FiscalEspecial. Boletim. Índice. Proposta de Lei de Orçamento do Estado para Principais Medidas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FiscalEspecial. Boletim. Índice. Proposta de Lei de Orçamento do Estado para 2009 - Principais Medidas"

Transcrição

1 Proposta de Lei de Orçamento do Estado para Principais Medidas Na sequência da apresentação, no passado dia 14 de Outubro, da Proposta de Lei de Orçamento do Estado para 2009 (OE/2009), pretende-se, através do presente Boletim Fiscal, apresentar um breve sumário das principais alterações propostas em matéria fiscal. 1. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) Em sede de IRS, os escalões de rendimento são actualizados em 2,5%, dentro dos limites da inflação previstos para o ano de 2009, permitindo, assim, um efectivo ganho salarial tendo em conta os aumentos dos vencimentos da função pública em 2,9%. Destacamos, ainda, as seguintes alterações: Mais-valias imobiliárias Não residentes Em sede da tributação em Portugal de rendimentos auferidos por não residentes em território nacional, salientamos duas medidas: Índice ii) à que excede o imposto que seria devido por um sujeito passivo residente em território português nas mesmas condições. Trata-se da resposta legislativa ao processo instaurado contra Portugal pela Comissão Europeia sobre esta matéria. É alargado o prazo de reinvestimento do produto da venda de casa para habitação própria, de 24 para 36 meses, para efeitos de exclusão de tributação em sede de IRS da mais- valia obtida. De igual modo, é alargado de 12 para 24 meses o prazo de reinvestimento quando a aquisição da nova habitação é anterior à venda. Autorização legislativa para a criação de regime de enquadramento opcional para residentes em outro Estado-membro da União Europeia ou no Espaço Económico Europeu que venham trabalhar para Portugal. Assim, permite-se a sua equiparação a sujeitos passivos residentes não casados, desde que apenas aufiram em território português rendimentos das categorias A, B e H, rendimentos esses que devem representar, pelo menos, 90% dos rendimentos totais num determinado ano, incluindo os obtidos no estrangeiro. Transparência fiscal 1. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) 2. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas 3. Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) 4. Impostos sobre o Património e Imposto do Selo 5. Impostos Especiais sobre o Consumo 6. Garantias dos Contribuintes e Justiça Tributária i) Possibilidade de uma pessoa residente noutro Estado- membro da União Europeia ou do Espaço Económico Europeu solicitar a devolução do imposto objecto de retenção na fonte em Portugal sobre rendimentos de certas prestações de serviços na parte correspondente Os sócios de sociedades sujeitas ao regime de transparência fiscal passam a ser tributados pelos adiantamentos por conta de lucros que tenham sido pagos ou colocados à sua disposição, sempre que o seu valor seja superior à imputação do resultado da sociedade. Nos anos posteriores, procede-se ao ajustamento do lucro imputável ao sócio, para evitar a dupla tributação sobre o montante antecipadamente tributado na sua esfera. seguinte Pág.1

2 Rendimentos obtidos por deficientes São englobados no ano de 2009 por 90% do seu quantitativo, contanto que referentes a rendimentos das categorias A, B e H. Arrendamento habitacional A Proposta de OE/2009 prevê a criação de um regime especial para Fundos de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional e Sociedades de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional, nos termos do qual se prevê a possibilidade de celebração de contratos de arrendamento por parte de proprietários que detenham imóveis adquiridos mediante o recurso ao crédito à habitação. Simultaneamente, prevê-se a possibilidade de constituir o antigo proprietário num direito de opção de compra da casa até ao ano de As mais-valias decorrentes da alienação de um imóvel a um Fundo ou a uma Sociedade Imobiliária para Arrendamento Habitacional ficam isentas de IRS, sempre que exista conversão do direito de propriedade num direito de arrendamento. Nesta situação, as importâncias pagas em resultado de tal conversão são passíveis de dedução à colecta de IRS. Regime fiscal dos produtos do ramo segurador É concedida uma autorização legislativa no sentido de serem introduzidas alterações no Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF) e Código do IRS (CIRS) de modo a eliminar as distorções existentes entre soluções mutualistas na área de previdência, protecção e poupança individuais face aos produtos comercializados pelas empresas seguradoras e sociedades gestoras de fundos de pensões. 2. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Taxa de IRC 25%. Esta medida possibilita uma poupança máxima de IRC de EUR 1562,50 por sujeito passivo. Pagamentos por conta De acordo com a Proposta de OE/2009, os pagamentos por conta passam a ter como base de cálculo 70% da colecta do exercício anterior (anteriormente era 75%) para os contribuintes com um volume de negócios igual ou inferior a EUR ,90. Para os restantes contribuintes (volume de negócios do exercício anterior superior a ,90), o montante dos pagamentos sofre um aumento de 85% para 90%. Regime simplificado Propõe-se a revogação do regime simplificado para as pessoas colectivas a partir de 1 de Janeiro de Permitese, contudo, que os contribuintes que estejam enquadrados nesse regime permaneçam no mesmo até ao final do prazo de enquadramento obrigatório de três anos. Possibilita-se, ainda, a renúncia à aplicação do regime a concretizar na declaração modelo 22 do exercício de Por outro lado, prevê-se uma autorização legislativa para a criação de um novo regime simplificado, exclusivamente aplicável a sujeitos passivos de IRC de pequena dimensão. Equipamentos de facturação Os equipamentos informáticos de facturação passam a carecer de prévia certificação a efectuar pela Direcção-Geral das Contribuições e Impostos (DGCI). N o r m a s I n t e r n a c i o n a i s d e Contabilidade A Proposta de OE/2009 prevê a concessão de nova autorização legislativa para a adaptação do Código do IRC (CIRC) e legislação complementar às Normas Internacionais de Contabilidade (NIC). Criação de um novo escalão de IRC mediante a aplicação de uma taxa de 12,5% à matéria colectável com o limite de EUR Ao escalão subsequente, aplica-se a taxa normal de Pág.2

