A administradora do Grupo TMG apresenta uma história portuguesa de sucesso. Isabel Furtado. Percurso. Msearch. Nelson Pita. Patrocínio cultural

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1 N 0 09 Fevereiro 2013 Isabel Furtado A administradora do Grupo TMG apresenta uma história portuguesa de sucesso MOTELx Patrocínio cultural Msearch Novas áreas de negócio Percurso Nelson Pita

2 EDITORIAL PUB Daniel Gaspar Sub-director do Departamento Administrativo e Financeiro do Grupo Multipessoal Controlo de tesouraria e relação com os clientes Poderá ser, numa primeira análise, a «quadratura do círculo»: como manter uma relação saudável com um cliente se, sistematicamente, temos que incomodá-lo com as datas dos pagamentos? Na verdade, todos nós somos «clientes» e «fornecedores» de alguma coisa. E sabemos perfeitamente o que é estar do lado do «recebimento» e do lado do «pagamento». Como gerir então esta relação com um cliente de uma forma saudável? Simplesmente acordando o que melhor defenda as duas partes. Parece simples, e é de facto simples. Por que razão acordar 30 dias quando o cliente liquida a 60? Depois, deve É com base numa relação saudável que as empresas têm a possibilidade de se entreajudarem nesta fase mais desafiadora da nossa economia. fazer-se notar a cada cliente que as nossas obrigações são «inelásticas», ou seja, são rígidas liquidamos obrigações fiscais e remunerações, com uma envolvência na ordem dos 86% no nosso índice de pagamentos. Com esta receita saudável, de partilha de informação e comunhão de interesses, podemos ter menos dissabores numa área sensível mas plena de oportunidades. É com base nesta relação saudável que as empresas têm a possibilidade de se entreajudarem nesta fase mais desafiadora da nossa economia, cumprindo e honrando os seus compromissos. Fevereiro 13 3

3 ÍNDICE Editorial Daniel Gaspar 06 Cliente Grupo TMG 10 Opinião Renato Póvoas 12 Lançamento Novas áreas na Msearch 14 Percurso Nelson Pita 16 Projecto «I still want geeks!» 18 Entrevista «MOTELx» 21 Notícias 22 Out of the Office Luís Nogueira 24 Opinião Alexandre Gomes PUB Nº 09 Fevereiro 2013 Propriedade Grupo Multipessoal Av. D. João II, Lote , Ed. Central Office, 8º Lisboa T Edição Just Media Projecto Gráfico e Paginação Design e Forma Fotografia Grupo TMG, «MOTELx», Vítor Gordo Syncview O Grupo Multipessoal tem como accionista de referência o Grupo Espírito Santo, sendo actualmente a empresa portuguesa líder no mercado dos Recursos Humanos. Actua desde 1993 nas áreas de trabalho temporário, outsourcing especializado e recrutamento e selecção identificando o melhor de cada candidato e adaptando-o ao mercado de trabalho e às exigências e expectativas dos seus clientes. Simultaneamente disponibiliza soluções de consultoria e formação. A internacionalização do Grupo Multipessoal é um aspecto fundamental para a sua estratégia de crescimento e posicionamento. O grupo iniciou a sua entrada em novos mercados em 2008, estando actualmente presente em Angola e Espanha, através da Multipessoal Angola e da Upgrade m Espanha. Nenhuma parte deste ebook, incluindo textos e fotografias, pode ser reproduzida, por quaisquer meios, sem prévia autorização do Grupo Multipessoal. 4 Fevereiro 13

4 CLIENTE Grupo TMG A aposta permanente na inovação Um grupo cujas origens remontam à década de 30 do século passado, em Vila Nova de Famalicão. Resultado das ideias de um visionário que tinha como lema «tecnologia e qualidade de mãos dadas», o grupo representa uma história portuguesa de sucesso, com uma aposta permanente na inovação. Uma das empresas, a TMG Automotive, que trabalha para o sector automóvel, é disso exemplo. Em 1937, a partir da visão de Manuel Gonçalves, foi criada em São Cosme do Vale (Vila Nova de Famalicão) a Fábrica da Fiação e Tecidos do Vale de Manuel Gonçalves. É este o projecto que está na origem do Grupo TMG, que congrega mais de 75 anos de sucesso de um projecto genuinamente português. A fábrica viria a ser transformada em 1965 em sociedade anónima e a partir da década de 1970 haveria de constituir-se como a maior empresa têxtil nacional. Isabel Furtado, administradora do Grupo TMG, diz que «desde o início o que norteia o grupo é a filosofia do fundador: tecnologia e qualidade de mãos dadas». Neta de Manuel Gonçalves, Isabel Furtado considera que «esta visão estratégica tem sido um factor- -chave no desenvolvimento do grupo, através do investimento contínuo em pessoas e equipamento tecnológico de ponta, sustentando assim a capacidade competitiva». Inicialmente concentrada na indústria têxtil, a TMG cedo iniciou o processo de diversificação para outras áreas, entre as quais se incluem actualmente sectores tão distintos como interiores para automóveis (TMG Automotive), retalho e distribuição de vestuário desportivo (Lightning Bolt), meios aéreos (HeliPortugal), sistemas e soluções para energia, engenharia, ambiente e transportes (Efacec), produção e distribuição vinícola (Caves Transmontanas e Casa de Compostela), produção de energia através de cogeração e hídrica e ainda participações na área financeira. Mantendo o seu cariz privado e familiar, o grupo é hoje um dos grandes agentes exportadores nacionais, constituindo, como assinala Isabel Furtado, «um símbolo da indústria e do know-how português». O exemplo da TMG Automotive O Grupo TMG, não incluindo as suas participadas, tem 970 colaboradores. No caso da TMG Automotive, são cerca de 300 pessoas, 30 das quais directamente responsáveis pelas actividades de investigação, desenvolvimento e inovação. A TMG Automotive exerce a sua actividade há mais de 30 anos, a partir da unidade produtiva de Campelos, nos arredores de Guimarães. Segundo Isabel Furtado, a empresa tem conseguido crescer, «apesar das dificuldades e dos cenários micro e macro-económicos que tem vindo a atravessar». Dado o seu cariz exportador, «a exposição aos cenários nacionais é menor», explica a responsável, ressalvando que «a A inovação é uma filosofia que segundo Isabel Furtado caracteriza todo o Grupo TMG, que «focaliza a sua actividade na criação e na gestão de um portfólio sustentável de negócios». evolução depende muito da situação financeira europeia e do comportamento em termos de deslocalização para novos mercados nos continentes asiático e sul-americano dos construtores europeus». De qualquer forma, na empresa acredita-se na «capacidade de entender e prever atempadamente o comportamento do mercado, dado o posicionamento bastante diversificado». Isabel Furtado afirma mesmo que estão «atentos e preparados para desenvolver acções que garantam o futuro e a competitividade de médio/ longo prazo». A TMG Automotive é de facto um dos destaques do grupo, sobretudo em termos de inovação. «Numa indústria tão competitiva como a automóvel» refere Isabel Furtado, «as componentes de suporte estão em constante evolução», sendo que «engenharia, especificações, tendências, segurança, design e qualidade são frequentemente redefinidos, impondo tecnologia de ponta, quer para os fabricantes de automóveis, quer para as indústrias fornecedoras dos mesmos». A responsável afirma que a TMG Automotive «é orgulhosamente parte deste ciclo produtivo, como fornecedora de exigentes soluções de interiores de automóveis». Aliás, refere ainda, «este sector sempre se distinguiu como um dos mais activos e exigentes na definição de novos padrões e metodologias de trabalho, quer na área da qualidade dos sistemas de gestão, quer na qualidade do próprio sistema de desenvolvimento e aprovação de novos produtos». Um exemplo da valorização da inovação na TMG Automotive é a participação no grupo 6 7

