MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E OBRAS DO EDIFÍCIO TORRE SUL

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1 MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS E OBRAS DO EDIFÍCIO TORRE SUL Maio / 2006 Revisão 0

2 NOTAS IMPORTANTES : Todos os direitos autorais relativos a este documento foram cedidos com exclusividade a KB Engenharia Ltda., não podendo este ser reproduzido, transmitido ou gravado, sob qualquer forma ou a qualquer título, no todo ou em parte, sem a prévia autorização por escrito do detentor do copyright respectivo. As idéias contidas neste documento são fruto do trabalho intelectual de seus autores, sendo portanto de titularidade exclusiva destes, mediante registro no órgão competente, não podendo ser utilizadas, sob qualquer forma ou a qualquer pretexto, sem a prévia e formal anuência de seus titulares. Marcas Registradas eventualmente podem aparecer no decorrer deste documento. Mais do que simplesmente listar esses nomes e informar os logotipos das mesmas, os autores declaram estar utilizando tais nomes apenas para fins editoriais, em benefício exclusivo dos respectivos titulares, sem intenção de infringir o Direito Autoral ou as regras de sua utilização. A identidade visual e a logomarca do Edifício Torre Sul foram desenvolvidas especialmente pela Uni Marketing (www.uni.srv.br). Para informações: KB Engenharia Ltda. Av. Iraí, 143 conj. 94 Moema CEP: São Paulo SP Fax: (0xx11) Telefone: (0xx11) Home Page:

3 I. APRESENTAÇÃO Prezados Senhores, Sejam muito bem-vindos ao Edifício Torre Sul. Este Manual para Elaboração de Projetos e Obras tem por objetivo principal orientar usuários e profissionais por estes contratados, na elaboração de projetos, aprovação, e execução de obras ou reformas nas unidades privativas deste empreendimento, preservando a moderna infra-estrutura predial implementada e os diversos recursos tecnológicos e de segurança disponíveis, através da padronização de normas e procedimentos, minimizando com isso, a possibilidade de futuros problemas. Este Manual contém elementos indispensáveis ao desenvolvimento de novos projetos e deve ser usado em conjunto com o Regimento Interno do Condomínio, com o Manual do Usuário do Edifício Torre Sul, com o Código de Obras e Edificações do Município de São Paulo 1, assim como com toda a legislação federal, estadual e municipal pertinente, além das Normas Técnicas oficiais em suas últimas versões publicadas. O desconhecimento ou a não observância das especificações contidas no presente documento compromete a longevidade da infra-estrutura predial e de suas instalações, bem como eleva os riscos de segurança do condomínio e de seus usuários. Quaisquer dúvidas decorrentes da interpretação deste Manual poderão ser esclarecidas com a Gerência do Condomínio deste empreendimento, a qual cabe a análise dos projetos, liberação e vistorias das obras. Visite também nosso website : 1 Lei de 25 de Junho de 1992, regulamentada pelo Decreto de 23 de Setembro de 1992 (vide Página 1 de 30

4 II. CONTEÚDO I. APRESENTAÇÃO... 1 II. CONTEÚDO... 2 III. RESPONSABILIDADES... 3 IV. ANÁLISE DE PROJETOS E DOCUMENTOS E LIBERAÇÃO DA OBRA... 4 V. CONDIÇÕES PARA INÍCIO DAS OBRAS... 7 VI. ELABORAÇÃO E FORMATAÇÃO DOS PROJETOS GENERALIDADES PROJETO DE ARQUITETURA PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFONIA PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS PROJETO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO MECÂNICA PROJETO DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIOS PROJETO DE COMBATE A INCÊNDIOS POR CHUVEIROS AUTOMÁTICOS PROJETO DE AUTOMAÇÃO E SEGURANÇA VII. TRANSPORTE DE MATERIAIS VIII. EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS E HORÁRIOS DE TRABALHO IX. FISCALIZAÇÃO DA OBRA X. INFORMAÇÕES GERAIS XI. ANEXOS Anexo I - Fluxograma Anexo II - Procedimento para Impermeabilização de Novas Áreas Anexo III - Posicionamento de Unidades Condensadoras Página 2 de 44

5 III. RESPONSABILIDADES 1. A análise e aprovação de projetos, bem como a fiscalização exercida pela Gerência do Condomínio, são facultativas, não constituindo portanto, uma obrigação, mas sim em seu direito, razão pela qual não desobrigarão, em hipótese alguma, o usuário pela única e exclusiva responsabilidade pela execução das obras propostas e eventuais danos à edificação ou ainda a terceiros, que porventura forem causados em decorrência destas. 2. Ressalta-se também, que resta exclusivamente ao usuário a responsabilidade pelos atos de todos os seus funcionários, prepostos ou terceirizados, e assim, deve arcar com as despesas diretas e indiretas destes, bem como as decorrentes de eventuais danos ou prejuízos que por infortúnio estes vierem a causar. 3. As instalações de cada unidade privativa deverão estar em plena conformidade com os projetos analisados e liberados pela Gerência do Condomínio. Página 3 de 44