3 Fundos de Investimento Mobiliário para Arrendamento Habitacional São criados os Fundos e Sociedades Imobiliárias para Arrendamento Habitacional, cujo objectivo primordial consiste no arrendamento de imóveis destinados a habitação permanente. Estabelece-se uma isenção de IRC até 31 de Dezembro de 2014 para os rendimentos auferidos por estes fundos e sociedades. Por outro lado, os rendimentos auferidos pelos investidores nos referidos fundos e sociedades, estão igualmente isentos de tributação em sede de IRS e IRC, excepto se obtidos por entidades residentes em países ou territórios sujeitos a um regime fiscal privilegiado. Instituições financeiras não residentes Os juros decorrentes de empréstimos concedidos por instituições financeiras não residentes, bem como ganhos com swaps e operações cambiais a prazo realizadas com instituições residentes passam a ficar isentos de IRC. Transporte rodoviário de passageiros e mercadorias Reabilitação urbana Destaca-se a isenção de IRC de todos os rendimentos obtidos por Fundos de Investimento Imobiliário constituídos entre 1 de Janeiro de 2008 e 31 de Dezembro de 2012, quando 75% dos seus activos sejam bens imóveis sujeitos a acções de reabilitação urbana. Prevê-se, de igual modo, uma tributação autónoma de 5%, em sede de IRS, quanto às mais-valias obtidas com a alienação de imóveis sitos em zonas de reabilitação urbana. Investimento estrangeiro Prevê-se a concessão de autorização legislativa para alterar o artigo 41º do EBF que regula o regime fiscal contratual aplicável a projectos de investimento em Portugal. Contribuições para Fundos de Pensões As contribuições suplementares para planos de pensões efectuadas ao abrigo do novo Plano de Contas para as Empresas de Seguros deverão ser consideradas como custo, de acordo com um plano anual de amortização uniforme de Os ganhos referentes a swaps e operações cambiais cinco anos a partir do exercício de decorrentes de contratos celebrados com o Estado ficam, igualmente, isentos de tributação. São propostas as seguintes medidas de apoio ao transporte rodoviário de passageiros e de mercadorias: 3. Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) Renúncia à isenção nas operações de sublocação Admite-se a aplicação do regime de renúncia à isenção de IVA i) Isenção de IRC sobre a diferença positiva entre as mais na sublocação de imóveis destinados a fins industriais, valias e as menos-valias resultantes da transmissão embora se mantenha a impossibilidade de renúncia em onerosa de veículos afectos ao transporte público de relação a outros imóveis. passageiros e mercadorias, sempre que, no próprio exercício ou até ao fim do segundo exercício seguinte, seja efectuado o reinvestimento da totalidade do valor Aplicação da taxa reduzida de 5% de realização na aquisição de veículos novos; Passam a estar sujeitos à taxa reduzida de IVA os seguintes ii) Majoração em 120% dos custos suportados com a bens e serviços: aquisição, em território português, de combustíveis para abastecimento dos veículos em apreço. i) Empreitadas de reabilitação urbana realizadas no âmbito de operações de requalificação e reabilitação de reconhecido interesse público nacional; Pág.3

4 i) Empreitadas realizadas no âmbito de regimes especiais Fundos e Sociedades de Investimento Imobiliário de apoio financeiro ou fiscal à reabilitação de edifícios; e para Arrendamento Habitacional iii) Assentos próprios para transporte de crianças em veículos automóveis. No âmbito da criação dos Fundos e Sociedades de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional, propõe-se que as aquisições de imóveis por estas entidades Autorizações legislativas e, bem assim, pelos arrendatários de imóveis que integram a carteira das referidas entidades fiquem isentas de IMT. Está prevista a concessão de autorização legislativa ao Governo para transpor as Directivas Comunitárias n.º Prédios reabilitados 2008/8/CE e n. º 2009/9/CE do Conselho. Os prédios reabilitados passam, nos termos da Proposta, a A primeira introduz alterações relevantes ao nível das regras estar isentos de IMT na primeira transmissão após a de localização das prestações de serviços entre agentes reabilitação, desde que as acções de reabilitação tenham sido económicos de diferentes países, no sentido do estabelecimento da regra de liquidação do IVA pelo adquirente dos serviços que seja sujeito passivo de imposto, mantendo-se, contudo, inalteradas as regras aplicáveis às operações exclusivamente internas. iniciadas após 1 de Janeiro de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) Por outro lado, a Directiva n.º 2009/9/CE estabelece os procedimentos que deverão ser seguidos ao nível dos reembolsos de IVA a sujeitos passivos estabelecidos noutros Estados-membros. 4. Impostos sobre o Património e Imposto do Selo 4.1. Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) Taxas Os escalões de IMT são actualizados em 2,5%, sendo que o limite relativo à isenção na aquisição de prédio urbano ou fracção destinada a habitação própria e permanente passa de EUR para EUR Partilhas O excesso da quota-parte que ao adquirente pertencer, nos bens imóveis, em acto de partilha, deixa de estar sujeito a IMT, sempre que a partilha resultar de dissolução de casamento que não tenha sido celebrado sob o regime de separação de bens. Terrenos para construção Passam a ser considerados terrenos para construção, os terrenos situados dentro ou fora de um aglomerado urbano, para os quais tenha sido admitida comunicação prévia ou emitida informação prévia favorável de operação de loteamento ou de construção. Segunda avaliação As Câmaras Municipais passam a poder requerer uma segunda avaliação do imóvel, caso não concordem com o resultado da avaliação directa do imóvel, faculdade que, até agora, apenas podia ser exercida pelo sujeito passivo e pelo chefe de finanças. De igual modo, passa a ser possível a realização de uma segunda avaliação sempre que o valor do imóvel avaliado seja superior ou inferior em mais de 15% ao valor normal de mercado. Fundos e Sociedades de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional Os imóveis constantes da carteira dos Fundos e das Sociedades de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional ficam isentos de IMI. Pág.4

5 Prédios reabilitados Os prédios reabilitados passam a estar isentos de IMI, por um período de 5 anos a contar do ano de conclusão da reabilitação, desde que as acções de reabilitação tenham sido iniciadas após 1 de Janeiro de Imposto do Selo Aquisição de imóveis A liquidação do imposto nas aquisições de imóveis passa a ser da responsabilidade do adquirente. Transmissões gratuitas A isenção de Imposto do Selo nas transmissões gratuitas de bens passa a ser aplicável aos sujeitos passivos que vivam em união de facto. Autenticação de documentos Passam a estar sujeitos a Imposto do Selo, no valor unitário de EUR 25, os actos praticados por entidades e profissionais com competência para autenticar documentos particulares que titulem actos ou contratos sujeitos a registo predial. O valor proposto é equivalente ao Imposto do Selo cobrado nas escrituras. Entradas de capital Em obediência à Directiva 2008/7/CE, deixa de ser considerada entrada de capital, a entrega por uma ou mais sociedades de capitais do respectivo património ou de um ou mais ramos da sua actividade a uma ou mais sociedades de capitais já constituídas ou em vias de constituição, bem como a aquisição por uma sociedade de capitais, já constituída ou em vias de constituição, de partes sociais representativas da maioria dos direitos de voto de outra sociedade de capitais, desde que tais partes sociais sejam remuneradas, pelo menos em parte, mediante títulos representativos do capital da sociedade adquirente. 5. Impostos Especiais sobre o Consumo Estatuto de pequena cervejeira Região Autónoma da Madeira Prevê-se que o limite de produção, para efeitos de obtenção do estatuto de pequena cervejeira na Região Autónoma da Madeira, seja aumentado de hl para hl, contanto que hl sejam consumidos naquela região. Garantias As garantias a prestar pelo representante fiscal e pelo operador registado deixam de estar sujeitas a um limite mínimo, actualmente fixado em EUR Lojas francas Deixam de estar isentos do imposto os produtos adquiridos em postos de venda e transportados na bagagem pessoal de passageiros que viajem para um país terceiro, efectuando uma travessia marítima ou um voo não comunitário. 6. Garantias dos Contribuintes e Justiça Tributária 6.1. Lei Geral Tributária Informações vinculativas O regime das informações vinculativas é profundamente alterado com a Proposta de OE/2009, nos termos que se passam a expor: i) Possibilidade de apresentação por via electrónica; ii) Estabelecimento de um prazo geral de resposta de 90 dias; iii) Possibilidade de solicitação de informação vinculativa com carácter de urgência, mediante o pagamento de uma taxa, sendo o prazo de resposta, neste caso, de 60 dias; Pág.5

