UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS. Departamento de Administração PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Departamento de Administração PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Breno Xavier de Brito Prof. Ms. Irineu Gomes Prof. Ms. José Pedro Toschi REVISADO: Profa. Dra. Silvana de Brito Arrais Dias FEVEREIRO/2009

2 ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DA SOCIEDADE GOIANA DE CULTURA Presidente Dom Washington Cruz, CP Vice-Presidente Pe. Rubens Sodré Miranda, CSS Secretário Geral Prof. Onofre Guilherme dos Santos Filho ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Grão-Chanceler Dom Washington Cruz, CP Reitor Prof. Wolmir Therezio Amado Vice-Reitora Profª. Olga Izilda Ronchi Pró-Reitora de Gruaduação Profª. Helenides Mendonça Pró-Reitora de Extensão e Apoio Estudantil Profª. Sônia Margarida Gomes Sousa Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa Profª. Sandra de Faria Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional Prof. Eduardo Rodrigues da Silva Pró-Reitor de Administração Prof. Daniel Rodrigues Barbosa Chefe de Gabinete Prof. Giuseppe Bertazzo Diretor do Departamento de Administração, Turismo e Agronegócios Prof. Irineu Gomes Coordenador do Curso de Administração Profa. Silvana de Brito Arrais Dias 2

3 Agradecimentos Ao Professor José Pedro Toschi, pelo início do trabalho e contribuição funda-mental para sua realização. Aos Professores do Departamento de Administração, que responderam positivamente às propostas de transformação e mudança, necessárias e fundamen-tais para a construção da excelência acadêmica almejada. Aos Professores Coordenadores de Núcleo do Departamento de Administra-ção, Edson Marin, Avelino Correia, Marcos Pintaud, Eli Cleusa, Renato Resen-de, Breno Xavier, Sylvio Miceli, José Benjamin e César Michue pela sua dedi-cação e colaboração. Ao Diretor do Departamento de Administração, Professor Irineu Gomes, por aceitar o desafio de construir um novo Projeto Pedagógico, mobilizando e moti-vando o grupo de professores para o alcance deste objetivo. Às Professoras Olga Ronchi, Maria Augusta de Oliveira e Mindé Badauy de Menezes, da Pró-reitoria de Graduação, pelo auxílio metodológico e pedagógi-co para a construção deste trabalho. À Universidade Católica de Goiás pela oportunidade de trabalho e a postura ética e cristã na formação humana, permitindo que novas propostas sejam ofe-recidas para colaborar com esta construção. E, finalmente, o mais importante, o agradecimento a Deus pela sua bondade e misericórdia, ao permitir que realizássemos este trabalho. 3

4 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO JUSTIFICATIVA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Resgate Histórico Situação dos Cursos do Departamento de Administração Atos Legais de Reconhecimento Duração e Vagas Oferecidas Nos Vários Cursos Laboratórios Quadro Docente Permanente Situação Discente Pós-Graduação Pesquisa Extensão PROJETO PEDAGÓGICO PROPOSTO Identidade e Vocação do Curso Curso de Administração e sua Flexibilização Missão do curso Objetivos do Curso Perfil desejado do formando e competências Campo de atuação profissional Oferta de Vagas e Duração do Curso Estratégias pedagógicas Ensino Pesquisa Extensão Estágio Curricular Obrigatório Estágio Curricular Não-obrigatório Infra-estrutura de Apoio à Implantação do Novo Projeto Pedagógico Proposta de Organização e Gestão Proposta Curricular Estrutura curricular proposta

5 Conteúdo das Diretrizes Curriculares e Disciplinas Interdisciplinaridade e Integração Teórico-prática Matriz Curricular do Curso de Administração Matriz Curricular da Linha de Formação em Agronegócios Matriz Curricular da Linha de Formação em Turismo Disciplinas Optativas Ementas das Disciplinas ANEXOS