5 CLIENTE Exemplos de inovação Ao longo do tempo, foram vários os exemplos de inovação que as empresas do universo TMG fizeram chegar ao mercado. Vejamos alguns deles: - introdução de poliuretanos com coagulado para alavancas de velocidade e travão de mão, na década de 1980 ainda hoje uma referência no mercado; - artigo TPO laminado (termoplástico olefínico) para o primeiro modelo com portas feitas por in mold graining (gravação no molde); - introdução de nano-partículas no material de superfície do painel de instrumentos para melhoria de performance; - apesar do quase absoluto domínio dos concorrentes alemães, e após 10 anos de trabalho, a TMG Automotive está presente nos grupos BMW e Mercedes por mérito do seu desenvolvimento de materiais tecnicamente superiores e com alto grau de diferenciação; - mais recentemente, a introdução de Digital printing na superfície dos materiais de interiores; - em paralelo, a implementação da gestão por processos e a organização matricial como ferramentas de inovação organizacional relevantes para o sucesso. pioneiro na certificação do Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (SGIDI) pela NP 4457:2007. «Esta certificação veio reforçar a gestão por processos, clarificando o processo de inovação, sobretudo no que diz respeito à interacção entre este e os envolventes», explica Isabel Furtado. A inovação focalizada no mercado-alvo da TMG Automotive, «em estreita ligação com os clientes e indo ao encontro das suas necessidades explícitas e implícitas», é vista pela responsável como «uma vantagem competitiva cada vez mais imprescindível em termos da esfera de actividade internacional da empresa, ainda mais dado o grau de competitividade na indústria automóvel», assinala. Trata-se, no fundo, de uma filosofia que caracteriza todo o Grupo TMG, que «focaliza a sua actividade na criação e na gestão de um portfólio sustentável de negócios, maximizando o envolvimento e a satisfação dos colaboradores e o retorno para os accionistas». Em qualquer dos negócios onde se posiciona, o grupo «reforça o legado de decidir com visão, valorizar o potencial humano, inovar em tecnologia e processos, promover o desenvolvimento sustentável respeitando o ambiente e promovendo a excelência assumindo um papel interveniente nas áreas de responsabilidade social», diz Isabel Furtado. Para o reforço da competitividade e do desenvolvimento sustentável, Isabel Furtado considera «fundamental a promoção da cultura permanente da inovação e estimular a procura constante de novas ideias e novas oportunidades de negócio». Trata-se, conforme sintetiza, de «inovação como resultado de trabalho criativo de forma organizada e sistemática, com o objectivo de aumentar o conhecimento e usá-lo de modo a criar novas aplicações, implementar novas ou melhores soluções, produtos, processos, métodos ou marketing, visando a conversão em venda». Tudo com «uma forte e permanente ligação com as entidades do sector científico e tecnológico, através de parcerias com universidades e institutos, nacionais e internacionais, num posicionamento que tem permitido o estabelecimento de projectos em áreas tecnologicamente avançadas». Isabel Furtado acredita que «a visão de Manuel Gonçalves continuará a ser partilhada pelas gerações envolvidas no grupo». Sendo dos elementos mais velhos da terceira geração, destaca no avô «o entusiasmo, a dedicação, a condução estratégica e a perseverança». Respeito pelos colaboradores A aposta em produzir com qualidade, defender o ambiente e respeitar o bem-estar dos colaboradores é uma filosofia enraizada no grupo, desde o início. «Faz parte do dia-a-dia e não é entendida como obrigação, mas antes como uma característica permanente do processo produtivo», diz Isabel Furtado, que acrescenta: «É mais complicado implementar uma cultura de qualidade em organizações que nunca a tiveram, pois encontram-se resistências naturais à mudança. Aqui, a mudança faz parte da estratégia e é entendida por todos como uma necessidade, como intrinsecamente ligada à nossa competitividade. A estagnação é, a todos os níveis, inimiga da sustentabilidade e conduz ao insucesso. A aposta na qualidade, a defesa do ambiente e o respeito pelos colaboradores implica evolução constante, que é aceite por todos como um modo de estar.» As competências mais valorizadas nos colaboradores são a dedicação e a resiliência. Para além disso, explica a responsável, «cada nova contratação significa uma nova fonte de valor acrescentado para a organização, o que apenas acontece se o colaborador se identificar com os valores core da empresa». Em termos de estratégia de recursos humanos, as principais apostas têm a ver com «uma atitude de compromisso com os colaboradores, valorizando-os pela formação contínua e pela sua adequação e deslocação para funções que maximizem o seu potencial intrínseco», e também com o facto de «prevalecer a perspectiva de longo prazo, quer do ponto de vista da empresa, quer do dos colaboradores», ou seja, «procura-se relações laborais estáveis». Tudo isto tem levado a um elevado grau de permanência na empresa, apesar da crescente volatilidade e da mobilidade do mercado de trabalho. «A TMG, pelo facto de existir desde os anos 30, cresceu com a nossa família, mas também com a família dos nossos colaboradores», explica Isabel Furtado. «Temos a trabalhar connosco segundas e já terceiras gerações de colaboradores, que nos têm vindo a acompanhar neste crescimento.» Quanto ao futuro, Isabel Furtado acredita que «a visão de Manuel Gonçalves continuará a ser partilhada pelas gerações envolvidas no grupo». Sendo dos elementos mais velhos da terceira geração, conta que teve ainda o privilégio de trabalhar sob a tutela do avô, destacando «o seu entusiasmo, a dedicação, a condução estratégica e a perseverança», algo «de fácil contágio a qualquer um dos descendentes». Estudou durante nove anos fora de Portugal, dividindo a vida académica entre o Canadá e o Reino Unido. Embora a sua formação seja em Economia, desde