AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/06

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1 1. Viabilizando projetos UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/06 Um projeto pode estar condenado ao fracasso mesmo antes de ser iniciado se não resultar em vantagens e melhorias práticas para as aplicações dos usuários a que se destina. Afinal, os usuários de uma rede esperam soluções, de preferência econômicas, para seus problemas e não apenas paliativos. Muitas vezes a razão para um retorno negativo após a conclusão de uma melhoria está em uma falha ocorrida no início do projeto, no momento de se fazer três estimativas importantes: o custo para a implantação, os benefícios a serem alcançados e os recursos disponíveis. Para que um projeto seja viável (e econômico), ele deve prover benefícios que excedam os custos e não deve vincular custos que excedam os recursos disponíveis Benefícios X Custos É muito importante prever corretamente a proporção entre os benefícios de um projeto e seu custo de implementação. Se os benefícios não excedem os custos de maneira significativa, ainda há tempo para rever os objetivos e os critérios para alcançá-los. Todavia, não se devem observar apenas os custos e ignorar completamente os benefícios. Uma abordagem mais equilibrada seria incluir considerações sobre os benefícios potenciais do projeto de forma que possam ser comparados aos seus custos, através da medida das melhorias obtidas para as aplicações dos usuários, tanto pela resolução dos problemas como pelo oferecimento de novas facilidades e novos serviços de rede.

2 AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/ Recursos X Custos Um projeto só deve ser iniciado se houver condições de terminá-lo, ou seja, se não há condições de se custear as diversas etapas, um projeto não deve ser aprovado ou iniciado. Da mesma forma, se não houver profissionais que possam executar o projeto em sua totalidade, os usuários clientes devem aguardar o momento mais oportuno ou partir para outra solução Benefícios X Recursos Na vida real, a grande maioria dos projetos enfrenta a situação de ter mais oportunidades de gastar os recursos disponíveis do que recursos disponíveis para gastar. Por esse motivo, a utilização dos recursos deve ser cuidadosamente planejada durante a execução do projeto a fim de que se possa avaliar a vantagem dos benefícios obtidos sobre os custos. Figura 1 Recursos X custos X benefícios 1.4. Itenização Na maioria das vezes tendemos a examinar um projeto como um todo, com um custo e benefício únicos. Entretanto, cada etapa de um projeto rende seus próprios benefícios, acarreta seus próprios custos e, na mesma medida, exige Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 2

3 AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/06 recursos próprios. A ação de dividir um projeto entre partes independentes em termos de benefícios oferecidos chama-se itenização. Torna-se necessário analisar cada um desses aspectos (custos, benefícios, e recursos) individualmente por quatro motivos: Primeiro, para auxiliar a decidir como cada parte do projeto deve ser realizada; segundo, para ajudar a determinar como essas partes deverão ser implementadas; terceiro, para auxiliar na decisão do que antecipar, retardar ou mesmo cancelar (analisar os riscos), de forma que o projeto possa prosseguir mesmo com menos recursos; e quarto, ajudar a estimativa dos custos e benefícios totais do projeto. Figura 2 - Itenização 2. Ciclo de vida do projeto O ciclo de vida de um projeto passa basicamente por quatro fases distintas: Fase conceitual: Nessa fase temos a identificação de necessidades, estabelecimento da viabilidade, busca de alternativas, preparação de propostas, desenvolvimento de orçamentos e cronogramas iniciais e a nomeação da equipe de projeto; Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 3

4 AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/06 Fase de Planejamento: Inclui a programação de recursos (humanos, materiais e financeiros), a realização de estudos e análises em campo (site survey), análise de resultados e obtenção de aprovação para a fase de execução; Fase de execução: nessa fase temos o cumprimento das atividades programadas e a modificação dos planos, conforme necessário. Inclui também o monitoramento e controle das atividades programadas; Fase Final: inclui o encerramento das atividades do projeto, comissionamento de equipamentos, treinamento de pessoal operacional e realocação dos membros da equipe. 3. Etapas do Projeto Como mencionado anteriormente, cada etapa do projeto rende seus próprios benefícios, acarreta seus próprios custos e, na mesma medida, exige recursos próprios Viabilidade A primeira etapa de um projeto inclui o estudo de viabilidade, que deverá reunir um conjunto de informações necessárias para se determinar a viabilidade do projeto ou as conclusões sobre sua inviabilidade. O estudo de viabilidade inclui: Estabelecimento das reais necessidades do usuário; Especificar quais os requisitos exigidos; Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 4