6 iv) Consagração do regime de deferimento tácito para as informações vinculativas pedidas com carácter de urgência. O novo regime de informações vinculativas urgentes é válido para os pedidos apresentados a partir de 1 de Setembro de Derrogação do sigilo bancário Estende-se a possibilidade de acesso a informação bancária dos contribuintes, sem necessidade de prévio consentimento dos mesmos, sempre que os rendimentos declarados em sede de IRS se afastem consideravelmente dos padrões de rendimentos evidenciados pelas manifestações de riqueza demonstradas em determinado período de tributação Código de Procedimento e Processo Tributário Garantias Para efeitos de cômputo do valor da garantia a prestar em sede de processo de execução fiscal, os juros de mora passam, nos termos da Proposta, a ser contados até à data do pedido, com o limite de cinco anos, e as custas passam a ser contadas na totalidade. Correcção de erros da Administração Tributária A Proposta de OE/2009 contempla a consagração de um procedimento de correcção de erros da Administração Tributária, caracterizado pela dispensa de formalidades essenciais, simplicidade de termos e celeridade na decisão (15 dias). O procedimento é da iniciativa do contribuinte, através de pedido, verbal ou escrito, deduzido no prazo dos 10 dias posteriores ao conhecimento do acto lesivo. Pág.6

7 Contactos MIRANDA CORREIA AMENDOEIRA & ASSOCIADOS - SOCIEDADE DE ADVOGADOS, RL Rua Soeiro P. Gomes, L 1, 2º Andar Lisboa Telefone: Fax: DEPARTAMENTO FISCAL Para mais informações acerca do conteúdo deste Boletim Fiscal Especial, por favor contacte: Rita Correia Miranda Correia Amendoeira & Associados, A reprodução total ou parcial desta obra é autorizada desde que seja mencionada a sociedade titular do respectivo direito de autor. Aviso: Os textos desta comunicação contêm informação de natureza geral e não têm por objectivo ser fonte de publicidade, oferta de serviços ou aconselhamento jurídico; assim, o leitor não deverá basearse apenas na informação aqui consignada, cuidando sempre de aconselhar-se com advogado. Este boletim é distribuído gratuitamente aos nossos clientes, colegas e amigos. Caso pretenda deixar de o receber, por favor responda a este . Samuel Fernandes de Almeida anterior Pág.7

B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS

B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS ASSOCIADOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS E APOIOS E INCENTIVOS FINANCEIROS À REABILITAÇÃO 38 39 B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS ASSOCIADOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS E APOIOS E

Leia mais

RENDIMENTOS E RETENÇÕES A TAXAS LIBERATÓRIAS

RENDIMENTOS E RETENÇÕES A TAXAS LIBERATÓRIAS R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO (Art. 119.º, N.º 12, do CIRS) RENDIMENTOS E RETENÇÕES A TAXAS LIBERATÓRIAS MODELO 39 1 NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL NÚMERO DE

Leia mais

Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2009. Principais alterações

Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2009. Principais alterações Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2009 Principais alterações A PricewaterhouseCoopers presta serviços profissionais de auditoria, fiscalidade e assessoria de gestão orientados por indústria,

Leia mais

Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde. João Afonso Fialho

Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde. João Afonso Fialho Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde João Afonso Fialho Sociedades Comerciais O potencial investidor externo pode constituir uma sociedade optando por qualquer tipo de sociedade previsto

Leia mais

FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS

FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS naguiar@ipb.pt Lisboa, 04-06-2015 Constituição da República Portuguesa Artigo 85º 1. O Estado estimula e apoia a criação e a actividade de cooperativas. 2. A lei definirá os

Leia mais

PRINCÍPIOS DA FISCALIDADE

PRINCÍPIOS DA FISCALIDADE PRINCÍPIOS DA FISCALIDADE 1. Objectivos Gerais O programa da presente disciplina tem por objectivo dar a conhecer aos alunos o conjunto de normas e princípios que regulam o nascimento, desenvolvimento

Leia mais

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS

IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS QUADRO DE BENEFÍCIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS NAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA DO CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA BENEFÍCIOS FISCAIS RELATIVOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS SOBRE O PATRIMÓNIOP

Leia mais

Concordata de 2004. Artigo 26

Concordata de 2004. Artigo 26 Concordata de 2004 Artigo 26 1. A Santa Sé, a Conferência Episcopal Portuguesa, as dioceses e demais jurisdições eclesiásticas, bem como outras pessoas jurídicas canónicas constituídas pelas competentes

Leia mais

REGIÕES AUTÓNOMAS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO REGIÕES AUTÓNOMAS REPARTIÇÃO DO VOLUME ANUAL DE NEGÓCIOS

REGIÕES AUTÓNOMAS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO REGIÕES AUTÓNOMAS REPARTIÇÃO DO VOLUME ANUAL DE NEGÓCIOS MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2015 03 R P MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS Volume global de negócios não isento REGIÕES AUTÓNOMAS 01 Nº DE IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL

Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO COM SEDE EM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO

Leia mais

Tem início a 1 de maio e termina a 31 de

Tem início a 1 de maio e termina a 31 de RENDIMENTOS IMÓVEIS Tem início a 1 de maio e termina a 31 de maio a entrega da declaração de rendimentos para efeitos de IRS Imposto sobre o rendimento das Pessoas Singulares que aufiram, entre outros,

Leia mais

Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010. A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais

Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010. A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010 A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais Delimitação do tema Custos e proveitos contabilísticos que não são fiscalmente relevantes,

Leia mais

abatimentos e deduções em IRS

abatimentos e deduções em IRS TERTÚLIA 18 de Novembro de 2004 abatimentos e deduções em IRS afinal, quanto é preciso investir? não casados casados benefício investimento benefício investimento Seguros de vida... do sujeito passivo