6 IV. ANÁLISE DE PROJETOS E DOCUMENTOS E LIBERAÇÃO DA OBRA 1. Por determinação da Gerência do Condomínio, todo tipo de intervenção, alteração, reforma ou obra a ser realizada nas unidades privativas desta edificação somente poderá ser iniciada após a apresentação, análise e aprovação de todos os projetos modificativos executivos e demais documentos discriminados ao longo deste Manual. 2. Aludida documentação deve ser encaminhada pelo Usuário, através do Gerente da Obra (pessoa responsável por todas as comunicações entre o locatário ou a obra e a Gerência do Condomínio), em tempo hábil para análise técnica e manifestação da Gerência do Condomínio Torre Sul, acompanhada do Formulário para Aprovação de Projetos devidamente preenchido, apresentando informações pormenorizadas do projeto modificativo proposto, dados de contato e informações gerais da obra. Após conferência do material encaminhado, será fornecido Protocolo de Recebimento. 3. Caso o usuário venha a ocupar mais de 01 (uma) unidade, poderá ser utilizado o mesmo Formulário para Aprovação de Projetos para apresentação dos projetos modificativos de todas as unidades privativas a serem utilizadas por este. 4. A apresentação dos projetos executivos modificativos para análise deve conter plantas baixas impressas (acompanhadas dos respectivos arquivos eletrônicos), cortes, vistas e todos os detalhes necessários ao perfeito entendimento das propostas apresentadas, bem como memoriais descritivos contendo especificações técnicas e características de combustibilidade dos materiais a serem empregados. Todos os documentos devem estar devidamente assinados pelo responsável técnico e acompanhados das respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), conforme orientações apresentadas no Capitulo 6 (seis) deste Manual. 5. Projetos a serem apresentados 2 : a. Projeto Executivo de Arquitetura de Interiores; b. Projeto Executivo de Instalações Elétricas; c. Projeto Executivo de Instalações Hidráulicas e Sanitárias; d. Projeto Executivo de Ar Condicionado e Ventilação Mecânica; e. Projeto Executivo de Detecção e Alarme de Incêndios; f. Projeto Executivo de Combate a Incêndios por Chuveiros Automáticos; g. Projeto Executivo de Automação e Segurança. 6. Na eventualidade de um projeto modificativo não implicar em modificações em um ou mais projetos de instalações, deve ser anexado ao Formulário para Aprovação de Projetos uma Carta de Responsabilidade por Manutenção de Projetos, declarando que os projetos não listados no formulário serão mantidos sem qualquer tipo de intervenção. 2 Eventuais equipamentos ou sistemas complementares também deverão ser submetidos à análise e comentários através da apresentação de seus respectivos projetos executivos (ex.: equipamentos eletromédicos, sistemas fixos de gases para supressão de incêndio, cozinhas, etc...). Página 4 de 44

7 7. A Gerência do Condomínio se propõe a receber, analisar tecnicamente, liberar os projetos ou formular as exigências cabíveis, no prazo máximo de 7 (sete) dias úteis (contados a partir do primeiro dia útil subseqüente a data da entrega). 8. Após aludida análise dos projetos, o Gerente da Obra será formalmente comunicado e fica encarregado da retirada dos documentos analisados para ciência e providências eventualmente solicitadas. 9. Caso os diversos projetos solicitados no item 5 sejam entregues separadamente, poderá a Gerência do Condomínio prorrogar a devolução dos mesmos até o recebimento dos últimos projetos se verificada necessidade de compatibilização destes. 10. A fim de agilizar os processos de intervenção, pode ser solicitada uma aprovação parcial do projeto de arquitetura de interiores, através do formulário específico, para fins exclusivamente de demolição e remoção de entulho. 11. Após a conclusão da obra, deve ser solicitada vistoria para Liberação Temporária de Funcionamento da empresa. Referida vistoria será executada pela Gerência do Condomínio do Edifício Torre Sul, devendo ser solicitada formalmente com no mínimo 2 (dois) dias úteis de antecedência. 12. A unidade privativa apenas será liberada se todas as medidas de segurança contra incêndio forem adequadamente implementadas e a equipe técnica de vistoria concluir que as mesmas estejam em perfeito estado de funcionamento e tenham atendido a todas as exigências técnicas e cumprido os projetos apresentados. 13. Caso exista alguma pendência de obra que não ofereça riscos às instalações e funcionamento, esta deverá ser sanada no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas ou conforme determinação da equipe de vistoria. 14. As vistorias são realizadas de segunda-feira à sexta-feira das 9 às 16 horas, não sendo possível vistorias aos sábados, domingos ou feriados. 15. A Liberação Temporária de Funcionamento expira em 30 (trinta) dias e não é renovável. 16. A Liberação Definitiva para Funcionamento da empresa na unidade será entregue ao responsável somente após apresentação do projeto como construído (as-built) de todos os projetos executivos solicitados anteriormente conforme parâmetros estabelecidos no Capitulo 4 (quatro) deste Manual. 17. Em casos de reformas parciais, deve ser solicitada vistoria prévia ao início da obra e apresentar projeto de arquitetura e de todas as instalações que forem sofrer modificações conforme orientações descritas neste Capítulo. 18. Não havendo alteração das instalações, equipamentos ou sistemas (chuveiros automáticos, detecção de fumaça ou ar condicionado, VAVs, dutos e difusores), deverá o Gerente de Obra responsabilizar-se pela sua integridade e perfeito estado de funcionamento através de carta de responsabilidade conforme o modelo a ser fornecido pela Gerência do Condomínio. Na data da vistoria final da obra, as instalações deverão estar em perfeito funcionamento e em conformidade com as Normas Técnicas e as disposições contidas neste documento. Página 5 de 44

