NTD-12 MONTAGEM DE REDES AÉREAS SECUNDÁRIAS ISOLADAS COM CABOS MULTIPLEXADOS

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1 NTD-1 APRESENTAÇÃO 4 1. OBJETIVO 5. AMPLITUDE 5 3. RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO 5 4. CONCEITUAÇÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO URBANA RDU REDE DE DISTRIBUIÇÃO RURAL RDR CONECTOR PERFURANTE ALIMENTADOR TRONCO RAMAL CIRCUITO DE BAIXA TENSÃO CARGA INSTALADA DEMANDA DEMANDA MÁXIMA DEMANDA MÉDIA DEMANDA DIVERSIFICADA FATOR DE CARGA FATOR DE DEMANDA FATOR DE DIVERSIDADE FATOR DE UTILIZAÇÃO FATOR DE POTÊNCIA FLUTUAÇÃO DE TENSÃO FLICKER CORREÇÃO DOS NÍVEIS DE TENSÃO NA REDE PRIMÁRIA CORREÇÃO DOS NÍVEIS DE TENSÃO NA REDE SECUNDÁRIA CABO MULTIPLEXADO CONSUMIDOR UNIDADE CONSUMIDORA PONTO DE ENTREGA ENTRADA DE SERVIÇO RAMAL DE LIGAÇÃO RAMAL DE ENTRADA ATERRAMENTO SISTEMA DE ATERRAMENTO TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO 8 5. INSTRUÇÕES GERAIS EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PÁGINA: 1/50

2 6. PROCEDIMENTOS AFASTAMENTOS PADRONIZADOS INSTALAÇÃO BÁSICA SEM CAIXA CPREDE E SEM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA COM CAIXA CPREDE E SEM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA COM CAIXA CPREDE E COM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA SEM CAIXA CPREDE E COM TRANSFORMADOR AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE OS CONDUTORES E AS EDIFICAÇÕES AFASTAMENTOS PADRONIZADOS ENTRE OS CABOS ISOLADOS E O SOLO ESTRUTURA DE TRANSIÇÃO REDE NUA PARA REDE ISOLADA RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI - 1 ( PASSANTE) RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI-1S PASSANTE COM SECCIONAMENTO RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 3 (FIM DE LINHA) RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1-3 (PASSANTE COM DERIVAÇÃO) RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI-4 (ANCORAGEM SIMPLES) RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI-1T (PASSANTE COM TRANSFORMADOR) RELAÇÃO DE MATERIAIS CRUZAMENTO INTERLIGADO RELAÇÃO DE MATERIAL CRUZAMENTO INDEPENDENTE RELAÇÃO DE MATERIAL LIGAÇÕES DE RAMAIS NA REDE SEM CAIXAS CPREDE LIGAÇÃO DE ATÉ 5 (CINCO) RAMAIS LIGAÇÃO DE MAIS DE 5 (CINCO) RAMAIS LIGAÇÃO DE RAMAIS NA REDE COM CAIXAS CPREDE CONEXÕES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NO PINGADOURO ISOLAÇÃO DAS PONTAS DOS CABOS FASES SEPARAÇÃO DOS CABOS CONSTRUÇÃO LANÇAMENTO DE CONDUTORES FIXAÇÃO DOS CONDUTORES CONEXÕES FLECHAS E TRAÇÕES TRAÇÕES DE MONTAGEM (DAN) 48 EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: /50

3 TRAÇÕES DE PROJETO COEFICIENTE DE QUEDA DE TENSÃO SECUNDARIA CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE ELÉTRICA RESISTÊNCIA ELÉTRICA E REATÂNCIA INDUTIVA VIGENCIA APROVAÇÃO 50 EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 3/50

4 APRESENTAÇÃO Nesta norma técnica a REDE/CELTINS estabelece, para toda sua área de concessão, a padronização de estruturas básicas para montagem de redes aéreas secundárias de distribuição trifásicas, utilizando condutores isolados multiplexados de alumínio. EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 4/50

