CITE in FORMA Nº2 Novembro de 1999 NOTA EDITORIAL. O CITEFORMA e Timor

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CITE in FORMA Nº2 Novembro de 1999 NOTA EDITORIAL. O CITEFORMA e Timor"

Transcrição

1 CITE in FORMA Nº2 Novembro de 1999 NOTA EDITORIAL O CITEFORMA e Timor O CITEFORMA concluiu recentemente uma acção de formação, destinada a 24 timorenses, com a duração de três meses, a tempo inteiro, visando eliminar ou atenuar as dificuldades daqueles cidadãos no acesso às formações disponíveis no nosso país. Para além da capacidade de adaptação uma vez mais demonstrada pelo Centro, impõe-se realçar a sua forma especial de existir, simbolicamente veiculada por esta intervenção, em total sintonia com todo o país, na mobilização geral a que assistimos a favor da libertação do Povo Timorense e da sua afirmação como Nação Livre, impregnada de cultura várias, entre as quais, a nossa, que permaneceu e foi defendida em Timor, ao longo de tantos e tão duros anos de sofrimento. O CITEFORMA continua, portanto, atento aos justos anseios e às grandes causas da comunidade envolvente. Sabe associar-se aos movimentos sociais, reage e intervém positivamente, através das vias ao seu alcance, dando o seu contributo próprio. E, assim, cumpre os seus objectivos e o seu destino. Esta peculiar forma de existir e actuar permite acalentar as melhores expectativas de um futuro risonho, que o Centro e seus colaboradores bem merecem. Arlindo Gameiro, Conselho de Administração do CITEFORMA BREVES Ex-Formando é agora Formador Sempre que faço a introdução dos cursos digo sempre que fui formando aqui no CITEFORMA e quando olho para os jovens revejo-me na posição que eles estão a ocupar. Herberto Monteiro frequentou o primeiro curso que houve no CITEFORMA de Análise e Programação de Aplicações, em Quando o curso acabou foi-lhe proposto, a ele e três colegas, um estágio no Instituto de Informática do Ministério das Finanças. Eles gostaram imenso do nosso trabalho e propuseram que ficássemos mais seis meses a contrato de trabalho. No final desse período abriu concurso para o quadro, entrámos e até à data tenho-me mantido por lá. Conciliando o trabalho de dia, com os estudos à noite, licenciou-se em Informática de Gestão. Entretanto estive no CITEFORMA a frequentar o curso de Formação Pedagógica de Formadores, que também foi uma experiência muito agradável e muito positiva. Neste regresso ao Centro surgiu o convite, da parte de José Poças Rascão, Coordenador dos cursos de Análise e Programação de Aplicações e Programação de Sistemas para dar o Módulo de Pro-Cobol. Tive o meu percurso profissional, conse-

2 guido através de um estágio proporcionado pelo CITEFORMA e depois regressei à casa mãe para transmitir os conhecimentos, que entretanto tinha adquirido, a outros jovens que se estavam a iniciar na carreira informática, refere Herberto. Em relação ao curso que frequentou e do qual é agora formador, muita coisa mudou. O curso hoje em dia não se compara nada ao que foi em Na altura tinha a duração de seis meses e agora tem um ano. O programa tem, portanto, muito mais matéria. Para além disso, os formadores e as condições técnicas disponíveis aqui no centro são cada vez melhores. Dedicação no período de estágio e continuação dos estudos são os dois grandes conselhos que Herberto Monteiro deixa a quem começa agora dar os primeiros passos. Aproveitem realmente esta oportunidade que é dada assim de mão beijada e dediquem-se bastante, pelo menos nesse início de estágio. Tento também de alguma forma incentivar a continuação de estudar. Devem tirar um curso superior porque acho que é mais um trunfo que um técnico pode ter. Formação fora de portas O Futuroscope e La Villete fizeram, este ano, parte do programa dos cursos de Técnicos de Secretariado e Burótica e de Técnicos de Multimédia. O CITEFORMA organizou, em Julho, uma Semana Científica que proporcionou a estes dois grupos de jovens um contacto directo com a indústria de comunicação em desenvolvimento. A visita de estudo realizada ao Futuroscope em Jaunay-Clan, Poitiers e La Vilette - la cité des sciences et de l industrie em Paris traduziu-se numa aprendizagem muito enriquecedora por permitir a aquisição de conhecimentos técnicos e culturais num contexto extremamente aliciante. Estagiários e as empresas que os acolhem Mal pousam a caneta e os manuais, avançam para o mercado de trabalho. Muitos dos jovens que terminam os cursos de qualificação aproximam-se das empresas com a ajuda do CITEFORMA. Há entidades interessadas em apostar na construção das suas carreiras profissionais, dando-lhes a possibilidade de aplicar os conhecimentos obtidos em regime de estágio. Rui Loureiro da Infomania e António Sousa da Texto Editora dizem porquê. Perto de duas dezenas de formandos do CITEFORMA foram encaminhados para a Infomania. E ficaram, quase todos, integrados nesta empresa que desenvolve, actualmente, a sua actividade na prestação de serviços em administração de sistemas, call center e gestão de centros help-desk. A área de Secretariado e de Burótica tem colmatado necessidades no call center enquanto que os formandos de Programação de Sistemas e de Análise e Programação de Aplicações têm sido encaminhados para a vertente de administração e help-desk. A preferência no local de recrutamente deve-se, segundo Rui Loureiro, director geral da Infomania a todo o currículo que o CITEFORMA apresenta. Não há muitos sítios, ou talvez até nenhum sítio, onde alunos sem formação universitária saiam com conhecimentos, por exemplo de UNIX. O UNIX aprende-se nas universidades estatais. Nas privadas, por