Leia mais

FORMULÁRIO CANDIDATURA PORTA 65 - JOVEM. Dados gerais. 15 Anexos Apresentados Nº. 1 do Art. 13º do DL 43/2010, de 30/Abril

FORMULÁRIO CANDIDATURA PORTA 65 - JOVEM. Dados gerais. 15 Anexos Apresentados Nº. 1 do Art. 13º do DL 43/2010, de 30/Abril FORMULÁRIO Dados gerais 1 Candidatura Nº. 2 Período 3 Tipo de agregado Isolado Jovem Casal Jovens em Coabitação 4 Matriz da habitação arrendada Distrito 5 Tipologia da habitação arrendada Concelho Freguesia

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE TÉCNICOS DE CONTABILIDADE MAPA DE OBRIGAÇÕES FISCAIS E PARAFISCAIS DE JANEIRO 2015 Dia 12: IVA: Envio da declaração mensal referente ao mês de novembro de 2014 e anexos. IRS/IRC/SEGURANÇA SOCIAL: Declaração de rendimentos pagos

Leia mais

PPR SÉNIOR - 2ª Série

PPR SÉNIOR - 2ª Série Plano Poupança Reforma TIPO DE CLIENTE Particulares, Profissionais Liberais e Empresas. SEGMENTO-ALVO Destina-se essencialmente a Clientes, com perfil conservador, com idade igual ou superior a 55 anos,

Leia mais

REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DO OURO PARA INVESTIMENTO MÓDULO 4

REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DO OURO PARA INVESTIMENTO MÓDULO 4 REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO MÓDULO 4 REGIME ESPECIAL DE TRIBUTAÇÃO DO OURO PARA INVESTIMENTO José Soares Roriz Março de 2011 4.1. Bens abrangidos pelo regime especial: O ouro que reúna as seguintes

Leia mais

Lei do Orçamento do Estado para Índice

Lei do Orçamento do Estado para Índice LEI DO ORÇAMENTO DO E S T A D O P A R A 2 0 0 9 - PRINCIPAIS MEDIDAS Na sequência da publicação, no passado dia 31 de Dezembro, da Lei n.º 64-A/2008, que aprova o Orçamento do Estado para 2009 (OE/2009),

Leia mais

Ministério das Finanças

Ministério das Finanças Ministério das Finanças Lei n.º /06 de de O Orçamento Geral do Estado é o principal instrumento da política económica e financeira que expresso em termos de valores, para um período de tempo definido,

Leia mais

Outras Alterações ao Código do Trabalho

Outras Alterações ao Código do Trabalho Outras Alterações ao Código do Trabalho CLÁUDIA DO CARMO SANTOS de de 2012 ÍNDICE CONTRATO DE TRABALHO DE MUITO CURTA DURAÇÃO COMISSÃO DE SERVIÇO TRABALHO SUPLEMENTAR OBRIGAÇÕES DE COMUNICAÇÃO À ACT RENOVAÇÃO

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS. Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto

BOLETIM INFORMATIVO REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS. Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto Departamentos: Contabilidade, Auditoria e Fiscalidade BOLETIM INFORMATIVO 01 de Setembro de 2014 REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto Pedro Moreira T.O.C

Leia mais

As novas regras de tributação de rendimentos de capitais, mais-valias e de tributação do património

As novas regras de tributação de rendimentos de capitais, mais-valias e de tributação do património As novas regras de tributação de rendimentos de capitais, mais-valias e de tributação do património Foi hoje publicada a Lei n.º 55-A/2012, de 29 de Outubro, a qual vem agravar a tributação dos rendimentos

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO

GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO GUIA PRÁTICO SUPLEMENTO ESPECIAL DE PENSÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Suplemento Especial de Pensão (7017-A v4.13) PROPRIEDADE

Leia mais

Constituem ainda elementos indicadores da qualificação, em termos substanciais, de uma locação como financeira,

Constituem ainda elementos indicadores da qualificação, em termos substanciais, de uma locação como financeira, ÍNDICE 1. NCRF 9 2. Regime Contabilístico 3. Regime Fiscal 4. IVA 5. Quadro Resumo 6. Exemplos 1. NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO ( NCRF ) 9 Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 158/2009,

Leia mais

IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ATIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA)

IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ATIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA) IES DECLARAÇÃO ANUAL (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ATIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA) 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIPC) 02 EXERCÍCIO/PERÍODO 1 IES - INFORMAÇÃO

Leia mais

PPR Taxa Garantida 2% + O PPR Taxa Garantida 2%+ é um plano de poupança que assegura:

PPR Taxa Garantida 2% + O PPR Taxa Garantida 2%+ é um plano de poupança que assegura: Característi cas PPR Taxa Garantida 2% + O PPR Taxa Garantida 2%+ é um plano de poupança que assegura: Capital e rendimento mínimo garantido a uma taxa mínima garantida de 2% em cada ano durante o prazo

Leia mais

RECEITAS DOS MUNICÍPIOS. Participação no IRS Derrama IMI IMT

RECEITAS DOS MUNICÍPIOS. Participação no IRS Derrama IMI IMT RECEITAS DOS MUNICÍPIOS Participação no IRS Derrama IMI IMT 1. Introdução De acordo com a Lei n.º 73/2013, de 3 de Setembro (Lei das Finanças Locais), em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2014, constituem

Leia mais

Linha de Crédito PME Investe V

Linha de Crédito PME Investe V Linha de Crédito PME Investe V I - Condições gerais da Linha de Crédito PME Investe V 1. Montante das Linhas Linhas Específicas Montante Micro e Pequenas Empresas 250 milhões Geral 500 milhões Total Linha

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA NAS FREGUESIAS DA REGIÃO CENTRO. A cooperação técnica e financeira entre a CCDRC e as Freguesias da Região Centro.

