ORIENTAÇÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO EXTERNO DA INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL: A CONSTRUÇÃO DE UM DOCUMENTO PEDAGÓGICO

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1 ORIENTAÇÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO EXTERNO DA INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL: A CONSTRUÇÃO DE UM DOCUMENTO PEDAGÓGICO Resumo GARANHANI, Marynelma Camargo 1 - UFPR Grupo de Trabalho Educação da Infância Agência financiadora: PIBID/CAPES-UFPR 2 O presente texto relata e discute orientações construídas para um documento pedagógico sobre a organização do espaço externo em Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs). Esta experiência ocorreu na rede municipal de ensino de Curitiba por meio de uma parceria do projeto de formação EDUCAMOVIMENTO: saberes e práticas na Educação Infantil do PIBID/CAPES-UFPR e o Departamento de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação (SME) de Curitiba. Se fundamenta em autores que discutem o espaço da educação infantil como Forneiro (1998) e Horn (2004), a cultura da escola por Forquin (1993), as especificidades da educação infantil e as necessidades da criança pequena em seu desenvolvimento por Oliveira-Formosinho (2002), a questão do contexto da educação infantil como território cultural em Abramowicz e Wajskop (1995), e o estudo acerca do espaço externo da educação infantil de Martins (2010). A análise e discussão do documento escrito em consonância com o estudo de Martins (2010) estruturou as orientações em torno de temas relacionados aos espaços e tempos para brincar. São eles: espaços que oportunizam maior interação entre as crianças; espaços que oportunizam a movimentação do corpo; espaços que oportunizam o brincar com elementos da natureza e espaços que oportunizam a imaginação e criação. Conclui com o estudo que a construção de documentos pedagógicos constitui um excelente recurso para a formação de professores, tanto para os professores responsáveis pela escrita, como também, os professores consumidores das orientações propostas. E o espaço externo das instituições de Educação Infantil poderão se constituir, para a criança, territórios de vivências da sua própria infância. Palavras-chave: Espaço. Educação Infantil. Caderno Pedagógico. 1 Doutora em Psicologia da Educação pela PUCSP. Professora do Programa de Mestrado e Doutorado em Educação e Licenciatura em Educação Física da UFPR. Coordenadora do Projeto EDUCAMOVIMENTO: saberes e práticas na Educação Infantil da Licenciatura em Educação Física no PIBID/CAPES-UFPR. Coordenadora do Grupo de Pesquisa EDUCAMOVIMENTO no NEPIE-UFPR (Núcleo de Estudos e Pesquisas em Infância e Educação Infantil). 2 Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, desenvolvido na Universidade Federal do Paraná.

2 25017 Introdução O presente texto relata e discute orientações construídas para um caderno pedagógico sobre a organização do espaço externo nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs). A organização deste instrumento de formação de professores se fez pela parceria entre o projeto EDUCAMOVIMENTO: saberes e práticas na Educação Infantil do PIBID/CAPES- UFPR e o Departamento de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação (SME) de Curitiba. A análise e discussão do documento escrito em consonância com o estudo de Martins (2010) estruturou as orientações em torno de temas relacionados aos espaços e tempos para brincar, os quais organizam a apresentação deste estudo. São eles: espaços que oportunizam maior interação entre as crianças; espaços que oportunizam a movimentação do corpo; espaços que oportunizam o brincar com elementos da natureza e espaços que oportunizam a imaginação e criação. O espaço externo da instituição de Educação Infantil: uma proposta pedagógica A importância de uma coisa não se mede com fita métrica, nem com balanças, nem barômetros. A importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós. Manoel de Barros Nos dias de hoje, a relação humana com o espaço é tema estudado e pesquisado por diferentes campos do conhecimento, como exemplo a Geografia, Arquitetura, Psicologia e também a Pedagogia. No âmbito da Pedagogia, a organização institucional para a Educação Infantil 3 é um dos contextos que mais tem se debruçado sobre este tema com intenção de proporcionar as crianças pequenas ambientes de aprendizagem coerentes com suas necessidades de cuidado e educação. 3 Na atual organização da educação brasileira, a Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica, correspondendo a educação de crianças de 0 a 5 anos.

3 25018 Para Forneiro (1998), o ambiente são relações que se estabelece com o espaço físico, sejam elas entre as crianças e/ou entre as crianças e adultos. Para melhor compreensão do conceito Forneiro (1998, p. 233) esclarece: de um modo mais amplo, poderíamos definir o ambiente como um todo indissociável de objetos, odores, formas, cores, sons e pessoas que habitam e se relacionam dentro de uma estrutura física determinada que contém tudo e que, ao mesmo tempo, é contida por todos esses elementos que pulsam dentro dele como se tivessem vida. Por isso, dizemos que o ambiente fala (grifo do autor), transmite-nos sensações, evoca recordações, passa nos segurança ou inquietação, mas nunca nos deixa indiferentes. Com base nestas considerações, é possível pensar que o ambiente de uma instituição de educação escolar é um espaço físico definido, organizado, marcado, borrado, ou seja, configurado por uma cultura da escola 4. Para Forquin (1993), a cultura da escola é um conjunto de características próprias do cotidiano escolar que se diferencia da cultura escolar, a qual se refere ao conjunto de conteúdos cognitivos e simbólicos que selecionados, organizados, normalizados, constituem o objeto de transmissão nas escolas. Na Educação Infantil, a organização da instituição educacional está diretamente relacionada com as especificidades e necessidades do desenvolvimento da criança pequena. Segundo Oliveira-Formosinho (2002), a criança pequena possui características específicas de desenvolvimento, onde pensamento, sentimento e motricidade caracterizam uma globalidade na educação da mesma. Ao mesmo tempo, a criança apresenta uma vulnerabilidade física, emocional e social, o que acarreta uma dependência em relação ao adulto nas rotinas de cuidado. Estas características da criança dão uma especificidade muito própria à cultura da escola de Educação Infantil, pois acarretam uma simbiose entre educação e cuidados. Neste cenário, utilizo o estudo de Abramowicz e Wajskop (1995) sobre o espaço físico, no contexto Educação Infantil, para concluir que todo espaço físico é um território cultural (grifo meu): a ser ocupado, construído, bagunçado, organizado, marcado por experiências, sentimentos e ações das pessoas (ABRAMOWICZ; WAJSKOP, 1995, p.30). Assim, essa qualificação do espaço físico é que o transforma em um ambiente (HORN, 2004, p. 28). O transforma em um ambiente de aprendizagem 5. 4 Forquin (1993). 5 Forneiro (1998).

4 25019 Com o apoio destes aportes teóricos, participei da análise de um documento pedagógico construído pelo Departamento de Educação Infantil da Secretaria Municipal de Curitiba, sobre a organização de espaços externos das instituições de educação infantil. Este documento compõe uma coleção de cadernos pedagógicos caracterizados como referenciais para estudo e planejamento na Educação Infantil, os quais tem o objetivo de subsidiar de forma permanente as reflexões e a elaboração do planejamento pedagógico dos profissionais de CMEIs, CEIs conveniados e escolas com turmas de educação infantil da Rede Municipal de Ensino (SME/DEI, 2010, p.3). Neste processo de análise, estudo e discussões, do referido documento, orientei que a organização do espaço externo das instituições de Educação Infantil se estruturasse em torno dos seguintes temas: espaços de interação social; espaços de movimento do corpo; espaços de convívio com a natureza; espaços que mobilizam a imaginação; Os temas, que ora apresento, foram pensados a partir do conteúdo presente no texto analisado, os quais me remeteram aos elementos constitutivos da infância propostos por Martins (2010) em um estudo sobre a organização dos significados e sentidos que as crianças de um Centro Municipal de Educação Infantil atribuem sobre os espaços da instituição educativa que frequentam. Em seu estudo, Martins (2010) conclui que a ludicidade, a afetividade, o reconhecimento das regras de convivência social (dos grupos dos quais participam) e a curiosidade e imaginação, podem ser considerados elementos constitutivos da infância, por meio dos quais as crianças significam e dão sentido ao espaço institucional que frequentam. Estes elementos surgiram a partir dos núcleos de significação e de seus respectivos indicadores finais durante a análise das falas dos sujeitos da pesquisa (as crianças). Assim, os núcleos de significação da pesquisa são: brinquedos e brincadeiras (ludicidade); relações afetivas (afetividade); rotinas instituídas (regras de convivência social); contato com a natureza (curiosidade e imaginação).

5 25020 A referida pesquisa apresenta muitas falas das crianças sobre os espaços externos do CMEI, o que me levou a concluir o quão é significativo, para a criança pequena, os ambientes de aprendizagem fora do espaço da sala de aula e como podemos orientar a sua organização pedagógica. A partir destas reflexões, realizadas com a equipe responsável pela elaboração do documento, definiu-se que os referenciais para estudo e planejamento sobre a organização de espaços externos das instituições de Educação Infantil se estrutura em torno dos seguintes temas: Espaços que oportunizam maior interação entre as crianças Pesquisadora o que vocês fazem lá no parque? Motoqueiro Fantasma brinca. Pesquisadora com quem você gosta de brincar? Motoqueiro Fantasma com o Dragon Ball Z e o Pedro. Pesquisadora e você Juliana, com quem você gosta de brincar? Juliana com a Lara e a Patrícia, e a Camila. (MARTINS, 2010, p.89) Com a intenção de promover encontros entre as crianças, o espaço externo dos CMEIS, caracterizados pelo parque, o pátio, a caixa de areia, a pracinha, entre outros poderão ser ambientes de interação social. Assim, os espaços externos das instituições podem se tornar espaços que favorecem a interação entre as crianças e delas com os adultos. Para tanto, é preciso conhecer as possibilidades de organização espacial para planejá-la em função dos objetivos que se pretende atingir com as crianças (CURITIBA, 2012, p.15). Forneiro (1998) nos orienta: para um espaço físico ser desafiador e provocador de interações e aprendizagens na Educação Infantil é necessário que a organização espacial possa se transformar. Com base nestas orientações, concluo que a caixa de areia poderá ser um exemplo de espaço que se transforma por meio das interações que as brincadeiras com areia oportunizam. Espaços que oportunizam a movimentação do corpo Dragon Ball Z no parque dá pra pular, da pra fazer uma dança, da pra fazer uma apresentação,

6 25021 da também pra fazer uma apresentação. Pesquisadora e nos dias que não tem apresentação, o que vocês fazem lá? Dragon Ball Z Brinca. (MARTINS, 2010, p.90) Segundo Horn (2004, p.28), a arquitetura escolar é, por si só, o que materializa todo um esquema de valores, crenças, bem como os marcos da atividade sensorial e motora. Sendo assim, ela está inserida em uma cultura e a desvela, em suas formas, arranjos e adornos [...]. Em síntese: [...] tanto as dimensões e as características do espaço (de terra, calçado, com grama e árvores etc) como o seu equipamento (balanços, tobogãs, estruturas para subir, cabanas, pistas etc) condicionam enormemente o tipo de atividades que as crianças podem realizar livremente no pátio, mas condicionam também as possibilidades de planejamento do professor (a), de atividades de aprendizagem específicas integradas em um projeto de trabalho (FORNEIRO, 1998, p.245). Neste cenário, o corpo em movimento se constitui a matriz básica das aprendizagens infantis, pois é por meio do movimento do seu corpo que a criança pequena compreende os significados presentes no meio cultural que está inserida. Segundo o documento pedagógico em discussão: Quando a criança passa por um túnel ou atravessa obstáculos formados por elástico, por exemplo, vivencia diferentes movimentos que são importantes para o desenvolvimento de sua autonomia e identidade corporal. Além disso, nestas brincadeiras ela interage e amplia o conhecimento sobre as práticas corporais infantis (CURITIBA, 2012, p.16). Estas considerações reforçam a necessidade de pensar ambientes e equipamentos que não só oportunizem a movimentação do corpo infantil, mas proporcionem as crianças à formação de um repertório de variadas e diferentes experiências de movimentos. Espaços que oportunizam o brincar com elementos da natureza Vanessa aqui ó, é o que cai nas árvores. Pesquisadora ah! E o que é isso que cai nas árvores? Vanessa é, num sei. Motoqueiro Fantasma é comidinha. Vanessa comida pra passarinho. Motoqueiro Fantasma dá pra subir na árvore e pegar. Vanessa mas só que nas árvores tem formiga.

7 25022 Pesquisadora hum! Vanessa olha ali outro buraco. Motoqueiro Fantasma esse num tem (formiga)... E as crianças sobem em um galho da árvore para recolher algumas sementes e me mostrar. (MARTINS, 2010, p.103) Brincar com elementos da natureza sempre foi uma atividade de muita motivação para a criança. A água, a terra, a grama, os bichinhos e as flores são sempre motivo de muita curiosidade, como também, de experimentar sentimentos de cuidado, momentos de contemplação e, principalmente, atitudes de investigação. Desse modo, os espaços externos podem prever lugares com diferentes elementos que promovam e oportunizem desafios e despertem a curiosidade das crianças, para que elas tenham a oportunidade de observar e sentir como os elementos e os seres transformam-se por diferentes relações (CURITIBA, 2012, p. 22). Assim, o espaço externo poderá transformar-se num ambiente de aprendizagens sobre a natureza e, consequentemente, a ciência, por meio de experiências de investigações. Espaços que oportunizam a imaginação e criação Lara agora aonde que nós vamos (pergunta a si mesma cantando)? Julia o portão? Lara o portão? Pesquisadora para que serve esse portão? Julia pros pai entrá! (MARTINS, 2010, p.113) Imaginar e criar são comportamentos presentes no desenvolvimento infantil, mas para isto há a necessidade de proporcionar a criança um repertório de vivências que possibilite a atividade criadora da imaginação 6. Assim, grande parte das propostas de desenho, pintura, modelagem e jogos simbólicos necessitam de um espaço que ultrapasse as paredes da sala de atividades, sendo o espaço externo uma ótima opção (CURITIBA, 2012, p. 26). 6 Vygostsky (1998).

8 25023 Para finalizar... A experiência apresentada me levou a considerar que a construção de documentos pedagógicos constitui um excelente recurso para a formação de professores, tanto para aqueles que estão responsáveis pela escrita, como também, aqueles que são consumidores das orientações propostas. Quanto a organização dos espaços das instituições de Educação Infantil, se faz necessário compreender que o espaço na educação infantil não é somente um local de trabalho, um elemento a mais no processo educativo, mas é, antes de tudo, um recurso, um instrumento, um parceiro do professor na prática educativa (HORN, 2004, p.37). Para a criança, o espaço externo das instituições de Educação Infantil poderá ser um território de vivências da sua própria infância. REFERÊNCIAS Acho que o quintal onde a gente brincou é maior que a cidade. A gente só descobre isso depois de grande. A gente descobre que o tamanho das coisas há de ser medido pela intimidade que temos com as coisas. Há de ser como acontece com o amor. Manuel de Barros ABRAMOWICZ, Anete e WAJSKOP, Gisela. Creches: atividades para crianças de zero a seis anos. São Paulo, Moderna, BARROS, Manoel de. Poemas. In: Veredas da língua. Disponível em:http://veredasdalingua.blogspot.com.br/2011/09/eu-escrevo-com-o-corpo.html. Acesso em: 10 abr CURITIBA (SME/DEI). Referenciais para estudo e planejamento na Educação Infantil. Planejamento e Avaliação. Orientações básicas para CMEIs, CEIs conveniados e escolas com educação infantil CURITIBA (SME/DEI). Referenciais para estudo e planejamento na Educação Infantil. Organização de espaços externos das instituições de Educação Infantil. Orientações básicas para CMEIs, CEIs conveniados e escolas com educação infantil FORNEIRO, Lina Iglesias. A organização dos espaços na educação infantil. In: ZABALZA, Miguel A. Qualidade em Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 1998.

9 25024 FORQUIN, J. C. Escola e cultura. Porto Alegre: Artes Médicas, HORN, Maria da Graça Souza. Sabores, cores, sons, aromas: a organização dos espaços na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, MARTINS, Rita de Cássia. A organização do espaço na educação infantil: o que contam as crianças? 166 f. Dissertação (Mestrado em Educação) Setor de Educação, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, OLIVEIRA FORMOSINHO, J. O desenvolvimento profissional das educadoras de infância: entre os saberes e os afectos, entre a sala e o mundo. In: MACHADO, A. L. de A. (org.). Encontros e desencontros em Educação Infantil. São Paulo: Cortez, VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

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