muito cedo que o seu percurso no grupo foi centrado nas plataformas e nos processos industriais. «Durante vários anos percorri todos os departamentos e todas as unidades fabris do grupo, de forma a conhecer bem os cantos à casa, lidando directamente com as pessoas que todos os dias contribuem para o nosso sucesso. Este percurso foi crucial para o meu futuro aqui, pois além de me proporcionar uma visão global do grupo permitiu- -me conhecer em detalhe as especificidades, a complexidade e as potencialidades de cada unidade.» Isabel Furtado sente um grande orgulho e acima de tudo uma grande responsabilidade em trabalhar numa empresa criada pelo seu avô. Partilha com outros membros da família, e distintas gerações, os desafios de gerir o Grupo TMG, com toda a sua envolvente interna e externa, procurando que prevaleça e se perpetue no tempo como uma referência empresarial. «Espero poder transmitir este entusiamo aos meus filhos», diz. A relação com o Grupo Multipessoal Dos 970 colaboradores do Grupo TMG, cerca de 10% têm ligação ao Grupo Multipessoal, sobretudo na TMG Automotive e na Lightning Bolt. A relação iniciou-se há quase dois anos, numa altura em que a TMG Automotive tinha necessidade de rapidamente aumentar a produção. Isabel Furtado assinala que o Grupo Multipessoal «respondeu com rapidez, prontidão e qualidade, tendo cumprido os requisitos na sua totalidade». Desde então, a relação tem vindo a ser mais estreita, «pelo melhor conhecimento dos dois grupos», assinala a responsável, para acrescentar: «A relação surgiu desde logo como uma boa parceria, numa situação com bastante sucesso para ambas as partes. As contratações têm sido eficazes, o que se traduz numa grande estabilidade laboral. Muitos dos colaboradores do Grupo Multipessoal já entraram inclusive para os nossos quadros.» Texto: António Manuel Venda/ Just Media; Fotos: Grupo TMG 8 9

6 OPINIÃO Renato Póvoas Managing Partner da Guess What Public Relations O autor escreve segundo as regras do novo acordo ortográfico. A forma como as empresas comunicam, se ainda não percebeu, alterou-se drasticamente nos últimos 20 anos. Se até aqui o acesso à informação era por vezes difícil, atualmente o problema maior é filtrar os conteúdos que são relevantes e provenientes de fontes fidedignas. Com a década de 90 do século passado, a comunicação de sentido único protagonizada pelas marcas passou definitivamente à história. Principal razão: o aparecimento da Internet. Passámos assim de uma comunicação de massas para uma comunicação mais estratégica, segmentada, próxima dos seus públicos e baseada em conteúdos não comerciais. Os meios de comunicação social continuam a ter um papel relevante na sociedade e são um bom aliado para a projeção de marcas, produtos ou serviços. Contudo, com a democratização do acesso às tecnologias da informação as empresas conseguem comunicar diretamente com os seus consumidores sem intermediários ou barreiras. Com o advento das redes sociais, onde se destaca o «Facebook», o paradigma da comunicação alterou-se ainda mais, possibilitando às pessoas serem parte ativa na Redes sociais: dos 8 aos 80 vida das empresas, nomeadamente com a sugestão de melhorias relativas ao serviço prestado ou participando na criação de produtos. À primeira vista pode parecer assustador, mas acredite que não é. Estar presente nas redes sociais deixou de ser uma opção para ser uma obrigação. É um desafio em relação ao qual, se o encarar de forma séria e profissional, constatará rapidamente que tem muito mais a ganhar do que a perder. Hoje em dia são já muitos os casos de empresas que têm construído a sua reputação e a sua notoriedade através do trabalho que desenvolvem nas redes sociais. Um post no «Facebook» ou num blog de uma figura pública com milhares de seguidores pode gerar um buzz e ganhar proporções globais em escassas horas, tal como um vírus de computador. Muitas vezes, sem se gastar um simples euro, consegue-se obter resultados inimagináveis à partida. O segredo está na chave ISTE: Ideia Storytelling Transparência Envolvimento. Na sociedade crescentemente hiperconectada em que vivemos, engana-se se pensa que não falarão de si pelo facto de não estar presente de forma proativa na esfera on-line ou das redes sociais. A probabilidade de estarem a falar é muita, e se não monitorizar corre o risco de não conseguir detetar algum input valioso para a sua marca ou até um fã que poderá impactar mais do que um simples anúncio de imprensa. Perante o consumidor atual, mais difícil de encontrar e influenciar, as redes sociais são Se acha que as redes sociais são apenas tema para adolescentes, este artigo é para si. uma opção viável para estabelecer relações de elevada proximidade e cumplicidade com as marcas, desde que estas saibam cooperar inteligentemente com os seus stakeholders. Aja por isso de forma desinteressada e tente ir ao encontro das necessidades daqueles que são os stakeholders da sua marca. Verá que será recompensado ganhando embaixadores que a blindarão de qualquer ataque mais vil. Nota: a Guess What é parceira do Grupo Multipessoal. PUB 10 Fevereiro 13

7 LANÇAMENTO Interim Management e Assessment Duas novas apostas da Msearch A Msearch lançou duas novas áreas de negócio, a de Interim Management e a de Assessment. Algumas oportunidades detectadas em clientes actuais e potenciais levaram a esta decisão, isto depois de a empresa, como explica a sua directora, Alexandra Andrade, ter já desenvolvido processos de interim management e de assessment. Ou seja, a empresa tinha o know- -how e assim deu autonomia às duas áreas, conferindo-lhes visibilidade, «para que se possam desenvolver em novos clientes e, assim, a Msearch ter soluções mais ricas ao nível da consultoria de recursos humanos», explica Alexandra Andrade. A responsável assinala que na conjuntura actual «algumas empresas encontram-se em hiring freeze, mas continuam a necessitar de profissionais qualificados». Daí as oportunidades no interim management, em que o recrutamento é feito por um equipa especializada e conhecedora do mercado, sendo que a gestão contratual pode ser assegurada, no caso, pelo Grupo Multipessoal, através de contratos de prestação de serviços, de outsourcing ou de trabalho temporário. «Cada vez mais, os profissionais encaram as suas carreiras de forma diferenciada, por projecto», diz Alexandra Andrade, acrescentando: «O conceito de emprego para a vida já não se encaixa neste mercado e a flexibilidade vai ganhando terreno. Imagine-se uma empresa que necessita de um gestor para reorganizá-la durante um ano? Esse profissional tem de ser altamente especializado, no entanto o seu objectivo no projecto será cirúrgico e terá uma base temporal definida.» Já em relação à área de Assessment, o que esteve na base do seu lançamento pela Msearch teve a