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1 3 ATUALIZAÇÃO Bento Gonçalves recebe o III Congresso Gaúcho de Infectologia em novembro 6 RECOMENDAÇÃO Uso das celalosporinas nas infecções por enterobactérias que são produtoras de ESBL 4/5 EVENTOS 2010 Federadas do Ceará e do Rio de Janeiro realizaram os seus congressos durante agosto 8 MEDICINA DE VIAGEM Artigo mostra que gestão de riscos e biossegurança são desafios do Turismo Médico sbiwww.infectologia.org.br Boletim de informação e atualização da Sociedade Brasileira de Infectologia Ano VIII Nº 31 Julho/Agosto/Setembro de 2010 Salvador recebe a III Conferência Brasileira de HIV/Aids e Hepatites Virais da SBI Evento acontece de 2 a 4 de dezembro juntamente com mais três eventos da federada da Bahia; no total serão 46 sessões científicas e sete convidados internacionais Q uatro importantes eventos da especialidade, organizados pela SBI e Sociedade Bahiana de Infectologia, ocorrerão simultaneamente em Salvador/BA entre 2 e 4 de dezembro. São eles a III Conferência Brasileira de HIV/Aids e Hepatites Virais, o III Congresso Norte- Nordeste de Infectologia, o 5º Simpósio sobre Avanço na Patogenia e Manejo da Aids e a 5ª Jornada Bahiana de Infectologia. A programação científica dispõe de 46 sessões científicas entre conferências, mesas-redondas, apresentações orais e discussão de casos clínicos. Os eventos terão a participação de sete convidados internacionais e cerca de 35 especialistas brasileiros já confirmados. Os quatro eventos, em conjunto, oferecerão uma ampla e atualizada visão dos recentes avanços científicos e da prática clínica na Infectologia, presentes no extenso leque de temas da programação, com cerca de 30 tópicos sobre HIV/Aids e hepatites virais e igual número de temas gerais da especialidade. A programação dos eventos incluirá ainda a apresentação de trabalhos científicos dos congressistas nas seções de Temas Livres, que estarão concentrados nas áreas temáticas de HIV/Aids, hepatites virais e infectologia geral. Foram recebidos cerca de 100 trabalhos científicos, sendo que 15 serão selecionados para apresentação oral e entre os demais serão selecionados aqueles para apresentação como pôster. Para o presidente do congresso e da Sociedade Bahiana de Infectologia, Adriano Silva de Oliveira, o grande volume de informação produzido pelas pesquisas e estudos que acontecem nos vários campos da especialidade propicia a realização de encontros dessa natureza. Será a oportunidade de intensos debates sobre temas atualizados, com a presença de renomados apresentadores, tanto brasileiros como convidados internacionais, garante Oliveira. Segundo ele, os quatro eventos foram colocados juntos por serem muito afins, visando facilitar a concentração de esforços e recursos. O presidente do congresso informa que a expectativa do número de participantes nos eventos é de aproximadamente 700 a 800 congressistas, com predominância dos profissionais das regiões Norte e Nordeste do país. Programação e convidados Para fomentar um ambiente de troca de ideias e experiências, a Comissão Científica se empenhou para focar as discussões em questões de ponta, afirma o presidente da comissão Carlos Brites, tam- bém editor-chefe do The Brazilian Journal of Infectious Diseases (BJID), publicação científica oficial da SBI. Segundo ele, a grade da programação está sendo pensada de modo a distribuir as seções em duas salas simultâneas, com uma dinâmica que propicie o máximo de aproveitamento aos congressistas. Durante os três dias, serão 18 conferências e 18 mesasredondas, sempre divididas entre temas de HIV e Hepatites e em temas gerais da Infectologia, quatro sessões de temas livres, quatro sessões de discussão de casos clínicos e dois simpósios satélites. Entre os convidados internacionais, cinco são renomados especialistas de universidades e centros de pesquisa dos EUA, e os outros dois são representantes da OMS, das áreas de tuberculose e HIV/ Aids (confira na pág. 3). As inscrições podem ser feitas online, com desconto, até o próximo dia 1º de Saiba mais:

