A reforma política em questão

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A reforma política em questão"

Transcrição

1 A reforma política em questão

2 Proposta de redação: A participação dos brasileiros, de modo efetivo e organizado, é ferramenta tendente a viabilizar a reforma política.

3 Reforma política: As cenas são diferentes, mas o roteiro é igual: todo início de legislatura federal traz consigo a ideia de reforma. Olhem por cima do muro da História e verão no corredor de passado não muito distante as pegadas de sucessivos impulsos reformistas: reforma do Estado, reforma financeira, reforma econômica, reforma tributária, reforma urbana, reforma rural, reforma da saúde, reforma do Judiciário, reforma fiscal, reforma constitucional e tantas outras (...). (Fábio Trad - E então: o que fazer para que as reformas saltem do papel? Por ser atual e polêmico, convém aprofundar a leitura e dissertar sobre o tema, que pode ser lembrado no próximo Enem. A seguir, material de apoio para sua produção textual.

4 Textos de apoio

5 TEXTO I Reforma política ou mais um remendo? Por Chico Brasileiro Na mesa estão questões fundamentais e necessárias, como o fim do financiamento privado de campanha, o fim da reeleição para cargos do Executivo, a limitação no número de mandatos de parlamentares, a unificação de data para as eleições e a limitação nos gastos de campanha, entre outras medidas que, no conjunto, possam devolver ao Brasil a credibilidade perante o seu povo e a comunidade internacional, trazendo óbvios reflexos sobre a economia nacional. Sem falar no resgate da legitimidade da representação parlamentar. Apenas para ficar em um exemplo dos danos do modelo em vigor, toda essa crise ética e moral exposta pela Operação Lava Jato tem origem no financiamento privado de campanha. Está claro que essa rede de corrupção que não se restringe a apenas uma estatal faz parte de uma gigantesca engrenagem que nasce na troca de favores entre a classe política e o capital. Não é este ou aquele partido; não é este ou aquele político; não é esta ou aquela empreiteira. A verdadeira responsável por essa mazela institucionalizada chamase Lei 9.504/97, a nossa Lei Eleitoral (e suas complementações): um mosaico de distorções e absurdos corporativistas e maniqueístas, ao qual estamos submetidos como regramento do nosso cotidiano político e que facilita a criminalidade do colarinho-branco. Diante disso, fica difícil imaginar que esse mesmo Congresso Nacional possa trazer à luz uma legislação transformadora. Não acredito em mudanças profundas no sistema político brasileiro que sejam aprovadas por pessoas eleitas pelas regras que devem ser mudadas. Por isso, creio que, se fracassada esta nova tentativa, devamos refletir sobre a possibilidade de o Brasil superar o debate jurídico e encontrar uma saída constitucional para a convocação de uma assembleia nacional constituinte exclusiva para a reforma política. De uma ou de outra forma, o novo texto terá de necessariamente subtrair privilégios, desmontar estruturas corruptas, cassar poderes de coronéis e oligarquias políticas e econômicas. Sem isso, as vozes das ruas sempre acabarão roucas. Não basta apenas transformar insatisfação em protestos de rua. É preciso avançar e agir por uma reforma política que dê fim a esse processo de remendos cíclicos que jamais objetivam uma nação melhor. 9l197dpdor0cv05pxx911sxrg

6 TEXTO II Pergunta: O que é uma reforma política? Resposta: Um conjunto de mudanças que pretende aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro. Pergunta: Quais são os pontos principais? Resposta: Existem várias propostas, elaboradas por diversos segmentos da sociedade organizada e partidos políticos. No Senado, uma das propostas que seguem para a aprovação é a que muda a forma como os deputados são eleitos, por exemplo. Pergunta: Como ela pode acontecer? Resposta: a) Por uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que modificaria algumas cláusulas da Constituição que a reforma defende. Exemplo: A reeleição, que hoje só é permitida por um período subsequente; b) Por uma Assembleia Constituinte, formada por um grupo especial de deputados e senadores, que tem o poder de modificar a Constituição ou mesmo elaborar uma nova Carta. Ou seja, legalmente, um plebiscito ou referendo não seriam necessários para que as mudanças fossem feitas. Resposta: Como a reforma política vem sendo demandada pela população há muito tempo, seria democrático que os eleitores participassem e chancelassem as mudanças propostas. Um referendo é mais interessante para o Congresso, pois todo o poder permanece nas mãos dos deputados, que deixariam para a população apenas referendar ou não as mudanças estabelecidas. Pergunta: Qual é a diferença entre referendo e plebiscito? Resposta: No referendo, a proposta da reforma política já foi elaborada pelo Legislativo, cabendo à população decidir se concorda ou não com o que está sendo proposto. No plebiscito, o poder da população de interferir é maior, já que será votado cada ponto da reforma, um a um. O eleitor poderá, por exemplo, desaprovar alguns pontos e aprovar outros. Fonte: Pergunta: Se não é necessário, por que essa consulta popular está em questão?

