PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO CAROLINA MARIUCCI RODRIGUES CUIDAR E EDUCAR DESAFIOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO PAPEL DE EDUCADOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL SÃO PAULO 2013

2 LISTA DE QUADROS Quadro A.1 Influencias para ser professor Quadro A.2 Satisfação na educação infantil Quadro A.3 Realização na profissão...37 Quadro A.4 Estar em sala de aula...38 Quadro B.1 Relação de dependência Quadro B.2 O colo Quadro B.3 O ajudante Quadro B.4 Vida pessoal e profissional Quadro B.5 A chegada do outro Quadro B.6 Partidas e chegadas Quadro B.7 Concepção: educar e cuidar... 51

3 LISTA DE TABELAS Tabela dados dos sujeitos... 61

4 RESUMO RODRIGUES, Carolina Mariucci. Cuidar e educar Desafios para o desenvolvimento do papel de educador na educação infantil f. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado à Faculdade de Educação, curso de Pedagogia, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP Constata-se muitas vezes que na educação infantil ao invés de cuidar e educar o professor se torna assistencialista e adestrador, mesmo professando outros objetivos educacionais. O risco para a criança é torna-la dependente, insegura, com dificuldades para que desenvolva as habilidades esperadas nas diversas etapas de desenvolvimento e o risco para o educador é afastar-se do que acredita, vivendo incoerências e comprometendo sua saúde pessoal-social. Este trabalho visa compreender o(s) sentido(s) de cuidar e educar como interfaces do ato educativo na educação infantil, explicitando sua importância para o trabalho do educador. Na fundamentação teórica partiu-se do pressuposto que é fundamental favorecer ao educador na relação ensino-aprendizagem na educação infantil, o desenvolvimento de seu papel visto como aquele que educa e cuida. Trabalhamos então com autores expressivos na área da educação e da psicologia que endossam essa perspectiva. O caminho percorrido envolveu um estudo piloto realizado com professores que foram solicitados a responder a um questionário. O tratamento dos dados baseou-se em princípios da pesquisa qualitativa trazendo também a implicação da autora diante da temática. Os resultados apontam para o compromisso dos sujeitos frente à articulação entre o cuidar (dar continência à criança) e o educar (favorecer o encontro com os saberes), no entanto expressam a necessidade de investir na formação do professor da Educação Infantil principalmente no que diz respeito aos impactos vividos nas relações - situação em que o desempenho do papel profissional é atravessado pelas contingências emocionais de nossa condição humana, chamando à importância de se cuidar do cuidador-educador. PALAVRAS-CHAVE: Cuidar- Educar- Educação -Educação Infantil

5 ABSTRACT RODRIGUES, Carolina Mariucci. Educating and Caring The challenges in developing the role of na educator in early childhood education f. Coursework in Pedagogy presented to the Faculty of Education from Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC/SP for the Bachelor of Education degree Many times in early childhood, it is noticed that the teacher ends up becoming an instructor and an excessive caretaker instead of teaching and caring under educational reasons. This can lead to turning the child into a dependent and insecure individual, incapable of having progress in the abilities expected throughout his/her development stages and in the meantime, it also causes the teacher to deviate from his/her beliefs leading to inconsistency of actions as well as health and social problems. The research carried out and here presented aims to comprehend what caring and teaching mean as parts of the educational process, eliciting their importance in the role of an educator. Relying on theory, we assumed that it is fundamental to favor educators in the teaching-learning relationships in early childhood education and to have the role of a teacher perceived as the one who educates and cares for students. We then turned to expressive authors in the areas of education and psychology who provide such perception. The path taken involves a pilot study carried out by having teachers fill in a questionnaire. The way in which data was handled is based on the principles of qualitative research, which also brings the implication on the matter inferred by the author of this work. The highlighted results show the individuals commitment when facing articulation between caring (providing the child with continence care) and teaching (favoring contact with knowledge). Nonetheless, they also express the need for investments in the early childhood teachers education, especially concerning the impacts on experiences the teacher has gone through - situations in which the professional role is pierced by emotional eventualities of the human condition - and draw attention to the importance of caring for the caring teacher. KEY WORDS: Caring-Teaching-Education-Early Childhood Education