2 2 BOLETIM SBI Julho/Agosto/Setembro de 2010 J Marcelo Simão Ferreira Presidente da SBI á tivemos neste segundo semestre dois congressos regionais promovidos pelas federadas do Rio de Janeiro e Ceará, no final de agosto, que foram um grande sucesso e consolidaram definitivamente as iniciativas das nossas entidades filiadas. Este boletim traz uma breve cobertura dos feitos alcançados nestes eventos, demonstrando que a preocupação em atualizar e capacitar os infectologistas e profissionais da saúde em geral é uma diretriz da nossa Sociedade que cada vez mais fortalece a especialidade e faz avançar suas contribuições para a melhoria da assistência à saúde em nosso país. Com esse mesmo espírito, teremos em novembro a terceira edição do Congresso Gaúcho de Infectologia, na cidade de Bento Gonçalves, organizado pela federada do EDITORIAL Valorizar os infectologistas Rio Grande do Sul, que se esmera em oferecer aos infectologistas da região um congresso focado nas demandas e realidades vivenciadas por esses profissionais. O evento será abrilhantado pela conferência de abertura a cargo de um especialista espanhol, um dos mais renomados estudiosos no campo da pneumocistose. A seguir, a capital baiana abrigará em dezembro quatro eventos simultâneos, com destaque para a III Conferência Brasileira de HIV/ Aids e Hepatites Virais, consolidando importante evento oficial da SBI, e a terceira edição do Congresso Norte/ Nordeste de Infectologia, com foco para os desafios da especialidade nessas duas importantes regiões do país. Em Salvador, seremos contemplados com uma programação científica de elevadíssimo nível, que reunirá cerca de 45 sessões científicas, conduzidas por mais de 40 especialistas, sendo sete convidados internacionais. Será uma excelente oportunidade para acompanharmos os avanços em diferentes aspectos que envolvem as epidemias de HIV/Aids e hepatites virais, bem como a coinfecção entre ambas, agravos que estão entre os mais sérios e impactantes no cenário da saúde pública mundial. A outra metade da programação científica cobrirá os temas gerais da Infectologia que mais oferecem desafios no cotidiano da especialidade. É enorme a satisfação de podermos constatar que em todos esses eventos foram abertas as chamadas de trabalhos científicos, com uma excelente receptividade dos congressistas. Isso evidencia que os profissionais da nossa especialidade têm se esforçando em sistematizar e compartilhar os conhecimentos e experiências advindos da prática clínica, das pesquisas e estudos realizados nos serviços de assistência e nas universidades do país. Essa nova realidade dos eventos da SBI e suas federadas revelam o quanto avançamos no fortalecimento da especialidade que, de Norte a Sul do país, tem se empenhado em buscar o melhor para oferecer aos nossos pacientes. Fortalecemos assim o enfrentamento aos permanentes e novos desafios das doenças infecciosas e parasitárias. Colhemos, como frutos, o reconhecimento e a valorização da Infectologia e a certeza de que estamos trilhando o caminho certo no cumprimento de nossa missão como médicos, acadêmicos ou pesquisadores. Aproveito a oportunidade para parabenizar a todos e todas infectologistas pelo Dia do Médico, comemorado em 18 de outubro, convicto de que a nossa Sociedade está comprometida em trabalhar pelo engrandecimento tanto da especialidade, quanto dos profissionais que a congregam. Temos a certeza de que a verdadeira união de todos diretoria da SBI com associados e associadas consolida os avanços conquistados e promove cada vez mais a saúde e a dignidade para a população brasileira. Boletim institucional da Sociedade Brasileira de Infectologia A SBI é filiada à AMB DIRETORIA Presidente Marcelo Simão Ferreira Vice-presidente Érico Antonio Gomes de Arruda Primeiro-secretário Aluisio Augusto Cotrim Segurado Segundo-secretário Luciano Zubaran