Metáforas da informação cotidiana Por Marcos Gonzalez

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1 Seção Memórias Científicas Originais Metáforas da informação cotidiana Por Marcos Gonzalez RESUMO: Quando se apoiou na Teoria Matemática da Comunicação (ou Teoria da Informação), de Claude Shannon (1948), observou-se no termo informação uma separação fundamental entre seus diversos conceitos: informação, segundo Capurro e Hjørland (2007 [2003]), parece ter perdido sua conexão com o mundo humano, e passou a ser aplicada, através de uma metáfora mais ou menos adequada, para todo tipo de processo por meio do qual algo está sendo mudado ou in-formado. Tomando as palavras de Capurro e Hjørland, dissertamos sobre algumas metáforas entre os dois extremos do eixo semântico de informação (FABRICAÇÃO e ALIMENTO), tendo como amparo teórico a Teoria da metáfora conceptual, de Lakoff e Johnson (1980). PALAVRAS-CHAVE: Teoria da Informação; Teoria da metáfora conceptual. ABSTRACT: [Information we live by] Once supported in the Claude Shannon s (1948) Mathematical Theory of Communication (or Information Theory), there was a fundamental split between the various concepts of the term information: according Hjørland and Capurro (2007 [2003]), it seems to have lost their connection to the human world, and has been applied through a metaphor more or less suitable for every type of process by which something is being changed or in-formed. In this work, we take this words of Capurro and Hjørland to discuss about some metaphors between the extremes of the semantic range of information (as FABRICATION and as FOOD), having as theoretical support the Theory of Conceptual Metaphor, by Lakoff and Johnson (1980).

2 2 KEYWORDS: Theory of Information, Theory of Conceptual Metaphor Introdução Contam-nos Macedo e colaboradores (2009) que, a partir dos anos 70, com o processamento das informações passando a ser o grande foco de atenção dos estudiosos da linguagem, o fenômeno das metáforas foi um dos temas que mereceu grande atenção por parte dos estudiosos, em busca de teorias ou soluções que dessem conta do fenômeno. No final da década, já se tinha claramente a percepção de que a linguagem comum, aquela usada normalmente pelo homem no seu dia a dia, é repleta de metáforas, e de que não percebemos isto porque seu uso é natural e corriqueiro. Até mesmo a linguagem técnica e científica, que tantos supunham ser estritamente literal, é rica em metáforas. Sistematizada inicialmente em Metaphors we live by ( Metáforas da vida cotidiana ), obra em co-autoria com o filósofo Mark Johnson (LAKOFF e JOHNSON, 2002 [1980]), a teoria da metáfora conceptual (TMC) provocou uma revolução nas pesquisas sobre a metáfora e representou o lançamento de um programa inovador de pesquisa (ZANOTTO et al., 2002, p. 15). Tendo como base resultados acumulados no âmbito das ciências cognitivas, essa linha teórica desvincula a metáfora da relação linguagem metafórica versus linguagem literal. Desfaz-se aí outro aspecto relevante a dicotomia cartesiana corpo-mente, pois são integradas as visões objetivistas e subjetivistas no que se passa a chamar de experiencialismo, em sua primeira versão, e realismo corpóreo posteriormente. Lakoff e Johnson postularam que os mapeamentos metafóricos são estruturados sistematicamente hipótese que vem sendo não só comprovada como aprimorada (LAKOFF, 2008). A metáfora deixa de ser entendida não mais como uma questão de