6 SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO: Da minha trajetória pessoal profissional à arquitetura do trabalho II. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Considerações de ordem geral O cuidar e o educar III. METODOLOGIA Natureza da Investigação Contexto e Sujeitos Contexto Sujeitos Instrumento e Procedimentos Cuidados Éticos IV. DADOS DE CAMPO Série A Aproximação ao sujeito Considerações de ordem geral Série B Desafios, concepção e pratica do professor V. DISCUSSÃO ARTICULANDO TEORIA E PRATICA VI. CONSIDERAÇÕES FINAIS VII. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS VIII. ANEXOS Anexo 1 TCLE Anexo 2 Questionário Anexo 3 Tabela dados dos sujeitos... 61

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8 I. INTRODUÇÃO: Da minha trajetória pessoal-profissional à arquitetura do trabalho Minha história de vida se iniciou abrindo portas. A primeira delas foi a da escola quando iniciei meus estudos em um colégio particular da zona norte de São Paulo, uma escola grande, porém acolhedora, onde obtive todo meu aprendizado escolar, da pré-escola até o terceiro ano do ensino médio. Minha segunda porta, aberta na infância, foi a do ballet clássico. Iniciei meus estudos de dança com seis anos de idade e os deixei aos vinte, quando a vida me fez priorizar a graduação e o trabalho. Outra porta importante que abri e que deixei aberta, sem entrar profundamente, é a do teatro, uma paixão que me proporcionou e que me proporciona sempre, momentos únicos e inesquecíveis. Estas portas levaram-me para a porta principal: A PEDAGOGIA. Dentro da escola tive um modelo de ensino mais leve e didático, diferente do modelo de ensino do ballet. O modo de ensino no ballet clássico era repleto de autoridade e cobrança. Ainda que a dança represente liberdade e expressão, o ballet representa antes de qualquer coisa a técnica, o domínio do corpo e da música. No Ballet encontrei uma professora tão querida e diferente que modificou toda minha percepção do ensinar, pois mostrou-me que para que seu aluno acredite em algo, você precisa mostrar que você também acredita no que diz. A partir desse momento senti muita vontade de ensinar e de ser como ela, escolhi, então, cursar pedagogia na PUC-SP. Simultaneamente à graduação comecei a dar aulas de ballet em um colégio pequeno, onde tive uma percepção importante relacionada ao ensinar: as professoras, muitas vezes, mais do que se importarem com os alunos estão preocupadas consigo mesmas, pois estar em sala de aula é como estar em um palco, com uma grande plateia ou você a conquista e a mesma segue seus passos, ou você a domina e está sente medo de você. Muitas vezes a sensação (para alguns) de estar no comando é tão prazerosa quanto a sensação de se 8

9 receber aplausos. Ainda que haja o ensino tradicional, onde de fato o professor é o centro do saber, há também o ensino construtivista onde o aluno está em parceria na criação do conhecimento, porém o professor ainda pode confundir seu papel. Deixei a escola, mudei de emprego e de função, passando a atuar diretamente em sala, onde pude comprovar o que disse acima sobre a importância de se ter uma plateia. Neste período iniciei uma unidade temática dentro da pedagogia - com ênfase na psicologia, Cuidar e Educar - tive aulas que falaram exatamente deste assunto, trazendo como referência essencial os estudos de Luís Cláudio Figueiredo (2007). Pude observar o professor que se coloca no lugar de familiares, procurando suprir suas carências e tomando os alunos como sua solução afetiva; o professor que acua os alunos, que supre sua necessidade de mandar e ser obedecido, ser temido e, por fim, o professor que ama a profissão, que gosta de estar no palco, mas tem consciência que sua missão é preparar o palco para a ação dos educandos e supre suas necessidades sem descuidar do foco do ensino-aprendizagem. O cuidar e o educar guardam interfaces entre si e abrem outros olhares para a educação infantil. O olhar volta-se aqui para o cuidador, mais do que para o objeto do cuidar. Para isso, olharmos as demais relações de cuidador e do sujeito do cuidado, será imprescindível, como nas relações familiares. Descobri então o Psicodrama, com a Professora Dra. Marilia J. Marino ao fazer parte do projeto de pesquisa O curso de formação em Psicodrama do Convênio SOPSP-PUCSP- prospectivas para a construção de uma estado da arte do psicodrama. O projeto integra duas iniciações cientificas, uma delas a minha, finalizada em agosto de Tive assim, a oportunidade de pesquisar a produção acadêmica do curso para estudar o estado da arte e também de participar de encontros psicodramáticos. Para a fundamentação desta iniciação li textos de Moreno, onde tive contato com a teoria de papeis, outro ponto essencial para este trabalho de conclusão de curso. Muitas vezes durante os atos de psicodrama por mais que estivéssemos todos em um mesmo universo e tema, a questão de chamar a atenção sobre si, a necessidade de ser o centro 9