GESTÃO FINANCEIRA NAS FREGUESIAS DA REGIÃO CENTRO. A cooperação técnica e financeira entre a CCDRC e as Freguesias da Região Centro. GESTÃO FINANCEIRA A cooperação técnica e financeira entre a CCDRC e as Freguesias da Região Centro NAS FREGUESIAS DA REGIÃO CENTRO CCDRCentro 2011 Matriz da acção de formação O MODELO FINANCEIRO DAS FREGUESIAS

Leia mais

Código dos Contratos Públicos. Secretaria Regional da Agricultura e Florestas Governo dos Açores Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural

Código dos Contratos Públicos. Secretaria Regional da Agricultura e Florestas Governo dos Açores Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural Código dos Contratos Públicos Secretaria Regional da Código dos Contratos Públicos Legislação Aplicável: Directiva n.º 2004/17/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 31 de Março de 2004 Directiva n.º

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 235/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 235/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 235/XII Exposição de Motivos A partir do ano de 2005, e por força da adoção obrigatória das Normas Internacionais de Relato Financeiro e das Normas de Contabilidade Ajustadas, o montante

Leia mais

JORNAL OFICIAL. 3.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 8 de janeiro de 2016. Série. Número 3

JORNAL OFICIAL. 3.º Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 8 de janeiro de 2016. Série. Número 3 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Sexta-feira, 8 de janeiro de 2016 Série 3.º Suplemento Sumário SECRETARIA REGIONAL DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Despacho n.º 2/2016 Aprova as tabelas

Leia mais

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério das Finanças PARTE C. Segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 Número 9

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério das Finanças PARTE C. Segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 Número 9 II SÉRIE Segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 Número 9 ÍNDICE 2.º SUPLEMENTO PARTE C Ministério das Finanças Gabinete do Ministro: Despacho n.º 796-B/2013: Despacho que aprova as tabelas de retenção na

Leia mais

4 de Setembro 2012 Direito Fiscal

4 de Setembro 2012 Direito Fiscal Orçamento Rectificativo Lei n.º 20/2012, DE 14 DE MAIO No âmbito da iniciativa para o reforço da estabilidade financeira foi publicada, no passado dia 14 de Maio a Lei n.º 20/2012 (Lei 20/2012) que entrou

Leia mais

A revolução dos trabalhadores independentes

A revolução dos trabalhadores independentes Curso Intensivo sobre o Código Contributivo 2.ª edição A revolução dos trabalhadores independentes Gustavo Lopes Courinha 30 Novembro 2010 O Direito da Segurança Social - a vertente contributiva A importância

Leia mais

a) Âmbito objetivo b) Pressupostos de aplicabilidade do regime

a) Âmbito objetivo b) Pressupostos de aplicabilidade do regime Lei n.º 58/2012 de 9 de novembro, que cria um regime extraordinário de proteção de devedores de crédito à habitação em situação económica muito difícil A presente lei procede à criação de um regime extraordinário

Leia mais

TITLE. Proposta do Orçamento do Estado 2012. Principais Medidas Fiscais nos Impostos sobre o Rendimento e Garantias dos Contribuintes

TITLE. Proposta do Orçamento do Estado 2012. Principais Medidas Fiscais nos Impostos sobre o Rendimento e Garantias dos Contribuintes Proposta do Orçamento do Estado 2012 Principais Medidas Fiscais nos Impostos sobre o Rendimento e Garantias dos Contribuintes TITLE Speaker (Arial 24pt) Samuel Fernandes de Almeida ORÇAMENTO DE ESTADO

Leia mais

TAX alert 15 NOVEMBRO / 2013

TAX alert 15 NOVEMBRO / 2013 15 NOVEMBRO / 2013 REGIME EXCEPCIONAL DE REGULARIZAÇÃO DE DÍVIDAS FISCAIS E À SEGURANÇA SOCIAL (RERD) Foi recentemente aprovado o Decreto-Lei n.º 151-A/2013, de 31 de Outubro, mencionado na nossa última

Leia mais

SALDOPOSITIVO.CGD.PT PROGRAMA DE LITERACIA FINANCEIRA GUIA DO ALOJAMENTO LOCAL

SALDOPOSITIVO.CGD.PT PROGRAMA DE LITERACIA FINANCEIRA GUIA DO ALOJAMENTO LOCAL SALDOPOSITIVO.CGD.PT GUIA DO ALOJAMENTO LOCAL Conheça as obrigações de quem tem uma casa disponível para alugar a turistas 1. INTRODUÇÃO Embora sejam atividades semelhantes, o arrendamento tradicional

Leia mais

Impacto do VPT nos Impostos sobre o Rendimento

Impacto do VPT nos Impostos sobre o Rendimento www.pwc.com Impacto do VPT nos Impostos sobre o Rendimento 16 de janeiro de 2013 O que é o Valor Patrimonial Tributário (VPT)? VPT = Vc x A x Ca x Cl x Cq x Cv Vc Valor de base dos prédios edificados (valor

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente. Orientação

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente. Orientação Orientação Publicitação dos Projetos Financiados Pelo Programa de da Região Autónoma dos Açores A consulta desta norma não dispensa a leitura da legislação aplicável 2016 ÍNDICE 1. Enquadramento... 3 2.

Leia mais

O Orçamento de Estado para 2012 e os advogados

O Orçamento de Estado para 2012 e os advogados O Orçamento de Estado para 2012 e os advogados Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) As alterações que a Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro, introduz ao Código do IRS são muito significativas

Leia mais

Certificação Energética em Edifícios Existentes

Certificação Energética em Edifícios Existentes Certificação Energética em Edifícios Existentes DATAS A definir (assim que seja atingido o número mínimo de inscrições) HORÁRIO Sábado, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (inclui visita a um imóvel

Leia mais

CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL

CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL CXGOFARD_20160701 Caixa Gold Ordem dos Farmacêuticos CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição de crédito 1.1. Denominação

Leia mais

CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL

CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL CXGOLBD_20160701 Caixa Gold CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição de crédito 1.1. Denominação CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS,

Leia mais

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS FISCAIS DE INCENTIVO À REABILITAÇÃO URBANA 2014

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS FISCAIS DE INCENTIVO À REABILITAÇÃO URBANA 2014 PRINCIPAIS BENEFÍCIOS FISCAIS DE INCENTIVO À REABILITAÇÃO URBANA 2014 LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA E ENQUADRAMENTO A leitura da presente informação não dispensa a consulta da legislação em vigor Estatuto dos

Leia mais

Fiscalidade do Terceiro Sector IPSS 4 de Junho de 2015

Fiscalidade do Terceiro Sector IPSS 4 de Junho de 2015 www.pwc.pt IPSS 4 de Junho de 2015 Filipa Moreira Ribeiro Universidade Católica Portuguesa, Lisboa Agenda 1. IPSS Problemáticas Fiscais 2. Conclusão 2 IPSS Problemáticas Fiscais 3 Enquadramento fiscal

Leia mais

Calendário Fiscal 2016

Calendário Fiscal 2016 1224455645 45 46 456 4 45 345 8990 4322 344445 5666 2 2121 212 477 7 35 578997896 2345 345 45 6 65 3 24 6 76 7 1 168 1 5 95 64966 883 55 7 9 0 4564576 3 5345345 66345343 1223 576 7 8888 24 76868 123234

Leia mais

FUNCHAL ATIVIDADES DE TATUAGEM E SIMILARES CAE REV_3: 96091 ATIVIDADES DE TATUAGEM E SIMILARES

FUNCHAL ATIVIDADES DE TATUAGEM E SIMILARES CAE REV_3: 96091 ATIVIDADES DE TATUAGEM E SIMILARES O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL ATIVIDADES DE TATUAGEM E SIMILARES CAE REV_3: 96091

