão influenciar a frequência de interacção residente-visitante. Numa segunda secção pretende-se testar em termos empíricos uma parte do modelo conceptual proposto os factores relacionados com os residentes que influenciam a frequência da interacção entre residentes e visitantes. Para atingir este objectivo, apresentam-se os resultados de um estudo empírico realizado junto dos residentes da cidade de Aveiro (Portugal), onde pouca investigação tem sido feita neste domínio. O artigo termina como uma discussão dos resultados em termos de contribuições e implicações do artigo para a problemática teórica que lhe está associada e para o desenvolvimento turístico de um destino urbano a cidade de Aveiro. 2. A importância do contacto social entre residentes e visitantes no desenvolvimento dos destinos turísticos 2.1. Interacção residente-visitante Tal como Reisinger e Turner (2003) sugerem, no âmbito do turismo o contacto social pode ser definido como o encontro pessoal entre um turista e um residente. Este

5 contacto pode ocorrer quando os visitantes compram produtos aos residentes, quando visitantes e residentes ficam lado a lado num determinado local (ex: praia, monumento) ou quando se encontram face a face para trocar informações e ideias (De Kadt, 1979). O contacto residente-visitante geralmente é temporário, breve, não repetitivo, sujeito a exploração e desconfiança, superficial, em determinadas situações formal e comercial, bem como assimétrico em termos de significado para o visitante e o residente (De Kadt, 1979; Reisinger e Turner, 2003). Este último aspecto é especialmente corroborado por Krippendorf (1987) que afirmava que os visitantes e residentes de um mesmo destino se encontram em situações completamente opostas. Enquanto o visitante se encontra, geralmente, a desfrutar o seu tempo de lazer, satisfazendo as suas necessidades recreativas, possuindo liberdade e usufruindo de momentos que lhe proporcionam prazer, os residentes estão geralmente a trabalhar, tentando satisfazer outro tipo de necessidades, tais como as de subsistência. Yoo e Sohn (2003) realçam, especificamente, que no caso dos turistas internacionais, as interacções entre turistas e residentes são relações que se estabelecem entre pessoas de sociedades diferentes, que possuem sistemas de valores diferentes. Como Doxey (1975) sugere através do seu índice de irritação, as relações visitanteresidente podem caracterizar-se por euforia, apatia, irritação e antagonismo. Por um lado, como Yoo e Sohn (2003) remarcam, as diferenças existentes entre turistas e residentes podem originar determinados problemas, tais como o visitante sentir-se inseguro por estar em condições estranhas, ou sentir que é visto como uma mera fonte de rendimento pela comunidade hospedeira. No entanto, por outro lado, a interacção residente-visitante pode contribuir para uma maior satisfação dos residentes (ex: Pizam et al., 2000), nomeadamente pelas oportunidades de socialização e de intercâmbio cultural que possibilita, fomentando que o residente contribua de forma mais positiva para o desenvolvimento turístico dos destinos. A interacção residente-visitante tem sido operacionalizada de modos muito diferentes ao longo dos anos. Krippendorf (1987) sugeriu, na década de 80, uma forma de operacionalização que consistia na classificação dos residentes em categorias, com base na frequência e tipo de contacto (directo ou não) estabelecido com os visitantes e, ainda, na dependência do turismo em termos de rendimento. De acordo com esta tipologia de classificação, os residentes podem ser classificados nas seguintes quatro categorias: (i) (ii) Pessoas que estão em contacto directo e contínuo com os turistas e que dependem economicamente do turismo; Proprietários de negócios turísticos mas que não têm contacto regular com os turistas;