Goldani Primeiro-tesoureiro Marcos Antonio Cyrillo Segundo-tesoureiro Jaime Luís Lopes Rocha COORDENADORES Científico Carlos Ernesto Ferreira Starling Divulgação Julival Ribeiro Informática Adriano Silva de Oliveira PRESIDÊNCIA DAS SOCIEDADES FEDERADAS Rosane M. S. C. Brandão (AL) Eucides Batista da Silva (AM) Adriano Silva de Oliveira (BA) Roberto da Justa Pires Neto (CE) Alexandre Lima R. da Cunha (DF) Nilo Fernando R. Vieira (ES) Quimarques C. B. Santos (GO) Rosângela Cipriano de Sousa (MA) Anamaria M. Miranda Paniago (MS) Carlos Ernesto F. Starling (MG) Rita Catarina Medeiros Souza (PA) Luciana Holmes Simões (PB) Alceu Fontana Pacheco Jr. (PR) Martha Maria Romeiro (PE) Maria do Amparo S. Cavalcanti (PI) Mauro Sérgio Treistman (RJ) Hênio Godeiro Lacerda (RN) Luciano Zubaran Goldani (RS) Stella A. Tarallo Zimmerli (RO) Silvia Cristina de C. Flores (SC) Paulo Roberto de O. Costa (SE) Arnaldo Lopes Colombo (SP) Myrlena R. M. M. Borges (TO) SEDE DA SBI R. Domingos de Moraes, 1061 cj. 114 CEP São Paulo / SP Tel/fax: (11) / Secretaria: Givalda Guanás e Thelma Moyle EXPEDIENTE Produção: Multi Íntegro Comunicação e Eventos Jornalista responsável: Fernando Fulanetti (MTb /SP) Editora: Dulce Rocha Arte e diagramação: José Humberto de S. Santos

3 E ntre 18 e 20 de novembro, a cidade de Bento Gonçalves/RS abrigará o III Congresso Gaúcho de Infectologia, promovido pela Sociedade Riograndense de Infectologia (SRGI). A edição deste ano terá sua programação científica distribuída em 16 áreas temáticas da especialidade e contará também com a apresentação oral de trabalhos científicos. A expectativa da organização é de cerca de 300 congressistas participantes. Para o presidente da SRGI e do congresso, Luciano Goldani, o principal objetivo do congresso é propor- cionar uma maior interação no âmbito técnico-científico entre os principais grupos e instituições na área de infectologia no Estado. Por isso, explica, o evento prioriza a participação de especialistas convidados de várias cidades, como Santa Maria, Caxias, Santa Cruz, Pelotas, Rio Grande, além Julho/Agosto/Setembro de 2010 BOLETIM SBI 3 Congresso gaúcho acontece em novembro em Bento Gonçalves Conferência de abertura sobre pneumocistose será conduzida por especialista espanhol; infectologistas de várias cidades do RS compõem a grade da programação científica da capital Porto Alegre, para discussões de temas que fazem parte da realidade cotidiana em nível regional. A conferência de abertura será proferida pelo convidado espanhol Enrique Calderon, do Hospital Universitário Virgen del Rocío de Sevilla. Considerado uma das maiores autoridades no estudo da pneumocistose, o especialista possui vários trabalhos publicados que enfocam a epidemiologia e os mecanismos patogênicos do Pneumocystis jirovecii, tema da conferência. As mesas temáticas terão características inovadoras no sentido de exemplificar os tópicos debatidos com relatos de casos clínicos e a experiência local dos apresentadores, afirma Goldani. Segundo ele, a inscrição de trabalhos científicos para a sessão de apresentações orais certamente irá qualificar ainda mais o evento, tendo resultado na forte participação de residentes, alunos de graduação e pós-graduação no Saiba mais: com.br/congressos/infecto2010 III Conferência Brasileira de HIV/Aids e Hepatites Virais Confira a seguir o tema da conferência de cada um dos convidados internacionais e um breve perfil desses especialistas A New Brazilian Viral Vector for HIV Vaccines: Recombinant Yellow Fever Vaccine 17 D David Watkins: Com pós-doutorado pela Harvard Medical School, é o atual coordenador do Aids Vaccine Research Laboratory, na Universidade de Wisconsin (EUA). Human Herpes Viruses Pathogenesis: Beyond KS Enrique Mesri: especialista em virologia e oncologia, é docente e chefia o Viral Carcinogenesis of Kaposi s sarcoma Research Laboratory, na Universidade de Miami (EUA). Innate Immune Response to Infections Glen Barber: especialista