RELATÓRIO E CONTAS 2010

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3 GRUPO AUTO-INDUSTRIAL DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REFERENTE À ACTIVIDADE CONSOLIDADAS

4 DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REFERENTE À ACTIVIDADE CONSOLIDADAS DE 2 Apresentamos aos Senhores Accionistas o Relatório do Conselho de Administração relativo à actividade e Contas Consolidadas da Auto-Industrial, S.A. DESTAQUES QUADRO MACROECONÓMICO Os Boletins Económicos do Banco de Portugal do Outono (A Economia Portuguesa em ) e do Inverno de (Projecções para a Economia Portuguesa: ) fazem a análise sobre a evolução da economia portuguesa em e as perspectivas para o biénio seguinte. Dessa avaliação oficial do banco central português e dos indicadores de Conjuntura de Janeiro e Fevereiro de 2011, podem destacar-se os seguintes aspectos: i. Verificou-se um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,3% (com revisão em alta da previsão inicial de + 0,1%), suportado em grande medida pelo aumento das exportações e que compara com a contracção de 2,6% registada em As previsões do Banco de Portugal apontam para uma contracção da actividade em 1,3% para 2011, seguido de uma aceleração para 0,6% em Na zona euro o crescimento foi de 1,7%, suportado em grande medida pela Alemanha, que registou um crescimento de 3,7%. Assim, tal como se verificou durante a última década, a economia portuguesa voltou a divergir em termos reais da zona euro. ii. O investimento voltou a retrair-se em, desta vez em 5%, embora a queda seja menos acentuada do que os 11,9% verificados em A queda foi partilhada entre o sector público e privado, sendo a componente Material de Transporte a única a verificar um crescimento (7,5%) devido à compra de automóveis pelas empresas de rent-a-car no 1º semestre do ano e aumento das vendas de veículos comerciais ligeiros. A componente Máquinas e Equipamentos contraiu 6,2% e a Construção, fortemente influenciada pela componente de habitação residencial, que apresenta uma queda pelo décimo ano consecutivo, desceu 5,1%. iii. Após a retracção de 1% verificada no consumo privado em 2009, as baixas taxas de juros e o quadro internacional relativamente favorável, resultaram em num crescimento de 1,8%, registando-se novamente um crescimento superior desta componente em relação ao produto do país. Também o consumo público abrandou em, passando dos 3,4%, em 2009, para os 3,2%. Para 2011 o Banco de Portugal prevê num cenário de aumento de taxas de juros, de aumento do desemprego e da perda de poder de compra das famílias, resultante em parte das medidas de austeridade e consolidação orçamental vertidas no Orçamento de Estado para 2011, uma contracção de ambas as componentes do consumo interno. Esta queda foi aliás verificada já no final do ano de (sem prejuízo do aumento por antecipação da compra de automóveis, devido às alterações fiscais no IVA e ISV que entraram em vigor em Janeiro de 2011, bem como à cessação dos subsídios ao abate de automóveis). iv. O aumento da procura externa, em especial a determinada pela recuperação dos principais parceiros de Portugal, ditou um significativo aumento das exportações, passando de uma acentuada queda de 11,8%, em 2009, para um crescimento de 9%, em, tendo sido assim o grande impulsionador do crescimento da actividade económica. Ao contrário do verificado em anos anteriores, a exportação de mercadorias, com crescimento de 8,9%, foi mais dinâmica do que a exportação de serviços, que apenas cresceu 5,8%, em. De destacar o aumento do contributo das exportações de mercadorias com incorporação tecnológica média-alta e média-baixa, com crescimentos de 18,2% e 22,2%, respectivamente. Por mercado geográfico o crescimento das exportações foi mais acentuado para os países da União Europeia (17.3%), com especial relevo para Espanha e Reino Unido, enquanto nos mercados extra-comunitários o crescimento foi de 15.9%, com aumentos significativos nas exportações para os EUA (42,9%) e Brasil (80,2%) e queda nas exportações para Angola (-6,6%). v. O Orçamento de Estado (OE) para previa um défice de 8,3% do PIB, no entanto, o aumento do

5 risco da dívida soberana verificado ao longo do ano, causado em parte por um efeito de arrastamento das crises financeiras das economias periféricas, como a Grécia e Irlanda, mas sobretudo, segundo o BdP, pela deterioração significativa e não completamente antecipada do défice e da dívida das administrações públicas, conjugada com um conjunto de natureza estrutural, conduziu à adopção de medidas de consolidação orçamental adicionais em Março, Maio e Setembro, através de sucessivas actualizações do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) e consequente revisão em baixa do défice, para 7,3% do PIB, de acordo com a notificação do Procedimento dos Défices Excessivos instaurado pela União Europeia. Até Agosto de a receita fiscal do estado apresentou um crescimento de 3,3%, devido ao aumento dos impostos indirectos (em especial o IVA cujo aumento foi de 13,9%). 3 vi. Apesar da ligeira recuperação da actividade em, a crise afectou o desemprego em Portugal, que aumentou em 14%, especialmente no escalão etário mais jovem (dos 25 a 44 anos), nos trabalhadores por conta própria e com crescente peso do emprego de longa duração (54,3%, face aos 46,5% em 2009). A taxa de participação da população activa no emprego quedou-se nos 74%, apresentando uma variação homóloga positiva. Por seu turno, a taxa de desemprego em Portugal passou de 9,5% em 2009, para 10,8% em. Em relação ao tipo de contrato de trabalho, os contratos de trabalho sem termo sofreram um decréscimo, passando dos 77,6% para os 76,9% em. vii. Depois de um ano de 2009 onde os preços sofreram quedas, tendo a taxa de inflação média anual sido negativa (acontecimento que não era verificado há três décadas), deu-se logo a partir de Janeiro de uma inversão na tendência de queda de preços devido, de acordo com o banco central português à melhoria do enquadramento externo da economia portuguesa, com um aumento das perspectivas de crescimento nas principais economias mundiais e uma recuperação gradual dos fluxos de comércio. Em Dezembro a taxa de variação homóloga do Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor (IHPC) subiu dos -0,1% em 2009, para os 2,4% em, a taxa de variação média anual passou de -0,9% em 2009, para os 1,4% em. A aceleração dos preços fez- -se sentir tanto nos bens energéticos (9,5%), sobretudo devido ao aumento do preço do petróleo, como nos não energéticos, ao passo que nos serviços o preço sofreu um abrandamento passando dos 1,3% em 2009, para 1% em - não tendo a desaceleração sido mais acentuada devido ao aumento em 1% na taxa de IVA em vigor desde 1 de Julho. Para 2011 o BdP prevê um aumento médio de 2,7% nos preços, influenciado principalmente pelo aumento da taxa normal de IVA de 21% para 23%, vertido no OE de 2011, seguido de

6 um abrandamento em 2012, para os 1,4%. grandes dúvidas sobre a necessidade de Portugal recorrer a ajudas externas, apesar das medidas de consolidação orçamental previstas no OE para 2011 e as medidas adicionais anunciadas recentemente pelo governo português. 4 A CRISE DA DÍVIDA SOBERANA O ano de foi marcado por uma crise da dívida soberana de países da zona euro como a Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha, que perdura ainda hoje e que tem posto em causa a própria integridade do euro. O aumento dos prémios de risco de médio e longo prazo iniciou-se na Grécia e contagiou os países cuja situação das finanças públicas se encontrava mais débil, devido, por um lado aos esforços financeiros e estímulos à actividade dos estados para recuperar da crise financeira internacional que eclodiu em 2008 e, por outro, pela própria estrutura económica desses países cujo modelo de crescimento tem sido assente no recurso ao endividamento público e privado e na produção de bens e serviços não transaccionáveis. O resultado foi a existência de uma zona euro a duas velocidades, de um lado, os países já referidos e de outro os países do centro como a Alemanha e França que têm as suas economias suportadas na produção de bens e serviços transaccionáveis, altamente competitivos, com forte componente tecnológica e de valor acrescentado. A Grécia e Irlanda acabaram por ser resgatadas em pelo Fundo Monetário Internacional e em Março de data em que esta nota é redigida - subsistem AUMENTO DE CAPITAL DO BANIF SGPS Em execução parcial da deliberação da Assembleia Geral do Banif SGPS SA, que teve lugar em 31 de Março de, que autorizou o Conselho de Administração a proceder a aumentos de capital até ao montante de , o Conselho de Administração da sociedade, realizado a 22 de Outubro de, deliberou proceder ao aumento de capital de , para O aumento de capital foi realizado mediante a emissão de até novas acções ordinárias, escriturais e nominativas, com o valor nominal de 1 cada uma, destinadas à subscrição, pelos accionistas do Banif SGPS, e pelos titulares dos VMOCs, ao abrigo dos respectivos direitos de subscrição, através do lançamento de uma oferta pública de subscrição. Em a Auto-Industrial Investimentos e Participações SGPS SA adquiriu em mercado secundário do Banif SGPS e subscreveu, da sua reserva de preferência, acções. Após o aumento de capital a AI SGPS passou a deter do Banif SGPS passando a deter, nessa instituição, uma posição de 13,4%, que compara com os