10 da ação, me remetia novamente à ideia do ser humano que precisa de plateia, precisa estar em evidencia para suprir suas carências, apesar de no Psicodrama sermos mobilizados para que surjam emergentes grupais e possíveis protagonistas... Colocar-se no foco de luz, seria participar construtivamente, cuidar de si, ou suprir carências? A partir destas preocupações que envolvem a saúde pessoal - social do educador, que precisa investir em sua educação continuada, toda uma problemática se desenha. O que ocorre na relação professor-aluno na educação infantil, em que o cuidar e o educar podem desvirtuar-se em assistencialismo e adestramento? Seria excesso de zelo? O professor se torna assistencialista em benefício próprio? Que ser humano este professor pretende formar? Há uma busca no sentido de explicitar a importância da coerência entre o que o professor professa e o que faz. Busco estudar esta problemática a partir das contribuições de Luís Cláudio Figueiredo e de outros autores importantes para o papel de educador, abrindo espaço para um trabalho de campo que envolve análise de respostas de professores, dadas em diversas situações, assim como analisando minha própria atividade profissional. A relevância deste estudo está em trazer um horizonte em que os educadores se percebam enquanto seres humanos, buscando a melhoria de suas ações educacionais sem esquecer-se de cuidar de si próprios. Pretendo chamá-los à vida e ao autoconhecimento. A formulação do problema de pesquisa fica assim posto: Constata-se muitas vezes que na educação infantil ao invés de cuidar e educar o professor se torna assistencialista e adestrador, mesmo professando outros objetivos educacionais. O risco para a criança é torná-la dependente, insegura, com dificuldades para que desenvolva as habilidades esperadas nas diversas etapas de desenvolvimento e o risco para o educador é afastar-se do que acredita, vivendo incoerências e comprometendo sua saúde pessoal-social. 10

11 Parte-se do pressuposto que é fundamental favorecer ao educador, na relação ensino-aprendizagem na educação infantil, o desenvolvimento de seu papel visto como aquele que educa e cuida. Desse modo, são objetivos do trabalho: Objetivo Geral: Compreender o(s) sentido(s) de cuidar e educar como interfaces do ato educativo na educação infantil, explicitando sua importância para o trabalho do educador, diante do impacto sobre o desenvolvimento da criança que advém da coerência ou incoerência entre o que diz e o que faz. Objetivos Específicos: - Estudar a literatura que aborda a temática sobre o cuidar e o educar e a saúde relacional nas interações de ensino-aprendizagem na educação infantil; - Investigar atitudes do professor(a) de educação infantil que influenciam o desenvolvimento da criança, buscando revelar a coerência e a incoerência entre o que diz e o que faz; - Contribuir para que educadores, gestores, pais e funcionários do âmbito escolar percebam-se em atuação e possam verificar em si e nos colegas posturas a serem aprimoradas, em função da saúde e da educação de si e da criança. O caminho percorrido tendo em vista nossos objetivos, envolveu estudos teóricos e também uma investigação de campo que caracterizamos como estudo piloto, abrindo possibilidades para futuras pesquisas sobre o tema. Como investigação qualitativa pautamo-nos em estudar o(s) que professores atribuem a sua experiência e como compreendem a temática. A estrutura do trabalho está assim concebida: Capitulo I, Introdução: este que acabamos de finalizar que busca explicitar de onde partimos e para onde queremos caminhar. 11