8 19. Destaca-se que pequenas reformas 3 deverão seguir todas as instruções estabelecidas neste documento. 20. Situações adversas, não abordadas especificamente neste documento, deverão ser informadas e submetidas à análise e parecer da Gerência do Condomínio. 3 Para efeito de regulamentação, são consideradas pequenas reformas: substituição de carpete ou piso, pintura ou substituição de revestimentos, reparos nas instalações elétricas ou hidráulicas que impliquem em modificações das características de projeto. Página 6 de 44

9 V. CONDIÇÕES PARA INÍCIO DAS OBRAS 1. Estar em dia com os pagamentos a que estiver sujeito, em função do seu contrato de locação, em especial com o condomínio. 2. Atender quando da elaboração dos projetos, todas as imposições e posturas administrativas e legais das autoridades competentes, dos órgãos federais, estaduais e municipais, de saúde pública, das concessionárias de serviços e companhia de seguros, independente de quaisquer solicitações emitidas pela Gerência do Condomínio. 3. Apresentar Carta de Autorização do Proprietário permitindo a execução de intervenções, obras ou reformas em sua unidade privativa. 4. Ter a aprovação de todos os projetos apresentados à Gerência do Condomínio. 5. Recomenda-se a realização de vistoria prévia detalhada nas instalações das unidades privativas antes de qualquer intervenção, a fim de serem verificadas as reais condições de acabamento e funcionamento de todos os equipamentos e sistemas em condições originais (elétricas, hidráulicas, ar condicionado etc.). Caso haja interesse, referida vistoria deverá ser agendada com antecedência mínima de 2 (dois) dias úteis junto à Gerência do Condomínio, devendo ser acompanhada pelo Gerente da Obra ou seu preposto tecnicamente qualificado. Destaca-se que não serão aceitas reclamações após o início de qualquer intervenção na unidade privativa. 6. Todos os prestadores de serviços devem ser devidamente cadastrados na Gerência do Condomínio através de formulário específico. Aludido formulário deverá ser entregue com no mínimo 2 (dois) dias úteis de antecedência do início das obras. 7. O Formulário de Cadastramento de Prestadores de Serviços deve ser atualizado sempre que houver acréscimo, modificação ou retirada de pessoas autorizadas para acesso à obra. Página 7 de 44

10 VI. ELABORAÇÃO E FORMATAÇÃO DOS PROJETOS 1. GENERALIDADES 1.1. Os projetos deverão ser executados em escala 1:25 ou 1:50, conforme o tamanho de folhas padrão ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), onde as pranchas não deverão exceder o formato A0, nem serem menores que o formato A Todos os desenhos deverão seguir a linguagem arquitetônica com simbologia padrão para cada projeto em referência, conforme a Norma Técnica NBR Desenho Técnico e assim, devem conter o máximo de informações úteis, tais como: cotas, materiais a serem empregados, legendas para identificação da simbologia adotadas dos elementos à serem removidos, implementados, relocados ou mantidos No carimbo das pranchas deverão constar informações sobre o desenho, identificação da área, unidade privativa e pavimento a sofrer intervenção, número da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), escala, data, nomenclatura, número da revisão e nome, assinatura, número de registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) e telefone para contato do responsável pelo projeto Todas as plantas e memoriais descritivos deverão ser entregues para a Gerência do Condomínio em 2 (duas) vias impressas, sendo uma para arquivo do condomínio e outra encaminhada para análise técnica. A versão como construída (as-built) deverá ser entregue em 1 (uma) via impressa acompanhada dos respectivos arquivos eletrônicos gravados em CD. Os arquivos contendo documentos deverão ser entregues com padrões usuais de editores ou visualizadores de texto disponíveis no mercado e os desenhos em versão compatível com AutoCad e versão pronta pra impressão (PLT) Os arquivos eletrônicos dos projetos deverão seguir as orientações do livro Diretrizes Gerais para Intercambialidade de Projetos em Cad da Associação Brasileira dos de Escritórios de Arquitetura (ASBEA) Os Memoriais Descritivos devem listar as Normas Técnicas e respectivas edições observadas no desenvolvimento de cada projeto em particular A Gerência do Condomínio se reserva ao direito de solicitar, sempre que necessário ou conveniente, amostra de materiais e laudos técnicos para análise Penetrações em laje ou quaisquer outros elementos estruturais somente serão permitidas após Parecer Técnico favorável do calculista estrutural da edificação, devidamente acompanhado da respectiva ART, custeados pelo interessado. 4 O livro pode ser adquirido em livrarias da área ou diretamente na sede da ASBEA (ver Página 8 de 44

