Ensino superior na Europa 2009:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ensino superior na Europa 2009:"

Transcrição

1 PT Ensino superior na Europa 2009: evolução do processo de Bolonha Comissão Europeia

2

3 EURYDICE Agência de Execução relativa à Educação, ao Audiovisual e à Cultura ensino superior na Europa 2009: evolução do processo de Bolonha EURYDICE A Rede de Informação sobre Educação na Europa

4 O presente documento é uma publicação da Agência de Execução relativa à Educação, ao Audiovisual e à Cultura (EACEA P9 Eurydice). Encontra-se disponível também em inglês (Higher Education in Europe 2009: Developments in the Bologna Process), francês (L enseignement supérieur en Europe 2009: les avancées du processus de Bologne) e alemão (Hochschulbildung in Europa 2009: Entwicklungen im Rahmen des Bologna-Prozesses). Texto concluído em Março de Agência de Execução relativa à Educação, ao Audiovisual e à Cultura Este documento também está disponível na Internet (http://www.eurydice.org) É permitida a reprodução parcial deste documento para fins não comerciais, desde que o excerto seja precedido de uma referência à Rede Eurydice, seguida da data da publicação do original. Pedidos de autorização para a reprodução integral do documento devem ser dirigidos à EACEA P9 Eurydice. Agência de Execução relativa à Educação, ao Audiovisual e à Cultura P9 Eurydice Avenue du Bourget 1 (BOU2) B-1140 Bruxelas Tel.: Fax: Correio electrónico: Sítio Internet: EURYDICE Unidade Portuguesa Av. 24 de Julho, n.º LISBOA Tel.: Fax: Correio electrónico: Internet: Editor da versão portuguesa: Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, Ministério da Educação ISBN Depósito Legal: /10 Julho 2010 Capa: PIMC, Lda., Produção de Imagem e Meios de Comunicação Tiragem: 170 exemplares Impresso em Portugal por: Editorial do Ministério da Educação

5 ÍNDICE Prefácio 5 Introdução 7 Sumário executivo 9 Resenha histórica do Processo de Bolonha 13 Secção A: A estrutura licenciatura-mestrado 17 Secção B: Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (ECTS) 25 Secção C: Suplemento ao Diploma 31 Secção D: Quadros nacionais de qualificações 37 Secção E: Mobilidade e portabilidade dos apoios aos estudantes 41 Glossário 55 Índice de figuras 59 Agradecimentos 61 3

6

7 PREFÁCIO Em minha opinião, o Processo de Bolonha tem vindo a impulsionar as mais importantes reformas do ensino superior levadas a cabo nos tempos modernos. A Comissão Europeia mantém o seu empenho como parte nesse processo, pois considera que esta forma única de cooperação inter gover - namental e interinstitucional à escala europeia é fundamental para a construção das sociedades e economias do conhecimento, que podem proporcionar realização pessoal e prosperidade aos nossos concidadãos. A presente publicação traça um panorama objectivo dos progressos alcançados nos dez anos transcorridos desde a assinatura da Declaração de Bolonha e constitui, a um ano da sua conclusão oficial, um precioso contributo para a compreensão do processo então iniciado. À semelhança das anteriores publicações da Rede Eurydice, trata-se de um texto conciso e baseado em informações fidedignas sobre todos os países analisados, em que é apresentada uma clara análise comparativa das diferentes formas como o processo tem sido conduzido a nível nacional. Apraz-me igualmente verificar que a Rede Eurydice comprovou, mais uma vez, a sua capacidade de ultrapassar as fronteiras dos 31 países que a constituem para chegar a todos os 46 países envolvidos no Processo de Bolonha. O relatório aqui apresentado demonstra claramente que estamos no bom caminho para atingir o objectivo central da criação do Espaço Europeu do Ensino Superior até Algumas importantes reformas permitiram-nos avançar no sentido de uma maior compatibilidade entre os diferentes sistemas de graus académicos dos países europeus, mas temos agora de enfrentar o desafio da qualidade, nomeadamente a questão do conteúdo e do perfil das qualificações, para que estas tenham significado e relevância no interior e para além das fronteiras nacionais. Os principais instrumentos de Bolonha o sistema ECTS, o Suplemento ao Diploma e os quadros nacionais de qualificações, em cujo desenvolvimento a Comissão Europeia se orgulha de ter participado, estão em vias de se tornar traços arreigados e distintivos no panorama do ensino superior europeu. No entanto, a mensagem também evidente é que temos de melhorar o uso que fazemos desses instrumentos e redobrar os nossos esforços no sentido de expandir a mobilidade no Espaço Europeu do Ensino Superior. A década de Bolonha aproxima-se do seu termo num momento em que a Europa e o resto do mundo enfrentam os desafios sem precedentes que decorrem da crise financeira global. Sejam quais forem as medidas que tomemos em relação ao sector financeiro, a solução capaz de garantir, a longo prazo, o dinamismo e a prosperidade das sociedades dependerá sempre da qualidade dos nossos sistemas educativos. Por conseguinte, a prossecução da Estratégia de Lisboa é hoje mais necessária do que nunca para garantir um desenvolvimento económico e social sustentável, e o período que atravessamos é especialmente propício a um reforço do nosso compromisso e do nosso investimento num ensino de elevada qualidade a todos os níveis. Estou certo de que acharemos cada vez mais razões para nos congratularmos por, em conjunto, termos lançado bases suficientemente sólidas para o Espaço Europeu do Ensino Superior, pois será nele que os nossos concidadãos encontrarão as oportunidades de aprendizagem ao longo da vida de que necessitarão para assegurarem a renovação, a inovação e o desenvolvimento futuros das nossas sociedades e das nossas economias. 5 Ján Figel Comissário Europeu responsável pela Educação, Formação, Cultura e Juventude

8

9 INTRODUÇÃO O presente relatório faz uma análise parcial do novo Espaço Europeu do Ensino Superior. Parcial quer quanto à selecção dos temas a tratar, quer no que respeita ao tipo de informações recolhidas para análise. Sem tentar abranger todos os problemas e desafios que têm de ser ultrapassados para garantir o êxito do Espaço Europeu do Ensino Superior, optou-se por focar apenas algumas questões prioritárias, e identificadas no anterior relatório da Rede Eurydice sobre o Processo de Bolonha (Focus on the Structure of Higher Education in Europe 2006/07 [Sobre a Estrutura do Ensino Superior na Europa 2006/2007]), que necessitam de ser desenvolvidas. Essas prioridades foram analisadas do ponto de vista das políticas e das medidas adoptadas a nível nacional, uma vez que a avaliação das estratégias de resolução desses problemas prosseguidas nos próprios estabelecimentos de ensino está fora do âmbito deste relatório. As informações foram obtidas através das unidades nacionais da Rede Eurydice nos 31 países que a constituem e, em relação aos restantes 15 países envolvidos no Processo de Bolonha, através dos respectivos representantes nacionais no Grupo de Acompanhamento do Processo de Bolonha (BFUG). Com efeito, a recolha de informações foi coordenada com o Secretariado do BFUG e o Grupo de Trabalho de Avaliação, e o relatório visa complementar o trabalho e as conclusões do processo oficial de avaliação. A análise comparativa é precedida de uma breve resenha histórica do Processo de Bolonha, em que se assinalam as principais decisões e resultados das reuniões bienais dos ministros europeus responsáveis pelo ensino superior e envolvidos nesse processo. No final da publicação, encontra-se um glossário dos códigos e abreviaturas dos países e regiões, bem como de alguns dos termos mais usados. As conclusões do presente relatório servirão de base a uma análise mais ampla da evolução das políticas nacionais relativas ao Espaço Europeu do Ensino Superior, que serão o objecto do relatório Focus on Higher Education que a Rede Eurydice conta apresentar em 2010 e através do qual se propõe avaliar o impacto da evolução registada no decurso da década de Bolonha e identificar os principais desafios do Espaço Europeu do Ensino Superior no futuro. A Rede Eurydice está profundamente grata às muitas pessoas que dedicaram tempo, saber e esforço à elaboração deste relatório. Na parte final da presente publicação (em Agradecimentos ), é apresentada a lista completa dos contributos recebidos. 7