5 AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/06 Pesquisas de mercado para validar da existência econômica da necessidade; Relacionar o conjunto de exigências que o projeto deve satisfazer Formulação do projeto A formulação do projeto deve Incluir um conjunto de requisitos e critérios baseados em especificações técnicas (funcionais, operacionais e construtivas) que devem ser satisfeitas para que o projeto atenda as necessidades dos usuários. Deve incluir ainda a identificação de parâmetros cruciais como finalidade, tipos de usuários atendidos e infra-estrutura necessária Rol de soluções Essa etapa requer dos projetistas de rede criatividade e capacidade analítica na combinação de princípios, utilização de técnicas e tecnologias, sistemas e componentes. O desenvolvimento das soluções para o projeto utiliza técnicas como brainstorming, sinergia, inversão, análise de parâmetros e outros, sendo realizado pelo grupo de trabalho, reunindo preferencialmente profissionais com variadas experiências e especializações. Nesse momento são requeridas a comunicação, coordenação e maturidade emocional da equipe Exeqüibilidade física Nesta fase temos a análise das soluções obtidas na fase anterior, ou seja, é verificado se as condições disponíveis possibilitam de fato a realização do projeto. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 5

6 AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/ Valor econômico Utiliza métodos de análise de valor com o objetivo de otimizar o valor do projeto para um desempenho ótimo com custo mínimo (recursos X benefícios X custos) Viabilidade Financeira É uma das etapas mais importantes porque nela se estabelece a formulação dos problemas de custos e se obtém as soluções adequadas. Considerando que os benefícios obtidos com um projeto devem superar as despesas de sua execução, o projeto pode satisfazer as condições anteriores, mas não dispor dos recursos financeiros necessários para sua implementação. 4. Projeto Básico O projeto básico, também conhecido como projeto preliminar ou anteprojeto, tem como objetivo definir a concepção global do projeto e dos subsistemas de rede que servirão de base ao projeto executivo. A escolha da melhor solução se dá pela comparação das diversas soluções viabilizadas nas etapas anteriores. Uma das técnicas utilizadas é a matriz de decisão e os modelos matemáticos, que é útil para avaliar de modo quantitativo um projeto: Análise de sensibilidade - Tem como objetivo conhecer o comportamento do sistema, identificar os parâmetros de projeto mais importantes, verificar e indicar as limitações impostas, ter uma idéia quantitativa do desempenho do projeto. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 6

7 AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/06 Análise de compatibilidade inclui a análise da compatibilidade e interação entre seus diversos subsistemas e componentes principalmente quando as variáveis de saída de um subsistema são as de entrada em outro. Análise de Estabilidade - Otimização formal e definição de critérios, levando em conta as restrições impostas no projeto. Previsão futura - Deve-se considerar as tendências tecnológicas, políticas, culturais, sócio-econômicas e obsolescência. Previsão do tempo de funcionamento ou vida útil - é o período de tempo durante o qual a utilidade do sistema é maior do que qualquer outro sistema que possa substituir o primeiro. Simplificação do projeto - Um projeto deve atender as finalidades e possuir estética e simplicidade. Nesta fase é verificado se solução proposta é a maneira mais simples de se obter os resultados desejados antes de submetê-la ao detalhamento. 5. Projeto Executivo O projeto executivo tem como objetivo principal detalhar todos os subsistemas e componentes, possibilitando a execução de protótipos e testes (quando necessário) e a completa realização da infra-estrutura necessária. Para que o projeto executivo seja planejado e controlado, deve ser dividido em tarefas que precisam ter dimensões suficientes para serem realizadas pela Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 7