7 TEXTO III

8 MÃOS À OBRA A partir do material de apoio e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema: A participação dos brasileiros, de modo efetivo e organizado, é ferramenta tendente a viabilizar a reforma política. Apresente, ao final, uma proposta de intervenção social que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de maneira coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

9 Conteúdo exclusivo da plataforma

Pesquisa de Opinião Eleitoral Reforma Política Abril e Maio de 2009

Pesquisa de Opinião Eleitoral Reforma Política Abril e Maio de 2009 P1. A reforma política voltou à pauta do Congresso. Sobre a regra de transição, na opinião do (a) senhor (a), as mudanças nas legislações eleitoral e partidária: Devem vigorar de imediato, valendo para

Leia mais

Flexibilização do currículo do Ensino Médio

Flexibilização do currículo do Ensino Médio Flexibilização do currículo do Ensino Médio Proposta de redação: Ensinar o verbo que precisa ser conjugado no presente e no futuro. Flexibilização do currículo do EM: Os adolescentes do novo milênio fazem

Leia mais

CURSO FORMAÇÃO CIDADÃ DEMOCRACIA REPRESENTATIVA. Victor Barau

CURSO FORMAÇÃO CIDADÃ DEMOCRACIA REPRESENTATIVA. Victor Barau CURSO FORMAÇÃO CIDADÃ DEMOCRACIA REPRESENTATIVA Victor Barau 1- O Conceito da palavra Democracia Democracia demos = povo, e kratos = autoridade Origem Conceito Moderno: Revoluções Francesa e Americana.

Leia mais

Reforma Política, Eleitoral e o Financiamento Político Prof. Dr. Ricardo W. Caldas Departamento Ciência Política Universidade de Brasília (UnB)

Reforma Política, Eleitoral e o Financiamento Político Prof. Dr. Ricardo W. Caldas Departamento Ciência Política Universidade de Brasília (UnB) Reforma Política, Eleitoral e o Financiamento Político Prof. Dr. Ricardo W. Caldas Departamento Ciência Política Universidade de Brasília (UnB) 1 Introdução Objetivos: Discutir os objetivos de uma Reforma

Leia mais

Atividade Colaborativa. Aula-tema 3: As Liberdades Públicas A Declaração de 1789

Atividade Colaborativa. Aula-tema 3: As Liberdades Públicas A Declaração de 1789 Atividade Colaborativa Aula-tema 3: As Liberdades Públicas A Declaração de 1789 TAREFA 3 Passo 01: Leia os textos abaixo. Texto 1: Espécies de Regimes Democráticos: Democracia Direta, Semidireta e Indireta

Leia mais

Jean-Jacques Rousseau (1753) de Maurice Quentin de La Tour Da vontade geral surge o Estado

Jean-Jacques Rousseau (1753) de Maurice Quentin de La Tour Da vontade geral surge o Estado 1 JEAN-JACQUES ROUSSEAU: A VONTADE GERAL. Jean-Jacques Rousseau (1753) de Maurice Quentin de La Tour Da vontade geral surge o Estado Rousseau e a democracia direta 2 Assim como os demais pensadores políticos

Leia mais

Jimboê. História. Avaliação. Projeto. 5 o ano. 3 o bimestre

Jimboê. História. Avaliação. Projeto. 5 o ano. 3 o bimestre Professor, esta sugestão de avaliação corresponde ao terceiro bimestre escolar ou à Unidade 3 do Livro do Aluno. Projeto Jimboê 5 o ano Avaliação 3 o bimestre 1 Avaliação NOME: ESCOLA: PROFESSOR: TURMA:

Leia mais

O PAPEL DO CONGRESSO NACIONAL NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS

O PAPEL DO CONGRESSO NACIONAL NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS O PAPEL DO CONGRESSO NACIONAL NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS Adriane de Medeiros 1 Daniel Skrsypcsak² Otília Maria Dill Wohlfart³ 1 INTRODUÇÃO A sociedade brasileira busca respostas consistentes para o desafio

Leia mais

DIAP Quadro comparativo: PEC do GT da reforma política no Congresso Qua, 13 de Novembro de :43

DIAP Quadro comparativo: PEC do GT da reforma política no Congresso Qua, 13 de Novembro de :43 Departamento Intersindical de Assessoria Parlametar organiza uma tabela comparativa a partir da PEC aprovada pelo Grupo de Trabalho sobre Reforma Política na Camâra dos Deputados. O Grupo de Trabalho sobre

Leia mais

A Nação é uma sociedade política e o autor do nosso livro-texto, em sua doutrina, dispõe que a Nação se compõe de dois elementos essenciais:

A Nação é uma sociedade política e o autor do nosso livro-texto, em sua doutrina, dispõe que a Nação se compõe de dois elementos essenciais: Resumo Aula-tema 02: Teoria Geral do Estado. A Teoria do Estado foi construída pela nossa história, é uma disciplina nova, embora já existissem resquícios desde a Antiguidade, mas faz pouco tempo que ela

Leia mais

REDAÇÃO 1º SIMULADO MODELO ENEM - 2014. 3º ANO e PRÉ-VESTIBULAR 2º DIA NOTA: Nome completo: Matrícula: Unidade: Turma: Corretor:

REDAÇÃO 1º SIMULADO MODELO ENEM - 2014. 3º ANO e PRÉ-VESTIBULAR 2º DIA NOTA: Nome completo: Matrícula: Unidade: Turma: Corretor: 1º SIMULADO MODELO ENEM - 2014 3º ANO e PRÉ-VESTIBULAR 2º DIA REDAÇÃO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO NOTA: Nome completo: Matrícula: Unidade: Turma: Corretor: INSTRUÇÕES 1. A REDAÇÃO SERÁ AVALIADA DE ACORDO

Leia mais

Jornal do Servidor. 2013. O documento, que foi construído com ampla participação dos servidores através de inúmeras reuniões

Jornal do Servidor. 2013. O documento, que foi construído com ampla participação dos servidores através de inúmeras reuniões Jornal do Servidor Sindicato Único dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Blumenau Blumenau Março/Abril 2013 Mais de 1,5 mil servidores reuniram-se na praça da prefeitura, mostrando força e