em imunidade inata, coordena o programa de pesquisa em oncologia viral, do Sylvester Comprehensive Cancer Center, na Universidade de Miami (EUA). HCV Acute Infection, Clearance, and Reinfection Kimberly Page: epidemiologista, atua com HIV/Aids, DSTs, hepatite, entre outras áreas, no Center for Aids Prevention Studies, da Universidade da Califórnia em San Francisco (EUA). Situação Atual da Pandemia de HIV/Aids no Mundo e Perspectivas Futuras Marco Vitória: médico brasileiro que integrou o então Programa Nacional de DST/ Aids do Ministério da Saúde, hoje atua no Departamento de HIV/Aids da OMS, na Suíça. Control of AIDS and Tuberculosis in the World: a Challenging Problem Mario Raviglione: atuando na OMS desde 1991, foi nomeado Diretor do Departamento Stop TB em 2003, sendo responsável por estratégias e políticas da área de tuberculose da entidade. Barriers to HIV Eradication Mario Stevenson: especialista em patogenia do HIV, é pesquisador do programa de medicina molecular do Center for Aids Research, da Universidade de Massachusetts Confira a programação completa do evento no site

4 4 BOLETIM SBI Julho/Agosto/Setembro de 2010 Congresso cearense reúne 360 participantes O III Congresso Cearense de Infectologia reuniu em Fortaleza 360 participantes entre 26 e 28 de agosto, em sua maioria de profissionais de saúde, principalmente médicos e enfermeiros, inclusive de outras especialidades. O evento atraiu também profissionais e estudantes dos estados do MA, RN, PB, PE, PA e DF. Aos congressistas foi oferecida uma extensa programação científica, distribuída em 66 seções, compreendendo três cursos pré-congresso, dois simpósios-satélite, oito conferências e 14 mesas-redondas. Os apresentadores foram, em sua maioria, especialistas cearenses, além de 10 palestrantes convidados de outros Estados, como RN, BA, SP, MG e DF. O presidente do congresso e da SCI, Roberto da Justa Neto, afirma que as sessões mais concorridas foram as mesas-redondas que abor- Congresso de 2010 consolida a iniciativa da SCI, que deseja levar a quarta edição do evento em 2012 para o interior do CE daram leishmaniose, doenças negligenciadas, terapia antirretroviral, influenza A (H1N1), febres hemorrágicas e doenças infecciosas no interior do Ceará. Entre as conferências, o público demonstrou maior interesse pelos temas melioidose, atualização em DSTs, imagens em Infectologia e doenças emergentes no Brasil. O congresso recebeu 144 resumos de trabalhos científicos, sendo selecionados 100 para apresentação como pôster, em quatro áreas temáticas: infecção por HIV/ Aids, doenças tropicais, infecções relacionadas a serviços de saúde e abordagem multiprofissional das doenças infecciosas. As sessões de pôsteres também foram muito concorridas, comenta. Segundo o presidente do congresso, a diretoria da SCI comemorou o sucesso do evento e fez uma avaliação muito positiva dos resultados alcançados. O congresso representou ocasião única para que doenças infecciosas de grande relevância para o nosso meio pudessem ser debatidas por profissionais e pesquisadores, afirma. Oportunidade para fortalecimento da especialidade ao nível local e regional, o próximo congresso está previsto para Segundo Roberto da Justa, a intenção é levar o evento para o interior do Estado, sendo as cidades de Sobral e Juazeiro do Norte as mais cotadas para a quarta edição. Segundo concurso de Título de Especialista 2010 Foi divulgada em meados de julho a relação dos médicos aprovados na segunda edição do concurso de Título de Especialista de 2010 realizado pela SBI, cujas provas presenciais ocorreram durante o 7º Congresso Paulista de Infectologia, ocorrido no início de junho em São Paulo/SP. Novamente foram realizados dois concursos categorias tradicional e especial esta última destinada àqueles formados há mais de 15 anos, com atuação na especialidade por mais de seis anos. Confira os 17 médicos que adquiriram a titulação de Especialista em Infectologia concedida pela