7 12,12% no final de NOVAS CONCESSÕES AUTOMÓVEIS Durante o ano de o Grupo Auto-Industrial alargou a sua actividade no sector do retalho automóvel, através de cinco novos contratos de concessão, dos quais três são de marcas que ainda não estavam representadas no Grupo: a Kia, a Seat e a Skoda. Deste modo o portfólio de concessões do Grupo abrange agora dezanove marcas de automóveis. Em Maio, a Auto-Industrial S.A. tornou-se concessionária Jeep, Chrysler e Dodge em Coimbra. Esta concessão opera integrada nas instalações existentes na Av. Fernão Magalhães. Estas marcas já estavam presentes no Grupo através da EUA Lda em Braga e da União Eborense Lda em Évora. A EUA Lda, iniciou em Junho a distribuição em Braga da marca de automóveis coreana, Kia. Uma marca em grande ascensão a nível mundial dado o salto qualitativo nos seus produtos, nomeadamente no design e na tecnologia. Em Julho, a A. Brás Heleno S.A., começou a sua actividade como concessionário Alfa Romeo nas actuais instalações em Leiria. O envolvimento desta empresa com o Grupo Fiat já se tinha iniciado em 2009 através da distribuição dos automóveis Fiat em Leiria. De referir que a marca Alfa Romeo não é uma novidade no Grupo, dado que já era distribuída em Évora pela União Eborense. Em Lisboa, através da Auto-Industrial S.A., foi iniciada a representação dos automóveis Seat. Esta marca de volume, encontra-se no ranking das dez marcas mas vendidas em Portugal, com uma quota de 6% no mercado de viaturas ligeiras de passageiros, pelo que será sem dúvida uma excelente mais valia para a actual operação localizada na Av.24 de Julho em Alcântara. Finalmente, no último mês de, a União Eborense Lda. abriu em Évora a nova concessão Skoda. Esta irá operar, sob o nome comercial Eborense Car, através de um novo Stand de Vendas na Zona Industrial. Esta marca possui indiscutivelmente um interessante potencial, tendo as suas vendas crescido cerca de 62% no mercado de ligeiros de passageiros, em. Através destas novas concessões o Grupo prossegue a sua estratégia de crescimento assente na optimização das estruturas físicas e organizacionais já existentes e na aposta em marcas de boa rentabilidade e com potencial de crescimento. TERRENO EM RIO TINTO Foi adquirido em Julho de um terreno com m2, pelo valor de , terreno esse que confina com o edifício da Auto-Industrial Porto em Rio Tinto, Gondomar, abrindo enorme frente com a Av. Pedro Alvares Cabral. É um espaço de alto valor estratégico para o grupo pois em termos futuros permitirá uma solução imobiliária mais apelativa, da mesma forma que permitirá dar muito mais notoriedade à Auto-Industrial. ARRENDAMENTO DE INSTALAÇÕES NA RUA DO PROLETARIADO Em Outubro de foi arrendado um espaço com cerca de m2 ao lado das instalações da Motolusa, no final da Rua do Proletariado na Portela da Ajuda (Carnaxide). O espaço permitirá à Motolusa expandir a sua actividade, sobretudo no que respeita à sua actividade náutica. Os espaços sobrantes têm sinergias significativas para o Grupo AI que tem nesse espaço uma reserva significativa para expansão para a sua actividade automóvel. Este espaço no futuro poderá tornar-se um pólo de negócio do Grupo Auto-Industrial, dada a excelente localização e a sua dimensão. ARRENDAMENTO de INSTALAÇÕES NO RESTELO Em Setembro de foram arrendadas à XCAR (Grupo SLN) as instalações situadas no Restelo à entrada de Algés, na Rua D. Jerónimo Ósorio (Lisboa), onde funcionavam oficinas e stand da SEAT. Estas instalações foram arrendadas para ficarem afectas à Gilauto, em substituição das instalações da Possidónio da Silva. Esse novo estabelecimento está melhor localizado, tem maior visibilidade sendo mais adequada à actividade desenvolvida pela Gilauto no âmbito da concessão Renault. SÍNTESE DOS RESULTADOS Em, ano de grande dinamismo do sector automóvel em que o mercado de automóveis novos em Portugal cresceu 33,9%, o Grupo Auto-Industrial (AI) vendeu automóveis novos (+ 39,3% e acima do crescimento do mercado) e automóveis usados (+ 5,9%). Dos novos foram vendas a retalho (+ 35%), as vendas a rent-a-car subiram 144% para as unidades e as vendas a gestora de frotas aumentaram 36%, para as e dos usados foram vendas a particulares (-1%). Para além do aspecto quantitativo das vendas alcançadas, manteve-se uma boa tendência qualitativa na venda e distribuição de automóveis, quer novos quer usados, com as margens a aumentarem, tal como já tinha sucedido em 2009 e que reflecte uma mais equilibrada posição dos stocks e aumento das comissões de crédito recebidas. Em o número de unidades para as rent-a-car do mercado foi de (+ 68,9%), que compara com os em Ao contrário do sucedido no ano anterior, em a importação paralela de automóveis usados de passageiro aumentou das para (+ 8,9%), em especial na marca BMW, o que colocou alguma pressão nas vendas de usados, em especial nas marcas premium. Dos elementos externos que julgamos terem contribuído 5

8 6 para estes resultados, podemos destacar os seguintes: ligeira melhoria do quadro macroeconómico em Portugal; renovação das frotas pelas rent-a-car e gestoras de frota, que em 2009 tinham prolongado os contratos de aluguer operacional com os seus clientes e por isso não efectuaram compras; antecipação de compras devido ao fim do programa de incentivos ao abate de veículos em fim de vida e aumento do IVA e do ISV previsto para Assim, a facturação de automóveis novos aumentou em 40% e a margem bruta aumentou 41%, tendo a margem sobre as vendas subido ligeiramente dos 6,02% verificados em 2009, para 6,09% em. Nos usados, apesar do aumento de vendas não ter sido tão acentuado como nos novos, a facturação aumentou em 24%, tendo a margem bruta sobre as vendas melhorado de 2,96% em 2009, para 3,37% em (vendas a retalho e ao comércio), que pode ser explicada pelo aumento do preço dos veículos usados, devido a alguma escassez de produto causada pela não renovação de frotas por parte das rent-a-car e gestoras de frota verificada em O aumento da margem sobre as vendas no negócio de usados foi de 41%, sendo assim idêntica aos novos. Impulsionado, por um lado, pelo aumento das vendas a retalho e, por outro, ao maior esforço dado pelo Grupo AI na venda de produtos em cross selling, verificou-se um aumento significativo no volume de comissões de crédito em 58%, com especial destaque no negócio de usados onde, apesar da estagnação de vendas a retalho verificada, esta área de negócio aumentou em cerca de 78%. O quadro seguinte evidencia a evolução dos resultados do Grupo nos últimos dois anos, considerando a sua imputação à Auto-Industrial SA e às restantes empresas do Grupo que consolidam na AI, bem como o impacto das operações intra-grupo: Antes de Impostos Após Impostos Resultados Auto-Industrial S.A Outras Empresas do Grupo Operações intragrupo Total Resultados de acordo com S.N.C. - Valores em Euros MERCADO AUTOMÓVEL MERCADO EUROPEU Depois de em 2009 se ter registado na Europa o nível mais baixo de vendas de automóveis novos ligeiros de passageiros dos últimos 16 anos, em as vendas voltaram a cair. A queda foi de 4,9 % tendo passado dos cerca de 14,5 milhões de novos automóveis ligeiros de passageiros vendidos em 2009 para cerca de 13,8 milhões em. De referir que estes números abrangem todos os 25 países da União Europeia (não existe informação para Malta e Chipre), bem como os 3 países da EFTA (Islândia, Noruega e Suécia). Este decréscimo das vendas na Europa contrasta com o que se passou noutros mercados de referência. Na China, onde se venderam 13 milhões de veículos ligeiros de passageiros, o mercado continua a registar um crescimento acelerado, + 33%. Nos E.U.A., onde as vendas estavam em declínio desde 2006, o mercado cresceu 5% tendo sido vendidos 6 milhões de automóveis. No Japão as vendas também estão em recuperação, ao vender cerca de 4 milhões de unidades, o mercado cresceu 10%. O principal motivo para esta redução nas vendas europeias deve-se ao fim, em diversos mercados europeus, de programas estatais de incentivo à renovação do parque automóvel durante o ano de. Analisando o mercado de automóveis ligeiros de passageiros da União Europeia, foram vendidos 13,4 milhões de veículos automóveis ligeiros de passageiros, uma redução de 5,5% face ao ano anterior. Dentro desta área geográfica não houve um comportamento uniforme, tendo havido países que registaram evoluções bastante positivas, com destaque para a Irlanda (+55%), Portugal (+39%), a Suécia (+36%) e a Letónia (+33%). Noutros países registaram-se variações negativas, de relevo, com destaque para a Grécia (-36%), a Bulgária (-29%), a Hungria (-25%) e a Alemanha (-23%). Os cinco maiores mercados da União Europeia continuam a ser a Alemanha, a França, o Reino Unido, a Itália e a Espanha. Em conjunto estes países representaram, em, cerca de 76% das vendas de automóveis ligeiros de passageiros na União Europeia, de referir que esse peso diminuiu 3% em relação ao ano anterior.