Leia mais

EMAIL/FACE: prof.fabioramos@hotmail.com www.facebook.com/prof.fabioramos 1

EMAIL/FACE: prof.fabioramos@hotmail.com www.facebook.com/prof.fabioramos 1 DIREITOS POLÍTICOS Prof. Fábio Ramos prof.fabioramos@hotmail.com Conjunto de normas que disciplinam as formas de exercício da soberania popular. Princípio da Soberania Popular: Art. 1º, par. único: Todo

Leia mais

mais MULHERES na política 1 Maioria dos brasileiros apoia reforma política para garantir maior participação das mulheres IBOPE Mídia e Direitos

mais MULHERES na política 1 Maioria dos brasileiros apoia reforma política para garantir maior participação das mulheres IBOPE Mídia e Direitos mais MULHERES na política 1 IBOPE Mídia e Direitos Maioria dos brasileiros apoia reforma política para garantir maior participação das mulheres mais MULHERES na política 3 Realização Ibope / Instituto

Leia mais

Oficineira Ludimilla Barbosa Formada em Direito pela Univ. Católica Dom Bosco (MS). Atua de forma autônoma em Bonito e em Campo Grande.

Oficineira Ludimilla Barbosa Formada em Direito pela Univ. Católica Dom Bosco (MS). Atua de forma autônoma em Bonito e em Campo Grande. OS TRÊS PODERES Oficineira Ludimilla Barbosa Formada em Direito pela Univ. Católica Dom Bosco (MS). Atua de forma autônoma em Bonito e em Campo Grande. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio

Leia mais

COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO

COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO A EUROPA E BRASIL NO SÉCULO XIX (Resumo apostila 04 ) Tempo e Espaço, são duas coisas importantes para você se localizar

Leia mais

DIREITOS POLITICOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS

DIREITOS POLITICOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS DIREITOS FUNDAMENTAIS CONCEITO: O direito democrático de participação do povo no governo, por seus representantes, acabou exigindo a formação de um conjunto de normas legais permanentes, que recebe a denominação de direitos

Leia mais

O Plano Plurianual do governo Lula (2004-2007)

O Plano Plurianual do governo Lula (2004-2007) O Plano Plurianual do governo Lula (2004-2007) Maria Lucia Fattorelli Carneiro - 2003 O PPA Plano Plurianual - foi instituído pela Constituição de 1988, com o objetivo de funcionar como o instrumento de

Leia mais

C,T&I e a Defesa Nacional: a Visão da Indústria

C,T&I e a Defesa Nacional: a Visão da Indústria C, T & I e a Defesa Nacional: A visão da indústria C,T&I e a Defesa: a visão da indústria A indústria e a Defesa Nacional Os desafios de C,T&I no País e a visão da CNI para a Política de Inovação Os desafios

Leia mais

Conheça a proposta que muda o fator previdenciário

Conheça a proposta que muda o fator previdenciário Silvia Barbara* A Câmara dos Deputados sentiu a pressão do governo e acabou adiando para a próxima semana a votação do PL 3.299, que trata de mudanças no fator previdenciário. Na tarde do dia 21, o projeto

Leia mais

PARECER Nº, DE 2016. RELATOR: Senador JOSÉ PIMENTEL I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2016. RELATOR: Senador JOSÉ PIMENTEL I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2016 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, à Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2009, do Senador Paulo Paim e outros, que altera o 8º do art. 201 da Constituição Federal,

Leia mais

UNIC/SUL - CURSO DE DIREITO 3º SEMESTRE - 2º BIMESTRE DISCIPLINA: Direito Constitucional II Profª Maria das Graças Souto 18.05.

UNIC/SUL - CURSO DE DIREITO 3º SEMESTRE - 2º BIMESTRE DISCIPLINA: Direito Constitucional II Profª Maria das Graças Souto 18.05. UNIC/SUL - CURSO DE DIREITO 3º SEMESTRE - 2º BIMESTRE DISCIPLINA: Direito Constitucional II Profª Maria das Graças Souto 18.05.2013 EXERCÍCIOS DE REVISÃO Do Poder Legislativo 1 Quais são os tipos de atos

Leia mais

O SR. JORGE ALBERTO(PMDB/SE) pronunciou o seguinte. discurso : Senhoras deputadas, senhores deputados, é preciso dar

O SR. JORGE ALBERTO(PMDB/SE) pronunciou o seguinte. discurso : Senhoras deputadas, senhores deputados, é preciso dar O SR. JORGE ALBERTO(PMDB/SE) pronunciou o seguinte discurso : Senhoras deputadas, senhores deputados, é preciso dar um sinal. É preciso apresentar uma manifestação concreta para a população brasileira

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO GOTARDO LEI Nº 1735, DE 06 DE JULHO DE 2007. "DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL DE SÃO GOTARDO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS" Art. 1º. Fica criado o Conselho Municipal da

Leia mais

A percepção dos acadêmicos de Direito acerca das instituições jurídicas. Ingrid Fagundes Ziebell 1 - Universidade Federal de Pelotas

A percepção dos acadêmicos de Direito acerca das instituições jurídicas. Ingrid Fagundes Ziebell 1 - Universidade Federal de Pelotas A percepção dos acadêmicos de Direito acerca das instituições jurídicas Ingrid Fagundes Ziebell 1 - Universidade Federal de Pelotas Este estudo tem por objetivo conhecer o ponto de vista dos futuros operadores

Leia mais

PAPEL DO VEREADOR. Como Funciona a Câmara Municipal Atribuições. Priscila Lapa Valério Leite