3 razões económicas, preferem ter PC s. Para além do conteúdo programático dos cursos, a duração é também um dos pontos que esta empresa destaca. O Centro capacita as pessoas no espaço relativamente curto de um ano e foca, realmente, os alunos para o mercado de emprego. Carla Carrelo terminou o curso de Técnicos de Burótica em Dezembro de Em Fevereiro de 1997 chegou à Infomania para fazer de tudo como nos contou. A empresa era muito pequena e eu tive de tratar dos assuntos de todas as áreas. Cresceu profissionalmente na empresa e assistiu ao desenvolvimento da casa que a acolheu. Ao contrário de alguns dos seus colegas, não continuou a estudar, mas deixa o recado: Vale sempre a pena continuar a estudar. O CITEFORMA deu-me a oportunidade de começar a trabalhar e sei que uma coisa não invalida a outra. Hélia Henriques, também ex-formanda do curso de Técnicos de Secretariado e Burótica, está na empresa desde o princípio do ano. Até Junho esteve no call center que presta assistência aos utilizadores da Hewlett Packard, mas prefere o ambiente de trabalho muito jovem da Infomania, onde a média de idades se fica pelos 26 anos. É aliás esta cultura empresarial que tem travado a rotatividade destes jovens. Para Rui Loureiro é clara a impossibilidade de conseguir segurar, principalmente os técnicos de Análise e de Programação somente pela via do ordenado: somos uma empresa de prestação de serviços e trabalhamos, por isso, com margens muito reduzidas. Apostam por isso, numa atitude de estímulo e integração destes jovens, criando assim um ambiente de trabalho descontraído mas ao mesmo tempo altamente produtivo. Outra empresa que tem feito a ponte entre a formação no Centro e o mercado de trabalho é a Texto Editora. Lida com o mercado do livro escolar, essencialmente do 5º ao 12º ano e, mais recentemente, na área editorial não escolar, com grande empenho nas edições multimédia. Começaram por dar um estágio a um formando do CITEFORMA do curso de Programação de Sistemas há cerca de quatro anos e a partir daí, anualmente têm recebido formandos de Secretariado ou Burótica. António Sousa conta já perto de dez pessoas e muitas foram ficando. O CITEFORMA é uma instituição que nos merece respeito, temos tido uma experiência positiva. Os formandos vêm dotados de bons conhecimentos básicos que lhes permite agarrar funções administrativas em várias áreas. São pessoas muito polivalentes que podem ficar integradas numa área comercial, vendas ou marketing como também podem ficar a dar apoio a áreas financeiras, de pessoal... depois depende do perfil de cada um. Aida Marques é, actualmente, Secretária do Marketing Escolar. Ao terminar o curso de Secretariado foi encaminhada para a Texto Editora pelo CITEFORMA. Concluídos os seis meses de estágio ficou... e já lá vão três anos. Sem grandes problemas de adaptação ao mundo do trabalho - as pessoas são muito simpáticas, refere - Aida começou por trabalhar na Enciclopédia. A experiência zero não a atrapalhou e rapidamente deu o passo para o Marketing, onde se encontra. FORMAÇÃO PARA AS EMPRESAS

4 Consultores-Formadores desenvolvem nova metodologia O projecto de Marketing da Formação Profissional para as PME s promovido em conjunto pelo BFZ (Centro de Formação e Desenvolvimento Profissional dos Sindicatos Patronais da Baviera) e o IEFP, termina oficialmente no mês de Novembro. Ainda antes da avaliação final falámos com o Técnico do BFZ que conduziu todo o processo. Adaptar à realidade portuguesa uma metodologia de aproximação dos Centros de Formação às Pequenas e Médias Empresas. Terá sido este o desafio proposto a Carsten Gebhard no início de Com a concepção do projecto em mãos, passou para a sua implementação no terreno. Durante dez meses acompanhou, um pouco por todo o país, os cerca de vinte técnicos que se iniciaram numa nova metodologia. Um processo de adaptação de conceitos que levou o seu tempo, como o próprio justifica: Estávamos conscientes, desde o início, que esta metodologia não poderia ser aplicada da mesma forma que o fazemos na Alemanha. Foi necessário um tempo de ajustamento aos instrumentos que usamos, uma mudança, de forma a que esses instrumentos se tornassem úteis. CITE in FORMA: O que é que está na origem do desenvolvimento de um método específico de aproximação às empresas? Carsten Gebhard: Na Alemanha, começámos a ter sérios problemas de adesão à formação por parte das pequenas e médias empresas. CF: Tempo disponível só para trabalhar e não para formação... CG: Sim, esse é um dos grandes problemas. Não têm tempo para investir em formação, porque neste tipo de empresas as pessoas estão mesmo lá para trabalhar... um para cada função específica. Não é como nas grandes empresas, em que os funcionários podem ser facilmente substituídos. O segundo problema tem a ver com os parcos recursos financeiros. Ao que acresce o insuficiente reconhecimento do valor do desenvolvimento dos recursos humanos. As empresas nem têm muita vontade de mudar. Só sentem essa necessidade de mudança quando os problemas são muito graves e aí, por vezes, já é tarde demais. CF: Face a isto, foram também forçados a mudar de atitude. CG: Concluímos que se queríamos continuar a promover formação junto destas empresas teríamos de nos adaptar à situação. Ou seja, apresentar um preço acessível, admitir o contexto, conceber planos de formação que não ocupassem demasiado tempo, que pudessem ser ministrados no local de trabalho...no fundo, flexibilizar ao máximo a nossa proposta. Foi este conhecimento tão real das empresas que nos levou a conceber uma nova metodologia. CF: Em que é que consiste essa metodologia? CG: Há alguns pontos chave neste procedimento. Primeiro que tudo, a cooperação. Acreditamos seriamente que a resolução para os problemas da empresa se encontra na própria empresa. Não procuramos soluções para aquilo que nos descrevem, mas tentamos que encontrem todos, em conjunto, a melhor forma de ultrapassar as dificuldades. E todos refere-se ao conjunto dos funcionários, independentemente da hierarquia. Isso leva-nos ao primeiro passo da metodologia: o levantamento de

