Osvaldo Angelim Consultoria & Treinamento Rio de Janeiro RJ

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1 Osvaldo Angelim Consultoria & Treinamento Rio de Janeiro RJ Este material foi elaborado e cedido pelo Professor Osvaldo Nunes Angelim. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor. (Lei nº 5.898, de 14/12/1973 DOU de 18/12/1973).

2 CRC- RJ CONSELHO DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO ROFISSIONAL 2

3 CURSO DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO APOSTILA ATUALIZADA ATÉ 31 DE JULHO DE

4 CURRÍCULO RESUMIDO DO PROFESSOR Pós-graduado em Direito Tributário pela UCAM Universidade Cândido Mendes; Pós-graduado em Gestão Empresarial em Tributação e Contabilidade pela UFF Universidade Federal Fluminense; Pós-graduado em Comercialização em Energia Elétrica pela UPE Universidade Estadual de Pernambuco Departamento de Engenharia Elétrica; Graduado em Ciências Contábeis pela UGF Universidade Gama Filho; Curso de Extensão em Direito da Energia pela UCAM; Especialista em Direito Tributário, com ênfase na legislação do Mercado de Energia Elétrica em toda cadeia de valor: Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização; Ministra seminários, cursos e treinamento In Company na área tributária e fiscal de tributos diretos e indiretos; Ministra seminários, cursos e treinamento In Company sobre temas Tributários do Setor Elétrico Brasileiro. Profissional com mais de 20 anos de prestação de serviços de consultoria de tributos diretos e indiretos. 4

5 INSTRUTOR DO IBEF-RIO INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVO DE FINANÇAS DOS SEGUINTES CURSOS Tributação sobre Energia Elétrica; Aspectos Gerais dos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica e Tributários em Empreendimentos do Setor Elétrico Brasileiro; Legislação Tributária e Incentivos Fiscais do Setor Elétrico Brasileiro; Legislação Estadual do ICMS e Substituição Tributária do Setor Elétrico Brasileiro; REIDI Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura Aspectos do Planejamento Tributário do Setor de Energia Elétrica e da Gestão de Tributos INSTRUTOR DO IBRACON-RIO INSTITUTO DOS AUDITORES INDEPENDENTES DO BRASIL Tributação sobre Energia Elétrica; REIDI Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura. 5

6 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO 1 Legislação da Desoneração da Folha de Pagamento 1.1 Constituição Federal de Lei nº 8.212, de Contribuição Previdenciária 1.3 Legislações sobre a Desoneração da Folha de Pagamento Lei nº , de Retenção do INSS de 2,0% Contratação de Serviços de Construção Civil COFINS Importação Acréscimo de alíquota COFINS Importação Acréscimo de alíquota (vigência: 01/08/2013) REINTEGRA Prorrogação do prazo IPI Redução das alíquotas Prorrogação de prazo Lei nº , de RET Regime Especial de Tributação alteração na alíquota PIS/COFINS Concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica Alterações Lei nº /2012 Relevantes alterações Tributárias e os principais reflexos no setor produtivo Instrução Normativa RFB nº 1.436, de Lei nº , de Desoneração da Folha de Pagamento 3 Obrigatoriedade da Desoneração da Folha de Pagamento 4 Setores econômicos incluídos na desoneração da folha de pagamento e as alíquotas 4.1 Base de contribuição sobre a Receita Bruta 4.2 Atividades beneficiadas pela desoneração que contribuirão com à alíquota de 2% As empresas de Call Center, TI e TIC As empresas do Setor Hoteleiro 4.3 Atividades beneficiadas pela desoneração que contribuirão com à alíquota de 1% 6