8 AULA 01 Viabilidade de Projetos - V. 01/06 equipe de trabalho. Deve ser criada então uma estrutura analítica, sob forma hierárquica, para a divisão do projeto em atividades mensuráveis e controláveis. 6. Conclusão Para que o projeto de uma rede seja bem sucedido, o resultado do trabalho não deve apresentar apenas qualidade técnica. Os ingredientes necessários para um projeto bem sucedido incluem objetivos claros sobre o que se quer alcançar, planejamento para execução de todas as etapas envolvidas, consenso entre os participantes do grupo de trabalho e um cronograma realista para a execução das atividades. Um projeto de rede bem sucedido se traduz, principalmente, em melhorias para os usuários, oferecendo benefícios que excedem seus custos de implantação, sem ultrapassar os recursos disponíveis. Tais benefícios podem se caracterizar pelo aumento da produtividade, pela redução de custos, pelo aprimoramento dos serviços disponíveis aos usuários, contribuindo decisivamente no aumento da competitividade da empresa. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 8

9 1. Introdução UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 02 Gestão de Projetos - V. 01/06 Ainda é muito comum a concentração de esforços na realização de ações de melhoria ou na execução de novos projetos a partir de idéias e opiniões vagas, sem um conhecimento claro e fundamentado em fatos e dados. Isso quer dizer que na prática, predomina o desencadeamento de ações aleatórias, a partir de idéias superficiais e técnicas difusas, que levam a um desenvolvimento oneroso e truncado do projeto que na grande maioria das vezes não atende às necessidades dos seus usuários. Os procedimentos para a execução de um projeto, ao contrário, necessitam de um trabalho sistematizado, a partir de uma visão estratégica e objetiva da realidade dos seus usuários, assim como a organização e coordenação das ações a serem desencadeadas. 2. Gestão de Projetos Um projeto é definido formalmente como um trabalho não repetitivo e temporário caracterizado por uma seqüência clara e lógica de eventos (possui data para início e término), tendo como finalidade produzir um bem (produto ou serviço) com características próprias que o diferenciam de outros que, eventualmente, já existam, sendo conduzido por pessoas, dentro de parâmetros de tempo, custo, recursos e qualidade. Constitui-se basicamente da documentação representativa de um processo de planejamento que determina, entre outras coisas, as ações e condições necessárias para resolver problemas, alterar uma situação ou criar novas alternativas.

10 AULA 02 Gestão de Projetos - V. 01/06 A gestão de um projeto é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas, de modo a alcançar ou exceder as necessidades dos empreendedores e as expectativas do projeto. A gestão de projetos é realizada por meio da utilização de processos, tais como: iniciação do projeto, planejamento, execução, controle e encerramento do projeto. A equipe de projeto gerencia os trabalhos do projeto, que tipicamente envolvem [PMI]: Demandas competitivas para: escopo, prazo, custo, risco e qualidade; Empreendedores com diferentes necessidades e expectativas; Necessidades identificadas Ciclo de Vida de um Projeto Pelo fato de um projeto possuir características únicas, ou seja, de se desenvolver em condições não repetitivas de estruturas organizacionais, orçamentos, conhecimentos, fatores culturais, etc, ele envolve um certo grau de incerteza. Organizações que desenvolvem projetos usualmente dividem cada projeto em diversas fases para permitir um melhor controle da gestão e um casamento sem impactos das novas funcionalidades implementadas pelo projeto e as operações de produção em curso. Coletivamente, as fases de um projeto são conhecidas como o ciclo de vida do projeto [PMI]. Cada fase do projeto é marcada pela entrega de um produto ou serviço concluído conforme uma especificação. Estas entregas são parte de uma seqüência lógica projetada para garantir o produto final. A conclusão de uma fase do projeto é marcada pela entrega do produto associado à fase e pela revisão da performance do projeto, de modo a detectar e corrigir erros que implicam no custo do projeto e determinar se e quando o projeto continua em sua próxima fase. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 2

