Arquitetura Integrada de Sistemas: Modelo de referência em um contexto de (hiper)integração de processos e sistemas nas organizações

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1 Arquitetura Integrada de Sistemas: Modelo de referência em um contexto de (hiper)integração de processos e sistemas nas organizações Renato Flórido Cameira, Departamento de Engenharia Industrial/ DEI e Poli/ UFRJ Com a crescente integração de processos, apoiada pelo uso intensivo da Tecnologia da Informação (TI), compreender os principais componentes e respectivas abrangências das diversas categorias de sistemas de uma Arquitetura Integrada de Sistemas (AIS) torna-se necessário de forma a permitir uma melhor qualidade da tomada de decisão de investimentos nesta TI, frente ao modelo de negócio e de gestão de uma organização. Esse artigo procura apresentar um modelo de referência para uma AIS, contextualizada no âmbito da cadeia de valor na qual a organização opera. Palavras-chave: Engenharia de Processos, Sistemas Integrados de Gestão, Arquitetura Integrada de Sistemas 1

2 Introdução A integração crescente baseada no uso intensivo da Tecnologia da Informação (TI) está modificando de maneira muito intensa a forma como as instituições e as pessoas (sejam os colaboradores de uma instância governamental, de uma empresa, em uma organização sem fins lucrativos, na sociedade) se relacionam. O papel transformador da TI é reconhecido na bibliografia. Por exemplo, DAVENPORT (1993, 2000); HAMMER (1997) e HAMMER, CHAMPY, (1994), associados à Engenharia de Processos e CASTELLS (1999), pensando a sociedade modificada pela integração em rede. 1 Como conseqüência da aplicação da TI ocorre o aprofundamento da resposta da organização ao ambiente; a adequação transformadora dos Recursos Humanos, dos relacionamentos e da sociedade; e a criação de possibilidades antes inexistentes (por exemplo, uma nova forma de operar da organização). Esse aprofundamento da resposta da organização ao ambiente é potencializado pelas características de ubiqüidade, interatividade, velocidade e inteligência da integração em rede decorrente da evolução das telecomunicações e particularmente da Internet. Inteligência relaciona-se com a capacidade de desenvolvimento intensivo da Internet baseada na sua capacidade de processamento independente e distribuída. A ubiqüidade mostra que todos os lugares na Internet são acessíveis ao utilizador, numa base ilimitada e igualitária. O utilizador pode ir a qualquer lugar com o mínimo de esforço; de fato, não existindo qualquer razão tecnológica para o utilizador começar num determinado ponto (KENNEY, CURRY, 2000). Este artigo procurará desenvolver uma visão da aplicação dos sistemas de informação, construindo um modelo de referência para uma Arquitetura Integrada de Sistemas. Aqui, a TI é entendida como a utilização casada da expertise tecnológica disponível em Informática, Engenharia de Sistemas, Eletrônica, Mecatrônica e Telecomunicações, incluindo redes de computadores e Internet. Vale a pena lembrar do papel relevante dos 1 Este artigo é derivado da tese de doutorado do autor: CAMEIRA, R., (2003), Hiper-Integração: Engenharia de Processos, Arquitetura Integrada de Sistemas Componentizados com Agentes e Modelos de Negócios Tecnologicamente Habilitados. 432 p. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2

3 Recursos Humanos (RHs) detentores do conhecimento requerido à utilização inteligente desta TI. Cabe destacar que muitas das previsões sobre a evolução do uso da TI nas organizações foram alcançadas; outras ainda permanecem em compasso de espera ou no imaginário. Na verdade, sobre certos aspectos, a evolução da TI foi ou está sendo maior, não só em funcionalidades, como também em escala de utilização, potencializada em crescimento pelo aumento do poder de processamento e de comunicação. Com esta evolução da TI, tratá-la de forma dissociada da visão de negócios, se não é impossível, com certeza pode levar, no mínimo, a uma subutilização das potencialidades descortinadas (CAMEIRA, 1999a, 1999b; CAULLIRAUX, 1999). A utilização da TI tem que ser pensada num contexto de inserção dentro da vida da organização, de maneira sistêmica, orgânica, simbiótica com os processos desta organização. Mais do que isso, uma vez que os processos de negócios realizam ou deveriam realizar, efetivamente, a estratégia da organização, conformando como ela se estrutura, opera e se relaciona interna e externamente, a utilização da TI tem que ser tratada de forma relacionada à estratégia e à estrutura organizacional e ao modelo de gestão. Modelo de gestão (e de negócio) associado a essa forma de pensar organização e operacionalizar, gerir a estratégia. A representação do conjunto de sistemas componentes de uma Arquitetura Integrada de Sistemas pode apoiar a construção da visão por processos e o entendimento de como a infra-estrutura de TI pode apoiar a realização da estratégia, suportando o modelo de gestão da organização. Componentes de uma Arquitetura Integrada de Sistemas Este tópico procurará construir, a partir do entendimento do contexto atual da TI, brevemente introduzido acima, a visão de uma Arquitetura Integrada de Sistemas (AIS) genérica. Partindo-se da observação de um ponto de vista de origem tecnológica, podemos descrever, de forma resumida, o momento atual como o estágio no qual as diversas unidades de processamento (microprocessadores ou microcontroladores), sejam em um microcomputador em casa, em um mainframe de um banco, em uma máquina a comando numérico no chão-de-fábrica de uma indústria, em uma máquina de refrigerante em um 3