9 REPARTIÇÃO DE VENDAS DE AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS NA EUROPA - nº de automóveis: U.E. 25; fonte: ACEA Espanha 7,4% Outros 24,0% Alemanha 21,8% um peso de 11%. Portugal no contexto europeu De referir que dos 25 países que compõem o mercado automóvel de ligeiros de passageiros da União Europeia, Portugal ocupa o 11º lugar em termos de vendas. Deste modo, o peso do mercado português é de apenas 1,7% do mercado europeu. Itália 14,7% Reino Unido 15,2% França 16,9% Alemanha Em, o principal mercado europeu registou uma significativa descida nas vendas, -23,4%, que se traduziu na venda de menos 891 mil automóveis novos. Este decréscimo deve-se ao fim do incentivo para o abate de viaturas na aquisição de nova viatura. O mercado alemão, com 2,9 milhões de unidades vendidas, tem um peso de 21,8% nas vendas europeias de automóveis ligeiros de passageiros. França O mercado francês continua em a ser o segundo mercado mais importante da Europa, de referir que em 2008 este mercado era o quarto mais importante registando vendas inferiores à Itália e ao Reino Unido. No ano em análise, este mercado caiu -2,2%, tendo sido vendidos 2,2 milhões automóveis ligeiros de passageiros contra os 2,3 milhões registados em O mercado francês viu a sua quota no mercado europeu passar para 16,9%. Reino Unido Em este mercado registou 2 milhões de viaturas vendidas, um acréscimo de 1,8% em relação ao ano anterior. O mercado britânico representou 15,2% das vendas do mercado europeu, um ganho de 1% em relação à quota atingida em Itália O mercado automóvel italiano registou uma redução de 9,2% nas vendas, tendo sido vendidas, em, cerca de 1,9 milhões de unidades. Esta diminuição traduziu-se na diminuição nas vendas de cerca de 200 mil automóveis. O mercado italiano baixou a sua quota para 14,7% do mercado europeu. Espanha Após ter registado uma quebra de 17,9% nas vendas de 2009, o mercado espanhol apresentou em sinais de recuperação. Com cerca de 982 mil automóveis ligeiros de passageiros vendidos, o mercado espanhol cresceu 3,1% tendo este acréscimo representado um adicional de vendas na ordem das 29 mil viaturas. O mercado espanhol manteve o seu peso no mercado europeu, cerca de 7%. O mercado espanhol tem vindo a perder relevância comparativamente aos restantes mercados europeus, recorde-se que em 2007 este mercado tinha FABRICANTES DE AUTOMÓVEIS GRUPO VOLKSWAGEN Quanto ao desempenho dos fabricantes de automóveis na Europa Ocidental o Grupo Volkswagen (VW) mantêm a liderança, com 2,8 milhões de viaturas ligeiras de passageiros vendidas, um decréscimo de 4,9% que se traduziu numa quota de mercado de 21,2%. A marca Volkswagen vendeu menos 7,4% em relação ao ano anterior, tendo sido vendidos, no ano em análise, 1,5 milhões de automóveis desta marca, que continua incontestavelmente a marca mais vendida na Europa. Quanto às outras marcas do Grupo VW, a Skoda e a Seat baixaram as vendas, respectivamente, 4,5% e 5,3%, enquanto que no caso da Audi as vendas aumentaram 1,6%. REPARTIÇÃO DE VENDAS DE AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS NA EUROPA POR GRUPO CONSTRUTOR - nº de automóveis: U.E. 25; fonte: ACEA BMW 5,4% Daimler 4,9% Fiat 7,7% Outros 20,1% Ford 8,1% GM 8,7% Volkswagen 21,2% Renault 10,4% PSA 13,5% Grupo PSA O Grupo PSA, que abrange as marcas Peugeot e Citroën, manteve quota de mercado praticamente inalterada 13,5% tendo as vendas baixado 2,8% em relação a Esta quota traduziu-se em 1,8 milhões de viaturas vendidas em. A marca Peugeot registou uma ligeira quebra de 1% nas vendas, passando de 994 mil para 984 mil viaturas vendidas. A quota de mercado da Peugeot foi de 7,4%. Performance mais negativa para a marca Citroën, cujas vendas tiveram uma quebra de 4,9%, tendo sido vendidas, em, 821 mil viaturas. Em termos de quota de mercado, esta marca manteve-se nos 6,1%. Grupo Renault Em, o Grupo Renault (Renault e Dacia) apresentou um desempenho comercial bastante positivo. O Grupo Renault registou um incremento de 4,4% nas vendas, tendo vendido 1,4 milhões de automóveis. A marca Renault vendeu cerca de 1,1 milhões de automóveis, um acréscimo de 3,3%, ao qual correspondeu uma quota de mercado de 8,5%, uma subida de 0,8% em relação ao 7