11 1.9. Nenhum dos projetos poderá contemplar meios que interfiram ou obstruam as rotas de fuga, assim como na fase de obras não poderá haver barreiras para acesso às saídas de emergência ou bloqueio dos sistemas de proteção e combate a incêndios Nenhum dos projetos poderá apresentar elementos que de alguma forma interfiram nas fachadas do edifício Os extintores manuais localizados no interior das unidades privativas (uma unidade de pó químico e uma unidade de dióxido de carbono - CO 2 ) deverão ser mantidos, preferencialmente, em suas posições originais Não é permitida a utilização de qualquer tipo de tubulação em PVC (cloreto de polivinila), sem que esta seja comprovadamente anti-chama Todos os projetos devem atender ao disposto no Decreto Estadual Nº , de 31 de Agosto de 2001 e às Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo (CBPMESP), em suas últimas edições publicadas. 2. PROJETO DE ARQUITETURA 2.1. O projeto de arquitetura deverá ser elaborado por arquiteto ou engenheiro civil habilitado no CREA O projeto deve estar em conformidade com as Normas Técnicas: NBR Elaboração de projetos de Edificações - Arquitetura, NBR Participação dos intervenientes em serviços e obras de engenharia e arquitetura, NBR Recebimento de serviços e obras de engenharia e arquitetura, NBR Representação de projetos de arquitetura,, ou qualquer outra norma e portaria a ser adotada por órgãos públicos competentes O projeto deverá ainda apresentar total atendimento ao Decreto Federal Nº de 02 de Dezembro de , e à NBR Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos O projeto de arquitetura de interiores deve apresentar: a. Projeto executivo, memorial descritivo e ART.; b. Plantas de arquitetura de interiores com layout de distribuição de móveis e equipamentos e cotas; Considerando a NBR 9050 de interesse social, o Ministério Público firmou compromisso com a ABNT disponibilizando gratuitamente a Norma na Internet através do link: Página 9 de 44

12 c. Especificação técnica de materiais de acabamento 8 ; d. Planta de forro, com distribuição de todos os equipamentos, instalações e indicações de septos (para compatibilização e verificação de interferências); e. Planta de piso com indicação de materiais; f. Cortes transversal e longitudinal com indicação de níveis e alturas; g. Detalhe do encontro entre divisórias internas e perfil da fachada de vidro da torre; h. Caso necessário, detalhes complementares referentes a elementos atípicos poderão ser solicitados pela equipe técnica da Gerência do Condomínio Todos os ambientes devem ser identificados de forma clara e distinta, permitindo fácil identificação e referência de todas as áreas na planta baixa. Alternativamente poderá ser adotado sistema de eixos verticais e horizontais, espaçados de maneira adequada Divisórias internas devem ser de material incombustível 9 (gesso acartonado, madwall ou similar). Não serão aceitas divisórias de madeira em razão do aumento considerável da carga incêndio. Materiais alternativos poderão ser submetidos à análise técnica e aprovação da Gerência do Condomínio, desde que devidamente acompanhados de documentação técnica pertinente Quando houver elementos decorativos (divisórias, carpetes, pisos vinílicos, persianas, forros etc.) em materiais combustíveis, os mesmos deverão ser isolados por gesso, material incombustível ou serem adequadamente tratados com retardantes de chamas aprovados para a aplicação, conforme Instrução Técnica Nº 10/04 do CBPMESP. E no sentido de demonstrar o correto atendimento ao item da referida Instrução Técnica, deverá ser fornecida declaração do fornecedor, datada e em papel timbrado, que o material fornecido para esta obra, atende à aludida norma e em anexo os laudos técnicos dos ensaios dos materiais utilizados. Abaixo segue sugestão para declaração: Declaramos para os devidos fins que a (nome da empresa) forneceu (quantidade) do (tipo e modelo do produto) para os escritórios da (nome do Cliente) na(s) unidade privativa(s) (x) do Edifício Torre Sul, localizado na Rua James Joule nº 65 São Paulo / SP, e que aludido material atende ao disposto na Instrução Técnica Nº 10/2004 Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo conforme laudo(s) técnico(s) em anexo. 8 Devem ser especificados inclusive os materiais de acabamento dos mobiliários e demais materiais utilizados para fins de decoração da unidade, por exemplo, cortinas, tecidos de divisórias e tapetes. 9 Material incombustível. Aquele que, da maneira em que está sendo empregado e sob circunstâncias antecipadas, não se inflame, queime, sustente combustão, ou libere vapores inflamáveis quando sujeitado ao fogo ou ao calor (testado de acordo com ASTM E método padrão do teste para o comportamento dos materiais em fornalha de tubo vertical a 750 ºC). Ou aquele que esteja em conformidade com Classe I ou IIA de acordo com Instrução Técnica No. 10/04 do CBPMESP, ou seja, conforme NBR 9442 ou ASTM E 662. Página 10 de 44