5 1. OBJETIVO Esta padronização tem por objetivo definir as instalações básicas para montagem de Redes Secundárias de Distribuição Aéreas Urbanas com condutores isolados multiplexados, na área de concessão da REDE/CELTINS, para sistemas trifásicos nas tensões secundárias de 0/380 V.. AMPLITUDE Esta norma aplica-se à construção de novas redes secundárias de distribuição e à extensão, reforma e adequação das redes existentes, em toda a área de concessão da REDE/CELTINS. Dessa forma, após a aprovação e divulgação desta norma, a distribuição de energia em tensão secundária na área de concessão da REDE/CELTINS, passará a ser feita através de redes de distribuição aéreas isoladas com cabos multiplexados. 3. RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO A execução, e/ou a verificação da execução, das redes secundárias segundo esta padronização está sob responsabilidade das Regionais. 4. CONCEITUAÇÃO 4.1. Rede de distribuição Conjunto de linhas elétricas, com equipamentos e materiais diretamente associados, destinados a distribuição de energia elétrica. 4.. Rede de distribuição urbana RDU Rede de distribuição situada dentro do perímetro urbano Rede de distribuição rural RDR Rede de distribuição situada fora do perímetro urbano Conector perfurante Conector isolado que perfura o isolamento dos condutores aos quais é aplicado e faz a conexão simultânea dos mesmos (condutor principal e derivação), através de um sistema limitador de torque do seu parafuso de aperto, o que assegura uma correta conexão Alimentador Rede ou linha de distribuição elétrica que alimenta, diretamente ou por intermédio de seus ramais, transformadores de distribuição do concessionário e/ou consumidores Tronco Segmento da linha elétrica responsável pelo transporte da maior quantidade da carga com a extensão determinada pelas necessidades operacionais do alimentador Ramal Segmento da linha elétrica que deriva do tronco, responsável pela distribuição de energia aos consumidores. EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 5/50

6 4.8. Circuito de baixa tensão Conjunto de linhas elétricas alimentado por um posto de transformação e responsável pela distribuição de energia elétrica aos consumidores Carga instalada Somatória das potências nominais das cargas ligadas ao sistema considerado Demanda Requisito de potência de carga durante um determinado período de tempo Demanda máxima É a maior de todas as demandas ocorridas durante um determinado período de tempo Demanda média É a relação entre a quantidade de energia elétrica consumida, durante um período de tempo qualquer e o número de horas do mesmo período Demanda diversificada Demanda resultante da carga, tomando em conjunto, de um grupo de consumidores ligados em um mesmo circuito Fator de carga Relação entre a demanda média de potência e a demanda máxima, ocorrida em um determinado período de tempo Fator de demanda Relação entre a demanda máxima de uma instalação, verificada em um período especificado e a correspondente carga instalada Fator de diversidade Relação entre a soma das demandas máximas individuais e a demanda simultânea máxima do conjunto Fator de utilização Relação entre a máxima demanda verificada e a capacidade nominal de um sistema Fator de potência Relação entre a potência ativa e a potência aparente Flutuação de tensão É uma série de variações na tensão, podendo ser regular ou não Flicker É a impressão visual de uma variação na luminosidade, regular ou não, podendo, dependendo do grau, causar irritação à visão humana. EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 6/50