ver com as necessidades nos clientes ao nível de recrutamento e selecção de trainees ou de Algumas oportunidades de negócio detectadas em clientes actuais e potenciais levaram à decisão de lançar as duas novas áreas, explica Alexandra Andrade, directora da Msearch. Cristina Rosa é a responsável na Msearch pela área de Assessment, enquanto Mafalda Vasquez gere a de Interim Management. profissionais com pouca experiência profissional. Estas pessoas «carecem de uma avaliação das softs skills de forma aprofundada e com recurso a metodologias de avaliação diversas», explica Alexandra Andrade, fazendo ao mesmo tempo notar que, «por outro lado, as empresas estão a atravessar uma fase em que têm de olhar de uma forma diferente para o seu capital humano, através de programas de detecção de talento, ou high flyers, ou num contexto de promoção, alinhamento de carreira ou reestruturação». As duas novas áreas de negócio estão alavancadas nas relações de confiança e de parceria que a Msearch tem com os clientes, para os quais alarga assim o leque de oferta. Juntam-se por isso ao recrutamento e à selecção de quadros especializados nas áreas de Finance & Banking, Engineering & Technologies e Sales & Marketing. «E para além dos actuais clientes, a nossa acção tem uma forte componente de prospecção de potenciais clientes», refere Alexandra Andrade. Com objectivos ambiciosos, as duas áreas registaram no início de 2013 bons resultados, sendo as perspectivas bastante animadoras. Numa conjuntura económica que vai obrigando as empresas a reorganizarem-se, de forma a operarem mais eficiente e eficazmente e obtendo maiores ganhos com menores custos, Alexandra Andrade dá o exemplo do assessment, que «permite avaliar os colaboradores medindo se estão preparados para os papéis que irão desempenhar e, se não estão, o que lhes falta para atingirem o desempenho desejado». No assessment, explica, «são realizados exercícios de simulação realistas e relevantes, que dão ao empregador uma visão mais alargada de cada indivíduo no desempenho da sua função, antecipando os pontos fortes e as áreas a desenvolver». Quanto ao interim management, acrescenta, «permite uma flexibilização na contratação, fornecendo respostas a desafios de recrutamento de profissionais especializados em diversas áreas», no caso da Msearch nas três referidas no parágrafo anterior. Para Alexandra Andrade, «este foi o momento certo para a aposta em duas novas áreas». A responsável diz «sentir novamente o desafio constante que é a consultoria, adaptando-nos sempre à realidade do mercado». E lembra que na sua carreira profissional teve a oportunidade de estar em dois processos de start-up de empresas, projectos muito marcantes. Diz mover-se por desafios, salientando que gosta de «sentir o frio na barriga, de construir do zero, envolvendo as equipas, de fazer com que se apaixonem pelos novos projectos». Apaixonada pelo seu trabalho, diz que só o consegue fazer se «sentir este dever de conquista permanente». As duas novas áreas de negócio da Msearch têm como responsáveis directas Cristina Rosa, para a de Assessment, e Mafalda Vasquez, para a de Interim Management. Texto: António Manuel Venda/ Just Media 12 13

8 PERCURSO Nelson Pita A paixão pelos números Para Nelson Pita, «actualmente os maiores desafios são colocados pela conjuntura económica e social e pelo seu impacto nas organizações». Foi no início de Maio do ano passado que Nelson Pita iniciou funções no Grupo Multipessoal, como chief financial officer (CFO). Sublinha que «até agora tem sido uma experiência recompensadora, essencialmente pela novidade do sector, dos processos e das pessoas», e que a forma como foi recebido «facilitou em muito o período de adaptação, tendo encontrado uma equipa jovem, empenhada e muito dinâmica.» Licenciado em Economia, Nelson Pita iniciou a sua vida profissional numa empresa de auditoria. Conta que durante a licenciatura foi aprofundando o gosto pela área financeira e no início de 1995, quando estava a terminar o curso, enviou algumas candidaturas espontâneas para empresas de consultoria e auditoria e para instituições financeiras. «Na altura o contexto económico e social era diferente e antes mesmo de terminar o curso já tinha contrato assinado», recorda. «A minha opção teve por base as oportunidades de formação e aprendizagem que este tipo de entidades proporciona, quer ao nível técnico, quer ao nível das soft skills.» O seu objectivo era «cimentar conhecimentos, crescer profissionalmente e progredir na hierarquia». E «a experiência acabou por superar em muito as expectativas iniciais», admite. Em 2002, Nelson Pita foi convidado para integrar a direcção do Departamento de Planeamento e Contabilidade do Banco Espírito Santo (BES). Tinha acabado de ser promovido, por isso não foi uma decisão fácil, mas após sete de anos de auditoria tinha vontade de abarcar um novo desafio. «O BES representava uma oportunidade de prosseguir o meu desenvolvimento profissional no contexto de um dos players mais relevantes do sistema financeiro português, pelo que aceitei o convite, tendo sido responsável pela área de orçamento e controlo de gestão.» Novamente sete anos depois, um novo desafio. Voltou a ser num banco, que lhe ofereceu como aliciantes «a ambição do projecto, a possibilidade de trabalhar num ambiente internacional e a oportunidade de ser responsável por uma equipa que assegurava componentes da área financeira que ainda não tinha tido oportunidade de coordenar, nomeadamente a contabilidade e a área fiscal», refere. Desde que se conhece que o CFO de Grupo Multipessoal gosta de números. «É uma paixão antiga que me mantém permanentemente motivado», confessa. A opção por Economia começou a formar-se quando tinha 13/ 14 anos e passou a interessar-se por ciências sociais. «Até essa altura queria ser médico, facto difícil de concretizar para alguém que sempre teve uma relação difícil com o sangue», brinca. «A Economia surgiu como um compromisso entre a minha paixão por números, o meu interesse por ciências sociais e a vontade de mudar o mundo. Para além dessa paixão, a área financeira exige-me rigor, coloca-me permanentemente novos desafios e permite-me ter uma visão transversal da actividade das empresas em que tenho trabalhado.» Comparando a realidade bancária com a que veio encontrar num grupo que actua na área de recursos humanos, Nelson Pita refere «uma diferença na dimensão, que se traduz em menos meios mas maior flexibilidade». E acrescenta: «O peso da regulação é muito superior no sector bancário, e é uma actividade mais complexa ao nível dos produtos que disponibiliza e dos impactos que esses produtos têm nos seus clientes, mas tem também aspectos comuns: foco no cumprimento de objectivos, elevado dinamismo e agressividade nas abordagens comerciais e até mesmo a forma de organização de alguns processos de negócio.» Nelson Pita reconhece que «actualmente os maiores desafios são colocados pela conjuntura económica e social e pelo seu impacto nas organizações». No entanto ressalva, «é a gestão de recursos humanos, das suas expectativas e dos níveis motivacionais, que deve merecer maior atenção; num contexto de forte contenção de custos, é necessário muito empenho e criatividade para evitar que essa tendência nos faça descurar as nossas equipas e as pessoas com quem trabalhamos». Nascido em Moçâmedes (actual Namibe), cidade do sul de Angola, o responsável tem como memórias mais vincadas da infância o tempo passado em família e com os amigos. Hoje é também para a família que procura canalizar o seu tempo livre, em particular para os filhos. Para além disso, dedica-se à leitura e, sempre que tem oportunidade, pratica desporto. Texto: Ana Leonor Martins/ Just Media 14 15

