Norma Regulamentadora - NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. Histórico e Momento Atual

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Norma Regulamentadora - NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. Histórico e Momento Atual"

Transcrição

1 Norma Regulamentadora - NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos Histórico e Momento Atual A NR 12 teve sua redação substancialmente alterada pela Portaria MTE nº 197/2010 e encontra-se em vigor desde 24 de dezembro de Em várias ocasiões a FIESP endereçou ao Ministério do Trabalho e Emprego MTE, nas pessoas dos últimos três últimos Ministros da pasta, documentos que indicaram e fundamentaram sua preocupação com os impactos sociais e econômicos da atual redação da NR 12, que podem ser sintetizados da seguinte maneira: a) novas exigências e obrigações valem para máquinas novas e usadas, com elevado impacto para as empresas, pois adequações podem ser inviáveis ou apresentar custo superior ao de máquinas novas; b) falta de indicação clara das obrigações que são próprias dos fabricantes permite que, na prática, usuários sejam cobrados pela implantação de soluções tecnológicas que fazem parte do projeto e processo construtivo de máquinas e equipamentos; c) norma é detalhista, complexa e técnica, fazendo referência a normas internacionais e normas da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas que não são de domínio público, convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ratificadas pelo Brasil e outras Normas Regulamentadoras; d) não dispensou tratamento diferenciado para as microempresas e empresas de pequeno porte; e) prazos de adequação insuficientes, pois atualmente há setores que ainda não dispõem, no mercado, máquinas novas adequadas à NR 12. A Portaria 186/2010 do MTE diz que que, na atualização das Normas Regulamentadoras em Segurança e Saúde no Trabalho, deve ser avaliado o impacto social e a distribuição dos efeitos na sociedade, considerando os aspectos sociais, ambientais e econômicos. Igual preocupação existe na Convenção 155 da OIT, ratificada pelo Brasil, a qual prevê que empregadores devem garantir a segurança e a saúde no trabalho na medida do que for razoável e possível. Estas premissas legais, contudo, não foram levadas em consideração no texto em vigor da NR12.

2 Os representantes da bancada empresarial nas Comissões Tripartites do Ministério do Trabalho e Emprego foram substituídos e a FIESP passou a ocupar duas vagas cedidas pela CNI, uma na CTPP Comissão tripartite Paritária Permanente e outra na CNTT - Comissão Nacional Tripartite Temática da NR 12. Ciente das dificuldades enfrentadas pelas empresas na implantação da NR 12, a representação empresarial coordenada pela CNI e que atualmente discute a revisão da norma encaminhou ao MTE, em fevereiro de 2014, uma nova proposta de texto que contemplou as seguintes premissas: 1. suspensão da aplicabilidade de NR 12 enquanto estiver em revisão; 2. corte temporal das obrigações para máquinas usadas: a proposta é que a NR 12 vigore para o futuro, respeitando o momento construtivo das máquinas e equipamentos já instalados no parque industrial, seus projetos e a tecnologia de proteção adotada em conformidade com as normas técnicas da época de sua fabricação; 3. obrigações diferenciadas para fabricantes e usuários; 4. tratamento diferenciado para as microempresas e empresas de pequeno porte em termos de obrigações acessórias (Lei Complementar n º 123/2006); 5. interdição de máquinas e equipamentos apenas mediante efetiva comprovação de grave e iminente risco por laudo técnico circunstanciado e por ato do Superintendente Regional do Trabalho e Emprego; 6. prorrogação de todos os prazos de adequação. Houve mobilização de vários Ministérios em torno das premissas consideradas fundamentais pela representação empresarial, como Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC, Casa Civil, Ministério das Relações Institucionais e Secretaria da Micro e Pequena Empresa, e o assunto chegou a ser discutido com a Presidente da República em reunião que esta manteve com empresários de vários setores da economia. O MTE, então, encaminhou às representações de empregadores e trabalhadores na CNTT da NR 12, no início de agosto, uma proposta de republicação da norma (Parte Geral, Glossário e Anexos).

3 Há avanços na proposta para a Parte Geral, como, por exemplo, tratamento diferenciado para microempresas e empresas de pequeno porte em termos de obrigações acessórias e no tocante a exportação de máquinas, mas não foram consideradas as principais premissas da representação empresarial, ou seja, linha de corte temporal e separação de obrigações entre fabricantes e usuários. O texto abordou, ainda que parcialmente, propostas para microempresas e empresas de pequeno porte apresentadas pela representação empresarial: dispensa da reconstituição de manuais na hipótese de perda ou extravio dos mesmos, valendo para máquinas fabricadas antes de , sendo possível sua substituição por ficha com algumas informações sobre máquinas (a proposta da representação empresarial dispensa inclusive a elaboração de ficha); possibilidade da capacitação ocorrer por meio de trabalhador (multiplicador) da própria empresa, capacitado por entidade como o SENAI, sem a supervisão de Profissional Habilitado (a proposta da representação empresarial permite capacitação por trabalhador com experiência); dispensa da elaboração de inventário para microempresas e empresas de pequeno porte com até 20 máquinas (a proposta da representação empresarial não possui o limite de 20 máquinas). Outros avanços estão relacionados às empresas exportadoras, que poderão deixar de observar a NR 12 na fabricação de máquinas e equipamentos destinados ao mercado externo, e à não incorporação automática, na NR 12, de alterações em normas internacionais e da ABNT. As propostas elaboradas pelo MTE foram encaminhadas a todos os Sindicatos filiados à FIESP para análise, críticas, sugestões e, após consolidação das mesmas, o material foi submetido à CNI, que é a coordenadora da bancada empresarial na CNTT da NR 12, para posterior envio ao MTE. O texto da Parte Geral vem sendo discutido em detalhes, para identificação de outros pontos de convergência e de itens que ainda precisam ser alterados para que a NR 12 possa, efetivamente, ser implementada pelas empresas com razoabilidade e segurança jurídica. O Anexo 5 da NR 12, referente a Panificação e Confeitaria, encontrase em estágio mais avançado de negociação e poderá ser uns dos primeiros a serem avaliados pelas Comissões Tripartites. No próximo dia 25 de setembro ocorrerá, no escritório da CNI em São Paulo,