4 estacionamento, ou em uma central telefônica, estão se integrando, somando capacidades distribuídas, permitindo cruzar e consolidar informações. Para tal, sistemas cada vez mais abrangentes, baseados em bancos de dados, complexos e abertos, vêm sendo desenvolvidos. Esses sistemas e essa integração de capacidade de processamento ocorrem tendo como base, como infra-estrutura fundamental, as redes de comunicação e os bancos de dados. Nesse contexto, a TI descortina uma série de possibilidades de encaminhamento para as formas de operação de uma organização ou da cadeia onde a mesma se insere. Estas alterações da forma de operação visam continuamente permitir um aumento da adaptabilidade frente às variações do ambiente. Dessa forma, as mesmas devem ser fortemente norteadas pela formulação das estratégias da organização, notadamente as estratégias competitiva e operacional (PROENÇA, 1995; LINDEL, CANTRELL, 2002). O uso casado de infra-estrutura tecnológica e Sistemas Integrados de Gestão possui uma complexidade de utilização, sobretudo decorrente da gama enorme de combinações possíveis e de possibilidades de configuração (CAULLIRAUX, 1999), que tornam não triviais a clara definição das relações custo-benefício ou dos trade-offs entre as opções disponíveis. A configuração e o alcance da rede de comunicação é, nesse sentido, um condicionante primeiro das soluções possíveis para a arquitetura da TI utilizada, como um todo. Raciocínio análogo pode ser realizado para o grau de atualidade e complexidade de qualquer conjunto de tecnologias, além da infra-estrutura de redes, componentes desta TI. Deve-se considerar a sensibilidade tecnológica (referente às características de uma dada tecnologia, confrontada com as perspectivas de adoção pelo mercado e tempo de vida, frente a outras opções em estudo ou ainda não maduras) e os custos associados, considerando inclusive o grau de capacitação das equipes envolvidas (CAULLIRAUX, 1999). A aplicação da TI reporta, portanto, diretamente à necessidade de planejamento e de condução de um processo de seleção de alternativas ou conjunto de alternativas tecnológicas, organizadas sistemicamente, considerando visões atreladas às estratégias e seus impactos organizacionais e na forma como a TI selecionada é implantada, com vistas 4

5 ao sucesso da organização. Esta aplicação da TI requer, portanto, a construção, o entendimento, de uma Arquitetura Integrada de Sistemas (AIS). A TI vem promovendo uma crescente integração de processos, não apenas intraorganizacionalmente, mas também entre organizações, por toda a cadeia de valor onde a organização está inserida, cada vez mais operando em rede. Ela é potencializada em efeitos pela difusão do uso da Internet, tecnologia habilitadora da execução da estratégia (PORTER, 2001). Com o desenvolvimento desta TI, apresentando um crescente número de produtos e serviços, com características de confiabilidade, presteza e robustez, a menores preços, foi possível a crescente integração de sistemas nas organizações, sistemas entendidos com hardware e software logicamente estruturados de forma a atender aos processos de negócios por ela promovidos e suportar o fluxo de informações associado. As diversas tecnologias que viabilizam de forma crescente, e cada vez mais rapidamente, um cenário de hiper-integração de processos e sistemas possuem cada uma o seu objetivo, sua área de abrangência, de atuação. Este conjunto de tecnologias, uma vez integradas e estruturadas, compõe o que aqui se convenciona chamar de Arquitetura Integrada de Sistemas (AIS). Hardware e Software Um primeiro corte nestas tecnologias, básico, mas indispensável, quebraria esta AIS em hardware e software. O hardware suporta a realização do software. Fundamentalmente o hardware relevante à AIS pode ser identificado, independentemente dos componentes mecânicos, químicos ou, mais recentemente, biológicos que possa conter, por possuir capacidade de processamento. Em outras palavras, um hardware interessa ao entendimento de uma AIS quando possuir capacidade de processamento capaz de realizar os fluxos de informação geridos pelos diversos sistemas, ou software. Entre os hardwares estão os microcomputadores (desktops ou notebooks), os PDAs (Personal Data Assistent), os equipamentos de automação do chão-de-fábrica, no caso de uma indústria (controladores lógico programáveis, máquinas a comando numérico 5

6 computadorizado, sistemas digitais de controle distribuído, etc.), servidores, tags, equipamentos de localização geo-referenciados, etc. As diversas aplicações de software, em função de qual o seu objetivo, sua área de abrangência e atuação podem ser classificadas em diversas categorias. Estas categorias, que compõem uma AIS, em função de características agregadas comuns e visando o entendimento do papel relativo de cada uma, podem ser agrupadas em camadas. Arquitetura em 3 Camadas Entre os vários cortes possíveis, este artigo identifica uma AIS como composta por três camadas fundamentais de sistemas operando sobre uma infra-estrutura básica. O primeiro conjunto de sistemas refere-se aos sistemas que compõem a infra-estrutura básica para que essa AIS aconteça, permitindo que os SIGs atuem. Neste conjunto encontram-se os Sistemas de Gestão de Redes de Comunicação e os Sistemas de Bancos de Dados. Nomeia-se este conjunto de Sistemas de Infra-Estrutura Básica. 2 A primeira camada, que opera sobre esta infra-estrutura, conectando as diversas aplicações é aquela responsável pela Arquitetura de Integração de Aplicações (em inglês, Enterprise Aplication Integration EAI). Nomeia-se esta camada de Sistemas de Integração de Aplicações 3. Esta camada, aliada à infra-estrutura básica, suporta e sob certa ótica viabiliza o link direto entre processos e TI, entre os fluxos de informação previstos ao longo das diversas atividades concatenadas e sua realização ou apoio pelos Sistemas de Gestão da Informação. Na segunda camada encontram-se os sistemas que manipulam, diretamente, as informações que são tratadas e utilizadas pelos processos de negócio da organização e desta com os demais atores da cadeia. Nomeia-se este conjunto de Sistemas de Gestão da Informação ou, mais usualmente, Sistemas Integrados de Gestão (SIG). 2 A infra-estrutura básica é acessada pelas aplicações, estruturadas em três camadas. Não as compõe. Neste sentido, esta infra-estrutura não é considerada, neste texto, uma camada. 3 Como as definições associadas aos sistemas de integração de aplicações (padrões, etc.) na verdade compõem uma arquitetura infra-estrutural, sobre a infra-estrutura básica, o melhor nome seria, talvez, Arquitetura de Integração de Aplicações. Por uniformidade de padrão de nomes dos conjuntos de categorias e para evitar confusões potenciais com o termo Arquitetura Integrada de Sistemas, central ao trabalho, optou-se pelo nome Sistemas de Integração de Aplicações. 6

7 A terceira camada, superior, refere-se aos Portais que realizam a integração das interfaces homem-máquina dos diversos SIGs que operam integrados pela arquitetura de EAI sobre a infra-estrutura básica. A figura 1 a seguir representa esta arquitetura em 3 camadas, operando sobre uma infraestrutura básica. Apresentação (Portal Web-based, Interface Única, Personalizada) Aplicações (Sistemas Integrados de Gestão: ERP, WF, KM, etc.) Infra-estrutura de Integração de Aplicações (Middleware, EAI, padrões) Infra-estrutura Básica (rede de comunicação, banco de dados, sistemas operacionais) Figura 1 - Arquitetura Integrada de Sistemas em 3 Camadas (Fonte: O autor) Acrescente-se a esta arquitetura em 3 camadas os Web Services. Os Web Services estão associados a um conceito ou metodologia de aplicação das tecnologias de engenharia de sistemas existentes que buscam, em suma, simplificar a integração dos diversos sistemas e dispositivos de forma diretamente integrada aos Portais (vistos anteriormente). Indica-se, por exemplo, o uso de Web Services quando integração entre legados de plataformas não necessariamente facilmente integráveis, na construção de serviços pontuais/ bem definidos/ com escopos limitados, particularmente em prazos. Sob certo aspecto, apóiam a integração horizontal dos sistemas lotados na 2ª camada, através da integração realizada verticalmente via Portal. Completando o quadro de aplicações da TI, destacam-se ainda o desenvolvimento do Processamento Móvel, o fenômeno da Convergência Tecnológica e os conceitos de Provedor de Serviços de Aplicações (Application Service Provider ASPs) e de Computação sob Demanda como habilitadores potenciais de um cenário de alta integração. 7

8 A utilização conjunta dos diversos sistemas e conceitos de utilização de sistemas, sistemas crescentemente componentizados, habilita, no limite, a integração processual ao longo de toda a Cadeia de Valor Agregado. A seguir cada um destes conjuntos com seus principais componentes são apresentados, buscando-se destacar as principais características que configuram este cenário 4. Sistemas de Infra-Estrutura O primeiro conjunto contempla os sistemas diretamente relacionados ao aprovisionamento da infra-estrutura para que aquele fluxo de informação e esta integração ocorram: Sistemas de Banco de Dados; neles residem as informações recebidas, geradas, manipuladas e transformadas pelos Sistemas Integrados de Gestão da informação. A tecnologia de banco de dados vem evoluindo fortemente, garantido, a cada versão dos principais fabricantes, desempenho superior nos quesitos de segurança, consistência, robustez e desempenho (tempo de acesso, por exemplo), entre outros; Sistemas de Gestão de Redes de Comunicação (incluindo redes locais e Internet); referem-se ao conjunto de aplicações que permite, associado ao hardware específico (equipamentos de telecomunicações), que a comunicação ocorra e seja gerida, seja ela local, no âmbito de um departamento ou entre departamentos, seja ela entre organizações; Sistemas Operacionais; os sistemas responsáveis por operar a imensa capacidade de processamento distribuída desde o mais simples PC, até os mainframes. Sistemas de Integração de Aplicações Os Sistemas de Integração de Aplicações compõem a primeira camada de uma AIS, atuando sobre a infra-estrutura básica acima descrita. Até alguns anos atrás estes sistemas eram fragmentados, hoje estão consolidados em tecnologias ou, termo mais adequado, sob a Arquitetura de Integração de Aplicações Empresariais (EAI Enterprise Application Integration) (LINTHICUM, 2000, 2001). 4 Menos do que detalhes tecnológicos, a visão é de entendimento das áreas de atuação de cada um dos sistemas que juntos compõem a AIS, desenvolvendo-se a percepção de alcance, pela TI, de praticamente todos os processos, intra e inter-organizacionalmente. 8

9 EAI é a criação de soluções de negócio a partir da combinação de aplicações utilizando um middleware comum (RUH, MAGINNIS, BROWN, 2000, p. 2). Middleware é o software que provê serviços que intermedeiam a integração entre aplicações (RUH, MAGINNIS, BROWN, 2000, p. 3). O EAI é a plataforma que permite a realização dos plug-ins sistêmicos dos SIGs. Os sistemas de EAI constroem a infra-estrutura sistêmica para a interconexão, em nível de dados, de sistemas legados e pacotes de sistemas e, sobretudo, processual, dos SIGs. EAI são sistemas que integram sistemas. A partir dessa infra-estrutura, esperam-se tornar as arquiteturas dos softwares mais escalonáveis, flexíveis e com custo mais adequado. Sistemas Integrados de Gestão O conjunto de sistemas que manipulam, diretamente, as informações que são tratadas e utilizadas pelos processos de negócio da empresa e desta com seus fornecedores, clientes e colaboradores (parceiros, empregados, etc.) compõem a segunda camada de uma AIS. Com o desenvolvimento da infra-estrutura de TI (hardware, infra-estrutura básica e Sistemas de Integração de Aplicações), tornaram-se crescentemente realizáveis filosofias de gestão capazes de alcançar a informação onde quer que ela esteja, ou seja, gerada (mesmo distâncias geográficas), tratando essa informação, seja ela armazenada de forma centralizada ou distribuída, como única, não redundante, consistente, segura, etc. (atendendo todas as características de um bom banco de dados). Essa informação proveniente das diversas áreas da organização e da cadeia onde a organização opera. Diversas categorias de Sistemas Integrados de Gestão (SIGs) (DAVENPORT, 2000; KALAKOTA, ROBINSON, 2001; SHAW et al., 2000), atuando conjuntamente, com fluxos de informação integrados, transportados via redes e baseados em bancos de dados logicamente consolidados, têm tornado crescentemente orgânico o funcionamento das organizações. Neste conjunto mais padrão de sistemas, usualmente utilizados em organizações empresarias, podemos listar as seguintes categorias: Sistemas de Planejamento dos Recursos Empresariais (Enterprise Resource Planning ERP), integram as funções para dentro de uma organização; 9

10 Sistemas de planejamento e otimização da função produção e sistemas de gestão logística de transportes, remanescentes nos conhecidos Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management SCM); Sistemas de Gestão do Relacionamento com Fornecedores (Supplier Relationship Management SEM), englobando as funções de compras eletrônicas (E-Procurement); Sistemas de Gestão do Relacionamento com Parceiros (Partner Relationship Managemente - ); Sistemas de Gestão do Relacionamento do Cliente (Customer Relationship Management CRM); Sistemas de Gestão do Ciclo de Vida dos Produtos (Product Lifecycle Management PLM e Product Development Management - PDM); Sistemas de Inteligência do Negócio (Business Inteligence BI) (CARDOSO, PROENÇA E CAMEIRA, 2001); Entreprise Information Systems e Balanced Scorecard, Datamining (DM) (AMIUNE e KICKINGER, 2001); Datawarehouses (DW); Sistemas de Gestão do Conhecimento (Knowledge Management Systems KMS), parcialmente são também sistemas de BI; Sistemas de Automação de Processos (GED e Workflow); Sistemas Transversais à Cadeia (Sistema de Gestão do Relacionamento com os Empregados (Employee Relationship Management - ERM) e Sistemas de Gestão Financeira na Cadeia, entre outros). Portais Associado ao desenvolvimento da tecnologia web-based, com vista à integração da cadeia, os Portais ganham destaque, como a interface única de acesso aos fluxos de informação geridos pelos diversos Sistemas Integrados de Gestão. Os portais permitem ainda o acesso unificado a ferramentas de colaboração, documentos gerados em aplicativos de escritório (por exemplo, editores de texto e planilhas), sistemas de apoio ao gerenciamento de conteúdo (por exemplo, sistemas de editoração dinâmica de conteúdo). 10

11 Segundo TERRA e GORDON (2002), um Portal Corporativo (chamado de PdCC Portal de Conhecimento Corporativo pelos autores), ajudaria os colaboradores em uma empresa a: Encontrar informação relevante e fontes de conhecimento; Colaborar on-line; Codificar e publicar seus conhecimentos. Promoveria ou apoiaria a integração da cadeia, horizontalmente. Como observam TERRA e GORDON (2002), em um mundo em que os custos de colaboração e interação são baixos, a integração vertical não teria como ser sustentada. Representando a Arquitetura Integrada de Sistemas Tendo em vista os diversos Sistemas Integrados de Gestão apresentados acima, componentes da camada de Aplicações, podemos aumentar o grau de detalhe da representação da figura 2. A Figura 2 procura representar o framework composto pelas diversas categorias de SIGs que comporiam, hoje, um modelo genérico de Arquitetura Integrada de Sistemas. Cada organização que buscasse representar esta arquitetura possuiria um modelo específico baseado na Figura 2, modelo contextualizdo considerando a interface com o cliente e com o fornecedor. Apresentação (Portal Web-based, Interface Única, Personalizada) Fornecedor (matéria-prima, produtos intermediários) Aplicações (Sistemas Integrados de Gestão: ERP, WF, KM, etc.) Gestão do Conhecimento Inteligência do Negócio DM DW EIS / BSC / etc. SRM ERP CRM Gestão da Cadeia de Suprimentos Gestão do Ciclo de Vida do Produto Gestão Financeira Gestão de Recursos Humanos Outras aplicações transversais à cadeia de suprimentos Sistemas de Automação do Processo Cliente (Pessoa Jurídica B2B Ou Pessoa Física B2C) Infra-estrutura de Integração de Aplicações (Middleware, EAI, padrões) INTEGRAÇÃO Figura 2: Modelo AIS - Arquitetura Integrada de Sistemas (Fonte: O autor) 11