10

11 SUMÁRIO EXECUTIVO O quadro geral que se nos apresenta em 2009 revela que foram feitos grandes progressos em todos os domínios analisados, sendo evidentes os benefícios de uma maior cooperação europeia resultante do Processo de Bolonha. De qualquer modo, dado que o ensino superior europeu é dinâmico e evolui num contexto em rápida mutação, o próprio processo reformador está permanentemente a criar novos desafios devido à forma como a sua aplicação se desenvolve em cada país. Assim, a necessidade de intensificar a cooperação ao nível europeu é cada vez mais premente, e o aperfeiçoamento dos mecanismos de acompanhamento é essencial para a avaliação do impacto das reformas. Tendo havido grandes progressos na reforma estrutural, o centro da atenção e da cooperação, de agora em diante, deve tentar combinar as políticas nacionais e o desenvolvimento do sistema com o conteúdo e a aplicação prática nos estabelecimentos de ensino superior. A estrutura licenciatura-mestrado Nesta fase do Processo de Bolonha, em teoria, a nova estrutura de três ciclos vigora plenamente ou, pelo menos, está fortemente implantada na maioria das instituições e dos programas de todos os países. No entanto, em alguns destes, certas áreas de estudo, como a medicina, a arquitectura e a engenharia, mantêm-se à margem deste novo tipo de organização. A convergência dos modelos dos primeiros dois ciclos é inegável. Nos programas de licenciatura do primeiro ciclo, o modelo de 180 créditos ECTS (3 anos) é predominante em 19 países, e o de 240 créditos ECTS (4 anos), em 11. Entretanto, nos programas de mestrado do segundo ciclo, o modelo de 120 créditos ECTS (2 anos) parece ter-se imposto aos restantes, sendo actualmente preponderante em 29 dos países e regiões analisados. Considerando conjuntamente os programas do primeiro e do segundo ciclos, verifica-se que a estrutura de dois ciclos com créditos ECTS (3+2 anos) é o modelo mais utilizado. Predomina em 17 países sendo, também, utilizado noutros 22 onde não existe um modelo único. Importa ainda notar que a articulação entre o ensino profissional de nível CITE 5B e o primeiro ciclo do ensino superior apresenta divergências significativas nos vários países da Europa. Com efeito, embora o ensino superior não tenha parado de crescer e de se diversificar ao longo da década de Bolonha, os países onde o ensino profissional de nível CITE 5B está organizado num sistema distinto, exterior ao sector universitário, tenderam a ignorar a abordagem de Bolonha. Foram apenas 10 os países que conscien - ciosamente adaptaram as estruturas de Bolonha (em particular o conceito de licenciatura ), a fim de incluírem este nível de ensino. Os restantes países ou tomaram medidas para assegurar correspondências entre o nível CITE 5B e os novos programas de licenciatura organizados no âmbito do Processo de Bolonha, ou prosseguiram o desenvolvimento dos seus programas de ensino profissional e de ensino superior em paralelo. Apesar de ser óbvio que a reforma e a convergência dos sistemas de graus académicos preconizadas na Declaração de Bolonha evoluíram de forma muito rápida ao longo da última década, a convergência não está a conduzir inevitavelmente à uniformidade dos sistemas de ensino superior europeus, mesmo em termos de graus académicos. Os principais modelos da estrutura de qualificações foram estabelecidos, e o desafio fundamental é agora o de melhorar o perfil das diferentes qualificações, para que os resultados da aprendizagem das qualificações de Bolonha sejam mais bem compreendidos e o Espaço Europeu do Ensino Superior possa desenvolver-se como um espaço aberto, flexível e inclusivo. 9

12 ensino superior na Europa 2009: evolução do processo de Bolonha Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos (ECTS) Na grande maioria dos países, a introdução do sistema ECTS foi feita através de legislação e regulamentação. Presentemente, esse enquadramento jurídico já está concluído em quase todos os países e, por isso, poder-se-á dizer que, no plano formal, o estabelecimento de um sistema comum europeu de transferência e acumulação de créditos foi extraordinariamente rápida. Os países e os estabelecimentos de ensino concentram-se agora na aplicação efectiva do sistema ECTS. Neste aspecto, há ainda muito a fazer, se se quiser aproveitar todo o potencial desse sistema. São poucos os países que atingiram a fase em que a grande maioria dos estabelecimentos e dos programas utilizam integralmente o sistema ECTS e a atribuição de créditos se baseia nos resultados da aprendizagem e no volume de trabalho do estudante. Na maior parte dos casos, o conceito de resultados da aprendizagem ainda não foi inteiramente assimilado nem é muito utilizado, e o de volume de trabalho virtual do estudante continua a levantar objecções. A atribuição dos créditos continua, por isso, a ser baseada nas horas de contacto ou numa conjugação de, por exemplo, horas de contacto e volume de trabalho virtual do estudante. É, pois, necessário manter o apoio e os incentivos aos estabelecimentos de ensino, para permitir a integração e a aplicação correctas do sistema ECTS, baseadas nos resultados da aprendizagem e no volume de trabalho do estudante. O novo manual do utilizador do sistema ECTS e o intercâmbio permanente das boas práticas institucionais podem desempenhar um papel muito útil no desenvolvimento do sistema ECTS como um poderoso instrumento do Espaço Europeu do Ensino Superior. Suplemento ao Diploma (SD) Apesar de o SD se ter tornado obrigatório na grande maioria dos países envolvidos no Processo de Bolonha e de, na maior parte dos casos, estar em conformidade com as recomendações gerais relativas à sua emissão (automática e gratuita, e numa língua europeia de grande expansão), a sua utilização efectiva ainda é muito desigual e levanta uma série de questões. Os ministros reunidos em Berlim (Setembro de 2003) decidiram que o Suplemento ao Diploma estaria em utilização plena em Neste caso, porém, os compromissos não foram cumpridos, e muitos países estão atrasados na aplicação desta medida, fundamentalmente simples e prática, embora com implicações organizativas e financeiras. São raros, mesmo entre aqueles em que o SD está fortemente implantado, os países que levaram a cabo acções de controlo destinadas a apurar o modo como o SD é de facto utilizado pelos estabelecimentos de ensino superior e pelos empregadores, e os resultados obtidos são bastante contraditórios, verificando-se que, em muitos casos, os empregadores, os estabelecimentos e os próprios diplomados não aproveitam ainda todas as vantagens deste instrumento. Quadros nacionais de qualificações (QNQ) Na Conferência de Bergen, em 2005, os ministros assumiram o compromisso de desenvolver quadros nacionais de qualificações compatíveis com o Quadro de Qualificações do Espaço Europeu do Ensino Superior. Nessa altura, apenas alguns países possuíam quadros nacionais de qualificações, que tinham muitos anos de trabalho de desenvolvimento por trás. Actualmente, a grande maioria dos países envolvidos no Processo de Bolonha já iniciou o processo de elaboração e aplicação de um quadro de qualificações a nível nacional. Cinco deles concluíram o processo, incluindo a autocertificação da compatibilidade com o quadro europeu e a adaptação dos programas dos estabelecimentos de ensino superior. Os restantes já iniciaram o processo alguns muito recentemente, mas a maioria não prevê concluí-lo antes de Contrastando com a introdução do Suplemento ao Diploma um processo técnico relativamente simples, a concepção e o desenvolvimento dos quadros nacionais de qualificações revelou-se uma tarefa difícil. Com efeito, a complexidade deste trabalho foi inequivocamente subestimada em muitos países, pelo que é 10

