SUPPORTER TEST - FERRAMENTA DE APOIO AO GERENCIAMENTO DE TESTES DE SOFTWARE

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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CASSIANO PATRIC WEISS SUPPORTER TEST - FERRAMENTA DE APOIO AO GERENCIAMENTO DE TESTES DE SOFTWARE Lajeado 2013

2 1 CASSIANO PATRIC WEISS SUPPORTER TEST - FERRAMENTA DE APOIO AO GERENCIAMENTO DE TESTES DE SOFTWARE Banca Examinadora: Prof. M. Sc. Evandro Franzen, UNIVATES Mestre pela UFRGS Porto Alegre, Brasil. Prof. M. Sc. Paulo Roberto Mallmann, UNIVATES Mestre pela UNISINOS São Leopoldo, Brasil Projeto apresentado ao Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas do Centro Universitário UNIVATES, como parte dos requisitos para a obtenção do título de bacharel em Sistemas de Informação Área de concentração: Informática Orientador: Prof. M. Sc. Fabrício Pretto, UNIVATES Mestre pela PUCRS Porto Alegre, Brasil. Coordenador do Curso de Sistemas de Informação: Prof. Evandro Franzen Lajeado, Junho de 2013

3 Dedico este trabalho a minha família, principalmente pela dedicação e apoio em todos os momentos difíceis. 2

4 3 AGRADECIMENTOS Agradeço aos meus pais, Célio e Elaine Weiss, pelo apoio durante todos os momentos bons e difíceis durante o curso. A minha noiva, Miriam Wenzel, por estar ao meu lado em todos os momentos, e pela compreensão, paciência e apoio nos meus momentos que mais precisei. A minha irmã, Stefana e seu namorado Valter, por todo apoio e auxilio no decorrer do desenvolvimento deste trabalho. Ao meu orientador Fabrício Pretto, pelo comprometimento, paciência, sugestões, propostas e disponibilidade de tempo. A empresa Cantu & Stange Ltda, representada pelo seu diretor técnico por me conceder folga nos momentos que precisei para desenvolver esse trabalho. E a todos que, de uma forma ou de outra, contribuíram para a realização deste trabalho.

5 4 RESUMO A constante evolução dos computadores elevou o número de sistemas criados para possibilitar a comunicação entre as pessoas. Para garantir a qualidade dos softwares, é necessário executar diversos testes durante o processo de desenvolvimento dos mesmos. A execução dos testes nem sempre ocorre de forma organizada, pois é difícil mapear onde irá impactar uma alteração no sistema. Para que se consiga rastrear essas situações, foi desenvolvida uma ferramenta para auxiliar no gerenciamento de testes em sistemas web ou desktop. Na ferramenta desenvolvida é possível gerar scripts de teste, baseando-se apenas em algumas informações pré-cadastradas e uma definição de importância feita por um analista no momento de cada alteração. A execução dos testes é feita de forma manual ou com o auxílio de uma ferramenta de automação, porém, o script gerado, o qual contém apenas o roteiro do que deve ser testado, serve de base para os testes. Um parecer de cada item testado pode ser registrado, formando assim uma base de dados. Após o registro dos pareceres, é possível emitir relatórios para identificar em qual módulo, segmento ou área do sistema estão ocorrendo mais problemas. Além disso, a ferramenta possui um mapeamento das dependências e impactos de alterações nos módulos e telas, servindo como documentação, regramento e facilitador para a ação de treinar novos testadores. Palavras-chave: Teste de software, Script de teste

6 5 ABSTRACT The constant evolution of computers increased the number of systems designed to enable communication between people. To ensure the quality of the software, it is necessary to perform several tests during their development. Such tests do not always occur in an organized manner, it is difficult to map which will impact a change in the system. To be able to track these situations, was developed a tool to provide assistance in management of tests in web or desktop systems. In the developed tool is possible to generate test scripts, relying only on some pre-registered information and a definition of importance made by an analyst at the time of each change. The tests are made manually or with the support of an automation tool, however, the generated script, which contains only the script that should be tested, serve as basis for the tests. An opinion of each item tested can be registered, thereby forming a database. After registering the opinions, it is possible to issue reports to identify in which module, segment or system area are occurring more problems. Additionally, the tool has a mapping of dependencies and impacts of changes in the modules and screens, serving as documentation, regulation and facilitator for the action of training new testers. Keywords: Software Testing, Software Script