5 necessidades de formação. Ao fazer o levantamento de necessidades de formação de uma empresa estamos a analisar os problemas de diversos níveis, o que tem as suas vantagens. A mais evidente prende-se com a noção muito clara do que é realmente importante para a empresa. Depois, o facto de estarmos a trabalhar com os próprios funcionários faz com que eles se identifiquem muito com a formação que ajudam a construir e que depois frequentarão. A motivação é, geralmente, muito acima do normal. O levantamento de necessidades de formação permite-nos analisar o contexto em que se insere a empresa, o que é extremamente importante depois, na concepção do plano de formação. A formação deve estar de acordo com as necessidades das empresas e contemplar apenas as matérias que precisam de ser leccionadas. Num curso normal, sobre qualquer assunto, há pessoas com diferentes níveis de conhecimento o que faz com que alguns oiçam as mesmas matérias de novo. Quando se trabalha para as empresas, tal não deve acontecer. CF: É, portanto, feito à medida? CG: Sim e o nosso interesse é consolidar uma colaboração a longo prazo com estas empresas. A nossa experiência dita que quando há um contacto bem sucedido, as empresas ficam a contar connosco. Tentamos ser uma espécie de prestação de serviços na área do desenvolvimento dos recursos humanos para as médias empresas. Esse é o objectivo deste trabalho e os instrumentos são uma forma de o atingir. Porquê formação? Porquê mudar? Segundo Carsten Gebhard É uma consequência do nosso tempo. No passado, as mudanças na produção ocorriam de três em três ou quatro em quatro anos. Hoje a maioria dos produtos fica desactualizado em meio ano. As empresas adaptam-se às exigências do mercado e os trabalhadores precisam de se preparar para essas mudanças. Por outro lado, as empresas não colocam só um produto no mercado. Se querem ser competitivas e fazer frente no mercado europeu têm de ter uma gama de produtos. Precisam de estar atentas aos desejos dos clientes, caso contrário, eles procuram outra empresa que lhes satisfaça as suas necessidades. O caso é ainda pior no sector das novas tecnologias, porque a inovação é muito mais rápida do que em qualquer outro sector. Os técnicos precisam de formação constante. Uma empresa não se pode dar ao luxo de dizer NÃO, senão no espaço de um ano, fica de fora. Na área administrativa há inovações grandes que temos de acompanhar Quem o afirma é Teresa Castro, a responsável pela gestão da formação profissional da PEC, uma holding que tem como actividades principais o abate, corte, embalagem e distribuição de carne. Está por isso, a ganhar forma um plano de formação que abrange, por um lado, a actividade fabril e, por outro, a área administrativa à qual o CITEFORMA se encontra a dar resposta. Nunca tivemos formação profissional. Depois no dia-a-dia o trabalho sofre com isso. Há novas tecnologias que não conhecemos bem, e estou a referir-me essencialmente à informática. As pessoas acabam por auto-formar-se e tentam da maneira mais difícil e mais morosa conseguir aquilo que seria fácil se tivessem conhecimentos. Quanto à adesão dos funcionários a uma acção de formação, Teresa Castro não hesita em realçar as vanta-

6 gens à partida mais visíveis: Eu acho que são as pessoas que estão mais dentro da realidade que precisam de formação, até porque podem reconhecer que não sabem. Anseiam por isso até para não se sentirem ultrapassadas, nomeadamente quando são admitidas pessoas novas que estudaram e têm qualificações. Por outro lado, o relacionamento entre colegas durante o período de formação é muito diferente e extremamente importante. Às vezes estabelecem-se ligações que ao nível de trabalho não foram conseguidas no dia-a-dia. Susana Pereira é quem está, actualmente, a fazer o levantamento de necessidades de formação, que servirá de base a todo o processo. REDE Dez empresas recebem apoio de Consultores A candidatura das empresas à terceira linha do Programa REDE já foi analisada pela Estrutura de Gestão e ficaram aprovadas dez. Decorre, de momento, a fase que mais exige dos Consultores. Trata-se da elaboração de um Diagnóstico Estratégico que servirá de base ao Plano de Acções a implementar na empresa. O outro processo a desencadear em breve será o da selecção de Assistentes de Desenvolvimento Empresarial. Estes jovens recém-licenciados serão colocados nas empresas, ajudando o empresário e o Consultor a implementar o Plano de Acções. Chegaram inscrições de várias zonas do país, assim como de diversas áreas de actividade. O número considerável de pedidos de adesão acabou por justificar a entrada de mais um Consultor. António Abranches Correia junta-se, nesta edição, a José Poças Rascão nesta acção de Consultoria/Formação que irá ajudar a desenvolver as pequenas empresas do país. Logo após a recepção de candidaturas foram marcadas reuniões com os empresários. Com estas visitas os consultores procuraram esclarecer os empresários dos objectivos e âmbito de intervenção do Programa REDE. Permitiram também verificar se as empresas tinham condições, em termos de instalações, para receber um jovem recém-licenciado. O primeiro contacto foi de extrema importância para os Consultores, pois permitiu fazer uma avaliação e até mesmo uma comparação dos dados. Começámos a ter respostas quantitativas como por exemplo o número de pessoas, recolhemos elementos para depois ver se se enquadram ou não nos parâmetros do REDE, refere António Abranches Correia. Depois da aprovação oficial das empresas, consultores e empresários avançaram para o levantamento exaustivo dos problemas das empresas. Nas reuniões seguintes tentámos compreender os problemas para depois apresentar sugestões. O diagnóstico foi sendo sucessivamente discutido e ajustado até à assinatura final. Com as ideias mais claras e a realidade da empresa melhor definida é agora possível delinear o Plano de Acções a implementar ao longo do REDE. Reforçar a qualidade da gestão praticada, aceder a novas formas de organização da produção, tirar partido da introdução de novas tecnologias e beneficiar da

7 abertura a novos mercados são os objectivos comuns a atingir por todas as empresas envolvidas. As empresas seleccionadas REDE - Linha III ANTÓNIO LOPES DE ALMEIDA Comércio a Retalho de Ferragens e Vidro Plano Vale de Milhaços - Corroios CARVALHO & HENRIQUES CONSULTORES Contabilidade e Consultoria de Gestão Coimbra HIPERQUÍMICA Produtos Químicos e Industriais Produção e Comercialização de Produtos Químicos Loures LADOCE Indústria e Comércio Alimentar Panificação e Pastelaria. Indústria, comércio, armazenagem e distribuição de produtos alimentares e afins Sacavém PROJECTOAMI Sociedade de Estudos, Consultoria e Formação Formação e Consultoria Queluz PROMOLUZ Promoção, Reposição e Animação Prestação de Serviços: Merchandising Torres Novas PROTESEGURANÇA Protecção e Segurança de Imóveis e Bens Segurança Privada Alfragide SIMÕES & SOUSA Armazenista de Produtos Alimentares e Higiene Sacavém SOLACTICÍNIOS Distribuidora de Produtos Alimentares Comércio de Produtos Alimentares. Distribuição de Lacticínios: Queijos Sobral de Monte Agraço TEMPO REAL- Gestão e Organização de Empresas Consultoria Informática e Serviços Lisboa