3 3 linguagem apenas, mas de pensamento e razão. A linguagem, nessa teoria, é observada como um reflexo do mapeamento: já que a comunicação é baseada no mesmo sistema conceptual que usamos para pensar e agir, a linguagem é uma fonte de evidência importante de como é esse sistema (LAKOFF e JOHNSON, 2002 [1980]:46). Mas os conceitos que governam nossas línguas governam também a nossa atividade cotidiana até nos detalhes mais triviais, estruturam o que percebemos, a maneira como nos comportamos no mundo e o modo como nos relacionamos com outras pessoas. Eis por que, dizem Lakoff e Johnson, o sistema conceptual não é algo do qual normalmente temos consciência. Na maioria dos pequenos atos da nossa vida cotidiana, pensamos e agimos mais ou menos automaticamente, seguindo certas linhas de conduta que não se deixam apreender facilmente. Cada uma das expressões metafóricas é usada, portanto, no interior de um sistema global de conceitos metafóricos conceitos que usamos constantemente ao viver ou pensar. Essas expressões, como todas as outras palavras e itens lexicais frasais da língua, são fixadas por convenção. Além desses casos, que fazem parte de sistemas metafóricos globais, existem expressões metafóricas idiossincráticas, que ficam isoladas, e não são usadas de maneira sistemática, quer na linguagem, quer no pensamento (p. 123). Eis o que apresentamos: uma relação das metáforas que são ativadas sempre que a palavra informação (e cognatos) foi escrita em português, do séc. XIV para cá. Corpora Contamos, para essa pesquisa, com um banco de dados de tokens (usos) da língua portuguesa entre os séculos XIV e XX, extraído principalmente do Corpus do

4 4 Português (DAVIES e FERREIRA, 2006-) 1, um sistema de consulta a um corpora contendo mais de 45 milhões de palavras de quase textos. Quanto às fontes metalingüísticas (dicionários, vocabulários, gramáticas etc.), consultamos algumas bibliotecas públicas e particulares e os acervos digitalizados da Biblioteca Nacional Digital de Portugal 2, Europeana 3 e Google Books 4. Informação é FABRICAÇÃO Da Roma clássica, são conhecidos alguns de contextos de uso de dar forma (VALPAY, 1816; LEWIS e SHORT, 1879): nos versos de Virgílio (70-19 a.c.) sobre Vulcano e os Cíclopes produzindo (informatum) flechas de raios para Zeus (Eneida 8, 426; [1]) ou um enorme escudo para Enéas (Eneida 8, 447; [2]); no manual de agricultura de Columela (4-70? d.c.), o verbo é aplicado na explicação de como se faz uma tampa a partir do entrelaçamento de cordas ([3]). [1] Ferrum exercebant uasto Cyclopes in antro, / Brontesque Steropesque et nudus membra Pyragmon. / His informatum manibus iam parte polita / fulmen erat, toto genitor quae plurima caelo / deicit in terras, pars inperfecta manebat. [2] Ingentum clipeum informant, unum omnia contra / tela Latinorum, septenosque orbibus orbes / impediunt. [3] Vel si nee lapis erit nee glarea, sarmentis connexus velut funis informabitur in eam crassitudinem, quam solum fossae possit angustae quasi accommodatam coartatamque capere (...). Informar, com esse sentido, seria então um caso de manipulação direta, que Lakoff e Johnson descrevem como um tipo de experiência fundamental que caracteriza a noção de causalidade direta. A maioria das ações de manipulação direta, como, por

5 5 exemplo, quando acionamos os interruptores de luz, abotoamos nossas camisas, abrimos portas etc. partilha aspectos do caso prototípico ou paradigmático de causalidade direta. O conceito de causalidade fundamenta-se no protótipo da manipulação direta, que emerge diretamente de nossa experiência. Ainda segundo Lakoff e Johnson, cada um de nós é um recipiente com uma superfície demarcadora e uma orientação dentro-fora. Projetamos a nossa própria orientação dentro-fora sobre outros objetos físicos que são delimitados por superfícies. Assim, concebemos esses objetos como recipientes com um lado de dentro e outro de fora, impondo essa orientação ao nosso meio-ambiente natural (p. 81). Experienciamos muitas coisas, por meio da visão e do tato, como tendo fronteiras definidas e, quando as coisas não têm fronteiras definidas, frequentemente projetamos fronteiras nelas por exemplo, florestas, clareiras, nuvens etc. Tomemos, por exemplo, his informatum manibus do token [1]: como observa Conington (1876), a parte inacabada do raio e transformada em flechas por suas mãos, isto é, pelas mãos dos Cíclopes. O uso adere perfeitamente ao sentido de dar forma. Podemos chamá-lo de caso prototípico ou paradigmático de causalidade direta de informar, uma vez que: O agente [Cíclopes] tem como objetivo uma mudança no estado [transformar em flechas] do paciente [raios]; A mudança de estado é física; O agente tem um plano para atingir o objetivo; O plano exige que o agente use um programa motor [as mãos dos Cíclopes]; O agente tem controle do programa motor; O agente é o principal responsável pela realização do plano; O agente é a fonte de energia (isto é, o agente está direcionando sua energia para o paciente), e o paciente é o alvo da energia (isto é, a mudança no paciente deve-se a uma fonte externa de energia); O agente toca o paciente ou com seu corpo ou com um instrumento (isto é, há uma sobreposição espacial e temporal entre o que o agente faz e a mudança no paciente); O agente realiza o plano de maneira bem sucedida. A mudança no paciente é perceptível;