13 2.8. Conforme Instrução Técnica N 10/2004 do CBPMESP, rodapés, cordões e arremates são considerados como material de acabamento Piso e assim, admite-se para uso nas unidades privativas do Edifício Torre Sul, somente materiais classificados como Classe I, II-A, III-A ou IV-A. Ressalta-se porém, que quando aludidos acabamentos serem utilizados em áreas consideradas rota de fuga em caso de emergência, será permitido somente o uso de materiais das Classes I e II-A. Deverá ser apresentada a declaração do fornecedor conforme o item acima Destaca-se ainda que o uso de rodapés de madeira (material combustível) só será permitido, se os mesmos forem adequadamente tratados com retardante ao fogo Classe A. Aludido tratamento deve ser realizado conforme periodicidade mínima indicada pelo fabricante (sugere-se anualmente) a fim de que sejam mantidas condições adequadas de proteção. Deverá ser apresentado Laudo Técnico comprovando a eficácia da proteção Em atendimento ao disposto em da Instrução Técnica N 11/ as portas das rotas de saída e aquelas das salas com capacidade acima de 50 pessoas, em comunicação com acessos e descargas, devem abrir no sentido do trânsito de saída Conforme disposto em da Instrução Técnica N 22/2004 do CBPMESP, o sistema de combate a incêndios por hidrantes deve alcançar através de no mínimo um esguicho, toda a área a ser protegida, considerando o comprimento da mangueira de incêndio disposta por seu trajeto real e desconsiderando o alcance do jato de água. Isto posto, não será permitido implementação de barreiras físicas proporcionando desvios consideráveis no percurso dos lances de mangueira, inviabilizando a cobertura completa da área de risco Conforme itens 5.4, alíneas b e c, e da mesma Instrução Técnica N 11/2004 do CBPMESP, as rotas de fuga devem ser mantidas livres de quaisquer obstáculos (mesas, cadeiras, máquinas copiadoras, máquinas de café etc.), e possuir largura mínima de 1,20m (um metro e vinte centímetros) Considerando a manutenção das condições de segurança contra incêndio da edificação, recomenda-se que não sejam locados armários e arquivos (materiais combustíveis) com altura superior a 1,20 m próximos às janelas das fachadas. Destaca-se que a implementação de material combustível acima desta altura facilita a propagação de eventual incêndio para o pavimento superior O piso da unidade deverá ser alinhado com o piso do hall De acordo com o disposto no Manual do Usuário, a estrutura de edificação é composta por um sistema reticulado, utilizando concreto armado e protendido. Não é possível a retirada total ou parcial de pilares, vigas e lajes De maneira análoga, aludida estrutura não deve ser sobrecarregada com peso superior a 400 kgf/m² para área de carpete, e 300 kgf/m² para as demais áreas. 10 Mandatória conforme inciso 1 do Artigo 23 do Decreto Estadual No de 31/08/2001. Página 11 de 44

14 2.17. Quando do uso de arquivos deslizantes, deverá ser apresentado atestado do fornecedor indicando que referidos arquivos, tomados em sua carga máxima, não superam os limites estabelecidos em As paredes internas das unidades privativas, quando não constituírem elementos estruturais, foram executadas em blocos de concreto com argamassa. As perfurações em paredes próximas às instalações hidráulicas, ao quadro de luz e em alinhamentos verticais de interruptores e tomadas devem ser evitadas a fim de não provocarem acidentes. Para assegurar uma fixação sólida, bem como para verificação das demais recomendações, consulte o Manual do Usuário do Edifício Torre Sul Para garantir uniformidade das fachadas externas, conforme a convenção do condomínio, na utilização de persianas junto às vidraças que dão para áreas externas do edifício, terão que atender a um padrão único de tonalidade e tipo. O padrão adotado no Edifício Torre Sul apresenta as seguintes características: - Modelo Rolô - Sistema MechoShade; - Mola LAM (Lift Assist Mechanism) para peças acima de 5,40 m 2 ; - Correia em aço inox; - Closure em alumínio estruturada liga 6063, anodizado ou com pintura eletrostática; - Base (perfil inferior) estruturada liga 6063, anodizado ou com pintura eletrostática; - Tecido tipo Sheerweave 4005; - Composição 21% poliéster e 79% PVC; - Tecido com retardante de chamas em conformidade com NFPA 701; - Bloqueio raios UV 93% - Fator de abertura 6%; - Cor Alabaster; - Peso 630 g/m Não são permitidas modificações na caixilharia das unidades privativas. Para demais especificações e recomendações, consulte o Manual do Usuário Deve ser preservada a integridade das selagens corta-fogo existentes nos diversos shafts (através de painéis de lã de rocha) e na envoltória do edifício. Se de todo necessário, as selagens poderão ser removidas e posteriormente refeitas por empresas tecnicamente qualificadas para tal. Deverá ser fornecido Laudo Técnico do trabalho, acompanhado da respectiva ART Vidros e caixilhos do edifício não deverão ser modificados. Em caso de sinistro, comunicar à Gerência do Condomínio e seguir as orientações contidas no Manual do Usuário. Página 12 de 44