12 Capitulo II, Fundamentação teórica: trazemos aqui os teóricos que subsidiam o estudo, que contribuem com suas ideias no campo da educação e da psicologia. O foco maior é em FIGUEIREDO, que traz uma visão mais patológica do cuidar, algo que nos leva a questionar que tipo de cuidado aparece na ação educacional. Capitulo III, Metodologia: clareamos aqui a natureza da investigação, o contexto e os sujeitos que a integram, assim como os instrumentos utilizados para que conseguíssemos extrair material para leitura dentro desta temática. Capitulo IV, Dados de campo: o que recebemos dos sujeitos contando com uma breve leitura do material e contribuições da autora em sua vivência no papel de educadora. Capitulo V, Discussão articulando teoria e prática: articulação do que recebemos dos sujeitos com o que tínhamos de teoria base; dá-se aqui o confronto entre o que é dito e o que é realizado. A compatibilidade entre ideia e ação. Capitulo VI, Considerações finais: retoma o caminho do que foi construído. Capitulo VII e VIII, são os materiais de acessibilidade para consulta do que consta no trabalho. Espero que seja uma leitura reveladora e encantadora como é a Psicologia, Arte e a Educação para mim. 12

13 II - Fundamentação teórica 1. Considerações de ordem geral Consideramos de fundamental importância trazer nesse capitulo as concepções que dão sustentação a este trabalho e que se referem à visão de: Ser Humano, Ética, Educação, Cuidar, Educar, Escolha e Postura Profissional no papel de Educador. O ser humano Trazer a concepção de ser humano é uma das tarefas mais difíceis por ser algo tão amplo e ao mesmo tempo tão singular. O ser humano é um ser biopsicossocial. Diferencia-se dos demais seres da natureza, por ser presença inteligente e comunicativa e assim, Moreno (1984) nos mostra que é um ser que está sempre em contato, em movimento, é ser em relação. O ser humano constrói sua condição humana ao interagir com o outro, pois só assim aprende, cria e modifica. Há necessidade de ser visto e ser percebido existindo quando o enxergam como semelhante. No dizer de Martin Heidegger, sua ex-sistência (presença) é sempre co-existência, um ser com : Ser-com é sempre uma determinação da própria presença; ser co-presente caracteriza a presença de outros na medida em que, pelo mundo da presença, libera-se a possibilidade para um sercom. A própria presença só é na medida em que possui a estrutura essencial do ser-com, enquanto co-presença que vem ao encontro de outros. (HEIDEGGER, M. apud MARINO, M.J p.80) MORIN (2002) compartilha essa perspectiva falando do homo sapiens, como se refere ao ser humano, fruto da vida natural e da cultura. Este mesmo ser humano é submetido ao âmbito social na ânsia de estar em relação, no convívio, exposto ao conhecimento produzido e à cultura como modo de vida, para ser assim formado em toda sua complexidade, podendo tornar-se cidadão do mundo. Ética 13

14 Procuramos a partir da concepção de ser humano, apontar nossa compreensão sobre ética (reflexão pautada em valores), diferenciando-a de moral (conjunto de normas e regras sociais). Para isso trazemos considerações de alguns pensadores. Para CORTELLA(2007) ética se resume ao conjunto de valores que norteiam a reflexão na hora de decidir o que pode ser feito, o que se quer fazer e o que se deve fazer, atingindo então a harmonia quando se faz aquilo que se quer, pode e deve. É importante considerar que o ser humano se depara com escolhas a todo momento e essas escolhas geram decisões que sem ética se tornam danosas ao movimento social de convivência. Dentro da escola busca-se transmitir noções de certo e errado (conforme as normas sociais), considerando a formação de uma consciência moral para que o aluno crie seu repertório, e quando fora do âmbito escolar ainda seja capaz de agir de maneira consciente. Esta consciência se desenvolve à luz de valores internalizados que assegurem a ética em suas ações. É importante lembrarmos que a criança nasce em condições de anomia (sem normas ou regras) e é junto à família primeiro, e em seguida junto à escola que se dá seu processo de socialização. Neste processo acontece a aprendizagem dos costumes e normas sociais fundadas em valores nem sempre explícitos. Como um ser amoral, ou seja, que ainda não pode decidir, escolher e julgar, faz-se necessária a existência de modelos. A criança encontra em seu outro significativo o espelho, ou referência para seu comportamento. (MARINO, 1995). A ética assume assim, uma dimensão de extrema seriedade e entramos nas considerações sobre o profissional que educa. Este assim como todo cidadão pauta-se em uma ética que se traduz em um comportamento moral (nenhum adulto é amoral, ou seja todos nos comportamos segundo uma moral, avaliada de diferentes formas). Dessa forma o educador é capaz de sensibilizar o educando e possibilitar aos mesmos, a internalização de valores. Esta ética do educador precisa ser vista em sua prática e em suas ações, muito mais do que em seu discurso. 14