8 Pela qualificação do povo de Timor Loro Sae Terminou, no dia 1 de Outubro, o curso de pré-formação em Promoção de Competências Sócio-Psico-Profissionais. Uma acção de formação muito especial, destinada a um grupo de jovens timorenses A grande maioria inclina-se para a informática, mas há também quem deseje enveredar pela área da mecânica ou até da electrónica. A formação que frequentaram no CITEFORMA, durante três meses, foi o primeiro passo do percurso de qualificação. Um tronco comum que visou essencialmente a melhoria de conhecimentos da língua portuguesa. O curso contou ainda com os módulos de Cultura Organizacional, Desenvolvimento Psicossocial, Introdução à Informática, Relações Laborais e Segurança Social. Segundo Susana Pereira, a coordenadora desta formação, o principal objectivo alcançado foi no plano da Promoção das Competências Psicossociais: houve uma melhoria significativa no relacionamento dos jovens com as outras pessoas, estão muito mais desinibidos, exprimem-se com maior facilidade, embora ainda se verifique um grande handicap ao nível da língua portuguesa. Este grupo de timorenses prepara-se agora para o processo de selecção que lhes permitirá ingressar nos cursos de qualificação para jovens. A evolução da situação em Timor foi acompanhada com preocupação, perturbando, em determinados momentos, as tentativas de manter a formação. Assim que a cabeça o permitiu, retomaram o estudo, conscientes da contribuição que poderão dar, para o reforço das qualificações do seu povo. O regresso a Timor é uma certeza. A profissionalização e o saber a validação do bilhete de ida. Projecto excepcional no contexto da nossa actividade A questão dos timorenses surge por iniciativa do Centro para a Cidadania Timorense (CCT) que junto do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tentou encontrar uma forma de enquadrar jovens timorenses em cursos de formação profissional, refere Agostinho Castanheira, o Director do CITEFORMA. O conhecimento que tivemos da realidade destes jovens e dos problemas específicos que eles tinham, designadamente ao nível do conhecimento da língua portuguesa, ao nível das diferenças culturais que têm em relação a nós e das dificuldades consequentes a essas diferenças na sua integração em cursos de qualificação de jovens, levou-nos a pensar e a propor ao IEFP e ao CCT uma pré-formação. Foram constituídas duas turmas, com 12 elementos cada. Um número reduzido de formandos por turma que permitiu um acompanhamento mais próximo entre o formador e cada um dos jovens. Formação dentro e fora de portas A formação decorreu em alternância: em sala de aula e fora de sala. As visitas de estudo a diferentes organizações da estrutura social, económica, política, cultural e religiosa portuguesa permitiu-lhes adquirir uma visão lata da cidadania portuguesa em especial, e da Europeia em geral. Ao longo dos três meses de formação re-

9 alizaram-se as seguintes visitas: >Estádio do Sport Lisboa e Benfica > Indústria LEVER > Teatro Nacional D. Maria II > Fátima: Santuário de Fátima e Museu de Cera > Évora: Universidade de Évora > Parque das Nações: Museu Nacional dos Coches, Pavilhão de Macau, Pavilhão dos Açores, Pavilhão do Conhecimento e Exposição Memórias da EXPO 98 > Arquivo Nacional da Torre do Tombo s Palácio Nacional da Ajuda > Jantar no Café da Música >Museu Nacional de Arte Antiga > SITESE > Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas > Sindicato dos Bancários do Norte > UGT

O CITEFORMA esteve presente na Feira Nacional de Orientação Escolar e Profissional entre 11 e 17 de Junho.

O CITEFORMA esteve presente na Feira Nacional de Orientação Escolar e Profissional entre 11 e 17 de Junho. CITE in FORMA Nº5 Agosto de 2000 NOTA EDITORIAL O CITEFORMA acaba de concluir um novo estudo tendo em vista o Levantamento de Necessidades de Formação do seu público alvo: trabalhadores associados do SITESE

Leia mais

UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO

UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO ACÇÃO DE FORMAÇÃO OS ARQUIVOS DO MUNDO DO TRABALHO TRATAMENTO TÉCNICO ARQUIVÍSTICO RELATÓRIO FINAL Enquadramento A acção de formação Os arquivos do mundo do trabalho tratamento técnico arquivístico realizou-se

Leia mais

COMPETIR CATÁLOGO DE FORMAÇÃO 2010 - PLANO FORMATIVO. www.competiracores.com. Formação e Serviços, S.A. Design www.craveirodesign.

COMPETIR CATÁLOGO DE FORMAÇÃO 2010 - PLANO FORMATIVO. www.competiracores.com. Formação e Serviços, S.A. Design www.craveirodesign. Design www.craveirodesign.com COMPETIR Formação e Serviços, S.A. www.competiracores.com CATÁLOGO DE FORMAÇÃO 2010 - PLANO FORMATIVO Quem Somos A Competir-Açores está integrada no Grupo COMPETIR e estamos

Leia mais

Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto

Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto Cursos de Formação em Alternância na Banca Relatório de Follow-up 2010-2013 Lisboa e Porto Outubro de 2015 Índice 1. Introdução... 3 2. Caraterização do Estudo... 4 3. Resultado Global dos Cursos de Lisboa

Leia mais

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados

Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Cursos de Formação em Alternância na Banca Quarto Estudo de Follow up dos Diplomados Relatório Cursos terminados entre 2006 e 2009 Projecto realizado em parceria e financiado pelo Instituto de Emprego

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

Neste contexto, o IDIT vai intervir em 31 empresas localizadas no Norte de Portugal, e 28 empresas localizadas na Região Centro.