7 5 Setores econômicos EXCLUÍDOS na Desoneração da Folha de Pagamento 6 Pessoas Jurídicas SIMPLES NACIONAL 7 CONCLA Comissão Nacional de Classificação 8 Vigência da Contribuição Substitutiva 8.1 As empresas do setor de construção civil, enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da CNAE Regras Para Empresas Do Setor De Construção Civil Regras Para Matrícula CEI Cadastro Específico do INSS 8.2 As empresas de construção de obras de infraestrutura, enquadradas nos grupos 421, 422, 429 e 431 da CNAE As empresas de Call Center, TI e TIC Aspectos relevantes a cerca da Receita Bruta 8.4 Os demais setores da desoneração da folha de pagamento Setor Hoteleiro Transporte Rodoviário Demais Setores que fabricam 9 Conceito de Cessão de Mão-de-Obra 10 Conceito de Empreitada 10.1 Diferença entre Cessão de Mão-de-Obra e Empreitada 11 Serviços Sujeitos à Retenção de 11% de INSS 12 Cessão de Mão-de-Obra Retenção do INSS de 3,5% 12.1 As empresas de Call Center, TI e TIC 12.2 As empresas do Setor Hoteleiro 12.3 Demais Setores 13 A desoneração da folha atinge todas as contribuições da folha de pagamento? 14 Qual alíquota sobre receita bruta que as pessoas jurídicas enquadradas na desoneração devem pagar? 15 A pessoa jurídica enquadrada que possui apenas parcela da sua receita vinculada aos serviços e produtos o que deve fazer? 16 O que muda no recolhimento da nova contribuição devido ao enquadramento da desoneração? 17 Todas as importações terão acréscimos de COFINS? 18 Como a União fará a compensação para o Fundo de Previdência Social? 7

8 19 Como ter certeza de que os impactos fiscais e econômicos esperados vão ocorrer na prática? 20 A desoneração da folha é de caráter compulsório ou facultativo? 21 A mudança de base de contribuição é para todas as pessoas jurídicas? 22 A contribuição previdenciária e a retenção do INSS 23 Exercícios 8

9 DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO 1 Legislação da Desoneração da Folha de Pagamento 1.1 Constituição Federal de 1988 Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: 12. A lei definirá os setores de atividade econômica para os quais as contribuições incidentes na forma dos incisos I, b; e IV do caput, serão nãocumulativas.(incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de ) 13. Aplica-se o disposto no 12 inclusive na hipótese de substituição gradual, total ou parcial, da contribuição incidente na forma do inciso I, a, pela incidente sobre a receita ou o faturamento. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de ) 1.2 Lei nº 8.212, de 1991 Contribuição Previdenciária A substituição das contribuições previstas na Lei nº 8.212/1991, art. 22, Incisos I e III, são: 9

10 A contribuição previdenciária a cargo da empresa, destinada à Seguridade Social, é de: I 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 1999). III 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços. (Incluído pela Lei nº 9.876, de 1999). 1.3 Legislações sobre a Desoneração da Folha de Pagamento Lei nº , de 2011 Conforme a Lei nº , de 14/12/2011, Conversão da Medida Provisória nº 540, de 2011, com alterações posteriores. Conforme os artigos 7º e 8º da Lei nº /2011, a contribuição previdenciária sobre a receita substitui as seguintes contribuições previstas nos incisos I e III do artigo 22 da Lei nº 8.212/1991: 20% sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços; e 10

11 20% sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços. Assim, as demais contribuições incidentes sobre a folha de pagamento permanecerão inalteradas, inclusive o FGTS e a contribuição dos próprios empregados para o INSS. Em resumo, se a empresa contratada for abrangida pela mudança, ela continuará recolhendo a contribuição dos seus empregados (FGTS) e as outras contribuições sociais incidentes sobre a folha de pagamento (por exemplo: INSS descontado do empregado; Seguro Acidente de Trabalho; Salário Educação, etc. da mesma forma que hoje, apenas a parcela patronal do INSS de 20% deixará de ser calculada sobre os salários e passará a ser calculada sobre a receita bruta. Importante destacar que todas as pessoas jurídicas enquadradas nos artigos 7º, 8º, 9º e anexo através do NCM com exceção das enquadradas no SIMPLES NACIONAL, aplicam-se as regras da desoneração da folha de pagamento. Vale lembrar que determinadas empresas de vários setores terão a contribuição previdenciária patronal previdenciária de 20% calculada sobre o total da folha de pagamento de empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais, substituídas pela aplicação das alíquotas de 1% ou 2%, conforme o caso, até 31 de dezembro de 2014, contribuirão sobre o valor da receita bruta, com as deduções permitidas. 11