11 AULA 02 Gestão de Projetos - V. 01/06 O ciclo de vida do projeto serve para definir o início e o fim do projeto. A Figura 1 mostra um ciclo de vida genérico para um projeto, mostrando os níveis relativos de envolvimento financeiro e de pessoal. O ciclo de vida de um projeto pode e deve ser acompanhado por meio de um modelo de gestão [PMI]. Figura 1 Ciclo de Vida de um Projeto Durante o período em que as atividades de gestão de um projeto ocorrem, os componentes do processo se dividem em nove áreas de conhecimento. Todos estes componentes são, alguns por um período específico, outros durante todo o tempo de aplicação do modelo de gestão do projeto, utilizados pelo gerente do projeto Áreas de Conhecimento no Processo de Gestão de Projetos Durante o ciclo de vida do projeto as seguintes áreas de conhecimento são aplicadas na gestão do projeto [PMI]: Gestão da integração do projeto: inclui os processos necessários para garantir que os diversos elementos do projeto sejam adequadamente Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 3

12 AULA 02 Gestão de Projetos - V. 01/06 coordenados. Envolve fazer a distinção entre objetivos e alternativas conflitantes para alcançar ou exceder as expectativas dos empreendedores do projeto; Gestão do escopo do projeto: inclui os processos necessários para garantir que o projeto inclua todo o trabalho necessário, e somente o trabalho necessário, para completar o projeto com sucesso. Esta gestão está concentrada em definir e controlar o quê está e o quê não está incluído no projeto; Gestão do tempo do projeto: inclui os processos necessários para garantir a conclusão do projeto no período de tempo planejado. Estes processos garantem a definição, a seqüência e a duração estimada das atividades, o desenvolvimento da programação e o controle das mudanças na programação realizada; Gestão do custo do projeto: inclui os processos necessários para garantir que o projeto seja completado dentro do orçamento aprovado; Gestão da qualidade do projeto: inclui os processos necessários para garantir que o projeto satisfaça as necessidades para as quais foi empreendido, por meio do planejamento, controle, garantia e melhoria da qualidade; Gestão dos recursos humanos do projeto: inclui os processos necessários para garantir o uso mais racional da participação das pessoas envolvidas com o projeto, tais como os patrocinadores, clientes, colaboradores individuais, especialistas, etc; Gestão das comunicações do projeto: inclui os processos necessários para garantir no tempo necessário, a geração, a coleta, a disseminação, o armazenamento e a formatação final das informações relativas ao projeto; Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 4

13 AULA 02 Gestão de Projetos - V. 01/06 Gestão do risco do projeto: inclui todos os processos referentes à identificação e análise de riscos, e a tomada de ações para eliminar os riscos do projeto; Gestão de aquisições para o projeto: inclui os processos necessários para adquirir bens e serviços para a realização do projeto, tais como, especificações, licitações, análises técnicas e comerciais, seleção de fornecedores, solicitações de compras e contratações, administração e encerramento de contratos; Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 5

14 UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 03 Metodologia de projetos de Redes Top-Down - V. 01/06 1. Metodologias de Projeto Um projeto, por definição, é um esforço temporário que possui início, meio e fim bem definido e é empreendido para criar um produto ou serviço, que depende de alguns fatores-chave para seu sucesso: Um objetivo claramente delimitado; Concentração de esforços e administração de conflitos; Equipe habilitada para a resolução dos problemas; Planejamento técnico e estratégico (utilização de ferramentas de análise); Gerência de projeto sobre os objetivos, custos, prazos e qualidade de execução, com controle e avaliação dos resultados obtidos; Atendimento das necessidades dos clientes; 2. A Metodologia Top-Down A Metodologia de projeto de redes Top-Down é um processo sistemático de criação de redes que tem seu foco nos aplicativos, nas metas técnicas e na finalidade dos negócios de uma organização. É uma metodologia que ajuda a projetar uma visão lógica da rede antes de desenvolver uma visão física. A ênfase está no planejamento antes da execução. Ajuda a analisar as metas globais e depois adaptar a estrutura de rede proposta à medida que obtém mais detalhes sobre necessidades específicas. A metodologia Top-Down é uma disciplina que cresceu a partir do sucesso do projeto estruturado de sistemas. O produto de um projeto de desenvolvimento deve ser um modelo de um sistema completo. Um modelo lógico do sistema permite que usuários e projetistas vejam como o sistema inteiro funciona e de que