6 (iii) Pessoas que estão em contacto frequente e directo com os turistas mas cujo rendimento só provem parcialmente do turismo; (iv) Residentes que não têm contacto directo com os turistas ou que simplesmente passam por eles em determinados locais. Muitas vezes a interacção residente-visitante tem sido operacionalizada com base na frequência do contacto entre estes dois agentes (Andereck et al., 2005; Weaver e Lawton, 2001). Weaver e Lawton (2001) tentaram medir a interacção residente-visitante numa zona de franja rural-urbana na Goald Coast, na Austrália, pedindo aos residentes que indicassem a quantidade de contacto estabelecido com o turista durante o Verão (ex: frequentemente, algumas vezes). De forma semelhante, Andereck et al. (2005) avaliaram o contacto de residentes do Arizona com visitantes dessa região apenas com base num único item, utilizando uma escala de quatro pontos que variava entre nenhum contacto e uma grande quantidade de contacto. Num estudo desenvolvido em Israel por Pizam et al. (2000) que se focalizava na interacção entre o turista e o residente, a frequência de contacto era avaliada consoante o facto de os destinos frequentados pelos turistas oferecerem maior ou menor oportunidade de contacto com os residentes. Os turistas foram então divididos em três grupos de acordo com o tipo de destino que estavam a visitar - Kibbutz, Moshav e Cidade. O foco de várias outras pesquisas foi, no entanto, o tipo de relação estabelecido entre residentes e visitantes, tendo estado a operacionalização da interacção residentevisitante baseada neste aspecto (Heuman, 2005; Reisinger e Turner, 1998; Reisinger e Turner, 2002; Teye et al., 2002; Zhang et al., 2006). Neste tipo de pesquisa avaliavamse características da relação tais como o facto de o contacto ser ou não directo, o tipo de acções desenvolvidas para estabelecer contacto (ex: partilhar refeições, os residentes indicarem aos turistas locais a visitar) e o nível de intimidade criado (ex: os residentes terem desenvolvido amizade com turistas). Apenas num reduzido número de estudos (ex: Brunt e Courtney, 1999) a interacção residente-visitante foi operacionalizada com base, simultaneamente, na frequência e tipo de contacto. Brunt e Courtney (1999), num estudo realizado em Dawlish - um pequeno resort balnear em South Devon (no Reino Unido) - optaram por operacionalizar a interacção residente-visitante com base na frequência e tipo de contacto, tendo para o efeito utilizado a tipologia de classificação dos residentes definida por Krippendorf (1987), já anteriormente referida. De acordo com a revisão de literatura acima apresentada observa-se que a frequência de contacto tem sido considerada, frequentemente, um bom indicador da interacção residente-visitante. No entanto, uma das limitações da pesquisa realizada é que não tem em consideração a pluralidade de espaços existentes ao nível do destino e o facto de a

7 interacção residente-visitante, em cada um desses espaços, poder ser diferente. O estudo empírico realizado no presente artigo procura colmatar esta limitação, avaliando a frequência de contacto em diversos locais do destino (ex: em monumentos, na rua). Alguns autores não se limitaram a investigar a interacção residente-visitante, tentando analisar também as potenciais consequências dessa interacção para os turistas e para os residentes. Reisinger e Turner (2002) testaram o impacte da interacção dos turistas com os residentes na satisfação dos turistas. Em 2003, Yoo e Sohn (2003) propuseram um modelo das interacções interculturais dos turistas internacionais que testaram com entrevistas realizadas a cidadãos Coreanos que tinham feito uma viagem ao estrangeiro nos últimos doze meses. Neste modelo, os autores realçam o importante papel que a interacção com os residentes pode ter no sentido de ajudar os turistas internacionais a ultrapassarem conflitos que sentem quando estão no destino, permitindo-lhes, nomeadamente, aprender normas culturais locais e alterar imagens negativas que lhes tivessem sido transmitidas sobre o destino. Weaver e Lawton (2001) procuram perceber qual é a influência que a interacção residente-visitante tem nas atitudes dos residentes relativamente ao turismo. No entanto, mesmo neste caso, a interacção só é avaliada com base num único item referente à