12 Retenção do INSS de 2,0% Contratação de Serviços de Construção Civil A obrigação inserida no art. 7º da Lei nº /2011 determina à retenção da contribuição previdenciária para o INSS na alíquota de 2,0%, de empresas do setor de construção civil, que prestarem serviços de construção civil, enquadradas nos grupos 412, 432, 433 e 439 da CNAE 2.1; (Redação dada pela Lei nº , de 2013) Importante observar às alterações promovidas pela Lei /2013 que define regras de inclusão e exclusão da desoneração para o setor de construção civil, referente às obras matriculadas no Cadastro Específico do INSS CEI. As empresas tributadas pelo SIMPLES NACIONAL não foram atingidas pela nova legislação, devendo continuar a fazer seus recolhimentos normalmente. A mudança requer conhecimento da aplicação das medidas, pois serão necessárias informações na DCTF, GFIP e na Declaração EFD-Contribuições. A Receita Federal do Brasil expediu vários Atos e Instruções, orientando sobre como fazer corretamente o recolhimento e as informações previstas na Lei nº / COFINS Importação Acréscimo de alíquota (vigência: 01/08/2013) A alíquota da COFINS Importação, disposta na Lei Federal nº /2004, fica acrescida de 1%, na hipótese de importação dos bens especificados no Anexo I da Lei nº /2011. Outro ponto importante que cabe evidenciar, para as empresas que importam os produtos desonerados, haverá aumento da COFINS-Importação a partir de agosto/2013, que passa de 7,6% para 8,6%. 12

13 Cabe destacar que as mudanças fazem parte do Plano Brasil Maior, conjunto de várias mudanças onde o governo brasileiro pretende dinamizar e tornar mais competitiva a economia brasileira e estimular as exportações. Alguns setores já fizeram as contas e haverá aumento de suas contribuições, principalmente as que pouco exportam e estão com seus parques industriais mais robotizados, usando pouca mão de obra. Com essas medidas o governo também espera que as empresas contratem mais empregados formais, evitando a terceirização. O momento é de fazer análises e planejamento tributário. As empresas que se sintam prejudicadas poderão entrar na justiça com pedido de liminar para contribuir à Previdência Social da forma anterior. Mas em abril/2012 a Justiça Federal negou pedido de liminar ao Sindicato das Empresas de Processamento de Dados de São Paulo (Seprosp). No pedido, o Seprosp alegou que 45 mil empresas do setor foram prejudicadas com a nova lei, mas o pedido não foi aceito, porque há previsão legal de que a contribuição previdenciária pode ser cobrada sobre a receita bruta REINTEGRA Prorrogação do prazo (efeitos desde ) O REINTEGRA, instituído pela Lei Federal nº /2011, com o intuito de reintegrar valores referentes a custos tributários federais residuais existentes nas suas cadeias de produção, teve sua aplicação prorrogada às exportações realizadas de até A Lei em comento estabelece que não serão computados na apuração da base de cálculo do PIS e da COFINS os valores ressarcidos no âmbito do REINTEGRA IPI Redução das alíquotas Prorrogação de prazo (vigência: ) Fica prorrogada para até 31/12/2017 o prazo para fruição da redução das alíquotas do IPI, pelas empresas fabricantes, no País, de produtos classificados nas posições a da TIPI (tratores; veículos; chassis; dentre outros). 13