13 Sumário executivo fundamental levar a cabo uma consulta em grande escala e um debate público para garantir a compreensão dos quadros nacionais de qualificações e das suas finalidades. Por conseguinte, embora só alguns países possam aspirar a atingir o objectivo de possuírem um quadro nacional de qualificações inteiramente operacional em 2010, o progresso conseguido neste domínio é, em todo o caso, bastante significativo. Mobilidade e portabilidade dos apoios financeiros aos estudantes Após quase dez anos de desenvolvimento do Espaço Europeu do Ensino Superior, na esperança de que muitos mais cidadãos beneficiem de programas de ensino superior fora do seu país de origem, é talvez surpreendente constatar que muito pouco se sabe e entende sobre a realidade da mobilidade dos estudantes e sobre os reais incentivos e restrições a ela associados. Muitos países continuam a recolher dados unicamente sobre a nacionalidade dos estudantes, em vez de seguirem a movimentações entre países para efeitos de estudo. Com a actual falta de informação, é também difícil avaliar o impacto da introdução dos três ciclos do Processo de Bolonha. A relação entre a mobilidade e a portabilidade dos apoios financeiros aos estudantes é igualmente difícil de determinar. Alguns países tornaram os seus subsídios e empréstimos totalmente portáteis, outros criaram subsídios e empréstimos específicos para os estudantes em mobilidade, e outros ainda combinaram as duas características. No entanto, dado que a decisão individual dos alunos de estudar no estrangeiro é complexa e depende de muitos factores, é difícil determinar o impacto das medidas de apoio financeiro específicas. A questão dos apoios financeiros à mobilidade deve também ser analisada no contexto do aumento das exigências sociais em relação ao erário público, incluindo, por exemplo, a do aumento da participação no financiamento do ensino superior. Numa época de incertezas financeiras e de aumento das exigências, em que muitos países tendem a transferir uma parte mais substancial dos custos para os estudantes, será necessário estar atento para que o desenvolvimento de oportunidades equitativas a favor da mobilidade no Espaço Europeu do Ensino Superior se mantenha uma prioridade. 11

14

15 RESENHA HISTÓRICA DO PROCESSO DE BOLONHA O Processo de Bolonha é o resultado de uma série de reuniões de ministros, responsáveis pelo ensino superior, nas quais foram tomadas decisões políticas tendentes à criação de um Espaço Europeu do Ensino Superior até Também participam no processo a Comissão Europeia, como membro de pleno direito, e o Conselho da Europa, o Centro Europeu para o Ensino Superior da UNESCO (UNESCO-CEPES) e um conjunto de organizações interessadas, na qualidade de membros consultivos. Existe, pois, uma parceria plena e efectiva com estabelecimentos de ensino superior, representados pela Associação Europeia das Universidades (European University Association EUA) e pela Associação Europeia de Instituições de Ensino Superior (European Association of Institutions in Higher Education EURASHE), estudantes, representados pela União dos Estudantes Europeus (European Students Union ESU), professores, representados pela Internacional da Educação (IE), e outras organizações interessadas, como a Associação Europeia para a Garantia da Qualidade no Ensino Superior (European Association for Quality Assurance in Higher Education ENQA) e a BUSINESSEUROPE, que representa organizações de empregadores. As grandes linhas de desenvolvimento do Processo de Bolonha foram traçadas em sete reuniões ministeriais convocadas para esse efeito a partir de 1998 e realizadas em várias cidades europeias: Paris (Universidade da Sorbonne), Bolonha, Praga, Berlim, Bergen, Londres e, por último, Lovaina e Louvain-la-Neuve. Declaração da Sorbonne (1998) As premissas fundamentais do Processo de Bolonha remontam à Declaração Comum da Sorbonne sobre a harmonização da arquitectura do sistema europeu de ensino superior, assinada em Maio de 1998 pelos Ministros da Educação de quatro países: França, Alemanha, Itália e Reino Unido. Na Declaração da Sorbonne, são destacados os seguintes objectivos: Melhorias na transparência internacional dos cursos e no reconhecimento das qualificações, no âmbito de um processo de convergência progressiva para um quadro comum de qualificações e de ciclos de estudo; Facilitação da mobilidade de estudantes e professores no espaço europeu e da sua integração no mercado de trabalho na Europa; Elaboração de um sistema comum de diplomas para os graduandos (licenciatura) e pós-graduandos (mestrado e doutoramento). Declaração de Bolonha (1999) A Declaração de Bolonha sobre o Espaço Europeu do Ensino Superior, largamente inspirada na Declaração da Sorbonne, foi assinada em Junho de 1999, pelos ministros responsáveis pelo ensino superior de 29 países europeus. Esta declaração tornou-se o documento de referência dos países signatários na formulação do quadro geral de modernização e reforma do ensino superior europeu, e veio a dar nome ao processo de reformas então iniciado (Processo de Bolonha). Os primeiros signatários foram, logo em 1999, os então 15 Estados-Membros da UE, três países da EFTA (Islândia, Noruega e Suíça) e 11 países candidatos à adesão à UE (Bulgária, República Checa, Estónia, Hungria, Letónia, 13

16 ensino superior na Europa 2009: evolução do processo de Bolonha Lituânia, Malta, Polónia, Roménia, Eslováquia e Eslovénia). A redacção da declaração contou também com a participação de instituições internacionais como a Comissão Europeia, o Conselho da Europa e associações de universidades, reitores e estudantes europeus. Na Declaração de Bolonha, os ministros afirmaram ser sua intenção: Adoptar um sistema de graus académicos facilmente inteligíveis e comparáveis; Implantar um sistema essencialmente baseado em dois ciclos principais; Instituir um sistema de créditos do tipo ECTS; Favorecer a mobilidade de estudantes, professores e investigadores; Fomentar a cooperação europeia em matéria de garantia da qualidade; Promover a dimensão europeia do ensino superior (designadamente no respeitante ao desen - volvimento curricular e à cooperação interinstitucional). A Declaração de Bolonha enuncia igualmente o objectivo de aumentar a competitividade internacional do sistema europeu do ensino superior e salienta a necessidade de assegurar a sua atractividade em todo o mundo. Comunicado de Praga (2001) A reunião de Praga, realizada em Maio de 2001, foi convocada para se proceder à avaliação dos progressos realizados até então (com base, sobretudo, nos relatórios nacionais apresentados) e definir as principais prioridades do Processo de Bolonha para os anos subsequentes. Participaram 33 países entre os quais a Croácia, Chipre e a Turquia, que foram admitidos como novos membros, e o Listenstaine, cuja adesão ao processo ocorrera entre as conferências de Bolonha e de Praga e a Comissão Europeia, que também se tornou membro. Os ministros responsáveis pelo ensino superior aprovaram a criação do Grupo de Acompanhamento do Processo de Bolonha (Bologna Follow-Up Group BFUG), que ficou responsável pela continuidade do processo. O BFUG é composto por representantes de todos os países signatários e da Comissão Europeia, e presidido pelo país que exerce a Presidência rotativa da UE. O Conselho da Europa, a Associação Europeia das Universidades (EUA), a Associação Europeia de Instituições de Ensino Superior (EURASHE) e as Associações Nacionais de Estudantes na Europa (National Unions of Students in Europe/European Student Information Bureau ESIB), mais tarde União dos Estudantes Europeus (ESU), participam nos trabalhos do BFUG na qualidade de membros consultivos. No Comunicado de Praga, são salientadas as seguintes três vertentes do Processo de Bolonha: Promoção da aprendizagem ao longo da vida; Envolvimento dos estabelecimentos de ensino superior e dos estudantes; Reforço da atractividade do Espaço Europeu do Ensino Superior. Comunicado de Berlim (2003) A Conferência de Berlim, que teve lugar em Setembro de 2003, saldou-se por um importante avanço no Processo de Bolonha e contou com a participação de 40 países, incluindo sete novos países signatários (Albânia, Andorra, Bósnia e Herzegovina, antiga República jugoslava da Macedónia, Santa Sé, Rússia e Sérvia e Montenegro). 14