4 reunião para tentativa de alinhamento da proposta empresarial para este setor, para a qual todos os Sindicatos envolvidos já foram convocados. A próxima reunião da CNTT da NR 12 ainda não foi agendada, mas a representação empresarial pretende trabalhar para que os reais avanços sejam publicados e que a negociação continue em relação aos demais pontos (premissas) que são prioritários. Mas, como o MTE não aceitou suspender a aplicação da NR 12 enquanto não for concluído o trabalho de revisão da mesma, sua fiscalização é fator de preocupação para as empresas. A subjetividade e complexidade da norma dificultam sua compreensão e, consequentemente, as fiscalizações, pois, para o pleno entendimento e domínio do texto da NR 12 em vigor, exige-se conhecimento de engenheira em vários dos seus ramos. Isto vem gerando insegurança jurídica, pois, em muitos casos, os Auditores- Fiscais do MTE não possuem a formação em engenharia, especialmente em engenharia de segurança do trabalho. Outro aspecto de insegurança jurídica é a subjetividade do conceito de grave e iminente risco que dependerá da interpretação do Auditor- Fiscal do Trabalho, fazendo com que muitas máquinas sejam interditadas mesmo quando a medida de proteção prevista na norma ainda tenha prazo para a sua implantação ou mesmo quando não tenham histórico de acidentes e já contenham dispositivos que garantam uma segurança suficiente e razoável. As empresas poderão ser fiscalizadas mesmo com a Norma em revisão e, se as máquinas e equipamentos não estiverem adequados à NR 12, poderão sofrer as seguintes consequências: notificação para correção das irregularidades, no prazo concedido pelo auditor-fiscal; lavratura de auto de infração, com imposição de multa; interdição de máquinas e equipamentos, além da imposição de multa. O MTE editou a Instrução Normativa nº 109, sobre o procedimento especial de fiscalização que poderá ser proposto pelos segmentos econômicos com dificuldades comprovadas na implantação da NR 12. Uma vez admitido este procedimento, poderá ser concedido maior prazo para adequação à NR 12, mas, pela sua complexidade, abrangência setorial e consequências no caso de dificuldade no

5 cumprimento dos compromissos firmados, a FIESP entende que o procedimento deve ser avaliado com cautela. Recomenda-se às empresas que desde logo realizem o inventário e o diagnóstico de suas máquinas e equipamentos, na forma indicada pela NR 12, inclusive demostrando em seu histórico que não há registros de acidentes. O inventário e o diagnóstico deverão ser elaborados em planta baixa e conter a indicação dos dispositivos de segurança das máquinas e equipamentos, uma apreciação dos riscos, uma proposta de adequação à NR 12 (plano de ação), se necessário, e um cronograma de implantação. Esta é a recomendação básica para atendimento da fiscalização do MTE, obviamente considerando custos e as possibilidades técnicas de adequação. Outra recomendação importante é a previsão de treinamento e capacitação, pois muitas vezes a máquina não é insegura mas o trabalhador pode cometer erros ao operá-la.

NRs Segurança e Saúde no Trabalho. Reunião CIESP JUNDIAÍ 23.09.2015

NRs Segurança e Saúde no Trabalho. Reunião CIESP JUNDIAÍ 23.09.2015 NRs Segurança e Saúde no Trabalho Reunião CIESP JUNDIAÍ 23.09.2015 NR12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos ASPECTOS LEGAIS RELEVANTES

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE AS MUDANÇAS NA NR-12 PROMOVIDAS PELA PORTARIA MTE Nº 857/2015

ORIENTAÇÕES SOBRE AS MUDANÇAS NA NR-12 PROMOVIDAS PELA PORTARIA MTE Nº 857/2015 ORIENTAÇÕES SOBRE AS MUDANÇAS NA NR-12 PROMOVIDAS PELA PORTARIA MTE Nº 857/2015 SUMÁRIO COMENTÁRIOS SOBRE ALTERAÇÕES NA NR-12 PROMOVIDAS PELA PORTARIA MTE Nº 857 DE 25/06/2015 3 PRINCIPAIS MUDANÇAS PROMOVIDAS

Leia mais

WORKSHOP IMPACTOS DA NOVA REDAÇÃO DA NR

WORKSHOP IMPACTOS DA NOVA REDAÇÃO DA NR WORKSHOP IMPACTOS DA NOVA REDAÇÃO DA NR 12 Saúde e Segurança no Trabalho SST Outubro / 2013 QUEM MEXEU NA MINHA MÁQUINA 2 ALTERAÇÃO DA NR 12 Publicada no DOU do dia 24/12/2010 pela Portaria nº 197, estabelece