7 6 LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Testes na Engenharia de Software Figura 2 - Estrutura para abordagens de teste de integração Figura 3 - Sequência de testes bottom-up Figura 4 - Sequência de testes top-down Figura 5 - Sequência de testes big-bang Figura 6 - Sequência de testes sanduíche Figura 7 - Tela de execução dos casos de teste no Selenium Figura 8 - Planilha keyword-data-driven que servirá de base para o AutoTest Figura 9 - Tela de resultados do TestLink Figura 10 - Tela de resultado TestComplete Figura 11 - Resultado dos testes no Klaros TestManagement Figura 12 - Tela de criação de tarefas no Apache JMeter Figura 13 - Tela de execução dos casos de teste no Aqua Figura 14 - Tela de visualização dos casos de teste no Aqua Figura 15 - Tela de estatísticas do TestMaster Figura 16 - Casos de uso do analista de testes Figura 17 - Casos de uso do testador Figura 18 - Fluxograma da ferramenta desenvolvida Figura 19 - Modelo ER do banco de dados Figura 20 - Cadastro de Tela Figura 21 - Ações por Tela Figura 22 - Manutenção de Ações Figura 23 - Manutenção de Alterações Figura 24 - Script Figura 25 - Execução do script Figura 26 - Gráfico de itens reprovados por módulo Figura 27 - Gráfico de scripts por módulo Figura 28 - Relatório sintético de itens reprovados Figura 29 - Relatório analítico de itens reprovados Figura 30 - Relatório analítico de itens reprovados por módulo Figura 31 - Relatório sintético de itens reprovados por módulo... 57

8 7 LISTA DE QUADROS Quadro 1 - Exemplo de script Quadro 2 - Nível de prioridade dos itens de teste Quadro 3 - Rastreabilidade das ações em modo texto... 46

9 8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Conceitos de Teste de Software Tabela 2 - Comparativo das ferramentas de teste de software Tabela 3 - Requisitos funcionais Tabela 4 - Requisitos não funcionais Tabela 5 - Participantes da avaliação da ferramenta... 58

10 9 LISTA DE ABREVIATURAS CSV: Comma Separated Values ER: Entidade Relacionamento GPL: General Public License PC: Personal Computer QA: Quality Assurance SGBD: Sistema Gerenciador de Banco de Dados SQA: Software Quality Assurance SQL: Structured Query Language V&V: Validação e Verificação

11 10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Motivação Objetivos gerais Objetivos específicos Organização do trabalho ESTADO DA ARTE Verificação e Validação Teste de software Técnicas de teste Fases de teste Abordagens de teste de integração Automação de testes Ferramentas para análise de código FERRAMENTAS DE APOIO AOS TESTES Selenium AutoTest TestLink JUnit TestComplete Klaros TestManagement Apache JMeter Aqua TestMaster Testipool Comparativo entre ferramentas DESENVOLVIMENTO DA FERRAMENTA Requisitos funcionais, requisitos não funcionais e modelo ER Cadastros gerais Scripts Especificação e telas Validação e verificação do uso da ferramenta CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS... 61