6 6 O agente monitora a mudança no paciente por meio de percepção sensorial; Há um único agente específico e um único paciente específico. O sentido dar forma atende a todas as propriedades acima apresentadas, confirmando o que já dissemos: dar forma, o sentido de maior causalidade possível em relação às acepções que o verbo, é um protótipo do verbo. Portanto, dar forma é um caso simples de causalidade direta, a fabricação de objetos. A metáfora da FABRICAÇÃO, segundo Lakoff e Johnson, envolve manipulação direta prototípica, mas ela tem uma característica adicional que a diferencia de outras manipulações diretas: como resultado da fabricação, nós vemos o objeto como um tipo diferente de coisa, isto é, nós o categorizamos de maneira diferente, com forma e função diferentes. Por exemplo, dos autores, o que era um pedaço de papel passa a ser um avião de papel. Até mesmo uma simples mudança de estado, como a mudança da água em gelo, pode ser vista como um exemplo de fabricação, uma vez que o gelo tem forma e função diferentes da água. No nosso exemplo, os raios ganham forma e função de flecha. Lakoff e Johnson nos lembram que, em sua teoria, não há espaço para propriedades objetivas inerentes, apenas propriedades interacionais, que repetem o modo como concebemos os fenômenos mentais por meio de metáforas (p. 246). Assim, metáforas como OBJETO, SUBSTÂNCIA e RECIPIENTE são diretamente emergentes, isto é, construídas pela interação. Os mitos do objetivismo e do subjetivismo são compreensíveis porque experienciamos a nós mesmos como entidades separadas do resto do mundo como recipientes com um lado de dentro e um lado de fora (p. 130). Nós nos entendemos como seres físicos, demarcados e separados do resto do mundo pela superfície de nossas peles; experienciamos a nós mesmos como sendo feitos de substâncias isto é, carne e osso e experienciamos o resto do mundo

7 7 como algo fora de nós como sendo feitos de vários tipos de substâncias madeira, pedra, metal etc. Aquilo a que damos forma não precisa, então, ser algo material: pode ser a mente, de outrem ou a própria, reflexivamente. MENTE É UM RECIPIENTE, metáfora que estabelece uma similaridade entre a mente, alma e o corpo (todos sendo RECIPIENTES), ampara o uso de informar em contextos que Capurro e Hjørland (2007 [2003]) chamam de intangíveis ou espirituais, pois dizem respeito aos usos morais e pedagógicos : informar como ensinar. Tertuliano de Cartago (ca d.c.), lembremo-nos, já chamava Moisés de populi informator educador ou modelador de pessoas. No já citado Dictionarium Lusitanico Latinum de Agostinho Barbosa (1611), também com base em Cícero, temos dar enformação com o sentido de docere, isto é dar formação, educar, e no Thesouro da Lingoa Portuguesa, de José Bento Pereira (1697), temos enformador como docens, entis (ou seja, como professor ); enformado, como edoctus, a, um; enformar como doceo, es ( ensinar, educar ). Vejamos exemplos do português extraídos de nosso corpus de usos cotidianos: [4] Este rey Recaredo e seu irmãão Hermenegildo, o que matou seu padre, foron enssynados e doutrinados daquelle sancto Leandre, arcebispo de Sevylha, que os enformou e fundou na sancta fe catholica. E esta foy a causa principal por que seu padre o fez desterrar (Crónica Geral de Espanha, 1344) [5] Enforma a tua mente tenra com estudos mais ásperos (Boosco deleitoso, séc. XV) Olhando os dados para os sécs. XIV e posteriores, fica evidente que a produtividade a metáfora informação dar forma é pequena, corroborando com resultados para o galego 5,5% de todos os usos entre 1837 e 2002 (SALGADO, 2009). Esse sentido prototípico do verbo já vinha caindo, nitidamente, em desuso. Trabalhos recentes, no entanto, vêm apontando um segundo étimo envolvido na