15 Por toda uma série de razões, a ideia de uma moral com obediência a um código de regras está presentemente em um processo de desaparecimento já desapareceu. E à essa ausência de moral responde, deve se responder, uma busca de uma estética da existência. (FOUCAULT, M, 1994b: 732) Com o olhar de Foucault a moral está ligada ao poder e suas relações de liberdade e aprisionamento, relação que vem salientar-se dentro da sala de aula e nas redes de relação dentro da escola. O que é Educação? Através dos tempos a palavra educação vem sofrendo alterações em seu significado e em seu modo de ser colocada em prática, pois traz consigo uma concepção de ser humano que se deseja formar, acompanhada da questão: para que sociedade? Lançar um olhar sobre o histórico da educação infantil, auxilia-nos em nossas reflexões, seguindo a linha de reflexão de FOREST (2009). As instituições de educação infantil surgem na França, no século XVIII, para vir contra a corrente da fome e dos maus tratos contra as crianças pequenas. Os pais destas trabalhavam em fábricas e minas durante a revolução industrial, sendo assim as crianças ficavam abandonadas e expostas a situações que não são de acordo com a formação e cuidado do menor. Porém com a educação que surge acima podemos perceber um caráter cuidador, algo mais assistencialista que visa de certa forma garantir uma melhor infância deste público. Este molde assistencialista e higienista aconteceu por anos dentro da educação infantil; no Brasil também. As rotinas eram montadas de acordo a assessorar esse molde de atuação. Em 1980 começou um movimento de reflexão sobre esta prática, tendo em pauta o que é papel de uma instituição de ensino e o que é papel dos pais e responsáveis pelo menor. 15

16 Em 1988 a Constituição (art. 208, incisivo IV), definiu como direito das crianças de zero a seis anos de idade e dever do Estado o atendimento à infância. As mudanças sociais, as mulheres trabalhando, o meio urbano, reinvindicações populares e até mesmo a concepção de infância foram essenciais para a análise da educação infantil. A educação infantil era confundida com as creches destinadas ao público mais pobre onde as características de atuação eram de fato assistencialistas. Mais tarde é que se começou a ter a visão, de que a criança deveria ter toda sua dimensão trabalhada na escola, ou seja, deveria se ter um olhar para o desenvolvimento físico, emocional, afetivo, cognitivo e social desta criança. Consideramos, ser neste momento, que a sociedade preocupada com a educação, percebe que deve haver a troca de babás por professoras. Concluindo assim esse breve histórico da educação infantil, podemos perceber que ainda hoje é comum que haja uma relutância de encarar educação infantil com sua devida importância. Seu histórico é recheado de pensamentos assistencialistas e recreativos muito mais do que educacionais no sentido amplo de educação. Quando nós educadores nos perguntamos que ser humano queremos formar, para que sociedade? percebemos que é uma preocupação que sempre cabe atualizar! Ao contrário de uma educação infantil, que esteve ocupada em moldar e dar assistência ao educando, muito mais do que em formálo enquanto cidadão, concebemos a educação hoje, como a educação que busca-se atingir dentro de uma prática: há necessidade de se manter a criança em busca constante do saber, possibilitar que ela seja participante essencial do processo de aprendizagem. Educação é a união de conteúdo (como herança construída pela humanidade) e formação (como o desenvolvimento de habilidades e competências que envolvem as dimensões cognitivas, afetivas, sociais, motoras), a união de ambas as perspectivas é o que fará com que a escola não perca sua função e nem assuma aquilo que não seja seu papel. 16

17 2. O cuidar e o educar Seguindo a reflexão acima vamos para a dimensão do cuidar. O cuidar é parte integrante da educação, embora o cuidar dentro da educação demande ações pedagógicas além da formação do educador, exigindo assim a influência de outros profissionais como pais, médicos, agentes de segurança e afins. O mais importante, no cuidado humano, é compreender como ajudar o outro a se desenvolver como ser humano. Cuidar, significa valorizar e ajudar a desenvolver capacidades. O cuidado é um ato em relação ao outro e a si próprio, que possui uma dimensão expressiva e implica em procedimentos específicos (SIGNORETTE, 2002). Trazendo um olhar da filosofia, quando falamos do cuidar, Heidegger em sua obra Ser e Tempo (2001) pergunta pelo sentido de ser e desenvolve uma analítica da existência, situa o cuidar como essência da condição humana, em inautenticidade (pré-ocupação - besorge) ou em autenticidade (cuidado zelo, solicitude - sorge), a partir da palavra latina cura. Alerta-nos assim, sobre modos diferentes de cuidar em nosso ser-no-mundo. 17