12 11 1 INTRODUÇÃO Na década de 1980, os computadores eram usados pelas indústrias que necessitavam de um grande poder de processamento de dados. Já na década de 1990, o PC (Personal Computer) tornou o software acessível para o público em geral. Com isso novas tecnologias surgiram, e os computadores se tornaram mais rápidos, potentes e também mais baratos, fazendo com que muitas pessoas tivessem acesso aos mesmos. Isso resultou em uma maior produção de computadores e softwares com diversas finalidades, e fez com que a exigência pela qualidade de software também aumentasse. No entanto, pouco tempo era disponibilizado para testar, fazendo com que muitos testes não fossem executados (apenas o que se entendia como prioritário era testado). O resultado disso foi um número elevado de correções nos sistemas operacionais Windows, Linux, Mac OS, entre outros. Com o surgimento da Web, novas considerações de testes foram necessárias, pois as aplicações passaram a ser executadas em navegadores, sendo necessário testar várias versões e em diversos tipos de PC possíveis (MOLINARI, 2008). Conforme Pfleeger (2004), assim como os fabricantes buscam garantir a qualidade dos produtos que produzem, os engenheiros de software também procuram formas e métodos que asseguram a qualidade dos softwares desenvolvidos, tornando-os aceitáveis para seus usuários. Documentar o que deve ser testado é uma difícil etapa do teste de software, pois é necessário identificar o que é desejado e até onde deve ser testado, e isso deve ser feito antes da execução dos testes. Para Molinari (2008) há essa dificuldade, e essa etapa se chama elaboração de requisitos de teste. Em várias situações, a especificação de o que deve ser testado está espalhada em vários documentos, ou ainda apenas na cabeça dos testadores, ou seja, os testes são feitos apenas com a experiência daqueles que testam. Segundo Barbosa e Torres (2012), teste de software é uma das atividades que busca contribuir para a melhoria da qualidade do software. O teste revela a presença de defeitos no

13 12 software e atende as exigências de qualidade de software que estão se tornando cada vez maiores, devido ao crescimento do número de usuários que desejam softwares confiáveis e eficientes. Segundo Pfleeger (2004), um bom planejamento de teste ajuda a realizar os testes de forma adequada. Um plano de teste envolve os objetivos do teste e visa garantir que o software a ser testado funcione corretamente. Para isso, o plano de teste descreve o que, quando e como será feito o teste, e ainda quais são os resultados esperados deste. Nesse trabalho, um script de teste se assemelha ao plano de testes, pois envolve esse processo de definição de o que, quando e como os testes serão executados. Com a intenção de executar os testes de forma rápida e organizada, muitas empresas utilizam scripts no seu processo de teste. Um script de teste é um documento onde há um ou mais itens desse script. Esse script servirá de base para que os testadores, ao executarem seus testes, utilizem cada item desse script, ou seja, em cada item de script estará descrito exatamente o que deve ser testado (MOLINARI, 2010). 1.1 Motivação Muitas empresas de desenvolvimento de software enfrentam dificuldades no setor de teste. Isso se deve a muitos fatores, que serviram de motivação para o desenvolvimento deste trabalho. Dentre os principais problemas encontrados, pode-se citar: Muitos testes são feitos com base apenas na experiência do testador; Há falta de documentação do que deve ser testado; Há falta de documentação do que foi testado; Quando ocorre uma alteração não é possível saber a dimensão imediata do que será afetado (rastreabilidade). 1.2 Objetivos gerais Com o objetivo de possibilitar aos profissionais de teste de software um gerenciamento mais detalhado sobre seus testes, e que a execução dos testes seja feita de forma organizada. A proposta descrita nesse documento permitirá a geração de scripts de teste, baseando-se em informações previamente cadastradas, tais como a aplicação que será testada, o módulo e a tela onde foi feita a alteração, a própria alteração, e também diversos itens que terão que ser testados. Cada alteração terá uma importância e, combinando essas informações, é que o script de teste será gerado a cada nova alteração. Após o script ser