PAPEL DO VEREADOR. Como Funciona a Câmara Municipal Atribuições. Priscila Lapa Valério Leite PAPEL DO VEREADOR Como Funciona a Câmara Municipal Atribuições APRESENTAÇÃO A União dos Vereadores de Pernambuco - UVP, comprometida com o fortalecimento e capacitação do Poder Legislativo Municipal, publica

Leia mais

NOVA GRADE CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA UNIBRASIL Aprovada na Reunião do Colegiado de Curso de 09/11/05

NOVA GRADE CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA UNIBRASIL Aprovada na Reunião do Colegiado de Curso de 09/11/05 NOVA GRADE CURRICULAR DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA UNIBRASIL Aprovada na Reunião do Colegiado de Curso de 09/11/05 ADAPTAÇÃO PARA O ATUAL SÉTIMO PERÍODO OITAVO PERÍODO NO PRIMEIRO SEMESTRE DE

Leia mais

PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL

PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL MUNICIPAL Município Município é a unidade territorial e política, componente da ordem federativa que enfeixa a União, os Estados, os Municípios e o Distrito Federal. Tem a sua autonomia administrativa,

Leia mais

Políticas Corporativas

Políticas Corporativas 1 IDENTIFICAÇÃO Título: POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES Restrições para Uso: Livre Acesso Controle Reservado Confidencial Controlada Não Controlada Em Revisão 2 - RESPONSÁVEIS Etapa Área Responsável

Leia mais

ESTADO DE MINAS GERAIS ADVOCACIA-GERAL DO ESTADO. CONCURSO PÚBLICO Edital n 1/2006 PROCURADOR DO ESTADO NÍVEL I GRAU A. Caderno de Questões

ESTADO DE MINAS GERAIS ADVOCACIA-GERAL DO ESTADO. CONCURSO PÚBLICO Edital n 1/2006 PROCURADOR DO ESTADO NÍVEL I GRAU A. Caderno de Questões ESTADO DE MINAS GERAIS ADVOCACIA-GERAL DO ESTADO CONCURSO PÚBLICO Edital n 1/2006 PROCURADOR DO ESTADO NÍVEL I GRAU A Caderno de Questões Prova de Questões Abertas SÁBADO - TARDE ESTADO DE MINAS GERAIS

Leia mais

Redução da maioridade penal

Redução da maioridade penal Redução da maioridade penal Proposta de redação: Redução da maioridade penal solução rápida e milagrosa x amolecimento de cláusula pétrea. Redução da maioridade penal: Os jornais impressos ou falados se

Leia mais

Linha do Tempo da Atuação Parlamentar na Câmara dos Deputados DEPUTADO SARNEY FILHO

Linha do Tempo da Atuação Parlamentar na Câmara dos Deputados DEPUTADO SARNEY FILHO Linha do Tempo da Atuação Parlamentar na Câmara dos Deputados DEPUTADO SARNEY FILHO Posse: 01/02/1983 1983-1987 Deputado Federal, 1983-1987, MA, PDS. 1983 1984 1985 1986 1987 Atuação do Deputado Sarney

Leia mais

ESTADO DEMOCRÁTICO Desde 25 de Abril de 1974

ESTADO DEMOCRÁTICO Desde 25 de Abril de 1974 O Sistema Político Português ESTADO DEMOCRÁTICO Desde 25 de Abril de 1974 1. A CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA Aprovada em 2 de Abril de 1976 em sessão plenária dos Deputados da Assembleia Constituinte Alterações:

Leia mais

Temas relevantes da agenda federativa

Temas relevantes da agenda federativa Relatório produzido nos termos do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, 2011.

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 7.014, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº 7.014, DE 2013 COMISSÃO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 7.014, DE 2013 Dá nova redação ao artigo 64 da Lei n 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Autor: Deputado ADEMIR CAMILO Relator: Deputado

Leia mais

DIREITO CONSTITUCIONAL

DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITO CONSTITUCIONAL PEÇA PROFISSIONAL O presidente da República apresenta ao Congresso Nacional proposição legislativa que trata de criação, transformação em estado ou reintegração ao estado de origem

Leia mais

Lei n.º 2/10 de 25 de Março

Lei n.º 2/10 de 25 de Março Sumário Da Publicação e do Formulário dos Diplomas Legais. Revoga a Lei n.º 8/93, de 30 de Julho e demais legislação que contrarie o disposto na presente lei. Índice ARTIGO 1.º (PUBLICAÇÃO)... 1 ARTIGO

Leia mais

Cotas para mulheres?

Cotas para mulheres? Cotas para mulheres? Direito: PEC propõe alterar a Constituição Federal para que, nas eleições para Câmara dos Deputados, Assembleias Legislativas dos Estados, Câmara Legislativa do Distrito Federal e

Leia mais

Panorama do EAD e seu marketing

Panorama do EAD e seu marketing Unidade I Panorama do EAD e seu marketing LOGÍSTICA Prof. Santiago Valverde CONCEITO E IMPORTÂNCIA CONCEITO E IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA Logística: Conceito Na área de Produção: Atividades que garantem a

Leia mais

A sustentabilidade Financeira do Serviço Nacional de Saúde. Motivação

A sustentabilidade Financeira do Serviço Nacional de Saúde. Motivação A sustentabilidade Financeira do Serviço Nacional de Saúde Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Motivação 25º Aniversário do SNS Qual a sua sustentabilidade financeira? O

Leia mais

O PERFIL DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS

O PERFIL DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS carreira O PERFIL DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS O site RelGov em Foco, que mantém uma página no Facebook, em parceria com a ABRIG, a associação nacional da categoria, fez uma pesquisa com