6 1 APRESENTAÇÃO Este documento apresenta as propostas do Projeto Pedagógico do curso de Administração oferecido pela Universidade Católica de Goiás, a partir de 2006/02. Nele estão aglutinadas as decisões e a sistemática de condução das três estruturas curriculares propostas, Administração, Administração de Agronegócios e Administração em Turismo, bem como as justificativas para a nova estrutura curricular, duração do curso, divisão dos conteúdos, linhas de forma-ção e infraestrutura necessária para a formação profissional determinadas pe-lo Ministério da Educação (MEC), através de resoluções específicas. Alinha-se ao novo Projeto Pedagógico, ora apresentado, as diretrizes gerais e objetivos de formação humana integral professados pela Universidade Católica de Goiás e que presidem o projeto formativo dos cursos de graduação, mediante a aquisição do conhecimento teórico, do desenvolvimento de competências, habilidades, ética, e dos valores humanos como a integridade, o respeito ao ambiente e a sociedade. 6

7 2 JUSTIFICATIVA Os tempos recentes têm se caracterizado por turbulências decorrentes de múltiplas e aceleradas modificações na vida econômico-produtiva bem como na social e educacional. O desenvolvimento da ciência e da tecnologia tem provocado inúmeras mudanças no mundo do trabalho, que se tornou mais complexo, exigente e seletivo. Isso, somando-se à rapidez na produção e divulgação de novos conhecimentos, tem refletido numa busca horizontalizada e verticalizada da educação escolar. A educação tem a importante missão de preparar os seres humanos na construção de sua história e na história da sociedade. A ciência e a técnica são as ferramentas fundamentais para que os sujeitos sociais, mediante suas ações transformadoras atuem sobre o mundo e a natureza. Ladislau Dowbor (2004, p.11) afirma que estamos frente a uma mutação do próprio papel da educação no processo de reprodução social, na medida que, tradicionalmente, a educação seria um instrumento destinado a adequar o fu-turo profissional ao mundo do trabalho, ou seja, a educação como forma de sobrevivência. De juízo dominante, este paradigma gerou outra visão contestadora que afirma que a educação deve dedicar-se à formação dos valores humanos, à formação do cidadão e de sua visão crítica e criativa, uma vez que o conhecimento, matéria prima da educação, tornou-se o recurso estratégico do desenvolvimento moderno ( p.12). A leitura do Plano Estratégico de Gestão da Universidade Católica sugere, em sua análise do cenário externo, que o mundo sofre atualmente uma crise gera-da pelo fim da dualidade política do mundo, entre o socialismo e o capitalismo, que colocou nas mãos deste último a responsabilidade pela construção de uma sociedade mais justa. Além disso, o avanço tecnológico, aliado a um aumento da desigualdade econômica e social, vem caracterizando um cenário, no qual, revela-se a complexidade de solução para uma sociedade que garanta o mínimo de qualidade de vida para todos seus cidadãos. 7

8 Neste contexto, a administração ocupa um lugar particularmente importante, porquanto mediadora das relações entre capital e trabalho, precisa tomar para si a responsabilidade de contribuir na formulação de propostas alternativas que possam minimizar o atual quadro de crise social. Por outro lado, há a questão da responsabilidade social, enfatizada pela Universidade Católica, em vários tópicos do mesmo documento. Desta forma, a UCG se insere na sociedade e nas organizações, que lhe dão configuração frente ao social, que é determinante na criação ou gestão de uma sociedade sadia. Sobre este aspecto, existe no atual contexto social uma tendência de se repensar o papel da administração, recolocando a racionalidade técnica em patamares diferenciados da racionalidade humana. A sociedade demonstra a necessidade do profissional capaz de lidar com as incertezas, com conhecimento amplo sobre a complexidade social e capaz de formular com ética, soluções criativas para os problemas. O administrador requerido pela atual sociedade é aquele preocupado com o impacto que sua organização provoca na vida social, dono que deve ser de um senso de responsabilidade e solidariedade, e, principalmente, com uma percepção integrada da realidade. Neste sentido, as novas técnicas, princípios e ferramentas administrativas devem ser avaliadas sob estes indicadores. É, portanto, um desafio para o curso de Administração construir uma abordagem do conhecimento administrativo que não esteja norteado apenas pela racionalidade instrumental, mas por outras capacidades que envolvem a razão, emoção, sensibilidade, senso de justiça, ética, solidariedade, responsabilidade social. Portanto, a abordagem das disciplinas que compõem o currículo deve privilegiar tais dimensões. Diante do exposto, cabe ao Departamento de Administração da UCG questionar e reorientar o processo formativo de seus cursos, adequando-os às novas exigências sociais, econômicas e políticas, através de um debate que se inicia pelo perfil esperado do egresso e pela definição de quais serão as políticas e as práticas pedagógicas a serem utilizadas para promover uma formação orien-tada para os valores estabelecidos por essa nova realidade. 8