7 4.1. Correção dos níveis de tensão na rede primária Os métodos pertinentes exclusivamente à distribuição, para correção da tensão na rede primária, são: Troca de bitola do alimentador Quando o alimentador estiver sobrecarregado, a queda de tensão muitas vezes se torna excessiva, contribuindo para que a tensão atinja valores inadmissíveis. para que essa irregularidade seja eliminada, procede-se o reforço de condutores, isto é, troca-se a bitola dos condutores nos trechos do alimentador onde esta ocorre. A correção de tensão com a troca de bitola do condutor, será mais sensível, quanto maior for o trecho do alimentador a sofrer alteração. Instalação de reguladores de tensão Os reguladores de tensão permitem obter uma faixa adequada de regulação, bem como a compensação da queda de tensão no alimentador. Para isso devem ser ajustados, o nível de tensão e a compensação de queda, na linha desses equipamentos. Melhoria do fator de potência Consiste na elevação do fator de potência, mediante a instalação de bancos de capacitores, no alimentador. 4.. Correção dos níveis de tensão na rede secundária Os métodos pertinentes, exclusivamente à distribuição, para correção da tensão secundária são: em conexões, aterramento, substituição de condutores danificados, inspeção, pequenas manutenções e continuidade do neutro; balanceamento de cargas; fechamento do circuito em anel; remanejamento de cargas entre circuitos; deslocamento do transformador; aumento da bitola dos condutores; divisão de circuitos secundários Cabo multiplexado É a denominação adotada para identificar um cabo composto por condutores fase isolados envoltos em um condutor neutro nú que serve como sustentação dos condutores fase. Esta norma padroniza os condutores fase de alumínio isolado em XLPE para 0,6/1 KV, e o neutro nú em liga de alumínio (CAL) Consumidor Entende-se por consumidor a pessoa física ou jurídica, ou comunhão de fato ou de direito, legalmente representada, que solicitar à REDE/CELTINS o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentos da ANEEL, assim vinculando-se aos contratos de fornecimento, de uso e de conexão ou de adesão, conforme cada caso. EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 7/50

8 4.5. Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega, com medição individualizada e correspondente a um único consumidor Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da REDE/CELTINS com as instalações elétricas da unidade consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento. É o ponto até o qual a REDE/CELTINS se obriga a fornecer energia elétrica, participando dos investimentos necessários, dentro dos critérios e limites legais de participação financeira do setor elétrico, e responsabilizando-se pela execução dos serviços, pela operação e pela manutenção, devendo situar-se no limite de propriedade com a via pública 4.7. Entrada de serviço Conjunto de condutores, equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede de distribuição da REDE/CELTINS e a medição e proteção, inclusive Ramal de ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da REDE/CELTINS e o ponto de entrega de uma ou mais unidades consumidoras Ramal de entrada Conjunto de condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e a medição Aterramento Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra Sistema de aterramento Conjunto de todos os condutores e peças condutoras com o qual é constituído um Aterramento, num dado local Tensão secundária de distribuição Tensão disponibilizada no sistema elétrico da REDE/CELTINS com valores padronizados inferiores a,3 KV Tensão primária de distribuição Tensão disponibilizada no sistema elétrico da REDE/CELTINS com valores padronizados iguais ou superiores a,3 KV 5. INSTRUÇÕES GERAIS 5.1. Esta padronização define as instalações básicas de Redes Secundárias de Distribuição Aéreas Urbanas com condutores isolados multiplexados, para sistemas trifásicos nas tensões secundárias 0/380 V. Os cabos multiplexados isolados das redes secundárias, para ligação de consumidores e de iluminação pública, devem ser os seguintes: EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 8/50

9 3 x 1 x 35 mm² + 35 mm² - fases CA, isolação XLPE e neutro nú CAL; (diâm. neutro 7,50mm) 3 x 1 x 70 mm² + 70 mm² - fases CA, isolação XLPE e neutro nú CAL; (diâm. neutro 10,35mm) 3 x 1 x 10 mm² + 70 mm² - fases CA, isolação XLPE e neutro nú CAL; (diâm. neutro 10,35mm) CA Cabo de alumínio CAL Cabo de alumínio liga (liga 601) 5.. Os cabos multiplexado isolados de redes secundárias exclusiva para iluminação pública deve ser: 3 x 1 x 35 mm² + 35 mm² - fases CA, isolação XLPE e neutro nú CAL; (diam. neutro 7,50mm) 5.3. A identificação das fases dos condutores multiplexados da rede secundária deverá ser feita pela cor da isolação do condutor, conforme a seguir: Fase A vermelha ou (fase 1) Fase B - cinza ou (fase ) Fase C - preta ou (fase 3) 5.4. Para o dimensionamento dos ramais de ligação de consumidores, as seções dos condutores estão definidas na Norma Técnica NTD 01 Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão Os desenhos indicam apenas os postes de concreto duplo T, embora as listas de materiais contemplem também a instalação da rede em postes de concreto de seção circular Engastamento, estaiamento e locação dos postes, deve obedecer os mesmos critérios e procedimentos estabelecidos na Norma Técnica NTD 09 Montagem de Redes de Distribuição Aérea Urbana Trifásica, uma vez que isto independe do tipo de condutores utilizados Para instalação do cabo multiplexado observar se o neutro não está enrolado junto com as fases, caso contrário, o cabo deve ser rejeitado, pois o neutro deve ser reto e os condutores fase enrolados nele. EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 9/50