17 Resenha histórica do Processo de Bolonha Com o Comunicado de Berlim, o Processo de Bolonha ganhou um novo impulso, tendo sido estabelecidas algumas prioridades para os dois anos seguintes: Aperfeiçoamento da garantia da qualidade a nível institucional, nacional e europeu; Adopção efectiva do sistema baseado em dois ciclos; Reconhecimento de diplomas e períodos de estudo, designadamente a entrega automática e gratuita do Suplemento ao Diploma a todos os diplomados, a partir de 2005; Elaboração de um quadro de qualificações referente a todo o Espaço Europeu do Ensino Superior; Inclusão do doutoramento como terceiro ciclo no Processo de Bolonha; Estreitamento das ligações entre o Espaço Europeu do Ensino Superior e o Espaço Europeu da Investigação. O comunicado ministerial de Berlim atribuiu ao BFUG o encargo de preparar relatórios detalhados sobre os progressos na aplicação das prioridades intermédias, e de proceder a um balanço do processo antes da conferência ministerial seguinte, em O Centro Europeu para o Ensino Superior da UNESCO (UNESCO-CEPES) tornou-se membro consultivo do BFUG. Comunicado de Bergen (2005) Em Maio de 2005, o número de países signatários do Processo de Bolonha subiu para 45, após a adesão da Arménia, Azerbaijão, Geórgia, Moldávia e Ucrânia. Os ministros responsáveis pelo ensino superior reuniram-se em Bergen para procederem a uma análise intercalar da evolução do Processo de Bolonha. Em conformidade com o que lhe fora solicitado, o BFUG apresentou o seu relatório de balanço. A Conferência de Bergen também ficou assinalada pela adopção das Normas e Directrizes Europeias para a Garantia da Qualidade no Espaço Europeu do Ensino Superior e do Quadro de Qualificações do Espaço Europeu do Ensino Superior. A Associação Europeia para a Garantia da Qualidade no Ensino Superior (ENQA), a Estrutura Pan-Europeia Internacional da Educação (IE) e a União das Confederações da Indústria e dos Empregadores da Europa (UNICE, mais tarde BUSINESSEUROPE) tornaram-se membros consultivos do BFUG. No Comunicado de Bergen, os ministros incluíram, nas suas prioridades para 2007, o seguinte: Reforço da dimensão social e eliminação dos obstáculos à mobilidade; Aplicação das normas e directrizes para a garantia da qualidade, em conformidade com o proposto no relatório da ENQA; Elaboração de quadros nacionais de qualificações compatíveis com o então aprovado Quadro de Qualificações do Espaço Europeu do Ensino Superior; Atribuição e reconhecimento de diplomas conjuntos; Criação de oportunidades para percursos flexíveis de formação no ensino superior, incluindo disposições para validação da aprendizagem anterior. Comunicado de Londres (2007) A reunião ministerial de Londres, realizada em 17 e 18 de Maio de 2007, constituiu-se como ponto de referência ao criar a primeira entidade jurídica no quadro do Processo de Bolonha o Registo Europeu de Garantia da Qualidade (European Quality Assurance Register EQAR). Esta entidade deverá manter um registo das agências 15

18 ensino superior na Europa 2009: evolução do processo de Bolonha de garantia da qualidade que actuam de acordo com as Normas e Directrizes Europeias e estão, por isso, habilitadas a trabalhar no Espaço Europeu do Ensino Superior. Londres também testemunhou avanços significativos em dois domínios fundamentais: a dimensão social, uma vez que os ministros decidiram elaborar planos de acção nacionais que permitam avaliar o seu impacto, e a dimensão global, porque os ministros chegaram a acordo sobre uma estratégia de desenvolvimento da dimensão global do ensino superior europeu. Com o reconhecimento do Montenegro como Estado independente integrado no Espaço Europeu do Ensino Superior, o número de países participantes elevou-se para 46. Cronologia do Processo de Bolonha Mobilidade de estudantes e professores Mobilidade dos investigadores Ligações mais estreitas entre o ensino e a investigação Percursos flexíveis de formação no ensino superior Sistema comum de graus académicos em dois ciclos Sistema de créditos (ECTS) Graus académicos facilmente inteligíveis e comparáveis Aprendizagem ao longo da vida Dimensão social Envolvimento dos estabelecimentos de ensino superior e dos estudantes Inclusão do doutoramento como terceiro ciclo Quadro Europeu de Qualificações Reconhecimento de diplomas e períodos de estudos (Suplemento ao Diploma) Reforço da dimensão social Quadros Nacionais de Qualificações Atribuição e reconhecimento de diplomas conjuntos Compromisso de elaboração de planos de acção nacionais para o controlo efectivo da dimensão social Dimensão europeia do ensino superior Promoção do Espaço Europeu do Ensino Superior Estratégia de desenvolvimento da dimensão global do Processo de Bolonha Cooperação europeia em matéria de garantia da qualidade Garantia da qualidade a nível institucional, nacional e europeu Normas e directrizes para a garantia da qualidade Criação do Registo Europeu de Garantia da Qualidade (EQAR) Declaração da Sorbonne Declaração de Bolonha Comunicado de Praga Comunicado de Berlim Comunicado de Bergen Conferência de Londres Conferência de Lovaina e Louvain-la-Neuve 16

19 SECÇÃO A: A ESTRUTURA LICENCIATURA-MESTRADO No cerne da Declaração de Bolonha está o compromisso assumido pelos países signatários de criarem o Espaço Europeu do Ensino Superior até 2010 e, por conseguinte, de adaptarem os sistemas de ensino superior de modo a estes apresentarem uma estrutura mais uniforme e qualificações mais inteligíveis. É errónea a ideia bastante generalizada de que, no âmbito do Processo de Bolonha, foi rigidamente fixada a duração de cada um dos três ciclos. Na verdade, a Declaração de Bolonha (1999) especifica apenas que os estudos do primeiro ciclo devem ter uma duração mínima de três anos, e os debates posteriores sobre o segundo ciclo levaram à conclusão de que um mestrado poderia variar entre 60 e 120 créditos ECTS. Por sua vez, as decisões relativas ao terceiro ciclo foram, em grande parte, deixadas ao critério das universidades, não tendo havido qualquer tentativa de introduzir regulamentação adicional no quadro do Processo de Bolonha. São estas, aliás, as posições plasmadas no Quadro de Qualificações do Espaço Europeu do Ensino Superior, adoptado em Bergen (2005), que inclui os três ciclos (ressalvando a possibilidade de serem reconhecidas, a nível nacional, qualificações intermédias), descritores genéricos para cada ciclo baseados nos resultados da aprendizagem e nas competências, e a fixação da amplitude de variação do número de créditos nos primeiro e segundo ciclos. Em regra, as qualificações do primeiro ciclo devem perfazer um total de 180 a 240 créditos ECTS, e as do segundo ciclo de 90 a 120 (com um mínimo de 60 créditos). Antes da assinatura da Declaração de Bolonha, em 1999, já existia em alguns países (pelo menos em certas áreas) uma estrutura de três ciclos; tratava-se, portanto, de generalizar essa prática e conseguir uma maior convergência entre os vários modelos existentes. A partir de então, os outros países adoptaram a nova estrutura de três ciclos preconizada no âmbito do Processo de Bolonha, a qual, no início de 2009, estava fortemente implantada na maioria das instituições e dos programas de todos os países. As propostas de programas de estudo mais prolongados são ainda vulgares em áreas como a medicina e estudos afins, a arquitectura ou a engenharia. Em muitos países, a introdução da estrutura de três ciclos deu origem a acesos debates sobre a salvaguarda das especificidades nacionais do mercado de trabalho e de certos tipos de instituições, programas, disciplinas e qualificações. Em todo o caso, já é possível, nesta fase do processo, tentar apurar o grau de convergência entre as diferentes práticas nos níveis de licenciatura e de mestrado, em particular no que respeita ao volume de trabalho/duração, mas no nível de doutoramento, muitos desenvolvimentos estão ainda numa fase preliminar, o que dificulta a identificação e a comparação dos modelos nacionais. A análise que se segue centra-se nas estruturas mais utilizadas no conjunto dos países. Em muitos deles, há necessariamente práticas distintas entre si, já que instituições, programas ou disciplinas diferentes têm, naturalmente, perspectivas diversas sobre o desempenho da sua missão, mas, na maior parte dos casos distingue-se claramente um modelo de referência, que se aplica à maioria dos programas. A estrutura em ciclos de créditos ECTS (3+2 anos académicos) é o modelo mais utilizado No que respeita aos programas de licenciatura, são dois os principais modelos estruturais adoptados: Em 19 países (figura A1) Andorra, Áustria, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Santa Sé, Islândia, Itália, Listenstaine, Luxemburgo, Montenegro, Noruega, Polónia, Eslováquia, Suécia e Suíça, os programas de licenciatura perfazem, em regra, 180 créditos ECTS (3 anos). Em 11 países Arménia, Bulgária, Chipre, Geórgia, Grécia, Lituânia, Moldávia, Rússia, Espanha, Turquia e Reino Unido (Escócia), os programas de licenciatura correspondem, geralmente, a 240 créditos ECTS (4 anos). 17