15 2.23. Quando utilizadas cortinas ou persianas nas divisórias da unidade, estas também devem ser constituídas de material incombustível e sujeitas à análise da Gerência, através de sua especificação na planta baixa com layout apresentada no projeto As unidades privativas apresentam forros com modulação em perfis de alumínio pintados de branco com 1250 x 1250 mm e placas de fechamento em fibra mineral de 1250 x 625 mm, com resistência a chamas Classe I. Novos forros poderão ser atirantados na laje superior respeitando-se o limite máximo de 13 kg/m 2 (treze quilogramas por metro quadrado). Outros materiais serão permitidos somente após Parecer Técnico favorável do calculista estrutural da edificação, devidamente acompanhado da respectiva ART, custeados pelo interessado Não serão admitidos materiais combustíveis ou inflamáveis acima dos forros Observa-se que o rebaixamento de forro implica na possibilidade da extensão da rede de chuveiros automáticos (sprinklers) sob o mesmo. Aludida extensão da rede e respectivos equipamentos deverão ser projetados, instalados e custeados diretamente pelo locatário Forros em madeira somente serão aceitos se adotadas simultaneamente as seguintes medidas complementares de segurança contra incêndio: - tratamento do forro com pintura retardante para 60 (sessenta) minutos; - instalação de bicos de chuveiros automáticos (sprinklers) acima do forro; - instalação de detectores ópticos de fumaça acima do forro Nas unidades privativas foram aplicadas impermeabilizações somente sob os revestimentos finais dos pisos dos banheiros, copas e da casa de máquinas do ar condicionado, conforme especificado no Manual do Usuário. Modificações com relação à construção de novos banheiros (incluindo a implementação dos banheiros previstos no projeto de instalações hidráulicas do pavimento tipo), copas ou cozinhas, deverão seguir o Procedimento para Impermeabilização de Novas Áreas estabelecido no Anexo II deste documento. 3. PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFONIA 3.1. Projetos executivos de instalações elétricas, som e telefonia devem ser elaborados por engenheiro eletricista habilitado no CREA e ter como base o projeto de arquitetura atendendo recomendações expressas nas normas da ABNT, em especial NBR Instalações elétricas de baixa tensão, NBR 7.285, NBR e NBR Página 13 de 44

16 3.2. O projeto de instalações elétricas deve apresentar: a. Projeto executivo, memorial descritivo e ART; b. Plantas do forro e do teto com iluminação e circuitos; c. Plantas de tomadas, pontos de telefone, interfone, som, alarme, tubulações e instalações especiais; d. Quadro de cargas; e. Diagramas trifiliares de Quadros de Força apresentando as potências instaladas e demandadas Deve ser mantida a independência as instalações elétricas de cada unidade privativa quando da ocupação total de um pavimento, a fim de resguardar a segurança dos ocupantes contra contato diretos ou indiretos com circuitos elétricos supostamente desenergizados em conformidade com da NBR 5.410/ As unidades privativas são alimentadas por circuito trifásico dedicado (3F+N#25 + T#16 mm 2 ), em baixa tensão 380 / 220 V - 60 Hz A alimentação elétrica de cada unidade privativa dos pavimentos tipo faz-se a partir do QFL-TIPO (dois por andar). Embora a carga instalada nas unidades privativas seja de 31,51 kw (acrescenta-se a este montante 3,59 kw de reserva), foi projetada uma demanda elétrica de 28,43 kw 11 por unidade privativa Ratifica-se as cargas elétricas projetadas para demais áreas : Área Carga Instalada Carga Reserva Demanda Projetada 18º pavimento 41,12 kw 8,46 kw 41,15 kw Loja 79,20 kw 15,84 kw 76,03 kw Teatro ,57 kw Som 46,30 kw - 46,30 kw Restaurante kw - 65,00 kw 3.7. Caso a demanda requerida exceda o projetado inicialmente, deverá ser verificada viabilidade técnica para aumento de carga junto a Gerência do Condomínio e concessionária local Custos decorrentes de referida análise e eventual alterações necessárias para aumento de carga correrão por conta e às expensas do responsável pela obra Destaca-se que as luminárias e tomadas existentes nas unidades privativas (salão, copas e banheiros) são alimentadas por circuitos monofásicos em 220 V. Para implementação de pontos 127 V (projeto e execução às expensas do usuário), existe em cada unidade privativa, 1 (um) transformador trifásico isolador a seco de potência de 25 kva de potência, tensão primária 380 V em delta, tensão secundária 220 / 127 V em Y. 11 Conforme constante da revisão 5 (as-built) da folha PZ2-EL-038 do Projeto de Instalações Elétricas desenvolvido por MHA Engenharia Ltda. e executado por Sanhidrel Hidráulica e Elétrica. Página 14 de 44