Leia mais

PROVA DE REDAÇÃO. A partir da leitura dos textos 1 e 2, desenvolva o seguinte tema: A GERAÇÃO NEM-NEM E O FUTURO DO PAÍS

PROVA DE REDAÇÃO. A partir da leitura dos textos 1 e 2, desenvolva o seguinte tema: A GERAÇÃO NEM-NEM E O FUTURO DO PAÍS UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA FACULTATIVA, REINGRESSO E MUDANÇA DE CURSO 2016 CADERNO DE REDAÇÃO INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Você deverá ter recebido o Caderno com a Proposta de Redação, a

Leia mais

Base para estudo do Direito Financeiro

Base para estudo do Direito Financeiro Base para estudo do Direito Financeiro Constituição da República Federativa do Brasil de 1988; Lei n 4.320, de 17 de março de 1964; Lei complementar nacional n 101, de 4 de maio de 2000; Decreto n 93.872,

Leia mais

5 - O que significa ser voltado para orientação, análise e avaliação dos serviços?

5 - O que significa ser voltado para orientação, análise e avaliação dos serviços? 1 - Qual é a Resolução que fala sobre os Conselhos de Usuários? Resolução N o 623, de 18 de Outubro de 2013, e pode ser encontrada no site da ANATEL (www.anatel.gov.br) 2 - O que é o Conselho de Usuários?

Leia mais

Propostas de Leis para as Câmaras Municipais

Propostas de Leis para as Câmaras Municipais Propostas de Leis para as Câmaras Municipais Proposta Idealizada pelo OS de Brusque Evandro Gevaerd Figuras retiradas da internet sem indicação de direitos autorais Sugestões para os Observatórios Estabelecer

Leia mais

Bullying Proposta de redação: Bullying é sinônimo de indisciplina, de recalque, de brutalidade. Mas há os que o veem como um mal necessário, ou seja, como um desafio. WWW.REDIGIRAMAIS.COM.BR Bullying:

Leia mais

Espionagem americana

Espionagem americana Espionagem americana Proposta de redação: Espionagem americana - Os norte-americanos invadem a soberania de 193 países para coibir o terrorismo nos EUA. ( ) Verdadeiro ( ) Falso WWW.REDIGIRAMAIS.COM.BR

Leia mais

Legislação Pesqueira e Ambiental. Prof.: Thiago Pereira Alves

Legislação Pesqueira e Ambiental. Prof.: Thiago Pereira Alves Técnico em Aquicultura Legislação Pesqueira e Ambiental Prof.: Thiago Pereira Alves IFSC Instituto Federal de Santa Catarina Direito ESTADO NATURAL ESTADO DE DIREITO O Homem necessita se relacionar com

Leia mais

PARTILHA DO SIMPLES NACIONAL - COMÉRCIO

PARTILHA DO SIMPLES NACIONAL - COMÉRCIO EMENDA DE PLENÁRIO AO SUBSTITUTIVO DO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR 123/2004 ADOTADO PELA COMISSÃO ESPECIAL Art. 1º. Dê-se ao artigo art. 8º do Substitutivo do PLP 123/2004 adotado pela Comissão Especial

Leia mais

PELA REDUÇÃO DO SALARIO DOS DEPUTADOS ESTADUAIS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO JÁ!

PELA REDUÇÃO DO SALARIO DOS DEPUTADOS ESTADUAIS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO JÁ! PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL DE INICIATIVA POPULAR Projeto de Iniciativa Popular de Emenda à Constituição do Estado do Espírito Santo, que altera os Art.49, 2º e art. 26, IV, a a,b,c,d,e,f. PELA REDUÇÃO

Leia mais

" Democracia brasileira é limitada e não garante a soberania popular" Entrevista especial com Ivo Lesbau Qui, 29 de Maio de :39

 Democracia brasileira é limitada e não garante a soberania popular Entrevista especial com Ivo Lesbau Qui, 29 de Maio de :39 Os movimentos sociais organizados avaliaram que o tema mais forte que saiu das mobilizações de junho e julho foi a Reforma Política. Como o Congresso não quis o plebiscito nem a assembleia constituinte

Leia mais

Com base na leitura dos textos I e II, o que se pede. A) EXPLIQUE o papel dos jovens nos dois momentos da história daquele país.

Com base na leitura dos textos I e II, o que se pede. A) EXPLIQUE o papel dos jovens nos dois momentos da história daquele país. HISTORIA Questão 01 Leia os textos I e II. Texto I A Revolução Cultural, ocorrida a partir de 1966, foi um dos principais acontecimentos da história chinesa na segunda metade do século XX. Trata-se de

Leia mais

ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ATUARIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL DAECA

ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ATUARIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL DAECA ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ATUARIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL DAECA TÍTULO I DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ECONOMIA, CONTÁBEIS E ATUARIAIS DA UNIVERSIDADE

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º Objeto 1. O presente Regulamento estabelece os princípios reguladores da FPDD do processo eleitoral da FPDD. 2. Os casos omissos serão resolvidos

Leia mais

PARECER Nº, DE 2007. RELATOR: Senador EXPEDITO JÚNIOR I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2007. RELATOR: Senador EXPEDITO JÚNIOR I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2007 Da COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, em decisão terminativa, ao Projeto de Lei do Senado nº 143, de 2006, que acrescenta parágrafo ao art. 3º