9 A ocasião é, também, oportuna para esta reformulação do Projeto Pedagógico, tendo em vista a definição das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Administração, com a Resolução CNE/CES n 1, de 2 de fevereiro de 2004, do Conselho Nacional de Educação. A reconstrução do Projeto Pedagógico pautou-se por essa resolução que preceitua em seu artigo 2 e incisos: (...) Art. 2º A organização do curso de que trata esta Resolução se expressa através do seu projeto pedagógico, abrangendo o perfil do formando, as competências e habilidades, os componentes curriculares, o estágio curricular supervisionado, as atividades complementares, o sistema de avaliação, a monografia, o projeto de iniciação científica ou o projeto de atividade, como trabalho de conclusão de curso TCC, componente opcional da instituição, além do regime acadêmico de oferta e de outros aspectos que tornem consistente o referido projeto pedagógico. 1º O Projeto Pedagógico do curso, além da clara concepção do curso de graduação em Administração, com suas peculiaridades, seu currículo pleno e sua operacionalização, abrangerá, sem prejuízo de outros, os seguintes elementos estruturais: I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação as suas inserções institucional, política, geográfica e social; II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso; III - cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso; IV - formas de realização da interdisciplinaridade; V - modos de integração entre teoria e prática; VI - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem; VII - modos de integração entre graduação e pós-graduação, quando houver; VIII - cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades especialização integrada e/ou subseqüente à graduação, de acordo com o surgimento das diferentes manifestações teórico-práticas e tecnológicas aplicadas às Ciências da Administração, e de aperfeiçoamento, de acordo com as efetivas demandas do desempenho profissional; IX - incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica; X - concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado, suas diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento; XI - concepção e composição das atividades complementares; e XII - inclusão opcional de trabalho de conclusão de curso sob as modalidades monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades centrados em área teórico prática ou de formação profissional, na forma como estabelecer o regulamento próprio. O contexto social, político e econômico está exigindo a formação de profissionais com conhecimentos amplos e sólidos, capazes de lidar com as incertezas e formular soluções criativas para os complexos problemas organizacionais, que demanda permanente e autônoma formação, dentro de uma perspectiva de educação continuada, também tais mudanças estarão permeando às sucessivas avaliações no 9

10 desenvolvimento do atual Projeto Pedagógico, que indicam a necessidade urgente de reformulações e no sentido de, gradativamente, incorporar novas práticas, revisão de conteúdos, sistemáticas de avaliação discente e outros aspectos demandados no sentido de promover a necessária atualização ao curso. 10

11 3 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO 3.1 Resgate Histórico O Curso de Administração de Empresas da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade de Goiás 1 foi criado em março de 1963, tendo como seu fundador e idealizador o Prof. Délio Moreira de Araújo. Em 1964, acontece a inclusão do curso de Administração na Faculdade de Ciências Econômicas, que se estrutura sob a denominação Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas. O corpo docente da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas era formado por 48 professores que lecionavam para os três cursos: Ciências Econômicas, Ciências Contábeis e Administração de Empresas. A maioria dos professores do Curso de Administração, nos primeiros anos de sua implantação, eram formados em Administração pela FGV EBAP, tinham como exercício profissional central seus cargos de direção nos diversos órgãos do governo estadual. Em 1967, o Currículo do Curso de Administração de Empresas foi adaptado ao novo currículo mínimo definido pelo Conselho Federal de Educação, a partir da regulamentação da profissão. O registro nas Atas de Congregação 2 da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas retratam o esforço dos professores na perspectiva de adaptar o Curso de Administração, às novas orientações curriculares nacionais. Embora o Curso de Administração tenha se iniciado em 1963, só teve seu reconhecimento em 03 de maio de 1971, pelo do Decreto Federal n , tendo em vista o que consta do Processo n do Conselho Federal de Educação do Ministério da Educação e Cultura. Neste mesmo ano, pelo Decreto Presidencial n. 1 Colaboração da Profa. Dra. Tereza Cristina Pinheiro de Lima. 2 Ata de Congregação da Faculdade de Ciências Econômicas, 51, nov., 1967, Arquivo histórico da UCG. 11