SBI. CATEGORIA TRADICIONAL Ana Cristina Garcia Ferreira (CRM /RJ) Erivaldo Elias Junior (CRM 5005/MS) Fabiano Ramos (CRM 28156/RS) Fabiano Rodrigues Maximino (CRM 5025/RN) Gaspar Lisboa Neto (CRM /SP) Jéssica Fernandes Ramos (CRM /SP) Lívia Teixeira Vitale (CRM 34564/MG) Luciana Miyamoto (CRM /SP) Paula Maciel Santos (CRM 5668/MT) Priscilla Yoshiko Sawada (CRM /SP) Raphael Abegão de Camargo (CRM /SP) Vanessa Gomes de Lima (CRM 8340/PA) Viviane Briese dos Santos (CRM /SP) Willeke Clementino Sleegers (CRM 11641/DF) CATEGORIA ESPECIAL Celso Nakagawa (CRM 63054/SP) Fernando Antonio Barata Buarque (CRM 3666/AM) Marcos Antonio Cyrillo (CRM 38518/SP)

5 Julho/Agosto/Setembro de 2010 BOLETIM SBI 5 ANOTE NA AGENDA Mesa da cerimônia de abertura do evento, que teve a participação de cerca de 850 congressistas durante os quatro dias Temas inéditos são destaque no congresso da SIERJ II Congresso de Infectologia do Estado O do Rio de Janeiro reuniu cerca de 850 participantes, entre 25 e 28 de agosto, com extensa programação que envolveu cinco cursos précongresso, seis conferências e 21 mesas-redondas, com um total de 105 apresentações, realizadas por 110 convidados, sendo em sua maioria de especialistas do próprio Estado. Segundo Mauro Treistman, presidente da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro (SIERJ), as apresentações do congresso foram de alto nível técnico e com muita clareza de exposição. O enfoque da programação foi amplo, abrangendo diversos temas de grande impacto na saúde pública. A conferência de abertura, sobre Infecções em Desastres Naturais e com apresentação da infectologista Marisa Silva Santos, tratou de uma situação cada vez mais presente em várias regiões do país e do mun- do. Treistman também destaca assuntos inéditos que foram apresentados no congresso, como dados sobre a coinfecção HIV-1/HIV-2 mapeada no Estado do Rio de Janeiro, avanços da vacina para dengue em desenvolvimento na Fiocruz, além de informações recentes sobre resistência primária do HIV no Rio de Janeiro e no Brasil, por exemplo. Dos 110 trabalhos científicos inscritos, 90 foram selecionados para apresentação como pôsteres, sendo que os seis melhores foram apresentados oralmente. O maior número de trabalhos Nos meses de agosto e setembro, ocorreram o segundo e terceiro debates ao vivo do Programa de Educação Continuada Online (PEC/SBI), transmitido pela internet pelo endereço Em agosto, o tema discutido foi alterações metabólicas e risco cardiovascular concentrou-se na área temática de HIV/Aids, seguida de infecção relacionadas ao serviço de saúde e infecções bacterianas. Trata-se do maior evento estadual de Infectologia, que permite a todos expor seus trabalhos e suas idéias, dando maior visibilidade ao que vem sendo construído, e isso num ambiente de diálogo e debate técnico-científico, avalia Treistman. O congresso terá a terceira edição em meados de 2012, mas ele já anuncia que em 2011 a SIERJ realizará o 2º Fórum de Infectologia na cidade de Volta Redonda. XVII Congresso Brasileiro de Infectologia Data: 24 a 28 de agosto de 2011 Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães Brasília/DF Secretaria Executiva: A&C Eventos e Promoções (www.aeceventos.com.br) O website com a programação preliminar e temas para inscrição de trabalhos científicos estará disponível em breve no endereço Aguarde! PEC/SBI online traz debates ao vivo no paciente soropositivo; no mês de setembro, o debate abordou as alterações no SNC e as doenças psiquiátricas decorrentes da infecção pelo HIV. A síndrome lipodistrófica será o tema de outubro. A sessão de estreia, em julho, abordou o Consenso Brasileiro de TARV. Durante as apresentações, os internautas podem interagir e debater com os especialistas. Após cada seção, é disponibilizado um bloco de avaliação com dez testes. O participante pode acumular pontos para revalidação do Título de Especialista. As aulas permanecerão no site pelo período de um ano. Participe!

