FACTORES DE COMPETITIVIDADE Assegurar a Qualificação do Território e das Cidades Aumentar a eficiência da Governação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACTORES DE COMPETITIVIDADE Assegurar a Qualificação do Território e das Cidades Aumentar a eficiência da Governação"

Transcrição

1 O Papel do QREN na Dinamização da Economia Transmontana ÍNDICE QREN Quadro de Referência Estratégico Nacional das orientações à estruturação Programas Operacionais Temáticos DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA LOCAL Potenciar a criação de emprego, formando e qualificando Programa Operacional da Região do Norte Ponto de Situação Alfândega da Fé - 8 de Junho de 2007 Grande Desígnio Estratégico I. QREN Das orientações à estruturação Qualificação dos portugueses e das portuguesas valorizando o conhecimento, a ciência, a tecnologia e a inovação Promoção de níveis elevados e sustentados de desenvolvimento económico e sócio cultural e de qualificação territorial Quadro de valorização da igualdade de oportunidades Aumento da eficiência e qualidade das instituições Públicas

2 Prioridades Estratégicas Nacionais Três Agendas Temáticas Promover a Qualificação dos Portugueses POTENCIAL HUMANO Promover o Crescimento Sustentado Garantir a Coesão Social FACTORES DE COMPETITIVIDADE Assegurar a Qualificação do Território e das Cidades Aumentar a eficiência da Governação VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Princípios Orientadores Pressupostos/Enquadramento Regulamentos/Orientações da Comissão Europeia Concentração Selectividade Viabilidade Económica Sustentabilidade Financeira Coesão e Valorização Territoriais Gestão e Monitorização Estratégica Os Programas Operacionais são monofundos. O Fundo de Coesão tem as mesmas regras que os Fundos Estruturais. O FEADER e o FEP não estão presentes nos PO do QREN, mas constituem Programas Autónomos. Enfoque na Estratégia de Lisboa Earmarking % de recursos afectos aos objectivos ligados ao incremento da competitividade das Regiões e à criação de emprego. Nas regiões competitividade e emprego 75% Nas regiões convergência 60%

3 Pressupostos/Enquadramento A elegibilidade das Regiões Resolução de Conselho de Ministros nº 25/2006 Estabelece as prioridades do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) Define a estrutura do QREN e o modelo de governação. Resolução de Conselho de Ministros nº 420/2006 Determina a dimensão financeira dos Programas Operacionais FSE representa 37% das dotações financeiras dos Fundos Estruturais Programas Operacionais Regionais representam 55% do total do FEDER a aplicar no Continente Estabelece os limiares mínimos a afectar nos PO Regionais às temáticas: Factores de competitividade 45% Valorização territorial 39% Arquitectura do QREN Arquitectura do QREN Quadro de Referência Estratégico Nacional Fundo Estrutural em PO Factores de Competitivi dade (FEDER) PO Potencial Humano (FSE) PO Valorização do Território (FEDER e FC) Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve TOTAL Açores Madeira

4 Programas Operacionais Temáticos II. Os Programas Temáticos POTENCIAL HUMANO FACTORES DE COMPETITIVIDADE FSE FEDER VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO FEDER F. Coesão Do Diagnóstico à definição das Prioridades Estratégicas Metodologia e processo de elaboração III. O Programa Operacional da Região do Norte As Pessoas As Instituições As Actividades Económicas O Território Síntese dos Grupos de Prospectiva Análise SWOT Construção de Cenários Visão Prioridades Estratégicas Actualização do Diagnóstico Prospectivo Definição da Estratégia de Desenvolvimento Regional

5 As Prioridades Estratégicas Norte 2015 A VISÃO NORTE 2015 I. Norte I.TEC Intensificação tecnológica da economia da Região, quer das indústrias tradicionais, quer por via do aumento considerável do peso de actividades industriais, hoje, ainda, emergentes, quer através do desenvolvimento de uma plataforma de prestação de serviços de elevado valor acrescentado II. Norte S.CORE Assegurar de forma sustentada a competitividade da Região, desenvolvendo os aspectos sistémicos da competitividade, promovendo um ensino de qualidade aos mais diversos níveis e processos de formação contínua e de aprendizagem ao longo da vida e qualificando a Área Metropolitana e as principais cidades médias que estruturam o sistema urbano regional III. Norte E.QUALITY Promover uma sociedade e um território inclusivos, melhorando a equidade do acesso dos cidadãos aos principais bens e serviços, revitalizando zonas degradadas dos principais centros urbanos e das áreas rurais em forte declínio populacional e valorizando os recursos do(s) território(s) Dimensão Financeira O Programa Operacional Regional do Norte O Programa Operacional Regional do Norte: Prioridades Estratégicas Programa Operacional Regional Representa 36,8% da dotação financeira dos Programas Operacionais Regionais; Representa 12,5 % da dotação financeira do QREN; Disporá de 2,7 Mil Milhões de Euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) (contra 2,1 mil milhões no actual Programa); Deverá viabilizar quase 4,25 Mil Milhões de Euros de Investimento na Região, a aprovar até Considerando globalmente o QREN, a Região do Norte poderá beneficiar de cerca de 8 Mil Milhões de Euros dos Fundos Estruturais I. Competitividade, Inovação e Conhecimento, Objectivos Específicos Consolidação dos serviços colectivos regionais de suporte à inovação e promoção do sistema regional de inovação, Apoio à criação e consolidação de clusters emergentes e de empresas de base tecnológica em sectores que promovam interface com as competências e capacidades regionais em C&T, Requalificação, inovação e reforço das cadeias de valor nos sectores de especialização; Promoção da economia digital e da sociedade do conhecimento Promoção e desenvolvimento da rede de parques de C&T e de operações integradas de ordenamento e de acolhimento empresarial Promoção de acções colectivas de desenvolvimento empresarial, Promoção de acções da eficiência energética. II. Qualificação Ambiental e valorização económica de recursos específicos, Valorização económica da excelência turística regional, Valorização sustentável do litoral, recursos marinhos e promoção da economia do mar, Valorização da cultura e da criatividade, Valorização de novos territórios de aglomeração de actividades económicas, Valorização económica de recursos endógenos em espaços de baixa densidade e diversificação da actividade económica do(s) território(s) rural(is), Gestão activa da Rede Natura e da biodiversidade, Valorização e qualificação ambiental. III. Qualificação do sistema urbano, Promoção de redes urbanas para a competitividade e inovação, Promoção de operações integradas de valorização económica em zonas de excelência urbana, Promoção de operações integradas em zonas prioritárias de regeneração urbana, Promoção da mobilidade urbana. IV. Valorização do território para a coesão; Qualificação dos serviços colectivos territoriais de proximidade, Promoção de uma sociedade inclusiva e da igualdade de oportunidades, Desenvolvimento de infraestruturas de mobilidade subregional V. Governação e capacitação institucional Modernização do Governo electrónico regional e local, Facilitar a relação das empresas e dos cidadãos com a administração desconcentrada e local, Promoção da capacitação institucional para o desenvolvimento regional e local, Capacitação da Autoridade de Gestão para o eficaz desenvolvimento das suas competências