12 Há que se ressalvar que o modelo não pretende ser exaustivo e que ele não apresenta os diversos sub-sistemas desta arquitetura, por vezes comercializados separadamente ou por empresas especializadas, por exemplo, sistemas CAD (Computer Aided Design) ou ferramentas de Modelagem e Simulação de Processos. É uma simplificação da realidade. Este detalhamento pode ocorrer desdobrando-se, ou, granularizando-se este modelo genérico, frente aos requerimentos do negócio. Os SIGs componentes de uma dada arquitetura podem ter sido adquiridos em pacotes, desenvolvidos internamente, podem, por exemplo, em um processo de implantação, ser referentes a sistemas legados. Procurando compreender o modelo em mais detalhe, verificamos: Ao centro temos o ERP, integrando os fluxos de informação internos à empresa; À direita do ERP, temos o CRM, gerindo o relacionamento com o cliente; À esquerda do ERP, temos o SRM, gerindo o relacionamento com os fornecedores; A cada lado, associado ao CRM ou ao SRM, o apóia a gestão das parcerias, que podem ser tratadas, como um fornecimento ou como fator preponderante ao bom relacionamento com o cliente, notadamente quando este parceiro tem contato direto com o cliente (por exemplo, uma assistência técnica), representando a organização. Essa AIS é concebida sobre a infra-estrutura de redes e banco de dados. Na base temos a infra-estrutura de integração de aplicações. No topo, sobre a segunda camada, de Sistemas Integrados de Gestão (responsáveis por transacionar e analisar as informações) há a camada de apresentação, onde se localizam os portais, web-based e crescentemente personalizados em função das demandas específicas do usuário. Esse acesso via portal pode ser realizado a partir de múltiplos dispositivos, convergentes em funções, móveis e geo-referenciados, dotando de mobilidade o acesso à informação. Prosseguindo no detalhamento do modelo, observamos que com a integração diversas aplicações possuem um caráter transversal à organização, se relacionando com diversos processos: Sistemas de Gestão Financeira; Sistemas de Gestão dos Recursos Humanos, buscando maximizar a alocação das competências aos diversos processos; manter talentos; contribuindo para a gestão do conhecimento; 12

13 Sistemas de Gestão do Ciclo de Vida do Produto, auxiliando a gestão do desenvolvimento dos produtos, integrando o fornecedor, o cliente, as áreas de marketing, vendas, produção, etc., gerenciando toda vida do produto, da concepção à sua descontinuidade; Sistemas de Gestão da Cadeia de Suprimentos, planejando a demanda, o seqüenciamento da produção, etc., promovendo uma visão global do da gestão da cadeia de suprimentos; Sistemas Automação do Processo, como os sistemas de Workflow e Gerência Eletrônica de Documentos, sob certo aspecto mais próximos à camada de Sistemas de Integração de Aplicações Empresariais, tornando pró-ativo os processos, acessando diversas aplicações. Mais próximos à camada de apresentação, à interface com os humanos, os Sistemas de Inteligência do Negócio (EIS/BSC, DM, DW), auxiliam a prospecção de dados e a geração de informação, a partir das bases de dados alimentadas pelos demais SIGs, com vistas a subsidiar a tomada de decisão, a geração de ações inteligentes, adequadas a cada nível de usuário. Os sistemas de BI permitem melhores análises de dados, pesquisas estruturadas e não estruturadas, construção de cenários e a tomada de decisões alocativas de médio e longo prazos, permitindo, por exemplo, análises associadas ao componente geográfico; No nível mais alto, superior aos sistemas de BI, e ainda com ferramentas relativamente incipientes, utilizando por vezes nuances das aplicações dos diversos SIGs, encontramse os Sistemas de Gestão do Conhecimento, fundamentais quando se compreende a boa gestão do conhecimento como base para a inovação e para o desenvolvimento de competências; Uso de Web Services quando integração entre legados de plataformas não necessariamente facilmente integráveis, na construção de serviços pontuais/ bem definidos/ com escopos limitados, particularmente em prazos; Integração horizontal, no processo e vertical, na plataforma de TI. Cabe notar, que os sistemas associados à Gestão Financeira e à Gestão de Recursos Humanos, bem como outras aplicações transversais à cadeia de suprimentos são 13

14 complementares e não concorrentes com os módulos internos ao ERP. Visam expandir o alcance destes módulos à gestão da na rede. Imaginando-se, em uma situação limite, todas as organizações que atuam no ao longo da cadeia de valor, com um alto grau de utilização da TI, integradas internamente e externamente, teríamos um fluxo de informação suave, onde a disponibilidade de informação seria ampla e o desempenho dos processos otimizados. Observa-se (representado pela seta) que há integração com clientes e fornecedores. Este cliente pode ser uma outra empresa/organização, ao longo da cadeia de suprimentos (uma indústria, um distribuidor, etc.), estabelecendo uma relação de troca B2B Businessto-Business ou uma pessoa física, estabelecendo uma relação de troca B2C Business-to- Consumer. O fornecedor normalmente, não obrigatoriamente, será outra pessoa jurídica, fornecendo matéria-prima ou um produto intermediário. Observa-se que com esse conjunto de SIGs, supondo um caso de aplicação intensiva da TI, pode-se dizer que todas as funções de uma organização são cobertas, integradas, reduzindose o custo de transação e minimizando-se as atividades que pouco agregam ou não agregam valor ao produto ou serviço a ser gerado. Imaginando o cenário onde as diversas organizações em uma cadeia (ou em pontos de contatos com outras cadeias) integram suas AISs, teríamos um cenário como o representado na Figura 3. A Figura representa a integração estreita na rede dos sistemas componentes das AIS das diversas organizações. Observe-se que as aplicações ultrapassam as fronteiras organizacionais, como se fossem únicas. Organização 2 Organização 1 Organização N Apresentação (Portal Web-based, Interface Única, Personalizada) Aplicações (Sistemas Integrados de Gestão: ERP, WF, KM, etc.) Gestão do Conhecimento Inteligência do Negócio DW EIS DM / BSC / etc. SRM ERP CRM Gestão da Cadeia de Suprimentos Gestão do Ciclo de Vida do Produto Gestão Financeira Gestão de Recursos Humanos Outras aplicações transversais à cadeia de suprimentos Sistemas de Automação do Processo Infra-estrutura de Integração de Aplicações (Middleware, EAI, padrões) Apresentação (Portal Web-based, Interface Única, Personalizada) Aplicações (Sistemas Integrados de Gestão: ERP, WF, KM, etc.) Gestão do Conhecimento Inteligência do Negócio Inteligência do Negócio DM DW EIS / BSC / etc. SRM CRM ERP Gestão da Cadeia de Suprimentos Gestão do Ciclo de Vida do Produto Gestão Financeira Gestão de Recursos Humanos Outras aplicações transversais à cadeia de de suprimentos Sistemas de Automação do Processo Infra-estrutura de Integração de Aplicações (Middleware, EAI, padrões) Apresentação (Portal Web-based, Interface Única, Personalizada) Aplicações (Sistemas Integrados de Gestão: ERP, WF, KM, etc.) Gestão do Conhecimento Inteligência do Negócio DW EIS DM / BSC / etc. SRM ERP CRM Gestão da Cadeia de Suprimentos Gestão do Ciclo de Vida do Produto Gestão Financeira Gestão de Recursos Humanos Outras aplicações transversais à cadeia de suprimentos Sistemas de Automação do Processo Infra-estrutura de Integração de Aplicações (Middleware, EAI, padrões) INTEGRAÇÃO CONFIGURA-SE A FRONTEIRA TECNOLÓGICA ALTERAM-SE AS FRONTEIRAS POLÍTICA / NEGOCIAÇÃO, ECONÔMICA, SOCIAL, JURÍDICA Figura 3: Integração estreita na rede de AIS entre Organizações (Fonte: O autor) 14

15 Observando-se as figuras acima, dependendo do grau de integração e colaboração entre os diversos atores, há uma expansão, ao longo da cadeia, do alcance dos diversos sistemas, reconfigurando as fronteiras entre as organizações (BRADLEY E NOLAN, 1998). Assim, a Gestão da Cadeia de Suprimentos é capaz de ser realizada de forma global aos vários atores, suprindo-se de informações disponíveis nos demais SIGs (particularmente no ERP, no CRM e no SEM); há troca de informação permanente no desenvolvimento de produtos; a questão da gestão dos Recursos Humanos e de seus talentos passa a ser de todos os atores; a saúde financeira de um passa a mais diretamente estar relacionada à saúde financeira do outro ator e das respectivas gestões; os fluxos pró-ativos de informação são integrados diretamente do cliente ao fornecedor, em um caso extremado, até do consumidor final ao fornecedor da matéria-prima mais primária; a tomada de decisão é feita sobre bases compiladas, mais amplas, de maior alcance; e o conhecimento gerado é gerenciado e compartilhado. Os resultados desta compilação, a prospecção deste conhecimento e o acesso aos diversos SIGs realizado através dos Portais, principalmente. Os ERPs de várias organizações trocam informação mais diretamente, muitas vezes via os sistemas transversais aos processos da empresa e, por integração inter-organizacional, à cadeia. O cliente gerencia o relacionamento com o fornecedor via sistema de SRM e que por sua vez gerencia por sistemas de CRM, o relacionamento com o cliente. Em resumo, baseado na infra-estrutura básica (redes de comunicação, bancos de dados e sistemas operacionais) 5 e da camada de infra-estrutura de integração de aplicações, que transcende as fronteiras de uma organização, as AISs são conectadas. Esta integração ocorre horizontalmente, pela conexão dos vários sistemas, e verticalmente, pela prospecção da informação, nestes sistemas e sua exteriorização nos Portais, nos computadores e demais dispositivos de hardware, convergentes e crescentemente móveis, alavancando o cenário de hiper-integração. A este cenário devem-se acrescentar dois componentes: os Web Services e os Sistemas Baseados em Agentes, conforme mostra a Figura 4. 5 Não representados nas Figuras 2 e 3, anteriores. 15

16 DM DW EIS / BSC / etc. DM DW EIS / BSC / etc. DM DW EIS / BSC / etc. Múltiplos Dispositivos Convergentes e Móveis PORTAIS INTEGRAÇÃO Organização 1 Apresentação (Portal Web-based, Interface Única, Personalizada) Aplicações (Sistemas Integrados de Gestão: ERP, WF, KM, etc.) Gestão do Conhecimento Inteligência do Negócio SRM CRM ERP Organização 2 Apresentação (Portal Web-based, Interface Única, Personalizada) Aplicações (Sistemas Integrados de Gestão: ERP, WF, KM, etc.) Gestão do Conhecimento Inteligência do Negócio SRM CRM ERP Organização N Apresentação (Portal Web-based, Interface Única, Personalizada) Aplicações (Sistemas Integrados de Gestão: ERP, WF, KM, etc.) Gestão do Conhecimento Inteligência do Negócio SRM CRM ERP Web Service N Web Service 2 Web Service Gestão da Cadeia de Suprimentos Gestão do Ciclo de Vida do Produto Gestão da Cadeia de Suprimentos Gestão do Ciclo de Vida do Produto Gestão da Cadeia de Suprimentos Gestão do Ciclo de Vida do Produto 1 Gestão Financeira Gestão Financeira Gestão Financeira Gestão de Recursos Humanos Gestão de Recursos Humanos Gestão de Recursos Humanos Outras aplicações transversais à cadeia de suprimentos Outras aplicações transversais à cadeia de suprimentos Outras aplicações transversais à cadeia de suprimentos Sistemas de Automação do Processo Sistemas de Automação do Processo Sistemas de Automação do Processo Infra-estrutura de Integração de Aplicações Infra-estrutura de Integração de Aplicações Infra-estrutura de Integração de Aplicações (Middleware, EAI, padrões) (Middleware, EAI, padrões) (Middleware, EAI, padrões) INTEGRAÇÃO Agente 1 Agente 2 Agente n Infra-estrutura Básica (redes de comunicação, banco de dados, sistemas operacionais) Figura 0: Integração de AIS entre Organizações, Web Services e Sistemas Baseados em Agentes (Fonte: O autor) Os Web Services (HAGEL III a, b, c, 2002) representado pelas N elipses verticais indicam que esta AIS pode ser simplificada e potencializada, com esforços distribuídos no tempo pela integração de aplicações (inclusive legadas), via troca de mensagens, tendo os Portais como principal interface homem-máquina comum. Os Sistemas Baseados em Agentes (INVERNO e LUCK, 2001) representados pelos smiles com pontas, indicando os múltiplos contatos, conexões, que podem ser realizados negociam a realização de objetivos pré-definidos entre os diversos sistemas, potencializando a adequação da infra-estrutura tecnológica da organização e das cadeias onde elas estão inseridas às variações do ambiente. Neste cenário, as conexões entre sistemas são múltiplas e (conforme os sistemas forem sendo estruturados em componentes de software atrelados a componentes de processos), flexíveis, dinâmicas e, no limite, autônomas, configurando o cenário de hiper-integração. 16

17 Conclusão Cabe destacar que a Arquitetura Integrada de Sistema, representada nos tópicos anteriores, com um grau elevado de integração por sistemas, não é simples ou tão rápida de se implantar, apesar da gama de tecnologias disponíveis. Em grande parte dos casos relacionados à evolução da Tecnologia da Informação, o tempo necessário para o desenvolvimento de conhecimentos desde o estado-da-arte até estado-datécnica é hoje proporcionalmente bastante menor do que o tempo necessário para que uma técnica já desenvolvida, ainda que em estágios preliminares, seja difundida, dominada em larga escala, seja estado-da-prática. Uma TI estar difundida, estado-da-prática, demanda capacidade dos atores envolvidos de entendê-la plenamente, sendo elas cada vez mais complexas; capacidade econômica de implementá-las, caso a caso, em função da relação custo-benefício comparada com outras prioridades em uma organização e; quando se trata de aplicações ao longo da cadeia, de um aprendizado em termos de negociação e confiança (e também jurídico/legal) ainda em construção; entre outros fatores. Há, ainda, os limites tecnológicos, com destaque ao estágio de desenvolvimento das técnicas de Inteligência Artificial (onde os Sistemas baseados em Agentes Autônomos, são um bom exemplo) e do domínio sobre os conceitos trabalhados pela tecnologia. A primeira leva de integração de sistemas, notadamente no caso dos ERPs, automatizou e integrou conceitos há muito trabalhados, a um bom tempo estado-da-prática. Por exemplo, administração da produção por MRP/MRPII e a contabilidade. Se por um lado os sistemas reengenheiraram as organizações pela força da integração e pela capacidade de realização das soluções no caso do ERP teoricamente consagradas e testadas por outro, as soluções utilizadas não necessariamente são as melhores para um dado problema ou particularidade da empresa onde é implantada, demandando capacidade de gestão destes sistemas. Este problema é hoje acentuado, pois as fronteiras das aplicações da tecnologia estão, grosso modo, quase par-a-par com os desenvolvimentos ou descobertas, com as contribuições originais, com o estado-da-arte. Em parte este sincronismo crescente descoberta-aplicação é conseqüência dos enormes investimentos das grandes empresas de 17

18 TI, em particular e, em geral, pela busca crescente de capacidade de inovação como diferencial competitivo das organizações. Este contexto ressalta a relevância de um modelo de referência para a compreensão da AIS. Este modelo, conforme avançar a tecnologia (entre os estados da arte, da técnica e da prática) deve ser continuamente atualizado. Referências Bibliográficas AMIUNE, A.; KICKINGER, F., 2001, O data mining no processo de descoberta de conhecimento em banco de dados. Projeto de Fim de Curso - Escola de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. BRADLEY, S.; NOLAN, R., 1998, Sense & respond: capturing value in the network era. Boston, MA: Harvard Business School Press, 352 p. CAMEIRA, R., (2003), Hiper-Integração: Engenharia de Processos, Arquitetura Integrada de Sistemas Componentizados com Agentes e Modelos de Negócios Tecnologicamente Habilitados. 432 p. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. CAMEIRA, R., 1999a, Aplicações das redes de comunicação: estratégia e organização. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 19. Rio de Janeiro. Anais Eletrônicos... Rio de Janeiro: ABEPRO, 1CD., 1999b, Sistemas integrados de gestão: perspectivas de evolução e questões associadas. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 19., Rio de Janeiro. Anais Eletrônicos... Rio de Janeiro: ABEPRO, 1CD. CARDOSO, V.; PROENÇA, A.; CAMEIRA, R., 2001, Inteligência competitiva e a gestão do conhecimento. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 21., Salvador. Anais Eletrônicos... Salvador: ABEPRO. 1CD. CASTELLS, M., 1999, A sociedade em rede - A era da informação: economia, sociedade e cultura. v.1. São Paulo: Paz e Terra, 618 p. CAULLIRAUX, H. M., 1999, Sistemas integrados de gestão e qualificação gerencial. Gazeta Mercantil, Rio de Janeiro, 21 jun. 18

19 DAVENPORT, T. H., 2000, Mission critical: realizing the promise of enterprise systems. Boston, MA: Harvard Business School Press, 334 p., 1993, Reengenharia de processos. Rio de Janeiro: Campus, 408 p. HAGEL III, J., 2002a, Leveraged growth: expanding sales without sacrificing profits. Boston, MA: Harvard Business School Press, pp 69-77, oct., 2002b, Edging into web services. Special edition: Technology. EUA: The McKinsey Quartely, pp , 2002c, Out of the box: strategies for achieving profits today and growth tomorrow through Web Services. Boston, MA: Harvard Business Scholl Publishing, 217 p., 1 st Ed.. HAMMER, M., 1997, Além da Reengenharia. Rio de Janeiro: Campus, 1ª ed. HAMMER, M. E CHAMPY, J., 1994, Reengenharia: repensando a empresa em função dos clientes, da concorrência e das grandes mudanças da gerência. Rio de Janeiro: Campus, 1ª ed. KALAKOTA, R.; ROBINSON, M., 2001, E-business: estratégias para alcançar o sucesso no mundo digital. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 470 p. KENNEY; CURRY, Redes Interorganizacionais. Disponível em: Acesso em: jan INVERNO, M.; LUCK, M., 2001, Understanding agent systems. Heidelberg: Springer- Verlag Berlin, 191 p. LINDER, J.; CANTRELL, S., 2000, So what is a business model anyway? - research note changing business models, Accenture Institute for Strategic Change, Mar. Disponível em: Acesso em: 2 abr LINTHICUM, D., 2001, B2B application integration e-business enable your enterprise. Boston, USA: Addison-Wesley, 1 st Ed., 2000, Enterprise application integration. Boston, USA: Addison- Wesley, 1 st Ed. PORTER, M. E. Strategy and the internet., 2001, Harvard Business Review, Boston, pp , Mar. 19

20 PROENÇA, A., 1995, Estratégia competitiva e estratégia de produção: uma introdução esquemática. CAULLIRAUX, H.; COSTA, L. (coord.), 1995, Manufatura integrada por computador: Sistemas Integrados de Produção, Estratégia, Organização, Tecnologia e Recursos Humanos. Rio de Janeiro: Campus, 456 p., cap.1. RUH, W.; MAGINNIS, F.; BROWN, W., 2001, Enterprise application integration. New York, USA: John Wiley & Sons, Inc.. SHAW, M.; BLANNING, R.; STRADER, T. et al., 2000, Handbook on electronic commerce. Heidelberg: Springer-Verlag Berlin. TERRA, J.; GORDON, C., 2002, Portais corporativos: a revolução na gestão do conhecimento. São Paulo: Negócio Editora. 20

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