Leia mais

NR 28 - Fiscalização e Penalidades

NR 28 - Fiscalização e Penalidades NR 8 Fiscalização e Penalidades 8. FISCALIZAÇÃO. 8.. A fiscalização do cumprimento das disposições legais e/ou regulamentares sobre segurança e saúde do trabalhador será efetuada obedecendo ao disposto

Leia mais

Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 2013. Exmº Sr. Carlos Daudt Brizola Ministro de Estado do Trabalho e Emprego. Senhor Ministro,

Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 2013. Exmº Sr. Carlos Daudt Brizola Ministro de Estado do Trabalho e Emprego. Senhor Ministro, Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 2013. Exmº Sr. Carlos Daudt Brizola Ministro de Estado do Trabalho e Emprego Ref.: O impacto social e econômico da Norma Regulamentadora nº 12 do Ministério do Trabalho

Leia mais

As tendencias normativas mundiais e a NR12 Fundacentro - SP, Novembro 2015

As tendencias normativas mundiais e a NR12 Fundacentro - SP, Novembro 2015 As tendencias normativas mundiais e a NR12 Fundacentro - SP, Novembro 2015 AFT Aida Cristina Becker Coordenadora Comissão Nacional Tripartite Temática CNTT NR12 http://www.tst.jus.br/legislacao?p_auth=5nbo3ayt&p_

Leia mais

DAS NORMAS REGULAMENTADORAS PARA AS EMPRESAS

DAS NORMAS REGULAMENTADORAS PARA AS EMPRESAS PRINCIPAIS IMPACTOS DAS REVISÕES DAS NORMAS REGULAMENTADORAS PARA AS EMPRESAS Engº Luiz Antonio Chiummo Agosto/2014 NORMAS REGULAMENTADORAS PUBLICAÇÕES EM 2013/2014 NR 04 SESMT Ajustes com novas definições

Leia mais

Segurança e Saúde no Trabalho

Segurança e Saúde no Trabalho Segurança e Saúde no Trabalho Atualização sobre as Negociações da NR 12 e Considerações sobre a NR 15 Clovis Queiroz Norma Regulamentadora 12 Segurança em Máquinas e Equip. 1 Norma relativa a segurança

Leia mais

Informativo 18/2015. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PROMOVE ALTERAÇÕES NA NR 12 Portaria MTE nº 857, de 25 de junho de 2015 - DOU de 26.06.

Informativo 18/2015. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PROMOVE ALTERAÇÕES NA NR 12 Portaria MTE nº 857, de 25 de junho de 2015 - DOU de 26.06. Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui Informativo 18/2015 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PROMOVE ALTERAÇÕES NA NR 12 Portaria MTE nº 857, de 25 de junho de 2015 - DOU de

Leia mais

PARECER Nº DE 2015. RELATOR: Senador DOUGLAS CINTRA

PARECER Nº DE 2015. RELATOR: Senador DOUGLAS CINTRA PARECER Nº DE 2015 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA sobre o Projeto de Decreto Legislativo nº 43 de 2015, do Senador Cássio Cunha Lima, que susta a aplicação da Norma Regulamentadora NR-12,

Leia mais

Norma Regulamentadora Nº 13

Norma Regulamentadora Nº 13 Sede Nacional Sede Nacional - SP 1 Norma Regulamentadora Nº 13 Impactos da Nova Redação 1 Mixing Consultoria em Processos Industriais ANTÓNIO CARLOS BASSO DA CUNHA LEAL Consultor Técnico da ABIMAQ na CNTT

Leia mais

Máquinas e Equipamentos: A Nova NR 12. Roque Puiatti SRTE/RS/MTE

Máquinas e Equipamentos: A Nova NR 12. Roque Puiatti SRTE/RS/MTE Máquinas e Equipamentos: A Nova NR 12 Roque Puiatti SRTE/RS/MTE União Européia... 89/392/EEC 91/368/EEC 93/44/EEC 93/68/EEC 98/37/EC 2006/42/EC 12.1.6 A concepção de máquinas deve atender ao princípio

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011 Publicada no DOE em 01/12/2011 Dispõe sobre a solicitação eletrônica de baixa de inscrição no Cadastro Geral da Fazenda (CGF), e dá outras providências.

Leia mais

NR 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

NR 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos Ministério do Trabalho e Emprego Secretaria de Inspeção do Trabalho Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho NR 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos Fabricação, Importação, Comércio

Leia mais

ÍNDICE GERAL PARTE I PARTE II. Normas Regulamentadoras NRs. NR 4 Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho

ÍNDICE GERAL PARTE I PARTE II. Normas Regulamentadoras NRs. NR 4 Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho ÍNDICE GERAL PARTE I Constituição da República Federativa do Brasil (parcial) Consolidação das Leis do Trabalho (parcial) Trabalho Rural Lei 5.889, de 8 de junho de 1973 (parcial) Lei 8.213, de 24 de julho

Leia mais

Segurança para Máquinas Cenário Brasil Rodrigo Rodrigues

Segurança para Máquinas Cenário Brasil Rodrigo Rodrigues Segurança para Máquinas Segurança para Máquinas Cenário Brasil Rodrigo Rodrigues 1 Internal 20/04/2011 DC/QMM3 Dr. Alexandre Orth Training Bosch Rexroth AG 2011. All rights reserved, also regarding any