14 1.3.2 Lei nº , de 2013 Em 19 de julho de 2013, foi publicada no DOU Extra a Lei Federal nº , em conversão à MP nº 610/2013, para alterar dispositivos da legislação tributária federal. Cabe mencionar que foram recepcionados dispositivos das MPs nºs 601, de 28/12/2012 (que teve seu prazo de vigência encerrado no dia 03/06/2013) e 612/2013, que contemplam temas abaixo relacionados, dentre outros assuntos. A desoneração da folha trata da substituição da contribuição previdenciária patronal de 20% (vinte por cento) sobre a folha de pagamento (artigo 22, incisos I e III, da Lei n 8.212/1991) para 2% (doi s por cento) ou 1% (um por cento), conforme a atividade da empresa sobre a receita bruta terá vigência até 31 de dezembro de 2014, conforme dispõe a Lei n /2011, com as alterações atuais. A contribuição referente a desoneração da folha, ou seja, de 1% (um por cento) ou 2% (dois por cento), conforme a atividade, é aplicada sobre o valor da receita bruta, excluídos as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. Através da publicação da Lei n /2013, alguma s atividades que tinham sido desenquadras na desoneração da folha devido a perda da vigência da Medida Provisória 601/2012 voltaram a serem enquadradas novamente. Neste contexto, volta a desoneração, para as atividades da construção, comércio varejista, entre outros, como algumas atividades que foram excluídas da desoneração. 14

15 RET Regime Especial de Tributação alteração na alíquota (efeitos: desde ) O Regime Especial de Tributação Aplicável às Incorporações Imobiliárias (RET), disposto na Lei nº /2004, teve sua alíquota alterada pela nova Lei. Para cada incorporação submetida ao RET, a incorporadora ficará sujeita ao pagamento equivalente a 4% da receita mensal recebida, o qual corresponderá ao pagamento mensal unificado do imposto e contribuições que especifica PIS/COFINS Concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica Alterações Foram alteradas disposições da Lei Federal nº /2013, que trata das concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, da redução dos encargos setoriais, e da modicidade tarifária. Nos termos da referida Lei, ficam reduzidas a zero as alíquotas do PIS e da COFINS incidentes sobre as indenizações a serem pagas aos concessionários do setor devido à prorrogação das concessões Lei nº /2012 Relevantes alterações Tributárias e os principais reflexos no setor produtivo A Medida Provisória 563/2012 foi convertida na Lei , de 17/09/2012 e regulamentada pelo Decreto Federal nº 7.828, de 16/09/2012, dando continuidade ao Programa Federal Brasil Maior. Cabe destacar, de forma resumida, as principais alterações na legislação tributária e previdenciária. São inovações e readequações das mais variadas, consolidadas em um único texto legal. A Lei /2012, tem como objetivo o estímulo à economia nacional, traz novidades interessantes no aspecto tributário. Na primeira parte, cria, reedita ou amplia programas de estímulo variados: 15

16 1) Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica PRONON Visa captar e canalizar recursos para a prevenção e o combate ao câncer (gera estímulos a doações e subvenções privadas, que podem ser objeto de dedução fiscal). 2) Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência - PRONAS/PCD Captar e canalizar recursos destinados a estimular e desenvolver a prevenção e a reabilitação da pessoa com deficiência (traz estímulos a doações e subvenções privadas, que podem ser objeto de dedução fiscal). 3) Programa Um Computador por Aluno - PROUCA Instituído pelo Regime Especial de Incentivo a Computadores para Uso Educacional REICOMP, para promover a inclusão digital nas escolas: permite a venda de equipamentos com isenção de IPI, COFINS e PIS/PASEP. 4) Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga para Implantação de Redes de Telecomunicações - REPNBL-Redes, Tem como objetivo a implantação, ampliação ou modernização de redes de telecomunicações que suportam acesso à internet em banda larga: permite a venda de equipamentos com isenção de IPI, COFINS e PIS/PASEP. 5) Regime especial de tributação aplicável à construção ou reforma de estabelecimentos de educação infantil, Permite, em tais serviços, a incidência única de 1% sobre a receita mensal, em substituição ao IRPJ, CSLL, COFINS e PIS/PASEP. 6) Ampliação das vantagens do regime tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária REPORTO. 16

17 7) Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores - INOVAR-AUTO Objetivo de apoiar o desenvolvimento tecnológico, a inovação, a segurança, a proteção ao meio ambiente, a eficiência energética e a qualidade dos automóveis, caminhões, ônibus e autopeças: permite apurar crédito presumido de IPI com gastos variados, tais como pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Ainda, conforme a Lei nº /2012, também alarga as hipóteses de desoneração da folha de pagamento, sempre com fundamento no art. 195, 13 da Constituição Federal de Algumas contribuições permanecem como: SAT Seguro Acidente de Trabalho; RAT Riscos Ambientais do Trabalho; e Os 15% sobre a nota fiscal ou fatura emitida por cooperativa de trabalho. Algumas pessoas jurídicas abrangidas já possuíam tratamento diferenciado desde a Lei nº /2011. A diferença é que a benesse era restrita às exportações e, desde o advento da Lei nº /2011, há a suspensão da renúncia fiscal condicionada, substituída pela forma alternativa de incidência sobre a receita bruta mensal, ao invés da folha de pagamento. A Lei /2012 também compreende outras vantagens com alíquota de 1% a diversas outras atividades, identificadas em quadro anexo à Lei, de acordo com a codificação da tabela da TIPI. Os principais segmentos são: indústrias do setor têxtil; alimentício; e eletrodoméstico, entre outros. 17

18 Outros segmentos também são contemplados expressamente: manutenção e reparação de aeronaves, motores, componentes e equipamentos correlatos; transporte aéreo de carga; transporte aéreo de passageiros regular; transporte marítimo de carga na navegação de cabotagem; transporte marítimo de passageiros na navegação de cabotagem; transporte marítimo de carga na navegação de longo curso; transporte marítimo de passageiros na navegação de longo curso; transporte por navegação interior de carga; transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares; navegação de apoio marítimo e de apoio portuário. Todos os setores acima estão sujeitos à incidência de 1% sobre a receita bruta. Importante lembrar que as atividades mencionadas acima, a substituição somente aplica-se apenas em relação aos produtos industrializados pela empresa, ficando excluídas as empresas que se dediquem a outras atividades, além das previstas Instrução Normativa RFB nº 1.436, de 2013 Dispõe sobre a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), destinada ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), devida pelas empresas referidas nos arts. 7º e 8º da Lei nº , de 14 de dezembro de Abrangência da Desoneração Os critérios de enquadramento das atividades desoneradas estão previstas na Lei nº /2011. Dentre eles o parâmetro é a produção de determinado bem ou o desenvolvimento de determinada atividade econômica respectivamente. 18

19 A produção de determinado bem abrangido pela desoneração deve estar de acordo com seu NCM Nomenclatura Comum do Mercosul. A lógica é que o produto com seu respectivo NCM e com o correspondente faturamento e mãode-obra enquadra-se na incidência da desoneração. Assim, os demais produtos que não integram a desoneração aplica-se a regra geral prevista na Lei nº 8.212/1991. A legislação tributária que trata da desoneração considera também à atividade econômica. Artigo 9º da Lei nº /2011 Art. 9 o Para fins do disposto nos arts. 7 o e 8 o desta Lei: 9 o As empresas para as quais a substituição da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento pela contribuição sobre a receita bruta estiver vinculada ao seu enquadramento no CNAE deverão considerar apenas o CNAE relativo a sua atividade principal, assim considerada aquela de maior receita auferida ou esperada, não lhes sendo aplicado o disposto no 1 o. (Redação dada pela Lei nº , de 2013) 1º No caso de empresas que se dedicam a outras atividades além das previstas nos arts. 7º e 8º, o cálculo da contribuição obedecerá: (Redação dada pela Medida Provisória nº 651, de 2014) Artigo 1º da IN RFB nº 1.426/2013 Art. 1º As contribuições previdenciárias das empresas que desenvolvem as atividades relacionadas no Anexo I ou produzam os itens listados no Anexo II incidirão obrigatoriamente sobre o valor da receita bruta, em substituição às contribuições previdenciárias incidentes sobre a folha de pagamento, previstas nos incisos I e III do caput do art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, considerando-se os períodos e as alíquotas definidos nos Anexos I e II, e observado o disposto nesta Instrução Normativa. 19