Neste contexto, o IDIT vai intervir em 31 empresas localizadas no Norte de Portugal, e 28 empresas localizadas na Região Centro. NEWSLETTER 1 O IDIT O IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica é uma associação privada de utilidade pública, sem fins lucrativos, cujo objectivo primordial é contribuir para a modernização

Leia mais

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f)

AVISO. Admissão de Pessoal. (m/f) AVISO Admissão de Pessoal (m/f) A AJITER Associação Juvenil da Ilha Terceira pretende admitir jovens recém-licenciados à procura do primeiro emprego, para estágio no seu serviço, ao abrigo do Programa

Leia mais

Teolinda Portela Directora da Forino

Teolinda Portela Directora da Forino PROJECTO FSE: FORTIC (Associação para a Escola de Novas Tecnologias FORINO) APOIO FSE ATRAVÉS DA: Iniciativa Comunitária EQUAL Capacitar pessoas Capacitar pessoas com problemas motores para a vida activa,

Leia mais

Regras de enquadramento do POPH. O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH.

Regras de enquadramento do POPH. O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH. Regras de enquadramento do POPH O presente documento técnico integra fichas de síntese das principais Tipologias de Intervenção do POPH. Este documento é orientativo da regulamentação do Programa, não

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS

Leia mais

Regulamento Geral da Formação

Regulamento Geral da Formação Regulamento Geral da Formação Regulamento n.º 32/2006, de 3 de Maio publicado no Diário da República, II Série, n.º 85, de 3 de Maio de 2006 Artigo 1.º Objecto 1 Este regulamento define as regras relativas

Leia mais

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO FORMAÇÃO SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO 1 Introdução No actual quadro legislativo (35/2004) é bem claro que a responsabilidade pelas condições de Segurança, Higiene e Saúde

Leia mais

Localização. Visão. Missão. Entidades promotoras

Localização. Visão. Missão. Entidades promotoras ESCOLA TECNOLÓGICA DO LITORAL ALENTEJANO ETLA Localização A Escola Tecnológica do Litoral Alentejano fica situada no Complexo Petroquímico da empresa Repsol na ZILS. Perto da realidade industrial, a sua

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI)

PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) PLANO ESTRATÉGICO DE INTERVENÇÃO (PEI) Setembro de 2009/ Dezembro de 2010 Índice Introdução.. 3 Etapas de intervenção... 4 Âmbito de intervenção.. 5 Objectivos estratégicos..... 5 Metas.. 5 Equipa....

Leia mais

Encontro Nacional de Profissionais de Sociologia Vendas Novas 2006 3 de Março. O Estágio como ponte para o emprego

Encontro Nacional de Profissionais de Sociologia Vendas Novas 2006 3 de Março. O Estágio como ponte para o emprego Encontro Nacional de Profissionais de Sociologia Vendas Novas 2006 3 de Março O Estágio como ponte para o emprego Emília Rodrigues Araújo Boa tarde a todos Quero, em primeiro lugar, saudar esta iniciativa

Leia mais

GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP. AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça

GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP. AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça GRELHA PARA A CARACTERIZAÇÃO DE RTP Entidade interlocutora: Identificação do Projecto AEBJC Associação para o Ensino Bento de Jesus Caraça Nº do projecto: 2001/EQUAL/A2/AD/139 Designação do projecto: Área

Leia mais

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL FORMAÇÃO 01/013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL INFORMAÇÕES FUNDAÇÂO MINERVA Cultura - Ensino e Investigação Científica Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão Largo Tinoco de Sousa 760. 108

Leia mais

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste: Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República

Leia mais

Banca, Seguros e Mercados Financeiros

Banca, Seguros e Mercados Financeiros Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica Vasco da Gama Sines Tecnopolo Pós-Graduação Banca, Seguros e Mercados Financeiros Edital 2ª Edição 2011 1 Enquadramento A Escola Superior

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FERNANDO PESSOA Regulamento do Curso Vocacional Artes e Multimédia Ensino Básico 3º ciclo Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

IAPMEI Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (Programa Gerir Formação e Consultoria para Pequenas Empresas)

IAPMEI Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (Programa Gerir Formação e Consultoria para Pequenas Empresas) IAPMEI Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (Programa Gerir Formação e Consultoria para Pequenas Empresas) APOIO DO FUNDO SOCIAL EUROPEU: Através do Programa Operacional Emprego,

Leia mais

Amarante, 06 de Março de 2012 Centro de Desenvolvimento Empresarial do Norte

Amarante, 06 de Março de 2012 Centro de Desenvolvimento Empresarial do Norte Incentivos às empresas Amarante, 06 de Março de 2012 Centro de Desenvolvimento Empresarial do Norte Os Incentivos na estratégia do IAPMEI para as PME Facilitar e assistir as PME nas suas estratégias de

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TECNICA PARA FORMADOR/A EM COMUNICAÇÃO E VISIBILIDADE DAS ORGANIZAÇÕES UE-PAANE

Leia mais

Sistema Educativo Português Educação Profissional e Tecnológica

Sistema Educativo Português Educação Profissional e Tecnológica Sistema Educativo Português Educação Profissional e Tecnológica Conferência Nacional sobre Educação Profissional e Tecnológica 5 a 8 de Novembro de 2006 Sistemas de Educação e de Formação em Portugal ENSINO

Leia mais

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA.

São igualmente tidas em conta situações de pobreza e de exclusão social que necessitam um tratamento específico no âmbito do PRODESA. 1. Medida 3.4: Apoio ao desenvolvimento do Emprego e da Formação Profissional 2. Descrição: A Medida Apoio ao desenvolvimento do Emprego e Formação Profissional do PRODESA visa criar as condições para

Leia mais

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187

SUPLEMENTO I SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência. Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 I SÉRIE Quarta-feira, 26 de setembro de 2012 Número 187 ÍNDICE SUPLEMENTO Ministério da Educação e Ciência Portaria n.º 292-A/2012: Cria uma experiência-piloto de oferta formativa de cursos vocacionais

Leia mais

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional

Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional Carta de Compromisso - Centro para a Qualificação Profissional e o Ensino Profissional 1024036 - PROFIFORMA, GABINETE DE CONSULTADORIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, LDA Missão É missão do CQEP Profiforma: -

Leia mais

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva COORDENAÇÃO DO CURSO Prof. Doutora Maria José Silva PORQUÊ O CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO? Numa realidade onde a transposição do conhecimento científico e tecnológico gerado

Leia mais

Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO

Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO 1. PRINCIPAIS CONCLUSÕES Há um entendimento razoável das vantagens da prática do comércio electrónico no seio das PME