Leia mais

Prazo Máximo - 50 anos (6) Vide (1f) - Multifunções em Simultâneo com CH - Select. Taxa Swap a 5 anos + 4,805% (3) Taxa Swap a 5 anos + 4,818% (3)

Prazo Máximo - 50 anos (6) Vide (1f) - Multifunções em Simultâneo com CH - Select. Taxa Swap a 5 anos + 4,805% (3) Taxa Swap a 5 anos + 4,818% (3) 18.1. Crédito à habitação e contratos conexos Empréstimos a taxa variável - Super Crédito Habitação Taxa Variável Taxa Anual Efectiva (TAE) 4,836% (3) - Super Crédito Habitação Taxa Variável - Select 4,836%

Leia mais

CASA PRONTA. Perguntas & Respostas

CASA PRONTA. Perguntas & Respostas CASA PRONTA Perguntas & Respostas 1. O que é o balcão Casa Pronta? O Casa Pronta é um balcão único onde é possível realizar todas as operações relativas à compra e venda de casa (prédios urbanos). Neste

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO APOIO A IDOSOS

REGULAMENTO DO CONCURSO APOIO A IDOSOS REGULAMENTO DO CONCURSO APOIO A IDOSOS Artigo 1º Objecto O presente Regulamento estabelece as normas de acesso ao concurso Apoio a Idosos. Artigo 2º Beneficiários Podem candidatar-se a este concurso instituições

Leia mais

A taxa do IRC para as PME. Alguns aspetos a ter em conta para a sua utilização

A taxa do IRC para as PME. Alguns aspetos a ter em conta para a sua utilização A taxa do IRC para as PME Alguns aspetos a ter em conta para a sua utilização A reforma do IRC criou uma nova taxa de 17% (n.º 2 do artigo 87.º do Código do IRC) para pequenas e médias empresas, aplicável

Leia mais

MAPA I RECEITAS DOS SERVIÇOS INTEGRADOS, POR CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA. [Alínea a) do n.º 1 do artigo 1.º] DESIGNAÇÃO DAS RECEITAS

MAPA I RECEITAS DOS SERVIÇOS INTEGRADOS, POR CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA. [Alínea a) do n.º 1 do artigo 1.º] DESIGNAÇÃO DAS RECEITAS MAPA I RECEITAS DOS SERVIÇOS INTEGRADOS, CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA [Alínea a) do n.º 1 do artigo 1.º] CAPÍ- IMTÂNCIAS EM EUROS GRU ARTI CAPÍ RECEITAS CORRENTES 01 IMTOS DIRECTOS 01 Sobre o Rendimento 01

Leia mais

NOVOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS

NOVOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS NOVOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS O Aviso n.º 13/2013, de 31 de Julho, do Banco Nacional de Angola, publicado a 06.08.2013, estabelece os novos e mais flexíveis procedimentos

Leia mais

Decreto-Lei n.º 21/2007, de 29 de Janeiro

Decreto-Lei n.º 21/2007, de 29 de Janeiro Alterações ao Código do IVA e respectiva legislação complementar em matéria de tributação de operações imobiliárias, incluindo a revisão do regime da renúncia à isenção de IVA na transmissão e na locação

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS. Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro Orçamento do Estado para 2009. CAPÍTULO VI Impostos directos

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS. Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro Orçamento do Estado para 2009. CAPÍTULO VI Impostos directos Legislação Diploma Lei n.º 64-A/2008, de 31 de dezembro Estado: Vigente Resumo: Aprova o Orçamento do Estado para o ano de 2009. Publicação: Diário da República n.º 252/2008 31/12, Série I 1.º Suplemento;

Leia mais

17. CONTAS DE DEPÓSITO (PARTICULARES) (ÍNDICE)

17. CONTAS DE DEPÓSITO (PARTICULARES) (ÍNDICE) 17.1. Depósitos à ordem Contas de Depósitos à Ordem Produtos em comercialização - Conta Standard Superior a 0 euros - Maxi-Conta Até 2.500,00 De 2.500,00 a 5.000,00 De 5.000,00 a 25.000,00 De 25.000,00

Leia mais

DECRETO N.º 343/X. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 343/X. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 343/X Autoriza o Governo a aprovar o regime jurídico da reabilitação urbana e a proceder à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 157/2006, de 8 de Agosto, que aprova o regime jurídico das obras

Leia mais

BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1

BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1 BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1 A concretização do Processo de Bolonha em Portugal teve início com a publicação dos Decretos- Lei n. os 42/2005, de 22 de Fevereiro, e 74/2006, de 24 de Março. Para além

Leia mais

Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA

Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA IVA - OURO Ofício-Circulado 30014/00, de 13/01 - Direcção de Serviços do IVA IVA - OURO Tendo em vista a clarificação, junto da administração

Leia mais

Circular n.º 4 DGSS 16 dezembro 2014

Circular n.º 4 DGSS 16 dezembro 2014 Regulamento das comparticipações familiares devidas pela utilização dos serviços e equipamentos sociais, com acordo de cooperação Data de divulgação no site - 31 março 2015 Orientações gerais Comparticipações

Leia mais

Impostos sobre o Rendimento Regulamento de Reavalição dos Activos Tangíveis

Impostos sobre o Rendimento Regulamento de Reavalição dos Activos Tangíveis Impostos sobre o Rendimento Regulamento de Reavalição dos Activos Tangíveis Regulamento de Reavaliação dos Activos Tangíveis DECRETO N.º 71/2013 DE 23 DE DEZEMBRO Mostrando-se necessário proceder à reavaliação

Leia mais

Regime Especial do Ouro para Investimento

Regime Especial do Ouro para Investimento Decreto-Lei n.º 362/99 ARTIGO 1.º - Regime especial do ouro para investimento ARTIGO 2.º - Alteração ao Código do IVA ARTIGO 3.º - Revogação ARTIGO 4.º - Entrada em vigor Regime Especial Aplicável ao Ouro

Leia mais

DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE CAMPO MAIOR

DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE CAMPO MAIOR DELIMITAÇÃO DA ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA DE CAMPO MAIOR MEMÓRIA DESCRITIVA E JUSTIFICATIVA E QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS MD_ARU.doc_1.6 1. INTRODUÇÃO A reabilitação urbana assume-se hoje como uma componente

Leia mais

EDITAL. Arrendamento rural agrícola e/ou Arrendamento rural florestal de parcelas integrantes de Prédio Rústico pertencente ao Património Municipal

EDITAL. Arrendamento rural agrícola e/ou Arrendamento rural florestal de parcelas integrantes de Prédio Rústico pertencente ao Património Municipal EDITAL Arrendamento rural agrícola e/ou Arrendamento rural florestal de parcelas integrantes de Prédio Rústico pertencente ao Património Municipal Ricardo João Barata Pereira Alves, Eng.º, Presidente da

Leia mais

NL-Haia: Prestação de serviços de desenvolvimento de software, manutenção e apoio para a Eurojust 2012/S 196-321563. Anúncio de concurso.