14 13 gerado, ele poderá ser utilizado nos testes para que, mesmo um testador não muito experiente, possa executá-los seguindo a sequência dos itens do script. Outra possibilidade será a emissão de relatórios e gráficos, onde também será possível obter diversas informações, como por exemplo, os erros mais recorrentes, as telas ou módulos mais críticos (onde ocorrem mais problemas), entre outros. 1.3 Objetivos específicos Os objetivos específicos foram definidos baseados nos problemas identificados no item 1.1 deste trabalho. Desta forma, foram definidos os seguintes objetivos: Auxiliar na documentação do que deve ser e do que foi testado; Auxiliar a executar os testes de forma organizada; Possibilitar um gerenciamento mais detalhado sobre os testes (emissão de relatórios e gráficos); Diminuir a dependência da experiência de um analista para execução de teste. Especificamente a ferramenta terá as seguintes funcionalidades: Geração de scripts de teste com diversos itens a serem testados; Cadastramento de aplicações, módulos, telas e ações; Cadastramento de itens de script (itens que serão testados); Registros de alterações e a importância das mesmas; Relatório de alterações: relatórios que mostrem quais aplicações, módulos e/ou telas que sofrem mais alterações; Relatório de itens: relatórios que mostrem os itens de script mais reprovados; 1.4 Organização do trabalho Este documento está dividido em capítulos conforme a seguinte sequência: no capítulo 2 será apresentada a fundamentação teórica, envolvendo conceitos de teste de software, técnicas de teste, fases de teste, abordagens de teste de integração, conceitos de verificação e validação, e automação de teste. O capítulo 3 descreve as ferramentas de apoio aos testes de software já existentes, suas funcionalidades e alguns screenshots das mesmas. No capítulo 4 será apresentado o desenvolvimento do projeto, com uma descrição detalhada do que foi desenvolvido no trabalho e também algumas telas. Por fim, o capítulo 5 apresenta as considerações finais sobre o desenvolvimento do trabalho.

15 14 2 ESTADO DA ARTE Neste capítulo será apresentada uma revisão geral do estado da arte, as técnicas e as fases de um processo de teste de software. Nas técnicas de teste será enfatizado o teste funcional, teste estrutural e teste baseado em erros. No que se refere às fases de teste, diversas fases serão detalhadas, com destaque para a fase de teste de integração, que ainda será dividida em diversas abordagens: bottom-up, top-down, big-bang e sanduíche. As atividades de Verificação e Validação também serão estudadas nesse capítulo. Outro assunto que será abordado será a automação de testes, onde serão detalhados alguns tipos de ferramentas para a automação de teste de software. 2.1 Verificação e Validação A atividade de teste pode ser composta por dois processos distintos: verificação e validação. Esses processos são conhecidos como V&V e, embora possam parecer a mesma coisa, existe uma diferença entre eles. Verificação se destina a mostrar que o projeto do software atende a sua especificação, enquanto que validação se destina a mostrar que o software realiza exatamente o que o usuário espera que ele faça. O objetivo principal do processo de V&V é estabelecer confiança de que o sistema de software está adequado ao seu propósito. O nível de confiabilidade exigido depende de fatores como função do software, expectativas do usuário, ambiente e mercado (TERRA e BIGONHA, 2008). Segundo Sommerville (2007), existem duas abordagens complementares para a verificação e validação do sistema: Inspeções de software: é analisado e verificado representações de software como documentos de requisitos, diagramas de projeto e código fonte do programa. Pode-se usar inspeções em todos os estágios do processo. Essas inspeções podem ser suplementadas por alguma análise automática de texto fonte um sistema ou de documentos associados. Inspeções de software e