frequência de interacção com turistas na época de Verão. No estudo de Pizam et al. (2000) realizado em Israel com working tourists, verifica-se que quanto maior é a interacção dos turistas com os residentes, mais favoráveis são os sentimentos dos turistas relativamente aos residentes e mais positiva é a mudança de atitude relativamente a esses residentes e ao próprio destino. Outros autores procuraram identificar variáveis que influenciam a interacção entre residentes e visitantes. Reisinger e Turner (1998, 2002) desenvolveram estudos e criaram um modelo sobre a influência de algumas variáveis valores, regras de comportamento e percepções dos fornecedores dos serviços turísticos (ex: se os fornecedores compreendem as necessidades dos turistas, se dão atenção individual aos turistas) - nas interacções sociais que se estabelecem entre turistas e residentes. O modelo foi testado com turistas Asiáticos que visitavam a região da Goald Coast, na Austrália. Yoo e Sohn (2003) advogam que os problemas que os turistas podem, eventualmente, sentir quando estão nos destinos, podem condicionar a sua interacção com os residentes. Tal como se pode observar, a investigação sobre a interacção residente-visitante nos destinos turísticos é muito escassa. Verifica-se também que não existem muitos estudos sobre os factores que determinam a interacção, e que nenhum destes estudos avalia, de forma explícita, a influência das percepções de impactes na interacção. No entanto,

8 considerando que a percepção que os residentes têm dos impactes do turismo poderá ter uma importante influência na forma como os residentes interagem com os visitantes, na próxima secção analisar-se-á mais aprofundadamente alguma investigação sobre a percepção dos impactes do turismo Percepção dos residentes dos impactes do turismo Os residentes dos destinos turísticos podem ter uma influência determinante na experiência que os visitantes têm nos destinos, através da sua hospitalidade e da sua intervenção no planeamento e gestão dos destinos turísticos (Andereck et al. 2005; Brunt e Courtney 1999; Haley et al. 2005; Mathieson e Wall 1990). Por este motivo, os residentes têm sido reconhecidos como importantes stakeholders dos destinos (Andereck et al. 2005; Andriotis e Vaughan 2003; De Kadt 1979; Kayat 2002; Mathieson e Wall, 1990; Pérez e Nadal 2005). Estes aspectos têm fomentado, nas últimas décadas, o desenvolvimento de vários estudos em que se procura analisar a percepção dos residentes sobre os impactes do turismo na região onde residem (ex: Andriotis e Vaughan, 2003; Byrd et al., 2009; Brunt e Courtney, 1999; Diedrich e García-Buades, 2009; Haley et al. 2005; McDowall e Choi, 2010; McGehee e Andereck, 2004; Nunkoo e Ramkissoon, 2010; Sharma e Dyer, 2009; Sharma et al., 2008; Tosun, 2002; Tovar e Lockwood, 2008; Weaver e Lawton, 2001). Embora em algumas destas pesquisas as percepções de impactes sejam identificadas através de entrevistas (ex: Brunt e Courtney, 1999), na maioria delas as percepções são medidas através da resposta dos residentes a questionários com um extenso conjunto de questões sobre os diversos tipos de impactes do turismo. Verifica-se, no entanto, que em alguns estudos pontuais (ex: Tosun, 2002), o número de questões é relativamente reduzido, o que pode colocar limitações às conclusões que se podem alcançar com o estudo. Algumas investigações focam-se em determinados tipos de impactes como os impactes sociais (Sharma et al., 2008; Tovar e Lockwood, 2008) ou socioculturais (Brunt e Courtney, 1999) do turismo. No entanto, a maioria dos estudos desenvolvidos sobre a percepção dos residentes dos impactes do turismo, tendem a ser bastante abrangentes e a avaliar a percepção de diversos tipos de impactes. Analisando este último tipo de estudos, mais abrangentes, pode concluir-se que os residentes tendem, frequentemente, a considerar que alguns dos maiores impactes do turismo na região onde residem são os impactes económicos positivos. Neste contexto, alguns estudos revelam que o turismo beneficia muito a economia local (Andriotis e Vaughan, 2003; Byrd et al., 2009; McGehee e Andereck, 2004), contribui para o aumento do investimento (McDowall e Choi, 2010; Nunkoo e Ramkissoon, 2010), para a criação de negócios (Nunkoo e