15 AULA 03 Metodologia de projetos de Redes Top-Down - V. 01/06 maneira as partes se encaixam. Um modelo fornece uma referência comum para utilização durante a discussão das funções lógicas do sistema. 3. Fases do projeto de redes Top-Down Esta metodologia consiste de quatro fases: Identificação das necessidades e das metas dos clientes; Projeto da rede lógica; Projeto da rede física; Testes, otimização e documentação do projeto de rede Identificação das necessidades e das metas dos clientes Esta fase foca na análise de requisitos, começando com a identificação das metas do negócio e dos requisitos técnicos. A tarefa de caracterizar a rede existente, inclusive a estrutura física e o desempenho dos principais segmentos e roteadores da rede, vem em seguida. A última etapa desta fase é analisar o tráfego da rede, inclusive o fluxo de tráfego e a carga, o comportamento do protocolo e os requisitos de qualidade de serviço (QoS). Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 2

16 AULA 03 Metodologia de projetos de Redes Top-Down - V. 01/06 Figura 1 - Atividades da fase de identificação das necessidades e das metas do cliente 3.2. Projeto da rede lógica Nesta fase o projetista da rede desenvolve uma topologia de rede. Dependendo do tamanho da rede e das características do tráfego, a topologia pode ser plana ou hierárquica. O projetista de redes também elabora um modelo de endereçamento de camadas de rede e seleciona protocolos de enlace, comutação e roteamento. O projeto lógico também inclui o projeto de segurança e gerenciamento da rede. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 3

17 AULA 03 Metodologia de projetos de Redes Top-Down - V. 01/06 Figura 2 - Atividades da fase do projeto da rede lógica 3.3. Projeto da rede física Esta fase começa com a seleção de tecnologias e dispositivos para redes locais ou de campus, inclusive as tecnologias Ethernet, FDDI e ATM; roteadores, switches, hubs e cabeamento para implementar as tecnologias. Segue-se a seleção de tecnologias e dispositivos para a rede corporativa da empresa. Estas tecnologias incluem Frame Relay, ATM, xdsl e dial-up; roteadores, switches de WAN e servidores de acesso remoto para implementar as tecnologias. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 4

18 AULA 03 Metodologia de projetos de Redes Top-Down - V. 01/06 Figura 3 - Atividades da fase do projeto da rede física Layout dos equipamentos Existem diversos fatores que devem ser considerados no projeto físico de uma rede de computadores. Nesse aspecto, o layout dos equipamentos pode ser influenciado pelos seguintes fatores: Custos; Distâncias envolvidas; Expectativa de crescimento da rede; Localização física dos dispositivos; Segurança física; Alternativas para recuperação em caso de acidentes; Definição da Infra-estrutura Um componente de rede básico é o cabeamento, mesmo para redes que utilizam tecnologias sem fio. Afinal, mesmo uma rede sem fios, em alguma parte, necessita Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 5

19 AULA 03 Metodologia de projetos de Redes Top-Down - V. 01/06 conectar equipamentos como antenas, placas de rede, servidores, pontos de acesso, etc. O projeto físico da rede deve optar por um esquema de infra-estrutura apropriado, levando em consideração os custos com aquisição de cabos, acessórios, material de identificação, etc, bem como as limitações de distância de cada tipo de mídia (cabos de par trançado, cabo coaxial, fibra óptica), obstáculos, restrições do local, entre outros Testes, otimização e documentação do projeto de rede A etapa final do projeto de redes Top-Down é descrever e implementar um plano de testes, elaborar um protótipo ou piloto, otimizar o projeto da rede e documentar o trabalho com uma proposta de projeto de rede. Se os resultados dos testes indicarem quaisquer problemas de desempenho, então durante essa fase o projeto deverá ser atualizado, citando a otimização que deve ser implementada. Por último deve ser elaborada a documentação do projeto da rede, que inclui a descrição dos requisitos de seu cliente e explica como o projeto atende a esses requisitos. Também se documentam a rede existente, o projeto lógico e físico, o orçamento e despesas associadas com o projeto. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 6

20 AULA 03 Metodologia de projetos de Redes Top-Down - V. 01/06 Figura 4 - Atividades da fase de testes, otimização e documentação da rede. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 7

