CONTEÚDOS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: O QUE APONTAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTEÚDOS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: O QUE APONTAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS"

Transcrição

1 CONTEÚDOS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: O QUE APONTAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS Claudia Vidaletti Matos Neves Elisia Kasprowicz Stein UNIVALI/SC INTRODUÇÃO O presente artigo faz parte dos estudos empreendidos para o Mestrado, na qual o objetivo é apontar o que os documentos oficiais publicados pelo Ministério da Educação a partir da promulgação da Lei n 9394/96 (LDB) até o documento mais recente publicado, ou seja, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil/2009 trazem como conteúdos para o currículo da educação infantil, ou seja, como este termo é tratado pelos documentos ou então, de que forma estão apresentados e o lugar que ocupam. Ao escolher os conteúdos como foco de pesquisa, comungamos da ideia exposta por Sacristán e Gómez (1998, p.120), "sem conteúdo não há ensino, qualquer projeto educativo acaba se concretizando na aspiração de conseguir alguns efeitos nos sujeitos que se educam". Não pretendemos apresentar as discussões, que não são poucas, a respeito das tensões existentes nesta área, nem analisar os posicionamentos existentes na Literatura específica, apresentados, por exemplo, por Gabriel de Andrade Junqueira Filho(2005) ou pela dissertação de mestrado de Bruna dos Santos Ferreira (Conteúdos: questões contemporâneas/2012), sua orientanda. O objetivo é mostrar como os conteúdos se apresentam nos documentos do MEC que orientam as práticas pedagógicas e a constituição dos currículos para a Educação Infantil. A Educação Infantil constitui-se como educação a partir do século XX e atualmente busca se desvencilhar das raízes que a constituíram: o sentimento de atendimento aos menos favorecidos socialmente e a ideia de seguir os moldes do ensino fundamental, como apresenta Oliveira (2011). Foi a partir da promulgação da LDB que a Educação Infantil passa a fazer parte da Educação Básica, admitindo-se como primeira etapa deste nível de educação. Portanto, é a partir desta Lei que oficialmente serão encontrados dados nos documentos

2 oficiais que permitem visualizar a forma como foi sendo constituído o currículo da Educação Infantil, mais especificadamente para este artigo, os conteúdos. APRESENTAÇÃO DOS DOCUMENTOS PESQUISADOS Os marcos legais a partir da Constituição Federal de 1988 vão dando abertura aos processos de expansão do atendimento educacional às crianças entre 0 e 6 anos. Porém é a LDB que reconhece e legitima esta questão, integrando a Educação Infantil e definindo como primeira etapa da educação básica. Desta forma, a partir da promulgação da LDB, outros documentos foram criados, no sentido de orientar as práticas educativas. Por meio de uma pesquisa realizada nos documentos oficiais do MEC, através do site podem-se encontrar todos os documentos utilizados neste artigo na íntegra: Resoluções e Pareceres do CNE/CEB e publicações oficiais na área. Entre Resoluções e Pareceres do CNE/CEB localizaram-se num primeiro momento 53 (cinquenta e três) documentos que tratavam de Educação Infantil e Educação Básica. Porém numa busca detalhada, em que o filtro utilizado foram documentos que trouxessem orientações curriculares para a Educação Infantil, restaram 7 (sete) documentos, apresentados no quadro 01: Ano Tipo Documento Conteúdo 1998 Parecer Parecer CNE/CEB nº 22/1998, aprovado em 17 de dezembro de 1998 Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil Resolução Resolução CNE/CEB n.º 1, de 7 de abril de Parecer Parecer CNE/CEB nº 2/1999, aprovado em 29 de janeiro de Parecer Parecer CNE/CEB nº 20/2009, aprovado em 11 de novembro de Resolução Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de Parecer Parecer CNE/CEB nº 7/2010, aprovado em 7 de abril de 2010 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica.

3 2010 Resolução Resolução CNE/CEB nº 4, de 13 de julho de 2010 Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica Quadro 01: Síntese dos documentos oficiais que tratam de diretrizes curriculares para a educação infantil. FONTE: Além dos documentos do CNE/CEB, a publicação: Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil v.1, v.2 e v.3, publicado em 1998, se propõe a traçar propostas, um caminho, para as práticas educativas, trazendo de forma explícita a questão dos conteúdos para a Educação Infantil. O LUGAR DOS CONTEÚDOS NOS DOCUMENTOS OFICIAIS Neste momento do artigo, apresentamos os documentos enunciados no capítulo anterior, trazendo de que forma abordam os conteúdos no currículo da Educação Infantil. Comecemos com as resoluções e pareceres do CNE/CEB, seguindo a ordem cronológica que foram construídos e publicados. Importante apontar que esta busca ficou nas referências que o documento trazia em torno do currículo, conteúdos. E por o termo conhecimentos estar relacionado com conteúdo, ou conforme Junqueira Filho (2004) serem sinônimos, em alguns documentos serão considerados estes termos, uma vez que não utilizam o termo conteúdo propriamente dito. 1. Parecer CNE/CEB nº 22/1998, aprovado em 17 de dezembro de 1998: O Parecer CNE/CEB nº 22/1998, apresenta as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e aponta o lugar da Educação Infantil pós LDB na área da educação. Este parecer deixa claro que as Diretrizes se constituem como um documento de caráter mandatório, na qual os Conselhos municipais e estaduais, bem como as Secretarias, deverão cumprir o que se determina. As diretrizes ficam definidas, inclusive, como paradigma, entendido como algo a ser seguido fielmente e num modelo padrão. Explicitamente sobre práticas pedagógicas, surgem as seguintes colocações: 1 [...] é importante que as Propostas Pedagógicas de Educação Infantil tenham qualidade e definam-se a respeito dos seguintes fundamentos norteadores: a. Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e

4 do Respeito ao Bem Comum; b. Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem Democrática; c. Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, da Ludicidade, da Qualidade e da Diversidade de manifestações Artísticas e Culturais. (BRASIL, 1998, p.10) E, por fim, aparecem os conteúdos que são tratados como conhecimentos a serem integrados nas diversas áreas, bem como nos aspectos da vida cidadã, constituindo-se como conhecimentos e valores. 4 Ao reconhecer as crianças como seres íntegros, que aprendem a ser e conviver consigo próprias, com os demais e o meio ambiente de maneira articulada e gradual, as Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil devem buscar a interação entre as diversas áreas de conhecimento e aspectos da vida cidadã, como conteúdos básicos para a constituição de conhecimentos e valores. Desta maneira, os conhecimentos sobre espaço, tempo, comunicação, expressão, a natureza e as pessoas devem estar articulados com os cuidados e a educação para a saúde, a sexualidade, a vida familiar e social, o meio ambiente, a cultura, as linguagens, o trabalho, o lazer, a ciência e a tecnologia. (BRASIL, 1998, p.12) O texto prossegue sem mais detalhamentos sobre esses conhecimentos ou conteúdos, apenas ressaltando que devem ser trabalhados com ludicidade, prazer, num ambiente de respeito às diversidades. Que esse acesso não seja um luxo, nem favor às crianças menos favorecidas. Ressalta-se que as propostas devam evitar a monotonia, o exagero de atividades acadêmicas ou de disciplinamento estéril (p.13) 2. Resolução CNE/CEB n.º 1, de 7 de abril de 1999 As Resoluções instituem as normativas. Têm força mandatória a ser cumprida pelos sistemas de ensino. A Resolução CNE/CEB n.º 1, de 07/04/99, institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Trata-se de um documento sucinto, incapaz de abranger as especificidades desta etapa de educação. Trata as questões de currículo de forma geral, na qual se podem destacar os seguintes trechos: I As Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil, devem respeitar os seguintes Fundamentos Norteadores: a) Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum; b) Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem Democrática; c) Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, da Ludicidade e da Diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais (BRASIL, 1999).

5 A abordagem sobre conhecimento se dá no inciso IV, do art.2º: As Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil, ao reconhecer as crianças como seres íntegros, que aprendem a ser e conviver consigo próprios, com os demais e o próprio ambiente de maneira articulada e gradual, devem buscar a partir de atividades intencionais, em momentos de ações, ora estruturadas, ora espontâneas e livres, a interação entre as diversas áreas de conhecimento e aspectos da vida cidadã, contribuindo assim com o provimento de conteúdos básicos para a constituição de conhecimentos e valores (BRASIL, 1999). De forma muito breve e pouco esclarecedora, apresenta-se a ideia de interação das áreas do conhecimento relacionados com a vida cidadã, permeada de conhecimentos e valores. Porém em nenhum momento, apresentam-se as áreas, os conhecimentos e conteúdos. Que vida cidadã se está valorizando? Que valores? Ficam muitas lacunas neste documento. Prossigamos então, na busca dos conteúdos da Educação Infantil. 3. Parecer CNE/CEB nº 2/1999, aprovado em 29 de janeiro de 1999 O Parecer CNE/CEB nº 2/1999 de 29/10/99 é bastante sucinto, não trazendo informações de caráter teórico. O parecer aprova os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, enfatizando que o documento tem a função de orientar as práticas. Seu caráter não mandatório reforça a função de assessoria e apoio exercida pelo MEC, no âmbito de uma política nacional de educação, que visa a melhoria e a qualidade no encaminhamento dos problemas ainda presentes no cuidado e educação para as crianças de 0 a 6 anos e suas famílias. (BRASIL, 1999, p.01). 4. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil foi publicado em 1998, com o objetivo de integrar a série de documentos Parâmetros Curriculares Nacionais elaborados pelo MEC. Foi elaborado para servir de guia de reflexão de cunho educacional sobre objetivos, conteúdos e orientações didáticas para os profissionais que atuam diretamente com crianças de zero a seis anos, respeitando seus estilos pedagógicos e a diversidade cultural brasileira (BRASIL, 1998, v.1, p.8). É dividido em três volumes, organizados desta forma:

6 Volume 1 Introdução Volume 2 Formação Pessoal e Social Volume 3 - Conhecimento de Mundo Desta forma, vamos nos ater às questões tratadas como conteúdos nestes documentos. O volume 1 explicita a concepção da proposta em relação aos conteúdos, afirmando que não existe aprendizagem sem conteúdos. Esta ideia é defendida também por Sacristán e Gómez, quando há ensino é porque se ensina algo ou se ordena o ambiente para que alguém aprenda algo ( 1998, p.120). O Referencial concebe os conteúdos como a concretização dos propósitos da instituição e também como um meio para que as crianças desenvolvam suas capacidades e exercitem sua maneira própria de pensar, sentir e ser. Apresenta a natureza dos conteúdos, que podem ser: conceituais, procedimentais e atitudinais. Os conteúdos conceituais que dizem respeito ao conhecimento de conceitos, fatos e princípios; os conteúdos procedimentais referem-se ao saber fazer e os conteúdos atitudinais estão associados a valores, atitudes e normas. (BRASIL, 1998, v.1, p.49). Os conteúdos são apresentados dentro dos eixos de trabalho, em blocos. "Essa organização visa a contemplar as dimensões essenciais de cada eixo e situar os diferentes conteúdos dentro de um contexto organizador que explicita suas especificidades por um lado e aponta para a sua origem por outro" (BRASIL, 1998, p.56). O referencial aponta que existe uma organização, porém o professor deve utilizá-los em seu planejamento como precisar, integrando os conteúdos: Os conteúdos são compreendidos, aqui, como instrumentos para analisar a realidade, não se constituindo um fim em si mesmos. Para que as crianças possam compreender a realidade na sua complexidade e enriquecer sua percepção sobre ela, os conteúdos devem ser trabalhados de forma integrada, relacionados entre si (BRASIL, 1998,v.1, p.54). Quanto à seleção dos conteúdos fica a critério do professor, à medida que planejará de acordo com o grupo de crianças que terá. Ficará sob sua responsabilidade o aprofundamento, a integração, a quantidade de vezes que optará em reutilizá-los durante o ano. Os dois volumes (2 e 3) que seguem do referencial, organizam-se da seguinte forma: Eixo Lista de Conteúdos (0 a 3 anos) Orientações Didáticas Lista de Conteúdos (4 a 6 anos) Orientações Didáticas

7 Apesar de haver discussões e críticas ao RCNEI, referentes à sua forma de construção, e conforme Lopes (2001, p.69) a prematuridade na formulação dos RCNEI e as incongruências apontadas por diversos estudos pode-se considerar o documento que mais se mostrou tentando apontar caminhos não obscuros para o trabalho educativo com crianças de 0 a 6 anos. Mais adiante veremos outro documento, mais atual, mas com o pano de fundo já construído e mostrado pelo RCNEI. 5. Parecer CNE/CEB nº 20/2009, aprovado em 11 de novembro de 2009 Dez anos depois da implantação da primeira Diretriz Curricular para a Educação Infantil, o parecer CNE/CEB nº 20/2009, de 11/11/09, faz uma revisão das novas Diretrizes Curriculares. Neste texto, aponta-se um histórico da Educação Infantil no país, a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, bem como as discussões que constituíram e ajudaram a elaborar as diretrizes. Trazendo para o foco deste artigo, que se propôs a levantar como os documentos oficiais abordaram o tema conteúdos, primeiramente citamos o conceito deste parecer sobre currículo da Educação Infantil: O currículo da Educação Infantil é concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, científico e tecnológico. Tais práticas são efetivadas por meio de relações sociais que as crianças desde bem pequenas estabelecem com os professores e as outras crianças, e afetam a construção de suas identidades (BRASIL, 2009, p.03) Sobre os conteúdos, este parecer não faz uma abordagem utilizando este termo. Porém, o item 9 faz uma reflexão acerca da organização das experiências de aprendizagem na proposta curricular. Neste texto, abordam-se questões como: acolhimento das crianças, relação positiva com a instituição, fortalecimento de sua autoestima, no interesse e curiosidade pelo conhecimento do mundo, na familiaridade com diferentes linguagens, na aceitação e acolhimento das diferenças entre as pessoas. Também, de forma breve, pontua algumas experiências que devem ser garantidas às crianças, relacionadas a linguagem, meioambiente, músicas, movimentos, com o grupo, etc. O próximo documento, que vai apresentar as Diretrizes, tratará destas questões novamente.

8 6. Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009 Esta resolução (CNE/CEB nº 5, de 17/12/09) institui de fato as novas Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil. Assim, como o parecer que a precedeu, aponta o mesmo conceito de currículo. O artigo 4º considera as Propostas Pedagógicas em que a criança é o centro do planejamento curricular e produtora de cultura Cultura Infantil. As propostas pedagógicas da Educação Infantil deverão considerar que a criança, centro do planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura (BRASIL, 2009, Art.4). A questão conteúdos não aparece com este termo no documento. Implicitamente estão contidos no artigo 9º, uma vez que pelo texto, as práticas pedagógicas devam garantir experiências. É possível relacionar o termo conteúdo com as experiências, uma vez que da forma como está apresentado, ou seja, é possível subentender que as experiências sejam os próprios conteúdos uma vez que as crianças devem se apropriar. Mas o que de diferente as novas Diretrizes Curriculares propõem como conteúdos para a Educação Infantil? Se observarmos através de outro movimento este mesmo texto (art.9º)nos parece familiar a outro documento, já produzido pelo MEC: os Referenciais Curriculares Nacionais para a educação Infantil. Salvo algumas modificações, acrescentandose os recursos tecnológicos, por exemplo, não visualizamos alterações do que já se tinha como orientação. E nos arriscamos em dizer: os conhecimentos/conteúdos foram tratados de forma excessivamente abrangente. O mapa conceitual apresentado na figura 01, foi organizado a partir das Diretrizes Curriculares mas foi possível enquadrar os conhecimentos praticamente dentro dos mesmos eixos já apresentados pelos RCNEI s, a saber: Identidade e Autonomia, Linguagem Oral e Escrita, Matemática, Natureza e Sociedade, Artes Visuais e Movimento.

9 CURRÍCULO PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INTERAÇÕES BRINCADEIRA Identidade Promovam o conhecimento de si e do mundo [...] Matemática Linguagens Favoreçam a imersão das crianças nas diferentes linguagens e [...] e formas de expressão: gestual, verbal, plástica, dramática e musical; Possibilitem às crianças experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e escrita[...]

10 Recriem, em contextos significativos para as crianças, relações quantitativas, medidas, formas e orientações espaço temporais; Sociedade e Cultura Possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais [...] Possibilitem a utilização de gravadores, projetores, computadores, máquinas fotográficas, e outros recursos tecnológicos Tecnologia Autonomia Ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas; Artes e música Promovam o relacionamento e a interação das crianças com diversificadas manifestações de música, artes plásticas e gráficas, cinema, fotografia, dança, teatro, poesia e literatura; Natureza Promovam a interação, o cuidado, a preservação e o conhecimento da biodiversidade e da sustentabilidade [...] Figura 01: Mapa conceitual construído pela autora. Fonte : BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília: CNE/CEB 5/ Parecer CNE/CEB nº 7/2010, aprovado em 7 de abril de 2010 O parecer CNE/CEB nº 7/2010, de 07/04/2010 trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica. Por a Educação Infantil constituir-se como primeira etapa deste nível, é conveniente levantar dados também deste documento. Embora seu objetivo seja estabelecer bases comuns nacionais para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, bem como para as modalidades com que podem se apresentar e o sentido [...]delimita como conjunto de definições doutrinárias sobre Possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica (...) que orientarão as escolas padrões de referência e de identidades no brasileiras dos sistemas de ensino, na organização, na articulação, no desenvolvimento e na diálogo e reconhecimento da diversidade; Incentivem a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza; Propiciem a interação e o conhecimento Ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas; Possibilitem situações de aprendizagem mediadas par a elaboração da autonomia das crianças nas ações de cuidado pessoal, auto-organização, saúde e bem-estar

11 Natur avaliação de suas propostas pedagógicas, foi aprovado depois das diretrizes da Educação Infantil. No mínimo estranho, uma vez que esta Diretriz deveria orientar as modalidades que estão contempladas dentro da Educação Básica. Em se tratando dos conteúdos apresentam: Os conteúdos curriculares da Educação Básica observarão, ainda, as seguintes diretrizes: I - a difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática; II - consideração das condições de escolaridade dos estudantes em cada estabelecimento; III - orientação para o trabalho; IV - promoção do desporto educacional e apoio às práticas desportivas não formais. Este parecer explica que os PCN s foram editados como uma obrigação de conteúdos a serem contemplados no Brasil inteiro, como se fossem um roteiro, sugerindo entender que essa medida poderia ser orientação suficiente para assegurar a qualidade da educação para todos e no decorrer do texto faz uma crítica ao rol de conteúdos rígidos, estanques que algumas propostas fazem, através de escolhas sem um movimento social participativo. Outras questões serão tratadas nas próprias diretrizes a serem apresentadas a seguir. 8. Resolução CNE/CEB nº 4, de 13 de julho de 2010 A Resolução CNE/CEB nº 4, de 13/07/2010, institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica. Tecidos alguns comentários em seu parecer que a antecedeu, apresentamos neste momento as questões referentes aos conteúdos para a Educação Infantil. Reforça a ideia de interdisciplinaridade dos conteúdos e a não delimitação da grade de conteúdos a ser seguida fielmente. No artigo 24, sem falar em conteúdos, mas dizendo no que devem se apoiar, acredito ser interessante pontuar: Os objetivos da formação básica das crianças, definidos para a Educação Infantil, prolongam-se durante os anos iniciais do Ensino Fundamental, especialmente no primeiro, e completam-se nos anos finais, ampliando e intensificando, gradativamente, o processo educativo;

12 Embora não sejam objetivos específicos para a educação Infantil, mas afirmando-se que são prolongados desta etapa, é possível compreender a articulação com os eixos já apresentados nas diretrizes da educação Infantil que também contemplam: linguagens, matemática, natureza e sociedade, artes e valores sociais. CONSIDERAÇÕES Traçar este caminho entre os documentos oficiais, compreendidos a partir da LDB/1996 até as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil/2009, foi possível levantar algumas questões evidentes e outras nem tanto a respeito de como o termo conteúdo apresentou-se e como foi tratado por cada um deles. É possível dizer que a partir de 1996, com a promulgação da LDB, que instituiu a Educação Infantil como etapa da Educação Básica e, portanto, etapa de ensino com objetivos voltados para este fim, inúmeras discussões surgem nesta área para o currículo da mesma e os documentos oficiais buscam organizar as diretrizes curriculares. Ao iniciar as formas de organização deste currículo, os documentos apontam questões pedagógicas, diretrizes educacionais, porém, não há clareza sobre como os conteúdos devam ser tratados nesta etapa de ensino. Não defendemos que o currículo precise ser pensado a partir dos conteúdos, mas sim a partir das especificidades das crianças, conforme explicam Guesser e Ranghetti (2011), porém estes devem ser sim, utilizados a favor do desenvolvimento das crianças e serem apresentados de forma clara aos professores, que a partir do que se apresenta, selecionam, organizam, ampliam, aprofundam, enfim, fazem a utilização didática conforme a especificidade de seu grupo de crianças. Também comungo com Kramer in Moreira (1999, p.170) que diz que uma política pública deve sim fazer proposições. Não modelos rígidos a serem seguidos, mas sim, assumir uma postura: Uma política pública deve, sim, propor, mas frequentemente chama-se de proposta o que é modelo, método ou grade curricular. É preciso propor caminhos levantando perguntas e gerando perguntas, experimentando caminhos. E os documentos oficiais, que tratam de diretrizes curriculares, são caminhos, propostas que fazem parte de uma política pública e que embasam uma etapa de ensino de todo o país.

13 Apesar de haver discussões e críticas ao RCNEI, referentes principalmente à sua forma de construção, pode-se considerar o documento que mais apresentou caminhos não obscuros para o trabalho educativo com crianças de 0 a 6 anos. Apontou claramente os conteúdos dentro das áreas do conhecimento. Os demais vão falar de forma muito ampla sobre os conhecimentos, em categorias muito amplas, que não possibilitam compreensão detalhada. As últimas Diretrizes Curriculares/2009 apresentam de outra forma os conteúdos e acrescentam outros, porém, o pano de fundo se mostra com conteúdos que se agrupados, revelam os principais eixos já apresentados pelo RCNEI em A maioria dos documentos não utilizam o termo conteúdo. No nosso entendimento, existe outra questão que envolve esta questão: a Educação Infantil busca em sua trajetória assumir-se como etapa de ensino, porém, o que não se quer, é que esta etapa tenha um currículo baseado nos moldes da escola e o termo conteúdo além de ser característico presente nos currículos das escolas, já foi utilizado ao longo da história como único e principal propulsor do conhecimento 1. Em alguns documentos reforçam a não antecipação dos conteúdos do Ensino Fundamental. Porém, embora concorde com esta questão, no sentido que a infância produz sua própria cultura, e deva ser vivida enquanto fase própria da vida do ser humano e não apenas com o sentimento de incapaz, inacabado, alguém que virá a ser, acredito que o termo conteúdo possa ser utilizado sim nos currículos, propostas pedagógicas, diretrizes curriculares ou outro nome que assim assumir este objetivo, desde que seja ressignificado a partir deste entendimento e de outras discussões que já existem sobre a criança e sua cultura 2. REFERENCIAS 1 Paulo Freire e o movimento da escola nova fez críticas ao modelo bancário, tradicional, onde os alunos apenas recebiam os conhecimentos (conteúdos) transmitidos pelos professores, sem interação e significância dos mesmos para a vida do aluno. 2 Aqui entendida como cultura infantil que também será diferente a partir da cultura social que está inserida.

14 BRASIL. Ministério da Educação. LDB - Lei no 9394/96, de 20 de dezembro de 1996.Estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, Ministério da Educação. Parecer nº 20, de11 de novembro de Brasília: MEC. CNE/CEB, Ministério da Educação. Parecer nº 22, de 17 de dezembro de Brasília: MEC. CNE/CEB, Ministério da Educação. Parecer nº 7, de 7 de abril de Brasília: MEC. CNE/CEB, Ministério da Educação. Parecer nº02, de 29 de janeiro de Brasília: MEC. CNE/CEB, Ministério da Educação. Resolução nº 1, de7 de abril de Brasília: MEC. CNE/CEB, Ministério da Educação. Resolução nº 4, de 13 de julho de Brasília: MEC. CNE/CEB, Ministério da Educação. Resolução nº 5, de 17 de dezembro de Brasília: MEC. CNE/CEB, Ministério de Educação e do Desporto. Referencial curricular nacional para Educação infantil. Brasília, DF: MEC, 1998, volumes 1,2 e 3. FERREIRA, B. S. Conteúdos na educação infantil: tensões contemporâneas. Porto Alegre: UFRGS, f. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Educação, Programa de Pós- Graduação em Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012 JUNQUEIRA FILHO, G.A. Seleção e articulação de conteúdos em educação infantil no Brasil: da negação à busca da produção de sentido. Ciências & Letras: Revista da Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras. Porto Alegre, n.36, p , jul./dez. 2004, Disponível em Acesso em 15 out KRAMER, S. Propostas Pedagógicas ou curriculares: subsídios para uma leitura crítica. In: MOREIRA, A.F.B. Currículo: políticas e práticas. Campinas, SP: Papirus, LOPES, A. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil: uma proposta integradora ou interdisciplinar? Itajaí: UNIVALI, f. Dissertação de Mestrado, Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu, Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade do vale do Itajaí, Itajaí, OLIVEIRA, Z.de M.R. Educação Infantil: fundamentos e métodos. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2011

15 RANGHETTI,D.S. GESSER, V. Currículo Escolar: Das concepções históricoepistemológicas a sua materialização na prática dos contextos escolares. Curitiba, PR: CRV, SACRISTÁN, J.G. e GÓMEZ, A.I.P. Compreender e transformar o ensino. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, Trad.Ernani F. da Fonseca Rosa.

Conteúdos para a educação infantil: o que apontam os documentos oficiais

Conteúdos para a educação infantil: o que apontam os documentos oficiais Conteúdos para a educação infantil: o que apontam os documentos oficiais Resumo O artigo faz parte de estudos empreendidos na dissertação de Mestrado que tratará dos conteúdos presentes no currículo para

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUBSÍDIOS PARA A REVISÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL TRABALHO ENCOMENDADO PELO MEC/SEB DIRETORIA DE CONCEPÇÕES

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*) Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil O Presidente

Leia mais

Formação e identidade profissional do/a professor/a da Educação infantil:

Formação e identidade profissional do/a professor/a da Educação infantil: Currículo da Educação Infantil e as atuais Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil 1. Educação Infantil: desafios e dilemas atuais 1 EC n 59/09 (obrigatoriedade do ensino dos 4 aos 17

Leia mais

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil

Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Zilma de Moraes Ramos de Oliveira zilmaoliveira@uol.com.br Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa OBJETIVOS Discutir as implicações

Leia mais

Currículo na Educação Infantil. Diretrizes Curriculares Nacionais DCNEI/MEC (2010)

Currículo na Educação Infantil. Diretrizes Curriculares Nacionais DCNEI/MEC (2010) Currículo na Educação Infantil Diretrizes Curriculares Nacionais DCNEI/MEC (2010) Ementa Formação Continuada AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA EDUCAÇÃO INFANTIL (MEC/SEB -2010) OBJETIVO GERAL: Qualificar

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS.

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. 712 A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. Indira Aparecida Santana Aragão ¹, Gilza Maria Zauhy Garms ² ¹ Aluna do curso de Pedagogia

Leia mais

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica

15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME. Política Nacional de Educação Infantil. Mata de São João/BA Junho/2015. Secretaria de Educação Básica 15º FÓRUM NACIONAL DA UNDIME Política Nacional de Educação Infantil Mata de São João/BA Junho/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores urbanos e rurais

Leia mais

UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA UNISANTA FACULDADE DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA UNISANTA FACULDADE DE PEDAGOGIA UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA UNISANTA FACULDADE DE PEDAGOGIA FaPE Curso de Pedagogia Disciplina: Fundamentos da Infância II 2º semestre/ 2012. Profª. Ms. Maria Cristina P. Alves DISPOSITIVOS ANTECEDENTES

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

Orientações Curriculares Nacionais para a Educação Infantil

Orientações Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Orientações Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Secretaria de Educação Básica Ministério da Educação Processo de revisão DCNEI Encontros Nacionais Reuniões Seminários Audiências Parcerias Perspectivas

Leia mais

O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA

O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1007 O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA Viviane Aparecida Ferreira

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117

XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117 XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117 PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS DOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS Marcos Luiz Wiedemer (UERJ/UNESP) mlwiedemer@gmail.com 1. Introdução Os Parâmetros

Leia mais

Pensar a Base Nacional Comum e o currículo da Educação Infantil. Zilma de Moraes Ramos de Oliveira

Pensar a Base Nacional Comum e o currículo da Educação Infantil. Zilma de Moraes Ramos de Oliveira Pensar a Base Nacional Comum e o currículo da Educação Infantil Zilma de Moraes Ramos de Oliveira Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum,

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA

Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas. Disciplina Prática de Ensino. Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Curso Educação Artística Habilitação: Artes Plásticas Disciplina Prática de Ensino Ano letivo 2011 Série 3ª Carga Horária 72 H/aula Professor(a) José Paulo de Assis Rocha JUSTIFICATIVA Assim como curadores

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES SOBRE CONHECIMENTO E CURRÍCULO NO MATERIAL DIDÁTICO DO PROINFANTIL/MEC

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES SOBRE CONHECIMENTO E CURRÍCULO NO MATERIAL DIDÁTICO DO PROINFANTIL/MEC 2 A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES SOBRE CONHECIMENTO E CURRÍCULO NO MATERIAL DIDÁTICO DO PROINFANTIL/MEC Elaine Luciana Silva Sobral PPGEd/UFRN RESUMO No contexto de uma pesquisa

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

A COLCHA DE RETALHOS

A COLCHA DE RETALHOS A COLCHA DE RETALHOS Clarice Felipim C.E.I Emília Floriani de Oliveira Clarice.felipim@hotmail.com.br A história de uma pessoa é como uma colcha de retalhos: ela é formada de acontecimentos, dos momentos

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Breve Histórico da Educação Infantil no Brasil

Breve Histórico da Educação Infantil no Brasil Breve Histórico da Educação Infantil no Brasil Maévi Anabel Nono Unesp - Departamento de Educação Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas Nas últimas décadas, vem sendo observada no Brasil a

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO DE PEDAGOGIA. COMPONENTE CURRICULAR PERÍODO PROFESSOR (A) ANO/SEMESTRE Fundamentos Teórico-metodológicos

PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO DE PEDAGOGIA. COMPONENTE CURRICULAR PERÍODO PROFESSOR (A) ANO/SEMESTRE Fundamentos Teórico-metodológicos PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO DE PEDAGOGIA COMPONENTE CURRICULAR PERÍODO PROFESSOR (A) ANO/SEMESTRE Fundamentos Teórico-metodológicos 3º período Daniela Santana Reis 2012.1 da Educação Infantil CRÉDITOS

Leia mais

A DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E A DE EDUCAÇÃO INFANTIL

A DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E A DE EDUCAÇÃO INFANTIL 1 A DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL E A DE EDUCAÇÃO INFANTIL PACÍFICO, Juracy Machado/UNIR 1 RESUMO: O texto aborda a temática das diferenças étnico-raciais e socioculturais presentes também nas escolas de educação

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM

TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM TÍTULO: O ENSINO DA ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FONTE DE PRAZER E APRENDIZAGEM CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO ANHANGUERA DE

Leia mais

Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP

Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP Orientações para o Projeto Político Pedagógico PPP Pensar e construir o Projeto Político-Pedagógico é refletir, numa primeira instância, sobre questões fundamentais que assegurem uma visão de totalidade

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente A Prova Docente: Breve Histórico Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Instituída pela Portaria Normativa nº 3, de

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO VAITEKA, SANDRA; FERNANDEZ, CARMEN Instituto de Química da Universidade de São Paulo, Brasil; Programa de Pós Graduação Interunidades

Leia mais

Unidade II. Quem seleciona os conteúdos que devemos ensinar na escola? Quais os critérios para seleção e organização do currículo?

Unidade II. Quem seleciona os conteúdos que devemos ensinar na escola? Quais os critérios para seleção e organização do currículo? Unidade II O CURRÍCULO NO BRASIL Como vimos na unidade anterior, toda teoria de currículo traz, implícita e explicitamente, uma forma de responder às questões sobre o quê, como e por que ensinar, ou seja,

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Adriano Ribeiro¹ adrianopercicotti@pop.com.br Resumo: A gestão democrática do Projeto Político-Pedagógico na escola

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. APRESENTAÇÃO Este curso, que ora apresentamos, insere-se como mais uma ação na perspectiva da formação do educador e destina-se a especializar

Leia mais

ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO

ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO Resumo SANTANA, C. G. Secretaria Municipal de Educação de Curitiba claudia-gutierrez@hotmail.com Eixo Temático: Psicopedagogia Agência Financiadora: Não contou

Leia mais

A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2

A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 728 A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 RESUMO: O presente artigo trata da especificidade da ação pedagógica voltada

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil

Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil Objetivos gerais e conteúdos da educação infantil Profa. Cláudia Yazlle 29 e 30/março/2011 Objetivos da aula de hoje Refletir sobre a identidade da educação infantil Conhecer os objetivos gerais da educação

Leia mais

Origens, ações e concepções da educação infantil. Aspectos políticos e legais da educação infantil 30. Educação infantil, representações e cultura 30

Origens, ações e concepções da educação infantil. Aspectos políticos e legais da educação infantil 30. Educação infantil, representações e cultura 30 A Universidade Candido Mendes tem como mantenedora a Sociedade Brasileira de Instrução, a mais antiga instituição particular de ensino superior do país, fundada em 1902 pelo Conde Candido Mendes de Almeida,

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1

CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 CURIOSIDADE DE CRIANÇA: CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA 1 SILVEIRA, Lidiane 2 ; LIMA, Graziela Escandiel de 3 1 Relato de experiência 2 Pedagoga, Especialista em Alfabetização, professora

Leia mais

Comunicação ARTE E INCLUSÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO NO TERCEIRO SETOR

Comunicação ARTE E INCLUSÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO NO TERCEIRO SETOR Comunicação ARTE E INCLUSÃO: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO NO TERCEIRO SETOR SARTORI, Janete de Andrade 1 INTRODUÇÃO A Instituição de Ensino Superior, onde esta prática é desenvolvida, tem como missão a formação

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural

Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural Rita de Cássia Demarchi Ao abraçar o campo de ensino e aprendizagem de arte é tomado como ponto de partida o princípio de que a arte é uma rica

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina

METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE. Número de aulas semanais 4ª 2. Apresentação da Disciplina METODOLOGIA DO ENSINO DA ARTE Série Número de aulas semanais 4ª 2 Apresentação da Disciplina Considerando a necessidade de repensar o ensino da arte, faz-se necessário refletir sobre este ensino em sua

Leia mais

LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL LEGISLAÇÃO FEDERAL

LEGISLAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL LEGISLAÇÃO FEDERAL 0 SÃO PAULO ATUALIZADO EM JULHO DE 2014 ROTEIRO 1 Linha do tempo legislação federal 1. Leis Constituição da República Federativa do Brasil 05/10/1988 2. Resoluções, Pareceres e Deliberações Parecer CNE/CEB

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

EXPRESSÃO CORPORAL E EDUCAÇÃO: ELOS DE CONHECIMENTO 1

EXPRESSÃO CORPORAL E EDUCAÇÃO: ELOS DE CONHECIMENTO 1 EXPRESSÃO CORPORAL E EDUCAÇÃO: ELOS DE CONHECIMENTO 1 Mariane dos Reis Pedrosa * Helenice Maria Tavares ** RESUMO A expressão corporal é uma técnica importantíssima para a Educação, que pode ser trabalhada

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010 MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução n 01/2010 Fixa normas para o Ensino Fundamental de 09 (nove) anos da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis, Santa Catarina. O CONSELHO

Leia mais

Apresentação do Professor. Educação Infantil: Procedimentos. Teleaula 1. Ementa. Organização da Disciplina. Contextualização.

Apresentação do Professor. Educação Infantil: Procedimentos. Teleaula 1. Ementa. Organização da Disciplina. Contextualização. Educação Infantil: Procedimentos Teleaula 1 Prof. Me. Mônica Caetano da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Apresentação do Professor Pedagogia (PUCPr) Especialização em Psicopedagogia

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

XIII Congresso Estadual das APAEs

XIII Congresso Estadual das APAEs XIII Congresso Estadual das APAEs IV Fórum de Autodefensores 28 a 30 de março de 2010 Parque Vila Germânica, Setor 2 Blumenau (SC), BRASIL A IMPORTÂNCIA E SIGNIFICÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE INTERDISCIPLINAR

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. O Presidente

Leia mais

COTIDIANO DAS SALAS DE AULA DA SÉRIE INICIAL DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE SOBRE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA DE ENSINO

COTIDIANO DAS SALAS DE AULA DA SÉRIE INICIAL DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE SOBRE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA DE ENSINO COTIDIANO DAS SALAS DE AULA DA SÉRIE INICIAL DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE SOBRE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA DE ENSINO LEITE, Sandra Regina Mantovani UEL sleite@uel.br OLIVEIRA, Daiane Carine S. de UEL

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O Colégio Ceom, fundamenta seu trabalho educacional na área da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, a partir das teorias de Jean Piaget e Emília

Leia mais

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO SEMINÁRIOS TRANSDISCIPLINARES HISTÓRIA E PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO AS PERSPECTIVAS POLÍTICAS PARA UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Professor Doutor Carlos Henrique Carvalho Faculdade

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL

A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL A FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria das Graças Oliveira Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas/SP, Brasil. Resumo Este texto é parte de uma Tese de Doutorado

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 2 No âmbito do disposto no número anterior, o professor: a) Reflecte sobre as suas práticas, apoiando-se na experiência, na investigação

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EDUCAÇÃO INFANTIL. Currículo e Metodologia na Educação Infantil

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EDUCAÇÃO INFANTIL. Currículo e Metodologia na Educação Infantil CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU EDUCAÇÃO INFANTIL Currículo e Metodologia na Educação Infantil Disciplina: Currículo e Metodologia na Educação Infantil Professora: Olga Noêmia de Moraes Currículo, Propostas

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA ÁGUA E CRIANÇAS: MUITAS DESCOBERTAS E APRENDIZAGENS

RELATO DE EXPERIÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA ÁGUA E CRIANÇAS: MUITAS DESCOBERTAS E APRENDIZAGENS RELATO DE EXPERIÊNCIA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL NUMA TURMA DE PRÉ-ESCOLA ÁGUA E CRIANÇAS: MUITAS DESCOBERTAS E APRENDIZAGENS FONSECA, Karla Madrid 1 ;UEIIA/UFSM SILVEIRA, Lidiane Gripa 2 ;UEIIA/UFSM MOMBELLI,

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: RCNEI. Políticas. História. Educação. Infância.

PALAVRAS CHAVE: RCNEI. Políticas. História. Educação. Infância. PERSPECTIVAS DA CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA NA DÉCADA DE 90 NOS REFERENCIAIS CURRICULARES NACIONAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Carla Lisboa Andrade 1 Armindo Quillici Neto 2 RESUMO O objetivo desse trabalho é apresentar

Leia mais

Divisão de Educação Infantil e Complementar. Diretrizes Pedagógicas Versão da Família

Divisão de Educação Infantil e Complementar. Diretrizes Pedagógicas Versão da Família Divisão de Educação Infantil e Complementar Diretrizes Pedagógicas Versão da Família 2013 2 Diretoria Geral de Recursos Humanos DGRH Divisão de Educação Infantil e Complementar DEdIC Direção Geral Rinaldo

Leia mais

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que

Categoria Pôster 2 O NEI se constitui numa escola de Educação Infantil situada no Campus Central da UFRN- Natal, que ARTE PRESENTE NA CONSTRUÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO: UM RELATO DE CASO 1 PONTES, Gilvânia Maurício Dias de (Mestranda PPGEd-UFRN/ Prof. do NEI-UFRN) PERNAMBUCO, Marta Maria Castanho Almeida (DEPED- CCSA-

Leia mais

Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta Resenha da Experiência ALAGOAS Trabalho: Projeto Dentes Resenha da Experiência

Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta Resenha da Experiência ALAGOAS Trabalho: Projeto Dentes Resenha da Experiência Trabalhos Premiados em 2001 ACRE Trabalho: Conhecendo nossa Floresta - Faixa etária das crianças: 6 anos - Grau de escolaridade de professor: Nível Médio Magistério - Contexto sócio-cultural em que foi

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. Diretrizes Curriculares Nacionais são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara

Leia mais

HISTÓRIA ORAL INTEGRADA A HISTÓRIA LOCAL: UM OLHAR SOBRE O VÍDEO TVESCOLA AULA LÁ FORA-PARTE II-MINHA COMUNIDADE

HISTÓRIA ORAL INTEGRADA A HISTÓRIA LOCAL: UM OLHAR SOBRE O VÍDEO TVESCOLA AULA LÁ FORA-PARTE II-MINHA COMUNIDADE HISTÓRIA ORAL INTEGRADA A HISTÓRIA LOCAL: UM OLHAR SOBRE O VÍDEO TVESCOLA AULA LÁ FORA-PARTE II-MINHA COMUNIDADE Resumo: Fabiana Machado da Silva Mestre em História Regional e Local (UNEB/ Campus V) A

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Histórias do Senhor Urso. 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S) O Desfile a fantasia. 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio O desfile a

Leia mais

Resolução SME N 24/2010

Resolução SME N 24/2010 Resolução SME N 24/2010 Dispõe sobre orientações das rotinas na Educação Infantil, em escolas e classes de período integral da rede municipal e conveniada, anexos I e II desta Resolução, com base no Parecer

Leia mais

PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA EDUCADORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REGIÃO DA AMFRI PROEXT 2013

PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA EDUCADORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REGIÃO DA AMFRI PROEXT 2013 PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA EDUCADORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REGIÃO DA AMFRI PROEXT 2013 Cleonice Vieira 1 ; Débora Maian Serpa 2 ; Moema Helena de Albuquerque 3 RESUMO O Programa tem como objetivo

Leia mais

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares

Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Agrupamento de escolas de Vila Nova de Poiares Departamento da Educação Pré Escolar Avaliação na educação pré-escolar -Competências -Critérios gerais de avaliação Ano letivo 2013-2014 1 INTRODUÇÃO Para

Leia mais

A Interdisciplinaridade e a Transversalidade na abordagem da educação para as Relações Étnico-Raciais

A Interdisciplinaridade e a Transversalidade na abordagem da educação para as Relações Étnico-Raciais CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS LEILA MARIA DE OLIVEIRA Mestre em Educação: Currículo pelo Programa de Pós Graduação da PUC-SP; professora de educação física; e integrante do Grupo

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais.

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais. 4CCHLADAVPEX01 O ENSINO DE ARTES VISUAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ALHANDRA: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL Cláudia Oliveira de Jesus (1); Adeílson França (1);

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores CRIATIVIDADE E A ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS DIDÁTICAS NO CURSO DE PEDAGOGIA Fernanda

Leia mais