NL-Haia: Prestação de serviços de desenvolvimento de software, manutenção e apoio para a Eurojust 2012/S 196-321563. Anúncio de concurso. 1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:321563-2012:text:pt:html NL-Haia: Prestação de serviços de desenvolvimento de software, manutenção e apoio para a Eurojust

Leia mais

Vale Inovação. Dezembro de 2011. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME)

Vale Inovação. Dezembro de 2011. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) 1 Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) Projecto Simplificado de Inovação Dezembro de 2011 2 Enquadramento: Apoiar de forma simplificada a aquisição de

Leia mais

REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO EXISTENTES MÓDULO 1. Os regimes em causa são os seguintes:

REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO EXISTENTES MÓDULO 1. Os regimes em causa são os seguintes: REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO MÓDULO 1 REGIMES ESPECIAIS DE TRIBUTAÇÃO EXISTENTES José Soares Roriz Março de 2011 A par de um regime apelidado de normal, em que o IVA é apurado pelo método do crédito

Leia mais

MAPA I RECEITAS DOS SERVIÇOS INTEGRADOS, POR CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA. [Alínea a) do n.º 1 do artigo 1.º] DESIGNAÇÃO DAS RECEITAS RECEITAS CORRENTES

MAPA I RECEITAS DOS SERVIÇOS INTEGRADOS, POR CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA. [Alínea a) do n.º 1 do artigo 1.º] DESIGNAÇÃO DAS RECEITAS RECEITAS CORRENTES MAPA I RECEITAS DOS SERVIÇOS INTEGRADOS, CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA [Alínea a) do n.º 1 do artigo 1.º] CAPÍ- IMTÂNCIAS EM EUROS GRU CAPÍ RECEITAS CORRENTES 01 IMTOS DIRECTOS 01 Sobre o Rendimento 01 Imposto

Leia mais

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS)

IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) ALTERAÇÕES AO IRS, IRC, IMPOSTO DO SELO E LGT A Lei 55-A/2012, de 29 de Outubro introduziu alterações relevantes no Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS), Imposto sobre o Rendimento das

Leia mais

IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS

IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO ANUAL 01 IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL 02 ANO 1 1 IVA ANEXO L 03 1.1 À taxa reduzida ( ) L01 1.2 À

Leia mais

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS E LEGISLAÇÃO CONEXA 233

CÓDIGO DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLETIVAS E LEGISLAÇÃO CONEXA 233 Índice 5 ÍNDICE CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA 11 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA (Artigos selecionados) 12 LEI GERAL TRIBUTÁRIA 25 DECRETO-LEI N.º 398/98, DE 17 DE DEZEMBRO (Aprova a lei geral

Leia mais

Mínimo de abertura: Não aplicável. Não aplicável (conta não remunerada)

Mínimo de abertura: Não aplicável. Não aplicável (conta não remunerada) Designação Conta Ordenado Condições de Acesso Clientes Particulares, que efetuem a domiciliação do seu ordenado, através de transferência bancária codificada como ordenado. Modalidade Depósito à Ordem

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 97/2016, 1º Suplemento, Série II de 2016-05-19, páginas 15806-(2) a 15806-(5)

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 97/2016, 1º Suplemento, Série II de 2016-05-19, páginas 15806-(2) a 15806-(5) Classificação: 060.01.01 Segurança: Pública Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma - Despacho n.º 6635-A/2016, de 19 de maio Estado: vigente Resumo: Despacho

Leia mais

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Dezembro, 2013. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 5. III Jurisprudência Europeia 8

NEWSLETTER I FISCAL. NEWSLETTER FISCAL I Dezembro, 2013. I Legislação Nacional 2. II Instruções Administrativas 5. III Jurisprudência Europeia 8 NEWSLETTER I FISCAL NEWSLETTER FISCAL I Dezembro, 2013 I Legislação Nacional 2 II Instruções Administrativas 5 III Jurisprudência Europeia 8 IV Jurisprudência Nacional 9 V Outras Informações 9 NEWSLETTER

Leia mais

REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 19.9.2014

REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO. de 19.9.2014 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 19.9.2014 C(2014) 6515 final REGULAMENTO DELEGADO (UE) N.º /.. DA COMISSÃO de 19.9.2014 que completa a Diretiva 2014/17/UE do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 109/2015, Série I, de 05/06, Páginas 3630-3632. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS. Portaria n.

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 109/2015, Série I, de 05/06, Páginas 3630-3632. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS. Portaria n. MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 172/2015 Estado: vigente Resumo: Define

Leia mais

Boletim periódico Solução Multifundos Zurich II

Boletim periódico Solução Multifundos Zurich II Zurich Companhia de Seguros de Vida, S.A. Boletim periódico Solução Multifundos Zurich II Solução Multifundos Zurich II Atualizado a 24-01-2012 A Solução Multifundos Zurich II é um produto financeiro complexo,

Leia mais

Registo de Representantes Autorizados e Pessoas Responsáveis

Registo de Representantes Autorizados e Pessoas Responsáveis Instrução da Euronext 2-01 Alterado em 4 de Agosto de 2014 Data de Entrada em vigor: 11 de Agosto de 2014 Assunto: Registo de Representantes Autorizados e Pessoas Responsáveis Departamento: Regulation

Leia mais

Guia Prático Redução de taxa contributiva Apoio à contratação a termo de trabalhadores mais velhos e públicos específicos

Guia Prático Redução de taxa contributiva Apoio à contratação a termo de trabalhadores mais velhos e públicos específicos GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO REDUÇÃO DE TAXA CONTRIBUTIVA APOIO À CONTRATAÇÃO A TERMO DE TRABALHADORES MAIS VELHOS E PÚBLICOS ESPECÍFICOS INSTITUTO DA

Leia mais

Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro:

Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro: Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro: A lei que aprova o Orçamento de Estado para 2011 (daqui em diante LOE 2011), publicada na passada sexta-feira, introduz importantes alterações aos códigos tributários

Leia mais

IMPOSTO SUCESSÓRIO PASSADO, PRESENTE E FUTURO ANTÓNIO NEVES

IMPOSTO SUCESSÓRIO PASSADO, PRESENTE E FUTURO ANTÓNIO NEVES IMPOSTO SUCESSÓRIO PASSADO, PRESENTE E FUTURO ANTÓNIO NEVES O ANTIGO IMPOSTO SOBRE AS SUCESSÕES E DOAÇÕES Incidência Principais exclusões e isenções Regra de conexão Taxas Transmissões a título gratuito