9 Ramkissoon, 2010; Sharma e Dyer, 2009) e para o aumento do emprego (Andriotis e Vaughan, 2003; McGehee e Andereck, 2004; Nunkoo e Ramkissoon, 2010; Sharma e Dyer, 2009; Tosun, 2002). Os residentes tendem, quase sempre, a reconhecer que os impactes económicos positivos são superiores aos negativos (Andriotis e Vaughan, 2003; Byrd et al., 2009; McDowall e Choi, 2010). No entanto, o aumento do preço dos bens e serviços é o custo económico mais percepcionado pelos residentes. Para além dos impactes económicos positivos, os residentes tendem ainda a considerar, com muita frequência, que o turismo tem importantes contributos a nível social e cultural. Neste domínio, os impactes do turismo que têm vindo a assumir maior relevância para os residentes são o desenvolvimento de actividades culturais - facto que proporciona uma maior diversidade na oferta cultural do destino (Andriotis e Vaughan, 2003; Byrd et al., 2009; McGehee e Andereck, 2004) -, o contributo para a preservação e restauro de edifícios e locais históricos (McDowall e Choi, 2010; McGehee e Andereck, 2004; Nunkoo e Ramkissoon, 2010) e a possibilidade de intercâmbio cultural (McGehee e Andereck, 2004). Contudo, um dos aspectos que tem vindo a ser frequentemente apontado como uma das principais consequências negativas sociais do turismo é o aumento do congestionamento do tráfego (Byrd et al., 2009; McGehee e Andereck, 2004; Nunkoo e Ramkissoon, 2010; Sharma e Dyer, 2009). Em alguns estudos são também, pontualmente, apontadas como muito relevantes outras consequências sociais e culturais negativas como a pressão exercida nos serviços locais (ex: de segurança e saúde) causada pelo aumento da procura (ex: Sharma e Dyer, 2009) e a alteração, ou eventual destruição, da cultura local (ex: Nunkoo e Ramkissoon, 2010). No que se refere aos impactes ambientais, não existe uma tendência tão clara sobre a perspectiva dos residentes. Se é verdade que em alguns estudos (ex: Weaver e Lawton, 2001) é realçado o contributo do turismo para a conservação da natureza, parece haver uma tendência para, em muitos estudos, os residentes enfatizarem, precisamente, os efeitos prejudiciais do turismo a nível ambiental, tais como a destruição de recursos naturais e a poluição (Andriotis e Vaughan, 2003; Sharma e Dyer, 2009). Sendo verdade que é possível identificar algumas tendências gerais relativamente às percepções dos residentes dos impactes do turismo, é importante também referir que a percepção dos impactes dos residentes pode variar bastante consoante o tipo de destino e o seu nível de desenvolvimento turístico (Diedrich e García-Buades, 2009; McDowall e Choi, 2010). No estudo de McDowall e Choi (2010) realizado em quatro destinos Tailandeses verificou-se que, nos destinos mais populares para o mercado interno, os residentes tendem a reconhecer menos impactes do turismo do que nos destinos

10 reconhecidos internacionalmente. Observa-se também que, nos destinos mais populares a nível interno, os residentes tendem a reconhecer mais os benefícios económicos do turismo (ex: aumento do investimento, aumento das receitas do estado), enquanto nos destinos turísticos reconhecidos internacionalmente, os residentes enfatizam mais os impactes culturais positivos do turismo tais como o facto de o turismo contribuir para que os residentes locais apreciem a cultura da região onde residem. No estudo de Diedrich e García-Buades (2009), em que se comparam cinco comunidades do Belize com diferentes níveis de desenvolvimento turístico, enquanto os residentes de três comunidades tendem a reconhecer mais os benefícios económicos do turismo (ex: criação de emprego e aumento do rendimento), os residentes das outras duas comunidades tendem a identificar mais os contributos do turismo para o desenvolvimento das comunidades (ex: construção de edifícios e de infra-estruturas). No que concerne aos destinos