6 O Programa Operacional Regional do Norte EIXOS PRIORITÁRIOS DISTRIBUIÇÃO FINANCEIRA Objectivos Específicos dos Eixos Prioritários Competitividade, Inovação e Conhecimento Eixo Prioritário I) Competitividade, Inovação e Conhecimento II) Qualificação Ambiental e Valorização Económica de Recursos Específicos III) Qualificação do Sistema Urbano IV) Valorização do Território para a Coesão V) Governação e Capacitação Institucional FEDER 787 M 400 M 525 M 770 M 230 M PO% 29% 14,75% 19,35% 28,4% 8,5%... Requalificar, inovar e reforçar as cadeias de valor nos sectores de especialização Promover acções colectivas de desenvolvimento empresarial Promover acções de eficiência energética TOTAL M 100% Tipologias de Acções Objectivos Específicos dos Eixos Prioritários Competitividade, Inovação e Conhecimento Qualificação Ambiental e Valorização Económica de Recursos Apoio à Intensificação tecnológica em empresas ligadas a actividades tradicionais Promoção da gestão integrada e profissional de infra-estruturas de acolhimento industrial Apoio à implementação de tecnologias de suporte à concepção e desenvolvimento de redes de cooperação entre empresas e/ou sectores Oferta integrada de serviços inovadores de apoio às empresas junto das associações empresariais (criação polos de competência) Projectos Piloto de utilização racional de energia e fontes renováveis Valorizar a cultura e a criatividade Gerir Activamente as áreas da Rede Natura e de Biodiversidade Valorizar novos territórios de aglomeração de actividades económicas Valorizar economicamente os recursos endógenos de espaços de baixa densidade e diversificar a actividade económica dos territórios

7 Tipologias de Acções Tipologias de Acções Qualificação Ambiental e Valorização Económica de Recursos Qualificação Ambiental e Valorização Económica de Recursos Intervenções integradas de gestão activa de espaços de sustentabilidade (alojamento, animação turístico-desportiva, promoção do lazer, promoção de serviços e produtos locais) e acções de sensibilização e educação ambiental Promoção da oferta de espaços ordenados para a localização industrial em territórios de baixa densidade Programas de acção de desenvolvimento turístico, valorizando sub espaços regionais de âmbito supra municipal Promoção de operações integradas de valorização de pólos de excelência rural: valorização e requalificação do espaço público; incentivo às actividades turísticas e artesanais e desenvolvimento de produtos locais; diversificação de actividades em meio rural; requalificação ambiental e paisagística; Valorização e gestão integrada de Sistemas Produtivos Locais potenciando as vantagens de cooperação de conjuntos de empresas e de instituições próximas Promoção de serviços económicos de proximidade com apoio a iniciativas locais de emprego Objectivos Específicos dos Eixos Prioritários Tipologias de Acções Valorização do Território para a Coesão Valorização do Território para a Coesão Qualificar os serviços colectivos territoriais de proximidade Promover uma sociedade inclusiva e da igualdade de oportunidades Desenvolver infra estruturas de mobilidade sub regional Implementação de Programas de Acção Intermunicipal de Serviços Colectivos Territoriais de Proximidade Acções integradas de desenvolvimento social Projectos de desenvolvimento social e comunitário e combate à exclusão, melhoria das redes de serviço e equipamentos de promoção e apoio social Projectos estruturantes integrados nos esquemas directores dos serviços colectivos regionais de transportes de passageiros e de mercadorias

8 Objectivos Específicos dos Eixos Prioritários Tipologias de Acções Governação e Capacitação Institucional Governação e Capacitação Institucional Modernizar o Governo electrónico regional e local Melhorar a relação das empresas e dos cidadãos com a administração desconcentrada e local Promover a capacitação institucional para o desenvolvimento regional e local... Acções de articulação de serviços colectivos regionais, sub regionais e locais Governo Electrónico Projectos integrados de modernização de serviços colectivos ao cidadão e às empresas Instrumentos de gestão e monitorização do território, das infra estruturas e dos equipamentos colectivos Projectos inovadores e de elevado efeito demonstrativo de valorização regional e local com distintas parcerias Complementaridade entre Programas e Instrumentos A implementação da Visão e Prioridades Estratégicas do NORTE 2015 depende da convergência e complementaridade do conjunto dos instrumentos financeiros do QREN, do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e do Fundo Europeu para a Pesca. IV. Ponto de Situação

9 A nível Nacional A nível Regional Decisão e Aprovação dos PO Planeamento atempado e concertado Envio dos Programas Operacionais (PO) para apreciação da Comissão Europeia até 5 de Março de Apreciação da admissibilidade dos PO pela Comissão Europeia - na 2ª metade de Abril/07. Reuniões entre a Comissão Europeia e os responsáveis pelos PO em Maio/07. Prevê-se que a decisão final da Comissão Europeia sobre os PO seja conhecida em Julho/07. PLANOS DE ACÇÃO DE BASE NUTS III - capazes de promover a qualidade e a escala aos projectos numa lógica intermunicipal. PLANOS DE INTERVENÇÃO EM SECTORES ESTRATÉGIOS nos sectores de especialização/tradicionais...,... Biotecnologia e Agroalimentar, TIC... Programação fina de indicadores de realização, resultado e impacto. Elaboração dos Regulamentos Acções de divulgação para recepção de candidaturas O Papel do QREN na Dinamização da Economia Transmontana

Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação. IV.1. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos. Tipologia de Investimento

Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação. IV.1. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos. Tipologia de Investimento Eixo IV _ Coesão Territorial e Governação IV.. Infraestruturas e Equipamentos Colectivos Tipologia de Investimento Eixo IV IV. Objectivo Consolidar a cobertura regional das infra-estruturas e equipamentos

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES PROCONVERGENCIA PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO XI

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES PROCONVERGENCIA PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO XI REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES PROCONVERGENCIA PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA AVISO DE ABERTURA DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO XI ASSISTÊNCIA TÉCNICA FEDER Fundo Europeu de Desenvolvimento

Leia mais

Reabilitação Urbana Integrada: Dinamização da Atividade Económica Projetos de intervenção no comércio tradicional

Reabilitação Urbana Integrada: Dinamização da Atividade Económica Projetos de intervenção no comércio tradicional Reabilitação Urbana Integrada: Dinamização da Atividade Económica Projetos de intervenção no comércio tradicional Amadora, 4 de Junho de 2012 Competências da DGAE À DGAE compete, em articulação com os

Leia mais

Eis por que me deterei nos seguintes aspectos 1. orçamento da PAC: perspectivação histórica

Eis por que me deterei nos seguintes aspectos 1. orçamento da PAC: perspectivação histórica Novo Ciclo de Fundos Estruturais para a Agricultura (2014-2020) 2020) M. Patrão Neves Deputada ao Parlamento Europeu www.patraoneves.eu Fundos Estruturais para a Agricultura A questão do Novo Ciclo de

Leia mais

Eixo VI _ Assistência Técnica. VI.1. Gestão Operacional e Monitorização Estratégica

Eixo VI _ Assistência Técnica. VI.1. Gestão Operacional e Monitorização Estratégica _ Assistência Técnica CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data Descrição N. de Página 1ª 2008.05.15 5 Pág. 1 de 5 Objectivo Assegurar as condições adequadas para a gestão, acompanhamento, avaliação, monitorização

Leia mais

O MONTADO DE SOBRO E A CORTIÇA

O MONTADO DE SOBRO E A CORTIÇA O MONTADO DE SOBRO E A CORTIÇA CARACTERIZAÇÃO Pretende-se valorizar um recurso endógeno de grande valor e significado económico como é o montado de sobro e cortiça para o qual pretendem encontrar novas

Leia mais

OTIC- IPS Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento

OTIC- IPS Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL OTIC- IPS Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento 28 de Novembro de 2006 Agenda Como surgiu Missão Objectivos Estrutura organizativa Principais linhas de

Leia mais

PRINCÍPIOS GERAIS PRINCÍPIOS GERAIS PRINCÍPIOS GERAIS NÍVEIS DA REFORMA PRINCÍPIOS GERAIS. Funções de suporte Apoio à Governação Gestão de Recursos

PRINCÍPIOS GERAIS PRINCÍPIOS GERAIS PRINCÍPIOS GERAIS NÍVEIS DA REFORMA PRINCÍPIOS GERAIS. Funções de suporte Apoio à Governação Gestão de Recursos PRINCÍPIOS GERAIS Funções de suporte Apoio à Governação Gestão de Recursos Funções Operacionais 30-03-2006 1 30-03-2006 2 PRINCÍPIOS GERAIS Apoio à Governação (em todos os Ministérios) Serviços de planeamento,

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve

Programa Operacional Regional do Algarve Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Domínios Temáticos ISE e CH Inclusão Social e Emprego Capital Humano Abordagens Territoriais Integradas

Leia mais

SISTEMAS DE INCENTIVO QREN. Carlos Castro

SISTEMAS DE INCENTIVO QREN. Carlos Castro SISTEMAS DE INCENTIVO QREN Carlos Castro SISTEMAS DE INCENTIVOS QREN Destinatários Empresas De qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica Associações Empresariais Entidades do Sistema Científico e

Leia mais

ALENQUER NO QUADRO DO PORTUGAL 2020. 7 de Setembro de 2015

ALENQUER NO QUADRO DO PORTUGAL 2020. 7 de Setembro de 2015 ALENQUER NO QUADRO DO PORTUGAL 2020 7 de Setembro de 2015 ALENQUER PORTUGAL 2020 INSTRUMENTOS FINANCEIROS ITI Instrumentos Territoriais Integrados (concretizáveis através de Pactos para o Desenvolvimento

Leia mais

O enquadramento legal do apoio à eficiência energética na Administração Local: financiamento das operações e regime de contratação pública

O enquadramento legal do apoio à eficiência energética na Administração Local: financiamento das operações e regime de contratação pública O enquadramento legal do apoio à eficiência energética na Administração Local: financiamento das operações e regime de contratação pública Novembro 2015 João Amaral e Almeida Complexo quadro normativo:

Leia mais

Principais Conceitos A competitividade das regiões deve fundar-se nas respetivas características e ativos existentes no seu território, concentrando r

Principais Conceitos A competitividade das regiões deve fundar-se nas respetivas características e ativos existentes no seu território, concentrando r Estratégia Regional de Especialização Inteligente Ateliê de AMBIENTE & RECURSOS NATURAIS Évora, 19 de Março de 2014 Principais Conceitos A competitividade das regiões deve fundar-se nas respetivas características

Leia mais

CONVITE PROVERE PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS (1ª FASE)

CONVITE PROVERE PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS (1ª FASE) CONVITE PROVERE PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO ECONÓMICA DE RECURSOS ENDÓGENOS (1ª FASE) Avaliação das Estratégias de Eficiência Coletiva aprovadas no âmbito do QREN 2007 2013 AVISO Nº 01/CENTRO/2015 15 de maio

Leia mais

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO iniciativa CENTROS DE EXCELÊNCIA :: iniciativa :: gestão :: financiamento ÍNDICE NOTAS EXPLICATIVAS PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PRÉ-PROJECTO 3 I - INFORMAÇÃO GERAL 5 1.

Leia mais

PRIMEIRA CONSULTA À PARCERIA PARA A PREPARAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL DE COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA ESPANHA PORTUGAL PARA O PERÍODO 2014-2020

PRIMEIRA CONSULTA À PARCERIA PARA A PREPARAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL DE COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA ESPANHA PORTUGAL PARA O PERÍODO 2014-2020 PRIMEIRA CONSULTA À PARCERIA PARA A PREPARAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL DE COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA ESPANHA PORTUGAL PARA O PERÍODO 2014-2020 1. INTRODUÇÃO Um dos princípios que se deve ter em conta

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Évora, 9 de setembro de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Baixo Alentejo

Leia mais

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial COMPETIR + O Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável da economia regional,

Leia mais

Formação COMPETÊNCIAS FORMAÇÃO PARA A PRODUTIVIDADE. Consultoria SERVIÇOS SOLUÇÕES À MEDIDA DE CADA CLIENTE PARA AUMENTO DE EFICIÊNCIA

Formação COMPETÊNCIAS FORMAÇÃO PARA A PRODUTIVIDADE. Consultoria SERVIÇOS SOLUÇÕES À MEDIDA DE CADA CLIENTE PARA AUMENTO DE EFICIÊNCIA OFERECEMOS SERVIÇOS DIFERENCIADOS, EM PARCERIA COM OS NOSSOS CLIENTES, DE FORMA A ULTRAPASSAR AS SUAS EXPECTATIVAS E A PRODUZIR RESULTADOS TRANSFORMATIVOS Ao unir o talento dos profissionais de todo o

Leia mais

Agenda da Empregabilidade. Comunidade Inter-Municipal do Tâmega e Sousa

Agenda da Empregabilidade. Comunidade Inter-Municipal do Tâmega e Sousa Agenda da Empregabilidade Comunidade Inter-Municipal do Tâmega e Sousa Posicionamento geográfico do território do Tâmega e Sousa FONTE: PTD, 2008 - O Tâmega nos Principais Corredores de Acessibilidades

Leia mais

O Impacto das Energias Limpas no Ambiente

O Impacto das Energias Limpas no Ambiente República de Angola Ministério do Ambiente Seminário Energias Limpas em Angola: Ministério da Energia e das Águas O Impacto das Energias Limpas no Ambiente Direcção Nacional de Tecnologias Ambientais 7

Leia mais

O Território e o Desenvolvimento Regional As Cidades e o NORTE 2020

O Território e o Desenvolvimento Regional As Cidades e o NORTE 2020 O Território e o Desenvolvimento Regional As Cidades e o NORTE 2020 PORTO, 13.JULHO.2015 ANTÓNIO JORGE NUNES VOGAL EXECUTIVO DO NORTE 2020 www.norte2020.pt 1 O Território e o Desenvolvimento Regional As

Leia mais

monitorização da aplicação abordagem LEADER - PRODER da Estratégia Local de Desenvolvimento

monitorização da aplicação abordagem LEADER - PRODER da Estratégia Local de Desenvolvimento monitorização da aplicação da Estratégia Local de Desenvolvimento abordagem LEADER - PRODER 2009 2011 Projectos inovadores de revitalização do mundo rural, em Abrantes, Constância e Sardoal TAGUS, 12 de

Leia mais

A BICS E O EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO

A BICS E O EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO A BICS E O EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO A BICS COMO AGENTE NA PROMOÇÃO DO EMPREENDEDORISMO E DA INOVAÇÃO EMPRESARIAL, É UM ATOR FUNDAMENTAL NA DEFINIÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS NACIONAIS, REGIONAIS

Leia mais

Emídio Gomes Presidente da CCDR-N e da Comissão Diretiva do NORTE 2020

Emídio Gomes Presidente da CCDR-N e da Comissão Diretiva do NORTE 2020 Emídio Gomes Presidente da CCDR-N e da Comissão Diretiva do NORTE 2020 Estrutura da apresentação 1. Estratégia de Desenvolvimento Regional 2. Objetivos Temáticos da UE 2014-2020 3. Estruturação do PO Regional

Leia mais

Pág. 1 de 48 MAPA DE PESSOAL 2015 - TURISMO DE PORTUGAL - 1ª ALTERAÇÃO LISTA DE ATIVIDADES/PROCEDIMENTOS E POSTOS DE TRABALHO NECESSÁRIOS*

Pág. 1 de 48 MAPA DE PESSOAL 2015 - TURISMO DE PORTUGAL - 1ª ALTERAÇÃO LISTA DE ATIVIDADES/PROCEDIMENTOS E POSTOS DE TRABALHO NECESSÁRIOS* MAPA DE PESSOAL 2015 - TURISMO DE PORTUGAL - 1ª ALTERAÇÃO LISTA DE ATIVIDADES/PROCEDIMENTOS E POSTOS DE TRABALHO NECESSÁRIOS* existentes 1ª Alteração Funções Dirigente superiores 1 1 Presidente Conselho

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO PRIORIDADE DE INVESTIMENTO: INVESTIMENTO NA SAÚDE E NAS INFRAESTRUTURAS SOCIAIS QUE CONTRIBUAM PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL, REGIONAL E LOCAL, PARA A REDUÇÃO

Leia mais

Anexo A Estrutura de intervenção

Anexo A Estrutura de intervenção Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO N.º 02/SAICT/2016

REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO N.º 02/SAICT/2016 \ REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO DO PROJETO AVISO N.º 02/SAICT/2016 SISTEMA DE APOIO À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA (SAICT) PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO

Leia mais

ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020

ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020 ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020 1 Portugal 2020, o Acordo de Parceria (AP) que Portugal irá submeter à Comissão Europeia estrutura as intervenções, os investimentos e as prioridades de financiamento

Leia mais

PACTO DOS AUTARCAS, desafios e oportunidades O contexto Português A importância dos PAES no desenvolvimento regional

PACTO DOS AUTARCAS, desafios e oportunidades O contexto Português A importância dos PAES no desenvolvimento regional PACTO DOS AUTARCAS, desafios e oportunidades O contexto Português A importância dos PAES no desenvolvimento regional Joaquim José Borges Gouveia Universidade de Aveiro bgouveia@ua.pt 29 de novembro de

Leia mais

Intervenção de Encerramento da Vice-Presidente da CCDR-N, Ana Teresa Lehmann

Intervenção de Encerramento da Vice-Presidente da CCDR-N, Ana Teresa Lehmann CONFERENCE REGIONAL POLICY AROUND THE WORLD 29 de Setembro de 2008, Porto, Alfândega Nova do Porto Intervenção de Encerramento da Vice-Presidente da CCDR-N, Ana Teresa Lehmann 1. Em tempos de incerteza

Leia mais

Vale Inovação. Dezembro de 2011. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME)

Vale Inovação. Dezembro de 2011. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) 1 Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) Projecto Simplificado de Inovação Dezembro de 2011 2 Enquadramento: Apoiar de forma simplificada a aquisição de

Leia mais

Qual é o ponto de situação de abertura de novos concursos? Feito

Qual é o ponto de situação de abertura de novos concursos? Feito o próximo quadro comunitário de apoio Qual é o ponto de situação de abertura de novos concursos? Feito Assinado acordo de parceria entre Portugal e a Comissão Europeia (agosto), compromissos para o período

Leia mais

ALTERAÇÕES 13-24. PT Unida na diversidade PT 2011/0384(COD) 19.7.2012. Projeto de parecer Ivars Godmanis (PE491.287v01-00)

ALTERAÇÕES 13-24. PT Unida na diversidade PT 2011/0384(COD) 19.7.2012. Projeto de parecer Ivars Godmanis (PE491.287v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Orçamentos 19.7.2012 2011/0384(COD) ALTERAÇÕES 13-24 Projeto de parecer Ivars Godmanis (PE491.287v01-00) sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020

PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 FORUM REGIONAL ALENTEJO 2020 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PLANO DE ACÇÃO REGIONAL ALENTEJO 2020 COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO ALENTEJO Joaquim Fialho joaquim.fialho@ccdr-a.gov.pt Vendas

Leia mais

4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Aureliano da Costa Representante Sudeste João Weyl Representante Norte Janesmar Cavalcante Representante Nordeste João Carlos de Souza Maia Representante

Leia mais

Rede de Cuidados Continuados como estrutura nacional: evolução, atualidade e futuro COORDENAÇÃO NACIONAL

Rede de Cuidados Continuados como estrutura nacional: evolução, atualidade e futuro COORDENAÇÃO NACIONAL Rede de Cuidados Continuados como estrutura nacional: evolução, atualidade e futuro COORDENAÇÃO NACIONAL ESTRUTURA NACIONAL 02-05-2016 RNCCI 2 REDE NACIONAL DE CUIDADOS CONTINUADOS INTEGRADOS Saúde Segurança

Leia mais

Julho/2016 PROGRAMAS DE APOIO À COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA

Julho/2016 PROGRAMAS DE APOIO À COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA Julho/2016 PROGRAMAS DE APOIO À COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA CONTEÚDOS (1) Enquadramento O programa Interreg VA Espanha-Portugal Tipologia de projetos dirigidos às empresas Condições de financiamento CONTEÚDOS

Leia mais

Portugal 2020 Novo plano de concursos

Portugal 2020 Novo plano de concursos INCENTIVES NEWS Maio 2016 Portugal 2020 Novo plano de concursos Foi divulgado o novo calendário de concursos aos incentivos financeiros estabelecidos no âmbito do Portugal 2020, para o ano de 2016. Principais

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia. 15.11.2007 PE396.799v01-00

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia. 15.11.2007 PE396.799v01-00 PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Indústria, da Investigação e da Energia 15.11.2007 PE396.799v01-00 ALTERAÇÕES 1-18 Projecto de relatório Claude Turmes Fundo Mundial para a Eficiência Energética

Leia mais

Pós-graduação Lean Operations Management. Pós-Graduação LEAN OPERATIONS MANAGEMENT

Pós-graduação Lean Operations Management. Pós-Graduação LEAN OPERATIONS MANAGEMENT Pós-Graduação LEAN OPERATIONS MANAGEMENT A Learning Factory tem actualmente como parceiros: 1. Plano curricular (módulos e carga horária) Formação Inicial (4 módulos) Learning Factory Workshop Estágio

Leia mais

Implementar Sistemas de Garantia da Qualidade em Linha com o Quadro EQAVET. Um compromisso e um desafio a enfrentar

Implementar Sistemas de Garantia da Qualidade em Linha com o Quadro EQAVET. Um compromisso e um desafio a enfrentar Implementar Sistemas de Garantia da Qualidade em Linha com o Quadro EQAVET Um compromisso e um desafio a enfrentar Gonçalo Xufre Silva Presidente do Conselho Diretivo da Agência Nacional para a Qualificação

Leia mais

CRÉDITO AO INVESTIMENTO NO TURISMO - PROTOCOLO BANCÁRIO

CRÉDITO AO INVESTIMENTO NO TURISMO - PROTOCOLO BANCÁRIO CRÉDITO AO INVESTIMENTO NO TURISMO - PROTOCOLO BANCÁRIO Faro, 5 de Maio de 2010 ENQUADRAMENTO Linha de crédito de natureza estrutural, criada em parceria com as Instituições de Crédito, com condições preferenciais

Leia mais

A estratégia de especialização inteligente para a região do Alentejo

A estratégia de especialização inteligente para a região do Alentejo O Sistema Nacional de Investigação e Inovação: desafios, forças e fraquezas rumo a 2020 A estratégia de I&I e infraestruturas A estratégia de especialização inteligente para a região do Alentejo Fundação

Leia mais

Termos de referência

Termos de referência REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Ministério da planificação e desenvolvimento GABINETE DAS ZONAS ECONÓMICAS DE DESENVOLVIMENTO ACELERADO -GAZEDA Termos de referência elaboração da estratégia de comunicação e marketing

Leia mais

PLANO ANUAL AUDITORIA. Serviço de. Auditoria Interna. Aprovado na reunião n.º 54/2015 do Conselho de Administração, realizada a 30 de dezembro

PLANO ANUAL AUDITORIA. Serviço de. Auditoria Interna. Aprovado na reunião n.º 54/2015 do Conselho de Administração, realizada a 30 de dezembro PLANO ANUAL DE AUDITORIA Serviço de Auditoria Interna Aprovado na reunião n.º 54/2015 do Conselho de Administração, realizada a 30 de dezembro PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA Introdução O presente Plano

Leia mais

Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes. Curso de Educação e Formação Nível 2 Tipo 2 (Despacho Conjunto nº 453/2004, de 27 de Julho)

Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes. Curso de Educação e Formação Nível 2 Tipo 2 (Despacho Conjunto nº 453/2004, de 27 de Julho) Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes Curso de Educação e Formação Nível 2 Tipo 2 (Despacho Conjunto nº 453/04, de 27 de Julho) Área de Formação: 523-ELETRÓNICA E AUTOMAÇÃO Saída profissional:

Leia mais

COMPROMISSO PARA A QUALIDADE

COMPROMISSO PARA A QUALIDADE COMPROMISSO PARA A QUALIDADE O presente documento corresponde à linha de orientação e ao compromisso do Conselho Nacional da Qualidade da (CNQ-OF) para com a Direcção Nacional da, na pessoa do Bastonário.

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 148º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 148º, REGULAMENTO (CE) Nº 1081/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo ao Fundo Social Europeu e que revoga o Regulamento (CE) nº 1784/1999 O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA

Leia mais

KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI

KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial Outubro de 2008 KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI José Nina de Andrade Índice 1. Adequabilidade do SGIDI à empresa 2. A implementação

Leia mais

75% 6 9 de Novembro de 2014 Feira Internacional de Luanda Pavilhão de Portugal ANGOLA - FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE JOVENS E QUADROS

75% 6 9 de Novembro de 2014 Feira Internacional de Luanda Pavilhão de Portugal ANGOLA - FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE JOVENS E QUADROS ANGOLA - FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DE JOVENS E QUADROS U M A A P O S T A E S T R A T É G I C A P A R A 2013/2017 UMA OPORTUNIDADE PARA O SEU SECTOR CO-FINANCIADO 75% 1ª PARTICIPAÇÃO PORTUGUESA DA FILEIRA

Leia mais

CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS Balanço e próximos passos 1 de dezembro de 2015

CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS Balanço e próximos passos 1 de dezembro de 2015 1 de dezembro de 2015 1.Caraterísticas e objetivos dos CTeSP 2.Fases de registo de cursos 3.Ações de divulgação 4.Cursos registados em números 5.Próximos passos 1. Caraterísticas e objetivos Interação

Leia mais

Relatório de Avaliação Intercalar do cumprimento do

Relatório de Avaliação Intercalar do cumprimento do Relatório de Avaliação Intercalar do cumprimento do Projecto Estratégico para a RTP 1.º Semestre de 2015 1. O Conselho Geral Independente (CGI) da RTP S. A. é o órgão de supervisão e fiscalização do cumprimento

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO DE COOPERAÇÃO EM ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO NA CPLP JUNHO DE 2015

PLANO ESTRATÉGICO DE COOPERAÇÃO EM ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO NA CPLP JUNHO DE 2015 PLANO ESTRATÉGICO DE COOPERAÇÃO EM ENERGIA PARA O DESENVOLVIMENTO NA CPLP JUNHO DE 2015 1 Índice 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 3 2. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS ORIENTADORES... 5 2.1 Objetivos Globais... 5 2.2 Objetivos

Leia mais

Plataforma mar do Algarve, uma lógica de cluster

Plataforma mar do Algarve, uma lógica de cluster Plataforma mar do Algarve, uma lógica de cluster a experiência do mar do Algarve os desafios para os atores no mar do Algarve o mar do Algarve o papel da Maralgarve os desafios para o mar do Algarve Contexto

Leia mais

Sustentabilidade de Projectos de. e obstáculos. Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Vila Real

Sustentabilidade de Projectos de. e obstáculos. Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Vila Real Sustentabilidade de Projectos de Intervenção Social: Oportunidades e obstáculos Instituto da Segurança Social, I.P. Centro Distrital de Vila Real Sustentabilidade O conceito surge pela primeira vez em

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente. Orientação

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente. Orientação Orientação Publicitação dos Projetos Financiados Pelo Programa de da Região Autónoma dos Açores A consulta desta norma não dispensa a leitura da legislação aplicável 2016 ÍNDICE 1. Enquadramento... 3 2.

Leia mais

COPA ORGÂNICA E SUSTENTÁVEL Copa FIFA 2014 Brasil

COPA ORGÂNICA E SUSTENTÁVEL Copa FIFA 2014 Brasil COPA ORGÂNICA E SUSTENTÁVEL Copa FIFA 2014 Brasil BRASIL - UM PAÍS DIFERENCIADO Megadiversidade ambiental e social Reconhecido como país estratégico no cenário global Sequência de mega eventos com visibilidade

Leia mais

A Indústria Têxtil e Vestuário Portuguesa

A Indústria Têxtil e Vestuário Portuguesa A Indústria Têxtil e Vestuário Portuguesa no quadro da Regeneração Industrial Europeia ATP Associação Têxtil e Vestuário de Portugal A Fileira Têxtil Portuguesa: + 3.000 Empresas (95% PME s) 80% Localizadas

Leia mais

PLANEJAMENTO INTEGRADO E PARTICIPATIVO OFICINAS PÚBLICAS. Ciclo B SUSTENTABILIDADE FASE DE PROPOSIÇÕES. Loca e Data aqui

PLANEJAMENTO INTEGRADO E PARTICIPATIVO OFICINAS PÚBLICAS. Ciclo B SUSTENTABILIDADE FASE DE PROPOSIÇÕES. Loca e Data aqui Região Metropolitana de Belo Horizonte. Maio de 2010 PLANEJAMENTO INTEGRADO E PARTICIPATIVO OFICINAS PÚBLICAS Ciclo B SUSTENTABILIDADE FASE DE PROPOSIÇÕES Uma RMBH melhor hoje e no futuro Qual é a metrópole

Leia mais

Uma Parceria Global para o Desenvolvimento

Uma Parceria Global para o Desenvolvimento Uma Parceria Global para o Desenvolvimento A Declaração do Milénio, adoptada em 2000, por todos os 189 Estados Membros da Assembleia Geral das Nações Unidas, veio lançar um processo decisivo da cooperação

Leia mais

LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO

LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO LINHAS PME INVESTE SECTOR DO TURISMO 31 de Agosto de 2011 Linhas PME Investe Sector do Turismo Características Gerais e Condições de Financiamento - Linhas Específicas do Sector do Turismo - PME INVESTE

Leia mais

PROJECTO SISTEMA DE INCENTIVOS PROJETOS CONJUNTOS FORMAÇÃO AÇÃO FSE PROGRAMA OPERACIONAL COMPETOTIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO QUALIFICAÇÃO DAS PME

PROJECTO SISTEMA DE INCENTIVOS PROJETOS CONJUNTOS FORMAÇÃO AÇÃO FSE PROGRAMA OPERACIONAL COMPETOTIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO QUALIFICAÇÃO DAS PME PROJECTO SISTEMA DE INCENTIVOS PROJETOS CONJUNTOS FORMAÇÃO AÇÃO FSE PROGRAMA OPERACIONAL COMPETOTIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO QUALIFICAÇÃO DAS PME AVISO n.º 34/SI/2015 Acordo de Pré - Adesão 1 ACORDO

Leia mais

PPA e o SUS: gestão, participação e monitoramento

PPA e o SUS: gestão, participação e monitoramento PPA e o SUS: gestão, participação e monitoramento Jorge Abrahão de Castro Diretor de Temas Sociais da SPI/MPOG Brasília-DF, 26 de agosto de 2015 1 Inovações para o PPA 2016-2019 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO

Leia mais

PERFIS DE FORMAÇÃO NA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA DE PROFESSORES

PERFIS DE FORMAÇÃO NA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA DE PROFESSORES 1 PERFIS DE FORMAÇÃO NA FORMAÇÃO ESPECIALIZADA DE PROFESSORES [Aprovado pelo Despacho Conjunto nº 198/99, de 15 de Fevereiro] Despacho conjunto nº 198/99 O regime jurídico da formação especializada de

Leia mais

O Desenvolvimento Local e a Abordagem EQUAL O PROVE Promover e Vender

O Desenvolvimento Local e a Abordagem EQUAL O PROVE Promover e Vender O Desenvolvimento Local e a Abordagem EQUAL O PROVE Promover e Vender Encontro Nacional Desenvolvimento Local em Portugal Lisboa 9 de Maio 2013 O PROVE e os seis princípios EQUAL Inovação Trabalho em Parceria

Leia mais

E UNIVERSIDADES DAS REGIÕES ULTRAPERIFÉRICAS:

E UNIVERSIDADES DAS REGIÕES ULTRAPERIFÉRICAS: UNIVERSIDADE DE CABO VERDE E UNIVERSIDADES DAS REGIÕES ULTRAPERIFÉRICAS: RESULTADOS DAS PARCERIAS EXISTENTES E PERSPECTIVAS Marcelo Galvão 1. A UNIVERSIDADE DE CABO VERDE (Uni-CV) a) Caracterização Instituição

Leia mais

A itsmf no mundo. www.itsmf.org. Única organização independente e reconhecida internacionalmente dedicada à Gestão de Serviços de TI

A itsmf no mundo. www.itsmf.org. Única organização independente e reconhecida internacionalmente dedicada à Gestão de Serviços de TI A itsmf no mundo Única organização independente e reconhecida internacionalmente dedicada à Gestão de Serviços de TI Sem fins lucrativos Representada em mais de 40 países, nos 5 continentes www.itsmf.org

Leia mais

SEMINÁRIO: TRANSPORTE MARÍTIMO ALARGAR HORIZONTES SECTOR MARÍTIMO-PORTUÁRIO NO LIMIAR DE UMA NOVA ERA?

SEMINÁRIO: TRANSPORTE MARÍTIMO ALARGAR HORIZONTES SECTOR MARÍTIMO-PORTUÁRIO NO LIMIAR DE UMA NOVA ERA? SEMINÁRIO TRANSPORTE MARÍTIMO ALARGAR HORIZONTES 2016.03.10 SEMINÁRIO: TRANSPORTE MARÍTIMO ALARGAR HORIZONTES SECTOR MARÍTIMO-PORTUÁRIO NO LIMIAR DE UMA NOVA ERA? 1 ENQUADRAMENTO GERAL Globalização e interdependência

Leia mais

MANUAL DE Gestão da. Qualidade

MANUAL DE Gestão da. Qualidade MANUAL DE Gestão da Qualidade Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia de S. Sebastião ADCS Aldeia de S. Sebastião, Largo da Igreja nº6 6355-041 Aldeia

Leia mais

AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA

AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano Gerência de Gestão Ambiental Urbana e Territorial AGENDA DE GESTÃO AMBIENTAL URBANA Cidades Sustentáveis são pautadas em três

Leia mais

ACÇÃO 1.1.1 Modernização e Capacitação das Empresas

ACÇÃO 1.1.1 Modernização e Capacitação das Empresas ACÇÃO 1.1.1 Modernização e Capacitação das Empresas 1. Enquadramento Regulamentar Artigo 20º alínea a) i), b) i), iii); Artigo 21º; Artigo 26º e Artigo 28º do Reg.(CE) n.º 1698/2005 Artigo 17º e Artigo

Leia mais

Turismo de Natureza e Turismo de Mar O Turismo em Zonas Costeiras

Turismo de Natureza e Turismo de Mar O Turismo em Zonas Costeiras Turismo de Natureza e Turismo de Mar O Turismo em Zonas Costeiras Adriana Rodrigues, Entidade Regional Turismo Centro Portugal Fábrica Centro Ciência Viva I 05 novembro 2015 Capítulo I Perspetiva Mundial

Leia mais

A Política e a Estratégia Nacional do Ar em Portugal

A Política e a Estratégia Nacional do Ar em Portugal A Política e a Estratégia Nacional do Ar em Portugal Qualidade do Ar: um caso de jurisprudência para Portugal Filomena Boavida 19 maio 2015 Regulamentação da política do ar Recuperação do vapor da gasolina,

Leia mais

Novembro de 2011. O fazemos:

Novembro de 2011. O fazemos: Novembro de 2011 O fazemos: A nossa missão é por excelência acolher, atender, informar e orientar os clientes para a resolução dos seus problemas dentro ou fora da Autarquia. Pretendemos ser reconhecidos

Leia mais

Programa Operacional Assistência Técnica FEDER 2007-2013

Programa Operacional Assistência Técnica FEDER 2007-2013 Programa Operacional Assistência Técnica FEDER 2007-2013 Setembro de 2007 ÍNDICE 1. Enquadramento: As prioridades da Política de Coesão 2007-2013 e as prioridades nacionais: o PNACE e o QREN 2007-2013...3

Leia mais

GABINETE DE ESTRATÉGIA, PLANEAMENTO E AVALIAÇÃO CULTURAIS. Voluntariado Formal - Arte e Cultura em 2012. Arte. Cultura. GEPAC Setembro 2013

GABINETE DE ESTRATÉGIA, PLANEAMENTO E AVALIAÇÃO CULTURAIS. Voluntariado Formal - Arte e Cultura em 2012. Arte. Cultura. GEPAC Setembro 2013 ... Cultura GABINETE DE ESTRATÉGIA, PLANEAMENTO E AVALIAÇÃO CULTURAIS Arte Voluntariado Formal - Arte e Cultura em 2012 GEPAC Setembro 2013 TÍTULO Voluntariado Formal nas Artes e na Cultura em 2012 DIREÇÃO

Leia mais

Sistema de Indicadores de Sustentabilidade da AML. José Carlos Ferreira, Sofia Cid, José Reis Correia e Paulo Duarte Raposeiro 1 de Outubro 2012

Sistema de Indicadores de Sustentabilidade da AML. José Carlos Ferreira, Sofia Cid, José Reis Correia e Paulo Duarte Raposeiro 1 de Outubro 2012 Sistema de Indicadores de Sustentabilidade da AML José Carlos Ferreira, Sofia Cid, José Reis Correia e Paulo Duarte Raposeiro 1 de Outubro 2012 Centro para a Sustentabilidade Metropolitana O Centro para

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO. - Formação Pedagógica Inicial De Formadores B-learning. (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP)

PROGRAMA DO CURSO. - Formação Pedagógica Inicial De Formadores B-learning. (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP) PROGRAMA DO CURSO - Formação Pedagógica Inicial De Formadores B-learning (Curso homologado pelo IEFP / Acesso ao CCP) Em parceria com: Índice 1. Destinatários Pág. 3 2. Objectivo Geral Pág. 3 3. Objectivo

Leia mais

Medidas de Acolhimento para a População Idosa. Instituto da Segurança Social, I.P. C.D.S.S - Vila Real 26 Setembro 2008

Medidas de Acolhimento para a População Idosa. Instituto da Segurança Social, I.P. C.D.S.S - Vila Real 26 Setembro 2008 Medidas de Acolhimento para a População Idosa Instituto da Segurança Social, I.P. C.D.S.S - Vila Real 26 Setembro 2008 I Feira Social Novos Trilhos para a Participação Social Rede Social de Peso da Régua

Leia mais

Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena. Malveira. Carta de Missão

Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena. Malveira. Carta de Missão Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena Malveira Carta de Missão A Carta de Missão do Diretor do Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena, fundamenta-se nos princípios da Missão do

Leia mais

SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO

SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO SÍNTESE DO LEVANTAMENTO DE DEMANDAS DE PROJETOS DO TERRITÓRIO Ministério do Meio Ambiente O Projeto de Elaboração do Plano de Desenvolvimento Territorial Sustentável Socioambientais Prioritários/Vale do

Leia mais

Programa Operacional Potencial Humano Critérios de selecção

Programa Operacional Potencial Humano Critérios de selecção Programa Operacional Potencial Humano Critérios de selecção Tipologia 1.1. Sistema de Aprendizagem 1.2. Cursos Profissionais a) Relevância da formação proposta face às necessidades locais, regionais e

Leia mais

AVALIAÇÃO INTERCALAR DO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO

AVALIAÇÃO INTERCALAR DO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AVALIAÇÃO INTERCALAR DO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO RELATÓRIO FINAL VOLUME CENTRAL OUTUBRO DE 2003 Estudos de Organização do Território, Lda. FICHA TÉCNICA Avaliação Intercalar

Leia mais

Núcleo de Inovação Tecnológica

Núcleo de Inovação Tecnológica Núcleo de Inovação Tecnológica Pró-reitoria de Pesquisa, Inovação e Pósgraduação Paulo Roberto Barbosa paulorb@ifsp.edu.br Fórum da Educação Profissional do Estado de São Paulo 10 de junho de 2014 Equipe

Leia mais

Plano de Promoção. e Proteção dos Direitos da Criança. do Concelho de Marvão

Plano de Promoção. e Proteção dos Direitos da Criança. do Concelho de Marvão Plano de Promoção e Proteção dos Direitos da Criança do Concelho de Marvão 1 Índice Introdução I. Fundamentação A - Estratégias 1 Estudo e análise da realidade concelhia. 2 Promoção dos Direitos da Criança...

Leia mais

ECO-COMPRA CONJUNTA DE PAPEL RECICLADO NO SECTOR PÚBLICO:

ECO-COMPRA CONJUNTA DE PAPEL RECICLADO NO SECTOR PÚBLICO: ECO-COMPRA CONJUNTA DE PAPEL RECICLADO NO SECTOR PÚBLICO: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA EM PORTUGAL Sophie Mrejen 1, Sofia Nunes 2, João Soares 2, Catarina Freitas 1 1 DEGAS, Departamento de Estratégia e Gestão

Leia mais

Curriculum vitae. Área Funcional. Educação Ambiental. Gestão Ambiental. Formação. Eng.º Marco Ferraz

Curriculum vitae. Área Funcional. Educação Ambiental. Gestão Ambiental. Formação. Eng.º Marco Ferraz Área Funcional Educação Ambiental Gestão Ambiental Formação Curriculum vitae Eng.º Marco Ferraz Nome Correio electrónico Marco Alexandre dos Santos Ferraz Morada Praça Artur Santos Silva nº88, 5ºD, 4200-534

Leia mais

Cidades Analíticas. das Cidades Inteligentes em Portugal

Cidades Analíticas. das Cidades Inteligentes em Portugal Cidades Analíticas Acelerar o desenvolvimento das Cidades Inteligentes em Portugal Programa Operacional Regional Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020 PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO CENTRO

Leia mais

SEMINÁRIO VALORIZAÇÃO DAS ARTES E OFÍCIOS TRADICIONAIS DESAFIOS E OPORTUNIDADES. Experiencias de Valorização de artes e ofícios tradicionais

SEMINÁRIO VALORIZAÇÃO DAS ARTES E OFÍCIOS TRADICIONAIS DESAFIOS E OPORTUNIDADES. Experiencias de Valorização de artes e ofícios tradicionais SEMINÁRIO VALORIZAÇÃO DAS ARTES E OFÍCIOS TRADICIONAIS DESAFIOS E OPORTUNIDADES Experiencias de Valorização de artes e ofícios tradicionais 12 Julho 2016 Ponte de Lima Teresa Costa Directora Geral Desde

Leia mais

Nesta medida no âmbito da primeira fase de trabalho, sugere-se a seguinte sequência de trabalhos para a Sessão Restrita:

Nesta medida no âmbito da primeira fase de trabalho, sugere-se a seguinte sequência de trabalhos para a Sessão Restrita: DOCT/1873/CSE/BT Sessão Restrita da Secção Permanente de Estatísticas de Base Territorial para a criação de um sistema de indicadores de base territorial para acompanhamento e avaliação dos impactos regionais

Leia mais

Ordenamento do Território Sustentabilidade e o futuro do Turismo no Centro de Portugal

Ordenamento do Território Sustentabilidade e o futuro do Turismo no Centro de Portugal Ordenamento do Território Sustentabilidade e o futuro do Turismo no Centro de Portugal António M. A. Mar8ns antonio.mar8ns@turismodocentro.pt Sumário Breve caracterização doturismo no Centro de Portugal.

Leia mais

GOVERNANÇA METROPOLITANA DA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO

GOVERNANÇA METROPOLITANA DA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO GOVERNANÇA METROPOLITANA DA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO A RMRJ NO CONTEXTO NACIONAL: ATUALMENTE EXISTEM 41 REGIÕES METROPOLITANAS NO BRASIL, SENDO QUE 21 POSSUEM MAIS DE 1 MILHÃO DE HABITANTES,

Leia mais

V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004

V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004 V CONFERÊNCIA DOS CHEFES DE ESTADO E DE GOVERNO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA São Tomé, 26 e 27 de Julho de 2004 DECLARAÇÃO SOBRE A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO COMO CONTRIBUTO PARA A BOA GOVERNAÇÃO

Leia mais

ANÚNCIO DE VAGAS. Mestrado em Ciências Sociais/Desenvolvimento/Estudos sobre o Género

ANÚNCIO DE VAGAS. Mestrado em Ciências Sociais/Desenvolvimento/Estudos sobre o Género ANÚNCIO DE VAGAS O Secretariado da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) convida os cidadãos dos Estados Membros da SADC, devidamente qualificados e com experiência, a candidatarem-se

Leia mais

ANEXO: Índice de Correspondência GRI

ANEXO: Índice de Correspondência GRI ANEXO: Índice de Correspondência GRI 1. Estratégia e Análise 1.1 Mensagem do Presidente Capítulo Mensagem do Presidente Capítulo Ética e Corporate Governance»» Modelo de Gestão Capítulo Estratégia e Sustentabilidade

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 14- (MADEIRA14-) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.c Apoio à criação e alargamento

Leia mais

Em 2.008 apresentamos à comunidade um Plano de Governo centrado em quatro eixos:

Em 2.008 apresentamos à comunidade um Plano de Governo centrado em quatro eixos: Proposta de Governo Em 2.008 apresentamos à comunidade um Plano de Governo centrado em quatro eixos: - As Pessoas em Primeiro Lugar - Desenvolvimento Econômico e Identidade Local - Território Ordenado

Leia mais

Educação Profissional para Energias Renováveis (Fotovoltaica): Propostas para garantir a Qualidade dos Profissionais

Educação Profissional para Energias Renováveis (Fotovoltaica): Propostas para garantir a Qualidade dos Profissionais Educação Profissional para Energias Renováveis (Fotovoltaica): Propostas para garantir a Qualidade dos Profissionais 22 de setembro de 2015 SISTEMA INDÚSTRIA Nacional Confederação Nacional da Indústria

Leia mais