12 68.917, ocorre a mudança da Universidade de Goiás para Universidade Católica de Goiás. A reforma universitária no período da Ditadura Militar propunha uma nova estrutura acadêmica às Universidades, fazendo desaparecer as Faculdades e criando-se os Departamentos. Em 1979, atendendo à solicitação dos alunos de Contabilidade e Administração, a denominação e a sigla do Departamento se transformou de ECO para ACE - Departamento de Administração, Contábeis e Economia ACE. O Curso de Administração firmava-se no interior da UCG. Neste contexto, iniciaram-se as atividades de pós-graduação Lato-Sensu na UCG, com o objetivo de formar seu próprio quadro docente de especialistas em Administração, tendo sido criado o Curso de Especialização em Teoria Administrativa, oferecido por três vezes no período de 1979 / 80/ 81. A década de 70 termina com a implantação definitiva da departamentalização das faculdades, do regime de crédito, do Ciclo Básico e da centralização administrativa da Universidade, fruto da Reforma Universitária - Lei 5.540/68. A década de 80, aparece como o período da consolidação do Curso de Administração, com a institucionalização do Programa de Especialização (Ciências Contábeis). Em dezembro de 1987 os Cursos do Departamento de Administração, Contábeis e Economia - ACE foram desmembrados, passando a compor, na estrutura da Universidade, o Departamento de Administração. Os anos 80 chegam ao fim com o incremento da pós-graduação Lato-Sensu, por meio dos programas de Administração Empresarial e Administração de Re-cursos Humanos, coordenados pela Profa. Eli Cleusa do Nascimento Percílio, com a finalidade não só de qualificar o corpo docente do Departamento, mas, também, prestar um serviço à comunidade goiana. No Brasil, o curso de Administração foi o que registrou maior incremento de matrículas motivado por uma política do governo federal de expansão, diversifi- 12

13 cação e privatização do ensino superior. (Atualmente, segundo o INEP, o curso de Administração continua sendo o que apresenta o maior quantitativo de matrículas). A sociedade passava por avanços tecnológicos com ênfase na competitividade, racionalização, informatização e técnica que necessitava por saberes organizacionais, como na área de administração. Assim, a demanda de qualificação de profissionais em administração torna-se crescente. Na UCG, não foi diferente, e o Curso de Administração chegou a ser, em alguns momentos, o que registrou o maior número de alunos, só perdendo, em outros momentos, para o curso de Direito, que reunia maiores quantitativos de matrículas. Em 1992, tem início o movimento de redefinição do novo Currículo mínimo do Curso de Administração da UCG que estabelece as diretrizes para construção dos currículos dos cursos existentes a partir das necessidades regionais e institucionais, sendo aprovado em O trabalho envolveu a sociedade através dos empresários das empresas privadas e dirigentes das empresas públicas e buscou-se dar um salto na modernização do curso mais voltado às necessidades da sociedade. Em consonância com as orientações nacionais de expansão do ensino superior, em 1998, é criado no Departamento o Curso de Administração em Turismo, na perspectiva de atender demandas sociais e do mundo do trabalho na região centrooeste que vem se firmando no setor de turismo com reconhecimento nacional por suas belezas naturais. Em 1999, o Departamento de Administração cria o Curso de Administração em Agronegócios em sintonia com as características e o crescente desenvolvimento no setor agropecuário do Estado de Goiás, para o qual a presença do profissional dele egresso é solicitada. O Departamento de Administração, considerando uma necessidade de seu próprio currículo, incrementou significativamente a área de pós-graduação Lato-Sensu, realizando no período de 1997 a 2000, importantes programas formativos nas áreas de Gestão Estratégica de Marketing, Gestão Empresarial, Gestão de Cooperativas, Gestão de Cooperativas de Saúde, cuja consecução concorreram professores do seu próprio quadro e de instituições de Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro, com as quais foram celebrados convênios. 13