Leia mais

Reforma Política e Eleições 2016

Reforma Política e Eleições 2016 Reforma Política e Eleições 2016 Resumo das principais alterações promovidas pela Lei nº 13.165, de 29 de setembro de 2015, e seus impactos nas eleições municipais de 2016. Diogo Mendonça Cruvinel Secretário

Leia mais

PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA

PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA Concurso Vestibular 2003 PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA Texto 01 Democracia Excêntrica QUAL FOI O PRESIDENTE ELEITO COM A MAIOR VOTAÇÃO? 1. O campeão é o americano Ronald Reagan, que venceu a eleição de 1984

Leia mais

AS ATIVIDADES FINANCEIRAS DO ESTADO. Papel do ESTADO 3 Pressupostos Papel do Cidadão

AS ATIVIDADES FINANCEIRAS DO ESTADO. Papel do ESTADO 3 Pressupostos Papel do Cidadão AS ATIVIDADES FINANCEIRAS DO ESTADO Papel do ESTADO 3 Pressupostos Papel do Cidadão O ESTADO Com o nascimento do Estado os cidadãos cedem Povo, parte Território da sua Liberdade Governo em troca da Povo,

Leia mais

O QUE É REAVALIAÇÃO? Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Benefícios da reavaliação de ativos. O que pode ser reavaliado?

O QUE É REAVALIAÇÃO? Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Benefícios da reavaliação de ativos. O que pode ser reavaliado? O QUE É REAVALIAÇÃO? Benefícios da reavaliação de ativos. O que pode ser reavaliado? Contabilização Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor

Leia mais

Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia

Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia Pronunciamento da Deputada ANN PONTES, PMDB-PA., na Sessão do dia 01/06/2006. Pronunciamento Dia Mundial do Meio Ambiente Senhor Presidente, Senhoras e senhores deputados, No próximo dia 05 de junho comemora-se

Leia mais

Orientações sobre Convenções

Orientações sobre Convenções Orientações sobre Convenções Companheiras, companheiros, O período de Convenções, de 20 de julho a 05 de agosto, está se aproximando e queremos alertar os Diretórios sobre as exigências legais a serem

Leia mais

GESTÃO DE EXCELÊNCIA 2 Gestão: um conjunto de tarefas que procuram garantir a afectação eficaz de todos os recursos disponibilizados pela organização,

GESTÃO DE EXCELÊNCIA 2 Gestão: um conjunto de tarefas que procuram garantir a afectação eficaz de todos os recursos disponibilizados pela organização, LIDERANÇA E PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DAS IPSS Cuidamos do Futuro do Envelhecimento em Portugal GESTÃO DE EXCELÊNCIA 2 Gestão: um conjunto de tarefas que procuram garantir a afectação eficaz de todos os

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador ACIR GURGACZ I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador ACIR GURGACZ I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 19, de 2013, primeiro signatário Senador Vital do Rêgo, que altera o art. 42 da Constituição

Leia mais

REFORMA DA LEI ROUANET

REFORMA DA LEI ROUANET REFORMA DA LEI ROUANET O que é a Lei Rouanet? Lei Rouanet Lei de incentivo fiscal Lei do mecenato Lei que institui o PRONAC Hoje, a maior parte dos recursos investidos em cultura no país vem por meio da

Leia mais

Proposta de redação: Somos todos iguais : expressão falaciosa da democracia moderna. O racismo ainda bate às portas.

Proposta de redação: Somos todos iguais : expressão falaciosa da democracia moderna. O racismo ainda bate às portas. Racismo Proposta de redação: Somos todos iguais : expressão falaciosa da democracia moderna. O racismo ainda bate às portas. Racismo: Manifestações racistas, como a recentemente sofrida pela jornalista

Leia mais

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS

POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS POLÍTICA DE EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO EM ASSEMBLÉIAS Responsável: Ricardo da Cruz Gouveia Vieira Área: Risco e Compliance Esta política de exercício de direito de voto ( Política de Voto ) tem por objetivo

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E OS INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO PÚBLICO

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E OS INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO PÚBLICO Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA E OS INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO PÚBLICO Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

Leia mais

1º PERÍODO TURNO MANHÃ Introdução ao Estudo do Direito. Data Limite Verificação Aprendizagem 1 - VA 1

1º PERÍODO TURNO MANHÃ Introdução ao Estudo do Direito. Data Limite Verificação Aprendizagem 1 - VA 1 Ciências Políticas História do 1º PERÍODO TURNO MANHÃ Introdução ao Estudo do Antropologia Sociologia Jurídica Português 04.04 05.04 31.03 07.04 30.03 06.04 10 DE ABR 09.05 10.05 12.05 05.05 04.05 11.05

Leia mais

Equivalente de produção. Equivalente de produção. Equivalente de produção. Para se fazer o cálculo, é necessário o seguinte raciocínio:

Equivalente de produção. Equivalente de produção. Equivalente de produção. Para se fazer o cálculo, é necessário o seguinte raciocínio: Custos Industriais Custeio por processo Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 1 Na apuração de Custos por Processo, os gastos da produção são acumulados por período para apropriação às unidades feitas. Exemplo:

Leia mais

b) um representante, sindicalizado, da entidade sindical dos contabilistas sediada na jurisdição do Conselho Regional de Contabilidade respectiva.

b) um representante, sindicalizado, da entidade sindical dos contabilistas sediada na jurisdição do Conselho Regional de Contabilidade respectiva. DECRETO-LEI N.º 1040, DE 21 DE OUTUBRO DE 1969 Dispõe sobre os Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade, regula a eleição de seus membros, e dá outras providências. Os Ministros da Marinha de Guerra,

Leia mais

Este caderno, com oito páginas numeradas sequencialmente, contém cinco questões de Geografia. Não abra o caderno antes de receber autorização.

Este caderno, com oito páginas numeradas sequencialmente, contém cinco questões de Geografia. Não abra o caderno antes de receber autorização. 04/07/2010 Caderno de prova Este caderno, com oito páginas numeradas sequencialmente, contém cinco questões de Geografia. Não abra o caderno antes de receber autorização. Instruções 1. Verifique se você

Leia mais

COMENTÁRIOS ÀS QUESTÕES PROPOSTAS

COMENTÁRIOS ÀS QUESTÕES PROPOSTAS COMENTÁRIOS ÀS QUESTÕES PROPOSTAS 1- Assinale a opção correta: O fato gerador do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas ocorre na data de encerramento do período-base, a) exceto para aquelas que apuram

Leia mais

Regimento de Atividades Complementares do Bacharelado em Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina.

Regimento de Atividades Complementares do Bacharelado em Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina. Regimento de Atividades Complementares do Bacharelado em Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina. CAPÍTULO I Das Disposições Iniciais Art.1º - Observando o disposto no Artigo 08º da Resolução

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1 Como é uma sessão ordinária? A Sessão Ordinária da Câmara tem a duração de quatro horas, podendo ser prorrogada por um prazo máximo também de quatro horas. É dividida em: Expediente - nele o 1º secretário

Leia mais

MATEMÁTICA ENSINO FUNDAMENTAL

MATEMÁTICA ENSINO FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP PARABÉNS!!! VOCÊ JÁ É UM VENCEDOR! Voltar a estudar é uma vitória que poucos podem dizer que conseguiram. É para você, caro aluno, que desenvolvemos esse material.

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Análise Comparativa RAIS ANO BASE 2013 x ANO BASE 2014

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Análise Comparativa RAIS ANO BASE 2013 x ANO BASE 2014 Análise Comparativa RAIS ANO BASE 2013 x ANO BASE 2014 14/01//2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 5 5.

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 2015

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 2015 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 2015, DE Dá nova redação aos arts. 45 e 46 da Constituição Federal para reduzir o número de membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. As Mesas da Câmara

Leia mais

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Disciplina Economia. Inflação. Inflação. Inflação e Desemprego. Conceito de inflação

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Disciplina Economia. Inflação. Inflação. Inflação e Desemprego. Conceito de inflação e Desemprego Profa. MS Juliana Flávia Palazzo da Costa Conceito de inflação pode ser definida como o aumento contínuo, persistente e generalizado do nível de preços. Quando o problema se torna crônico

Leia mais

Boletim Econômico Edição nº 24 abril de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico

Boletim Econômico Edição nº 24 abril de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Boletim Econômico Edição nº 24 abril de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico O instrumento governamental da desoneração tributária 1 Desoneração, preços e consumo Um dos principais

Leia mais

as influências do constitucionalismo alemão no constitucionalismo brasileiro,

as influências do constitucionalismo alemão no constitucionalismo brasileiro, A influência do constitucionalismo alemão no constitucionalismo brasileiro CLÁUDIA DE REZENDE MACHADO DE ARAÚJO Advogada, cientista política, mestre em Direito, Analista Judiciária do TRF-1ª Região. INTRODUÇÃO

Leia mais

Câmara dos Deputados REGIMENTO INTERNO

Câmara dos Deputados REGIMENTO INTERNO Câmara dos Deputados REGIMENTO INTERNO Aula Demonstrativa Sessões Legislativas Prof. Luiz Claudio Santos Sessões Legislativas é Ponto na prova! Concursos para a Câmara e Senado cobraram esse assunto: CESPE/2012

Leia mais

O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL BRASIL REINO UNIDO 1815 BRASIL É ELEVADO A REINO UNIDO A PORTUGAL

O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL BRASIL REINO UNIDO 1815 BRASIL É ELEVADO A REINO UNIDO A PORTUGAL O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DO BRASIL BRASIL REINO UNIDO 1815 BRASIL É ELEVADO A REINO UNIDO A PORTUGAL BRASIL DEIXA DE SER COLÔNIA PARA SE TRANSFORMAR EM REINO COMO ISSO ACONTECEU? Pelo CONGRESSO DE VIENA,

Leia mais

E agora, o que mudou?

E agora, o que mudou? ELEIÇÕES 2016 E agora, o que mudou? Sobre Candidaturas Prazo de filiação partidária 06 meses antes do pleito. O prazo de domicílio eleitoral continua de 1 ano (Art. 9º da Lei 9.504/97) Prazos de desincompatibilização

Leia mais

Curso de Regimento Interno da Câmara dos Deputados Prof. Gabriel Dezen Junior. Avulso 5

Curso de Regimento Interno da Câmara dos Deputados Prof. Gabriel Dezen Junior. Avulso 5 Curso de Regimento Interno da Câmara dos Deputados Prof. Gabriel Dezen Junior Avulso 5 COMISSÕES Quadro I Tipos de Comissões Permanentes Temporárias Tem caráter técnico-legislativo ou especializado. Integram

Leia mais

COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO

COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO COM O GRITO DO IPIRANGA, ENCERROU-SE O PERÍODO COLONIAL, INICIANDO O BRASIL IMPÉRIO D.PEDRO I IMPERADOR DO BRASIL D. PEDRO IV REI DE PORTUGAL - D. Pedro de Alcântara, - primeiro imperador e também o primeiro

Leia mais

Sinto, por vezes, que alguns responsáveis governamentais parecem ter dificuldades em entender as reivindicações e as aspirações dos Corvinos.