10 8 ano anterior. Mantêm-se o crescimento das vendas da marca Dacia, +9,1%. Esta marca, direccionada para os consumidores mais sensíveis ao preço, vendeu 258 mil automóveis, representando 19% das vendas do Grupo Renault. Grupo General Motors Tendo o ano de 2009 sido indiscutivelmente um ano de grande turbulência e incerteza para a GM, pelos motivos já referidos no anterior Relatório, e em a situação da GM no mercado, apesar de ainda não ser a ideal, apresenta alguns sinais de recuperação. O Grupo GM, agora apenas com a Opel/Vauxhall e a Chevrolet dado que vendeu a Saab à Spiker Cars no final de Fevereiro de, registou uma quebra de 7,6% nas vendas. Mesmo assim uma quebra inferior à que se tinha registado em 2009, que foi de 8,7%. Este Grupo vendeu 1,17 milhões de viaturas, em, o que se traduziu numa redução das vendas em cerca de 95 mil viaturas, relativamente ao ano anterior. Consequentemente, o Grupo GM baixou ligeiramente a sua penetração no mercado, que corresponde agora a uma quota de 8,7% contra os 8,9% do ano homólogo. A marca Opel/Vauxhall, que representa 85% das vendas do Grupo, sofreu uma quebra de 5,8% nas vendas, tendo sido vendidas 987 mil de viaturas Opel/Vauxhall em. Apesar de tudo, a redução nas vendas da Opel em praticamente acompanharam a redução de 5,5% do mercado global da U.E.. As vendas da marca Chevrolet baixaram 6,8%. Foram vendidos cerca de 176 mil automóveis Chevrolet, no entanto esta marca ainda tem um peso pouco significativo no mercado europeu com uma quota de 1,3%. Grupo Ford O Grupo Ford continua a ser o quinto grupo mais importante em vendas na Europa com cerca de 1,08 milhões de viaturas vendidas em, registando uma queda de 13,9%, superior à do mercado, tendo a respectiva quota de mercado passado de 8,9% para 8,1%. Este grupo já não inclui a marca Volvo, vendida em Agosto de ao grupo Geely, de origem chinesa. Grupo Fiat O Grupo Fiat (Fiat, Lancia, Alfa Romeo, Ferrari e Maserati), registou uma relevante diminuição de 17,4% nas vendas, estando bastante próximo do nível de vendas do Grupo Ford. Com 1,02 milhões de viaturas vendidas, o Grupo Fiat vendeu menos 59 mil viaturas que o Grupo Ford. A quota de mercado do Grupo Fiat baixou de 8,8% para 7,7. Neste Grupo, a marca Fiat representa 79% das vendas, a Alfa-Romeo 10% e a Lancia 9,6% e. Em, todas estas marcas registaram variações negativas nas vendas: -19,1% na Fiat, -18,2% na Lancia e -1,4% na Alfa Romeo. Grupo Bmw As vendas do Grupo Bmw (Bmw e Mini) subiram 5,7%, tendo sido vendidas 725 mil viaturas. Consequentemente a sua quota de mercado aumentou de 4,8% para 5,4%. A marca Bmw representou, neste grupo, 81% das vendas e as restantes 19% pertenceram à marca Mini. Com uma quota de mercado de 4,4% a marca Bmw cresceu 6,2% nas vendas. Relativamente à marca Mini, as vendas apenas subiram 3,9% às quais correspondeu uma quota de mercado de 1%. Grupo Daimler Em, o Grupo Daimler (Mercedes-Benz e Smart) vendeu 652 mil automóveis. Este Grupo, que apresenta uma quota de mercado de 4,9%, viu as suas vendas baixar 2,2%, valor inferior à quebra do mercado mas que não deixa de traduzir uma performance comercial menos boa, sobretudo se compararmos com o concorrente directo, o grupo Bmw. A marca mais importante deste Grupo, a Mercedes-Benz representa 88% das vendas. A marca Mercedes-Benz apresentou uma variação negativa de -0,4% nas vendas, esta variação teve baixo impacto na quota de mercado que passou de 4,1% para 4,3%, uma quota muito similar à da marca Bmw. As vendas da Smart também evoluíram negativamente, -13,3%. Grupo Toyota O Grupo Toyota (Toyota e Lexus) é agora o nono fabricante no ranking de vendas europeu. Tendo vendido cerca de 567 mil automóveis, uma variação negativa de -17,4% em relação ao ano anterior, o grupo Toyota teve em uma quota de 4,2% do mercado. Restantes Marcas As restantes marcas no seu conjunto apresentam uma quota de mercado de 15,8% à qual correspondem 2,1 milhões de viaturas ligeiras de passageiros vendidas. Destaques para os crescimentos nas vendas da Volvo (+12%), da Nissan (+9,2%), da Hyundai (+4,4%) e da Kia (+3,9%). MERCADO PORTUGUÊS Em houve um incremento de 34,6% nas vendas de veículos ligeiros (passageiros e comerciais) no mercado automóvel nacional. Atendendo a que, como já referimos atrás, o mercado europeu ocidental decresceu 5,5%, a performance das vendas em Portugal foi comparativamente bastante mais positiva do que na generalidade dos outros mercados da União Europeia. Apenas a Irlanda com um crescimento de 54% ultrapassou o crescimento das vendas em Portugal. Foram vendidos, durante, em Portugal, automóveis ligeiros, no ano anterior esse valor tinha sido Este valor registado em, foi o valor mais alto dos últimos 9 anos, sendo necessário recuar até ao ano de 2000 para encontrar um nível de vendas superior, nesse ano foram vendidos automóveis ligeiros. Deste modo, o mercado automóvel em Portugal contrariou uma previsível retracção devido à actual conjuntura económica desfavorável que se faz sentir em Portugal. As razões para este facto prendem-se com: a continuidade apenas em do programa de incentivos ao abate de viaturas antigas, programa descontinuado em 2011; com o aumento das vendas a empresas Gestoras de Frotas e de Rent-a-Car, as quais tinham reduzido fortemente as compras no ano anterior; e com o aumento da incidência fiscal sobre os automóveis comprados a partir de 2011,

11 que levou à antecipação de bastantes compras em. Vendas de Automóveis Ligeiros em Portugal Passageiros Comerciais Total fonte ACAP Para compreender a importância do subsídio estatal ao abate de viaturas, importa referir que em, das viaturas ligeiras de passageiros vendidas foram feitas com o apoio desse programa de abates, ou seja, cerca de 16% das vendas totais do mercado. De salientar que este programa, devido à tardia aprovação do Orçamento Geral do Estado, apenas esteve operacional a partir de Abril de. As marcas que mais beneficiaram deste apoio foram a Opel (5.813 unidades), a Renault (4.297 unidades), a Ford (3.649 unidades) e a VW (3.277 unidades). No que concerne às empresas de Rent-a-Car, os dados disponíveis apontam para um impressionante crescimento de 68,9% nas vendas a estas empresas, que terão comprado cerca de viaturas ligeiras, às quais corresponde cerca de 7% das vendas do mercado. A subida dos impostos que incidem sobre os automóveis, nomeadamente o ISV e o IVA, a partir de Janeiro 2011 e o final do programa de incentivos ao abate de viaturas fizeram, tal como já referido, com que houvesse uma forte antecipação das compras, sobretudo pelos clientes particulares. Este fenómeno fez se sentir particularmente no último mês do ano, Dezembro foi o melhor mês do ano em vendas com viaturas ligeiras de passageiros vendidas, cerca de 13% das vendas totais de. Considerando apenas o mercado de automóveis ligeiros de passageiros, este subiu 38,8%. Em foram vendidos automóveis, enquanto que no ano anterior esse valor tinha sido No mercado de veículos ligeiros, o segmento de passageiros representa 83% das vendas. Esta subida ocorre pelos motivos já referidos atrás. O mercado de veículos comerciais ligeiros não escapou à tendência geral do mercado automóvel tendo registado uma subida menos acentuada de 17,4% nas vendas. No ano em análise foram matriculadas unidades, em 2009 tinham sido matriculadas menos unidades. Análise por Fabricante O Grupo Volkswagen (VW, Skoda, Seat e Audi), líder incontestado em vendas no mercado europeu, em mantêm a liderança em Portugal, com veículos ligeiros (passageiros e comerciais) vendidos a que corresponde uma quota de mercado de 17,7%. De referir que as vendas deste grupo cresceram 39,8%, acompanhando a tendência geral do mercado. Todas as marcas deste grupo sofreram variações positivas nas vendas: 61% na Skoda, 52% na Seat, 37% na VW e 21% na Audi. De referir que a marca VW representa 44% das vendas do grupo em Portugal. O Grupo PSA (Citroën e Peugeot), com uma quota de mercado de 16,2%, é o segundo fabricante mais importante a operar no mercado português de veículos ligeiros. Em unidades, as vendas subiram 36,4%, tendo passado para unidades. De referir que as vendas da Peugeot cresceram 45% tendo as da Citroën crescido 28%. Ainda assim, a marca Peugeot representa 54% das vendas da PSA em Portugal. O Grupo Renault (Renault e Dacia) é o terceiro maior fabricante a operar no nosso país com unidades vendidas em e uma quota de mercado de 13%. Relativamente ao ano anterior, as vendas tiveram uma impressionante variação de 43%. A marca Renault representa 95% das vendas do grupo. As vendas da marca Dacia ainda são pouco expressivas no nosso país apesar de terem aumentado 182%. Na quarta posição está o Grupo General Motors (Opel e Chevrolet) com uma quota de mercado de 10% contra 8,7% em Foi sem dúvida um ano bastante positivo para o Grupo G.M. ultrapassada que está a incerteza e as dificuldades que a empresa-mãe sofreu em No mercado português as vendas deste grupo subiram fortemente 56%. Assim venderam-se apenas cerca de 27 mil automóveis. Para esta enorme subida, a maior entre os fabricantes em análise, contribuíram ambas as marcas da GM. A Opel registou uma subida nas vendas de 54%, tendo vendido viaturas, em 2009 tinha vendido cerca de 13 mil. Como seria de esperar a quota de mercado da Opel também sofreu uma variação, tendo passado de 6,7% para 7,7%. De referir que a Opel em Portugal tem um peso de 76% nas vendas da GM. Destaque positivo para a Chevrolet cujas vendas voltaram a crescer fortemente, desta vez 62%, com viaturas vendidas a quota de mercado desta marca subiu de 2% para 2,4%. Os restantes fabricantes apresentaram em vendas inferiores a 2 dígitos, destacando apenas aqueles com quem o Grupo Auto-Industrial possui parceria comercial: O Grupo Ford ocupa a quinta posição. Com uma quota de mercado de 9,3% este grupo vendeu cerca de