10 6. PROCEDIMENTOS 6.1. AFASTAMENTOS PADRONIZADOS INSTALAÇÃO BÁSICA Sem caixa CPREDE e sem transformador Min 50 CAIXA DA OCUPANTE 570 (Máx) Cotas: cm EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 10/50

11 6.1.. INSTALAÇÃO BÁSICA Com caixa CPREDE e sem transformador Min FAIXA DE OCUPAÇÃO CAIXA DA OCUPANTE CAIXA CPREDE 570 (Máx) 300 Cotas: cm INSTALAÇÃO BÁSICA Com caixa CPREDE e com transformador EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 11/50

12 Min FAIXA DE OCUPAÇÃO CAIXA DA OCUPANTE CAIXA CPREDE (Máx) 5 Cotas: cm INSTALAÇÃO BÁSICA Sem caixa CPREDE e com transformador EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 1/50

13 Min FAIXA DE OCUPAÇÃO CAIXA DA OCUPANTE 570 (Má x) Cotas: cm AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE OS CONDUTORES E AS EDIFICAÇÕES EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 13/50

14 A B B A A B FIGURA 1 Afastamento vertical entre os condutores e a cimalha dos edifícios FIGURA Afastamento vertical entre o piso de sacadas e os condutores FIGURA 3 A A A B B B FIGURA 4 Afastamento horizontal entre os condutores e a parede FIGURA 5 FIGURA 6 Afastamento horizontal entre os condutores e a sacada de prédios NOTAS 1 - Se o afastamento vertical exceder as dimensões da FIGURA 1, não se exige o afastamento horizontal da FIGURA 4 - Se os afastamentos verticais das FIGURAS 1 e, não puderem ser mantidos, exigen-s afastamentos horizontais das FIGURAS 5 e 6 3- Se os afastamentos verticais excederem as dimensões das FIGURAS e 3, não se exig os afastamentos horizontais das FIGURAS 5 e 6, devendo porém ser obedecido o espaçamento da FIGURA 4 FIG N.º SÓ PRIMÁRIO A (m) AFASTAMENTOS MÍNIMOS SÓ PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO SECUNDÁRIO PRIMÁRIO SECUNDÁRIO B (m) A (m) B (m) 1,00,00 -,00 0,50 0,0 0,50-3,50,00 -,00 4 0,50 0,0 0,50-5 1,00 0,60 1,00-6 1,00 0,30 1, AFASTAMENTOS PADRONIZADOS ENTRE OS CABOS ISOLADOS E O SOLO EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 14/50

15 Distância Natureza do logradouro mínima (m) Rodovias 7,00 Ruas e avenidas 5,50 Entradas de prédios e demais locais 4,50 com trânsito de veículos Ruas e vias exclusivas para pedestres 3,50 EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 15/50

16 6.. ESTRUTURA DE TRANSIÇÃO REDE NUA PARA REDE ISOLADA 9 NOTA NOTA DETALHE B Conector Perfurante Fase C Rabicho de Ligação Rede Secundária Isolada Ver DETALHE B NOTA Capuz protetor NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm NOTA Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser Isolada/vedada com fita auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC, ou então usar o capuz protetor que vem com o conector perfurante. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 5 mm, retirado de sobras de condutores NOTA 3 Isolar os conectores cunha dos condutores fase com 5 camadas de fita autofusão, resistente ao sol e uma camada de fita isolante preta EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 16/50

