COTIDIANO DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA RECONSTRUÇÃO HISTÓRICA RESUMO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COTIDIANO DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA RECONSTRUÇÃO HISTÓRICA RESUMO"

Transcrição

1 902 COTIDIANO DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA RECONSTRUÇÃO HISTÓRICA Polyana Aparecida Roberta da Silva Universidade Federal de Uberlândia RESUMO O presente trabalho faz parte da pesquisa em desenvolvimento, vinculada ao Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Educação, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia, na Linha de Pesquisa em História e Historiografia. Teve sua gênese durante a graduação do curso de pedagogia, onde como bolsista de iniciação científica pelo CNPQ, participamos de uma pesquisa desenvolvida no Núcleo de História e Historiografia da mesma instituição, com a temática sobre a história das instituições escolares. Após o término dessa investigação, resolvemos não só dar continuidade aos trabalhos já iniciados, mas responder às indagações que foram se formando ao longo dessa trajetória, agora tendo como preocupação uma instituição de educação infantil, denominado: Jardim de Infância Suzana de Paula Dias.A escolha pela instituição deu-se pelo fato que nos registros da Superintendência Regional de Ensino de Uberlândia, o primeiro registro de uma instituição voltada para a criança de idade pré-escolar e com um significativo material para nossas análises. (PERIODIZAÇÃO) A periodização abrange 1967 ano de sua criação e 1972 ano de encerramento de suas atividades com as crianças.(objetivo) Nosso objetivo é reconstruir uma experiência de educação infantil em Uberlândia, o Jardim de Infância Suzana de Paula Dias, para investigar a gênese desta instituição, bem como seu ciclo de vida e a sua importância para a comunidade local, seu processo de formação e consolidação; revivendo através da memória o cotidiano da educação infantil da época. Pois acreditamos que o estudo da educação infantil permite perceber uma grande mudança provocada pelas transformações sócio-econômicas, tanto na forma de conceber a infância, considerando as suas necessidades.(metodologia) Para reavivar o cotidiano com essas lembranças fizemos uso dos procedimento metodológico no campo da pesquisa documental, da história oral temática e pesquisa bibliográfica, por acreditarmos que esses recursos conseguirão dar vozes as pessoas que fizeram parte do cotidiano dessa instituição e nos embasar teoricamente para as questões acerca do desenvolvimento infantil, suas pecularidades, especificidades e as questões educacionais. (FONTES) Para realização da referente pesquisa contamos com um expressivo acervo ainda inexplorado relativo a instituição denominada Jardim de Infância Suzana de Paula Dias. O material disponível consiste em : livros de ponto, atas de reuniões pedagógicas, boletins mensais de assuntos administrativos, métodos e processos de lição, avaliação de aprendizagem, assistência escolar (caixa escolar, cantina, assistência médica, assistência dentária, associação de pais e mestres, atividades de rotina, clube de leitura, hora da história, museu escolar), notas fiscais de compra de livros e discos, termos de posse dos professores e demais funcionários da escola, canhotos de cheques, fotocópias de certidão de nascimento de alunos, boletins, planos das disciplinas escolares.(resultados) Até o momento atual da investigação, fizemos uma ampla revisão bibliográfica contemplando as principais obras que tratam de concepções de infância a partir do século XVI, teóricos como Erasmo, Rousseau, Comenius, Pestalozzi, Froebel, Montessori, entre outros; contamos também com a pesquisa documental e a história oral temática, onde já realizamos entrevistas com ex-alunos, ex-professores e ex-diretora da instituição em apreço. Estruturamos o trabalho em três partes sendo a primeira dedicada as concepções de infância construídas ao longo da modernidade, o segundo a inserção de teorias que eram discutidas e estudas pelo grupo de professores da época e a terceira parte é exibida a reconstrução da instituição a partir dos documentos, entrevistas e as fontes iconográficas. Ressaltamos que a essa terceira parte encontra-se em fase de elaboração, sendo as duas primeiras já elaboradas, para o texto final da dissertação. Esperamos que esse trabalho desnude para nós educadores e interessados na área mais uma página da história da educação infantil, trazendo contribuições da produção do conhecimento e das práticas cotidianas da infância construídas ao longo da história; e para a cidade de Uberlândia- 902

2 903 MG e região construir uma interpretação acerca do processo da memória histórica de uma experiência em educação infantil; integrando-a no seu sentido mais amplo que é o sistema educativo. TRABALHO COMPLETO Ao iniciarmos uma pesquisa, existe sempre a subjetividade do autor algo implícito na sua história de vida, sua trajetória suas escolhas, fatos e acontecimentos que marcaram sua vida. E assim, o presente trabalho A educação infantil em Uberlândia: O Jardim de Infância Suzana de Paula Dias, traz nas suas entrelinhas vidas, histórias, fatos que ao longo do tempo tornou-se inquietações, dúvidas que queremos compartilhar através desse trabalho, pois acreditamos que ao abordar um tema trazemos um convite aos leitores para viajarmos, a fim de descortinarmos mais uma página da história da educação brasileira. Nesse sentido, acreditamos que o tempo de infância, onde a brincadeira traz vida a todos os seres e objetos envolvendo a criança num jogo de sonho, e fantasia, não deve dissociar esse período tão rico para o ser humano em simplesmente término do mundo infantil para o mundo adulto, como se esse último não pudesse brincar e sonhar com a realidade que o circunda. Para tanto, tal estudo passou por uma revisão por uma revisão bibliográfica sobre as principais obras que tratam de concepções de infância a partir do século XVI, teóricos como Erasmo de Rotterdam, Comenius, Rousseuau, Pestalozzi, Rousseau, Froebel Montessori,entre outros; contamos também com a pesquisa documental complementada pela história oral temática, onde pudemos contar com depoimento de várias educadoras, alunos, pais que se ocuparam com tal instituição em apreço. Abordamos as concepções de infância, construídas e veiculadas já no início da Modernidade por acreditarmos que essas contribuições teóricas dos principais autores que retratam a infância nesse período século XVI e nos séculos posteriores irão nos possibilitar um maior entendimento da história da educação infantil e conseqüentemente da gênese das instituições destinadas as crianças menores de sete anos oferecendo-nos subsídios necessários para o objeto de estudo em questão. E resgatando o nosso objeto no que se refere a infância, um importante teórico é Áries (1978), por mostrá-la como mais um produto da modernidade, uma construção recente, e o fato do ser aluno não é um passo posterior ao ser criança mas pelo menos parte de sua origem, e dessa forma para esse autor até meados do século XII, a arte medieval não representava a criança, era como se não existisse lugar para a ela no mundo. Somente por volta do século XIII, surgiram alguns tipos de crianças mais próximos do que chamaríamos de infância: a figura de anjo, menino Jesus, Nossa Senhora menina, pois a infância estava ligada à maternidade de Maria e seu culto, permanecendo assim até por volta do século XIV. Por volta do século XVI, Áries 1978, p.23, comenta: Aparece o retrato de criança morta marcando portanto um momento muito importante na história dos sentimentos. Esse retrato seria inicialmente uma éfíge funerária. A criança no início não seria representada sozinha, e sim sobre o túmulo de seus pais 903

3 904 Percebemos como vão surgindo as imagens de criança na Europa, e o autor vai abordando as possíveis variações de como a infância era vista. Já no século XVII, os retratos de crianças sozinhas tornam comuns e vamos percebendo que a criança vai conquistando um espaço, com cenas tipo: a lição de leitura, desenhando, brincando entre outros. Assim para Ariés a descoberta da infância começa no século XIII e evolui no XIV e XV, tornando-se significativa no fim do XVI e durante o XVII. Na modernidade a infância deixa de ocupar seu lugar como resíduo da vida comunitária, ela começa a ser percebida como ser inacabado, carente e portanto individualizado, sendo o primeiro movimento para restituir à infância à sociedade, trazendo também o sintoma de uma transformação na cultura ocidental, nas crenças e práticas nas quais a produção do discurso pedagógico vai ocupar. Percebemos assim nas teorizações de diferentes autores concepções de crianças que formaram todo o ideário moderno desde o século XVI, com maior ênfase nos séculos XVII, XVIII e XIX. Para tanto, Erasmo ( ), comenta que a criança pequena deve ser iniciada a educação das letras assim que seu corpo ganhar um certo porte físico; mas salienta que a educação inicia-se na fase do aleitamento. Desse modo adverte: Faze-o aprender as primeiras noções antes que a idade fique menos dúctil e o ânimo mais propenso aos defeitos ou até mesmo infestado com as raízes de vícios tenacíssimos. (Revista intermeio 3 p.9) Percebemos o quanto a infância para esse autor é formadora das características individuais, do caráter, da predisposição para o trabalho e os estudos. E em relação aos estudos defende que o mestre deverá respeitar a individualidade do aluno, não ensina-los a apenas repetir fórmulas e sim compreender para que a memória desempenhe um papel sem dificuldade quando estimulado pelo entendimento. E é nessa perspectiva que propõe seu método pois era contrario a castigos a que na época recorriam para educar as crianças, para ele o educador deve ir ao encontro da potencialidade nativa do educando e o ajudá-lo a explicitar a riqueza interior, fazendo emergir tudo que foi dotado pela natureza; pois educar é também incentivar o educando não fazendo deste um adulto em miniatura. Realmente o ser infante passa a ser levado não apenas em consideração, mas Erasmo a coloca como um ser que precisa de tratamento diferenciado pois é a infância o primeiro passo para a consolidação de uma vida adulta e depende de como será conduzida para ter um boa formação, quer seja no trabalho, nos estudos e na vida familiar. Notem que a criança de adulto em miniatura passa a ter um lugar próprio na sociedade, e para sua formação nada melhor que educá-la de maneira correta, respeitando suas especificidades, que lhe são características da tênue idade. Notamos o quanto o autor atribui um papel essencial a educação pois só ela arrancaria de dentro do homem pelo tratamento toda sua natureza não social que faz-se necessário para que o homem possa apreender as regras do convívio social através do respeito a liberdade e individualidade da criança, não a repetição as fórmulas ou receitas; ênfase a compreensão para que a memória desempenhe seu papel sem dificuldade quando estimulado pelo entendimento. 904

4 905 E dessa forma não poderíamos deixar de comentarmos também a respeito de Comenius, ( ), pois preconizou a criação de escolas maternais por toda parte afirmando a infância ser o período próprio para aprender, pois nada ainda se aprendeu, sendo os primeiros anos determinantes para a aprendizagem posterior, ou seja a infância o ponto de chegada para a graduação do desenvolvimento humano, elemento inicial da ordem estabelecida não dependendo segundo Norodowski, 2001, do agir do adulto,não atribuindo-lhe os valores próprios do discurso educacional e portanto a criança precisa simplesmente conduzida gradativamente até os pontos mais altos do conhecimento.salienta também o referido autor: O nascimento de uma infância moderna tem de seu o necessário afastamento da criança em relação a vida cotidiana dos adultos; afastamento que é determinante pois implica um passo constitutivo na confirmação da infância como novo corpo.(norodowski, 2001, p.50). Ora, compreende-se assim que Comenius, já possui um olhar diferenciado para o ser infantil pois não educa-las seria ir contra os desígnos de Deus, pois era preciso as instruí-las em todos os aspectos: físico, mental, expressional, manual, moral, social e religioso e sendo o lar a primeira escola.e a instituição escolar em si deveria fornecer trabalho coletivo, espontaneidade, movimento, exercícios agradáveis de aprendizagem, bons livros, bons professores e bons métodos, assemelhando ás atividades de parque. Comenius acreditava que a escola seria como um jardim no qual as crianças crescem como plantas, e o trabalho pedagógico organizado com quatro horas de duração para crianças menores, com um professor para várias crianças, com um trabalho baseado em contos de fada, histórias da carochinha, narrativas, jogos, atividades manuais e músicas. Notemos o quanto esse teórico, foi além de seu tempo; pois ainda hoje em nossas pré-escolas estamos em busca de atividades que caracterize e respeite a idade da criança, suas diferenças e individualidades. Em relação ao conhecimento afirmava que os cinco sentidos são os portões de entrada para a alma humana, pois nada há no intelecto que não tenha passado antes pelos sentidos e sua grande teoria estava baseado no aprender fazendo. Seus ideais era de uma escola democrática isto seria uma escola para todos, ao contrário de Erasmo que como vimos preocupava-se em um mestre para cada criança sem preocupar-se com essa escola democrática. Nesse sentido, diferenciando de Comenius por colocar a infância como ponto de partida e no centro de suas teorizações, opondo as idéias correntes de seu tempo em relação a matéria educativa beneficiamos das colocações de Rousseau ( ), pois para ele a criança não é um adulto em miniatura, tem sua própria história, é um ser concreto e real, que desde cedo constrói suas próprias experiências sendo a educação um meio para encaminha-la para a liberdade natural; pois esta é constituída em três instâncias: a natureza, os homens e as coisas. O ponto de partida será sempre o indivíduo e com suas características e necessidade, e o de chegada, um ser livre, que compreende o que conhece. Rousseau, pensou numa educação para o ser infantil desde seu nascimento, onde para ele: 905

5 906 A criança recém nascida precisa esticar-se e mover os membros para tirá-los do entorpecimento em que, unidos como num novelo, permaneceram por longo tempo.é verdade que os esticamos, mas os impedimos de se moverem; chegamos até a prender-lhe a cabeça a testeiras: até parece que temos medo de que ela pareça estar viva.( Rousseau 1995, p.16) Estamos diante de uma nova concepção de infância, percorremos os séculos XII, XIII, XIV, onde a criança não era percebida entre os adultos para adentrar na importância dessa fase para toda uma vida futura.assim em seu tratado de educação o autor busca um aluno imaginário para dele fazer-se um verdadeiro homem e para que isso se concretize é preciso buscar na natureza os segredos para essa educação. Dessa forma o tema fundamental em Emílio consiste na teorização de uma educação do homem enquanto tal através de seu retorno a natureza isto é, à centralidade das necessidades mais profundas e essenciais da criança, ao respeito pelos seus ritmos de crescimento e a valorização das características específicas da idade infantil.e a educação deve assim ocorrer de modo natural longe das influências corruptoras do ambiente social e sob o direcionamento de um mestre que oriente esse processo formativo. Podemos considerar que Rousseau, descobre a infância como idade autônoma e dotada de características e finalidades específicas, bem diferentes da idade adulta e portanto necessita de cuidados especiais, reprovando assim a educação autoritária, intelectualista, pedante, mera cópia dos adultos.nesse sentido divide em etapas a formação do homem: 1º a idade infantil, período da lactância, crescimento do corpo, atividades motoras, percepção sensorial e sentimento cabendo as mães seus deveres naturais, e sobre esse aspecto comenta, 1995, p.21:... Se as mães se dignarem a amamentar seus filhos, os costumes reformar-se-ão por si mesmos, e os sentimentos da natureza despertarão em todos os corações. O Estado irá repovoar-se(...) a agitação das crianças, que acreditamos importuna, torna-se-a agradável; ela torna o pai e a mãe mais necessários, mais queridos um pelo outro e reata entre eles os laços conjugais. Para Rousseau, a amamentação é muito importante para o desenvolvimento da criança, mas adverte na importância desse ato ser com carinho, e não repassado para as amas de leite, pois as mulheres devem exercerem seu papel de mãe e os homens serem pais e maridos. E a educação da idade infantil, que seria do nascimento aos 2 anos é a expressão livre e desembaraçada das atividades naturais da criança em relação ao meio físico, onde ela possa obedecer ao impulso interior de agir e que experimente diretamente os resultados do seu comportamento. Salienta também a importância do vestuário das crianças, o cuidado com o ambiente,a alimentação, a higiene que e algumas moléstias que serão necessárias para o fortalecimento humano. 906

6 907 Quase toda a primeira infância é doença e perigo; a metade das crianças que nascem morre antes dos oito anos. Passadas as provas, a criança que ganhou forças, e, assim quem pode servi-se da vida, seu princípio torna-se mais garantido. (Rousseau, 1995, p. 22.) Em relação a puerícia, ou seja dos dois aos doze anos, fase muito importante para o estudo em questão, por se tratar do início da escolarização, o autor critica os métodos que utilizados por não propiciar prazer nas crianças, muito pelo contrário era um período triste dado que a instrução era muito severa e a idade da alegria passava-se em meio a prantos, a castigos, a ameaças, à escravidão. Assim afirma, Rousseau, 1995, p.68: Amai a infância; favorecei suas brincadeiras, seus prazeres, seu amável instinto. Quem de vós não teve alguma vez saudade dessa época onde o riso está sempre nos lábios, e a alma está sempre em paz? Por que quereis retirar desses pequenos inocentes o gozo de um tempo tão curto que não poderiam abusar?por que quereis encher de amargura e de dores esses primeiros anos tão velozes, que não mais voltarão para eles, assim como não voltarão para vós? Não fabriqueis remorsos para vós mesmos retirando os poucos instantes que a natureza lhes dá. Assim que eles puderem sentir o prazer de existir, fazei com que gozem; fazei com que, a qualquer hora Deus os chamar, não morram sem ter saboreado a vida. Quantos de nós ao ler essa citação, não estaríamos olhando para nossa sociedade de hoje e assim concluiríamos que Rousseau, fala a nós educadores a nossa sociedade, não passaria em nossas mentes como temos tratado o ser infantil? Será que a história de trezentos, duzentos anos é tão antiga assim, ou olhamos para ela e temos o reflexo da atualidade. O que poderia chamar nossa atenção nesse que muitos dizem ser um romance educacional seria perceber como a concepção de Rousseau sobre a criança consegue romper com um velho paradgma de sociedade, e adentra para anos afora, fazendo-se perceber que a infância requer cuidados, precisa ser respeitada, a sua natureza grita por uma educação própria. E assim Emílio representa rupturas com o que se falava de educação, pois a crianças segundo ele é capaz de aprender com suas próprias necessidades, criticando os currículos que traziam conteúdos distante da realidade das crianças. apresentado as atividades práticas da meninice: Consideramos portanto que o ideal de educação para Rousseau, era que ao final da infância a aparência, o porte físico, a fisionomia revelassem confiança em si, que seus movimentos fossem ágeis e seguros, fosse independente em várias atividades, fossem francas, livres mas não atrevidas, e que sua face por não ter grudado nos livros, não inclinasse sobre seu estômago, e dessa forma não ser preciso dizer para inclinarem a cabeça. Influenciado pela pedagogia rousseauniana, Pestalozzi ( ), propôs modificações nos métodos de ensino, particularmente os usados na escola elementar e a formalização de procedimentos para treinamento de professores. Ele começou trabalhando com órfãos no ensino industrial e depois criou um orfanato defendendo que a educação deveria ocorrer no ambiente mais natural possível, sob um clima de disciplina estrita mais amorosa, contribuindo para o desenvolvimento do caráter infantil.para ele, o lar é a instituição educacional ideal, o meio mais eficaz para a experiência social, o alicerce de toda a vida. Suas reformas educacionais baseavam-se de 907

7 908 que toda reforma deve começar com o indivíduo e não com a sociedade, e para isso faz-se necessário que o indivíduo torne auto-suficiente, e as sementes de ação estão plantadas nas crianças esperando uma oportunidade para se desenvolver, pois o objetivo da educação é assegurar ao homem uma vida mais feliz e virtuosa. Para ele, a criança é um organismo que se desenvolve conforme leis definidas, ordenadas, e esse organismo apresentava três aspectos básicos: o intelectual, que seria a relação do homem com o ambiente,o físico expresso pelas atividades motoras, e aparte moral e religiosa que seria a relação como os outros seres humanos e com Deus denominados popularmente como a cabeça, a mão e o coração, cada qual desenvolvendo segundo sua maneira; sendo assim considerado uma concepção de desenvolvimento orgânico onde deveria haver harmonia entre cabeça, mão e coração. Em relação a infância, acreditava assim como Rousseau que o ensino tradicional tinha um efeito nocivo sobre a criança, pois dava a aparência de cultura e conhecimento sem a realidade e seus verdadeiros poderes ficavam sem ser desenvolvidos, porque jamais haviam sido solicitados. Para ele, os poderes infantis, brotam de dentro, devido ao despertar de impulsos inatos, desenvolvendo como sementes, até a maturidade. E assim a criança deveria desenvolver-se livremente e toda instrução educativa deveria brotar de dentro dela,pois a natureza desenvolve lentamente e toas as tentativas para forçar a criança antes que seus poderes estejam prontos serão prejudiciais; portanto devemos seguir a natureza.dessa forma queria que a educação das crianças fossem confiada as mães, pois o amor da mãe evoca as emoções da criança e as desenvolve na proporção adequada. Para tanto, percebemos em Pestalozzi, uma aproximação da obra de Rousseau, consideramos que sua teoria foi muito relevante para a sociedade da época e até mesmo nos dias atuais, onde precisamos recuperar a importância da família pra o desenvolvimento humano ou melhor a presença dessa na vida da criança. Para Froebel ( ) a educação do homem consiste em promover as suas energias de forma que ele possa consciente, pensante e inteligente, ajudando a manifestar sua divindade com pureza, perfeição e espontaneidade; assim a ciência da vida é conhecer a lei de Deus, refletindo-a e abraçando-a em sua totalidade pois o fim da educação é o desenvolvimento de uma vida santa. E assim como a natureza o homem procede de Deus, e Nele dependemo-nos, encontramos apoio e descanso. Sobre o destino do homem Froebel comenta: Exteriorizar o interior, interiorizar o exterior, unificá-los, ambos, é essa fórmula geral do destino do homem.por isso, os objetos exteriores excitam o homem para que os conheça em sua essência e em suas relações: para os objetos, o homem está dotado de sentidos, isto é, de instrumentos com os quais pode interiorizar as coisas que o rodeiam. (FROEBEL, 2001, p.43). Dessa forma, nesse processo de interiorização e exteriorização podemos entender que a educação seria a busca da essência das coisas, na dupla relação do externo com o interno, e do interno 908

8 909 com o externo, seguindo a espontaneidade e adaptando a natureza em mútua compreensão e intimidade com Deus, imitando os exemplos de Jesus. Nesse sentido o princípio para o ensino seria apresentar o individual e o particular como geral, e o geral como particular e individual, exteriorizando o interior e interiorizando o exterior mostrando a necessária unidade do dois. Para Froebel Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, por isso, o homem deve trabalhar, porque o trabalho é uma atividade criadora desenvolvendo de maneira viva tudo o que o homem é e possui, isto é, a força física e o pensamento são atividades de Deus. E é nesse sentido que daremos continuidade ao nosso trabalho refletindo sobre a pedagogia froebeliana totalmente pensada para a criança pequena, fruto de uma reflexão de pensadores modernos mais especificamente do século XIX, que intensificaram a suas discussões e teorizações entorno das questões da infância e logo da educação infantil. Como Rousseau consegue avançar em seu tempo; pois hoje em nossa sociedade atual ainda lutamos para que as crianças recém-nascidas possam ter o direito de serem amamentadas por suas mães e essas oferecerem os primeiros cuidados, a primeira formação. As contribuições trazidas pela afaz-nos perceber que até o momento o mundo infantil era totalmente ignorado, pois nada lhe pertencia e até mesmo o processo de escolarização era por muitas vezes uma tarefa árdua para criança onde era castigada e vítima de maus tratos pelos adultos. Ora, contrariando a sociedade da época Montessori ( ), questiona as questões relacionadas com a infância, pois seu modo de a concebe-la fez com que em seis de janeiro de 1906, inaugurasse a primeira escola para crianças pequenas com idade entre três e seis anos, filhas de analfabetos com a finalidade de ajudar as mentes infantis a crescerem fortes e saudáveis. Desse modo, seu método educacional enfatizava a importância central no ambiente, devendo o professor fazer um auto-exame, renunciar a tirania, expelir do coração a ira, o orgulho sabendo humilhar-se e revestindo-se de caridade, sendo passivo, para que a criança se liberte do obstáculo de sua própria atividade, de sua autoridade, a fim de que ela torna ativa, autônoma e satisfeita. Para tanto, nesse ambiente tudo deveria ser medido, além de colocado em ordem para que as crianças pudessem se concentrar; o material adaptado as proporções, salas claras, com janelas baixas, cheia de flores, móveis pequenos de todos os tipos, cortinas graciosas, armários baixos, para que as crianças pudessem alcançar e assim retirar e colocar como desejassem.comenta ainda, 1987, p.131:... o professor sem cátedra, sem autoridade e quase sem ensinar, e a criança transformada em centro da atividade, aprendendo sozinha, livre na escolha de suas ocupações e dos seus movimentos... Nota-se o respeito à criança, de um ser que espera tudo no adulto e a ele deve toda a sua aprendizagem, uma criança que aprende também com esse ambiente preparado para recebe-la. E se pensarmos hoje em nossas escolas para crianças pequenas, será que estamos preparando realmente um ambiente adequado para seu desenvolvimento, ou vivemos na falácia de uma educação infantil que ainda não existe e que supomos, nós os adultos ser a mais adequada para criança? 909

9 910 Nota-se até o momento o quanto a modernidade traz consigo um novo sentimento de infância. A criança que era um ser quase não notável na idade média, passa a ser teorizada por diversos pensadores que acredita a infância ser a mais importante fase da vida, por encontrar nela a formação da personalidades, dos hábitos, das atitudes enquanto vir a ser adulto. No Brasil a descoberta da infância está associada a revolução industrial conseqüentemente ao trabalho feminino. Assim argumenta Leite, 2001, p.20: A infância passa ser visível quando o trabalho feminino deixa de ser domiciliar e as famílias ao se deslocarem e dispersarem, não conseguem mais administrar o desenvolvimento dos filhos pequenos. Notamos que a infância também esteve subordinada aos interesses políticos, sociais e econômicos. Pois só em 1977 houve o primeiro programa brasileiro de educação infantil de massa: Projeto Casulo, implantado pela Legião Brasileira de Assistência, visando proporcionar complemento alimentar, evitando os danos da desnutrição e oferecendo estímulos psicossociais fundamentais para um bom desenvolvimento da criança. Notemos que até o momento a creche estava voltada para filhos da massa popular mais associadas a assistência a saúde sem um programa coeso de educação e escolarização; já a pré- escola era destinada a elite com vistas a educação das crianças menores de seis anos. O cotidiano da educação infantil apresenta-se historicamente como qualquer outra faixa etária, onde percebemos lutas para consolidação do respeito a vida, as diferenças quer sejam sociais, raciais ou até mesmo individuais. a modernidade trouxe consigo o nascimento da infância e com ela todos os desafios para a educação da criança. Referência Bibliográfica: ALMEIDA, Paulo de.conceito de Infância em Rousseau (Baseado no livro: Emílio ou da Educação). Monografia, Uberlândia, ARIÉS, Philippe. História social da Criança e da Família. Tradução de Dora Flaksman. 2ed: rio de Janeiro, Zahar, CAMBI, Franco. História da Pedagogia. Tradução de Álvaro Lorencini. São Paulo: Unesp, EBY, Frederick, História da educação Moderna: teoria, organização e práticas educacionais. Tradução de Maria Ângela Vinagre de Almeida, Nelly Aleotti Maria, Malvina Cohen Zaide. 2 ed. Porto Alegre, globo, Brasília, ELIAS, Marisa Del Cioppo. De Emilio a Emília- a trajetória da alfabetização. São Paulo: Spione,

10 911 FERRACINE, Luiz. A filosofia da educação em a civilidade pueril. Intermeio, [s, 1], n.2, s.d. FIGUEIRA, Fani goldfarb. Erasmo: de Pueris. Intermeio, [s.1], n.3 s.d. FREITAS, marcos Cezar de (org.).infância, Escola e Modernidade.São Paulo Cortez, FROEBEL, Friedrich. A educação do homem. Tradução de Maria Helena Câmara Bastos. Passo Fundo, UPF, GUIRALDELLI Jr., Paulo (org.). Infância escola e Modernidade. São Paulo: Cortez; Curitiba: Ed. Da Universidade do Paraná, MONTESSORI, Maria. A Criança. Tradução: Luiz Horácio da Matta. Rio de Janeiro: Nórdica, NORODOWSKI, Mariano. Infância e Poder: Conformação da Pedagogia Moderna. Tradução de Mustafá Yasbek.Bragança Paulista: editora Universidade de são Francisco, PRIORE, Mary Del (org.). História das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, REVISTA DE HISTÓRIA, Número 103, p , REVISTA do Jardim de Infância ( ). São Paulo: Espindola, Siqueira & comp., vol. 01 e 02. ROSEMBERG, Fúlvia. A Educação Pré-Escolar Brasileira Durante os Governos Militares.Cadernos de Pesquisa, São Paulo, nº 82, p.21-30, agosto ROTTERDAM, Erasmo. A civilidade pueril. Tradução Fernando Guerreiro. Lisboa editorial estampa, ROUSSEAU, Jean-Jacques, Emílio ou Da Educação.Tradução : Roberto Leal Ferreira: introdução de Michel Launey; [revisão da tradução Mônica Stahell]. São Paulo: Martins Fontes, SAITO, Heloisa Toshie. História, Filosofia e Educação: Friedrich Froebel. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Maringá-PR,

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O CAMPO DAS RESPONSABILIDADES Ao longo de muitos séculos, a educação de crianças pequenas foi entendida como atividade de responsabilidade

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Evelise Raquel de Pontes Mariane Soares Sana Orientadora: Renata Junqueira de Souza. Instituição: Universidade Estadual

Leia mais

Fundamentos Teóricos Metodológicos da Alfabetização. Prof. Denise de Oliveira Alves

Fundamentos Teóricos Metodológicos da Alfabetização. Prof. Denise de Oliveira Alves Fundamentos Teóricos Metodológicos da Alfabetização Prof. Denise de Oliveira Alves I- CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA Reflexões iniciais: As transformações ocorridas no campo da educação infantil estão estritamente

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO)

A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO) A RELEVÂNCIA DAS CONCEPÇÕES DE INFÂNCIA: AS MUDANÇAS OCORRIDAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DO MUNICÍPIO DE PALMAS (TO) Nilde Cardoso de Oliveira Denise Aquino Alves Martins Universidade

Leia mais

A criança e o brincar: um olhar sobre a importância do brincar no desenvolvimento infantil

A criança e o brincar: um olhar sobre a importância do brincar no desenvolvimento infantil A criança e o brincar: um olhar sobre a importância do brincar no desenvolvimento infantil RESUMO: O presente artigo é resultado da pesquisa realizada na disciplina de Recursos Tecnológicos, Pedagógicos

Leia mais

A pesquisa na formação do professor

A pesquisa na formação do professor A pesquisa na formação do professor Karen Maria Jung Introdução Este trabalho tem por objetivo mostrar como a pesquisa, na formação de novos professores, é abordada nos diferentes cursos de Licenciatura

Leia mais

A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2

A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 728 A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 RESUMO: O presente artigo trata da especificidade da ação pedagógica voltada

Leia mais

Na casa da mãe, na casa da avó: um estudo sobre a circulação de crianças.

Na casa da mãe, na casa da avó: um estudo sobre a circulação de crianças. Na casa da mãe, na casa da avó: um estudo sobre a circulação de crianças. Camila Cerqueira dos Santos SILVA (FE/UFG) camilacerqueira@hotmail.com Ivone Garcia BARBOSA (FE/UFG) ivonegbarbosa@hotmail.com

Leia mais

RESUMO. Palavras chave: Brinquedo. Brincar. Ambiente escolar. Criança. INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras chave: Brinquedo. Brincar. Ambiente escolar. Criança. INTRODUÇÃO A FUNÇÃO DO BRINQUEDO E OS DIVERSOS OLHARES Érica Cristina Marques de Oliveira- erikacmo06@hotmail.com Rafaela Brito de Souza - rafa_pdgg@hotmail.com.br Raquel Cardoso de Araújo- raquelins1@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC PREMIO AMAVI EDUCAÇÃO 2013 PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO QUALIDADE

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS NA VISÃO DO PROFESSOR

O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS NA VISÃO DO PROFESSOR O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS NA VISÃO DO PROFESSOR Francisca Helena Carlos- Graduanda do 7º período do Curso de Pedagogia CAP /UERN Maria Solange Batista da Silva Graduanda do

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

PESQUISA EM EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL: O LÚDICO NO CONTEXTO DA ERA VARGAS

PESQUISA EM EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL: O LÚDICO NO CONTEXTO DA ERA VARGAS 3 PESQUISA EM EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL: O LÚDICO NO CONTEXTO DA ERA VARGAS Ensaio Síntese do Projeto de Iniciação Científica apresentado ao Instituto de Pesquisas Aplicadas e Desenvolvimento Educacional

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

O Brincar para a Criança Hospitalizada

O Brincar para a Criança Hospitalizada Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Brincar para a Criança Hospitalizada Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos Aos nossos familiares, que revestiram nossas vidas com muito amor,

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

Cultura Contemporânea e Cotidiano Escolar: entre práticas e pesquisas Analúcia de Morais Vieira

Cultura Contemporânea e Cotidiano Escolar: entre práticas e pesquisas Analúcia de Morais Vieira Cultura Contemporânea e Cotidiano Escolar: entre práticas e pesquisas Analúcia de Morais Vieira A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumir a responsabilidade por ele

Leia mais

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO SILVA, Hayana Crislayne Benevides da. Graduanda Pedagogia - UEPB/Campus I hayana_benevides@yahoo.com.br SILVA, Alzira Maria Lima da. Graduanda

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA REGULAR: UM ESTUDO SOBRE A VISAO DE PROFESSORES SOBRE A INCLUSÃO

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E GRADUAÇÃO: UMA ARTICULAÇÃO POSSÍVEL NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA Profa. Me. Michele Costa (Professora do Curso de Pedagogia das Faculdades COC) 06 e 07/04/2010 CONVERSAREMOS SOBRE: Planejamento e RCN: Oralidade na Educação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS.

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. 712 A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. Indira Aparecida Santana Aragão ¹, Gilza Maria Zauhy Garms ² ¹ Aluna do curso de Pedagogia

Leia mais

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA LEITURA E LITERATURA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA Suellen Lopes 1 Graduação Universidade Estadual de Londrina su.ellen23@hotmail.com Rovilson José da Silva 2 Universidade Estadual de Londrina rovilson@uel.br

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO QUANTO À IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO QUANTO À IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL ISBN 97-5-191-5-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 3 de outubro de 29 PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO QUANTO À IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NAS SÉRIES

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO.

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. Relatório Final O projeto "Crianças e adultos em diferentes contextos: a infância, a cultura contemporânea

Leia mais

MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS

MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa tem o objetivo de possibilitar ao leitor um conhecimento específico sobre a história da Ciência

Leia mais

Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil

Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil Mônica Correia Baptista/UFMG Maria Fernanda Rezende Nunes/UNIRIO Patrícia Corsino/UFRJ Vanessa Ferraz Almeida Neves/UFMG Rita Coelho/MEC Ângela Barreto/Consultora

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

A INFLUÊNCIA DAS TECNOLOGIAS NA INFÂNCIA: VANTAGENS E DESVANTAGENS

A INFLUÊNCIA DAS TECNOLOGIAS NA INFÂNCIA: VANTAGENS E DESVANTAGENS A INFLUÊNCIA DAS TECNOLOGIAS NA INFÂNCIA: VANTAGENS E DESVANTAGENS Benizáquia da Silva Pereira Universidade Regional do Cariri URCA benizaquia@hotmail.com Thales Siqueira Arrais Universidade Regional do

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

PESQUISA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO ESPACIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS DO PIBID E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

PESQUISA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO ESPACIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS DO PIBID E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PESQUISA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO ESPACIAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS DO PIBID E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Edna Neves Pereira (1); Dacielle Antunes Santos (1); Sandra Alves de Oliveira

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA INFÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA INFÂNCIA ANUÁRIO DE PRODUÇÕES ACADÊMICO-CIENTÍFICAS DOS DISCENTES DA FACULDADE ARAGUAIA A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA INFÂNCIA Kelly Nunes Caetano de Sousa Pedagogia Faculdade Araguaia Unidade Centro RESUMO : Este

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

ORGANIZACÃO DAS TURMAS NO SISTEMA MONTESSORIANO: uma experiência de agrupamento por idades diferenciadas na educação infantil.

ORGANIZACÃO DAS TURMAS NO SISTEMA MONTESSORIANO: uma experiência de agrupamento por idades diferenciadas na educação infantil. ORGANIZACÃO DAS TURMAS NO SISTEMA MONTESSORIANO: uma experiência de agrupamento por idades diferenciadas na educação infantil. Fabricia Pereira Teles Profª da rede pública e particular de ensino Introdução

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

ESTÁGIO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNOCHAPECÓ: RELATANDO EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ESTÁGIO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNOCHAPECÓ: RELATANDO EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL ESTÁGIO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNOCHAPECÓ: RELATANDO EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo Juliana Velasque 1 - UNOCHAPECÓ Solange Cavalheiro 2 - UNOCHAPECÓ Aline Fátima Lazarotto³

Leia mais

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka.

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. 1175 O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. Programa de pós-graduação em psicologia da Universidade

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES DA PRIMEIRA INFÂNCIA,

Leia mais

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil

Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil Coordenador Pedagógico: o mediador da humanização como prática na educação infantil RESUMO Fernanda Azevedo Fagundes 1 Júlia Estefani Alves 2 O presente artigo, busca discutir acerca da função do Coordenador

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO

ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO ESTRATÉGIAS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA DUCADORAS DE BERÇÁRIO: EM FOCO O TRABALHO EDUCATIVO COM A LINGUAGEM MOVIMENTO NADOLNY, Lorena de Fatima PMC e UFPR lorenaedf@gmail.com GARANHANI, Marynelma Camargo-

Leia mais

A LEITURA E ESCRITA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA. Palavras Chave: Leitura; Escrita; Ensino de Língua Portuguesa.

A LEITURA E ESCRITA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA. Palavras Chave: Leitura; Escrita; Ensino de Língua Portuguesa. 1 A LEITURA E ESCRITA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Darlan Machado DORNELES 1 Universidade Federal do Acre (UFAC) darlan.ufac@yahoo.com.br Resumo: A partir de observações assistemáticas feitas durante

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 PEDAGOGIA EMPRESARIAL E APRENDER BRINCANDO E A IMPORTÂNCIA DO JOGO: DIFERENTES TEMAS NA ÁREA EDUCACIONAL Ana Flávia Crespim da Silva Araújo ana.crespim@hotmail.com Elaine Vilas Boas da Silva elainevb2010@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA

O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA O PLANEJAMENTO E A AVALIAÇÃO INICIAL/DIAGNÓSTICA Profa. Me. Michele Costa (Professora do Curso de Pedagogia das Faculdades COC) CONVERSAREMOS SOBRE: Rotina na Educação Infantil A rotina proporciona à criança

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS CONTOS DE FADAS PARA A CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DOS CONTOS DE FADAS PARA A CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DOS CONTOS DE FADAS PARA A CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Fernanda Maria Sousa Martins; Valdiêgo José Monteiro Tavares; Larissa Mabrine Dias da Silva; Professor

Leia mais

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2

Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya 2 A CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES SOBRE A DANÇA, JOGOS E BRINCADEIRAS NO CONTEXTO ESCOLAR Experiência teórica e prática por meio de um projeto extensionista Edenilson Fernando Catarina 1 ; Leisi Fernanda Moya

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR PARA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL: EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Emylle Barros de Almeida Fonseca Aluna graduanda do curso de Pedagogia - CAMEAM- UERN Thais Chaves de Oliveira

Leia mais

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2

FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1155 FORMAÇÃO LEITORA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Daniela Andrade Coelho da Fonseca 1, Marilani Soares Vanalli 2 1 Mestranda

Leia mais

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO.

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. Aluna: Juliana Pereira da Silva Coordenadora: Sonia Kramer Relatório Final O projeto "Crianças e adultos em

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

AFETIVIDADE E EDUCAÇÃO: A RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO INTERFERE NA PREFERÊNCIA DA DISCIPLINA?

AFETIVIDADE E EDUCAÇÃO: A RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO INTERFERE NA PREFERÊNCIA DA DISCIPLINA? AFETIVIDADE E EDUCAÇÃO: A RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO INTERFERE NA PREFERÊNCIA DA DISCIPLINA? ZONTA, Marinez Arruda FACIAP/UNIPAN FERREIRA, Josiane Peres FACIAP/UNIPAN e PUCRS RESUMO

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF Resumo A presente pesquisa se debruça sobre as relações étnico-raciais no interior de uma escola

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos (Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos na Educação de Surdos Por MARIA DE FÁTIMA DA SILVA CAVALCANTE Resumo: O presente artigo tem por objetivo discutir a Educação em Direitos Humanos como

Leia mais

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA

A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA A DIVERSIDADE E CURRÍCULO: DESAFIOS PARA UMA ESCOLA DEMOCRÁTICA Josenilson Felizardo dos Santos 1 INTRODUÇÃO É possível compreender o papel da escola diante de todo o processo de ensino aprendizagem. E

Leia mais

Os Amigos do Pedrinho

Os Amigos do Pedrinho elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Os Amigos do Pedrinho escrito por & ilustrado por Ruth Rocha Eduardo Rocha Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO.

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. Alunas: Flávia Moreira da Silva Coordenadora: Sonia Kramer Relatório Final O projeto "Crianças e adultos em

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). HISTÓRIAS DE VIDA: A PERCEPÇÃO SOBRE A INFÂNCIA EM GRUPOS DE IDOSOS Dayane Couto, Eduarda Rezende Freitas, Aline Francine Corrêa Vaz, Hortênsia Isabela Santos Vieira, Laíse Navarro Jardim Universidade

Leia mais

UM OLHAR PARA A INCLUSÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS POLÍTICAS INCLUSIVAS NESSA MODALIDADE DE ENSINO

UM OLHAR PARA A INCLUSÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS POLÍTICAS INCLUSIVAS NESSA MODALIDADE DE ENSINO UM OLHAR PARA A INCLUSÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DAS POLÍTICAS INCLUSIVAS NESSA MODALIDADE DE ENSINO BONDARENCO, Priscila Freire 1 pri_bondarenco@hotmail.com TOYSHIMA, Ana Maria da

Leia mais

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Resumo Manuelli Cerolini Neuenfeldt 1 Silvia Maria de

Leia mais

O PIBID NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PIBID NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL O PIBID NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL Diana Gonçalves Figueiredo¹ Resumo:O presente trabalho apresenta o subprojeto de Pedagogia no PIBID relatando a sua importância para o processo formativo dos alunos

Leia mais

AÇÃO COMPLEMENTAR EM LEITURA E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um caminho para a formação do professor/educador.

AÇÃO COMPLEMENTAR EM LEITURA E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um caminho para a formação do professor/educador. AÇÃO COMPLEMENTAR EM LEITURA E LITERATURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um caminho para a formação do professor/educador. MARISTELA PITZ DOS SANTOS SEMED BLUMENAU 1 Janela sobre a utopia Ela está no horizonte

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Cláudia, MT 2008 Trabalho de Conclusão apresentado como requisito parcial para

Leia mais

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE Literatura Infantil aspectos a serem desenvolvidos A natureza da Literatura Infanto-Juvenil está na Literatura e esta é uma manifestação artística. Assim,

Leia mais

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA

UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA CIÊNCIAS HUMANAS EDUCAÇÃO UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA IMPLANTAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS NA REDE PÚBLICA E PRIVADA NATÁLIA CORRÊA Curso de Pedagogia Faculdade de Educação NEIDE BARBOSA SAISI

Leia mais

Alliance for Childhood Movimento Internacional

Alliance for Childhood Movimento Internacional Alliance for Childhood Movimento Internacional Palestrante: Christopher Clouder Presidente do Fellowship das escolas Waldorf para o reino Unido e Irlanda e o CEO do Conselho Europeu para a Educação Waldorf

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

Prof. Ms. Gleidson Salheb

Prof. Ms. Gleidson Salheb Prof. Ms. Gleidson Salheb Objetivo Geral Proporcionar conhecimentos teóricos e práticos sobre as situações didáticas, de maneira que os alunos compreendam de forma reflexiva, crítica e socialmente contextualizada

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA E SEUS REFLEXOS NA PRÁTICA DOS EDUCADORES RESUMO

FORMAÇÃO CONTINUADA E SEUS REFLEXOS NA PRÁTICA DOS EDUCADORES RESUMO FORMAÇÃO CONTINUADA E SEUS REFLEXOS NA PRÁTICA DOS EDUCADORES Joanilson Araújo Ferreira 1 RESUMO O presente estudo traz à tona reflexões referentes à formação docente, tanto formação inicial quanto formação

Leia mais

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PRÁTICA EM CONSTRUÇÃO

AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PRÁTICA EM CONSTRUÇÃO AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PRÁTICA EM CONSTRUÇÃO Lima, Laís Leni Oliveira Silva, Daniele de Sousa Universidade Federal de Goiás- Campus Jataí laisleni@yahoo.com.br danielemtv@hotmail.com CONSIDERAÇÕES

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO Fátima Aparecida Queiroz Dionizio UEPG faqdionizio@hotmail.com Joseli Almeida Camargo UEPG jojocam@terra.com.br Resumo: Este trabalho tem como

Leia mais

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR

LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR LINGUAGENS DA INFÂNCIA: PROJETO RECICLAR ANNA PAULA SILVA (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS), ELIANE FERREIRA PINTO (PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS). Resumo A reciclagem tem como principal foco a conscientização

Leia mais