onde os estudos sobre as percepções dos residentes foram desenvolvidos, verifica-se que a maioria destes estudos foi realizada fora da Europa em destinos situados nos Estados Unidos da América (Byrd et al., 2009; McGehee e Andereck, 2004) e Austrália (Sharma e Dyer, 2009; Sharma et al., 2008; Tovar e Lockwood, 2008; Weaver e Lawton, 2001). Os poucos estudos realizados na Europa foram efectuados em locais situados em destinos como o Reino Unido (Brunt e Courtney, 1999; Haley et al. 2005) e a Grécia, detectando-se uma grande falta de estudos deste tipo em diversos países europeus, tal como Portugal. Verifica-se também que a maioria da investigação desenvolvida neste âmbito tem sido realizada em pequenas comunidades, muitas vezes rurais, ou em destinos turísticos balneares. Muito poucos são os estudos realizados em cidades e, mesmo esses estudos, referem-se a cidades com algumas especificidades, nomeadamente, o facto de serem cidades que se localizam em ilhas (ex: Creta, Port Louis, nas Ilhas Maurícias) (Andriotis e Vaughan, 2003; Nunkoo e Ramkissoon, 2010). Em alguns estudos pretende-se já tentar perceber se existe alguma relação entre percepções de impactes do turismo e alguns aspectos da interacção residente-visitante (ex: Brunt e Courtney, 1999; Reisinger e Turner, 2002). No entanto, estes estudos possuem determinadas especificidades que não permitem obter uma conclusão geral sobre este tipo de relação, nomeadamente pelo facto de serem estudos exploratórios de índole qualitativa ou por focarem aspectos muito específicos da interacção (ex: Brunt e Courtney, 1999; Reisinger e Turner, 2002). No presente artigo pretende-se analisar mais aprofundadamente a influência da percepção dos residentes dos impactes do turismo na interacção residente-visitante.

11 Pretende-se, ainda, analisar a importância desta influência no desenvolvimento turístico dos destinos Interacção residentes-visitantes e desenvolvimento dos destinos turísticos modelo de análise proposto A importância do envolvimento dos residentes no desenvolvimento turístico dos destinos tem sido largamente debatida na literatura (Diedrich e Garcia-Buades, 2009; van der Duim et al., 2005; Frauman e Banks, 2010; Mathieson e Wall, 1990; Nunkoo e Rambissoon, 2010 Kayat, 2002; de Kadt, 1979). No entanto, muito poucos estudos analisam factores que poderão influenciar o nível de interacção dos residentes com os visitantes na perspectiva dos residentes e as implicações que esse nível de interacção poderá ter no desenvolvimento dos destinos turísticos. Com base no referencial teórico descrito nas secções anteriores sobre o grau de interacção entre residentes e visitantes e os factores que influenciam essa interacção, apresenta-se, na Figura 1, um modelo conceptual que integra os factores relacionados com os residentes que influenciam a frequência da interacção, considerando-se que este tipo de interacção é uma forte determinante do desenvolvimento dos destinos turísticos. Percepção dos residentes dos impactes do turismo H 1 Experiência turística H 2 Facilidade de interacção com os visitantes H 3 Nível de interacção dos residentes Desenvolvimento dos destinos turísticos H 4 Perfil sócio-demográfico dos residentes Figura 1 Modelo de análise determinantes da interacção entre residentes e visitantes na perspectiva dos residentes Considera-se, neste estudo, que a percepção dos residentes dos impactes do turismo é um dos principais factores que influencia o grau de interacção entre residentes e visitantes, apesar de existirem poucos estudos que avaliam este tipo de relação. Para a análise desta relação é possível evocar a Teoria da Troca Social. Vários estudos têm utilizado esta teoria para explicar a atitude dos residentes face ao turismo (ex: Ap, 1992; Andereck e Vogt, 2000, Lee et al., 2010; Reisinger e Turner, 2003). No modelo proposto neste artigo faz-se referência à Teoria da Troca Social para fundamentar o tipo de relação que se espera obter entre a percepção dos residentes dos impactes do turismo

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