Leia mais

1. O que o Auditor-Fiscal do Trabalho deverá entender por trabalho temporário?

1. O que o Auditor-Fiscal do Trabalho deverá entender por trabalho temporário? Trabalho temporário Fonte: Fecomercio Em acréscimo ao Mix Legal Express, nº 168, de 2014, que trata de algumas peculiaridades do trabalho temporário, a que se refere à Lei nº 6.019 de 1974 e Portaria do

Leia mais

Desenvolvido por ABIMAQ/IPDMAQ Publicado em Novembro/2014

Desenvolvido por ABIMAQ/IPDMAQ Publicado em Novembro/2014 Junho/2015 Desenvolvido por ABIMAQ/IPDMAQ Publicado em Novembro/2014 Ficha catalográfica Manual de instruções da norma regulamentadora NR-12. Direitos autorais reservados unicamente aos autores. Reprodução,

Leia mais

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 43, DE 2015

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 43, DE 2015 PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 43, DE 2015 Susta a aplicação da Norma Regulamentadora NR-12, do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata da Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. Art.

Leia mais

PONTO ELETRÔNICO Portaria MTE n 1.510, de 21 de agosto de 2009

PONTO ELETRÔNICO Portaria MTE n 1.510, de 21 de agosto de 2009 PONTO ELETRÔNICO Portaria MTE n 1.510, de 21 de agosto de 2009 Introdução Em 21 de agosto de 2009 foi publicada, pelo Ministério do Trabalho e Emprego ( MTE ), a Portaria n 1.510, que tem por objetivo

Leia mais

ACOMPANHAMENTO DE ASSUNTOS GERAIS

ACOMPANHAMENTO DE ASSUNTOS GERAIS ACOMPANHAMENTO DE ASSUNTOS GERAIS Cassius Marcellus Zomignani Reunião GRTS dia 28.04.2011 PORTARIA MTE nº 1.510/2009 - Instrução Normativa MTE nº 85/2010 (DOU de 27.07.2010) - disciplina a fiscalização

Leia mais

Propostas de Adeqüação das Leis Trabalhistas e de Segurança do Trabalho Rural

Propostas de Adeqüação das Leis Trabalhistas e de Segurança do Trabalho Rural Propostas de Adeqüação das Leis Trabalhistas e de Segurança do Trabalho Rural Área dos estabelecimentos agropecuários O Brasil possui 851 milhões de hectares 27% = Área ocupada com a produção agropecuária

Leia mais

Procedimento de Segurança e Medicina do Trabalho na execução de obras e serviços por empresas contratadas

Procedimento de Segurança e Medicina do Trabalho na execução de obras e serviços por empresas contratadas 1. Objetivo Este Procedimento tem como objetivo fixar os requisitos de segurança e medicina do trabalho para as atividades de empresas contratadas, que venham a executar obras e/ou serviços nas dependências

Leia mais

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO COM PROPÓSITO ESPECÍFICO

ACORDO COLETIVO DE TRABALHO COM PROPÓSITO ESPECÍFICO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO COM PROPÓSITO ESPECÍFICO Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a negociação coletiva e o Acordo Coletivo de Trabalho com Propósito Específico. Art. 2º Para os fins desta Lei considera-se:

Leia mais

COMO ESCREVER UM MANUAL DE INSTRUÇÕES CONFORME A NR 12 (25/06/15):

COMO ESCREVER UM MANUAL DE INSTRUÇÕES CONFORME A NR 12 (25/06/15): COMO ESCREVER UM MANUAL DE INSTRUÇÕES CONFORME A NR 12 (25/06/15): Com a publicação do texto revisado da Norma Regulamentadora 12, em 25 de Junho de 2015 pela Portaria MTE 857 do Ministério do Trabalho

Leia mais

DIRETRIZ ORGANIZACIONAL

DIRETRIZ ORGANIZACIONAL TÍTULO: REQUISITOS DE MEIO AMBIENTE, SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA CONTRATADAS Área Responsável: Gerência Geral de Meio Ambiente Saúde e Segurança 1. OBJETIVO Este procedimento tem como

Leia mais

NR5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (205.000-5) DO OBJETIVO 5.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho,

Leia mais

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA. Sindilojas, 24 de julho de 2014

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA. Sindilojas, 24 de julho de 2014 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA Sindilojas, 24 de julho de 2014 Legislação da CIPA Decreto-lei nº 7.036 de 10/11/1944 (Lei de Acidentes do Trabalho): Art. 82. Os empregadores, cujo número

Leia mais

Ministério do Trabalho e Emprego. Secretaria - Executiva

Ministério do Trabalho e Emprego. Secretaria - Executiva Ministério do Trabalho e Emprego Secretaria - Executiva Esta explanação tem por finalidade informar a situação atual acerca da proposta do desenvolvimento de ações de Qualificação Social e Profissional

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO DE EMPREITEIRAS PARA EXECUTAR SERVIÇOS DE PARTICULARES EM ÁREA DE CONCESSÃO DA CELESC SERVIÇOS DE TELECOM

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO DE EMPREITEIRAS PARA EXECUTAR SERVIÇOS DE PARTICULARES EM ÁREA DE CONCESSÃO DA CELESC SERVIÇOS DE TELECOM DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA CADASTRO DE EMPREITEIRAS PARA EXECUTAR SERVIÇOS DE PARTICULARES EM ÁREA DE CONCESSÃO DA CELESC SERVIÇOS DE TELECOM As empresas prestadoras de serviços (construção e/ou manutenção