9 PROJECTO «I still want geeks!» Como a Upgrade m atrai profissionais que se interessam por novas tecnologias e gadgets de uma forma apaixonada A Upgrade m, do Grupo Multipessoal, promove desde 2012 uma campanha de angariação de candidatos em que procura criar um conceito forte e surpreendente, capaz de despertar o interesse de um perfil muito específico. Para essa campanha foi criada uma espécie de mascote, o E-sam, inspirado na campanha norte-americana do Uncle Sam. Trata-se de um robot humanóide, capaz de dar um toque mais emocional à campanha dizendo a frase «I want geeks!». Nuno Freitas, director-geral da Upgrade m, refere a propósito da campanha que o perfil procurado é o de «indivíduos actuais que se interessam por novas tecnologias e gadgets de uma forma apaixonada, os geeks». Ao entrar no site da empresa (http://www.upgradem.pt), o utilizador é convidado a fazer um pequeno teste para identificar se de facto se trata de um geek. Este teste é composto por um mix de questões técnicas com outras de personalidade nas quais se recorre a algum humor. A campanha está disponível nos novos canais de recrutamento, que passam muito pela vertente on-line, desde sites de jogos a redes sociais (nomeadamente «LinkedIn» e «Facebook»). Segundo Nuno Freitas, «os resultados têm sido muito positivos». Acima de tudo, o público-alvo de uma campanha como esta são profissionais com formação superior nas áreas de telecomunicações e tecnologias de informação (TI), sendo que também são consideradas algumas posições, naquelas áreas, para profissionais com formação equivalente ao décimo segundo ano. Ao nível das telecomunicações, a procura é essencialmente por engenheiros, consultores (de planeamento e optimização e de implementação de redes móveis) e técnicos. Já em TI o que se procura é profissionais com experiência em Java, C++ e BI. Nuno Freitas diz que em termos de competências requeridas tem havido «uma variação em função de cada oferta», sendo que «de uma forma geral se trata de funções que exigem competências técnicas nas áreas de novas tecnologias e/ ou telecomunicações e um bom domínio do inglês». Além destes re- «Para chegar a este tipo de perfil é necessário surpreender as pessoas, mostrar algo diferente», assinala Nuno Freitas, director- -geral da Upgrade m. quisitos, algumas posições exigiam trabalhar por turnos ou conhecimentos de castelhano, por exemplo. A Upgrade m preencheu mais de 100 vagas desde o início deste ano no mercado nacional. Mas «como vão surgindo novas necessidades por parte dos clientes, as vagas acabam por existir sempre», assinala Nuno Freitas. A Upgrade m O desafio do recrutamento O director-geral da Upgrade m considera que «recrutar é actualmente das mais desafiantes funções na área dos recursos humanos, transversalmente a todos os sectores», sendo que «para sectores tão especializados quanto o das TI o desafio tornou-se enorme». Daí a opção por «formas alternativas de chegar aos candidatos, não sendo suficiente recorrer apenas aos meios tradicionais», explica. Ou seja, «para chegar a este tipo de perfil é necessário surpreender as pessoas, mostrar algo diferente». A empresa tem um vasto leque de oportunidades disponíveis no seu site, no entanto Nuno Freitas destaca quatro funções, aquelas que actualmente considera «as mais importantes». São as seguintes: - engenheiros de telecomunicações, que terão como principais responsabilidades fazer o upgrade e o troubleshooting a equipamentos e também identificar problemas e elaborar reports; - consultores de telecomunicações, com responsabilidades no âmbito do planeamento e da optimização das redes, nomeadamente a análise da evolução dos indicadores de qualidade de serviço (sejam contadores de rede ou drive tests), a identificação de degradações e da respectiva causa e a elaboração de propostas e o planeamento de acções de melhoria. - consultores de telecomunicações, para a implementação de redes móveis, para assumirem a responsabilidade pela configuração, pela integração e pela verificação remota de client base stations (GSM e UMTS); - e técnicos de telecomunicações, que terão como principal responsabilidade a monitorização de redes de telecomunicações e a respectiva resolução de avarias. Na opinião de Nuno Freitas, o mercado nacional tem actualmente capacidade para absorver todos estes postos de trabalho, apesar da conjuntura económica. «São áreas bastante solicitadas pelo mercado, sobretudo para projectos de grande dimensão, onde profissionais com estas características são muito procurados», explica. Integrada no Grupo Multipessoal, a Upgrade m é uma empresa de outsourcing e consultoria de recursos humanos especializados para as áreas das tecnologias de informação (TI) e telecomunicações. Conta actualmente com uma equipa de centenas de profissionais qualificados alocados a projectos nos seus clientes de banca, telecomunicações, TI, utilities e professional services, entre outros sectores. A empresa apresenta soluções de outsourcing de recursos para projectos de média e longa duração time & materials e business process outsourcing (BPO). A sua missão é contribuir directamente para o prestígio dos seus clientes e dos seus colaboradores, através da prestação de serviços de elevada qualidade que garantam uma imagem de excelência para ambos os parceiros. Texto: António Manuel Venda/ Just Media 16 17