17 6..1. RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA DE TRANSIÇÃO MONTAGEM DA ESTRUTURA QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Cabo 35 mm² Cabo 70 mm² Cabo 10 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C 1 Conector cunha tamanho adequado Armação secundária 1 estribo zincada Armação secundária estribos zincada Isolador roldana porcelana 76x80 mm 4 Alça pré-formada de dist. p/ cabo 35 mm² Alça pré-formada de dist. p/ cabo 70 mm² Conector perfurante mm² X4-35 mm² (rabicho) Fio de cobre isolado 6 mm² V V V V V V Fita isolante plástica n mm x 0 m V V V V V V Fita isolante de auto fusão19mm x10m V V V V 1.V.V V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Poste 9 m Poste 10 m Poste 11 m DT C DT C DT C Parafuso cabeça quadrada 16 x 00 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 300 mm zincado EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 17/50

18 6.3. ESTRUTURA SI - 1 ( Passante) ESTRUTURA SI -1 Passante Simples DETALHE B 1 VER NOTAS Conector Perfurante 3 Rabicho de Ligação 4 NOTA Capuz protetor Rede Secundária Isolada NOTA 4 Fase A Fase C Fase B Ver DETALHE B NOTA Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser Isolada/vedada com fita auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC, ou então usar o capuz protetor que vem com o conector perfurante. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 5 mm, retirado de sobras de condutores NOTA 4 Quando a rede for em ângulo como indicado no desenho, o condutor neutro deve ser instalado pelo lado de dentro da roldana Quando o ângulo for no sentido contrário ao indicado no desenho, o neutro deve ser instalado pelo lado de fora da roldana, de modo que esta receba o esforço da rede Para ângulos acima de 40 graus, en lugar do do fio de amarração, devem ser usadas duas alças preformadas de distribuição na mesma roldana EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 18/50

19 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1 (Passante) MONTAGEM DA ESTRUTURA QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Cabo 35 mm² Cabo 70 mm² Cabo 10 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C Armação secundária estribos zincada Isolador roldana porcelana 76x80 mm Conector perfurante mm² X 4-35 mm² (rabicho) FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Poste 9 m Poste 10 m Poste 11 m DT C DT C DT C Parafuso cabeça quadrada 16 x 00 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 300 mm zincado 160 mm - zincada 180 mm - zincada 30 mm - zincada 00 mm zincada 40 mm - zincada 70 mm - zincada EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 19/50

20 6.4. ESTRUTURA SI-3S PASSANTE COM SECCIONAMENTO ESTRUTURA SI -3S Passante com Seccionamento Rede Secundária Isolada Rede Secundária Isolada Ver DETALHE B C B A A B C 1 DETALHE B Conector Perfurante 3 Rabicho de Ligação NOTA Capuz protetor NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm NOTA Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser Isolada/vedada com fita auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC, ou então usar o capuz protetor que vem com o conector perfurante. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 5 mm, retirado de sobras de condutores EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 0/50

21 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 3S (Passante com seccionamento) MONTAGEM DA ESTRUTURA QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Cabo 35 mm² Cabo 70 mm² Cabo 10 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C Armação secundária estribos zincada Isolador roldana porcelana 76x80 mm Conector perfurante mm² X 4-35 mm² (rabicho) Item CÓDIGO DESCRIÇÃO FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE Parafuso cabeça quadrada 16 x 00 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 300 mm zincado 160 mm zincada 180 mm zincada 30 mm zincada 00 mm zincada 40 mm zincada 70 mm zincada QUANTIDADE Poste 9 m Poste 10 m Poste 11 m DT C DT C DT C EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 1/50

22 6.5. ESTRUTURA SI 3 (Fim de linha) ESTRUTURA SI -3 Ancoragem Simples Rede Secundária Isolada Rede Secundária Isolada DETALHE B Conector Perfurante 8 Rabicho de Ligação NOTA Capuz protetor Ver DETALHE B C B A NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm NOTA Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser Isolada/vedada com fita auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC, ou então usar o capuz protetor que vem com o conector perfurante. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 5 mm, retirado de sobras de condutores EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: /50