8 8 polissemia em estudo o lat técnico enformare meter na fôrma. Há dois sentidos prototípicos semanticamente contíguos e concorrente: um é complemento do outro. A forma enform- é muito útil, ainda hoje, na expressão de processos envolvendo substâncias e recipientes, como a fundição ( A fundição contínua é um método de enformação de lingotes, barras e placas que consiste em vazar o metal fundido no molde ; Os objectos moldados são, muitas vezes, enformados e vulcanizados em moldes aquecidos ). Esses casos nos remetem, seguindo Lakoff e Johnson, a uma maneira de conceptualizarmos o processo de enformação: a metáfora SUBSTÂNCIA ENTRA DENTRO DO OBJETO (p. 149), sendo o objeto visto como um recipiente (fôrma) para a substância, que adquire então uma fórma. Vejamos como ela se manifesta na língua: [6] (...)Et auja o nariz alto por mesura et a boca ben feyta et dentes ben postos et brãcos et o queixo quadrado et o colo longo et as espádoas anchas et os peytos moyto enformados. Et auja as mãos et os braços moy ben feytos, et era bentallado ẽna çentura. (Crónica Geral de Espanha, 1344) [7] E a esta cobiiça de veer a verdade he junto desejo daver senhorio, em tal guisa que o coraçom bem enformado per a natureza nom queira obedeecer a algüu [...] (D. Pedro, Livro dos ofícios de Marco Tullio Ciceram, séc. XV) [8] E foy este conde de baixa estatura de corpo enformado em carnes [...] (Gomes Eanes Zurara; Crónica dos feitos notáveis que se passaram na conquista da Guiné, séc. XV) [9] o cacau e mistura-se com açúcar e outros produtos, ficando num estado pastoso; enformação que consiste em dar a forma que se pretende ao chocolate (portal Região de Leiria 5 : matéria a tentação dos chocolates, 1997) Reconhecemos outra metáfora que também conceptualiza, segundo Lakoff e Johnson, vários conceitos do caso especial de causalidade : a MUDANÇA, no sentido de uma transformação por dentro. As metáforas para MUDANÇA emergem 5

9 9 naturalmente, segundo Lakoff e Johnson, da experiência do nascimento, seguramente a experiência humana mais fundamental : no nascimento, um objeto (o bebê) sai de um recipiente (a mãe). Ao mesmo tempo, a substância da mãe (sua carne e sangue) está no bebê (objeto recipiente). A experiência do nascimento (também o crescimento na agricultura) fornece, nesse caso, a fundamentação para o conceito geral de CRIAÇÃO, que tem como essência o conceito de FABRICAÇÃO de um objeto físico, mas que se estende para entidades abstratas também (p ). Os tokens a seguir ilustram algumas ocorrências de informação é MUDANÇA, em diferentes contextos: [10] Mas quando Deus cria a alma para que ela informe o feto preparado, é de necessidade absoluta, pela igualdade e justiça do Creador, que tôdas as almas entrem nos corpos com as mesmas numéricas qualidades naturais próprias e constitutivas da perfeição de uma alma (J. Cunha Brochado, Cartas, 1707) [11] Tenho lá no Sincorá muitas lavras que comprei por baixo preço, mas que informam muito bem; estão em abandono por me faltar uma pessoa de confiança que possa pôr à testa do serviço, e meus negócios não me deixam tempo para ficar ali preso à cola dos bateeiros, como é indispensável (Bernardo Guimarães, O Garimpeiro, séc. XIX) [12] o exercício da valsa dá ao coração formas extravagantes e caprichosas - fá-lo pular, estremecer e palpitar; e, conforme as impressões que recebe, informa-se, dilata-se, encolhe e chega a tomar formas. (Aluísio Azevedo, Uma Lágrima de Mulher, séc. XIX) Informação é COMPONENTE Registra-se um significado para informação que a aproxima de instrução (de processos ([13], por exemplo).