10 Entrevista «MOTELx» Quando o terror marca encontro em Lisboa João Monteiro e João Viana, responsáveis pelo «MOTELx Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa», fazem nesta entrevista um balanço de seis anos em que o cinema de terror, pelo mês de Setembro, tem marcado encontro em Lisboa. O projecto é patrocinado pelo Grupo Multipessoal, que pretende associar a sua actividade a iniciativas de carácter cultural, aproximando-se de um público jovem e informado, um dos principais targets das suas marcas. Com que objectivo foi criado o «MOTELx»? [João Monteiro] O «MOTELx» nasceu em 2007, a partir do CTLX Cineclube de Terror de Lisboa, que centrava a sua actividade em projecções de filmes de terror inéditos com o intuito de recuperar o espírito cineclubista. O festival ambiciona mais alto, isto é, pretende estimular e desenvolver a produção de filmes de terror portugueses através da atribuição do «Prémio MOTELx Melhor Curta de Terror Portuguesa», da exibição de filmes recentes provindos dos quatro cantos do mundo e da vinda de cineastas históricos do terror para interagirem com o público português. De certa maneira, o «MOTELx» apresenta-se como um workshop intensivo de cinema de terror com duração de cinco dias. Como se posiciona esta iniciativa em termos do panorama cultural português, no geral, e em particular no panorama cinematográfico? João Monteiro, à esquerda, e João Viana, à direita. [JM] A direcção do festival decidiu evitar a competição internacional para centrar a atenção apenas na nacional. Optou-se por manter o evento apenas em cinco dias, concentrado num mesmo espaço, e por criar ligações entre todas as actividades para que a experiência seja intensa e duradoura. A vantagem, entre aspas, do terror em relação aos outros géneros é que, quer queiramos, quer não, o efeito perdura nas nossas mentes. Têm sentido algum impacto para a realização do festival devido ao período de crise que o país atravessa e aos cortes nos apoios a projectos culturais? [João Viana] A história do cinema de terror é facilmente associada a períodos de crise, seja de ordem social, seja de ordem política ou económico-financeira como o que agora vivemos, já que tem como alimento e matéria-prima os anseios, as dúvidas, enfim, os medos individuais e colectivos em cada momento da evolução da sociedade, mas retratados de uma forma artística e crítica sob os mais diversos registos dramáticos, realistas, cómicos... Nesta medida, o impacto que sentimos é de uma procura crescente destes filmes e de uma participação cada vez maior das pessoas nos cinco dias do «MOTELx» de em 2007 para espectadores no ano passado, em contraponto com uma quebra geral dos apoios públicos. Isto dá-nos a impressão de que o festival já vai sendo uma expectativa, ou mesmo uma exigência, de muita gente que não podemos ignorar, independentemente do grau de envolvência das entidades públicas na sua realização. Como se tem concretizado o apoio das empresas e de outras instituições? [JV] A nível do privado assistimos a uma evolução de emancipação e maturidade. Por um lado, já não há tanto aquele receio de associação de uma marca a um festival que só passa cinema de terror, quiçá, quer pelo cuidado da programação e da produção do «MOTELx», que atrai o mais variado público, quer pelo rápido crescimento e pela notoriedade que o festival regista em Portugal e nos circuitos de festivais da Europa. Por outro lado, a envolvência das marcas é cada vez mais inteligente e integrada com a imagem e com o próprio espírito do festival, com conteúdos e acções pensados propositadamente para o evento e com a percepção de que se trata de um evento João Monteiro «A vantagem, entre aspas, do terror em relação aos outros géneros é que, quer queiramos, quer não, o efeito perdura nas nossas mentes.» cultural que não só é diferente pela abordagem e pela programação que faz de cinema, como também promove a criação cinematográfica nacional, com o «Prémio MOTELx» e a divulgação desses trabalhos dos cineastas portugueses no nosso país e além-fronteiras, nomeadamente através da «Rede Méliès» da Federação Europeia de Festivais de Cinema Fantástico. O Grupo Multipessoal tem sido uma das instituições apoiantes da iniciativa, ao longo dos anos. Como tem corrido esta parceria? [JV] O envolvimento do Grupo Multipessoal é o melhor exemplo daquilo que tem sido o lema que nos guia desde o início, quer na programação de cinema, quer na produção do festival, isto é, «sem dogmas nem preconceitos». Com efeito, desde a primeira hora que acreditaram no nosso projecto e penso que compreenderam o seu verdadeiro alcance não se trata apenas de uma mostra de filmes de terror, é muito mais do que isso, é todo um movimento nacional em curso de transformação social e artística com epicentro em Lisboa, promovendo a descoberta, a partilha, o pensamento crítico e a criação artística num ambiente festivo e de celebração, onde o cinema é cultura. O facto de o Grupo Multipessoal ter sido a entidade patrocinadora mais referida pelo público do «MOTELx» em 2012 de acordo com o inquérito realizado pela agência Intercampus é uma evidência do bom resultado desta parceria e da importância que o grupo tem hoje no festival. Ao fim de alguns anos de realização, que balanço se pode fazer do trajecto do «MOTELx», em termos de programação e em termos de público? [JM] O balanço supera bastante as expectativas. Só no ano passado, na sexta edição, e à semelhança da edição anterior, acorreram ao Cinema São Jorge mais de 13 mil espectadores que tornaram o festival definitivamente num evento de culto. Para além disso, temos tido a sorte de poder trazer a Portugal verdadeiras lendas do género, casos de Zé do Caixão, John Landis, Geor

11 Entrevista notícias Texto: António Manuel Venda/ Just Media; Fotos: «MOTELx» O «MOTELx Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa» (http://www.motelx.org) é um espaço de convívio e descoberta pensado para quem procura novos autores, novos filmes e novas abordagens ao género. Sem dogmas nem preconceitos, a sua programação apresenta ao público português uma selecção dos filmes que mais entusiasmo têm suscitado nos quatro cantos do mundo, e em todas as variantes do sobrenatural ao gore, do terror psicológico aos monster movies, das grandes produções aos independentes, do clássico ao experimental, do culto às novas tendências. No «MOTELx» a experiência do terror é plena, e para além de se ver filmes inéditos entre nós é o sítio onde se pode conhecer os realizadores, onde se participa em masterclasses orientadas por mestres e se assiste à competição do único prémio de curtas de terror portuguesas. Desde 2011, o evento pertence à EFFFF European João Viana «O envolvimento do Grupo Multipessoal é o melhor exemplo daquilo que tem sido o lema que nos guia desde o início, quer na programação de cinema, quer na produção do festival, isto é, sem dogmas nem preconceitos.» ge Romero ou Dario Argento, em Todos os anos, o «Prémio MOTELx» incentiva muita gente a trabalhar e a apresentar os seus projectos de cinema de terror, e alguns deles acabam por conseguir um percurso internacional o filme vencedor do «Prémio MOTELx 2012», «A Bruxa de Arroios», de Manuel Pureza, com Rita Blanco no papel principal, já esteve em Espanha em competição pelo «Méliès d Or» para «Melhor Curta Europeia». O futuro é, sem