21 UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 04 Análise dos Requisitos dos Clientes - V. 01/06 1. Análise das metas e das restrições do negócio A compreensão das metas e das restrições de negócio do cliente é um aspecto crítico do projeto de rede. A análise completa das metas de negócio do cliente proporcionará um projeto de rede que receberá a aprovação do cliente. 1.1.Análise das metas Antes de marcar uma reunião com o cliente para discutir as metas do negócio correspondentes ao projeto de rede, é interessante (1) pesquisar sobre o negócio do cliente: em que mercado ele se encontra, quais são seus produtos, fornecedores e suas vantagens competitivas. Com o conhecimento do negócio do cliente e de suas relações externas será possível determinar as tecnologias e os produtos para ajudar a fortalecer o status do cliente no mercado em que ele participa. Na primeira reunião com o cliente é necessário (2) entender sua estrutura organizacional. Provavelmente, o projeto final de interligação das redes refletirá a estrutura corporativa. Entender a estrutura corporativa da organização também ajudará a localizar as comunidades de usuários mais importantes para caracterizar o fluxo de tráfego. Entender a estrutura da empresa também auxilia a entender a hierarquia da tomada de decisões. Uma das principais metas nos estágios iniciais em um projeto de rede deve ser (3) determinar quais são os responsáveis pela tomada de decisões em relação à proposta do projeto de redes. Solicite ao cliente para (4) definir uma meta global para o projeto da rede. São exemplos típicos de metas de negócio em um projeto de rede:

22 AULA 04 Análise dos Requisitos dos Clientes - V. 01/06 Aumentar a receita e o lucro; Melhorar as comunicações na empresa; Encurtar o ciclo de desenvolvimento de produtos; Aumentar a produtividade dos funcionários; Expandir para outros mercados; Modernizar tecnologias desatualizadas; Reduzir os custos de telecomunicações e redes; Oferecer novos serviços aos clientes 1.2. Identificando Riscos Com as metas alcançadas o sucesso estará garantido. Mas é necessário também (5) definir os riscos e as conseqüências do fracasso do projeto: O quê acontecerá se o projeto falhar ou a rede não atender às especificações? Existirá impacto nas operações da organização? O sucesso / fracasso do projeto será visível para os executivos? 1.3. Identificação do escopo de um projeto de rede Esta atividade ajuda a entender se o projeto se destina: A um único segmento de rede; A um conjunto de LAN s; A uma WAN; A redes de acesso remoto; Ou ainda à rede da empresa inteira. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 2

23 AULA 04 Análise dos Requisitos dos Clientes - V. 01/06 Os projetistas de rede raramente têm a chance de projetar uma rede a partir do zero. Normalmente, um projeto de rede envolve uma versão aperfeiçoada da rede existente, ou uma rede nova conectada a uma rede existente. Toda a expectativa do cliente em relação ao projeto de rede pode ser trazida à realidade quando o escopo do projeto fica bem definido Identificação dos aplicativos de rede do cliente Os aplicativos são a verdadeira razão para a existência das redes. A identificação dos aplicativos deve incluir tanto os existentes quanto os novos. Uma forma simples de começar a identificar os aplicativos é criar uma planilha semelhante à mostrada na Figura 1. Nome do Aplicativo Tipo de Aplicativo Novo? [S] [N] Nível de Importância Comentários Tabela 1 Identificação dos Aplicativos de Rede 1.5. Análise das restrições do negócio Existem três aspectos organizacionais que podem influenciar negativamente no projeto da rede: Políticas e Normas: é necessário conhecer qualquer trabalho oculto, hostilidades, tendências, relações de grupo ou histórico por trás do projeto que poderiam fazê-lo fracassar. Existe algum projeto semelhante que fracassou? Quais foram as razões do fracasso? O projeto eliminará empregos? Os Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 3