10 10 [13] (...) os Juizes das terras mandarom que os dictos procuradores ponham as dictas enformações nos fectos 6 pera averem de ser vystas e enxemynadas no casso das apellações (Cortes portuguesas, 1498) O elemento de composição -stru-, presente em instruir e construir, é derivado de struere dispor em pilhas, empilhar (materiais), reunir, ajuntar, amontoar, criar, construir, erguer (HOUAISS, 2001), daí constructo, indústria, estrutura etc. Dumesnil (1809) descreve para esse verbo também o sentido de prover ou suprir com coisas necessárias. Aqui, as metáforas do RECIPIENTE e da CONSTRUÇÃO, dizem Lakoff e Johnson, misturam-se livremente em virtude da correspondência. A correspondência aqui se baseia em implicações compartilhadas, uma vez que uma CONSTRUÇÃO tem uma parte mais profunda, da mesma forma que um RECIPIENTE. Uma vez que a profundidade caracteriza o aspecto básico em ambas as metáforas, a parte mais profunda é a parte mais básica. O conceito PARTE MAIS BÁSICA pertence, portanto, à parte comum às duas metáforas e é neutro entre elas. [14] (...) muitos homens houvera no mundo de quem se teveram informações e conceitos bem fundados (Luis de Sousa, A vida de Frei Bertolameu dos Mártires, 1619) [15] (...) sabendo do que se tratava, quis também das a sua opinião, fundada em informações verídicas: - Esteja descansado, disse ele ao Bastos (José de Alencar, Sonhos D'ouro, séc. XIX) O token [15] nos indica que, quanto mais básica a informação, mais fundada na verdade ela deve estar. Daí decorre um importante conjunto de processos de manipulação de informações, o conjunto de processos lógicos, e mesmo nesse domínio podemos encontrar metáforas espaciais: De acordo com Eve Sweetser (1987), su-por (< lat sub+ponere, pôr embaixo ) and hipo-tese (< gr hypo+thesi pôr embaixo ) sugerem que há premissas (informações) na parte inferior da estrutura, amparando 6 Fectos, isto é, feitos são, para o Direito Processual, o processo ou o conjunto dos autos da demanda, da causa ou do pleito (HOUAISS, 2001)

11 11 conclusões. Numa construção teórica ( constructo ), quanto mais robusta é a base, mais firmes são nossas convicções; as informações mais contingenciais repousam sobre informações menos contingenciais, assim, podemos mudar as menos contingenciais sem alterar o resto da estrutura, da mesma forma que podemos mudar o telhado de uma casa sem alterar as fundações. Pre-sumir (< lat prae+sumere acatar antes, acatar com antecedência ) sugere uma semelhante precedência de premissas (informações) sobre as conclusões, mas agora linear: nossos processos racionais, aqui, lembram uma jornada mental, começando com presunções e pressupostos e terminando com alguma conclusão, que é posterior na jornada. Expressões modernas do tipo linha de raciocínio mostram que a metáfora continua ativa. Aqui, nosso sistema mental é visto não apenas como um punhado de informações em espaços-recipientes; ele envolve relações estruturais entre as informações dentro dos espaços. Informação e a metáfora do canal A conduit metaphor metáfora do canal, conforme a tradução brasileira de Zanotto et al. (2002) 7 é uma associação cognitiva hipotética entre comunicação e o processo de envio e recepção de pacotes, postulada por Michael Reddy (1979). Trata-se de uma das mais claras e bem estabelecidas metáforas conceptuais, que exerceu um papel central no desenvolvimento da teoria da metáfora conceptual (GRADY, 1998). A intuição do linguista lhe dizia que havia alguma coisa em frases do tipo você me deu uma boa ideia ou eu captei a vossa mensagem. Afinal, observa Reddy, ninguém realmente crê que alguém dá, literalmente, ideias para os outros: isto soa 7 Holsbach, Gonçalves, Migliavaca e Garcez, na sua tradução do artigo de Reddy (2000 [1979]), traduziram o termo como metáfora do conduto