16 15 análises automatizadas são técnicas de V&V estáticas, quando não se precisa executar o software em um computador; Testes de software: envolvem executar uma implementação do software com dados de teste para examinar as saídas e o comportamento operacional e assim verificar se o desempenho está conforme o necessário. O teste é uma técnica dinâmica de validação e verificação. Em resumo, Sommerville (2007) define os processos de validação e verificação da seguinte forma: Validação: Estamos construindo o produto correto? Verificação: Estamos construindo o produto corretamente? 2.2 Teste de software Para um melhor entendimento sobre teste de software, que está diretamente ligado a este trabalho, na sequência será apresentada uma revisão sobre a engenharia de software, a qual o teste faz parte. Segundo Tonsig (2008) a engenharia de software deveria seguir o exemplo da engenharia de uma bicicleta, que quando chega ao seu cliente final em uma caixa, pode, com o auxilio de um manual, ser facilmente montada com total segurança. Com essa comparação, o autor quer dizer que a engenharia de uma bicicleta evoluiu, e pode ser considerada fácil para montar e também para se utilizar, e ainda de uma forma confiável. Através da engenharia, o software pode ser desenvolvido para atender as necessidades do usuário de uma forma cada vez mais fácil, confiável, eficiente e economicamente viável. Além disso, a engenharia de software permite especificar, projetar, implementar, manter sistemas de software e, através dos testes, garantir a qualidade dos mesmos. Teste é uma parte importante que compõe a QA (Quality Assurance ou Garantia de Qualidade). Em teste de software, fala-se em SQA (Software Quality Assurance ou Garantia da Qualidade de Software). Segundo Molinari (2008), SQA é composto por vários elementos, como a gerência de configuração, que é responsável pela gerência, controle e registro dos artefatos que compõe o software, incluindo todo o histórico da mudança do software em si. Outro elemento que compõe a SQA é a gerência de requisitos, que diz respeito à gerência, controle e registro das necessidades do sistema (requisitos) e dos usuários em todos os níveis, incluindo a rastreabilidade das necessidades e da sua mudança. O último elemento que faz parte do SQA, ainda segundo Molinari (2008), são os próprios testes, que correspondem à

17 16 gerência, planejamento, controle e execução dos testes em todos os níveis, de modo a garantir a implementação (projeto, desenvolvimento e entrega) das necessidades especificadas. a Tabela 1. Segundo Molinari (2010), há diversos conceitos pertinentes a testes, conforme mostra Tabela 1 - Conceitos de Teste de Software Conceito Plano de testes Definição É o resultado do processo de planejamento dos testes. É composto por requisitos de testes, casos de testes, e cenários de testes a serem utilizados nos testes. Requisito de testes São requisitos específicos de testes. Representam o que deve-se testar em termos de meta. Tipo de teste Caso de teste Script ou script de teste Cenário de teste São os tipos de testes realizados em um ambiente qualquer, tais como teste funcional, de desempenho e de segurança. Conhecido também como teste. É o que deve ser testado em termos de situação de teste em si. Desdobramento natural dos requisitos de testes, mas para existir ou ser criado, não precisa destes. Um caso de teste pode atender a mais de um requisito de teste. É conhecido também como script de automação ou script automatizado. Conjunto de ações que são executadas em uma ferramenta de automação de execução de testes automatizados. Representa em geral uma automação de um ou mais casos de teste. É um conjunto de casos de teste, ou de scripts, a serem executados em uma ordem qualquer com o intuito de caracterizar uma grande situação de teste. Exemplo: executa-se o primeiro script Z3, depois o Z1 e ao final executa-se o script Z2. Relatório de teste É o relatório com informações dos testes. Defeito Bug ou falha Não conformidade encontrada na aplicação. Por exemplo, um requisito que foi implementado e não funciona corretamente. Problema encontrado na aplicação e que não está ligado a algum defeito. É algo não previsto. É natural que todo bug vire depois um defeito no sistema. Fonte: adaptado de Molinari (2010, p. 38) A engenharia de software está inserida em uma área de conhecimento da computação, onde o resultado final é a organização, produtividade e qualidade no desenvolvimento de software. Dentro da engenharia de software existem várias etapas a serem cumpridas durante o desenvolvimento de um sistema, tais como levantamento de requisitos, projeto, desenvolvimento, testes, implantação, entre outras (ENGENHARIA DE SOFTWARE, 2010). A atividade de teste é composta por uma análise dinâmica do produto e uma atividade para a identificação e eliminação de erros que persistem. As informações originadas das atividades de teste são importantes para as atividades de depuração, manutenção e estimativa de confiabilidade de software. A atividade de teste tem sido apontada como uma das mais onerosas no desenvolvimento de software. O teste de software envolve basicamente as seguintes etapas: planejamento de testes, projeto de casos de teste, execução e avaliação dos resultados dos testes (MALDONADO, BARBOSA, et al., 2004).