24 AULA 04 Análise dos Requisitos dos Clientes - V. 01/06 funcionários possuem reação a mudanças? Qual é a disposição para assumir riscos? Existem políticas de padronização ou adoção de padrões abertos? Existe padronização de marcas de equipamentos? Os departamentos controlam suas próprias aquisições? Os usuários finais estão envolvidos na escolha dos aplicativos? Na ânsia de chegar aos requisitos técnicos, às vezes os projetistas ignoram detalhes não técnicos, e isto é um grande equívoco para o sucesso do projeto. Restrições orçamentárias e de pessoal: o projeto de rede deve se adaptar ao orçamento do cliente. O orçamento deve incluir a previsão de compra de equipamentos, licenças de software, contratos de manutenção e suporte, testes e treinamentos. Também pode incluir serviços de consultoria e despesas com terceirização de algum serviço. A formação e as habilidades do pessoal da equipe de rede devem ser avaliadas. Qual é o nível de experiência do pessoal interno envolvido no projeto? Cronograma: o prazo de entrega de cada subproduto em cada fase do projeto deve estar bem acordado com o cliente. Existem diversas ferramentas para o desenvolvimento de cronogramas que incluem marcos, atribuições de recursos, análise de caminho crítico, amarrações entre atividades, entre outros. Entre as ferramentas temos o Microsoft Project, Project Builder, etc. Um cronograma macro pode ser elaborado na etapa de desenvolvimento do projeto, podendo ser detalhado à medida que se planeja a execução de uma determinada fase do projeto. Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 4

25 AULA 04 Análise dos Requisitos dos Clientes - V. 01/ Lista de verificação das metas de negócio Pesquisei o mercado e os concorrentes do cliente? Entendo a estrutura corporativa do cliente? Compilei uma lista das metas de negócios do cliente, começando por uma meta global de negócios que explica a finalidade principal do projeto de rede? O cliente identificou todas as operações de missão crítica? Compreendo os critérios do cliente para o sucesso e a identificação de falhas? Compreendo o escopo do projeto de rede? Identifiquei os aplicativos de rede do cliente? O cliente explicou as normas relacionadas com fornecedores, protocolos administrativos ou plataformas tecnológicas aprovadas? O cliente explicou quaisquer normas relacionadas com soluções abertas x soluções patenteadas? O cliente explicou quaisquer normas relacionadas com a distribuição de autoridade referente ao projeto e à implementação da rede? Conheço o orçamento para esse projeto? Conheço o cronograma para esse projeto e acredito que ele seja prático? Tenho uma boa noção sobre a experiência técnica de meus clientes e de qualquer equipe interna ou externa participante do projeto? Discuti com meus clientes um plano de treinamento da equipe? Estou ciente de todas as políticas corporativas que poderiam afetar o projeto de rede? Ref: Projeto de Redes Top-Down, PMI, Salles, Pinheiro 5

26 UniFOA - Curso Seqüencial de Redes de Computadores Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 05 Parâmetros de Desempenho - V. 01/06 1. Facilidade de escalonamento Refere-se ao nível de crescimento que um projeto de rede tem que permitir. Um projeto de rede deve se adaptar ao aumento de número de usuários, aplicativos, servidores, instalações e conexões de redes externas. A visão de crescimento deve alcançar pelo menos os próximos 2 anos. 2. Disponibilidade Refere-se ao tempo durante o qual uma rede está disponível para os usuários. Significa a proporção de tempo que a rede está operacional. A disponibilidade está vinculada à redundância, confiabilidade (precisão, taxas de erros, estabilidade e período de tempo entre falhas), resiliência e à recuperação de desastres. Pode ser expressa em percentual (por exemplo, 99,95%), mas deve ainda especificar em que período deve ocorrer o tempo de inatividade (por exemplo, durante as 24h do dia ou é mais suportável durante o período noturno), deve especificar uma unidade de tempo (por exemplo, 3h por mês) e se o período de inatividade pode estar disperso (por exemplo, 30 minutos de inatividade por semana pode não ser suportável, mas 10,7 segundos por hora pode ser suportável, mas significam o mesmo período de inatividade semanal). Pode ainda ser definida em termos do MTBF (Tempo Médio entre Falhas) e do MTTR (Tempo Médio para Reparo). D = MTBF / (MTBF + MTTR). A meta de MTBF típica para uma rede altamente confiável é horas ou 167 dias. A meta de MTTR típica é de 1 hora. O que daria uma disponibilidade de 99,98% para uma rede de missão crítica. A meta de disponibilidade pode ser diferente para os diversos segmentos da rede.

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