14 Essa prática da UCG atendia, assim, a necessidade de qualificação e aperfeiçoamento do quadro e integração do Departamento com os empresários goia-nos. O Departamento de Administração, no apagar das luzes do século XX, geria os cursos de Administração com alunos, Administração em Turismo com 500 alunos e Administração de Agronegócios com 168, num total de alu-nos e um quantitativo de 59 professores do quadro permanente da instituição. Importa registrar que, em 1999, numa proposta de qualificação de seu corpo docente, teve início o Programa de Pós-graduação Stricto-Sensu com o Mestrado em Engenharia da Produção, com área de concentração em Planejamento e Estratégias Empresariais, sob a responsabilidade da Universidade Federal de Santa Catarina, o que oportunizou a titulação de 21 docentes do Departamento, mediante acordo interinstitucional. No início do ano 2000, o mesmo Mestrado é, desta feita, aberto à sociedade local, formando uma turma de 30 mestres, entre os quais empresários, professores e profissionais liberais, numa proposta de integração da Universidade, Departamento e empresas locais para atender as necessidades formação e qualificação de seus quadros de pessoal. Em 03 de maio de 2004, através da Portaria n , é reconhecido o Curso de Administração em Turismo e em seguida, o Curso de Administração em A- gronegócios é reconhecido mediante Portaria n de 22 de Junho de A partir de 2005 realizam-se estudos para reformulação do Projeto Pedagógico do curso de administração através de reuniões do coordenador do curso de Administração, Prof. Breno Xavier de Brito, com a direção do Departamento de Administração e professores das diversas áreas da administração, considerando a situação atual de mercado e legislação referentes à formação do profissional de administração. 14

15 3.2 Situação dos Cursos do Departamento de Administração Atos Legais de Reconhecimento O Curso de Administração, criado em 1963, reconhecido em 03 de maio de 1971, por meio do Decreto Federal n O Curso de Administração em Turismo, criado em 1998, reconhecido em 03 de maio de 2004, através da Portaria n O Curso de Administração em Agronegócios, criado em 1999, reconhecido pela Portaria n de 22 de Junho de Duração e Vagas Oferecidas Nos Vários Cursos Duração: 9 semestres; Turnos e vagas: Matutino: Curso de Administração, 100 vagas. Vespertino: Curso de Administração em Turismo, 50 vagas. Noturno: Curso de Administração, 100 vagas; Curso de Administração em Turismo, 50 vagas; Curso de Administração em Agronegócios, 50 vagas. 15

16 3.2.3 Laboratórios São utilizados, atualmente, laboratórios de informática comuns aos diversos cursos, para ensino de disciplinas de informática, não possuindo laboratórios próprios para o curso de Administração, com softwares específicos de gestão ou aplicados a gestão organizacional; Laboratórios práticos e profissionalizantes: O curso não possui, em nenhuma de suas habilitações, laboratórios práticos ou profissionalizantes; Quadro Docente Permanente O Departamento de Administração é composto atualmente de 59 professores efetivos, com a seguinte titulação: 6 Doutores, 4 Doutorandos, 41 Mestres e 08 Especialistas, sendo que, destes, 54 possuem carga horária integral de 40 horas Situação Discente Constata-se, em fevereiro de 2006 (Figura 01), o seguinte número de alunos matriculados nos cursos oferecidos pelo Departamento de Administração: Figura 01: Alunos por Curso Administração 1468 Administração em Turismo 387 Administração de Agronegócios 273 Alunos Transferidos (Cambury) 536 Total Fonte: Dados obtidos no Departamento de Administração em fevereiro de