6 6 BOLETIM SBI Julho/Agosto/Setembro de 2010 Comitê de Bacteriologia Clínica da SBI tem recomendações para uso das cefalosporinas Confira os resultados da consulta pública a respeito dos novos pontos de corte do antimicrobianos no tratamento das infecções causadas por enterobactérias produtoras de ESBL N o mês de maio, o Comitê de Bacteriologia Clínica da SBI, sob coordenação da infectologista Ana Cristina Gales, lançou uma consulta pública no site da Sociedade a respeito da discussão sobre os novos pontos de corte das cefalosporinas no tratamento das infecções causadas por enterobactérias produtoras de ESBL. A consulta foi decorrente das novas recomendações do Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI) do início de Foram recebidas 12 opiniões comentadas, provenientes das cidades de São Paulo (5), Curitiba (2), Porto Alegre (2), Belo Horizonte (1), Rio de Janeiro (1) e Maringá/PR (1). Em relação ao limite de sensibilidade sugerido pelo CLSI ( 1 µg/ ml), somente três opiniões ponderavam que este limite seria inadequado. Para dois dos especialistas, o limite de sensibilidade poderia ser 2 µg/ml, enquanto para um deles o limite de sensibilidade mais adequado seria 4 µg/ml. Em relação ao limite de resistência sugerido inicialmente ( 16 µg/ml), cinco infectologistas sugeriram que o ponto de corte de resistência para cefepima deveria ser menor que aquele proposto, ou seja, 8 µg/ml, enquanto que uma outra opinião recomendava que este ponto de corte fosse 4 µg/ml. Considerando as opiniões recebidas, e as evidências científicas atualmente disponíveis, o Comitê de Bacteriologia Clínica da SBI, recomenda que para os testes de sensibilidade de enterobactérias os pontos de corte para cefepima sejam: 1 µg/ml (sensibilidade) e 8 µg/ml (resistência). Isolados com valores de concentração inibitória mínima de 2 µg/ml ou 4 µg/ml devem ser classificados como intermediários. Segundo Ana Gales, esses pontos de corte são coincidentes com aqueles recentemente sugeridos pela versão 1.1 do documento do European Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing (EUCAST), publicado em 27 de abril de KPC A disseminação de amostras de enterobactérias produtoras da carbapenemase do tipo KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) tem sido observada em distintas regiões geográficas. Estas amostras podem apresentar concentrações inibitórias mínimas iguais ou inferiores aos limites de sensibilidade (CIM, 4 µg/ml) estabelecidos para o imipenem e/ou ao meropenem pelo CLSI e serem classificadas como sensíveis aos carbapenens, principalmente, pelos métodos automatizados de sensibilidade, e nesse caso levar à prescrição inadequada dos carbapenens. Para evitar que isto ocorra, houve a atualização do documento do CLSI M100-S20, em junho de 2010, informa Ana Gales. Neste documento, há a descrição dos novos critérios Novas diretorias das federadas da SBI Sociedade Paulista de Infectologia (*) de sensibilidade aos carbapenens para amostras de enterobactérias. Os novos critérios de sensibilidade e resistência para amostras de enterobactérias são: ertapenem ( 0,25 e 1 µg/ml ou 23 e 19 mm ), imipenem ( 1 e 4 µg/ml ou 23 e 19 mm ) e meropenem ( 1 e 4 µg/ml ou 23 e 19 mm). Também foram incluídos neste documento os critérios de sensibilidade e resistência para amostras de enterobactérias ao doripenem ( 1 e 4 µg/ml ou 23 e 19 mm). Ana Gales esclarece que o documento também adverte que não será mais necessária a realização do teste modificado de Hodge, pelo laboratório de microbiologia clínica, para a detecção fenotípica de cepas produtoras de carbapenemases, caso os novos critérios sejam utilizados. Este teste passaria a ser realizado somente com finalidades epidemiológicas a pedido do serviço de controle de infecção hospitalar. Sociedade Sergipana de Infectologia Presidente: Dra. Rosana Richtmann Vice-presidente: Dr. Mauro José Costa Salles 1º Secretário: Dr. Edson Abdala 2º Secretário: Dr. José Valdez Ramalho Madruga 1º Tesoureira: Dra. Rosa Maria Barbosa 2º Tesoureiro: Dr. Vinicius Ponzio Comissão Científica: Dra. Alcyone Artioli Machado Comissão de Divulgação: Dr. Adilson J. W. Cavalcante Comissão de Informática: Dr. Rodrigo Nogueira Angerami Presidente: Dr. Paulo Roberto de Oliveira Costa Vice-presidente: Dra. Ângela Maria da Silva 1º Secretário: Dr. Jerônimo Gonçalves Araújo 2º Secretário: Dra. Luciana Barros de Santana 1º Tesoureiro: Dra. Márcia Maria Macedo Lima 2º Tesoureiro: Dra. Iza Maria Fraga Lobo Coord. Científico: Dr. Marco Aurélio de Oliveira Goes (*) Eleita em agosto, tomará posse em janeiro de 2011