18 Contribui com a antiga fábula de Higino trazendo a essência da pré-ocupação: Certa vez, atravessando um rio. cura viu um pedaço de terra argilosa: cogitando, tomou um pedaço e começou a lhe dar forma. Enquanto refletia sobre o que criara, interveio Júpiter. A cura pediu-lhe que desse espirito à forma de argila, o que ele fez de bom grado. Como a cura quis então dar seu nome ao que tinha dado forma, Júpiter a proibiu e exigiu que fosse dado seu nome. Enquanto cura e Júpiter disputavam sobre o nome, surgiu também a terra (tellus) querendo dar o seu nome, uma vez que havia fornecido um pedaço de seu corpo. Os disputantes tomaram Saturno como árbitro. Saturno pronunciou a seguinte decisão aparentemente equitativa: Tu, Júpiter, por teres dado o espírito, deves receber na morte o espírito e tu, terra, por teres dado o corpo, deves receber o corpo. Como porém, foi cura quem primeiro o formou, ele deve pertencer à cura enquanto viver. Como, no entanto sobre o nome há disputa, ele deve se chamar homo, pois foi feito de húmus. (Terra). HEIDEGGER, M. apud MARINO, M.J. 1992, p.85 e 86. Esta fábula contribuí com o sentido primordial do cuidar, o que forma e informa, que dá referências e modelos, que não corresponde ao egoísmo do cuidador assim como o cuidar que se segue no ato de educar. HEIDEGGER (apud Marino,M, 1992) ao abordar a questão da coexistência, aponta que para além da indiferença do impessoal nas relações ( o a gente ) ocorrem dois modos básicos sobre como pode se dar o cuidar: -o substitutivo dominador, em que roubamos o cuidado do outro, o tornamos dependente, e o antecipativo liberador, em que nos projetamos no futuro, mas deixamos o outro livre para assumir o seu cuidado. Há implicações para quem queremos formar. O cuidado (assumido em autenticidade na Educação) é um ato em relação ao outro e a si próprio, que possui uma dimensão expressiva e implica em procedimentos específicos. (SIGNORETTE, 2002) 18

19 O cuidado precisa considerar, principalmente, as necessidades das crianças, que quando observadas, ouvidas e respeitadas, podem dar pistas importantes sobre a qualidade do que estão recebendo. Para se atingir os objetivos dos cuidados com a preservação da vida e com o desenvolvimento das capacidades humanas, é necessário que as atitudes e procedimentos estejam baseadas em conhecimentos específicos sobre desenvolvimento biológico, emocional, e intelectual das crianças, levando em conta diferentes realidades socioculturais. (Brasil. Referencial curricular nacional para a educação infantil /Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental 1998, p. 25.). O cuidar tem dimensões de saúde e de crença, quando falamos de cuidar devemos levar em conta todas as suas dimensões. FOREST (2009) diz que para cuidar deve se ter comprometimento, acreditar nas capacidades de quem está sendo cuidado, identificar suas necessidades e entender cada um dos sujeitos cuidados como ser único e singular. É a partir da fala acima que iniciamos a fala de FIGUEIREDO (2007). Este traz o cuidado com grande influência ótica da psicologia. Quando dissemos que o ser que cuida precisa levar em conta toda a dimensão singular do objeto de cuidado e acreditar na sua capacidade, buscamos auxilio neste autor para elaborarmos o tema deste trabalho, pois o mesmo constrói categorias científicas que auxiliam a compreensão do que acontece na ação de cuidar. Remete-nos assim, ao alerta heideggeriano sobre perdermo-nos na pré-ocupação inautêntica com o outro, ou desenvolvermos modos de ser em que o zelo e cuidado não roube o cuidado do ser em desenvolvimento. No cuidar maníaco, este cuidar, embora o nome seja assustador, é o cuidar em excesso. Quando pensamos na mãe ou no pai superprotetores que detém nas mãos todas as atitudes dos filhos, privando-os de fazer suas escolhas e de seguir seus próprios passos, estamos falando do cuidar maníaco. Este impede que o ser cuidado cresça e seja capaz de ser autônomo e independente, podendo fazer assim com que se torne uma pessoa com dificuldades de tomar decisões, com baixa autoestima e que se sinta sempre em observação. 19