18 17 Em geral, em teste de software pode-se estabelecer três técnicas distintas: a funcional, a estrutural e a baseada em erros. Na técnica funcional, os critérios e requisitos de teste são estabelecidos a partir da função de especificação do software; na técnica estrutural, os critérios e requisitos são baseados nas características de uma implementação; e, na técnica baseada em erros, os critérios e requisitos de teste são originam-se do conhecimento sobre erros conhecidos cometidos no processo de desenvolvimento de software (MALDONADO, BARBOSA, et al., 2004). O teste faz parte de um processo dentro da engenharia de software, assim como outros processos, como levantamento de requisitos, projeto e desenvolvimento. Para Molinari (2008), os testes e a qualidade de software estão situados dentro da engenharia de software conforme mostrado na Figura 1. Figura 1 - Testes na Engenharia de Software Fonte: adaptado de Molinari (2008, p. 27) Técnicas de teste Inúmeros projetos de software possuem pouco tempo para realização dos testes. É necessário um bom planejamento para que se consiga entregar um produto com qualidade e no prazo estipulado. Para que esses processos sejam realizados com eficiência, será necessário a utilização das técnicas de teste de software (DEVMEDIA, 2008). No que diz respeito às técnicas de teste, Maldonado, Barbosa, et al. (2004) destaca três principais técnicas:

19 Teste funcional Essa técnica também é conhecida como teste de caixa preta, pois trata o software como sendo uma caixa, sem saber do conteúdo. Só é possível visualizar o lado externo, ou seja, apenas se tem o conhecimento dos dados de entrada e os resultados produzidos na saída, não sendo possível acompanhar o processamento interno no código fonte. Nos testes funcionais, não há preocupação com os detalhes da implementação, pois apenas as funções do sistema é que são verificadas (MALDONADO, BARBOSA, et al., 2004). Nos testes funcionais, o foco é testar todos os componentes essenciais de um sistema sob o ponto de vista funcional, ou seja, testar as funções de software ou de um componente de software. Teste funcional tem por objetivo medir a qualidade funcional dos componentes de um sistema. O objetivo também é assegurar a funcionalidade do sistema, incluindo entrada de dados, processamento e resposta (MOLINARI, 2008). Em outras palavras, o objetivo é determinar se o programa satisfaz aos requisitos funcionais e não-funcionais que foram especificados antes da implementação. O problema é que, em geral, a especificação existente é informal. Sendo assim, a determinação da cobertura total da especificação que foi obtida por um conjunto de casos de teste também é informal. No entanto, os critérios de teste baseados em especificação podem ser utilizados em qualquer contexto (procedimental ou orientado a objetos) e em qualquer fase de teste sem a necessidade de modificação (MALDONADO, BARBOSA, et al., 2004). Para Molinari (2008), teste funcional é o mais importante teste, pois ele se caracteriza por mostrar se a aplicação funciona ou não, de acordo com o que ela se propõe a atender em termos de funcionalidades Teste estrutural Para executar um teste estrutural é preciso conhecer a estrutura do sistema todo, para se projetar testes que exercitem todas as partes. Essa técnica de teste pode ajudar na execução de cada declaração pelo menos uma vez. O teste de caminho é uma estratégia de teste estrutural, e seu objetivo é garantir que cada caminho independente seja executado pelo menos uma vez (SOMMERVILLE, 2007). Também conhecida como teste de caixa branca, a técnica de teste estrutural apresenta limitações e desvantagens (decorrentes dessas limitações). Sérios problemas podem ser identificados na automatização do processo de validação de software. Independentemente dessas desvantagens, essa técnica é vista como complementar a técnica funcional e