12 12 como telapatia ou clarividência. E ninguém recebe os pensamentos diretamente em suas mentes quando se está usando a linguagem (p ). Reddy observa que a nossa linguagem sobre a linguagem é, grosso modo estruturada por uma metáfora complexa: o falante coloca idéias (objetos) dentro de palavras (recipientes) e as envia (através de um canal) para um ouvinte que retira as idéias-objetos das palavras-recipientes. Reddy documenta essa metáfora com mais de cem tipos de expressões em Inglês, as quais representariam, segundo o autor, 70% das expressões que usamos para falar sobre a linguagem. Lakoff e Johnson (2002 [1980]) reconheceram a relevância do trabalho de Reddy, por ter contribuído para afastar de uma vez por todas a visão tradicional da metáfora como desvio da linguagem cotidiana e como fenômeno de linguagens especiais, mas interpretaram os enunciados analisados por Reddy usando suas próprias convenções. Esses autores postulam que os enunciados analisados por Reddy são manifestações linguísticas de metáforas conceptuais. Dessa forma, eles consideram a metáfora do canal como uma metáfora complexa, constituída por uma rede de metáforas conceptuais, que assim se manifestam nos enunciados: A. MENTE É UM RECIPIENTE: Não consigo tirar essa música da minha cabeça. Sua cabeça está recheada de idéias interessantes. Será que vou conseguir enfiar essas estatísticas na tua cabeça? B. IDÉIAS (OU SENTIDOS) SÃO OBJETOS Quem te deu essa idéia? Não consegui achar essa idéia em nenhum lugar do texto. Você encontrará idéias melhores que essa na biblioteca. C. PALAVRAS OU EXPRESSÕES LINGUISTICAS SÃO RECIPIENTES Não consigo pôr minhas idéias em palavras. O significado é o que está nas palavras, bem aí. Quando você tiver uma boa idéia, tente colocá-la imediatamente em palavras. D. COMUNICAR É ENVIAR OU TRANSFERIR A POSSE Até que enfim você está conseguindo passar suas idéias para mim. Vou tentar passar o que tenho na cabeça. Eu lhe dei essa idéia.

13 13 E. COMPREENDER É PEGAR (OU VER) Peguei o que você quis dizer. Não consegui pegar o sentido desse texto. Você pode ver idéias coerentes nesse trabalho? O sucesso de nossa atividade no mundo envolve a aplicação do conceito de causalidade a cada novo domínio de atividade por meio de intenção, plano, inferências. O conceito é estável porque, afinal, continuamos a funcionar com sucesso fundamentando-nos nele. Dado um conceito de causalidade que emerge de nossa experiência, podemos aplicá-lo a conceitos metafóricos (p ). Para além do aspecto de instanciação das metáforas, Lakoff e Johnson argumentam ainda que uma compreensão adequada da causalidade exige que ela seja percebida como um conjunto de outros componentes uma gestalt experiencial, definida como um todo que nós, seres humanos, consideramos mais básico que suas partes (p. 144). Assim, a causalidade não é um termo primitivo inanalisável, porque é caracterizada em termos de semelhanças de família com o protótipo da manipulação direta. O protótipo da manipulação direta, em si, é outra gestalt indefinidamente analisável de propriedades naturalmente co-ocorrentes, e a essência prototípica de causalidade é elaborada metaforicamente de várias maneiras (p. 152). A metáfora do canal nos vincula a outros tipos de causalidade, menos prototípicos, dizem Lakoff e Johnson, mas ainda ações ou eventos que apresentam suficiente semelhança com o protótipo : eles incluiriam a ação a distância, a ação não humana, o uso de agente intermediário, a ocorrência de dois ou mais agentes, uso involuntário ou não controlado do programa motor etc. Na causalidade física, o agente e o paciente são eventos, uma lei física assume o lugar de um plano, do objeto e da atividade motora, e todos os aspectos peculiarmente humanos são descartados (LAKOFF e JOHNSON, 2002 [1980], p.146). E quando a semelhança de família com