20 Artigo 8º da IN RFB nº 1.426/2013 Art. 8º Observado o disposto no 4º deste artigo e no caput do art. 6º, no caso de empresas que se dedicam a outras atividades, além das relacionadas no Anexo I ou que produzam outros itens além dos listados no Anexo II, o cálculo da CPRB será realizado observando-se: I - em relação às receitas decorrentes das atividades relacionadas no Anexo I e da produção dos itens listados no Anexo II, ao previsto no art. 1º; e II - quanto à parcela da receita bruta relativa a atividades não sujeitas à CPRB, ao prescrito no art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, reduzindo-se o valor das contribuições referidas nos incisos I e III do caput do mencionado art. 22 ao percentual resultante da razão entre a receita bruta de atividades não relacionadas no Anexo I, ou da produção de itens não listados no Anexo II e a receita bruta total. 1º O valor da receita bruta decorrente de exportações será computado no cálculo da proporcionalidade a que se refere o inciso II do caput, tanto na receita bruta de atividades não relacionadas no Anexo I ou na produção de itens que não estejam listados no Anexo II, quanto na receita bruta total. 2º As empresas referidas no caput, nos meses em que auferirem apenas receita relativa às atividades ou produção de itens: I - listados, respectivamente, nos Anexos I e II, deverão recolher a CPRB sobre a receita bruta total, não sendo aplicada a proporcionalização de que trata o inciso II do caput deste artigo. II - não relacionados nos Anexos I e II, deverão recolher as contribuições previstas nos incisos I e III do caput do art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, sobre a totalidade da folha de pagamentos; 20

21 3º A partir de 1º de agosto de 2012, a regra de proporcionalização de que trata este artigo aplica-se somente às empresas que se dediquem às atividades relacionadas no Anexo I, ou produzam os itens listados no Anexo II, se a receita bruta decorrente dessas atividades ou produção de itens for inferior a 95% (noventa e cinco por cento) da receita bruta total. 4º Caso ultrapassado o limite previsto no 3º, a CPRB será calculada sobre a receita bruta total auferida no mês. 5º As empresas que se dedicam exclusivamente às atividades relacionadas no Anexo I ou à produção de itens listados no Anexo II não estão obrigadas a recolher as contribuições previstas nos incisos I e III do caput do art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, nos meses em que não auferirem receita. Artigo 17 da IN RFB nº 1.426/2013 Art. 17. As empresas para as quais a substituição da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento pela CPRB estiver vinculada ao seu enquadramento no CNAE deverão considerar apenas o CNAE principal. 1º O enquadramento no CNAE principal será efetuado pela atividade econômica principal da empresa, assim considerada, dentre as atividades constantes no ato constitutivo ou alterador, aquela de maior receita auferida ou esperada. 2º A "receita auferida" será apurada com base no ano-calendário anterior, que poderá ser inferior a 12 (doze) meses, quando se referir ao ano de início de atividades da empresa. 3º A "receita esperada" é uma previsão da receita do período considerado e será utilizada no ano-calendário de início de atividades da empresa. 4º Para fins do disposto no caput, a base de cálculo da CPRB será a receita bruta da empresa relativa a todas as suas atividades, não lhes sendo aplicada a regra de que trata o art. 8º. 21