Leia mais

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO FORMAÇÃO SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO Introdução No actual quadro legislativo (Lei 7/2009 Código do Trabalho) e (Lei 102/2009 Regime jurídico da promoção da segurança e saúde

Leia mais

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO PREÂMBULO O projecto Estarreja COMpartilha surge da necessidade que se tem verificado, na sociedade actual, da falta de actividades e práticas de cidadania. Traduz-se numa relação solidária para com o

Leia mais

Curso de Língua Chinesa, Cultura e Dinâmica de Negócios para Empresários e Gestores na China

Curso de Língua Chinesa, Cultura e Dinâmica de Negócios para Empresários e Gestores na China 2ª Edição Curso de Língua Chinesa, Cultura e Dinâmica de Negócios para Empresários e Gestores na China Realizar Negócios na China é o sonho de qualquer empresário, mas pode ser uma realidade para os que

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

CURSO DE INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL DE QUADROS (CIEQ)

CURSO DE INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL DE QUADROS (CIEQ) INTEGRAÇÃO PROFISSIONAL DE TÉCNICOS SUPERIORES BACHARÉIS, LICENCIADOS E MESTRES CURSO DE INTEGRAÇÃO EMPRESARIAL DE QUADROS (CIEQ) GUIA DE CURSO ÍNDICE 1 - Objectivo do curso 2 - Destinatários 3 - Pré-requisitos

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

ADEI Agência para o Desenvolvimento Empresarial e Inovação PROJECTO

ADEI Agência para o Desenvolvimento Empresarial e Inovação PROJECTO MINISTÉRIO DA ECONOMIA, CRESCIMENTO E COMPETITIVIDADE Edificação / Reforço do Sector Privado ADEI Agência para o Desenvolvimento Empresarial e Inovação PROJECTO Conteúdo: 1. Enquadramento 2. Objectivos

Leia mais

M ODELO EUROPEU DE CURRICULUM VITAE

M ODELO EUROPEU DE CURRICULUM VITAE M ODELO EUROPEU DE CURRICULUM VITAE INFORMAÇÃO PESSOAL Formador Profissional / Coordenador Pedagógico / Consultor de Formação Nome POEIRAS, VITOR JOAQUIM GALRITO Naturalidade Sumbe, Quanza Sul, Angola

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS

REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS Agrupamento de Escolas Gaia Nascente REGULAMENTO DOS CURSOS VOCACIONAIS ENSINO BÁSICO Escola Secundária Gaia Nascente Artigo 1.º Âmbito e Enquadramento O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais

Leia mais

R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O

R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO E DESPORTO R E L A T Ó R I O D E E S T Á G I O RICARDO JORGE MARCELO ALMEIDA RELATÓRIO PARA A OBTENÇÃO DO DIPLOMA DE ESPECIALIZAÇÃO

Leia mais

ÁREA A DESENVOLVER. Formação Comercial Gratuita para Desempregados

ÁREA A DESENVOLVER. Formação Comercial Gratuita para Desempregados ÁREA A DESENVOLVER Formação Comercial Gratuita para Desempregados Índice 8. Sobre nós 7. Como pode apoiar-nos 6. Datas de realização e inscrição 5. Conteúdos Programáticos 4. Objectivos 3. O Workshop de

Leia mais

Perto de si, mudamos consigo! www.wechange.pt

Perto de si, mudamos consigo! www.wechange.pt Hotel Alvalade LUANDA 16 a 27 de RH Os Ciclos de RH, consistem em planos de desenvolvimento de competências no domínio da gestão de Recursos Humanos, nomeadamente ao nível das áreas de Selecção, Formação

Leia mais

Aprendizagem de Português L2 Criação e aplicação de estratégias e materiais conducentes ao sucesso educativo dos alunos PLNM

Aprendizagem de Português L2 Criação e aplicação de estratégias e materiais conducentes ao sucesso educativo dos alunos PLNM Aprendizagem de Português L2 Criação e aplicação de estratégias e materiais conducentes ao sucesso educativo dos alunos PLNM Luísa Solla, ILTEC/ESE Setúbal e Fabíola Santos, ILTEC luisa.solla@sapo.pt fabiola.santos@iltec.pt

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

NOTA CURRICULAR. Fundadora e membro da Direcção do ICA Instituto de Conciliação e Arbitragem (1990/2005).

NOTA CURRICULAR. Fundadora e membro da Direcção do ICA Instituto de Conciliação e Arbitragem (1990/2005). NOTA CURRICULAR Iva Carla Vieira Angolana Advogada Foi Directora Técnica de uma IPSS, com escopo Assistencial de Menores, entre 1977 e1984. No âmbito da Formação Profissional, exerceu o cargo de membro

Leia mais

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura

Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura Iniciativa Formação para Empresários Programa de Candidatura No âmbito do Contrato de Delegação de Competências do POPH na CCP 1. Enquadramento da Iniciativa A Iniciativa Formação para Empresários tem

Leia mais

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar á ficha modelo ACC 2

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar á ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

Valorização & Inovação no Comércio Local: Experiências & Instrumentos de Apoio

Valorização & Inovação no Comércio Local: Experiências & Instrumentos de Apoio Valorização & Inovação no Comércio Local: Experiências & Instrumentos de Apoio Iniciativas Inovadoras de Formação e Qualificação Profissional para o Comércio CIM Alto Minho 30 de junho de 2015 Missão Sucesso

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Formação Pedagógica Inicial de Formadores Formação Pedagógica Inicial de Formadores MÓDULOS CARGA HORÁRIA Acolhimento 1 O formador face aos sistemas e contextos de formação 8 Factores e processos de aprendizagem 6 Comunicação e Animação de Grupos

Leia mais

OBSERVAÇÃO E ANÁLISE DA RETENÇÃO NO ENSINO BÁSICO NO ANO LECTIVO DE 2006/2007

OBSERVAÇÃO E ANÁLISE DA RETENÇÃO NO ENSINO BÁSICO NO ANO LECTIVO DE 2006/2007 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA OBSERVAÇÃO E ANÁLISE DA RETENÇÃO NO ENSINO BÁSICO NO ANO LECTIVO DE 2006/2007 RELATÓRIO FINAL ESCOLA BÁSICA INTEGRADA DE ANGRA DO HEROÍSMO

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE CANDIDATURA E INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE SELECÇÃO

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE CANDIDATURA E INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE SELECÇÃO 4.ª EDIÇÃO DO PEPAL INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO DE CANDIDATURA E INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE SELECÇÃO 1 Índice 1. DESTINATÁRIOS DO PEPAL...3 2. CANDIDATURAS DOS ESTAGIÁRIOS...4 2.1.