12 10 automóveis, tendo registado um acréscimo de 18% em relação às vendas do ano anterior. A quota de mercado da Ford baixou de 8,4 para 7,3%. O Grupo Fiat (Fiat, Alfa Romeo e Lancia) atingiu uma quota de mercado de 6,7% (em 2009 foi de 7,3%) e registou uma subida nas vendas de 24%. A marca Fiat representa 84% das vendas do Grupo. Destaque bastante positivo para o incremento de 97% nas vendas da Alfa Romeo. Na Lancia a evolução foi negativa, -15%. O Grupo Daimler (Mercedes-Benz e Smart) com 5% de quota de mercado e uma subida nas vendas de 21%. O Grupo Bmw (Bmw e Mini) com uma quota de 4,2% e uma subida nas vendas de 29%. O Grupo Chrysler (Chrysler, Dodge e Jeep) com uma quota de 0,4% mas com uma variação positiva nas vendas de 32%, devido à boa performance das marcas Dodge e Jeep, cujas vendas subiram, respectivamente, 33% e 29%. E finalmente, referência para as marcas, de origem asiática, a Mitsubishi com uma quota de mercado de 2,1% e um crescimento nas vendas de 26%, e a Kia, com uma quota de mercado de 1,5% e um crescimento nas vendas de 38%. Análise por Marca e Modelo Analisando o mercado de automóveis ligeiros de passageiros na perspectiva de cada marca, constatamos que houve algumas alterações no ranking de vendas das principais marcas. A liderança do mercado nacional de veículos ligeiros de passageiros continua a ser assumida pela Renault, com unidades vendidas e um aumento nas vendas de 40% em relação a Neste mercado, a Renault possui em Portugal uma quota de 11,7%. Pertence à Renault o modelo mais vendido em Portugal, o Mégane. Este modelo vendeu unidades a que corresponde 6,5% de quota de mercado. O segundo modelo mais importante da Renault é, o Clio com unidades vendidas e uma quota de mercado de 3,8%. O Clio é o quinto modelo mais vendido em Portugal. Em, as vendas da Volkswagen, registaram um incremento de 37%, permitindo-lhe continuar a ser a segunda marca mais vendida em Portugal. A VW vendeu automóveis tendo diminuído ligeiramente a quota de mercado de 8,5 para 8,4%. O modelo mais vendido da VW é o Golf, com unidades vendidas. Este modelo registou um crescimento de 21% nas vendas, apresentando uma quota de mercado de 3,8%. O VW Polo é o oitavo modelo mais vendido com uma quota de mercado de 2,8%. A Peugeot é agora a terceira marca mais vendida, com viaturas vendidas, tendo sofrido incremento significativo de 57% nas vendas em relação ao ano anterior. A Peugeot possui uma quota de mercado de 7,1%, de referir que em 2009 era de 8,1%. O modelo mais importante desta marca em Portugal é o Peugeot 207. Este modelo é o sétimo modelo mais vendido no nosso país com unidades vendidas e 3,2%. Em, a Opel registou um enorme crescimento de 72% nas vendas, o maior crescimento entra as 10 maiores marcas a operar em Portugal. Este ano compara com um ano anterior francamente negativo para a Opel e evidencia uma tendência para recuperação da quota de mercado a que esta marca nos habituou em anos anteriores. A esta quarta posição correspondem unidades vendidas, tendo a quota de mercado passado de 6,2% para 7,7%. O modelo Corsa é o principal responsável pelas vendas da marca, sendo o sexto modelo mais vendido em Portugal com unidades vendidas. Este modelo registou um surpreendente acréscimo nas vendas de 96% em relação O Corsa representou no ano em análise 3,75% do mercado. O segundo modelo mais importante da Opel é o Astra, este modelo ocupa a nona posição no ranking das vendas nacional. Trata-se de um modelo cuja renovação da versão Sports Tourer (carrinha), tradicionalmente a mais popular em termos de vendas, apenas foi efectuada em Dezembro pelo que os efeitos nas vendas desta novo versão ainda não se fizeram sentir significativamente. Assim, o Astra vendeu unidades tendo ainda assim registado uma subida nas vendas de 82%, o que, a par do Corsa, muito contribuiu para esta performance positiva da marca Opel. De referir que a quota de mercado do Astra passou de 2,1 para 2,75%. A Ford protagonizou uma das maiores descidas no ranking de vendas nacional tendo passado da terceira para a quinta posição. A razão desta subida deve-se ao facto das vendas da Ford terem subido menos que o mercado e menos que os concorrentes mais directos, as vendas da Ford cresceram apenas 17%. A quota de mercado desta marca passou de 8,2 para 6,9%, ou seja, foram vendidas unidades. O modelo mais vendido da Ford continua a ser o Fiesta. Este modelo é o terceiro modelo mais vendido em Portugal com unidades e uma quota de 3,8%, e um crescimento de 31% nas vendas. Tal facto não impediu este modelo de perder a liderança no segmento inferior para o Seat Ibiza. O outro modelo importante da Ford é o Focus, ocupando o décimo quarto lugar no ranking de vendas com unidades matriculadas, de referir que este modelo será renovado em A Citroën, é a sexta marca mais vendida em Portugal, tendo vendido veículos ligeiros de passageiros, uma variação positiva de 28% a que corresponde uma quota de mercado de 6%. Nesta marca, o modelo mais vendido é o C3, o qual que representou unidades vendidas. Sendo o décimo primeiro modelo mais vendido em Portugal com uma quota de mercado de 2,4%. Relativamente à performance comercial, em, das outras marcas representadas pelo Grupo Auto- -Industrial: a Fiat decresceu em quota de mercado, de 5,1 para 4,8% tendo vendido automóveis, um acréscimo de 30%; a Bmw, subiu as vendas em 29% tendo vendido automóveis ligeiros de passageiros, aos quais correspondeu uma quota de mercado de 4,4%; as vendas da Mercedes-Benz aumentaram 31% tendo baixado ligeiramente a quota de mercado de 4,3 para 4%, totalizando unidades vendidas; as vendas da Chevrolet registaram um forte impulso de 62%, ao vender automóveis esta marca aumentou a quota

13 de mercados de 2,4 para 2,9%; a Kia registou um aumento das vendas, praticamente ao nível do crescimento do mercado, de 37%, apresentando uma quota de mercado de 1,7% à qual correspondem unidades vendidas; a Mitsubishi registou um significativo incremento nas vendas de 50%%, tendo a quota de mercado subido ligeiramente para 1,5%, valor esse que se traduz em automóveis vendidos; a Smart reduziu as vendas em 0,1%, tendo, consequentemente a quota de mercado baixado de 1,6 para 1,1%, as vendas totais foram automóveis; a Alfa Romeo, por efeito dos novos modelos Mito e Giulietta aumentou enormemente as vendas em 97% tendo aumentado a quota de mercado de 0,7% para 1%; as vendas da Lancia, baixaram 15%, tendo a quota de mercado baixado para quase metade, 0,3%; a Dodge, ainda sob o efeito do monovolume Dodge Journey, aumentou as vendas em 33%, mantendo a quota de 0,2% do mercado; a Chrysler também manteve a quota de mercado de 0,04% tendo registado uma subida de 42% nas vendas. Breve referência ao mercado de automóveis ligeiros comerciais, onde a Renault, com um incremento de 35% nas vendas e unidades vendidas, retomou à Citroën a liderança deste mercado. Recorde-se que este mercado registou um aumento de 17,4%, praticamente metade do crescimento verificado no mercado de ligeiros de passageiros. A Citroën, vendeu automóveis, tendo a sua quota de mercado passado de 14 para 15%, dado que as suas vendas subiram 27%. A Peugeot é a terceira marca mais importante deste mercado com unidades vendidas e uma quota de mercado de 12%. Com um nível de vendas de automóveis, surge depois a Fiat. A Ford com um aumento de 22% nas vendas atinge uma quota de 9,4% do mercado. Destaque negativo para a Opel, segunda marca mais vendida em 2008, que mantém o sétimo lugar nas vendas com apenas matrículas e um insignificante crescimento de 0,2% e uma redução na quota de mercado de 8,5 para 7,3%, de referir que essa quota era cerca do dobro em Um referência para a Jeep, cujos modelos são vendidos como comerciais ligeiros, que vendeu mais 29% em e que mantém a sua quota de 0,2% praticamente inalterada. Os modelos de comerciais ligeiros de mercadorias mais vendidos em Portugal são: em primeiro lugar o Citroën Berlingo com unidades, em segundo o Renault Kangoo com unidades, em terceiro lugar o Peugeot Partner com unidades, em quarto o Renault Clio Societé com unidades vendidas, em quinto o Ford Fiesta Van com unidades. Todos estes modelos com chassis derivado de ligeiro representam 32% do mercado de veículos ligeiros comerciais. Em termos de chassis: 58% dos veículos comerciais ligeiros vendidos em são derivados de ligeiros, 26% são furgões, 12% são pick-ups, os restantes 4% são outros chassis. De referir que os modelos mais vendidos no subsegmento de furgões são a Ford Transit e o Mercedes Sprinter, no segmento de pick-ups a liderança reparte-se pelo Mitsubishi L200e pelo Toyota Hilux RC. Análise por Segmento Para concluir esta abordagem ao mercado automóvel nacional em iremos analisar os respectivos segmentos. O segmento Económico (A), representa 6,5% do mercado total com unidades vendidas, tendo registado um aumento nas vendas, de 2009 para, de 27%. O modelo mais vendido continua a ser o Smart Fortwo com unidades representando 18% das vendas deste segmento. Destaque também para o Citroën C1 com unidades, para o novo Chevrolet Spark com unidades vendidas e para o Fiat 500 com unidades vendidas. De referir, que estes quatro modelos foram responsáveis por 58% das vendas neste segmento. O segmento Inferior (B), em, continua a ser o maior segmento em volume de vendas. Com unidades vendidas este segmento representa 37,8% do mercado. Relativamente ao ano anterior, o volume de vendas deste segmento subiu 52%. Neste segmento o modelo mais vendido foi o Seat Ibiza com unidades logo seguido do Ford Fiesta com unidades, do Renault Clio com unidades e o Opel Corsa com unidades vendidas. Estes quatro modelos possuem uma quota de mercado conjunta de 41% do segmento. O segmento Médio-Inferior (C) é o segundo segmento mais importante do mercado nacional, tendo registado um nível de vendas relativamente similar ao anterior segmento. Este segmento é responsável por 34% das vendas no mercado de automóveis ligeiros de passageiros, este valor representou em a venda de unidades contra as unidades vendidas no ano homólogo, um acréscimo de 39%. O Renault Mégane, que como já referimos anteriormente é o modelo mais vendido em Portugal, continua a liderar este segmento com uma quota de 19% e unidades vendidas. O VW Golf ocupa a segunda posição com unidades vendidas e uma quota de 11%. O Opel Astra com uma quota de 8% vendeu unidades. O Nissan Qashqai representa 7% do segmento com unidades vendidas. VENDA DE AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS POR SEGMENTO EM PORTUGAL - nº de automóveis; fonte: ACAP Superior-E 3,1% Médio-Superior-D 33,9% Luxo-F 0,4% SUV-G 4,1% Monovolumes-H 4,8% Médio-Inferior-C 33,9% Económico-A 6,5% Inferior-B 37,8% O segmento Médio Superior (D), diminuiu seu peso no mercado total, em 2009 era de 12,5% e agora situa-se nos 9,5%, tendo totalizando unidades vendidas. Em relação ao ano anterior, as vendas deste segmento 11

14 12 aumentaram apenas 6%. Este segmento é agora liderado pelo Mercedes classe C com unidades vendidas. O segundo modelo mais vendido é o Audi A4, com unidades vendidas, seguido do BMW série 3 com unidades e do Opel Insignia com unidades matriculadas. Os modelos atrás referidos são responsáveis por 51% das vendas do segmento. O segmento Superior (E), sobe 73% em. Neste ano foram vendidas viaturas, representando este segmento 3,1% do mercado. Neste segmento, o modelo mais vendido é o Mercedes E com unidades vendidas. O BMW série 5, modelo renovado no início de, registou viaturas vendidas. Estes dois modelos dominam por completo o segmento com uma quota conjunta de 81%. O segmento Luxo (F) com apenas 793 unidades vendidas, possui um reduzido peso de 0,4% do mercado total. As vendas de automóveis de luxo baixaram 3%. Na liderança está agora o Mercedes-Benz S com 169 unidades vendidas e 21% de quota no segmento, logo seguido do BMW série 7 com 142 automóveis vendidos e uma quota de 18% e do Porsche Panamera com 107 matrículas e 14% de quota. Os restantes modelos, registaram níveis de vendas inferiores a 95 unidades. De referir que a Mercedes-Benz, a BMW e a Porsche representam, em conjunto, 78% das vendas neste segmento. Quanto ao segmento de viaturas SUV (G), neste segmento as vendas também aumentaram. As vendas deste segmento representam 4,1% do mercado com unidades vendidas. As vendas neste segmento, registaram uma subida de 66% em relação ao ano anterior. Os modelos mais vendidos são os BMW X1/ X3/X5/X6 com unidades vendidas, seguidos pelos Peugeot 3008/4007 com veículos vendidos. O segmento Monovolumes (H), aumentou as vendas, tendo vendido mais 23% em No total foram vendidos automóveis monovolumes, sendo o peso do segmento no mercado de 4,8%. Este é dominado pelo Seat Altea com unidades vendidas, pelo Peugeot 5008 com unidades e pelo Ford S-Max com unidades vendidas. ACTIVIDADE COMERCIAL AUTOMÓVEIS NOVOS Em as vendas de viaturas novas no Grupo foram 194 milhões de euros, um crescimento de 38% em relação à facturação do ano anterior. As operações de retalho automóvel do Grupo Auto- -Industrial venderam veículos ligeiros novos, um acréscimo de 39,3% em relação às unidades comercializadas no ano anterior. Globalmente o desempenho comercial foi muito positivo, atendendo a que as vendas do Grupo subiram mais do que o mercado, recorde-se que o mercado cresceu 34,6%. Esta performance comercial permitiu um ligeiro aumento da quota de mercado do Grupo no mercado automóvel nacional de 3,7 para 3,8%. Cerca de 79% das vendas de veículos do Grupo são de ligeiros de passageiros sendo os restantes comerciais. De referir que as vendas de automóveis ligeiros de passageiros no Grupo subiram 43%, enquanto que no caso dos veículos comerciais as vendas subiram 26,6%. Atendendo a que o mercado de ligeiros de passageiros subiu 38,8% e o de ligeiros comerciais 17,4%, a performance comercial do Grupo foi, de facto, superior à média do mercado. Analisando as vendas de automóveis novos por canal, destaque para o crescimento de 144% nas vendas a empresas de Rent-a-Car, nos restantes canais, nomeadamente o Retalho e as Gestoras de Frotas, o crescimento das vendas foi similar ao do mercado. Entre as 17 marcas de automóveis comercializadas pelo Grupo em, não considerando as 2 marcas (Skoda e Seat) cuja actividade se iniciou apenas no final de : a Opel foi a marca mais vendida com unidades, um crescimento de 46% face a 2009, deste modo a quota do Grupo nas vendas do importador situou-se nos 14%; o Grupo vendeu viaturas Ford tendo havido um crescimento de 19% nas vendas, o peso destas vendas no

15 total da Ford em Portugal foi de 13%; a Mercedes-Benz foi a terceira marca mais vendida com unidades e um crescimento de 34% face ao ano homólogo, a quota do Grupo nas vendas da marca foi de 9%. No seu conjunto, estas 3 marcas representam 64% das vendas de automóveis novos do Grupo A.I.. Cada uma das restantes marcas registou vendas inferiores a mil unidades. Entre estas, destacamos as performances comerciais excepcionais da Alfa Romeo, da Chevrolet e da Fiat cujas vendas no Grupo cresceram, respectivamente, 340%, 100% e 94% face a VENDAS DE AUTOMÓVEIS NOVOS POR MARCA NO GRUPO AUTO-INDUSTRIAL - nº de automóveis Citröen 6,2% Fiat 6,8% Renault 7,4% Chevrolet 5,3% BMW 3,7% Mercedes-Benz 10,3% Outras* 6,3% Opel 28,6% Ford 25,3% *Outras: Mitsubishi / Smart / Alfa Romeo / Isuzu / Dodge / Jeep / KIA / Lancia / Chrysler A Auto-Industrial S.A., distribuidora da Opel, Chevrolet, Isuzu, Chrysler, Jeep e Dodge, registou a venda de viaturas novas, uma subida de 50% face ano homólogo. A marca Opel representa 81% dos automóveis vendidos por esta empresa. As vendas em todas estas operações subiram, sendo de referir as performances, mais positivas do que o mercado, da Auto-Industrial em Lisboa (+66%), na Figueira da Foz (+61%) e em Coimbra (+47%). A C.A.M. S.A., distribuidora da Ford, Mitsubishi e Citroën, teve um desempenho melhor que o mercado, com a venda de viaturas novas, um crescimento de 20%. A marca Ford representa 84% das vendas desta empresa. As vendas da operação no Porto subiram 25%, enquanto que, em Lisboa esse valor foi de 16%. As operações Mercedes-Benz e Smart do Grupo, a Mercentro S.A. e a Sodicentro Lda., venderam, no período em análise, unidades, um acréscimo bastante positivo de 36% relativamente ao ano anterior. De destacar o crescimento de 45% nas vendas da Operação de Leiria, 39% na de Coimbra e 25% em Aveiro. De referir que a marca Smart representa 14% das vendas totais destas operações, tendo estas vendas subido 53% em. A A. Brás Heleno S.A., distribuidora BMW, Fiat e Alfa Romeo, registou o quarto ano de actividade no seio do Grupo Auto-Industrial tendo vendido 897 unidades, um aumento de 73% nas vendas. Este aumento explica-se pelo segundo ano de actividade da Concessão Fiat em Leiria, cujas vendas aumentaram de forma excepcional 165% em relação a Cerca de 43% das vendas da A.Brás Heleno são atribuíveis à BMW, possuindo esta concessão um peso de 4% nas vendas do importador. Em meados de esta empresa iniciou também a actividade como concessão Alfa Romeo em Leiria. A Auto-Industrial Porto Lda., distribuidora da Opel, Chevrolet e Citroën, registou a venda de 681 viaturas novas, uma subida de 79% face ano homólogo. A marca Opel representa 77% dos automóveis vendidos por esta empresa. O distribuidor Renault do Grupo, a Gilauto S.A., vendeu 762 viaturas, mais 48% que no ano anterior. Esta subida nas vendas da Gilauto foi superior à do mercado e à do próprio importador Renault, que foi de 39%. Deste modo o peso da Gilauto nas vendas da Renault passou para 2,3%. As vendas da Renault têm uma quota de 7% nas vendas totais do Grupo, sendo assim a quarta marca em vendas. A União Eborense Lda, distribuidora Fiat, Lancia e Alfa Romeo em Évora, registou 287 unidades vendidas em, um aumento de 32%. Em conjunto com a A. Brás Heleno, as vendas da Fiat no Grupo aumentaram 94% tendo se situado nas 707 unidades. O peso do Grupo nas vendas da Fiat quase que duplicou, estando agora próximo dos 5%. O grupo Fiat, considerando a Fiat a Alfa Romeo e a Lancia, representa 7,7% das vendas do Grupo A.I.. A Garagem de Santa Cruz Lda, distribuidor Citroën do Grupo em Coimbra, registou uma subida nas vendas de 17%, tendo vendido 283 unidades. No seu conjunto a Citroën vendeu no Grupo A.I. 642 automóveis o que se traduz uma quota de 3,2% nas vendas nacionais da marca. A EUA Lda, distribuidora Kia, Chrysler, Jeep e Dodge em Braga, vendeu 115 viaturas em, um incremento nas vendas de 37%. De referir que a concessão Kia apenas iniciou a actividade em meados do ano, ainda assim esta marca representou 29% das vendas desta empresa. A Central Parque S.A., distribuidora Opel, vendeu 91 viaturas, tendo registado um incremento nas vendas de 36% em relação a AUTOMÓVEIS USADOS Estimamos que o mercado nacional de automóveis usados tenha tido uma redução de 5% em relação ao ano de 2009, tendo atingido em VLP (veículos ligeiros de passageiros) unidades. O desempenho da Auto-Industrial, com um aumento de 13,2% em número de unidades que passaram para 4.332, foi muito positivo. No conjunto, o Grupo Auto-Industrial, teve um aumento de 5,5% das unidades vendidas para e um aumento de facturação de 7% para um valor de 51,4 milhões de euros, a que corresponde um desempenho excelente. 13