17 3.2.6 Pós-Graduação Dentre os projetos de Pós-graduação do Departamento de Administração, existem, atualmente, 02 cursos em andamento e 04 projetos em fase de aprovação Pesquisa Encontra-se em processo de implantação o Núcleo de Pesquisa em Administração (NUPEAD), que desenvolverá projetos de pesquisa nas Linhas de Gestão em Cadeias Produtivas e Meio Ambiente e Sistemas de Produção e Cadeias Produtivas de Agronegócios Extensão Desenvolvida atualmente através da participação do Departamento em diversos eventos como a Semana da Cidadania e Cultura da Universidade Católica de Goiás, a Semana Pedagógico-Científica do Departamento de Administração, no Estágio Curricular Obrigatório e em diversas palestras, cursos e mini-cursos oferecidos à comunidade. 17

18 4 PROJETO PEDAGÓGICO PROPOSTO 4.1 Identidade e Vocação do Curso O Curso de Administração da Universidade Católica de Goiás está alinhado ao projeto de formação integral do ser humano em suas dimensões ética, profissional, social e espiritual proposto pela instituição, indo além do caráter mera-mente tecnicista e utilitarista caracterizados pela sociedade capitalista. Por esse motivo, este projeto foi estruturado de forma a possibilitar a formação acadêmica de Administradores com uma forte concentração em conhecimentos voltados para a Gestão Estratégica das organizações, mas dotados de uma formação humana, ética e espiritual, mediante o domínio dos conteúdos de Sociologia, Antropologia, Filosofia e Cultura Religiosa. Além disso, proporciona a oportunidade de estudos continuados no Programa de Pós-Graduação, Extensão e atividades de Pesquisa, contribuindo para a vivência de novas experiências e o avanço intelectual dos alunos. A vocação do curso de Administração, também, é coerente com o espírito e filosofia sobre os quais se fundamentam as resoluções do Conselho Nacional de Educação a respeito do tema, quando recomendam que os Cursos de Administração devem adaptar-se à realidade econômica e social da região onde estão inseridos. A crescente industrialização do Estado de Goiás, a importância do Comércio e do Setor de Serviços justificam a existência do curso de Administração, bem como a pujança do Agronegócio e o desenvolvimento do Turismo, que demonstram a necessidade de Administradores que, além do domínio dos campos de conhecimentos gerais, terão a oportunidade de verticalizarem os estudos em temas específicos mediante o enfoque nas linhas de formação em Turismo e Agronegócios e, posteriormente, de estudos continuados, em todas elas, principalmente nos programas de pós-graduação lato e stricto sensu. 18

19 Este projeto pedagógico prevê, ainda, dentro do Programa de Pós-graduação, cursos de especialização a serem oferecidos de forma permanente em Gestão Estratégica e nas Linhas de Formação de Agronegócios e Turismo. 4.2 Curso de Administração e sua Flexibilização Os cursos de Administração em Turismo e Administração em Agronegócios, atualmente apresentados como habilitações, com estruturas curriculares específicas, são considerados neste projeto como linhas de formação em Administração, compartilhando um tronco comum para formação do Administrador, até o sexto período, e linhas de formação em Agronegócios e Turismo nos dois últimos períodos, conforme preceituado na Resolução CNE/CES n 1, de 2 de fevereiro de 2004, do Conselho Nacional de Educação. Nos documentos onde se discutem a formação do administrador consta explicitamente a orientação no sentido da eliminação das habilitações, conferindo outro formato a elas e, portanto, centrando maior densidade os estudos de orientação geral. O Conselho Nacional de Educação, na Resolução 4, de 13 de julho de 2005, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, se posicionou no sentido de: As Linhas de Formação Específicas nas diversas áreas da Administração não constituem uma extensão ao nome do curso, como também não se caracterizam como uma habilitação, devendo as mesmas constar apenas no Projeto Pedagógico. A mesma resolução, quando se refere ao perfil desejado do formando em Administração, afirma: Art. 3º O Curso de Graduação em Administração deve ensejar, como perfil desejado do formando, capacitação e aptidão para compreender as questões científicas, técnicas, sociais e econômicas da produção e de seu gerenciamento, observados níveis graduais do processo de tomada de decisão, bem como para desenvolver gerenciamento qualitativo e adequado, revelando a assimilação de novas informações e apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas, presentes ou emergentes, nos vários segmentos do campo de atuação do administrador. (grifo nosso) 19