7 Julho/Agosto/Setembro de 2010 BOLETIM SBI 7 AGENDA 2010 A qualificação do ambiente de trabalho H á estimativas de que, no mundo, faltem hoje milhões de profissionais de saúde. Essa é a trágica realidade das populações de países pobres e ricos. Realidade compreensível, mas inaceitável, nos países pobres; igualmente inaceitável, mas incompreensível em países desenvolvidos. Como aceitar que, em um Brasil, proclamado emergente e dito auto-suficiente, deixe centenas de municípios e milhares de brasileiros desassistidos, dispondo de mais de 340 mil médicos em atividade? Coexistem de fato e em muitos países, excesso de profissionais de saúde em algumas áreas as mais desenvolvidas e absoluta escassez em outras as esquecidas por seus governantes. As razões para a distribuição iníqua de profissionais de saúde são muitas, complexas às vezes e interdependentes sempre. Incluemse aqui riscos ocupacionais, violência física e psicológica, sobrecarga de trabalho, remuneração insuficiente, oportunidades limitadas de desenvolvimento na carreira. Predomina nesse contexto a péssima qualidade do ambiente de trabalho, prejudicando o desempenho e afastando dele os profissionais. Esse é, sem dúvida, um dos mais graves problemas de saúde do mundo de hoje. É necessário transformar o José Luiz Gomes do Amaral Presidente da Associação Médica Brasileira ambiente de trabalho de sorte a atrair e fixar aqueles que trabalham com saúde, melhorando a satisfação o resultado da assistência às pessoas. Quais são as intervenções necessárias para qualificar positivamente o ambiente de trabalho? 1 Reconhecimento profissional. É essencial reconhecer as competências das diferentes profissões, darlhes autonomia e o autocontrole verdadeiros, premiar pelo envolvimento e desempenho, monitorar a satisfação dos trabalhadores. 2 Gerenciamento de Recursos Humanos. Tem-se aqui garantir oportunidades iguais e tratamento apropriado, compensação adequada, efetivo gerenciamento do desempenho, benefícios reais e expressivos, envolver os profissionais no planejamento e na tomada de decisões, estimular a comunicação e o trabalho em equipe, incentivar uma cultura de confiança recíproca e respeito entre as pessoas, adotar políticas que estimulem o registro de falhas, definir as responsabilidades de cada um dos envolvidos. 3 Estruturas de apoio. Falta investir no ambiente de trabalho, fortalecer as relações entre os seus integrantes, fornecer equipamentos e suprimentos adequados, envolver os profissionais em processos de avaliação con- tínua, promover equilíbrio sadio entre vida e trabalho, assegurar que a prática se faça dentro de um código de ética claro e bem estabelecido, divulgar e estimular padrões de boas práticas, revisar o escopo da prática e as competências de cada um. Em suma, oferecer oportunidades para o desenvolvimento profissional. Surpreende que, apesar do acúmulo de evidências nesse campo, as autoridades encarregadas de geri-lo continuem a ignorar as soluções e insistam em propostas vazias, gastando precioso tempo, energia e dinheiro público tentando legitimá-las. Vem deles apenas programas desgastados como a importação de profissionais do exterior, serviço social obrigatório, descaracterização do escopo das profissões e transferência de responsabilidades sem correspondente qualificação, farta distribuição de diplomas tentando distribuir profissionais por transbordamento, limitando as alternativas sorte a tange-los ao que julgam ser a prioridade do momento... A lista de despautérios é longa e, infelizmente, não se limita as brevemente citadas acima. Até quando nos deixaremos assim mal conduzir? Até quando nossa sociedade tolerará falta de seriedade e competência no trato de assuntos que lhe dizem tão de perto? 22 e 23/out I Simpósio de Infecções em Pacientes Transplantados Porto Alegre/RS 26 a 29/out 26ª Reunião de Pesquisa Aplicada em Doença de Chagas 14ª Reunião de Pesquisa Aplicada em Leishmanioses Uberaba/MG com.br 3 a 6/nov XXXV Congresso Brasileiro de Imunologia Porto Alegre/RS 3 a 6/nov 16º Congresso Brasileiro de Infectologia Pediátrica Florianópolis/SC com.br 5 e 6/nov V Seminário de Resistência Bacteriana / IV Seminário de Resistência Microbiana Salvador/BA eventos/srb5 7 a 9/dez 5 Simpósio Brasileiro de Hansenologia Belo Horizonte/MG Confira eventos da especialidade na Agenda do Portal da SBI:

8 8 BOLETIM SBI Julho/Agosto/Setembro de 2010 Turismo médico e a saúde do viajante Os deslocamentos de turistas-pacientes é cada vez maior, realidade que exige dos serviços e profissionais de saúde especial atenção quanto à biossegurança e gestão de riscos Sylvia Lemos Hinrichsen Docente da Universidade de Pernambuco (UPE) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde coordena a disciplina Biossegurança e Controle de Infecções Risco Sanitário Hospitalar e o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Assistência em Infectologia (Nepai); é coordenadora do Comitê Científico de Medicina de Viagem da SBI. N os dias atuais, as pessoas estão constantemente se deslocando de um lugar a outro, seja por lazer, a trabalho e ou para tratamento da saúde. Neste contexto, surge a preocupação com os deslocamentos, sejam aéreos, terrestres ou marítimos, que fazem com que as pessoas estejam em riscos de adoecimento, que podem ser influenciados pela idade, sexo, estado de saúde, local de destino, duração da viagem e outros motivos. São necessários, durante viagens, cuidados com as pessoas em condições ou necessidades especiais, como recém-nascidos, gestantes, idosos ou pessoas com doenças pré-existentes ou outras situações de saúde que necessitem de acompanhamento médico frequente. Nesses casos, são fundamentais o aconselhamento médico e precauções especiais, assim como informação adequada sobre os serviços médicos disponíveis no destino da viagem. Um Serviço de Medicina de Viagem Saúde do Viajante tem como objetivo diminuir os riscos de aquisição de doenças durante viagens, garantindo maior segurança aos que chegam ou partem de algum lugar. Em todo o mundo, esta área de assistência médica vem sendo desenvolvida há cerca de 15 anos, e, no Brasil desde Trata-se de uma área da medicina que tem por objetivo orientar os viajantes na prevenção de possíveis problemas de saúde, segundo a região e o tipo de viagem planejada, uma vez que para cada destino haverá sempre um conjunto de riscos diferente. Turismo médico Nos últimos anos, têm aumentado as viagens para tratamento de saúde. Vários são as instituições de saúde que investem neste segmento, através de pesquisas, capacitação profissional e equipamentos de última geração, para transformar alguns hospitais em destino de pacientes. Nos próximos dois anos, estima-se que 780 milhões de pessoas em todo o mundo saiam de seus países para fazer tratamento de saúde no exterior. Define-se como Turismo Médico o deslocamento de pessoas para países que não o de origem com o objetivo de obter cuidados de saúde, (médicos, cirúrgicos ou estéticos). As especialidades mais procuradas pelos viajantes em busca de saúde são: oncologia, urologia, cardiologia e ortopedia, além de cirurgias plástica e bariátrica. Com a introdução de conceitos como segurança do paciente e gestão de riscos, os serviços de saúde também passaram a se adequar a padrões internacionais de qualidade. Muitos são os hospitais ou clínicas que buscam selos de acreditação hospitalar como um diferencial para os viajantes que buscam tratamentos em países estrangeiros. No turismo médico, o viajante é na realidade um paciente que sai de seu habitat, em busca de diagnósticos/tratamentos. Observa-se, que o viajante do turismo médico não tem considerado os possíveis riscos sanitários existentes nas localidades de destino (especialmente riscos de adoecimento e endemias), mas apenas o diagnóstico, o procedimento médico e ou o tratamento com as suas viabilidades e condições de realização. O maior interesse, nesses casos, é o médico, a sua especialidade, se o seguro saúde cobre os seus custos e se a instituição de saúde tem padrões assis- tenciais de qualidade internacional. Afinal, tudo terá que dar certo antes, durante e depois da viagem e do procedimento médico/estético. Para a segurança do viajante do turismo médico, que muitas vezes sai de um local sem grandes riscos sanitários para outros com mais riscos, além da identificação de agravos à saúde segundo os destinos, a escolha do hospital e do profissional multidisciplinar, é essencial. Neste contexto, a biossegurança, o controle de infecções e o risco sanitário hospitalar, serão vitais para que se possa ter segurança do paciente viajante. É também necessário que não só os estabelecimentos de saúde, assim como todo o seguimento do turismo, adotem e sistematizem a biossegurança de modo a garantir um maior controle de processos infecciosos advindos dos procedimentos realizados por esses viajantes/pacientes. Hotéis, por exemplo, terão que se preocupar com todos os resíduos gerados por esses hóspedes, em cuidados especiais, assim como os meios de transporte, em especial, aviões e Veja artigo completo sobre o tema no PEC/SBI, Comitê Científico de Medicina de Viagem, no Portal da SBI.

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