20 ensino superior na Europa 2009: evolução do processo de Bolonha Nos restantes países, não existe uma referência claramente predominante, mas as soluções adoptadas pelas instituições tendem a inspirar-se nestes dois modelos. Figura A1: Volume de trabalho do estudante/duração dos programas de licenciatura mais comuns (2008/2009) Fonte: Eurydice. Nota explicativa Os países adaptaram os princípios de Bolonha à sua situação particular e poderão tê-los aplicado de forma flexível, para acautelarem especificidades do mercado de trabalho ou de instituições e áreas de estudo ou disciplinas. Não foi, portanto, definido e aplicado um modelo único em cada país, o que terá dado às instituições a possibilidade de procederem a adaptações. Na prática, porém, é possível distinguir, na maioria dos países, uma abordagem ou modelo de referência preferencial. É essa a realidade que a figura pretende representar. 18

Conferência de Ministros responsáveis pelo Ensino Superior

Conferência de Ministros responsáveis pelo Ensino Superior Conferência de Ministros responsáveis pelo Ensino Superior Comunicado Berlim Setembro de 2003 Preâmbulo A 19 de Junho de 1999, um ano após a Declaração da Sorbonne, os Ministros de 29 países europeus responsáveis

Leia mais

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO 7.6.2008 C 141/27 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO Convite à apresentação de propostas de 2008 Programa Cultura (2007-2013) Execução das seguintes acções do programa: projectos plurianuais

Leia mais

A difícil concretização do processo de Bolonha no Ensino Superior

A difícil concretização do processo de Bolonha no Ensino Superior A difícil concretização do processo de Bolonha no Ensino Superior O SNESup e o Núcleo de Estudantes de Sociologia da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra realizaram mais um debate integrado

Leia mais

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO EUROPEIA

(Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO EUROPEIA 28.10.2014 C 382/1 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO EUROPEIA CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS EACEA/31/2014 Programa Erasmus+, Ação-chave 3 Apoio à reforma de políticas Cooperação com

Leia mais

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016

GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 GUIA do ESTUDANTE ERASMUS+ 2015-2016 Esclarecimentos de dúvidas/informações adicionais: Carolina Peralta/Isabel Silva Gabinete de Relações Internacionais - GRI Rua de Santa Marta, 47, 1º Piso sala 112-1169-023

Leia mais

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação

E R A S M U S + ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa. Apresentação ERASMUS+ Faculdade de Farmácia Universidade de Lisboa Apresentação ERASMUS+ - Ensino Superior O Erasmus+ é o novo programa da UE dedicado à educação, formação, juventude e desporto. O programa tem início

Leia mais

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos

Guia do Estudante Erasmus - Período de Estudos ESTE ANO VOU CONHECER NOVAS PESSOAS ESTE ANO VOU ALARGAR CONHECIMENTOS ESTE ANO VOU FALAR OUTRA LÍNGUA ESTE ANO VOU ADQUIRIR NOVAS COMPETÊNCIAS ESTE ANO VOU VIAJAR ESTE ANO VOU SER ERASMUS Guia do Estudante

Leia mais

Formação Inicial de Professores na União Europeia. Florbela Lages Antunes Rodrigues Instituto Politécnico da Guarda

Formação Inicial de Professores na União Europeia. Florbela Lages Antunes Rodrigues Instituto Politécnico da Guarda Formação Inicial de Professores na União Europeia Florbela Lages Antunes Rodrigues Instituto Politécnico da Guarda 1999 - O Processo de Bolonha Um Espaço Europeu de Ensino Superior (EEES) globalmente harmonizado

Leia mais

Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL

Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL Changing lives. Opening minds. Mobilidade de Estudantes Sessão de Esclarecimento 2015/2016 janeiro 2015 Núcleo de Relações Internacionais do ISEL ERASMUS + Uma porta aberta para a Europa : O novo programa

Leia mais

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA

CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA CRONOLOGIA DA INTEGRAÇÃO EUROPEIA 1950 9 de Maio Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, profere um importante discurso em que avança propostas inspiradas nas ideias de Jean Monnet.

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado. Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem

ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado. Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Dr. José Timóteo Montalvão Machado Programa ERASMUS+ Acção-chave 1 Mobilidade para aprendizagem GUIA DE CANDIDATURA PARA MOBILIDADE DE ESTUDANTES PARA ESTÁGIOS ERASMUS+ (SMP)

Leia mais

Uma Rede de apoio à competitividade das empresas. 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa

Uma Rede de apoio à competitividade das empresas. 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa Uma Rede de apoio à competitividade das empresas 30 de abril de 2014, ISCTE-IUL, Lisboa Quem somos Quem somos? Onde estamos? Criada pela Comissão Europeia no âmbito do Programa Quadro para a Competitividade

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas

Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas Os Cursos de Especialização Tecnológica Em Portugal Nuno Mangas Fórum novo millenium Nuno Mangas Covilhã, 22 Setembro 2011 Índice 1 Contextualização 2 Os CET em Portugal 3 Considerações Finais 2 Contextualização

Leia mais

Processo de Bolonha PROCESSO DE BOLONHA

Processo de Bolonha PROCESSO DE BOLONHA PROCESSO DE BOLONHA Índice 3. O que é 4. História 5. A situação dos outros países 6. Implementação do processo de Bolonha a nível nacional: i. ECTS European Credit Transfer System ii. 7. Conclusões Estrutura

Leia mais

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes

HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes HBL15 Trabalhar na Irlanda do Norte: Subsídio de Alojamento Um folhetim informativo do Executivo de Alojamento para Trabalhadores Migrantes Este folheto explica as regras que se aplicam ao Benefício de

Leia mais

PROGRAMAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL

PROGRAMAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL PROGRAMAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL 1) Se eu pretender realizar mobilidade apenas no 2º semestre do próximo ano académico, quando é que devo apresentar a candidatura? 2) Quando é que devo efectuar o

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 21.1.2003 COM(2003) 26 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU PENSAR EM TERMOS DE PEQUENAS EMPRESAS NUMA EUROPA EM ALARGAMENTO COMUNICAÇÃO

Leia mais

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08)

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) 20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/31 Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, TENDO EM CONTA

Leia mais

Áustria, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Noruega, Suécia, Reino Unido

Áustria, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Noruega, Suécia, Reino Unido PROGRAMA ERASMUS+ AÇÃO 1 MOBILIDADE INDIVIDUAL PARA FINS DE APRENDIZAGEM ENSINO SUPERIOR 2015 TABELA DE BOLSAS DE MOBILIDADE ESTUDANTES PARA ESTUDOS E ESTÁGIOS TABELA 1 De Portugal Continental para: Valor

Leia mais

MÓDULO V B C D E PÓS-EURO

MÓDULO V B C D E PÓS-EURO O PÓS-EURO A B C D E MÓDULO V O Euro face às s principais moedas internacionais Pacto de Estabilidade e Crescimento O Tratado de Amesterdão O Tratado de Nice Reforçar e Reformar as Políticas da União na

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais

A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais A Participação do Conselho Superior da Magistratura em Organizações Internacionais O Conselho Superior da Magistratura é membro de duas organizações internacionais que promovem a cooperação e concertação