Leia mais

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo

Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Entrevista ao Engº José Carlos Ramos, Director de Franchising da Explicolândia Centros de Estudo Criada em Setembro de 2005 em Sacavém, a Explicolândia Centros de Estudo tem sido ao longo dos anos, uma

Leia mais

Por despacho do Presidente da Assembleia da República de 26 de Julho de 2004, foi aprovado

Por despacho do Presidente da Assembleia da República de 26 de Julho de 2004, foi aprovado Regulamento dos Estágios da Assembleia da República para Ingresso nas Carreiras Técnica Superior Parlamentar, Técnica Parlamentar, de Programador Parlamentar e de Operador de Sistemas Parlamentar Despacho

Leia mais

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior

Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior Francisco Correia Departamento de Difusão e Promoção Instituto Nacional de Estatística Avenida António José de Almeida 1000-043 Lisboa Tel: 218426143

Leia mais

CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores

CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores Homologado pelo IEFP com o código de curso C1840003 Presencial 90 horas (Conforme Portaria n.º 214/2011, de 30 de maio) DPJ.FOR.FPIF.01

Leia mais

Relatório Final da Acção de Formação

Relatório Final da Acção de Formação Acção de Formação: Sustentabilidade na Terra e Energia na Didáctica das Ciências Contexto: utilização da Web 2.0 aplicada à didáctica do ensino das Ciências Relatório Final da Acção de Formação Centro

Leia mais

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania

Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores. Projeto Educativo. Educar para a Cidadania Escola Profissional do Sindicato do Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores Projeto Educativo Educar para a Cidadania Preâmbulo O Projeto Educativo é o documento que consagra a orientação educativa

Leia mais

Certificação da Qualidade numa Empresa a nível Nacional

Certificação da Qualidade numa Empresa a nível Nacional Certificação da Qualidade numa Empresa a nível Nacional Quem somos Origem, posição actual Actividade iniciada em 1952. O prestígio de meio século de presença no mercado, A Qualidade dos produtos que comercializa

Leia mais

Cursos de Formação Financiados

Cursos de Formação Financiados Cursos de Financiados Modular - Nível III Pós-Laboral Porto Área 213 - Audiovisuais e Produção dos Média Bem-Vindo/a à FLAG! A FLAG é uma empresa prestadora de serviços de formação profissional, especializada

Leia mais

SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira

SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira O presente documento pretende fazer um resumo do Decreto Legislativo Regional n.º 21/2/M de 21 de Agosto

Leia mais

Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios

Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios Serviço de Apoio à Criação de Emprego e estágios Outubro de 2009 Agenda EM DESTAQUE Estágios e Suplemento ao Diploma- uma aposta no futuro! Índice Nota Editorial Eventos/Notícias Na Primeira Pessoa Manz

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

Regulamento Interno dos Cursos Profissionais

Regulamento Interno dos Cursos Profissionais ESCOLA SECUNDÁRIA RAINHA DONA LEONOR Proposta de Os cursos profissionais regem-se pela seguinte legislação: Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de Março, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 24/2006,

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO. Luís Miguel Nicolau Valente.

INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO. Luís Miguel Nicolau Valente. INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO Luís Miguel Nicolau Valente Julho de 2008 RELATÓRIO FINAL PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE NÍVEL IV EM DESENVOLVIMENTO

Leia mais

2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS

2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS - DOCUMENTO 15 Extractos dos Referentes Externos e Internos que suportam o Referencial 2.2. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS REFERENTES EXTERNOS LEGISLAÇÃO Lei nº 31/2002 de 20 de Dezembro CAPÍTULO I Sistema

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS SISTEMAS DE INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Sistema de Incentivos às Empresas O que é? é um dos instrumentos fundamentais das políticas públicas de dinamização económica, designadamente em matéria da promoção da

Leia mais

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010

SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 SECRETÁRIO REGIONAL DA PRESIDÊNCIA Despacho Normativo n.º 69/2010 de 22 de Outubro de 2010 Considerando o Regime de enquadramento das políticas de juventude na Região Autónoma dos Açores, plasmado no Decreto

Leia mais

Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista

Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Programa de Acção. Luis Filipe Baptista Candidatura a Presidente da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique Programa de Acção Luis Filipe Baptista ENIDH, Setembro de 2013 Motivações para esta candidatura A sociedade actual está a mudar muito

Leia mais

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP

V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP V Reunião de Ministros do Turismo da CPLP Intervenção do Secretário Executivo da CPLP Senhor Presidente, Senhores Ministros, Senhor Secretário de Estado do Turismo, Senhores Embaixadores Senhores Representantes

Leia mais

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva Victor Francisco CTCV Responsável Unidade Gestão

Leia mais

Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais

Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais Curso de Formação 2011 Índice PROPOSTA FORMATIVA... 3 Introdução... 3 Objectivo geral... 3 Estrutura... 3 Metodologias... 3

Leia mais

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO

ROJECTO PEDAGÓGICO E DE ANIMAÇÃO O Capítulo 36 da Agenda 21 decorrente da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em 1992, declara que a educação possui um papel fundamental na promoção do desenvolvimento

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO F O R M A Ç Ã O A V A N Ç A D A CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS ENQUADRAMENTO O CEGE/ISEG é um centro de investigação e projectos do ISEG Instituto

Leia mais

Regulamento n.º 663/2010. Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP) 11.ª Edição (2010-2011) Artigo 1.º. Missão e Objectivos

Regulamento n.º 663/2010. Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP) 11.ª Edição (2010-2011) Artigo 1.º. Missão e Objectivos Regulamento n.º 663/2010 Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP) 11.ª Edição (2010-2011) Artigo 1.º Missão e Objectivos O CEAGP tem por missão propiciar uma formação generalista, de nível

Leia mais

UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO

UNIVERSIDADE POPULAR DO PORTO ACÇÃO DE FORMAÇÃO MEMÓRIAS DO TRABALHO A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA E DA HISTÓRIA ORAL RELATÓRIO FINAL Enquadramento A acção de formação Memórias do trabalho a preservação da memória e da história oral realizou-se

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Cooperação, Parcerias e Contratos Internacionais. Relatório de Avaliação Final. Suzete Lopes suzetelopes@leaderconsulting.info.