Leia mais

Introdução. Da Previsão Legal SÃO BERNARDO DO CAMPO, OUTUBRO DE 2014

Introdução. Da Previsão Legal SÃO BERNARDO DO CAMPO, OUTUBRO DE 2014 SÃO BERNARDO DO CAMPO, OUTUBRO DE 2014 FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO Introdução A inspeção do trabalho tem por finalidade a prevenção e manutenção adequada dos direitos trabalhistas dos empregados, frente à

Leia mais

Atestado de Conformidade NR 12

Atestado de Conformidade NR 12 TÜV Rheinland do Brasil TÜV Rheinland é um organismo de certificação, inspeção, gerenciamento de projetos e treinamento, que foi fundada na Alemanha em 1872 com o objetivo de proteger os trabalhadores

Leia mais

Experiência: NEGOCIAÇÃO TRIPARTITE: UMA NOVA METODOLOGIA PARA NORMALIZAÇÃO

Experiência: NEGOCIAÇÃO TRIPARTITE: UMA NOVA METODOLOGIA PARA NORMALIZAÇÃO Experiência: NEGOCIAÇÃO TRIPARTITE: UMA NOVA METODOLOGIA PARA NORMALIZAÇÃO Instituição: Ministério do Trabalho e Emprego Secretaria de Inspeção do Trabalho Departamento de Segurança E Saúde No Trabalho

Leia mais

Alexandre Enzweiler, Gabriel de Almeida e Yvo Pitol 22/04/2013

Alexandre Enzweiler, Gabriel de Almeida e Yvo Pitol 22/04/2013 CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR-5 Alexandre Enzweiler, Gabriel de Almeida e Yvo Pitol 22/04/2013 Atribuições iniciais Criada em 1934 e regulamentada somente em 1978 juntamente com outras

Leia mais

Fiscalização Trabalhista. Anita Maria Meinberg Perecin

Fiscalização Trabalhista. Anita Maria Meinberg Perecin Anita Maria Meinberg Perecin Apresentação dos documentos : Livro de inspeção do trabalho Cópia do contrato social CNPJ Cópia da convenção coletiva da categoria Laudo PPRA Carta de preposição Procuração

Leia mais

Prezado colega, você sabia:

Prezado colega, você sabia: Prezado colega, você sabia: 1) Que, de maneira geral, as Normas Regulamentadoras (NRs), do MTE - Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecem requisitos mínimos legais e condições com objetivo de implementar

Leia mais

A CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho no Brasil

A CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho no Brasil A CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho no Brasil Pesquisa revela que a CIPA é uma ferramenta indispensável para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho e melhorias nas condições

Leia mais

ORIENTAÇÃO EM RELAÇÕES DO TRABALHO

ORIENTAÇÃO EM RELAÇÕES DO TRABALHO ABRIL/2011 ORIENTAÇÃO EM RELAÇÕES DO TRABALHO CONTROLES DE JORNADA E O PONTO ELETRÔNICO REFERÊNCIA Formas de controle de jornada de trabalho. Alterações decorrentes da Portaria do MTE nº. 373/2011, que

Leia mais

PL 4330 Reunião realizada no dia

PL 4330 Reunião realizada no dia PL 4330 Reunião realizada no dia PL 4330 Propostas de alteração Observações das Centrais Sindicais Dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 89, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 89, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 89, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2011 Estabelece procedimentos para apreensão e guarda de documentos, livros, materiais, equipamentos e assemelhados por Auditor- Fiscal do Trabalho e aprova

Leia mais

SIMULADOS - Professor Flávio Nunes Segurança e Saúde no Trabalho

SIMULADOS - Professor Flávio Nunes Segurança e Saúde no Trabalho 1. Com base na CLT e com a Norma Regulamentadora 07 (PCMSO), julgue os itens a seguir. I. Quando na fase de reconhecimento dos riscos ambientais não for detectado risco específico, o controle médico poderá

Leia mais

Procedimento Geral para Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade

Procedimento Geral para Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade Pág. 1 de 12 1. OBJETIVO O objetivo deste documento é o de estabelecer os critérios de certificação da ABRACE, para prestação de serviços de avaliação da conformidade e certificação de Sistemas de Gestão.

Leia mais

NR18- PROCESSO DE REVISÃO. Luiz Carlos Lumbreras Rocha AFT-SRTE-RJ

NR18- PROCESSO DE REVISÃO. Luiz Carlos Lumbreras Rocha AFT-SRTE-RJ NR18- PROCESSO DE REVISÃO Luiz Carlos Lumbreras Rocha AFT-SRTE-RJ CRONOGRAMA DE TRABALHO Junho de 2012 a maio de 2013 Elaboração do texto-base por representantes da SIT Maio de 2013 a agosto de 2013 Consulta

Leia mais

NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO Cassius Marcellus Zomignani Departamento Sindical - DESIN NORMA REGULAMENTADORA 24 A Norma Regulamentadora 24 do Ministério do Trabalho e

Leia mais

INPAME. www.inpame.org.br. Instituto Nacional de Prevenção aos. Fones: (11) 3765 2155 / 3719 1059. Filiado à:

INPAME. www.inpame.org.br. Instituto Nacional de Prevenção aos. Fones: (11) 3765 2155 / 3719 1059. Filiado à: INPAME Instituto Nacional de Prevenção aos Acidentes em Máquinas M e Equipamentos www.inpame.org.br Fones: (11) 3765 2155 / 3719 1059 Filiado à: PROTEÇÃO AO TRABALHO EM MÁQUINAS Palestra realizada em Florianópolis