Leia mais

NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA

NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 31 de Março de 2005 (OR. en) AA 23/2/05 REV 2 TRATADO DE ADESÃO: ACTA FINAL PROJECTO DE ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS

Leia mais

A formação da União Europeia

A formação da União Europeia A formação da União Europeia A EUROPA DOS 28 Como tudo começou? 1926: 1º congresso da União Pan- Europeia em Viena (Áustria) 24 países aprovaram um manifesto para uma organização federativa na Europa O

Leia mais

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO. sobre os passivos implícitos com impacto potencial nos orçamentos públicos

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO. sobre os passivos implícitos com impacto potencial nos orçamentos públicos COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.6.2015 COM(2015) 314 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO sobre os passivos implícitos com impacto potencial nos orçamentos públicos PT PT RELATÓRIO

Leia mais

Mobilidade de Alunos Associada a Motivações de Estudo

Mobilidade de Alunos Associada a Motivações de Estudo RT D Territórios, empresas e organizações 143 Vol. II (1), 143-147 (2005) Mobilidade de Alunos Associada a Motivações de Estudo Cristina Barroco Novais* Mestre em Gestão de Empresas WÊÊÊÊÊ Introdução A

Leia mais

CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV

CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV CASSTM NOTA 376/03 ANEXO 2REV DOCUMENTO 3 DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS TITULARES DOS CARTÕES EUROPEUS DE SEGURO DE DOENÇA OU DE DOCUMENTOS EQUIVALENTES NA SEQUÊNCIA DAS ALTERAÇÕES DO PONTO I DA ALÍNEA A)

Leia mais

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 PT CONSILIUM Schengen A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 Índice INTRODUÇÃO 1 LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS 2 COOPERAÇÃO POLICIAL E ADUANEIRA 2 Fronteiras internas 2 Fronteiras

Leia mais

3. EDUCAÇÃO. O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º).

3. EDUCAÇÃO. O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º). 3. EDUCAÇÃO Quadro legal O Estado reconhece a todos o direito à educação e à cultura (CRP, art.º 73º), bem como ao ensino (CRP, art.º 74º). A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei n.º 46/86, de 14 de

Leia mais

Fusões e cisões transfronteiras

Fusões e cisões transfronteiras Fusões e cisões transfronteiras Fusões e cisões transfronteiras Consulta organizada pela Comissão Europeia (DG MARKT) INTRODUÇÃO Observações preliminares O presente questionário tem por objetivo recolher

Leia mais

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO

A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Portugal situa-se no extremo sudoeste da Europa e é constituído por: Portugal Continental ou Peninsular (Faixa Ocidental da Península Ibérica) Parte do território

Leia mais

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS:

NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 003/2010 DATA: 29/09/2010 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTOS: Acesso a cuidados de saúde programados na União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suiça. Procedimentos para a emissão do Documento

Leia mais

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O relatório de avaliação do sistema de ensino superior em Portugal preparado pela equipa internacional

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 27 de Abril de 2007 (02.05) (OR. en) 9032/07 SCH-EVAL 90 SIRIS 79 COMIX 427 NOTA de: para: Assunto: Presidência Grupo de Avaliação de Schengen Projecto de decisão do

Leia mais

Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 27-Abr-2015

Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 27-Abr-2015 Preçário AGENCIA DE CAMBIOS CENTRAL, LDA AGÊNCIAS DE CÂMBIOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS O Preçário completo da Agência de Câmbios Central, Lda., contém o Folheto de e Despesas (que incorpora

Leia mais

ANEXOS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós»

ANEXOS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós» COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 28.5.2014 COM(2014) 355 final ANNEXES 1 to 5 ANEXOS à COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO relativa à iniciativa de cidadania «Um de nós» PT PT ANEXO I: ASPETOS PROCESSUAIS DA INICIATIVA

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Cartão Europeu de Seguro de Doença Nº: 20/DSPCS DATA: 18/05/04 Para: Todos os serviços dependentes do Ministério da Saúde Contacto

Leia mais

Ano Europeu da Criatividade e Inovação

Ano Europeu da Criatividade e Inovação Ano Europeu da Criatividade e Inovação Imaginar criar inovar Índice A União Europeia O caminho da UE O Ano Europeu Criatividade e Inovação. Porquê? Criatividade e Inovação. Importância Criatividade e Inovação.

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA. Maria do Rosário Baeta Neves Professora Coordenadora

UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA. Maria do Rosário Baeta Neves Professora Coordenadora UNIÃO EUROPEIA A CRIAÇÃO EUROPEIA 1952 CECA (TRATADO DE PARIS 18 de Abril 1951) Países aderentes: França Alemanha Bélgica Holanda Luxemburgo Itália Objectivos do Tratado de Paris: Criação do Mercado Comum

Leia mais

GUIA DE CANDIDATURA ESTÁGIO ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMP)

GUIA DE CANDIDATURA ESTÁGIO ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMP) GUIA DE CANDIDATURA ESTÁGIO ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMP) INFORMAÇÃO GERAL 1. O que é um estágio Erasmus? O Estágio Erasmus é uma parte da sua formação académica (curricular ou extracurricular) efectuada

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2009 COM(2009) 411 final Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à assinatura do Acordo sobre certos aspectos dos serviços aéreos entre a Comunidade

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

MINIGUIA DA EUROPA 2011 Comunicar com os Europeus Línguas Na Europa fala-se muitas línguas, cujas principais famílias são a germânica, a românica, a eslava, a báltica e a céltica. As instituições da União

Leia mais

Directiva Europeia para a Igualdade de Tratamento no Emprego e na actividade profissional Inclusion Europe

Directiva Europeia para a Igualdade de Tratamento no Emprego e na actividade profissional Inclusion Europe Directiva Europeia para a Igualdade de Tratamento no Emprego e na actividade profissional Inclusion Europe Relatório A Inclusion Europe e os seus 49 membros de 36 países lutam contra a exclusão social

Leia mais

Reembolso em espécie das prestações acumuladas na Previdência Profissional ao deixar definitivamente a Suíça a partir de 1 de Junho de 2007

Reembolso em espécie das prestações acumuladas na Previdência Profissional ao deixar definitivamente a Suíça a partir de 1 de Junho de 2007 Sicherheitsfonds BVG Geschäftsstelle Postfach 1023 3000 Bern 14 Tel. +41 31 380 79 71 Fax +41 31 380 79 76 Fonds de garantie LPP Organe de direction Case postale 1023 3000 Berne 14 Tél. +41 31 380 79 71

Leia mais

Seu guia completo para nossos serviços móveis

Seu guia completo para nossos serviços móveis Seu guia completo para nossos serviços móveis Entre na maior comunidade de serviços móveis das Ilhas do Canal Guernsey GRÁTIS www.jtglobal.com Pesquise por Jtsocial A JT oferece mais Custo/benefício A

Leia mais

O Processo de Bolonha:

O Processo de Bolonha: O Processo de Bolonha: Mudanças e desafios António Fragoso, Universidade do Algarve Origens do Processo de Bolonha Declaração de Bolonha (19/06/1999) declaração conjunta dos ministros da Educação Europeus

Leia mais

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS

TRATADO DE LISBOA EM POUCAS EM POUCAS PALAVRAS OS PRIMEIROS PASSOS DATA/LOCAL DE ASSINATURA E ENTRADA EM VIGOR PRINCIPAIS MENSAGENS QUIZ 10 PERGUNTAS E RESPOSTAS OS PRIMEIROS PASSOS No século XX depois das Guerras No século XX, depois

Leia mais

Notas sobre o formulário Acto de Oposição

Notas sobre o formulário Acto de Oposição INSTITUTO DE HARMONIZAÇÃO NO MERCADO INTERNO (IHMI) Marcas, Desenhos e Modelos Notas sobre o formulário Acto de Oposição 1. Observações gerais 1.1 Utilização do formulário O formulário pode ser obtido

Leia mais

Análise comparativa dos sistemas de avaliação do desempenho docente a nível europeu