FICHA TÉCNICA. Cooperação, Parcerias e Contratos Internacionais. Relatório de Avaliação Final. Suzete Lopes suzetelopes@leaderconsulting.info. FICHA TÉCNICA Título Organização Curso Relatório de Avaliação Final Suzete Lopes suzetelopes@leaderconsulting.info Cooperação, Parcerias e Contratos Internacionais Entidade Leader Consulting, 08 de Dezembro

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão da Qualidade

Manual do Sistema de Gestão da Qualidade Formamos Pessoas! Concebemos Soluções! Manual do Sistema de Gestão da Qualidade Elaborado por Revisto por Aprovado por GT-ISO GT-ISO DT 17 de Novembro de 2011 Código do Documento : MP_DG_MSGQ Versão 2.1

Leia mais

M O D E L O E U R O P E U D E

M O D E L O E U R O P E U D E M O D E L O E U R O P E U D E C U R R I C U L U M V I T A E INFORMAÇÃO PESSOAL Nome Morada Rua António Pereira Carrilho, n.º 38, 4.º, 1000-047 Lisboa Telefone/Fax +351.218.444.200 / +351.218.444.209 Correio

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS EXIGE UMA NOVA ESCOLA DO 1ºCEB

O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS EXIGE UMA NOVA ESCOLA DO 1ºCEB O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS EXIGE UMA NOVA ESCOLA DO 1ºCEB Sem qualquer negociação, o Ministério da Educação anunciou, e está desenvolver, algumas medidas avulsas relacionadas com o 1º Ciclo do Ensino Básico.

Leia mais

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA - INSTITUTO SUPERIOR DE ENTRE O DOURO E VOUGA

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA - INSTITUTO SUPERIOR DE ENTRE O DOURO E VOUGA REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA - INSTITUTO SUPERIOR DE ENTRE O DOURO E VOUGA O Estatuto de Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico (ECPDP), na redacção

Leia mais

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO

ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL DO IAPMEI NA ÁREA DA INTERNACIONALIZAÇÃO E DA EXPORTAÇÃO Como fazemos 1. Através do Serviço de Assistência Empresarial (SAE), constituído por visitas técnicas personalizadas às

Leia mais

Gestão Empresarial. Comércio e Serviços

Gestão Empresarial. Comércio e Serviços Curso de Gestão Empresarial para Comércio e Serviços PROMOÇÃO: COLABORAÇÃO DE: EXECUÇÃO: APRESENTAÇÃO: > A aposta na qualificação dos nossos recursos humanos constitui uma prioridade absoluta para a Confederação

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA Nô Pintcha Pa Dizinvolvimentu UE-PAANE - Programa de Apoio aos Actores Não Estatais TERMOS DE REFERÊNCIA CONTRATO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA PARA FORMADOR EM CONTABILIDADE, GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Leia mais

www.highskills.pt geral@highskills.pt PT: 00351 217 931 365 AO: 00244 94 112 60 90 MZ: 00258 821 099 522

www.highskills.pt geral@highskills.pt PT: 00351 217 931 365 AO: 00244 94 112 60 90 MZ: 00258 821 099 522 Apresentação... 3 Como Empresa... 3 A nossa Visão... 3 A nossa Missão - A SUA VALORIZAÇÃO, A NOSSA MISSÃO!... 3 Os nossos Valores... 3 Porquê fazer um Curso de Especialização?... 4 Formação Certificada...

Leia mais

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil

Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Curso de Educação e Formação em Desenho Assistido por Computador / Construção Civil Saída Profissional: Operador CAD Certificação ao nível do 9º Ano / Nível II Laboral Bem-Vindo/a à FLAG! A FLAG é uma

Leia mais

DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Natureza do trabalho Os docentes de educação especial exercem as suas funções junto de crianças e jovens do ensino pré-escolar, básico e secundário com necessidades educativas

Leia mais

Lingua Espanhola - Relações Laborais - Iniciação (Ufcd 5446) Novas Oportunidades para Desempregados

Lingua Espanhola - Relações Laborais - Iniciação (Ufcd 5446) Novas Oportunidades para Desempregados tel. 213 610 650 sede.lisboa@cequal.pt Lingua Espanhola - Relações Laborais - Iniciação (Ufcd 5446) DATA: 01,03,04,08,10,12,15,17,18,22,24,26,29 de Setembro; 03 de Outubro. DURAÇÃO: 50 horas. OBJECTIVOS:

Leia mais

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge Segunda alteração do Decreto Regulamentar Regional n.º 22/2007/A, de 25 de Outubro, que aprova o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento Local Promotores -Empresários em nome individual, estabelecimentos

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL PROGRAMA OPERACIONAL DE POTENCIAL HUMANO EIXO PRIORITÁRIO 3 GESTÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL TIPOLOGIA DE INTERVENÇÃO 3.1.1 PROGRAMA DE FORMAÇÃO-ACÇÃO PARA PME REGULAMENTO DE CANDIDATURA PARA ENTIDADES

Leia mais

Gestão de Carreiras Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003 Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Gestão de Carreiras Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003 Estruturas, Tratamento e Organização de Dados Gestão de Carreiras Durante muito tempo, a gestão de carreiras não fez parte das preocupações dominantes dos gestores de pessoal. Nos últimos anos, porém, tem-se assistido a um crescendo de interesse relativamente

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

Proposta de Decreto Legislativo Regional

Proposta de Decreto Legislativo Regional Proposta de Decreto Legislativo Regional Regulamenta na Região Autónoma dos Açores, os aspectos relativos à realização, em escolas da rede pública, do estágio pedagógico das licenciaturas em ensino e dos

Leia mais

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança)

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) 1 - Apresentação Grau Académico: Mestre Duração do curso: : 2 anos lectivos/ 4 semestres Número de créditos, segundo o Sistema

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais