UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CIDADANIA AMBIENTAL EM CENTROS URBANOS: UM ESTUDO COM ESTUDANTES DE ENSINO SUPERIOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CIDADANIA AMBIENTAL EM CENTROS URBANOS: UM ESTUDO COM ESTUDANTES DE ENSINO SUPERIOR"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO CIDADANIA AMBIENTAL EM CENTROS URBANOS: UM ESTUDO COM ESTUDANTES DE ENSINO SUPERIOR Por GILSENBERG GURGEL PINHEIRO BACHAREL EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS, UFRN, 1993 TESE SUBMETIDA AO PROGRAMA DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE COMO PARTE DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE MESTRE EM CIÊNCIAS EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO OUTUBRO, GILSEMBERG GURGEL PINHEIRO TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. O autor aqui designado concede ao Programa de Engenharia da Produção da Universidade Federal do Rio Grande do Norte permissão para reproduzir, distribuir, comunicar ao público, em papel ou meio eletrônico, esta obra, no todo ou em parte, nos termos da Lei. Assinatura do Autor: APROVADO POR: Sérgio Marques Júnior, Dr.Sc. - Orientador, Presidente Rubens Eugênio Barreto Ramos, Dr.Sc. Membro Examinador Maristélio da Cruz Costa, Dr. Membro Examinador Externo

2 Aos meus filhos Pedro Augusto e Augusto César II

3 AGRADECIMENTOS A Deus, todo poderoso, por me conceder tantas conquistas e, ainda, me dar a graça de viver na fé. Agradecer nominalmente a cada um que contribuiu com críticas e sugestões para a realização desta pesquisa é uma tarefa que me levaria a cometer injustiças, bastaria esquecer um nome entre tantos. Portanto, sou grato a todo que acreditaram e colaboraram com este trabalho. Igualmente injusto se não destacasse as contribuições especiais: Ao amigo Esmeraldo Macedo dos Santos pela sua colaboração e pelo tempo a mim despedido com suas orientações. À Rita Diana, minha esposa, pelo amor e compreensão, e ainda pelas valiosas críticas e revisão. Ao Dr. Sérgio Marques Júnior, meu orientador, pela paciência e seus ensinamentos. Aos meus pais pelo que sou. A minha irmã Maria Laura por investir nos meus estudos e que sempre acreditou em mim mais do que eu mesmo. Aos meus filhos, Pedro Augusto e Augusto César, razão do meu viver. À Cleide secretária do PEP pela paciência e presteza. III

4 Resumo de Dissertação apresentada a UFRN/PEP como parte dos requisitos necessários para obtenção do grau de Mestre em Ciências em Engenharia de Produção. CIDADANIA AMBIENTAL EM CENTROS URBANOS: UM ESTUDO COM ESTUDANTES DE ENSINO SUPERIOR GILSENBERG GURGEL PINHEIRO SETEMBRO/2008 Orientador: Prof. Sérgio Marques Júnior, Dr. Sc. Curso: Mestrado em Ciências em Engenharia de Produção. Este trabalho apresenta um estudo da gestão ambiental em centros urbanos, considerando a percepção ambiental como elemento necessário para desenvolver na população a consciência da necessidade de preservar o meio ambiente. Para isso, foram avaliados as atitudes e comportamentos da comunidade, representada por alunos de uma Instituição de Ensino superior de Natal, para que sejam traçadas estratégias e ações que venham a minimizar a degradação ambiental e proporcionar um desenvolvimento sustentável agregado ao desenvolvimento econômico. O objetivo desta pesquisa consiste em estudar a problemática da gestão ambiental em centros urbanos sob o ponto de vista da conscientização, da percepção ambiental e da participação da população, isto porque as questões ambientais estão inseridas nos aspectos que envolvem a vida e a prática cotidiana, pelo que se torna relevante compreender que o meio ambiente é um direito de todos, portanto, deve ser preservado. A metodologia empregada neste trabalho constitui na aplicação de um questionário com escalas do tipo likert contendo variáveis que compõem os aspectos atitudinais e comportamentais, além de uma escala sócio-demográfica. Foi utilizado na análise estatística o método Chisquare de Pearson para verificar a dependência das associações entre as variáveis sóciodemográficas e as variáveis atitudinais e comportamentais. Os resultados apontam que o ambiente acadêmico é oportuno para tratar do assunto, tendo em vista que a preservação ambiental perpassa por todos os conteúdos, e que os alunos de hoje poderão, no futuro, em suas áreas de atuação planejar ações para salvaguardar o desenvolvimento sustentável. Conclui-se que as estratégias para gerir o meio ambiente, passam pela conscientização do cidadão, pois quando ele é educado suas atitudes serão mais responsáveis, uma vez que a preocupação ambiental estará presente em seu dia-a-dia. Portanto, o Poder Público ao planejar programas de preservação ambiental que venha promover mudanças de hábitos da população, tais como: gerenciamento dos resíduos sólidos gerados pela população, reciclagem, programas de coletas seletivas, educação ambiental, etc. deverá englobar a comunidade local para o sucesso das suas ações. IV

5 Abstract of Master Thesis presented to UFRN/PEP as fullfilment of requirements to the degree of Master of Sciences in Production Engineering. AMBIENT ENVIROMNENTAL CITIZENSHIP IN URBAN CENTERS: A STUDY WITH STUDENTS OF HIGHER EDUCATION. Setembre/2008 Thesis Supervisor: Prof. Sergio Marques Júnior, Dr. Sc. Program: Master of Science in Production Engineering This work presents a study of the ambient management in urban centers, considering the ambient perception as element necessary to develop in the population the conscience of the necessity to preserve the environment. For this, the attitudes and behaviors of the community, represented for students of an Institution had been evaluated, so that strategies and actions are traced that come to minimize the ambient degradation and to provide an aggregate sustainable development to the economic development. The objective of this research consists of studying the problematic one of the ambient management in urban centers under the point of view of the awareness, of the ambient perception and of the participation of the population, this because the ambient questions are inserted in the aspects that involve the practical life and the daily one, for what becomes excellent to understand that the environment is a right of all, therefore, must be preserved. The methodology used in this work constitutes in the application of a questionnaire with scales of the type likert contends variables that compose the acts and mannering aspects, beyond a partner-demographic scale. The Chi-square method was used in the analysis statistics de Pearson to verify the dependence of the associations between the partner-demographic 0 variable and the acts and mannering variables. The results point that the academic environment is opportune to deal with the subject, in view of that the ambient preservation goes for all the contents, and that the pupils of today will be able, in the future, in its areas of performance to plan action to safeguard the sustainable development. One concludes that the strategies to manage the environment pass for the awareness of the citizen, therefore when it is educated its attitudes will be more responsible, a time that the ambient concern will be present in its day-by-day. Therefore, the Public Power when planning programs of ambient preservation that comes to promote changes of habits of the population, such as: management of the solid residues generated by the population, recycling, programs of selective collections, ambient education, etc. the local community for the success of its actions will have to be involved.

6 V SUMÁRIO CAPITULO 1 INTRODUÇÃO Contextualização e definição do problema... 9 CAPÍTULO 2 A PERCEPÇÃO AMBIENTAL HUMANA FRENTE AOS IMPACTOS URBANOS Comportamento do consumidor: aspectos introdutórios Processo de tomada de decisão do consumidor Variáveis que influenciam a percepção do consumidor Percepção ambiental Degradação versus consciência ambiental Considerações acerca da Agenda Conceitos, classificações e caracterização Principais Impactos Gerados pelos Resíduos Sólidos Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Educação e Conscientização Ambiental na Gestão Ambiental METODOLOGIA DA PESQUISA Tipologia Área de abrangência e Período histórico Plano amostral População Delineamento do plano amostral Cálculo Amostral Técnica de coleta de dados Codificação dos dados Tratamento dos dados RESULTADOS E DISCUSSÕES Validação da Pesquisa Amostra Teste de hipóteses Estatística descritiva Questões de informações gerais Questões de Comportamento Questões de atitudes Análise Chi-Square Conhecimento Comportamento CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Limitações do trabalho REFERÊNCIAS APÊNDICE 1 QUESTIONÁRIOS APÊNDICE 2 TABELAS E GRÁFICOS VI

7 LISTA DE TABELAS Tabela 2.1 Temas relacionados aos resíduos sólidos 37 Tabela 2.2 Resíduos sólidos na Agenda Tabela 2.3 Conceitos envolvidos com a temática dos resíduos sólidos 39 Tabela 2.4 Classificação dos resíduos sólidos 40 Tabela 2.5 Composição do Lixo domiciliar em alguns países 42 Tabela 2.6 Caracterização dos resíduos sólidos em Natal 44 Tabela 2.7 Formas de poluição provocadas pelo lixo na água 47 Tabela 2.8 Etapas de implementação de gestão integrada de resíduos sólidos 58 Tabela 4.1 Gênero dos entrevistados 58 Tabela 4.2 Faixa etária dos entrevistados 58 Tabela 4.3 Curso do entrevistado 58 Tabela 4.4 Estado civil do entrevistado 59 Tabela 4.5 Renda familiar dos entrevistados 59 Tabela 4.6 Teste x 2 entre conhecimento sobre programas de proteção ambiental e variáveis de perfil do pesquisado 78 Tabela 4.7 Teste x 2 entre conhecimento sobre desenvolvimento sustentável e variáveis de perfil do pesquisado 80 Tabela 4.8 Teste x 2 entre comportamento de participar de ações de redução de impactos ambientais de perfil do entrevistado 82 Tabela 4.9 Teste x 2 entre diálogos com vizinhos sobre problemas ambientais e variáveis de perfil do pesquisado 84 Tabela 4.10 Teste x 2 entre preocupação com os catadores e variáveis de perfil do pesquisado 87 Tabela 4.11 Teste x 2 entre participação comunitária e variáveis de perfil do pesquisado 88 Tabela 4.12 Teste x 2 entre participação comunitária e variáveis de perfil do 90 pesquisado ix

8 LISTA DE FIGURAS Figura 2.1 Consumidores: tipos, papéis e comportamentos. 8 Figura 2.2 Os diferentes papéis do consumidor 11 Figura 2.3 Processo de tomada de decisão 13 Figura 2.4 Modelo de processamento de informação pelo consumidor 15 Figura 2.5 Elementos de um sistema integrado de gestão de resíduos 34 Figura 4.1 Tempo em que a falta de cuidado com o meio ambiente se tornará 47 um problema. Figura 4.2 Conceitos que a população dá ao potencial de se preservar o meio 48 ambiente Figura 4.3 Valores observados do conhecimento de programas ambientais 50 Figura 4.4 Nível de envolvimento com um programa de ação de proteção 50 ambiental Figura 4.5 Maneira de conscientizar a população. 52 Figura 4.6 Motivação para participar de um programa de proteção 53 ambiental. Figura 4.7 Freqüência observada dos comportamentos estudados (em %) 55 Figura 4.8 Freqüência observada das atitudes dos estudantes (em %) 58 viii

9 CAPITULO 1 INTRODUÇÃO Esta pesquisa apresenta um estudo sistematizado sobre a conscientização ambiental dos cidadãos, através da avaliação de suas atitudes e comportamentos, no que se refere a adoção de estratégias de gestão ambiental em centros urbanos brasileiros. Seus resultados, como forma de descrever a implementação e execução de programas públicos de gestão ambiental, visa conciliar os anseios, tanto do poder público, quanto da população, como forma de aumentar a participação popular nas estratégias de gestão ambiental em centros urbanos. Este capítulo apresenta uma contextualização da temática da problemática ambiental, focando na inserção da gestão integrada de resíduos sólidos urbanos tanto como um problema mundial quanto local. Define-se, ainda, o objetivo e a relevância da temática e dos objetivos. 1.1 Contextualização e definição do problema A urbanização é uma das mais evidentes mudanças no mundo. Nos últimos duzentos anos, a população mundial aumentou seis vezes, enquanto a população urbana aumentou, pelo menos, cem vezes (LEAO; BISHOP; EVANS, 2001). Este cenário tem refletido em um crescimento da atividade econômica sem precedentes e, paralelamente, aumentado a pressão sobre o meio ambiente do entorno das cidades. No leque de conseqüências destes eventos, a problemática ambiental tem se apresentado como uma das questões mais relevantes na perspectiva internacional dos problemas ambientais urbanos (MATTO, 1999). Suas implicações assumiram nuances antes não definidas na história mundial, tendo agora sido avaliadas como um aspecto influente na busca do desenvolvimento econômico, através do equilíbrio com os meios social e ambiental para uma melhoria no estilo de vida contemporânea (CLARK; READ; PHILLIPS, 1999; WORD BANK, 1999). No que se refere ao problema ambiental urbano, a preocupação com o aumento da geração de poluição em seus diversos aspectos nos centros urbanos,

10 tem como motivo um envolvimento crescente com relação aos temas ambientais, associado com demandas organizacionais e sociais (CHUNG; POON, 1999; MAcDONALD; BALL, 1998). O World Bank (1999), por exemplo, aponta que a rede de produção de elementos poluentes aumenta em função do crescimento da população e pela geração de renda per capta, particularmente em países desenvolvidos. Parte desta constatação nasce do princípio que os aspectos relacionados, particularmente à geração, coleta e disposição final de resíduos, tanto em países desenvolvidos com os países subdesenvolvidos, estão sendo tratados a partir de metodologias excludentes com os envolvidos na problemática (READ; PHILLIPS; ROBINSON, 1997). Autores como Diamadopoulos (1994), Read (1997) e Chung e Poon (1998), têm afirmado que o problema se agrava à medida que os cidadãos são excluídos do processo decisório de gerenciamento ambiental urbano. Diante da conjuntura apresentada, nota-se a importância que é conferida à Conferência das Nações Unidas ECO 92, e particularmente ao plano de metas definido como Agenda 21, com uma série de recomendações que segundo Read;Phillips; Robinson (1997), são ações de hoje em prol da preservação do meio ambiente do século 21. Um dos princípios levados a tornar a Agenda 21 uma referência, validou-se da gestão ambiental para centros urbanos até os anos 80, e assim buscou-se viabilizar a mudança deste cenário para a prática de planejamento e execução de ações ambientais. Contudo, para introduzir o princípio de ação da gestão ambiental para centros urbanos é necessário o envolvimento de todos os atores sociais na redução dos impactos gerados pela degradação ambiental. Para tanto, nivelar a dinâmica dos impactos provocados, antes de apontar para soluções unilaterais, necessita concentrar esforços no conjunto poder público / cidadão cabendo a cada uma das partes suas obrigações (MAcDONALD; BALL, 1998) (KUNIYAL; JAIN; SHANNIGRAHI, 1998). Por parte da população, sugere-se a conscientização e o atendimento das regras de proteção ao meio ambiente, como também sua participação nos programas desenvolvidos para as soluções na gestão ambiental dos centros urbanos. Por parte do governo municipal, a difusão de práticas de educação formal ou informal, ou até impor ao público, obrigações que facilitem o trabalho

11 social, além de ajudarem a manter a cidade despoluída e livre dos malefícios da convivência com a poluição (CALDERONI, 1998). De acordo com Blauth e Grimberg (1998), o desafio de mudar valores e atitudes está posto para o conjunto das sociedades. Enfrentá-lo, pressupõe crescente responsabilização por parte de governos, comprometendo o empresariado na busca de soluções ambientalmente sustentáveis e socialmente responsáveis. É tarefa também dos governos estimularem um debate que ajude a revisão de hábitos modernos de degradação ambiental. A sociedade mostra-se sensível ao problema quando, por exemplo, reage positivamente ao apelo de participar de programas públicos de gestão ambiental ou quando toma a iniciativa de promover mutirões para ajudar na redução da geração de lixo, poluição visual e sonora, entre outras coisas. Mas, além de revisar seus valores e práticas, caberá ainda aos cidadãos e cidadãs o papel de pressionar governos e empresários na definição de metas e estratégias para que, num horizonte de no máximo cinqüenta anos, garanta-se um padrão de produção e consumo em que as condições de reprodução da vida na Terra estejam asseguradas. No caso do Brasil, nota-se que esta problemática apresenta as mesmas características de países notadamente de primeiro mundo. Ao comparar os valores dos níveis de poluição em grandes centros urbanos, com o mesmo padrão de outros países, nota-se que apesar da posição do Brasil não ser a mais confortável, o país não tem fugido do contexto mundial. No caso específico da geração de resíduos sólidos, o IPT /CEMPRE (1995), afirma que o brasileiro convive com a maioria dos resíduos que gera. São toneladas de resíduos produzidos diariamente no país, onde 76% ficam a céu aberto. Ou seja, lançados em lixões ou em locais inadequados. Desse total, apenas 24% recebem tratamento apropriado. A cidade do Natal, capital do Rio Grande do Norte, não difere da média nacional. Sendo considerado, inclusive, como um problema que exige tratamento prioritário nas políticas públicas do município. Para tanto, diversas alternativas vêm sendo propostas aos gestores municipais no sentido de viabilizar programas de redução de impactos ambientais, aumento da participação popular nas estratégias de gestão implementadas, como também a viabilização de locais para a educação ambiental para os cidadãos.

12 A tomada de decisão por parte dos gestores públicos para implantar estratégias de gestão ambiental em centros urbanos, deixa a cidade em uma posição de vanguarda, uma vez que as iniciativas brasileiras ainda são poucas: apenas 100 dos 5507 municípios desenvolvem algum tipo de programa efetivo de adequação ambiental dos centros urbanos, enquanto que a título de comparação, os Estados Unidos já em 1994, possuíam 7625 programas (Environmental Protection Agency EPA, 1995). Neste sentido, esta pesquisa assume um aspecto decisivo no debate mundial e local da gestão ambiental de centros urbanos, uma vez que atua no maior envolvimento da população nas estratégias de gestão dos impactos ambientais nas cidades com características semelhantes às brasileiras. Como também, estuda a conscientização ambiental das pessoas, buscando, por parte do poder público, a aplicação correta de recursos em atividades que a população escolha seu papel no processo. Desse modo este trabalho estuda a problemática da gestão ambiental de centros urbanos sob o ponto de vista da conscientização ambiental e participação da população como também dos estudantes de uma IES quanto a percepção e definição de políticas ambientais para a cidade do Natal. Considera-se oportuna a realização desta pesquisa pelos seguintes aspectos: a) Inclusão da temática no contexto mundial a partir das abordagens referidas na ECO 92; b) Atendimento das metas definidas no planejamento para alcance do desenvolvimento sustentável contido no plano de metas da Agenda 21; c) Colaborar, através da aplicação de ações estratégicas de gestão ambiental de centros urbanos; d) Necessidade de estudar a questão ambiental na cidade do Natal; e) Disponibilizar informações acerca das atitudes e comportamentos ambientais da população, buscando balizar estratégias de gestão ambiental da cidade; f) Analisar o nível de percepção ambiental e de atitudes dos estudantes de terceiro grau, tendo em vista que no futuro próximo adotarão políticas de ações pró-ambientais em sua área de atuação.

13 São aspectos importantes a serem considerados, vez que o meio ambiente está ameaçado em todos os seus componentes: animais, plantas, água, entre outros. Todavia, o relacionamento do homem com a qualidade de vida e a proteção dos recursos naturais, como bem difuso, é um tema recente. Atualmente, e cada vez mais, a prevenção do meio ambiente é questão fundamental, para que a sociedade viva de maneira sustentável. Cabe destacar que a defesa do meio ambiente tem como escopo a conservação dos recursos naturais tanto para as presentes como para as futuras gerações. Assim, o Direito ao Meio Ambiente ecologicamente equilibrado é agora um direito fundamental para os seres humanos. O que se observa no cotidiano da vida das pessoas é que, na medida em que a sociedade mergulha no consumo, procurando facilitar sua vida premiada pelo tempo e pelos compromissos gerados pela modernidade, deixa-se para trás marcas de sua passagem. Portanto, o rápido crescimento demográfico e o acelerado desenvolvimento tecnológico industrial do sistema capitalista, sem um planejamento adequado de infra-estrutura acarretam graves problemas relacionados ao meio ambiente e à saúde humana, cujas responsabilidades são transferidas à coletividade e esta precisa definir formas de convivência e de melhoria no sistema. Considerando-se que as questões ambientais estão inseridas nos aspectos que envolvem a vida e a prática cotidiana, torna-se importante compreender a relevância dos recursos naturais. Só assim será possível preservá-los. Hodiernamente, a responsabilidade social ambiental é cobrada, também, das Instituições de Ensino Superior IES, e neste sentido, estas procuram dar sua contribuição a solução da problemática ambiental, incorporando no currículo de seus cursos, disciplinas ligada à conscientização ambiental, como por exemplo, a disciplina de Gestão Ambiental, nos cursos de Biologia, Administração, Secretariado Executivo e Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão Pública, Marketing e Recursos Humanos na Faculdade de Ciências, Cultura e Extensão, RN Facex. Segundo Reigota (1994, p.12) a Educação Ambiental por si só não resolverá os complexos problemas planetários [da sociedade atual]. No entanto,

14 ela pode influir decisivamente para isso, quando forma cidadãos conscientes dos seus direitos e deveres. Tendo consciência e conhecimento da problemática global e atuando na comunidade, haverá uma mudança no sistema, que se não é de resultados imediatos, visíveis, também não será sem efeitos concretos. Portanto, a presente pesquisa justifica-se em função da necessidade de aprofundamento deste tema perante a população, bem como do meio acadêmico local, buscando evidenciar que a preocupação com a adequada gestão ambiental é fundamental para garantir a qualidade de vida desta e das futuras gerações. Esta pesquisa, de caráter exploratório-descritivo tipo Survey que utilizou como instrumento de coleta de dados a aplicação de um questionário estruturado respondido pelos próprios atores que compõem a população acadêmica. Sua delimitação está restrita aos alunos de uma Instituição de Ensino Superior IES, localizada na cidade do Natal RN. Foi portanto, realizado um levantamento por amostragem, onde os elementos analisadas a partir de técnicas estatísticas de amostragem, de forma que os resultados da amostra sejam informativos, para observar as características de toda a população. Neste sentido, a realização do estudo se deu em três etapas distintas, mas complementares, buscando atingir em cada etapa seus objetivos. A pesquisa bibliográfica, onde foi realizada através da leitura de periódicos nacionais e internacionais, livros e artigos publicados em jornais e revistas científicas ou disponíveis na internet através das bases de dados e sites sobre meio ambiente, gestão de resíduos sólidos, educação ambiental e estatística. Nesta etapa ainda, se tentará identificar as melhores práticas de gestão ambiental em cidades do Brasil, focando-se os seguintes tópicos: a) definição de conceitos, classificação e caracterização; b) identificação dos principais impactos ambientais gerados pelos centros urbanos; c) estudo dos sistemas de gerenciamento de impactos ambientais; d) análise da importância da educação e da conscientização ambiental nos programas de coleta seletiva, reciclagem de resíduos sólidos e poluição visual e sonora; A segunda etapa consta da pesquisa de campo, que no seu desenvolvimento foi utilizado um questionário com objetivo de identificar e qualificar a conscientização ambiental dos alunos da IES, frente aos diferentes

15 problemas relacionados à gestão ambiental na cidade. Para melhor adaptar o instrumento de pesquisa à realidade da população entrevistada e avaliar sua eficácia, foram escolhidos alguns componentes da população da pesquisa para a realização de um pré-teste. Posteriormente, uma análise estatística foi realizada através de métodos de estatística descritiva e inferência. A análise dos resultados da pesquisa teve início com a fase de aplicação do questionário, com questões relativas ao conhecimento, às atitudes e comportamentos ambientais da população, quanto a questões relativas à adoção de estratégias de gestão ambiental na cidade. Por fim, foi realizada a tabulação dos dados no Software Statistics Version 5.0. Tais informações foram agrupadas, para que, através da análise descritiva, pudessem ser quantificadas as freqüências observadas nos resultados encontrados. A seguir, o teste Chi-Square de Pearson será utilizado para identificar a dependência entre variáveis a partir do valor de probabilidade p identificado e dos valores coletados e observados no teste. O procedimento de estruturação deste trabalho está dividido em capítulos, como forma de melhor apresentar sua fundamentação e resultados. Para cada capítulo, foram organizadas idéias temáticas com esquemas sobre as questões envolvidas com a pesquisa. Desta forma, neste capítulo são descritos elementos fundamentais para a elaboração da pesquisa, apresentando a contextualização e a definição do objeto de pesquisa, seguido da relevância da temática estudada, do objetivo do estudo, além da metodologia geral que será empregada e a apresentação da estrutura do trabalho. No capítulo 2 são discutidos diversos aspectos relevantes ao gerenciamento de resíduos sólidos, como também suas implicações ambientais. Inicialmente, é discutida a Agenda 21 e sua relação com a temática. Logo após é apresentado um estudo onde são especificados os conceitos dos temas relacionados à gestão ambiental. Outro assunto descrito neste capítulo aponta para as questões que envolvem a gestão ambiental e dos resíduos sólidos, particularmente os aspectos do sistema e o gerenciamento integrado. São ainda discutidos os impactos ambientais gerados pelos cidadãos, os aspectos políticos e ambientais e a inserção da educação ambiental na conscientização ambiental da população.

16 O capítulo 3 descreve o método utilizado para atingir os objetivos propostos pela pesquisa apresentando a tipologia, abrangência da pesquisa, o plano amostral, além da técnica utilizada para coletar os dados e o respectivo tratamento executado. No capítulo 4 encontram-se os resultados da pesquisa e as discussões a partir da aplicação do procedimento metodológico empregado. Por fim, no capítulo 5 é apresentado o final do trabalho, detalhando as conclusões, a análise crítica, bem como as limitações, sugestões e recomendações a partir dos resultados apresentados.

17 CAPÍTULO 2 IMPACTOS URBANOS A PERCEPÇÃO AMBIENTAL HUMANA FRENTE AOS A partir da ECO 92 (UNCED, 1992) as preocupações ambientais discutidas com maior amplitude, o que tem fornecido subsídios sobre vários aspectos ambientais e econômicos, sendo os impactos ambientais em centros urbanos participantes ativos desta realidade. Tais aspectos têm arraigado discussões sobre a temática em vários níveis do conhecimento, inclusive na adequação dos atores sociais envolvidos na gestão ambiental. Neste sentido, este capítulo tem o propósito de abordar aspectos relevantes da preocupação ambiental com o controle de impactos ambientais, discutindo o surgimento da Agenda 21, o consumo mais responsável e, ainda, o sistema de gerenciamento ambiental, apresentando aspectos relacionados aos meios antrópicos, sociológicos e econômicos. Além disso, avalia-se a temática da gestão de resíduos, envolvendo as vantagens e desvantagens, sua relação com o poder público, além de apresentar algumas experiências nacionais e internacionais em programas de redução de impactos ambientais. 2.1 Comportamento do consumidor: aspectos introdutórios Sâmara e Morsch (2005) assinalam que compreender o consumidor é uma função essencial do marketing. Contudo, não é uma tarefa fácil. Pela complexidade que cerca o ser humano, esse estudo envolve diversas áreas de conhecimento, como psicologia, sociologia, antropologia e outros. O consumidor é um ser complexo, em razão das diferentes facetas que compõe. Estudá-lo significa pesquisar seus mecanismos de aceitação e seus bloqueios sua forma de ser, de pensar, de agir e de reagir. Entender o consumidor é também tentar colocá-lo num segmento específico ao qual se pretende atribuir características próprias e peculiares. Além de representar um fator fundamental para a condução de ações mercadológicas, em suma, o estudo do comportamento do consumidor requer muito rigor e perspicácia. O estudo do comportamento do consumidor diz respeito à elucidação das

18 razões que fazem com que o indivíduo compre e consuma um produto em vez de outro (KARSAKLIAN, 2000). Lembrando que o processo de motivação começa com o reconhecimento (ou ativação) de uma necessidade. Uma necessidade é ativada e sentida quando há discrepância suficiente entre o estado desejado ou preferido de ser e o estado real. Sheth, Mittal e Newman (2001) definem o comportamento do consumidor como atividades físicas e mentais realizadas por consumidor de bens de consumo e industriais que resultam em decisões e ações, como comprar e utilizar produtos e serviços, bem como pagar por eles. A definição proposta de comportamento do consumidor inclui várias atividades e muitos papéis que as pessoas podem assumir. A figura 1 ilustra as dimensões do comportamento do consumidor proposta pelos autores. Domiciliares (consumidores) Empresas Tipos de Clientes Atividades físicas Atividades mentais Comportamentos Usuários Compradores Pagantes Papéis Figura 1 - Consumidores: tipos, papéis e comportamentos. Fonte: SHETH; MITTAL; NEWMAN (2001, p., 29) Assim, o estudo do comportamento do consumidor se concentra em como os indivíduos decidem comprar e usar produtos e serviços. Ou seja, o que os consumidores compram, porque compram, quando compram, onde compram com que freqüência compram e com que freqüência usam o bem adquirido. Com base em tal desejo, surgem as preferências por determinadas formas específicas de atender a motivação inicial. Essas preferências estarão diretamente relacionadas ao auto-conceito. Assim, o consumidor tenderá a escolher um produto que corresponda ao conceito que ele tem ou que gostaria de ter. No entanto, contrário à motivação, surgem os freios os quais se tratam da consciência de risco que vem implícita, relacionada com o produto.

19 Lewis e Bridges (2004) alertam que não importa o produto que você fabrica ou o serviço que você vende. Se não entender não só o comportamento desses consumidores, mas também sua alma, suas estratégias de marketing, que antes eram bem-sucedidas, desabarão diante da desconfiança e do desinteresse deles. Giglio (2004) assinala que ao longo do tempo diversas teorias do comportamento do consumidor foram criadas. Todavia, todas, em sua essência, buscaram entender o ser humano como um ser biológico, com processos fisiológicos. Considerando os pressupostos dos vários campos de conhecimento sobre o ser humano, o ponto de partida leva em conta que: o ser humano é positivo, seu comportamento é ditado pelos processos racionais (comparação, análise e síntese); o ser humano é emocional, movido por afetos conscientes e inconscientes; o ser humano é social movido (e controlado) pelas regras de grupo; o ser humano é dialético, movido pelas oposições da existência humana (altruísmo e egoísmo, por exemplo); o ser humano é complexo, movido por determinações e indeterminações de vários níveis (tornando seu comportamento imprevisível). Considerando os pressupostos apresentados, infere-se que o consumidor é um ser humano emocional, social, dialético e completo, que tem preferências específicas e é movido por motivações diversas, cabendo a cada organização, avaliar o perfil do consumidor a que se destina seus produtos e serviços. Neste sentido, Giglio (2004) lembra que ao estudar o consumidor, deve-se ter claro em mente que cada pessoa é única em sua existência concreta nas mínimas emoções e sonhos diários. Por ser humano, cada pessoa demonstra e recria alguns padrões universais de comportamento que fornecem o pano de fundo da sua particularidade. Não esquecendo que no caso de empresas de serviços, como por exemplo, uma IES, está cada vez mais presente a percepção dos diferenciais presentes em todos os produtos: como na criação de cursos, nos currículos, na atualização de seus programas e metodologias, em todos os seus serviços, como

20 atendimento personalizado em sintonia com seus diferenciais de marca, como atitudes pro ativas, estabelecendo laços de afetividade com a própria comunidade em que está inserida. Colombo (2005) assinala que em grande parte do século XX, as instituições educacionais guardavam uma imagem intocada, como se estivessem em redomas de vidro, tanto no viés do diálogo com a realidade quanto com a preocupação em voltar seu olhar para o público consumidor de seus serviços. Era como se a instituição educacional, com seus modelos tradicionais e, em grande parte, antiquados, se auto-sustentasse com a imagem de centro norteador da formação intelectual do individuo e fizesse por ele escolhas, estabelecendo ela mesma os parâmetros de satisfação. Neste contexto, cada vez mais, cabe às universidades, inovar, enfrentar a realidade, trabalhar em prol de uma sociedade mais justa, um meio ambiente equilibrado. Lembrar que estas ações influenciam o processo de tomada de decisão do consumidor (alunos), tema este, abordado a seguir Processo de tomada de decisão do consumidor Samara e Morsch (2005) lembram que nem sempre o processo de decisão será exercido por apenas um indivíduo. A escolha de alguns produtos pode envolver mais de uma pessoa. Assim, a tomada de decisão compreenderá vários papéis que as pessoas envolvidas poderão desempenhar na decisão de compra: Pode ter como iniciador, o indivíduo que primeiro sugere a idéia de compra de determinado produto e um influenciador que é a pessoa cuja opinião ou ponto de vista tem forte peso para que se chegue à decisão final. Já o decisor é a pessoa que determina a decisão de comprar. O comprador é a pessoa que efetivamente realiza a compra. O consumidor (ou usuário) é a pessoa que consome ou utiliza o produto e por último o avaliador, considerado o indivíduo que julga se o produto é adequado ao uso. Para melhor entendimento, a figura a seguir sintetiza os vários papéis do consumidor:

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA RESUMO

O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA RESUMO O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR NO PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA Letícia Fernanda Giareta le.giareta@hotmail.com RESUMO Este artigo fundamenta-se numa pesquisa qualitativa que teve por objetivo identificar

Leia mais

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram

A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram A Psicologia de Vendas: Por Que as Pessoas Compram Esquema de Palestra I. Por Que As Pessoas Compram A Abordagem da Caixa Preta A. Caixa preta os processos mentais internos que atravessamos ao tomar uma

Leia mais

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR REPRESENTAÇÃO SOCIAL DE MEIO AMBIENTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO SUPERIOR LUIZ, Cintya Fonseca; AMARAL, Anelize Queiroz & PAGNO, Sônia Fátima Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste. cintya_fonseca@hotmail.com;

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Química Ambiental para Jovens e Adultos (EJA): Estratégias de ensino em busca da identidade ambiental

Química Ambiental para Jovens e Adultos (EJA): Estratégias de ensino em busca da identidade ambiental Química Ambiental para Jovens e Adultos (EJA): Estratégias de ensino em busca da identidade ambiental Patrícia Alves de Abreu e Sousa 1, Luciana Nobre de Abreu Ferreira Universidade Federal do Piauí, Centro

Leia mais

Eixo Temático ET-13-025 - Educação Ambiental

Eixo Temático ET-13-025 - Educação Ambiental 546 Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 1: Congestas 2013 Eixo Temático ET-13-025 - Educação Ambiental AVALIAÇÃO DO CONSUMO CONSCIENTE DE ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA EDUCAR PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL: UM ESTUDO ENVOLVENDO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA 1 DEUS, Josiani Camargo & 1 AMARAL, Anelize Queiroz 1 Universidade Estadual do Oeste do Paraná/Unioeste RESUMO Nos

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA João Sotero do Vale Júnior ¹ a) apresentação do tema/problema: A questão ambiental está cada vez mais presente no cotidiano da população das nossas cidades, principalmente

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL XIII ENCONTRO ANUAL DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL TEMA: INOVAÇÕES E INVESTIMENTOS NO ENSINO DE ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL COMUNICAÇÃO SUBTEMA: QUESTÕES DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS A MATEMÁTICA

Leia mais

Página 1 de 8. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Página 1 de 8. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Página 1 de 8 LEI Nº 3325, de 17 de dezembro de 1999 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a política estadual de educação ambiental, cria o Programa estadual de Educação Ambiental e complementa

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR O comportamento do consumidor estuda como pessoas, grupos e organizações selecionam, compram, usam e descartam artigos, serviços, idéias ou experiências para satisfazer suas

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LIMPEZA URBANA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LIMPEZA URBANA 2º Forum Internacional de Resíduos Sólidos julho2009 EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LIMPEZA URBANA Autores: Letícia de Oliveira Silveira, Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Luterana

Leia mais

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos

INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos INFORMAÇÃO EM RELAÇÕES PÚBLICAS a pesquisa empírica em Portais Corporativos Cláudia Peixoto de Moura Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS E-mail: cpmoura@pucrs.br Resumo do Trabalho:

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DO PIAUÍ

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DO PIAUÍ PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DO PIAUÍ Governador do Estado do Piauí: Dr. Francisco de Assis de Moraes Souza Vice- Governador do Estado do Piauí: Dr. Osmar Ribeiro de Almeida Júnior Secretário

Leia mais

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental, cria o Programa Estadual de Educação Ambiental e complementa a Lei Federal nº 9.795/99,

Leia mais

quinta-feira, 16 de maio de 13

quinta-feira, 16 de maio de 13 POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 08 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS A Teoria dos Múltiplos Fluxos e Teoria do Equilíbrio Pontuado análise da política pública como um processo

Leia mais

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE HABITANTE DO MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL-RS ENVIRONMENTAL PERCEPTION FROM THE CITY OF SÃO GABRIEL-RS'S HABITANTS

PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE HABITANTE DO MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL-RS ENVIRONMENTAL PERCEPTION FROM THE CITY OF SÃO GABRIEL-RS'S HABITANTS Eixo Temático: Inovação e Sustentabilidade PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE HABITANTE DO MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL-RS RESUMO ENVIRONMENTAL PERCEPTION FROM THE CITY OF SÃO GABRIEL-RS'S HABITANTS Ana Paula Fleig Saidelles,

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE Revista Ceciliana Jun 5(1): 1-6, 2013 ISSN 2175-7224 - 2013/2014 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA

Leia mais

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R

As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R As Etapas da Pesquisa D R. G U A N I S D E B A R R O S V I L E L A J U N I O R INTRODUÇÃO A pesquisa é um procedimento reflexivo e crítico de busca de respostas para problemas ainda não solucionados. O

Leia mais

PROJETO DE LEI N º 1219/2003. Decreta:

PROJETO DE LEI N º 1219/2003. Decreta: A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO PROJETO DE LEI N º 1219/2003 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Municipal de Educação Ambiental, e dá outras providências. Autor: Vereador Rodrigo

Leia mais

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES Por cerca de 50 anos, a série Boletim Verde descreve como a John Deere conduz os negócios e coloca seus valores em prática. Os boletins eram guias para os julgamentos e as

Leia mais

Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade

Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade Aimportância do levantamento de informações e pesquisa na publicidade UNIBAN Unidade Marte Disciplina: Planejamento de Campanha Prof. Me. Francisco Leite Aulas: 07.04.11 Agenda: A importância do levantamento

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011.

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. 1 LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. Institui a Política Municipal de Educação Ambiental, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I

Leia mais

3 Metodologia. 3.1. Introdução

3 Metodologia. 3.1. Introdução 3 Metodologia 3.1. Introdução Este capítulo é dedicado à forma de desenvolvimento da pesquisa. Visa permitir, através da exposição detalhada dos passos seguidos quando da formulação e desenvolvimento do

Leia mais

Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade

Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade A Agenda 21 vai à Escola Autora: Zióle Zanotto Malhadas Nucleo Interdisciplinar de Meio Ambiente e Desenvolvimento/UFPR/Curitiba/2001

Leia mais

Disciplina EQW-010. INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564

Disciplina EQW-010. INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564 Disciplina EQW-010 INDÚSTRIA E MEIO AMBIENTE Prof. Denize Dias de Carvalho (denize@eq.ufrj.br) sala E-203 Tel: 2562-7564 Prof. Lídia Yokoyama (lidia@eq.ufrj.br) sala E-206 Tel:2562-7560 CONCEITOS - DEFINIÇÕES

Leia mais

ANALISE DO COMPORTAMENTO SOCIOAMBIENTAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PALMAS

ANALISE DO COMPORTAMENTO SOCIOAMBIENTAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PALMAS ANALISE DO COMPORTAMENTO SOCIOAMBIENTAL DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE PALMAS XAVIER, Patrícia Alves Santana LIMA, Suzany Saraiva GOMES, Alan Rios RESUMO O presente estudo teve como objetivo analisar

Leia mais

Introdução. Introdução

Introdução. Introdução Prof. Dr. ANDERSON SONCINI PELISSARI Introdução O propósito do marketing e satisfazer as necessidades e desejos dos clientes-alvo. Dessa forma, a análise do comportamento do consumidor visa identificar

Leia mais

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL Ana Maria G. D. MENDONÇA 1, Darling L. PEREIRA 2,,José J. MENDONÇA 3, Aluska M. C. RAMOS 4 Maria S. B. DUARTE

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO E SUSTENTABILIDADE Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

ECONOMIA E MEIO AMBIENTE: UM ESTUDO DE CASO DAS EMPRESAS DO CENTRO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL (CDI) DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA.

ECONOMIA E MEIO AMBIENTE: UM ESTUDO DE CASO DAS EMPRESAS DO CENTRO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL (CDI) DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA. ECONOMIA E MEIO AMBIENTE: UM ESTUDO DE CASO DAS EMPRESAS DO CENTRO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL (CDI) DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA. RESUMO: O Centro de Desenvolvimento Industrial de Guarapuava foi criado

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO. Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO. Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR ENSINO MÉDIO Edenia Maria Ribeiro do Amaral UFRPE/PPGEC Assessoria da Área de Ciências da Natureza - BNCC A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR É parte de um Sistema Nacional

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SILVA, IVANNA SILIANA DO NASCIMENTO 1, ALVES, MARIA GERALDA 2, SILVA, IRBIA SONALY DO NASCIMENTO 3, NASCIMENTO, MARIA ANAZUILA 4, LEANDRO, DARLANIA

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - CONSEMAC

CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - CONSEMAC CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - CONSEMAC Indicação CONSEMAC nº 08, de 21 de junho de 2007. Dispõe sobre o Projeto de Lei n 166/2005 de Política Municipal de Educação Ambiental

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE Marketing Empresarial Capítulo 1 Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca,

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL APROVO Em conformidade com as Port. 38-DECEx, 12ABR11 e Port 137- Cmdo Ex, 28FEV12 MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

Leia mais

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES

BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES Bacharelados Interdisciplinares (BIs) e similares são programas de formação em nível de graduação de natureza geral, que conduzem a diploma, organizados por grandes áreas

Leia mais

O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução.

O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Pesquisa de Mercado O processo de decisão de compra é feito através da percepção de que os consumidores têm um problema. Então, se movem em direção à resolução. Disto decorre um modelo genérico de decisão,

Leia mais

Os cursos oferecidos, em sua estrutura, apresentam objetivos e público-alvo especificados abaixo:

Os cursos oferecidos, em sua estrutura, apresentam objetivos e público-alvo especificados abaixo: Janela do Cliente-Aluno nos Cursos de Pós-Graduação Susana Taulé Piñol * Resumo Entender para atender o consumidor é a base para qualquer estratégia de marketing. Este artigo utiliza a ferramenta Janela

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA PROGRAMA DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS: UM ESTUDO DA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL EM UMA CIDADE DO BRASIL por ESMERALDO

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Rafaela Alves Melo RESUMO O presente projeto buscou investigar a presença de temas que envolvem questões ambientais

Leia mais

Introdução. OBSERVATORIUM: Revista Eletrônica de Geografia, v.5, n.15, p. 133-139, dez. 2013.

Introdução. OBSERVATORIUM: Revista Eletrônica de Geografia, v.5, n.15, p. 133-139, dez. 2013. REPRESENTAÇÕES ESPACIAIS POR MEIO DE FOTOGRAFIAS: práticas realizadas por Acadêmico do Curso de Geografia da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal/Universidade Federal de Uberlândia freitasbrunode@gmail.com

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 2 CLIENTES: DEFINIÇÕES E ENTENDIMENTOS Objetivo: Ao final desse módulo, você estará capacitado a termos, como: cliente, comprador, cliente final, consumidor,

Leia mais

Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet

Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet Leonardo Pimenta de Mello Distribuição Eletrônica na Hotelaria: Desenvolvimento de Serviços para a Internet Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do título

Leia mais

Equipe de Alta Performance

Equipe de Alta Performance Equipe de Alta Performance Como chegar a ser uma EAP? Intelectual Razão Cognição Meta Estratégia EQUIPE EAP (Time) BANDO GRUPO Emocional Motivação Relação Ajuda O que é uma Equipe? Éumgrupodepessoas: com

Leia mais

JOSÉ LUCIANO RODRIGUES ALVES NETO

JOSÉ LUCIANO RODRIGUES ALVES NETO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS CENTRO DE CIÊNCIAS DO AMBIENTE MESTRADO EM POLITICAS E GESTÃO AMBIENTAL LOGISTICA REVERSA AMBIENTAL: UMA PROPOSTA DE ATUAÇÃO RESPONSAVEL QUANTO A GERAÇÃO DO LIXO DESCARTAVEL

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ.

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. WALDELI ROZANE SILVA DE MESQUITA Secretaria Executiva de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente, Núcleo de Hidrometeorologia

Leia mais

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 INDICADORES ETHOS De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 Instrumento de avaliação e planejamento para empresas que buscam excelência e sustentabilidade em seus negócios Abril/2000

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Taxonomia da aprendizagem

Taxonomia da aprendizagem Taxonomia da aprendizagem Taxonomia de Bloom Desde 1948, um grupo de educadores assumiu a tarefa de classificar metas e objetivos educacionais. Eles propuseram-se a desenvolver um sistema de classificação

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB.

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB. A EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DA APROPRIAÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM CAMPINA GRANDE-PB. Maria Célia Cavalcante de Paula e SILVA Licenciada em Ciências Biológicas pela

Leia mais

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta.

Considerando que a pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões das empresas, assinale a opção correta. ESPE/Un SERE plicação: 2014 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento

Leia mais

1. Introdução e Revisão Bibliográfica 1.1. A problemática da conservação ambiental e o descarte de resíduos sólidos

1. Introdução e Revisão Bibliográfica 1.1. A problemática da conservação ambiental e o descarte de resíduos sólidos RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM ESCOLA DE ENSINO BÁSICO FERREIRA, A. A. R. 1, NASCIMENTO, J. P. L 1, FALONE, S. Z. 2. 1 IFGoiano - Câmpus Rio Verde (Alunos do Projeto de Extensão do IF Goiano, Câmpus

Leia mais

Risco. Conceitos Básicos

Risco. Conceitos Básicos Risco Conceitos Básicos Risco: definições 1 Mercado Financeiro Risco A análise deste conceito é um desafio no processo de tomada de decisão, realizado segundo três conjuntos de condições: certeza, análise

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE JATAÍ - CESUT A s s o c i a ç ã o J a t a i e n s e d e E d u c a ç ã o EMENTA Munir os alunos de conhecimentos sobre: estudo dos fenômenos psicológicos da relação homemtrabalho; Abordar temas como as influências da estrutura e da cultura organizacional sobre o comportamento,

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 43 3 METODOLOGIA DA PESQUISA Medeiros (2005) esclarece que a pesquisa científica tem por objetivo maior contribuir para o desenvolvimento humano. Para isso, conta com métodos adequados que devem ser planejados

Leia mais

Câmara Municipal de. Projeto de Lei nº /2008, que institui a Política Municipal de Educação Ambiental

Câmara Municipal de. Projeto de Lei nº /2008, que institui a Política Municipal de Educação Ambiental Câmara Municipal de Projeto de Lei nº /2008, que institui a Política Municipal de Educação Ambiental PROJETO DE LEI Nº /2008 Dispõe sobre a Política Municipal de Educação Ambiental e dá outras providências.

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007

LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007 LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007 (Projeto de lei nº 749/2007, da Deputada Rita Passos - PV) Institui a Política Estadual de Educação Ambiental O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que

Leia mais

ROTEIRO PLANO DE MKT DIGITAL

ROTEIRO PLANO DE MKT DIGITAL ROTEIRO PLANO DE MKT DIGITAL Este é um roteiro completo, com pontos gerais e específicos. Na elaboração do plano, procure adaptar os tópicos que o compõe, à realidade da empresa-cliente. Priorize a qualidade

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

Metodologia do Trabalho Científico

Metodologia do Trabalho Científico Metodologia do Trabalho Científico Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias, dissertações, teses Cassandra Ribeiro O. Silva, Dr.Eng. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Porque escrever

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense

Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense Mostra Local de: Maringá Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Nome

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR LUZ, Janes Socorro da 1, MENDONÇA, Gustavo Henrique 2, SEABRA, Aline 3, SOUZA, Bruno Augusto de. 4 Palavras-chave: Educação

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: APRENDIZAGEM POR PROJETOS INTERDISCIPLINARES

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: APRENDIZAGEM POR PROJETOS INTERDISCIPLINARES 1 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: APRENDIZAGEM POR PROJETOS INTERDISCIPLINARES Eliana Rela 1 Karla Marques da Rocha 2 Marceli Behm Goulart 3 Marie Jane Soares Carvalho 4 RESUMO: É inadiável tentar

Leia mais

O meio ambiente e o planejamento estratégico

O meio ambiente e o planejamento estratégico O meio ambiente e o planejamento estratégico Roberto Sanches Garcia, Prof.Dr.Alfredo Colenci Junior Mestrado em Tecnologia: Gestão, Desenvolvimento e Formação. CEETEPS - São Paulo SP Brasil roberto.sanches4@terra.com.br;

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

1 Introdução 2 Comportamento do Consumidor e Diferenciação para Estratégia e para o Marketing

1 Introdução  2 Comportamento do Consumidor e Diferenciação para Estratégia e para o Marketing Diferenciação Informada: um Estudo sobre os Efeitos da Informação sobre a Disposição a Pagar João Roberto Lo Turco Martinez joaoadm01@yahoo.com.br UFG Lorena Estrela Peixoto lorenapeixoto18@yahoo.com.br

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

19/05/2010. Definições. Componentes. Tipos. Mensuração. Perfis de indivíduos. Gerenciamento

19/05/2010. Definições. Componentes. Tipos. Mensuração. Perfis de indivíduos. Gerenciamento Riscos Prof. Dr. Tharcisio Bierrenbach de Souza Santos Risco: definições, tipificação e relevância Definições Componentes Tipos Mensuração Perfis de indivíduos Gerenciamento 2 Risco: definições 1 Mercado

Leia mais

UM PORTAL DE JOGOS EDUCATIVOS DESENVOLVIDO NO CONTEXTO DO ENSINO DE GRADUAÇÃO

UM PORTAL DE JOGOS EDUCATIVOS DESENVOLVIDO NO CONTEXTO DO ENSINO DE GRADUAÇÃO UM PORTAL DE JOGOS EDUCATIVOS DESENVOLVIDO NO CONTEXTO DO ENSINO DE GRADUAÇÃO Rosangela L. Lima, lima@dcc.ic.uff.br Welisson Reich de Jesus, welissonjesus@gmail.com Instituto de Computação, Universidade

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER HUMANO

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER HUMANO 1 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: DIREITO FUNDAMENTAL AO SER RESUMO HUMANO Luísa Arnold 1 Trata-se de uma apresentação sobre a preocupação que o homem adquiriu nas últimas décadas em conciliar o desenvolvimento

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA FERRAMENTA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE POMBAL

A IMPORTÂNCIA DA FERRAMENTA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE POMBAL A IMPORTÂNCIA DA FERRAMENTA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE POMBAL Erica Bento SARMENTO 1 Diêgo Lima CRISPIM 2 Jucielio Calado ALVES 3 Alan Del Carlos Gomes

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA 1 MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA Felipe Rogério Pereira (UniSALESIANO Araçatuba/SP) HerculesFarnesi Cunha ( Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas- AEMS e UniSALESIANO

Leia mais

Gestão ambiental no curso de administração: a percepção dos futuros gestores

Gestão ambiental no curso de administração: a percepção dos futuros gestores Gestão ambiental no curso de administração: a percepção dos futuros gestores Aparecida Rodrigues Rebouças 1 Luana Lacaze de C. Casella 2 RESUMO As questões ambientais, tão discutidas neste novo século,

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA DE PROJETOS

CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA DE PROJETOS www.tecnologiadeprojetos.com.br Diretoria de Acompanhamento e Avaliação de Projetos da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais DAPE/SEE-MG RELATÓRIO DE PESQUISA 1 : CONTRIBUIÇÃO DE UMA DIRETORIA

Leia mais