23 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI - 3 (Fim de linha) MONTAGEM DA ESTRUTURA Item CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANTIDADE Cabo 35 mm² Cabo 70 mm² Cabo 10 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C Armação secundária 1 estribo zincada Armação secundária estribos zincada Isolador roldana porcelana 76x80 mm 4 Alça pré-formada de dist. p/ cabo 35 mm² Alça pré-formada de dist. p/ cabo 70 mm² Conector perfurante mm² X 4-35 mm² (rabicho) Fio de cobre isolado 6 mm² V V V V V V Cabo de aço zincado 6,4 mm 7 fios 9 m 9 m 9 m 9 m 9 m 9 m 8 Conector cunha AMP ou similar Conector cunha AMP ou similar 1 1 V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Poste Poste Poste Item CÓDIGO DESCRIÇÃO 9 m 10 m 11 m C C C DT DT DT Parafuso cabeça quadrada 16 x 00 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 300 mm zincado 160 mm zincada 180 mm zincada 30 mm zincada 00 mm zincada 40 mm zincada 70 mm zincada EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 3/50

24 6.6. ESTRUTURA SI 1-3 (Passante com derivação) ESTRUTURA SI NOTA 1 DETALHE B 1 Conector Perfurante Rabicho de Ligação NOTA Capuz protetor DETALHE A 5 8 Rede Secundária Isolada A Ver DETALHE A B C Ver DETALHE B Capuz protetor NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm NOTA - Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação instrumentos de de medição. Essa ponta deve ser Isolada/vedada com fita auto-fusão e na sequência acabamento darcom fita isolante de PVC, ou então usar o capuz protetor que vem com o conector perfurante. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 5 mm, retirado de sobras de condutores NOTA 3 No conector perfurante deverá haver uma sobra de 15 cm do ramal de ligação. O final dessa ponta deverá 1cm desprovido ter de islomento para realizar medições, e ser protegida pelo capuz protetor que vem com o conector perfurante EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 4/50

25 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1-3 (Passante com derivação) MONTAGEM DA ESTRUTURA Item CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANTIDADE Cabo 35 mm² Cabo 70 mm² Cabo 10 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C 1 Conector cunha tamanho adequado Armação secundária estribos zincada Isolador roldana porcelana 76x80 mm Conector perfurante mm² X 4-35 mm² Cabo 35 mm² Cabo 70 mm² Alça pré-formada de dist. p/ cabo 35 mm² Alça pré-formada de dist. p/ cabo 70 mm² Fio de cobre isolado 6 mm² V V V V V V Armação secundária 1 estribo zincada Conector perfurante mm² X 4-35 mm² (rabicho) V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Parafuso cabeça quadrada 16 x 00 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 300 mm zincado 160 mm zincada 180 mm zincada 30 mm zincada 00 mm zincada 40 mm zincada 70 mm zincada DT 15 0 QUANTIDADE Poste 9 m Poste 10 m Poste 11 m C C C DT DT EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 5/50

26 6.7. ESTRUTURA SI-4 (Ancoragem simples) ESTRUTURA SI -4 Ancoragem Simples DETALHE B Conector Perfurante 3 Rabicho de Ligação NOTA Capuz protetor 4 Rede Secundária Isolada 7 7 NOTA 1 1 NOTA 1 Rede Secundária Isolada 5 8 Ver DETALHE B Rede Secundária Isolada NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm NOTA Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser Isolada/vedada com fita auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC, ou então usar o capuz protetor que vem com o conector perfurante. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 5 mm, retirado de sobras de condutores EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 6/50

27 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 4(Ancoragem simples) MONTAGEM DA ESTRUTURA Item CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANTIDADE Cabo 35 mm² Cabo 70 mm² Cabo 10 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C 1 Conector cunha tamanho adequado Armação secundária 1 estribo zincada Isolador roldana porcelana 76x80 mm Cabo 35 mm² Conector perfurante mm² X 4-35 mm² Cabo 70 mm² Alça pré-formada de dist. p/ cabo 35 mm² 6 Alça pré-formada de dist. p/ cabo 70 mm² Fio de cobre isolado 6 mm² V V V V V V Conector perfurante mm² X 4-35 mm² (rabicho) V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Poste Poste Item CÓDIGO DESCRIÇÃO 9 m 10 m Parafuso cabeça quadrada 16 x 00 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 300 mm zincado 160 mm zincada 180 mm zincada 30 mm zincada 00 mm zincada 40 mm zincada 70 mm zincada DT 15 0 Poste 11 m C C C DT DT EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 7/50

28 6.8. ESTRUTURA SI-1T (Passante com Transformador) ESTRUTURA SI -1T Rede Secundária Isolada 7 Ver Notas Rede Secundária Isolada 5 6 NOTAS Deixar um colo nos cabos de saída do secundário do transformador para instalação de aparelhos de medição. Os cabos de saída do secundário do transformador para conexão com a rede secundária isolada, devem ser de cobre isolado para 0,6/1kV com as seguintes bitolas: Transformador (kva) Tensão (V) Bitola (mm) ,5 380 / /0 50 EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 8/50

29 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1T (Passagem com transformador) MONTAGEM DA ESTRUTURA Item CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANTIDADE Cabo Cabo Cabo 35 mm² 70 mm² 10 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C 1 Conector cunha (ver tabela dimensionamento abaixo) Armação secundária estribos zincada Isolador roldana porcelana 76x80 mm Conector perfurante 5-95 mm² X 5-95 mm² Cabo-saída do trafo 50 mm² Cabo-saída do trafo 70 mm² Cabo-saída do trafo 95 mm² Conector perfurante mm² X 4-35 mm² (rabicho) Cabo de cobre isolado seção adequada 10m 10m 10m 10m 10m 10m Transformador distribuição trifásico- tensão e potência adequados V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Poste 9 m Poste 10 m Poste 11 m DT C C C DT DT Parafuso cabeça quadrada 16 x 300 mm zincado mm zincada - 40 mm zincada 70 mm zincada Suporte transformador poste circular 5 mm Suporte transformador poste circular 85 mm 6 Suporte transformador poste concreto DT DIMENSIONAMENTO DO CONECTOR CUNHA Condutor neutro da Rede Isolada Condutor neutro Código Descrição 35 mm 35 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 35 mm 70 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 35 mm 95 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 70 mm 95 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 70 mm 70 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 35 mm CA Conector cunha n.º AMP ou similar 35 mm 1/0 CA Conector cunha n.º AMP ou similar 70 mm CA Conector cunha n.º AMP ou similar 70 mm 1/0 CA Conector cunha n.º AMP ou similar 70 mm 6.4mm(cabo aço) Conector cunha n.º AMP ou similar 35 mm 6.4mm(cabo aço) Conector cunha n.º AMP ou similar EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 9/50

30 6.9. CRUZAMENTO INTERLIGADO CRUZAMENTO INTERLIGADO VER NOTA 3 VER NOTA 1 Conector Cunha Conector Perfurante VER NOTA NOTAS 1- O neutro (mensageiro) deve ser unido no cruzamento com fio recozido de alumínio para amarração, com no mínimo 3 voltas bem apertadas - As pontas do jumpers de ligação devem ser protegidas com o capuz protetor que acompanha os conectores perfurantes. Na impossibilidade de se utilizar o capuz, vedar com fita de auto-fusão 3- O jumper deve ser de bitola igual ao do maior condutor, e executado com uma fase do cabo multiplex 4- As conexões só devem ser executadas depois que os cabos estiverem d evidamente tensionados e fixados 5- Observar com muita atenção a ordem de ligação dos cabos, para não haver a troca de fases. EMISSÃO: 08/0 REVISÃO: 0 PAGINA: 30/50

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