17 3.10. Para implementação de novas tomadas alimentadas em 220 V é mandatário a utilização de plugs modelo 3P da linha Pialplus de Pial Legrand 12, juntamente com etiqueta auto-adesiva indicativa da tensão disponível Ressalta-se que a alimentação elétrica do fan coil existente de cada unidade privativa é independente do QFL-TIPO e encontra-se pronta para utilização. A alimentação de novos condicionadores de ar deverá ser provida a partir do referido QFL-TIPO e a carga considerada quando da customização do projeto de instalações elétricas A edificação é dotada de Sistema de Proteção Elétrica interligado em equipotencial. É disponibilizado ponto para proteção elétrica (aterramento) no QFL da unidade A eficácia do sistema de proteção elétrica (aterramento) assegura sem perigo, o total escoamento de correntes de falta, fuga à terra e sobretensões, satisfazendo as necessidades de segurança pessoal, e das necessidades funcionais das instalações como um todo. Portanto, todas as partes metálicas não destinadas à condução de corrente devem ser ligadas através de condutores de proteção elétrica (PE), aos terminais de aterramento mais próximos. Isto posto, ressalta-se que todos os aparelhos ou equipamentos elétricos, tais como microcomputadores, copiadoras, luminárias e outros, deverão ser devidamente aterrados através de fiação apropriada juntamente com os cabos dos respectivos alimentadores Os condutores de proteção elétrica bem como os condutores neutro não devem conter dispositivos que possam causar sua interrupção Os fios e cabos elétricos utilizados para proteção elétrica (aterramento), assim como para condução de neutro, deverão, obrigatoriamente ser de cobre e encapados na coloração verde/amarelo e azul claro respectivamente É obrigatória a utilização de dispositivo de proteção a corrente diferencial - residual (DR) com capacidade adequada para proteção contra contatos diretos e indiretos Eventuais quadros elétricos complementares deverão possuir barramento isolado, sendo localizados em local de fácil acesso, permitindo a abertura total da porta Segundo a seção do Capítulo 4 (quatro) da NBR 5410 toda instalação deve ser dividida em vários circuitos de acordo com as necessidades, devendo cada circuito ser concebido de forma a poder ser seccionado sem risco de realimentação inadvertida, através de outro circuito Os circuitos terminais devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Em particular, devem ser previstos circuitos independentes para equipamentos de corrente nominal superior a 10A e sua proteção e alimentação devidamente dimensionados para atender a necessidade do mesmo. 12 Página 15 de 44

18 3.20. Todo circuito elétrico deve ser protegido por dispositivos que interrompam a corrente neste circuito, quando esta, em pelo menos um de seus condutores, ultrapassar o valor da capacidade de condução de corrente, ou quando percorrido por uma corrente de curto circuito, evitando a deterioração da isolação dos condutores As conexões de condutores entre si e com equipamentos devem ser adequadas aos materiais dos condutores ou dos terminais dos equipamentos e instaladas e utilizadas de modo adequado, a fim de suportar os esforços solicitados e garantir a condutividade e a segurança. Devem ainda obedecer aos demais itens dispostos em da NBR Sobre a instalação dos condutores propriamente dita, devem formar trechos contínuos entre as caixas de derivação - as emendas e derivações devem ficar dentro destas caixas. Condutores emendados ou cuja isolação tenha sido danificada e recomposta com fita isolante ou outro material não devem ser enfiados em eletrodutos ou colocados por sobre perfilados ou eletrocalhas A classe de isolação elétrica para os diversos quadros e seus respectivos componentes deverá ser de no mínimo 450V A distribuição de luminárias na unidade privativa foi projetada para garantir luminosidade média de 500 Lux, considerando determinadas premissas de utilização, limpeza e manutenção periódicas destas Em caso de luminárias que necessitem de reatores, estes deverão ser obrigatoriamente do tipo alto fator de potência (fp > 0,92) e assentados sobre material isolante térmico e incombustível Os eletrodutos de distribuição de energia quando embutidos em alvenaria deverão ser em PVC anti-chama, rígido, roscável, conforme NBR Eletrodutos aparentes serão do tipo galvanizado eletrolítico A distância máxima entre suportes para suspensão de eletrodutos em trechos retos não deve superar 2 (dois) metros Todos os cabos devem ser individualmente identificados, através de etiquetas auto-adesivas indeléveis adequadas, na sua origem, no destino e em todas as caixas de passagem Durante a obra deverão ser tomados os cuidados para não obstruir ou bloquear pontos com revestimento da parede Recomenda-se a utilização de no-breaks para equipamentos de uso ininterrupto do tipo servidores, microcomputadores, equipamentos de telecomunicações e outros considerados essenciais O sistema de geração de energia elétrica de emergência desta instalação, composto por 4 (quatro) moto-geradores de 450 kva cada, foi projetado para suprir as necessidades de energia elétrica de todo o edifício por 48 (quarenta e oito) horas, atendendo tanto as áreas comuns como as privativas, mantendo assim sua operacionalidade e garantindo a segurança de seus ocupantes. Página 16 de 44

19 3.32. Preferencialmente, o projeto de telefonia deve estar representado em conjunto com o projeto de instalações elétricas. Projetos de cabeamento estruturado ou telemática também serão aceitos para análise Os eletrodutos de telefonia e dados deverão ser do tipo galvanizado eletrolítico quando instalados em áreas com ou sem forro. Quando embutidos em alvenaria, os eletrodutos serão de PVC rígido roscável, não sendo válida esta condição para eletrodutos em paredes tipo dry wall, onde devem ser do tipo flexível metálico, sem capa de PVC Inicialmente, foi prevista a implementação de até 30 (trinta) pares telefônicos por unidade privativa. Referidos pares podem atender linhas telefônicas convencionais ou ainda permitir a ligação de diversos troncos padrão Atrium Telecom Cabe ao Usuário, conforme sua conveniência, optar por implementar seu próprio serviço de telecomunicações ou utilizar os serviços providos pela operadora instalada no Edifício Torre Sul - Atrium Telecom Ressalta-se que é mandatória a integração com o sistema de comunicação interna do condomínio, ou seja, independente de sua opção, cada unidade privativa deve poder ser acessada pela Recepção, Gerência Predial ou ainda pela Central de Segurança do condomínio através de ramal interno do sistema de telefonia existente, gerenciado pela mesma Atrium Telecom O Usuário que optar pelos serviços Atrium Telecom estará automaticamente integrado aos ramais internos do condomínio, atendendo às necessidades especificadas no item anterior. Já os que optarem por implementar um sistema de telecomunicações proprietário, deverão disponibilizar troncos em seu equipamento para ligação ao(s) ramal(is) que deverá(ão) ser contratado(s) junto à Atrium Telecom, de modo a implementar no mínimo 1 (um) ramal por cada posto de recepção e 1 (um) ramal por posto de telefonista Objetivando resguardar a segurança dos usuários do Edifício Torre Sul, destaca-se que todos os aparelhos telefônicos implementados no edifício (quer seja em área comum ou em área privativa) devem poder acessar o número de emergência da Central de Segurança, através de ramal Recomenda-se que seja implementada junto a cada aparelho telefônico, comunicação visual adequada na cor vermelho segurança, com os seguintes dizeres: EMERGÊNCIA : DISQUE Esta edificação foi dotada de infra-estrutura construtiva vertical e horizontal necessárias à implementação de modernos recursos de telecomunicações, podendo atender às variadas e crescentes necessidades de seus usuários. Para maiores informações, favor consultar a Gerência do Condomínio Devem ser rigorosamente observadas e seguidas as recomendações descritas no Manual do Usuário. 13 Mediante contrato específico, às expensas do Usuário. Destaca-se que esta empresa já realiza a comunicação interna no condomínio. Página 17 de 44

20 4. PROJETO DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS 4.1. Deve-se atender às recomendações expressas na NBR 5626 Instalação predial de água fria, NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente (quando necessário) e NBR 8160 Símbolos gráficos de aplicação geral, e complementares O projeto executivo das instalações hidráulicas e sanitárias deverá ser elaborado por profissional habilitado pelo CREA O projeto de instalações hidráulicas e sanitárias deve apresentar: a. Projeto executivo, memorial descritivo e ART; b. Plantas em escala 1:25 das áreas envolvidas com indicação, especificação e cotas; c. Esquema isométrico; d. Memória de cálculo; e. Laudos dos testes de estanqueidade Os projetos e memoriais descritivos, tendo como base o projeto de arquitetura, deverão ser desenvolvidos a partir dos pontos de água potável e de esgoto fornecidos pela Gerência do Condomínio É expressamente vedada a utilização de tubulação destinada à drenagem dos fan coils para uso de descarga de esgoto ou mesmo de água de lavagens Novamente, destaca-se a necessidade da execução de tratamento de impermeabilização adequado conforme Anexo II nas áreas em que novos pontos hidráulicos forem implementados. 5. PROJETO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO MECÂNICA 5.1. Deve-se atender às recomendações expressas na NBR Instalações Centrais de Ar Condicionado para Conforto Parâmetros Básicos de Projeto e NBR Símbolos gráficos de aplicação geral, e complementares Alterações e/ou complementações no Sistema de Condicionado de Ar deverão ser realizadas mediante projeto executivo a ser elaborado por profissional habilitado no CREA O projeto de ar condicionado deve apresentar: a. Projeto executivo, memorial descritivo e ART.; b. Plantas com locação dos dutos e demais elementos do sistema e especificação dos mesmos; c. Simbologia destacando partes do sistema a manter, a acrescentar, a retirar ou a reposicionar, bem como adequado posicionamento dos termostatos; Página 18 de 44

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