dúvida, auspicioso. Como vamos de cinema de terror em Portugal? [JM] Melhor do que nunca. O terror quase não tem expressão na cinematografia lusa, devido, numa primeira fase, ao controlo do Estado Novo, e após a revolução devido ao cinema de autor, que nunca foi muito afoito aos géneros cinematográficos. As coisas mudaram muito no dealbar do novo milénio, principalmente com o aparecimento da curta «I ll See You in my Dreams» e da longa «Coisa Ruim». O «Prémio MOTELx» vem provar que existe muita vontade de fazer filmes ainda que com pouco acesso a financiamento. Onde o terror é bem-vindo Fantastic Film Festivals Federation. Os seus responsáveis, João Monteiro e João Viana, são membros-fundadores do CTLX Cineclube de Terror de Lisboa. O «MOTELx» teve de alguma forma impacto na evolução do cinema de terror em Portugal, seja na produção de filmes, seja em termos de conquista de novos públicos? [JM] Nos inquéritos feitos ao público do festival, concluiu-se que a grande maioria veio exclusivamente ao «MOTELx», não sendo, portanto, o público habitual dos vários festivais de cinema existentes em Lisboa ao longo do ano. Dito isto, podemos afirmar que se trata de um novo público, que não só gosta de ver filmes em ecrã grande como quer ser parte integrante da festividade, isto é, grande parte das curtas que recebemos para selecção são realizadas por espectadores do festival. Temos assim a sensação de que fazemos parte daquilo a que se pode chamar «Movimento de Terror Português», que se está a solidificar de ano para ano. Que perspectivas têm para o futuro do festival? [JM] As perspectivas são as mesmas desde 2007: conseguir realizar mais um festival e fazê-lo como se fosse o último. Isto permite que não nos desviemos dos verdadeiros objectivos. No futuro, além de querermos voltar aos cine-concertos e aos workshops, esperamos conseguir proporcionar uma maior divulgação além-fronteiras dos filmes portugueses seleccionados. Aqui, a ajuda da EFFFF European Fantastic Film Festivals Federation será preponderante. Todos os dias são bons para ter ideias Está em destaque um novo projecto no Grupo Multipessoal, ligado à inovação. Denominado i2i Ideas to Innovate, é transversal a todas as empresas do grupo e visa aproveitar de forma sistemática o potencial criativo de todos os colaboradores, estimulando a geração de ideias e, consequentemente, reforçando a capacidade de criação de valor. O projecto consubstancia-se numa ferramenta de melhoria contínua, agregadora de ideias inovadoras. Estas ideias são registadas, analisadas, medidas e implementadas. Com o i2i, os colaboradores do Grupo Multipessoal participam de uma forma activa na evolução das diversas empresas, contribuindo com ideias inovadores que terão impacto na eficácia e na eficiência do grupo. Os clientes ficam a ganhar, assim como os próprios colaboradores, pela implementação de medidas que podem contribuir para maiores níveis de qualidade e para um serviço de excelência. Um novo departamento Foi criado um novo departamento central no Grupo Multipessoal, ligado a cobranças e recuperação de créditos. Trata-se de áreas que estavam integradas no Departamento Administrativo e Financeiro e que passam agora a ser lideradas por Vítor Martins (na foto). Pretende- -se com esta decisão reforçar a capacidade de resposta de ambas as áreas aos desafios colocados pela actual conjuntura económica e pelo forte crescimento de actividade evidenciado pelo grupo nos últimos anos. Parabéns aos colaboradores, aos clientes e ao Grupo Multipessoal! O Grupo Multipessoal celebra este ano duas décadas de actividade. Criado em 1993 para apoiar e gerir os recursos humanos não ligados directamente às áreas de negócio do Grupo Espírito Santo (GES), seu accionista de referência, tem actualmente apenas 20% do negócio ligado a empresas do GES. Isto porque ao longo dos anos desenvolveu novas áreas de negócio em segmentos de mercado como a saúde e as tecnologias de informação (TI). Nos últimos anos, o grupo duplicou a sua facturação e número de colaboradores colocados, passando de 40 milhões de euros em facturação em 2006 para 80 milhões em 2011, e de colaboradores para 8.000, no mesmo período. A estratégia de crescimento do Grupo Multipessoal baseou-se na escolha de segmentos de negócio em que as soluções de recursos humanos proporcionam mais-valias às empresas. Trabalhando numa base de parceria, o grupo vai ao encontro das necessidades do tecido empresarial no contexto económico que actualmente vivemos. A internacionalização foi também um aspecto fundamental para a estratégia de crescimento e posicionamento. O grupo iniciou a sua entrada em novos mercados em 2008, estando actualmente presente em Angola e em Espanha. Com a expansão geográfica pretende atingir dois objectivos: oferecer aos seus clientes em Portugal soluções para implementação e expansão em mercados internacionais; e também apoiar os clientes locais, oferecendo soluções globais de recursos humanos. Aqui, a actuação das empresas do grupo tem essencialmente a ver com o mercado de recrutamento e selecção, trabalho temporário, outsourcing e formação, sempre ajustada às necessidades e expectativas das geografias em questão. Devido à estratégia de internacionalização, o Grupo Multipessoal oferece aos seus candidatos a possibilidade de uma carreira no exterior. Para tal, afere as competências técnicas, a motivação e a adequação a uma nova realidade profissional e cultural. Mesmo num contexto económico desafiante, o grupo pretende continuar a ultrapassar barreiras e objectivos, mantendo uma posição de destaque na área de recursos humanos. Irá continuar a apostar em segmentos que proporcionem mais-valias às empresas, como outsourcing, assessment, interim management e outras ferramentas fundamentais para apoiar à necessidade de flexibilização e adaptação das empresas às constantes alterações de mercado. Na opinião de António Valério, presidente do Grupo Multipessoal, «este marco só foi atingido devido à confiança dos clientes, dos colaboradores e dos candidatos». O responsável agradece por isso «o contributo e a exigência que tornaram realidade os desígnios do Grupo Multipessoal e as suas ambições»