22 Proporcionalidade da Desoneração Conforme a IN RFB nº 1.436/2013, as pessoas jurídicas, nos meses que auferirem apenas receita relativa às atividades ou produção dos itens listados, respectivamente, nos Anexos I e II, deverão recolher a CPRB sobre a receita bruta total, não sendo aplicada a proporcionalização. Cabe destacar que, caso os itens não estejam relacionados nos Anexos I e II, as empresas deverão recolher as contribuições sobre a totalidade da folha de pagamentos. Vale lembrar que as pessoas jurídicas com várias atividades econômicas ou produção de bens variados, com ou sem desoneração, cabe a empresa quantificar a proporcionalização nos termos do artigo 8º da IN RFB nº 1.436/2013. Considerando a hipótese que a empresa tem metade de sua atividade econômica (50% da receita total desonerada) enquadrada no Anexo I e outra metade não (50% da receita total de outra atividade que não é contemplada pela desoneração). Assim, neste caso, metade da receita da atividade desonerada pagará 1% ou 2% sobre a Receita Bruta conforme o setor contemplado. A outra metade incidirá a Contribuição Previdenciária Patronal de 20% sobre a folha de pagamento desonerada. Importante destacar que o artigo 17 da IN RFB nº 1.436/2013, estabelece que o enquadramento por CNAE implica vinculação com todo o faturamento da empresa, sem qualquer proporcionalidade, mesmo que a empresa tenha outras atividades secundárias. 22

23 Lei nº , de 2013 Altera a Lei n o , de 14 de dezembro de 2011, quanto à contribuição previdenciária de empresas dos setores industriais e de serviços; permite depreciação de bens de capital para apuração do Imposto de Renda; institui o Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infraestrutura da Indústria de Fertilizantes; altera a Lei n o , de 22 de março de 2012, quanto à abrangência do Regime Especial Tributário para a Indústria de Defesa; altera a incidência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins na comercialização da laranja; reduz o Imposto de Renda devido pelo prestador autônomo de transporte de carga; altera as Leis n os , de 17 de setembro de 2012, 7.713, de 22 de dezembro de 1988, , de 23 de julho de 2004, e 9.718, de 27 de novembro de 1998; e dá outras providências. 2 Desoneração da Folha de Pagamento Conforme o Decreto n 7.828, de 16 de outubro de 20 12, com suas alterações posteriores, a desoneração da folha de pagamento consiste na substituição da contribuição patronal referente aos 20% (vinte por cento) sobre a folha, por uma contribuição atualmente de 1% (um por cento) ou 2% (dois por cento), conforme segmento da empresa, sobre a receita bruta. Decreto n 7.828/2012, Art. 5º, 3º. As empresas a que se referem os arts. 2º e 3º continuam sujeitas ao cumprimento das demais obrigações previstas na legislação previdenciária. As contribuições para o RAT Riscos Ambientais do Trabalho e às outras entidades/terceiros não se aplica a substituição, ou seja, estas contribuições são devidas. 23

24 Importante destacar que determinadas empresas de vários setores terão a contribuição previdenciária de 20% calculada sobre o total da folha de pagamento de empregados, trabalhadores avulsos e contribuintes individuais, substituídas pela aplicação das alíquotas de 1% ou 2%, conforme o caso, até 31 de dezembro de 2014, contribuirão sobre o valor da receita bruta, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. Medida Provisória nº 651, de 09/07/2014 Novas Regras Alterações na Legislação Tributária Federal A Medida Provisória nº 651/2014 foi publicada em 10/07/2014, efetuou várias alterações na legislação tributária principalmente no que se refere à integralização de cotas, ao empréstimo de ações de emissão de companhias abertas, ao REINTEGRA, à desoneração da folha de pagamento e ao parcelamento de dívidas tributárias. Esta Medida Provisória torna permanente a desoneração da folha de pagamento para vários setores. A desoneração era válida até 31/12/2014, e vai permitir redução de custos e, consequentemente, redução no preço dos produtos. Não foram incorporados novos setores. Desoneração da folha de pagamento Regras tornam-se definitivas A MP ainda tornou definitiva a regra da desoneração da folha de pagamento para as empresas abrangidas pela Lei nº /2011. Essas empresas não estão sujeitas à Contribuição Previdenciária Patronal de 20% sobre a folha de pagamento, e devem recolher em caráter de substituição a Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta com alíquotas de 1% ou 2%, de acordo o caso. As demais contribuições incidentes sobre a folha de pagamento permanecerão inalteradas, inclusive o FGTS e a contribuição dos próprios empregados para o INSS. 24

O QUE É A DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO?

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