20 19 informações obtidas pela aplicação desses critérios são importantes para as atividades de manutenção, depuração e confiabilidade de software. Na técnica de teste estrutural, os aspectos relativos a implementação são fundamentais na definição dos casos de teste. O teste estrutural baseia-se no conhecimento da estrutura interna da implementação (MALDONADO, BARBOSA, et al., 2004) Teste baseado em erros No teste baseado em erros os critérios e requisitos de teste originam-se do conhecimento sobre erros comuns, cometidos no processo de desenvolvimento de software. Essa técnica utiliza informações sobre os tipos de erros mais frequentes no processo de desenvolvimento de software para derivar os requisitos de teste. Os testes são focados nos erros que o programador ou projetista pode cometer durante o processo de desenvolvimento e nas abordagens que podem ser usadas para detectar a ocorrência desses erros (MALDONADO, BARBOSA, et al., 2004) Fases de teste Maldonado, Barbosa, et al. (2004), Pfleeger (2004) e Sommerville (2007), concordam sobre algumas atividades de teste de software. Para todos esses autores, os testes podem ser divididos nas seguintes fases: Teste de módulo, componente ou unidade: concentra esforços na menor unidade do projeto de software. Cada componente do programa é testado, isolado dos outros componentes do sistema. O teste de unidade verifica se cada componente está funcionando corretamente, considerando os tipos de entrada esperadas. Sempre que possível, esse tipo de teste deve ser feito em um ambiente controlado, de modo que a equipe de teste, que pode ser composta pelos próprios desenvolvedores, possa fornecer ao componente a ser testado um conjunto de dados predeterminado, e a observar quais ações e dados são produzidos. Além disso, nesse tipo de teste são verificadas as estruturas de dados interna, a lógica e as condições limite para os dados de entrada e saída; Teste de integração: atividade sistemática utilizada durante a integração da estrutura do software, tentando localizar erros associados às interfaces entre os módulos; o objetivo é assegurar que foi dado a devida atenção as interfaces entre os componentes. O teste de integração é executado após se estar

21 20 convencido de que os componentes individuais estão funcionando. Testar a integração é o processo de verificar se os componentes do sistema, juntos, trabalham conforme está descrito nas especificações do sistema e do projeto do programa; Teste de sistema: é realizado após a integração do sistema e visa a identificar erros de funções e características de desempenho que não estejam de acordo com a especificação. O teste de sistema envolve a integração de dois ou mais componentes que implementam funções ou características do sistema e depois o teste desse sistema integrado; Pfleeger (2004) e Sommerville (2007) destacam ainda as seguintes fases de teste: Teste de desempenho: esse teste compara o sistema com o restante dos requisitos de software e hardware. Tem por objetivo assegurar que o sistema possa operar com a carga necessária. Nesse tipo de teste geralmente a carga de dados é elevada até que o desempenho torne-se inaceitável. Em cima disso é feito uma análise, comparando a situação do teste com a possível situação real do cliente. Quando o teste é realizado com sucesso em um ambiente de trabalho real do cliente, ele produz um sistema válido; Teste de aceitação: os testes são feitos em novas versões que serão liberadas para os usuários e, por isso, o teste de aceitação também é chamado de teste de release. Esse teste é realizado em conjunto com os clientes, e tem por objetivo conferir se o sistema está de acordo com o que foi solicitado. Além disso, também é feito uma comparação entre o que foi desenvolvido e a descrição dos requisitos do cliente. Após esse teste, o sistema pode então ser instalado no ambiente em que será utilizado. Esse tipo de teste concentra-se em validar se o que foi feito atende aos requisitos e se está confiável; Muitos testes são feitos antes da liberação do sistema para o cliente, confiando que ele funcione apropriadamente. Alguns testes dependem do que está sendo testado: componentes, grupos de componentes, subsistemas, ou todo o sistema. Outros testes dependem do que se quer saber: o sistema está funcionando de acordo com o projeto? De acordo com os requisitos? E com as expectativas do cliente? Pfleeger (2004) destaca também o teste de instalação como fase de teste. Esse teste é executado no cliente após a instalação definitiva do sistema, e tem por objetivo assegurar que o sistema está funcionando como devido. Segundo Sommerville (2007), ainda há o teste de interface, que concentra-se, principalmente, em testar se a interface do componente está de acordo com o que foi

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