16 Análise das Vendas de Automóveis Usados no Grupo Auto-Industrial vs % 2009 vs % vs % Retalho ,7% 40 1,7% 4 0,2% Comércio + Trânsito ,4% ,4% 305 9,6% Total ,8% ,5% 309 5,5% VENDAS DE AUTOMÓVEIS NO GRUPO AUTO-INDUSTRIAL - nº de automóveis; total: Usados 36,4% A rotação de existências passou de 3,9 para 4 rotações por ano. Na Auto-Industrial, verificou-se um aumento de 6%, com as vendas a atingirem 18 milhões de Euros. Novos 63,6% SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA A manutenção da generalidade dos acordos com os nossos principais clientes e as acções de CRM, fidelização e conquista de clientes, levaram a que a facturação de serviços (só mão-de-obra) atingisse os 12,2 milhões de Euros o que corresponde a um aumento de 11%. 14 PEÇAS E ACESSÓRIOS Em a facturação de peças e acessórios foi de 41,4 milhões de euros representando um aumento de 1 % em relação a As margens mantiveram-se em baixa, fruto do excesso de oferta no mercado, do desenvolvimento das linhas de material de qualidade equivalente. No sector de material e equipamento agrícola, a facturação foi de 3,9 milhões, representando um aumento de 20,9% em relação a IMPORTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS AGRÍCOLAS O mercado de tractores atingiu 5517 unidades, a que corresponde em termos de matrículas um acréscimo de 5,95%, com -6 % no segmento dos compactos a que corresponderam 1528 unidades e de +11,4% no segmento dos convencionais que atingiram as 3989 unidades. Destacamos o facto de termos assinado durante o ano de, contratos de distribuição para Portugal e Ilhas, com as conceituadas marcas de equipamentos agrícolas: Fliegl; Cramer; Bogballe; e Vogel & Noot. Os Tractores Kubota distribuídos por Tractores Ibéricos Lda, atingiram as 634 unidades, representando uma diminuição de 2,9%, sendo que a quota de mercado

17 passou de 12,5% para 11,5%. Este comportamento fica- -se a dever ao aumento de preço dos tractores resultante da revalorização do JPY (iene japonês) versus Euro e também o aumento da potência média do mercado que passou de 61,6 cv para 64,9 cv, sendo que a Kubota tem uma presença muito mais forte no segmento de menos de 60 cv. A Fendt cresceu 3,9% para 81 unidades, a que correspondem 1,5% de quota de mercado, e a Claas (tractores), manteve as vendas em 39 unidades a que correspondeu uma quota de mercado de 0,7%. No total o Grupo, atingiu no mercado de tractores 1082 unidades que comparam com 770 unidades em 2009 e a quota de mercado passou de 18,1% para 19,6%. O Grupo Auto-Industrial foi em o líder na distribuição de tractores e também no total de máquinas agrícolas. De realçar ainda que a Kubota é a 2.ª marca no mercado de tractores. O mercado total de Ceifeiras debulhadoras foi de 1 unidade, não tendo sido feita nenhuma venda de ceifeiras Claas em. As vendas de Ensiladoras auto-motrizes, mantiveram-se em nas 2 unidades, tendo sido vendida um unidade Claas, ou seja 50% de quota de mercado. Quanto ao sector de equipamentos agrícolas, em que o Grupo distribui as prestigiadas marcas: Kuhn, Lemken, Kverneland, Amazone, Stara, Joskin, McHale, Fliegl, Cramer, Bogballe e Vogel & Noot, o comportamento foi muito positivo e melhor do que o estimado para o mercado em geral. Refere-se que com a marca McHale no segmento das enfardadeiras de fardos cilíndricos, fomos n.º1 no mercado com uma quota que estimamos em 40%. IMPORTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE MOTORES MARÍTIMOS E INDUSTRIAIS No ano de a actividade da Motolusa, conseguiu apesar da recessão do sector náutico de lazer e profissional, bem como da construção civil e obras públicas que são grandes clientes de motores e peças, aumentar a facturação para 3,17 milhões o que representa um aumento de 11%. No entanto devido a correcção no posicionamento concorrencial, em particular das peças Perkins, ao lançamento de campanhas agressivas e a um excelente trabalho, o sector de peças aumentou a facturação em 5,9 %, tendo atingido 1,8 milhões de euros em. No mercado de motores Diesel industriais houve uma redução de 6% nas unidades vendidas e um aumento de cerca de 37,5% na quantidade total de geradores incluindo os geradores Vetus. No sector de motores marítimos comerciais estimamos que o mercado tenha tido uma contracção e nós tivemos um desempenho que estimamos melhor do que o mercado tendo perdido 1,8%, para 54 unidades. Em, o sector da Náutica- barcos e motores, a quantidade de barcos baixou 4,9% e aumentámos 100% na quantidade de motores, tendo passado para 132 unidades. Continuamos no segundo ano após o lançamento da distribuição da Vetus, a considerar que os resultados, face à situação do sector, são muito animadores. Quanto à colaboração com a prestigiada marca Yamaha, continua a ter um desenvolvimento muito positivo. SITUAÇÃO FINANCEIRA As contas consolidadas do grupo e as contas individuais da Auto-Industrial foram elaboradas no novo sistema de normalização contabilística (SNC) e o ano n-1 reclassificado nas contas individuais da Auto-Industrial, do POC para este novo sistema, e nas contas consolidadas, de IAS (International Accouting Standards) também para este novo sistema. A reclassificação das contas gerou uma quebra nos resultados líquidos do exercício de 2009 (n-1) da Auto-Industrial S.A, que passaram de para , representando uma diminuição de O principal ajustamento verificou-se no reconhecimento de derivados (swaps de taxa de juro) pelo justo valor. Nas contas consolidadas, a alteração no resultado final de 2009 foi positiva, num montante menos significativo de Apresentamos no gráfico seguinte a evolução dos capitais próprios do grupo, assistindo-se a um aumento de 11,1 milhões de euros na situação líquida, de 2009 para. CAPITAIS PRÓPRIOS DO GRUPO AUTO-INDUSTRIAL normas SNC - Milhões de Euros 15