14 14 o protótipo é insuficiente, acrescentam esses autores, deixamos de caracterizar o que acontece como causalidade. Por exemplo, num caso em que houvesse múltiplos agentes e em que a ação deles estivesse distante no tempo e no espaço da mudança do paciente e em que não houvesse desejo, nem plano, nem controle por parte do agente, nós provavelmente não consideraríamos esse caso uma instância de causalidade, ou pelo menos teríamos dúvidas sobre ele. A complexidade da metáfora do canal nos obriga, por uma questão de espaço, a deixar a investigação de sua relação com informação para um trabalho posterior. Informação é ALIMENTO As metáforas estruturais de nosso sistema conceptual, caso da metáfora do canal, também criam similaridades. Baseando-nos ainda em Lakoff e Johnson, que postularam que IDEIAS SÃO ALIMENTO, poderíamos afirmar que a metáfora INFORMAÇÕES SÃO ALIMENTO é consistente. Mais uma vez, a etimologia reforçao: port aluno < lat. alumnus,i criança de peito, lactente, menino, aluno, discípulo é derivado de alĕre fazer aumentar, crescer, desenvolver, nutrir, alimentar, criar, sustentar, produzir, fortalecer etc. (HOUAISS, 2001). E de fato, informações podem ser colhidas ([16]) ou bebidas ([17]), mas há que se ter cuidado, porque elas podem ser venenosas, e talvez seja necessário curar-se delas ([18]). [16] (...) fui de novo colhendo o restante das informações que delles boamente se podião collegir, isto em Arima, Amacusa, Naingazaqui (Frois, Historia do Japam 1, ) [17] Chegaram as notícias gerais, beberam todos a informação, deu aquele negócio em o animo de El-Rei (Francisco Manuel de Melo, Tácito português, 1646) [18] (...) introduzindo no animo de El-Rei venenosas informações (Francisco Manuel de Melo, Tácito Português, 1646) [19] (...) em chegando a qualquer vila ou cidade, sem tomar mais repouso nem curar doutras informações, entrava e andava por todas

15 15 as ruas (João de Lucena, Historia da vida do Padre S. Francisco Xavier, 1600) Segundo Lakoff e Johnson, essas similaridades não poderiam existir não fossem mapeamentos metafóricos convencionados. Na verdade, a metáfora INFORMAÇÕES SÃO ALIMENTO estaria baseada em metáforas ainda mais básicas, notadamente as já apresentadas INFORMAÇÕES SÃO OBJETOS (que, nesse caso, são objetos que vem a nós do exterior), e também presume a onipresente metáfora MENTE É UM RECIPIENTE. Conclusões Os exemplos de etimologias e metáforas sincrônicas nos dão uma ideia de como informações como objetos podem estruturar diferentes domínios semânticos, afirma Sweetser (1987, p.453). Embora a transferência de objetos seja um tipo de manipulação de objetos, parece claro que verbos de fala são tomados especialmente de expressões indicando alguma fase do processo de mútuo intercâmbio (transferência) de objetos, enquanto verbos de pensamento têm como base outros tipos de manipulação de objetos, tais como segurar, ordenar ou construir. Informar, nesse sentido, é um verbo de fala, informar-se, um verbo de pensamento. Há, porém, uma tese (de Claudia Brugman, 1995, apud Grady), baseada em alguns exemplos, de que a metáfora do canal também poderia estar relacionada a um mapeamento muito mais genérico entre resultados de ações e objetos transferidos. Podemos associar tal mapeamento ao complexo polissêmico em estudo (enformar meter na fôrma x informar dar informação )? Ao que parece, houve de fato, num passado bastante remoto, um mapeamento metafórico que relacionava os domínios concreto e comunicativo de enformar, mas trataremos desse assunto quando nos debruçarmos sobre a metáfora do canal.