Leia mais

NOTA TÉCNICA 39 2013

NOTA TÉCNICA 39 2013 NOTA TÉCNICA 39 2013 Apresentação e a guarda dos documentos comprobatórios, pelos Estados, DF e Municípios, da execução das despesas com recursos financeiros do Fundo Nacional de Saúde Brasília, 26 de

Leia mais

Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho. SINDUSCON - São Paulo 25 de julho de 2011

Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho. SINDUSCON - São Paulo 25 de julho de 2011 SINDUSCON - São Paulo 25 de julho de 2011 Ciclo de Debates ATUALIZAÇÃO DO CAPITULO V DA CLT Eng. Seg. Trab. Celso Atienza Eng. Seg. Trab. Elizabeth Spengler Cox de Moura Leite CLT CAPÍTULO V Das Condições

Leia mais

NR 4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT)

NR 4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) Zelãene dos Santos SEGURANÇA DO TRABALHO E MEIO AMBIENTE NR 4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) 4.1. As empresas privadas e públicas, os órgãos públicos

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2015 - DIVIS/DESEG APLICAÇÃO DE PENALIDADES

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA. Art. 3º Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta de texto deverão ser encaminhadas para os seguintes endereços:

CONSULTA PÚBLICA. Art. 3º Informar que as críticas e sugestões a respeito da proposta de texto deverão ser encaminhadas para os seguintes endereços: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial- Inmetro Portaria n.º 031, de 24 de fevereiro de 2006. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

REGISTRO ELETRÔNICO DE PONTO

REGISTRO ELETRÔNICO DE PONTO REGISTRO ELETRÔNICO DE PONTO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85, DE 26 DE JULHO DE 2010- MTE- DOU 27.07.2010- Disciplina a fiscalização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto SREP regulamentado pela Portaria

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 333 DISPOSIÇÕES GERAIS

LEI COMPLEMENTAR Nº 333 DISPOSIÇÕES GERAIS DISPÕE SOBRE A INSTALAÇÃO, CONSERVAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE ELEVADORES E APARELHOS DE TRANSPORTE AFINS, REGULAMENTA A HABITAÇÃO DAS EMPRESAS PRESTADORAS DESSES SERVIÇOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI COMPLEMENTAR

Leia mais

DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 51/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000

DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 51/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000 DODF Nº 237 14 de dezembro de 2000 CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº 51/2000-CBMDF, DE 7 DE DEZEMBRO DE 2000 Aprova a Norma Técnica nº 006/2000-CBMDF, sobre a Emissão do Certificado

Leia mais

III Mesa de Debates ABEAD

III Mesa de Debates ABEAD III Mesa de Debates ABEAD SISCOSERV Principais aspectos e desafios Roberta Folgueral roberta@canaladuaneiro.com.br 11-3419-1737 Skype: r.folgueral Twitter: @folgueral SOBRE A INSTRUTORA Contato: roberta@canaladuaneiro.com.br

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO CONVENÇÃO 184. Segurança e Saúde na Agricultura

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO CONVENÇÃO 184. Segurança e Saúde na Agricultura CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO CONVENÇÃO 184 Segurança e Saúde na Agricultura Genebra, 2001 Convenção 184 CONVENÇÃO SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NA AGRICULTURA A Conferência Geral da Organização Internacional

Leia mais

LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009.

LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009. LEI Nº 1.048, de 12 de novembro de 2009. Institui a Lei Geral Municipal da Microempresa, Empresa de Pequeno Porte e Microempreendedor Individual, e dá outras providências. CIRILDE MARIA BRACIAK, Prefeita

Leia mais

Art. 1º Os arts. 37, 41 e 52 da Instrução Normativa SRF nº 28, de 27 de abril de 1994, passam a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º Os arts. 37, 41 e 52 da Instrução Normativa SRF nº 28, de 27 de abril de 1994, passam a vigorar com a seguinte redação: Instrução Normativa RFB nº 1.096, de 13 de dezembro de 2010 DOU de 14.12.2010 Altera a Instrução Normativa SRF nº 28, de 27 de abril de 1994, que disciplina o despacho aduaneiro de mercadorias destinadas

Leia mais

Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99)

Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99) Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99) A aprovação da Lei nº 9.841/99, de 05 de outubro de 1999, mais conhecida por "Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte",

Leia mais

O PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário

O PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário 1 O PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário Compilação e comentários de Airton Marinho da Silva, Auditor Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego As Leis 8212 e 8213/91 regulamentam os

Leia mais

saúde/trabalho e introduziram a questão da valorização da participação dos trabalhadores

saúde/trabalho e introduziram a questão da valorização da participação dos trabalhadores Introdução A legislação brasileira que trata da segurança e da saúde no trabalho passou a adotar um novo enfoque, a partir do final de 1994, ao estabelecer a obrigatoriedade das empresas elaborarem e implementarem

Leia mais

REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO

REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO Definição Regime Especial de Tributação (RET) é um processo administrativo por meio do qual a SEF concede, em caráter individual, tratamento especial ao contribuinte, considerando

Leia mais

Legislação sobre equipamentos de proteção individual (EPI)

Legislação sobre equipamentos de proteção individual (EPI) Legislação sobre equipamentos de proteção individual (EPI) A legislação que trata de EPI no âmbito da segurança e saúde do trabalhador é estabelecida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A Lei

Leia mais

RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES CONTROLE INTERNO

RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE VENÂNCIO AIRES CONTROLE INTERNO 01/06 1 DOS OBJETIVOS 1.1 Definir normas para elaboração dos contratos de aquisição de materiais, prestação de serviços gerais e prestação de serviços e obras de engenharia. 1.2 Normatizar os procedimentos

Leia mais

* Atenção: verifique se a empresa esta de acordo com os tópicos citados abaixo.*

* Atenção: verifique se a empresa esta de acordo com os tópicos citados abaixo.* Maio/2014 Desenvolvido pelo ABIMAQ/IPDMAQ Publicado em maio/2014 2 AÇÕES PRIORITÁRIAS * Atenção: verifique se a empresa esta de acordo com os tópicos citados abaixo.* A empresa esta Regularizada junto

Leia mais

Página 1 de 5 O ART. 429, CLT E A COTA APRENDIZ Márcio Archanjo Ferreira Duarte 1. INTRODUÇÃO A figura da aprendizagem adveio originalmente do Decreto nº. 13.064, de 12 de junho de 1918, que aprovava naquela

Leia mais

DIAGNÓSTICO E DEFINIÇÃO DE SOLUÇÕES

DIAGNÓSTICO E DEFINIÇÃO DE SOLUÇÕES Somos uma empresa brasileira, especializada em soluções de automação de máquinas e processos industriais, instalação, comissionamento e segurança de infraestrutura elétrica e de máquinas, microgeração

Leia mais

PORTARIA N. 3.214, 08 DE JUNHO DE 1978

PORTARIA N. 3.214, 08 DE JUNHO DE 1978 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA N. 3.214, 08 DE JUNHO DE 1978 Aprova as Normas Regulamentadoras - NR - do Capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

Edital para Exposição de Oportunidades de Negócios na 5ª Edição da SEMANA SEBRAE DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 2015 I DA CONVOCAÇÃO II DO EVENTO

Edital para Exposição de Oportunidades de Negócios na 5ª Edição da SEMANA SEBRAE DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 2015 I DA CONVOCAÇÃO II DO EVENTO I DA CONVOCAÇÃO O SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SEBRAE/RJ, entidade associativa de direito privado, sem fins lucrativos, comunica e convida empresas do setor

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 75, DE 8 DE MAIO DE 2009

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 75, DE 8 DE MAIO DE 2009 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 75, DE 8 DE MAIO DE 2009 Disciplina a fiscalização das condições de trabalho no âmbito dos programas de aprendizagem. A Secretária de Inspeção do Trabalho, no uso de sua competência,

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 REGULAMENTO DO COMITÊ DE AUDITORIA Este regulamento ( Regulamento ), elaborado com base nas melhores práticas internacionais,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Código: 031 Município: Marília Eixo Tecnológico: Segurança Habilitação Profissional: Auxiliar Técnico de Nível Médio em Segurança do Trabalho Qualificação:

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 5154/04 e Lei Federal nº 11.741/08) PLANO DE CURSO Área: Segurança do Trabalho

Leia mais

Faculta que as mercadorias vendidas com fim específico de exportação sejam enviadas às tradings PL 07719/2014 do deputado Rubens Bueno (PPS/PR) 1

Faculta que as mercadorias vendidas com fim específico de exportação sejam enviadas às tradings PL 07719/2014 do deputado Rubens Bueno (PPS/PR) 1 Ano 22 - Número 19-07 de julho de 2014 - www.cni.org.br Nesta Edição: INTERESSE GERAL DA INDÚSTRIA Faculta que as mercadorias vendidas com fim específico de exportação sejam enviadas às tradings PL 07719/2014

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Segunda Turma

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Segunda Turma PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Segunda Turma PROCESSO nº 0010980-84.2013.5.03.0149 (RO) RECORRENTE: INDÚSTRIA DE PANIFICAÇÃO NEWBREAD LTDA RECORRIDO: UNIÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA. E D I T A L Nº 003/2015, de 20 de março de 2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA. E D I T A L Nº 003/2015, de 20 de março de 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA E D I T A L Nº 003/2015, de 20 de março de 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA TUTORIA A DISTÂNCIA PARA O CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007. Seção I, p.

DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007. Seção I, p. DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007. Seção I, p. 4 Altera dispositivos dos Decretos nos 5.622, de 19 de dezembro de

Leia mais

Clipping Legis. Publicação de legislação e jurisprudência fiscal. Nº 188 Conteúdo - Atos publicados em novembro de 2015 Divulgação em dezembro/2015

Clipping Legis. Publicação de legislação e jurisprudência fiscal. Nº 188 Conteúdo - Atos publicados em novembro de 2015 Divulgação em dezembro/2015 www.pwc.com.br Clipping Legis Programa de Proteção ao Emprego (PPE) - Instituição - (Conversão da MP nº 680/2015) - Lei nº 13.189/2015 CSLL - Instituições financeiras - Majoração de alíquotas - Disciplinamento

Leia mais

A Nova NR12. AFT Aida Cristina Becker

A Nova NR12. AFT Aida Cristina Becker A Nova NR12 AFT Aida Cristina Becker Fevereiro 2011 DOU 24 de dezembro 2011 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA N.º 197, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2010 Altera a Norma

Leia mais

PARECER LTCAT / É ÓBVIO, ELE NÃO MORREU! CANAL 3R / COTESIA ISEGNET

PARECER LTCAT / É ÓBVIO, ELE NÃO MORREU! CANAL 3R / COTESIA ISEGNET "ESTAMOS DISPONIBIZANDO ESTE MATERIAL APÓS UM SÉRIE DE PERGUNTAS DE USUÁRIOS SOBRE O TEMA: LAUDO TÉCNICO E LTCAT. PERCEBEMOS EQUIVOCOS PERPETUADOS SEM FUNDAMENTOS OU NEXO COM A REALIDADE. UMA TENTATIVA

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ADITAMENTO AO TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA 49/2009 2848/2012 Considerando que ao Ministério Público do Trabalho incumbe a defesa da ordem jurídica trabalhista e dos direitos sociais e individuais indisponíveis

Leia mais

Planos de Logística e Contratações Sustentáveis

Planos de Logística e Contratações Sustentáveis Planos de Logística e Contratações Sustentáveis Jhéssica Cardoso Brasília, 5 de fevereiro de 2015 Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Elaborando Planos de Gestão de Logística Sustentável

Leia mais

DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE O que é? Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF é a declaração feita pela FONTE PAGADORA, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85, DE 26 DE JULHO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85, DE 26 DE JULHO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 85, DE 26 DE JULHO DE 2010 Disciplina a fiscalização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto - SREP, regulamentado pela Portaria nº 1.510, de 21 de agosto de 2009, e fixa prazo

Leia mais

PONTO ELETRÔNICO. COMO FICA A PARTIR DE DOIS DE ABRIL DE 2012

PONTO ELETRÔNICO. COMO FICA A PARTIR DE DOIS DE ABRIL DE 2012 PONTO ELETRÔNICO. COMO FICA A PARTIR DE DOIS DE ABRIL DE 2012 I - INTRODUÇÃO. Como é público e notório, o ponto eletrônico foi instituído através da Portaria do Ministro de Estado do Trabalho e Emprego,

Leia mais

PROPOSTAS PARA O COMBATE A ALTA ROTATIVIDADE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO

PROPOSTAS PARA O COMBATE A ALTA ROTATIVIDADE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO PROPOSTAS PARA O COMBATE A ALTA ROTATIVIDADE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO PROPOSTAS PARA O COMBATE A ALTA ROTATIVIDADE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO Considerando como movimentos desejáveis, tanto

Leia mais

CONVENÇÃO COLETIVA 2014

CONVENÇÃO COLETIVA 2014 CONVENÇÃO COLETIVA 2014 SINDICATO DOS MENSAGEIROS MOTOCICLISTAS E CICLISTAS, MOTO- FRETE, MOTOBOYS E MOTO-TAXISTAS DE CURVELO E REGIÃO, CNPJ n 17.437.757/0001-40, NESTE ATO REPRESENTADO POR SEU PRESIDENTE,

Leia mais

Rafael Galupo e Souza

Rafael Galupo e Souza Eng. Rafael Galupo Rafael Galupo e Souza Engenharia de produção mecânico Especialização em Eng. de Segurança do Trabalho MBA em Gestão Empresarial Perícia Trabalhista e Insalubridade Auditor e consultor

Leia mais

PIE - Prontuário das Instalações Elétricas

PIE - Prontuário das Instalações Elétricas PIE - Prontuário das Instalações Elétricas Autor: Masatomo Gunji - Engº Eletricista e de Segurança do Trabalho: O PIE é um sistema organizado de informações pertinentes às instalações elétricas e aos trabalhadores

Leia mais

Convenção Coletiva 2014

Convenção Coletiva 2014 Convenção Coletiva 2014 SINDICATO DOS MENSAGEIROS MOTOCICLISTAS E CICLISTAS, MOTO- FRETE, MOTOBOYS E MOTO-TAXISTAS DE CURVELO E REGIÃO, CNPJ n 12.512.993/0001-60, NESTE ATO REPRESENTADO POR SEU PRESIDENTE,

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS REFERENTE À SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA EMPRESAS CONTRATADAS

DIRETRIZES GERAIS REFERENTE À SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA EMPRESAS CONTRATADAS DIRETRIZES GERAIS REFERENTE À SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO PARA EMPRESAS CONTRATADAS 1) OBJETO 1.1) As diretrizes aqui apresentadas tem o objetivo de instruir as empresas contratadas pela, UNILA, quanto

Leia mais

SOBRE A PROTEÇÃO DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA DEFINIR AS CONDIÇÕES DE EMPREGO NO SERVIÇO PÚBLICO*

SOBRE A PROTEÇÃO DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA DEFINIR AS CONDIÇÕES DE EMPREGO NO SERVIÇO PÚBLICO* Convenção 151 SOBRE A PROTEÇÃO DO DIREITO DE SINDICALIZAÇÃO E PROCEDIMENTOS PARA DEFINIR AS CONDIÇÕES DE EMPREGO NO SERVIÇO PÚBLICO* A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convocada

Leia mais

RELATO DA SITUAÇÃO ANTERIOR À INTRODUÇÃO DA INOVAÇÃO

RELATO DA SITUAÇÃO ANTERIOR À INTRODUÇÃO DA INOVAÇÃO Experiência: Construção Construindo Segurança Ministério do Trabalho e Emprego Subdelegacia do Trabalho e Emprego Responsável: Susana Maria Marques Equipe: Maria Regina Blume, Jorge Luiz Albé, Iara Antonieta

Leia mais