18 16 VENDAS E SERVIÇOS PRESTADOS O grupo vendeu viaturas novas, o que representa uma subida de 39,3% relativamente ao ano anterior. O mercado nacional cresceu um pouco menos, 34,6%, passando assim a quota de mercado do grupo AI de 3,7% para 3,8%. As vendas de veículos usados atingiram unidades, mais 6% que em As vendas de viaturas novas aumentaram o seu peso no mix das vendas, de 54% para 60% e ao contrário os veículos usados baixaram-no de 18% para 15%. FACTURAÇÃO DO GRUPO AUTO-INDUSTRIAL POR ÁREAS DE NEGÓCIO - (Sector Agrícola inclui respectivas peças e serviços) Serviços Auto 3,5% Peças Auto 10,6% Automóveis Usados 15,1% Sector Agrícola 9,0% Motores/ Naútica 0,9% Outros/ Comissões 0,7% Automóveis Novos 60,1% Nas contas consolidadas o total de vendas e serviços prestados elevou-se a 340 milhões de euros, 28% acima do volume do ano transacto. De destacar o montante das comissões de crédito, incluídas na rubrica de serviços prestados, que ascenderam a 1,863 milhões de euros, correspondendo a um crescimento de 676 mil euros face a TOTAL DE VENDAS E SERVIÇOS PRESTADOS DO GRUPO AUTO-INDUSTRIAL normas SNC - Euros Nas contas individuais da Auto-Industrial o volume total das vendas e prestação de serviços atingiu 114,1 milhões de euros, representando um aumento de 32% em relação a 2009.O significativo crescimento das vendas de viaturas novas é a principal causa desta variação positiva, extensível a quase todas as marcas do grupo. No entanto a rentabilidade das vendas de mercadorias desceu de 7,39% para 6,85%, explicada pelo aumento expressivo do canal de vendas a rent-a-car, (+ 229%), canal este que gera menores margens. DESPESAS OPERACIONAIS Analisando as despesas operacionais das contas consolidadas do grupo, os fornecimentos e serviços externos sobem 4,6% e as despesas com o pessoal aumentam 10,6%. As amortizações reduzem 9,5% (menos 368 mil euros) e as imparidades descem 124 mil euros, ou seja menos 33%. O resultado operacional (antes de gastos de financiamento, de juros e rendimentos similares obtidos) aumentou 274%, ascendendo a 11,6 M. Nas contas individuais da Auto-Industrial S.A., regista- -se uma ligeira descida dos fornecimentos e serviços externos que baixam 0,6% e um aumento de 13% nos gastos com o pessoal, pelo facto de em 2009 não se terem praticado aumentos salariais. As amortizações do imobilizado apresentam um decréscimo de 15%, reflexo do baixo nível de investimentos ocorrido durante este exercício. As imparidades de dívidas a receber diminuíram 213 mil euros, ainda consequência do encerramento da operação de rent-a-car da Auto-Industrial. Os outros rendimentos e ganhos que englobam bónus, mais-valias e rendas recebidas pelo aluguer de espaços, baixa 1,889 M entre os dois anos. Esta grande variação negativa explica-se pela contabilização em 2009 de cerca de 1,5 M de mais-valias obtidas com alienação de activos fixos tangíveis e uma indemnização de 0,6 M recebida de antigos sócios da Sodicentro, situações estas não recorrentes. O resultado operacional (antes de gastos de financiamento, de juros e rendimentos similares obtidos e impostos) subiu 16%, passando de 528 mil euros para 612,5 mil euros. PESSOAL Os gastos com pessoal ascenderam, no Grupo Auto- -Industrial, a , um aumento de 10,6% em relação aos verificados em O número total de empregados no final de era de 968 pessoas, um aumento de 3,4% em relação ao ano anterior. Durante o ano de o nº médio de empregados foi de 958, um valor acima dos 941 registados no ano anterior. O número total de empregados no Grupo reparte-se do seguinte modo: 36% pertencem à Auto-Industrial S.A., 16% à C.A.M. S.A., 12% à Sodicentro Lda., 7% à A. Brás Heleno S.A., 6% à Auto-Industrial Porto Lda. e os restantes 23% repartem-se pelas outras empresas do Grupo. Continuando a caracterização do Grupo em termos de recursos humanos, é interessante referir que, em termos de actividade, 47% dos funcionários estão ligados às oficinas/assistência técnica, 24% trabalham na área comercial, 14% na área de peças e os restantes 14% estão ligados a funções administrativas.

19 REPARTIÇÃO DO Nº DE EMPREGADOS NO GRUPO AUTO-INDUSTRIAL - Total: 968 RESULTADOS LÍQUIDOS APÓS IMPOSTOS normas SNC - inclui inter. minoritários - Milhões de Euros Outras Empresas 23% 12,0 10,0 8,0 6,0 C.A.M 16% Considerando apenas a Auto-Industrial S.A., os gastos com pessoal foram de um aumento de 13% face aos registados em O número de colaboradores no final do ano foi de 353, um aumento de 17 empregados em relação a O número médio de empregados ao longo de foi 353, um aumento de 10 pessoas em relação ao número médio do ano anterior. Caracterizando sumariamente a estrutura de recursos humanos da Auto-Industrial S.A., em termos de funções, 42% estão ligados à área de assistência técnica, 21% às vendas, 20% à área administrativa e 17% às peças. De referir que estes administrativos incluem os backoffice que prestam diversos serviços a outras empresas do Grupo, nomeadamente a Contabilidade, o CRM/ marketing e a avaliação de usados. Quanto a níveis de escolaridade, 46% possui a escolaridade básica, 38% o ensino secundário e 16% o ensino superior. Continua a haver uma predominância dos funcionários de sexo masculino, 80% do total. Em termos de idade, a idade média dos empregados da Auto-Industrial é 44 anos. Quanto à antiguidade, 19% estão na empresa à menos de 2 anos, 13% estão à mais de 2 anos e menos de 5 anos, 24% estão à mais de 5 e menos de 10 anos, e 44% estão na empresa à 10 anos ou mais. 4,0 2,0 0,0 Auto-Industrial, S.A Grupo A.I Os dividendos obtidos baixaram 1,033 milhões de euros. Receberam-se 1,58 M de dividendos da AISGPS, e tinham-se recebido 2,6 M de dividendos da Tecnicrédito SGPS em Os resultados financeiros melhoraram 12% ( euros), resultado da diminuição dos juros das obrigações participantes dos accionistas e da diminuição da dívida de financiamentos em cerca de 1,2 milhões de euros, factores que compensaram a forte subida dos spreads bancários. De realçar a restruturação dos 66,8 milhões de euros de dívida bancária, que aumentou o peso dos financiamentos de médio/longo prazo de 52% no final de 2009 para 60% no final de. O Grupo encerra o exercício de com 73,7 M de dívida bancária, incluindo os leasings imobiliários, representando uma quebra de 2 milhões de euros relativamente ao ano transacto. 17 RESULTADOS Nas contas consolidadas o resultado antes de impostos elevou-se a 13,5 M, que compara com um resultado de 2,9 M do ano anterior Em termos individuais a Auto-Industrial teve um resultado antes de impostos de 1,733 milhões de euros, 31,6% abaixo do apresentado em 2009, que registou 2,535 milhões de euros. Depois de impostos a Auto- -Industrial encerrou com um resultado de 1,692 milhões de euros, que representa uma diminuição de 1,238 milhões de euros face ao resultados do ano de Contabilizaram-se euros de impostos diferidos em e no ano passado. No entanto, se analisarmos os resultados excluindo as situações não recorrentes de 2009, os resultados finais apresentariam uma subida de 105%.

20 MENÇÕES FINAIS No sentido de cumprir com o artigo 66º do Código das Sociedades Comerciais declara-se que, com a excepção da abertura de uma nova concessão automóvel da Hyundai no âmbito da C.A.M. em Lisboa, não ocorreram, após o termo do exercício, factos relevantes não mencionados, estando-se a verificar um normal andamento dos negócios. Para os trabalhadores e colaboradores das sociedades do Grupo um agradecimento pelo empenho e dedicação demonstrados. Ao Conselho Fiscal manifesta-se o reconhecimento do Conselho de Administração pela forma competente, interessada e colaborante com que tem seguido os negócios sociais. Após a contabilização de 41 mil 366 euros e 57 cêntimos de imposto sobre o rendimento do período, o exercício de encerra com um resultado líquido disponível de 1 milhão 692 mil 396 euros e 81 cêntimos 18 Para este resultado o Conselho de Administração propõe a seguinte aplicação: Reserva legal ,00 Reserva livre ,55 Dividendo às acções em circulação (18 cêntimos por acção) ,26 Coimbra, 25 de Fevereiro de 2011 O Conselho de Administração Tomaz Andrade Rocha (Presidente) Manuel Cardoso Pinto Martha Mário Leite Santos Maria Leonor Freitas de Figueiredo Costa Amorim Afonso Miguel Dion Moniz Cunha Lucas

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