16 16 Bibliografia BARBOSA, A. Dictionarium Lusitanico Latinum: juxta seriem alphabeticam optimis, probatisq. doctissimorum auctorum testimonijs perutili quadam expositione locupletatum: cum... Latini sermonis indice, necnon libello uno aliquarum regionum, civitatum, oppidorum, fluviorum, montium, & locorum, quibus veteres uti solebant / omnia in studiosae inventutis gratiam, & usum collecta per Augustinum Barbosam Lusitanum Bracharae, CAPURRO, R. e B. HJØRLAND. O conceito de informação. Perspectivas em Ciências da Informação, v.12, n.1, p , 2007 [2003]. DAVIES, M. e M. FERREIRA. Corpus do Português (45 milhões de palavras, 1300s- 1900s), disponível em DUMESNIL, J. B. G. Latin synonyms, with their different significations: and examples taken from the best Latin authors (trad. J. M. Gossett). London: G.B. Whittaker [etc.] Payne, GRADY, J. The conduit metaphor revisited: a reassessment of metaphors for communication. In: J.-P. KOENIG (Ed.). Discourse and cognition: bridging the gap. Stanford: CSLI, p HOUAISS, A. Dicionário Eletrônico Houaiss da língua Portuguesa, versão 1.0. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss/Editora Objetiva LAKOFF, G. The neural theory of metaphor. In: R. W. GIBBS JR. (Ed.). The Cambridge handbook of metaphor and thought. Cambridge: Cambridge University Press, p LAKOFF, G. e M. JOHNSON. Metáforas da vida cotidiana (coord. trad. Maria Sophia Zanotto). Campinas/São Paulo: EDUC/Mercado de Letras, 2002 [1980]. LEWIS, C. T. e C. SHORT. A latin dictionary - founded on Andrews' edition of Freund's Latin dictionary. Revised, enlarged, and in great part rewritten. Oxford: Clarendon Press MACEDO, A. C. P. S., E. M. P. FARIAS e P. L. C. LIMA. Metáfora, cognição e cultura. Gragoatá, v.26, p.43-60, PEREIRA, J. B. Thesouro da lingoa portuguesa, vol. 1: Officina de Paulo Craesbeeck, REDDY, M. The conduit metaphor: a case of frame conflict in our language about language. In: A. ORTONY (Ed.). Metaphor and Thought. Cambridge: Cambridge University Press, p

17 17. A metáfora do conduto: um caso de conflito de enquadramento na nossa linguagem sobre a linguagem (trad. de Ilesca Holsbach, Fabiano B. Gonçalves, Marcela Migliavacca e Pedro M. Garcez). Caderno de Tradução, v.9, 2000 [1979]. SALGADO, X. A. F. Sobre o réxime do verbo informar en galego. Estudos de Lingüística Galega, v.1, p , SHANNON, C. A mathematical theory of communication. Bell System Technical Journal, v.27, p , , SWEETSER, E. E. Metaphorical models of thought and speech: a comparison of historical directions and metaphorical mappings in the two domains. Proceedings of the Thirteenth Annual Meeting of the Berkeley Linguistics Society: p VALPAY, A. J. Notice of M. T. Ciceronis de Officiis libri III., juxta editionem J. M. et J. Fr. Heusingerorum. Aecedunt, in gratiam juventutis, nota quaedam Anglice scripta. In: (Ed.). The Classical journal. London, v.12, p ZANOTTO, M. S., et al. Apresentação à edição brasileira. In: (Ed.). George Lakoff & Mark Johnson, 1980: Metáforas da vida cotidiana (coord. trad. Maria Sophia Zanotto). Campinas/São Paulo: EDUC/Mercado de Letras, p.9-38

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