Sinto, por vezes, que alguns responsáveis governamentais parecem ter dificuldades em entender as reivindicações e as aspirações dos Corvinos. Sinto, por vezes, que alguns responsáveis governamentais parecem ter dificuldades em entender as reivindicações e as aspirações dos Corvinos. Sinto também que, sempre que falamos em investimentos importantes

Leia mais

Universidade de São Paulo. Escola de Comunicação e Artes, ECA-USP

Universidade de São Paulo. Escola de Comunicação e Artes, ECA-USP Universidade de São Paulo Escola de Comunicação e Artes, ECA-USP Qual a USP que queremos: A USP hoje e daqui a 20 anos Estela Damato NUSP 7693618 São Paulo 2014 Introdução Pensar no futuro de uma universidade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 39/2002 CSPP RESOLVE: Juiz de Fora, 29 de agosto de 2002. Prof. Dr. Murilo Gomes Oliveira Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa

RESOLUÇÃO Nº. 39/2002 CSPP RESOLVE: Juiz de Fora, 29 de agosto de 2002. Prof. Dr. Murilo Gomes Oliveira Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa CONSELHO SETORIAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA RESOLUÇÃO Nº. 39/2002 CSPP Ética para Trabalho Científico com Animais na Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF O Conselho Setorial de Pós-Graduação e

Leia mais

AS QUESTÕES DA DEFESA E O CONGRESSO NACIONAL

AS QUESTÕES DA DEFESA E O CONGRESSO NACIONAL AS QUESTÕES DA DEFESA E O CONGRESSO NACIONAL João Paulo Batista Botelho Consultor Legislativo do Senado Federal 10/4/2014 OBJETIVO Apresentar aspectos gerais do Poder Legislativo brasileiro e seu papel

Leia mais

Raciocínio Lógico Matemático Cap. 8 Sequências Lógicas e Suas Leis de Formação

Raciocínio Lógico Matemático Cap. 8 Sequências Lógicas e Suas Leis de Formação Raciocínio Lógico Matemático Cap. 8 Sequências Lógicas e Suas Leis de Formação Sequências Lógicas e Suas Leis de Formação Estudaremos, neste capítulo, várias sequências lógicas e buscaremos explorar quais

Leia mais

O iluminismo ou Século das luzes

O iluminismo ou Século das luzes O iluminismo ou Século das luzes Início O contexto histórico em que surgiu o Iluminismo Burguesia e Iluminismo As luzes da razão O que o iluminismo defendia O que o iluminismo combatia Os pensadores iluministas

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sistema Político Brasileiro Professor Cássio Albernaz www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Pública SISTEMA POLÍTICO BRASILEIRO O Brasil é uma república federal presidencialista,

Leia mais

Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor. (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e confirmado por: Data de Aprovação Inicial Página

Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor. (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e confirmado por: Data de Aprovação Inicial Página REGULAMENTO Eleitoral do Conselho Cientifico Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor 1.3 (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e confirmado por: Data de Aprovação Inicial Página Secretário-Geral (José

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM DE BOTICAS. Preâmbulo. O Orçamento Participativo Jovem vem introduzir mais um meio

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM DE BOTICAS. Preâmbulo. O Orçamento Participativo Jovem vem introduzir mais um meio NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM DE BOTICAS Preâmbulo O Orçamento Participativo Jovem vem introduzir mais um meio de atuação, para além dos existentes, junto da população juvenil

Leia mais

Sumário CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988... 21 PREÂMBULO... 21. TÍTULO III Da Organização do Estado... 39

Sumário CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988... 21 PREÂMBULO... 21. TÍTULO III Da Organização do Estado... 39 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988... 21 PREÂMBULO... 21 TÍTULO I Dos Princípios Fundamentais... 21 TÍTULO II Dos Direitos e Garantias

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre a Operação

Perguntas e Respostas sobre a Operação Perguntas e Respostas sobre a Operação 1. O que é a Operação? A Operação abrange um desdobramento de ações ordinárias e aumento dos direitos patrimoniais das ações preferenciais na mesma proporção, e alterações

Leia mais

ÉTICA E MORAL. profa. Karine Pereira Goss

ÉTICA E MORAL. profa. Karine Pereira Goss profa. Karine Pereira Goss Muitas vezes utiliza-se esses termos como sinônimos. Mas há diferenças entre eles, embora se relacionem estreitamente. MORAL é um conjunto de normas que regulam o comportamento

Leia mais

DUAS PARTICULARIDADES NA ANÁLISE DE NOVOS INVESTIMENTOS

DUAS PARTICULARIDADES NA ANÁLISE DE NOVOS INVESTIMENTOS DUAS PARTICULARIDADES NA ANÁLISE DE O que pode mudar quando se faz uma análise de sensibilidade da taxa de desconto Depreciação e inflação Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br) Administrador de Empresas

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº. 72 /2012 A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA:

PROJETO DE LEI Nº. 72 /2012 A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: PROJETO DE LEI Nº. 72 /2012 Institui a obrigatoriedade de instalação de Balanças do consumidor nos estabelecimentos comerciais, supermercados, mercearias, padarias e similares e dá outras providências.

Leia mais

São instrumentos por meio dos quais a CF garante o exercício da soberania popular (poder de cada membro da sociedade estatal de escolher os seus

São instrumentos por meio dos quais a CF garante o exercício da soberania popular (poder de cada membro da sociedade estatal de escolher os seus São instrumentos por meio dos quais a CF garante o exercício da soberania popular (poder de cada membro da sociedade estatal de escolher os seus representantes no governo por meio do sufrágio universal

Leia mais