Leia mais

Portaria n.º 1119/2009, de 30 de Setembro - Série I n.º190

Portaria n.º 1119/2009, de 30 de Setembro - Série I n.º190 Actualiza o zonamento com a introdução de zonas homogéneas do zonamento e delimitação de alguns coeficientes de localização Com a publicação do Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro, procedeu-se

Leia mais

REGULAMENTO DE CUSTAS NOS PROCESSOS DE ARBITRAGEM TRIBUTÁRIA

REGULAMENTO DE CUSTAS NOS PROCESSOS DE ARBITRAGEM TRIBUTÁRIA REGULAMENTO DE CUSTAS NOS PROCESSOS DE ARBITRAGEM TRIBUTÁRIA Artigo 1.º Âmbito e objecto O presente Regulamento e as Tabelas anexas que o integram, estabelece as taxas de arbitragem aplicáveis nos processos

Leia mais

Perspectivas e Oportunidades de Investimento em Angola

Perspectivas e Oportunidades de Investimento em Angola Perspectivas e Oportunidades de Investimento em Angola PART Angola: Indicadores de Relevo 1 Angola: Indicadores de Relevo Informação Global * Angola 2010 População 18,5M Capital Luanda (aprox. 6 M habitantes)

Leia mais

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial COMPETIR + O Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável da economia regional,

Leia mais

XXXX xxxxxxx Assembleia da República n.º 124/2011

XXXX xxxxxxx Assembleia da República n.º 124/2011 No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro, aprova o regime de contabilidade de caixa em sede de Imposto sobre o Valor Acrescentado (regime de IVA de caixa),

Leia mais

Este ano será possível fazer a declaração no modo online através do e-cac Fatos Relevantes:

Este ano será possível fazer a declaração no modo online através do e-cac Fatos Relevantes: Este ano será possível fazer a declaração no modo online através do ecac Fatos Relevantes: 1) Caso seu interesse seja Publicar no DIÁRIO OFICIAL do MUNICÍPIO do RJ Rio de Janeiro, CLIQUE AQUI 2) Caso seu

Leia mais

15 MEDIDAS PRINCIPAIS DA REFORMA DO IRS MEDIDAS DE PROTEÇÃO DA FAMÍLIA

15 MEDIDAS PRINCIPAIS DA REFORMA DO IRS MEDIDAS DE PROTEÇÃO DA FAMÍLIA 15 MEDIDAS PRINCIPAIS DA REFORMA DO IRS MEDIDAS DE PROTEÇÃO DA FAMÍLIA 1. Alargamento do Quociente Familiar no IRS O sistema atualmente em vigor consagra o quociente conjugal. De acordo com esse regime,

Leia mais

Curriculum Vitae. Identificação. Nome profissional: Joana Lança. Experiencia Profissional

Curriculum Vitae. Identificação. Nome profissional: Joana Lança. Experiencia Profissional Curriculum Vitae Identificação Nome profissional: Joana Lança Experiencia Profissional Desde 2014 Associada Sénior da Área de Prática de Direito Fiscal de PLMJ A. M. PEREIRA,SÁRAGGA LEAL, OLIVEIRA MARTINS,

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Estónia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Estónia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Estónia Condições Legais de Acesso ao Mercado Novembro 2009 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

REQUERIMENTO PARA PEDIDO DE: REPRODUÇÃO SIMPLES REPRODUÇÃO AUTENTICADA. Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra.

REQUERIMENTO PARA PEDIDO DE: REPRODUÇÃO SIMPLES REPRODUÇÃO AUTENTICADA. Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra. 1/6 REQUERIMENTO PARA PEDIDO DE: Despacho: Espaço reservado aos serviços REPRODUÇÃO SIMPLES REPRODUÇÃO AUTENTICADA Nº Reg. DUR Data: / / Nº Guia: Valor: Rubrica: Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal

Leia mais

PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2010

PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2010 29 de Janeiro de 2010 PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2010 IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS SINGULARES (IRS) Regime simplificado dos rendimentos empresariais e profissionais (categoria B) -

Leia mais

ASSUNTO: Fundo de Garantia de Depósitos (FGD). Reporte de saldos de depósitos para cálculo das contribuições anuais relativas ao exercício de 1997

ASSUNTO: Fundo de Garantia de Depósitos (FGD). Reporte de saldos de depósitos para cálculo das contribuições anuais relativas ao exercício de 1997 Banco de Portugal Carta-Circular nº 14/97/DSB, de17-02-1997 ASSUNTO: Fundo de Garantia de Depósitos (FGD). Reporte de saldos de depósitos para cálculo das contribuições anuais relativas ao exercício de

Leia mais

«.A VIAGENS E TURISMO»,

«.A VIAGENS E TURISMO», FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 7.º e 8.º do CIVA; DL n.º 221/85, de 3/07 Agência de viagens. Localização de operações. Processo: nº 1810, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal

Leia mais

IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS

IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO ANUAL 01 IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL 02 ANO 1 1 IVA ANEXO L 03 1. TRANSMISSÕES DE BENS E PRESTAÇÕES

Leia mais

Lei n.º 82-B/2014, de 31 de Dezembro (OE 2015) Lei n.º 82-C/2014, de 31 de Dezembro (Alterações ao IRC) Lei n.º 82-D/2014, de 31 de Dezembro

Lei n.º 82-B/2014, de 31 de Dezembro (OE 2015) Lei n.º 82-C/2014, de 31 de Dezembro (Alterações ao IRC) Lei n.º 82-D/2014, de 31 de Dezembro Lei n.º 82-B/2014, de 31 de Dezembro (OE 2015) Lei n.º 82-C/2014, de 31 de Dezembro (Alterações ao IRC) Lei n.º 82-D/2014, de 31 de Dezembro (Fiscalidade Verde) Lei n.º 82-E/2014, de 31 de Dezembro (Reforma

Leia mais

Alargamento de Prazo das Linhas de Crédito PME Investe - Documento de divulgação - V.1

Alargamento de Prazo das Linhas de Crédito PME Investe - Documento de divulgação - V.1 Ficha Técnica 1. Beneficiários: As empresas que tenham operações enquadradas ou já contratadas ao abrigo das Linhas de Crédito PME Investe e que à data de contratação do alargamento do prazo não tenham

Leia mais

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC)

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) FLASH NEWS FISCAL N.º 2 (IRC) PROPOSTA ORÇAMENTO DE ESTADO 2012 Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) Taxas de IRC É eliminada a taxa de 12,5% aplicável aos primeiros 12.500,00 de matéria

Leia mais