20 Quando a intersubjetividade transubjetiva domina em excesso, ocorre o cuidar totalitário e claustrofóbico. O cuidador que não dá sossego; sufoca. E também o reconhecimento ilimitado que produz uma peculiaridade narcisista em quem é cuidado, que instala a dependência diante da atenção e a aprovação. Quando em excesso, o sujeito se vê reduzido, dependente, sua autocritica é arrasadora, tem compulsão pra se adequar a qualquer meio, tornando-se dono de um falso self enrijecido e dominante. Todos os exageros de presença implicada 1, contudo, comportam modos de aprisionamento psíquico, de imobilidade e de incapacitação. Gera assim uma solidão imensa, daquele ser que é olhado a todo instante, mas se sente sozinho, pois não há parceria na escolha de decisões, não há divisão de suas experiências e gostos, este se confunde com o que é seu de fato e o que lhe foi imposto. É este cuidar que me causa inquietação, pois é comum que ocorra dentro de escolas. Quando os pais agem assim, atrapalham o desenvolvimento dos filhos, quando um educador age assim, interrompe pelo tempo de sua ação o desenvolvimento de toda uma classe, gerando danos na aprendizagem e na formação do aluno. Veremos mais a frente os possíveis motivos para tal atitude, mas seguimos agora com o cuidar. FIGUEIREDO(2007) ainda nos traz os tipos de cuidado: Sustentar e conter: podemos chamar de ética, aquela que o outro ensina para que mantenhamos nossa integridade. Só existimos quando alguém nos vê. Quem exerce este papel de segurar a barra são as instituições mais próximas, família, amigos. Porém de outro lado é preciso crescer e expandir-se. Podemos observar que para isso a criança ou pessoa cuidada pode transpor suas angustias, duvidas, etc... A poesia, a música e todas as formas de arte farão também parte do sustentar e conter do indivíduo. 1 Presença implicada é o cuidar ativo, permanente que está sempre presente e operante, antecipativo do dominador. (rouba o cuidado do outro). 20

21 Precisamos de pessoas e métodos que nos ensinem a sonhar, a fantasiar tanto para nossa continuidade quanto para a nossa transformação. É imprescindível que o ser seja segurado, hospedado, agasalhado, alimentado e ensinado a sonhar das maneiras mais diversas, da mais concreta até a mais sutil e espiritual. Reconhecer: Winnicott (1971) e Kohut (1978) são autores de referência nesta função. Este é desdobrado em duas frentes a testemunhar e refletir/ espelhar; aqui o cuidador tem a tarefa de observar e transferir a imagem vista para o sujeito, possibilitando que este perceba o que foi visto, ou apenas observando para si. Esta modalidade não é muito considerada, passa despercebida, mas quando não ocorre, causa danos profundos, pois como já afirmamos: a confirmação do outro assegura nossa existencia. Interpelar e reclamar: Esta figura de alteridade entra na intersubjetividade traumática. Nesta condição o cuidador introduz e desperta a pulsionalidade, um movimento somato-psiquico e uma exigência para que alguém venha a ser. Funções necessárias aqui, chamar à vida, chamar à fala e chamar à ordem, são estas as posturas do professor que chama o aluno à lousa, da mãe que fala com o bebe sem ele responder e o chama à fala seduzindo- o com gestos, a do médico que faz com que seu paciente explique suas dores, etc... FIGUEIREDO(2007) nos mostra então a posição de reserva. Esta se dá quando o cuidador exerce a renuncia à própria onipotência e à aceitação de sua própria dependência. Trata-se, enfim, de renunciar às fantasias reparadoras maníacas: é preciso saber cuidar do outro, mas também cuidar de si, deixar-se cuidar pelos outros traz a mutualidade nos cuidados, este é um dos mais fundamentais princípios éticos a ser exercido e transmitido. Até mesmo o cuidador deve ser cuidado e se deixar cuidar, assim como a mãe é cuidadora do bebê e deixa ser cuidada pelo pai, ou pelos amigos, médico e afins. 21

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