Análise comparativa dos sistemas de avaliação do desempenho docente a nível europeu 1 Análise comparativa dos sistemas de avaliação do desempenho docente a nível europeu Jorge Lima (*) Eurydice é a rede de informação sobre a educação na Europa, criada por iniciativa da Comissão Europeia

Leia mais

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL

Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Ensino Superior em Portugal, Que Futuro? Maria da Graça Carvalho 1 de Fevereiro 2013, Lisboa Reitoria UL Índice Investimento público e privado no Ensino Superior Propinas Investimento público e privado

Leia mais

ACTA FINAL. FA/TR/EU/HR/pt 1. 1717 der Beilagen XXIV. GP - Staatsvertrag - 36 portugiesische Schlussakte (Normativer Teil) 1 von 20

ACTA FINAL. FA/TR/EU/HR/pt 1. 1717 der Beilagen XXIV. GP - Staatsvertrag - 36 portugiesische Schlussakte (Normativer Teil) 1 von 20 1717 der Beilagen XXIV. GP - Staatsvertrag - 36 portugiesische Schlussakte (Normativer Teil) 1 von 20 ACTA FINAL FA/TR/EU/HR/pt 1 2 von 20 1717 der Beilagen XXIV. GP - Staatsvertrag - 36 portugiesische

Leia mais

NOTA INFORMATIVA SINGLE EURO PAYMENTS AREA. 1. O que é a SEPA?

NOTA INFORMATIVA SINGLE EURO PAYMENTS AREA. 1. O que é a SEPA? 1 NOTA INFORMATIVA 1. O que é a SEPA? Para harmonização dos sistemas de pagamento no espaço europeu no sentido de impulsionar o mercado único, foi criada uma Área Única de Pagamentos em Euro (denominada

Leia mais

PROCESSO DE BOLONHA DICIONÁRIO

PROCESSO DE BOLONHA DICIONÁRIO PROCESSO DE BOLONHA O Processo de Bolonha, denominação em homenagem à primeira universidade criada na Europa (1088), é o conjunto dos eventos relativos ao projeto de integração da educação superior a partir

Leia mais

DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA

DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA INTRODUÇÃO O sector da segurança privada, na União Europeia, está em

Leia mais

Quadro Europeu de Qualificações para a aprendizagem ao longo da vida (QEQ)

Quadro Europeu de Qualificações para a aprendizagem ao longo da vida (QEQ) Quadro Europeu de Qualificações Quadro Europeu de Qualificações para a aprendizagem ao longo da vida (QEQ) Europe direct é um serviço que o ajuda a encontrar respostas às suas perguntas sobre a União Europeia

Leia mais

Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 79,0% da média da União Europeia em 2013

Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 79,0% da média da União Europeia em 2013 Paridades de Poder de Compra 2013 11 de dezembro de 2014 Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 79,0% da média da União Europeia em 2013 O

Leia mais

MANUAL PROGRAMA DE ESTÁGIO IAESTE 2009/2010

MANUAL PROGRAMA DE ESTÁGIO IAESTE 2009/2010 MANUAL PROGRAMA DE ESTÁGIO IAESTE 2009/2010 Caro Participante, Seja bem-vindo ao Programa de intercâmbio de estágio oferecido mundialmente pela IAESTE! Leia atentamente este manual. Ele contém todas as

Leia mais

Seu guia completo para nossos serviços móveis

Seu guia completo para nossos serviços móveis Seu guia completo para nossos serviços móveis Entre na maior comunidade de serviços móveis das Ilhas do Canal Jersey GRÁTIS www.jtglobal.com Pesquise por Jtsocial A JT oferece mais Custo/benefício A JT

Leia mais

Processo de Bolonha PROCESSO DE BOLONHA

Processo de Bolonha PROCESSO DE BOLONHA PROCESSO DE BOLONHA Índice 1. O que é 2. História 3. A situação dos outros países 4. Implementação do processo de Bolonha a nível n nacional i. ECTS European Credit Transfer System ii. 5. Conclusões Estrutura

Leia mais

4928-(5) c) Os n. os 3.1 e 3.2 do anexo III.B (mestrados); d) O n.º 1 do anexo III.C (ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre).

4928-(5) c) Os n. os 3.1 e 3.2 do anexo III.B (mestrados); d) O n.º 1 do anexo III.C (ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre). N.º 65 31 de Março de 2006 DIÁRIO DA REPÚBLICA II SÉRIE 4928-(5) Despacho n. o 7287-B/2006 (2. a série). O regime jurídico dos graus académicos e diplomas do ensino superior prevê que os estabelecimentos

Leia mais

Malaga, Espanha, 7-8 de Maio de 2003

Malaga, Espanha, 7-8 de Maio de 2003 Segunda Conferência Europeia dos Ministros responsáveis pelas políticas de integração das pessoas com deficiência Malaga, Espanha, 7-8 de Maio de 2003 Melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência:

Leia mais

1494 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 37 22 de Fevereiro de 2005 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR

1494 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 37 22 de Fevereiro de 2005 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR 1494 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 37 22 de Fevereiro de 2005 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR Decreto-Lei n. o 42/2005 de 22 de Fevereiro A 19 de Junho de 1999, os ministros da educação

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Cap.12 Questões políticas e populacionais na Europa Desenvolvida

Cap.12 Questões políticas e populacionais na Europa Desenvolvida Cap.12 Questões políticas e populacionais na Europa Desenvolvida EDUCADORA: BIANCA CORREA AGOSTO DE 2015 ASPECTOS GERAIS 1 - Europa desenvolvida países com renda per capita superior a US$ 15 MIL, altamente

Leia mais

O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações

O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações CENFIC 13 de Novembro de 2009 Elsa Caramujo Agência Nacional para a Qualificação 1 Quadro Europeu de Qualificações

Leia mais

Suplemento ao Diploma

Suplemento ao Diploma Suplemento ao Diploma 1. INFORMAÇÃO SOBRE O TITULAR DA QUALIFICAÇÃO 1.1 Apelido(s): XXXXXXx 1.2 Nome(s) próprio(s): XXXXXXXXXXXXX O presente Suplemento ao Diploma segue o modelo elaborado pela Comissão

Leia mais

Parceria para Governo Aberto Open Government Partnership (OGP)

Parceria para Governo Aberto Open Government Partnership (OGP) Parceria para Governo Aberto Open Government Partnership (OGP) 1ª Conferência Anual de Alto-Nível da Parceria para Governo Aberto - OGP Roberta Solis Ribeiro Assessoria Internacional - CGU Conselho da

Leia mais

A coerência dos normativos com as reais necessidades do desporto português. Albino Maria

A coerência dos normativos com as reais necessidades do desporto português. Albino Maria A coerência dos normativos com as reais necessidades do desporto português Albino Maria O ASSOCIATIVISMO NOS DIAS DE HOJE DO MODELO DE EXCLUSÃO AO MODELO DE INCLUSÃO DO LEMA MAIS FORTE, MAIS ALTO, MAIS

Leia mais

1. 2. 3. 4. PASSO A PASSO. Links para saber mais. A União Europeia. Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012?

1. 2. 3. 4. PASSO A PASSO. Links para saber mais. A União Europeia. Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012? junho 2012 PASSO A PASSO 1. 2. 3. 4. A União Europeia Ano Europeu: o que é? o que se comemora em 2012? Ano Europeu 2012: curiosidades iniciativas quiz Links para saber mais 1. A União Europeia 27 Estados-Membros

Leia mais

O ENSINO SUPERIOR E A CIÊNCIA NA UE

O ENSINO SUPERIOR E A CIÊNCIA NA UE O ENSINO SUPERIOR E A CIÊNCIA NA UE Maria da Graça a Carvalho ISEP 27 Abril 2012 Índice Ensino Superior na Europa Investigação Científica na Europa Necessidade de Reforma das Instituições de E.S. Modernização

Leia mais

SEPA - Single Euro Payments Area

SEPA - Single Euro Payments Area SEPA - Single Euro Payments Area Área Única de Pagamentos em euros APOIO PRINCIPAL: APOIO PRINCIPAL: Contexto O que é? Um espaço em que consumidores, empresas e outros agentes económicos poderão efectuar

Leia mais

Pedi asilo na UE Que país vai processar o meu pedido?