20 Essa orientação deixa claro que a formação do administrador tem caráter generalista e não especialista, na medida em que enfatiza as capacidades necessá-rias a este profissional para atuação no conjunto do sistema produtivo, além de proporcionar o desenvolvimento de habilidades variadas para o trato de situações diversas, com o aprofundamento nas áreas específicas da profissão, conferindo, conseqüentemente, maior sustentação à formação generalista. O parecer do CNE/CES 67/2003, que trata do Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação, contempla em um dos princípios ali recomendados: Incentivar uma sólida formação geral, necessária para que o futuro graduado possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção do conhecimento, permitindo variados tipos de formação e habilitações diferenciadas em um mesmo programa. O mesmo documento orienta a flexibilização do currículo, permitindo aos cur-sos: Indicar os tópicos ou campos de estudos e demais experiências de ensinoaprendizagem que comporão os currículos, evitando ao máximo a fixação de conteúdos específicos com cargas horárias pré-determinadas, os quais não poderão exceder 50% da carga horária total dos cursos. A resolução CNE/CES 01/2004 veio ratificar as orientações anteriores, especialmente as exaradas no parecer do CNE/CES 67/2003 referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação - mas assegurando em seu art. 2 que os Projetos Pedagógicos do Curso de Graduação em Administração poderão admitir Linhas de Formação Específicas, nas diversas áreas da Administração, para melhor atender as demandas institucionais e sociais. Diante do exposto, propõe-se a denominação unificada em Curso de Administração, oferecendo, além deste, as linhas de formação em Agronegócios e Turismo, com disciplinas específicas de cada setor econômico, a serem oferecidas no 7º e 8º períodos. Além disso, a flexibilização também ocorrerá mediante o oferecimento de 04 (quatro) disciplinas optativas nos dois períodos finais do curso, permitindo ao discente escolher conteúdos que complementam sua formação conforme sejam seu interesse 20

21 e vocação, que poderão conferir identidade ao seu curso e também como critério de empregabilidade, desde que registradas explicitamente no seu histórico escolar. Este projeto apresenta, no item que trata das estratégias pedagógicas da nova proposta de Projeto Pedagógico, a infra-estrutura necessária para sua implementação, como laboratórios de informática, práticos e profissionalizantes, softwares e o cronograma de capacitação do corpo docente para sua utilização. 4.3 Missão do curso Formar administradores com domínio das habilidades e competências necessárias para resolver os problemas complexos de gestão que caracterizam a dinâmica da sociedade e das organizações contemporâneas. 4.4 Objetivos do Curso O Projeto Pedagógico do Curso de Administração foi organizado para permitir a formação do profissional capaz de lidar com as incertezas, com conhecimento amplo sobre a complexidade social e capaz de formular eticamente, soluções criativas para os problemas, com responsabilidade pela sociedade e ambiente onde se inserem as organizações, primando pelo crescimento das mesmas num contexto de elevada competitividade. A realização dos objetivos propostos para o curso se dará através do processo ensino-aprendizagem que valorize competências e desenvolva habilidades para a atuação do profissional, for-mando cidadãos, além de bacharéis. Para tanto, pretende-se: Preparar profissionais com senso de cidadania, encaminhando-os para reflexões críticas de natureza humana, social, ambiental e organizacional, aplicáveis às organizações e instituições partícipes da especialidade inerente à Linha de Formação Específica (Administração, Turismo e Agronegócios) visando, especialmente, as potencialidades econômicas e sociais da região; 21

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