12 OUT OF THE OFFICE Luís Nogueira A energia e os ensinamentos do mar Luís Nogueira é sub-director da Upgrade m, do Grupo Multipessoal, e out of the office tem uma paixão que surgiu por volta dos cinco/ seis anos, o surf. Os pais sempre gostaram de actividades ao ar livre, daí que até aos 20 anos tenha usufruído de uma casa na margem sul, muito próximo da praia, o que contribuiu para o desejo de aproveitar mais o mar e a sua energia. «O meu pai teve sempre fascínio por surf e desportos de ondas, e apoiou-me», partilha. «Como praticava ski regularmente, passou-me o gosto pela montanha e também o fascínio por desportos radicais.» Assim, desde que se conhece, Luís Nogueira pratica actividades ligadas ao mar ou à montanha. Conta que participou em pequenas competições regionais e locais, talvez com 10 anos, ou menos, mas não investiu nessa vertente. «Cedo percebi que os meus objectivos e sonhos não passavam por viver do surf, apesar do que o envolve ser bastante estimulante e único.» Fascina-o sobretudo o contacto com a natureza e poder estar concentrado somente no que está a fazer no mar. «Não existem estímulos exteriores que possam perturbar esses momentos, onde consigo encontrar-me comigo», realça. «É um desporto de extrema exigência, preparação física e concentração.» Com a exigente actividade profissional, Luís Nogueira dedica ao surf «menos tempo do que gostaria», mas ao fim-de-semana «não perdoa». No entanto, sendo «pai de duas lindas meninas» (Sara, de três anos, e Inês, de um ano), que consomem muito do seu tempo livre, ao sábado e ao domingo, às sete da manhã já está a entrar no mar, para chegar a casa a tempo de almoçar com a família. «A nossa vida pessoal e a disponibilidade mudam muito quando somos pais, as nossas prioridades passam a ser outras.» Luís Nogueira elege praias entre a margem sul do Tejo e a zona do oeste, «incluindo algumas não vigiadas, de difícil acesso mas muito bonitas». A escolha varia consoante ventos, marés e estado do mar. Mas destaca três, «pela qualidade das suas ondas e pela beleza»: a praia da Calada, na Ericeira, a da Adraga, em Sintra, e a dos Supertubos, em Peniche. «Existem igualmente inúmeras praias na costa alentejana, muito boas», acrescenta. «Portugal é dos melhores países do mundo para a prática de desportos de ondas. E tenho ainda muito por descobrir e explorar nas centenas de encostas e arribas da nossa costa.» Também além-fronteiras já teve oportunidade de conhecer «sítios magníficos» por causa do surf. «A Indonésia é o local no mundo que mais me fascina, pela cultura e pelo potencial de ondas», defende. Também já esteve nas Ilhas Barbados (Caraíbas), no Brasil, nas Ilhas Canárias e em França. E confessa que adorava ir ao Tahiti. Durante a semana é praticamente impossível para Luís Nogueira praticar surf, pois a actividade no Grupo Multipessoal obriga a uma grande disponibilidade. Mas a verdade é que este desporto tem influência na sua forma de encarar o trabalho e a vida. O sub-director da Upgrade m considera que «a onda está para o mar como a mudança está para a vida», e que «entender a mudança, como uma onda, requer visão de futuro». Tal como no surf continua, «quando trabalhamos o equilíbrio é fundamental, e em ambos os casos as oportunidades passam a voar, são microssegundos nos quais uma decisão e uma atitude mudam o rumo de uma abordagem». Na opinião de Luís Nogueira, «o surf ensina-nos que na vida pessoal e na vida profissional temos de identificar as oportunidades e não hesitar quando chega o momento, e se falharmos teremos de ajustar o nosso timing de abordagem às oportunidades». Para além do surf e dos desportos de montanha, Luís Nogueira investe o seu tempo na música, uma «herança familiar», e na leitura. Texto: Ana Leonor Martins/ Just Media 22 23

13 OPINIÃO Alexandre Gomes Director para a Zona Sul do Grupo Multipessoal Os tabus sobre a primeira vez Num ambiente altamente competitivo, apenas os mais fortes e preparados conseguem vencer. É a tese de Darwin, e totalmente aplicável à realidade do actual mercado de trabalho. Em Portugal, constata-se que no seguimento da evolução dos últimos anos, a dificuldade na integração de novos profissionais no mercado de trabalho tem aumentado exponencialmente. O desemprego, de uma forma global, atingiu o seu valor mais elevado no último trimestres de 2012 (16,9%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística) e em particular entre os jovens com menos de 25 anos. Está subjacente que mediante este cenário, tendo as empresas uma maior oferta de candidatos e uma menor necessidade de mão-de-obra, terão a possibilidade de seleccionar os profissionais mais qualificados e bem preparados, elevando desta forma os seus standards. Ou seja, para quem faz pela primeira vez a abordagem ao mercado de trabalho a tarefa torna-se ainda mais desafiante. É neste contexto que o trabalho temporário surge como uma óptima ferramenta na integração de jovens à procura do primeiro emprego. Este regime tem mais vantagens do que se tende a crer, desde a compatibilidade com os estudos à possibilidade de se ganhar experiência em áreas de difícil acesso. Em países como os Estados Unidos, o Canadá, a Holanda ou a Inglaterra, entre outros considerados «desenvolvidos», o trabalho temporário é muito comum. Se tomarmos em conta a exposição que os jovens têm hoje em dia às culturas de diversos países, nomeadamente os ocidentais, através de programas como o Erasmus e outros semelhantes, é natural que este regime não lhes A preparação e a posterior integração no mercado via trabalho temporário foi, tem sido e continuará a ser um canal de excelência para milhares de jovens à procura da sua primeira oportunidade. seja desconhecido. No entanto, por razões culturais em Portugal continua a subsistir um sentimento contestatário em relação ao trabalho temporário. Mas observemos exemplos concretos, como o de alunos que estão a frequentar o ensino superior. O trabalho temporário é compatível com os horários de frequência de aulas, podendo eles adquirir experiência enquanto solidificam os seus conhecimentos mais teóricos. Quando o aluno completar a sua formação e iniciar a procura de emprego na sua área, terá uma vantagem face a outros candidatos, pela experiência adquirida. No caso dos recém-licenciados que integram pela primeira vez o mercado de trabalho, este regime garante ainda mais vantagens: o acesso a uma melhor formação, em qualidade e em quantidade; mais possibilidade de encontrar um posto de trabalho que se adeqúe às suas qualificações e capacidades; a opção de experimentar e recusar com mais facilidade o emprego, caso não se adapte; o aperfeiçoamento das capacidades adquiridas por múltiplas experiências, enriquecendo o seu currículo, podendo por esta via aceder mais facilmente a postos de trabalho permanentes e mais exigentes na sua futura carreira. Em suma, a preparação e a posterior integração no mercado via trabalho temporário foi, tem sido e continuará a ser um canal de excelência para milhares de jovens à procura da sua primeira oportunidade. Mais pertinente se torna numa fase em que Portugal vive desafios económicos impares e no qual está reconhecido que um dos principais lesados nesta crise são os jovens recém-licenciados. Isto obriga-nos forçosamente a reflectir sobre os nossos tabus e a forma como devemos desenvolver e apoiar os futuros profissionais. PUB 24 Fevereiro 13

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