Pedi asilo na UE Que país vai processar o meu pedido? PT Pedi asilo na UE Que país vai processar o meu pedido? A Informações sobre o Regulamento de Dublim destinadas aos requerentes de proteção internacional, em conformidade com o artigo 4.º do Regulamento

Leia mais

Prémios europeus de iniciativa empresarial 2010 2 / 10

Prémios europeus de iniciativa empresarial 2010 2 / 10 MANUAL OPERACIONAL Prémios europeus de iniciativa empresarial 2010 2 / 10 Julho 2010 ÍNDICE 1. DEFINIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO... 3 1.1. Um prémio que reconhece a excelência na iniciativa empresarial... 3 1.2.

Leia mais

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010

7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS. Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações. 15 de Outubro de 2010 7º CONGRESSO NACIONAL DOS CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS Feira Internacional de Lisboa Parque das Nações 15 de Outubro de 2010 Sessão Solene de Abertura Gostaria de começar por felicitar a APROSE pela

Leia mais

A internacionalização no cenário acadêmico europeu

A internacionalização no cenário acadêmico europeu Seminário de internacionalização da Universidade de São Paulo (USP) : Ambiente acadêmico internacional em uma universidade de classe mundial A internacionalização no cenário acadêmico europeu - Uma visão

Leia mais

RECONHECIMENTO 13. O que é ECTS? 14. Como se compara ECTS com sistemas de pontos de créditos noutros países? 15. O que é um Suplemento ao Diploma?

RECONHECIMENTO 13. O que é ECTS? 14. Como se compara ECTS com sistemas de pontos de créditos noutros países? 15. O que é um Suplemento ao Diploma? PMFs Perguntas Mais Frequentes Nesta página da web pode encontrar as respostas a todas as perguntas que talvez queira fazer sobre estudos musicais na Europa. Perguntas Mais Frequentes PORQUÊ EU? 1. Porque

Leia mais

SERVIÇO EUROPEU DE SELECÇÃO DO PESSOAL (EPSO)

SERVIÇO EUROPEU DE SELECÇÃO DO PESSOAL (EPSO) 16.3.2011 PT Jornal Oficial da União Europeia C 82 A/1 V (Avisos) PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS SERVIÇO EUROPEU DE SELECÇÃO DO PESSOAL (EPSO) ANÚNCIO DE CONCURSOS GERAIS EPSO/AD/206/11 (AD 5) E EPSO/AD/207/11

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 19.12.2007 C 308/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 5 de Dezembro de 2007 sobre o seguimento do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Leia mais

UE apoia o combate à violência e à intolerância no desporto

UE apoia o combate à violência e à intolerância no desporto COMISSÃO EUROPEIA COMUNICADO DE IMPRENSA UE apoia o combate à violência e à intolerância no desporto Bruxelas, 8 de Novembro de 2011 A Comissão Europeia concedeu subvenções a iniciativas destinadas a combater

Leia mais

Projecto de Lei n.º 54/X

Projecto de Lei n.º 54/X Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos

Leia mais

ANEXO. Termos de referência. Avaliação global e avaliação da qualidade do sistema do ensino superior português. 1 - Introdução

ANEXO. Termos de referência. Avaliação global e avaliação da qualidade do sistema do ensino superior português. 1 - Introdução ANEXO Termos de referência Avaliação global e avaliação da qualidade do sistema do ensino superior português 1 - Introdução Será levada a cabo uma avaliação extensiva, independente e objectiva do sistema

Leia mais

GUIA DE CANDIDATURA PARA. ESTÁGIOS ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp)

GUIA DE CANDIDATURA PARA. ESTÁGIOS ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp) GUIA DE CANDIDATURA PARA ESTÁGIOS ERASMUS - ERASMUS PLACEMENTS (SMp) INTRODUÇÃO 1. O que é um estágio Erasmus? O Estágio Erasmus é uma parte da sua formação académica (curricular ou extra-curricular) efectuada

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.02.2005 COM(2005) 30 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU Relatório sobre a implementação da Carta Europeia das Pequenas Empresas

Leia mais

Acordo de Londres. Tratado assinado por alguns dos estados signatários da Convenção da Patente Europeia

Acordo de Londres. Tratado assinado por alguns dos estados signatários da Convenção da Patente Europeia Acordo de Londres Tratado assinado por alguns dos estados signatários da Convenção da Patente Europeia Objectivos Visa diminuir a burocracia e os custos da Patente Europeia. Eliminando totalmente ou parcialmente

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

Actualização da. Preparada pela Comissão Europeia para o Conselho Europeu de Nice 7 e 8 de Dezembro de 2000

Actualização da. Preparada pela Comissão Europeia para o Conselho Europeu de Nice 7 e 8 de Dezembro de 2000 COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO E AO PARLAMENTO EUROPEU Actualização da Preparada pela Comissão Europeia para o Conselho Europeu de Nice 7 e 8 de Dezembro de 2000 1 1. Introdução Em Dezembro de 1999,

Leia mais

A solução. para os seus problemas. na Europa. ec.europa.eu/solvit

A solução. para os seus problemas. na Europa. ec.europa.eu/solvit A solução para os seus problemas na Europa ec.europa.eu/solvit CONHEÇA OS SEUS DIREITOS Viver, trabalhar ou viajar em qualquer país da UE é um direito fundamental dos cidadãos europeus. As empresas também

Leia mais

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE

GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE GUIA PRÁTICO PEDIDO DE PENSÃO COM APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INVALIDEZ, VELHICE E MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/17 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Pedido de

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA (IPI) ORIENTAÇÕES PARA AS POLÍTICAS Introdução O presente documento pretende apresentar uma visão geral das principais conclusões e recomendações do estudo da European Agency

Leia mais

PROMOVER O ACESSO À INFORMAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

PROMOVER O ACESSO À INFORMAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA PROMOVER O ACESSO À INFORMAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA O acesso à informação é um direito fundamental de todos os alunos com ou sem deficiência e/ou necessidades educativas especiais. Numa

Leia mais

Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital

Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital Participação Social das Pessoas com Deficiência Inclusão e Acessibilidade Digital U. Lusófona, 11 Jul 2009 Luis Magalhães UMIC Agência para a Sociedade do Conhecimento Ministério da Ciência, Tecnologia

Leia mais

GARANTIAS DA ACREDITAÇÃO DOS CURSOS PARA OS AGENTES ECONÓMICOS Sérgio Machado dos Santos A3ES

GARANTIAS DA ACREDITAÇÃO DOS CURSOS PARA OS AGENTES ECONÓMICOS Sérgio Machado dos Santos A3ES PATROCINADORES OURO Lisboa 28 e 29 Junho 2011 Museu do Oriente GARANTIAS DA ACREDITAÇÃO DOS CURSOS PARA OS AGENTES ECONÓMICOS Sérgio Machado dos Santos A3ES Avaliação e Acreditação: processos em convergência

Leia mais

DIREITO COMUNITÁRIO. Aula 4 As revisões dos instrumentos fundamentais: o aprofundamento 2

DIREITO COMUNITÁRIO. Aula 4 As revisões dos instrumentos fundamentais: o aprofundamento 2 DIREITO COMUNITÁRIO Aula 4 As revisões dos instrumentos fundamentais: o aprofundamento 2 As revisões dos tratados fundadores 07/02/1992: Assinatura do Tratado sobre a União Européia,, em Maastricht; 20/10/1997:

Leia mais

9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE

9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE 9. o ANO FUNDAMENTAL PROF. ª ANDREZA XAVIER PROF. WALACE VINENTE CONTEÚDOS E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade I Tempo, espaço, fontes históricas e representações cartográficas. 2

Leia mais

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / /

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões REGULAMENTO GERAL DE CURSOS NÃO CONFERENTES DE GRAU Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Lisboa 2007 2 Regulamento Geral de Cursos não Conferentes

Leia mais