CONTENÇÃO DE TERRENO UTILIZANDO RETANGULÕES DE CONCRETO ARMADO

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1 i UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI RAFAEL MACHADO COSTOLA CONTENÇÃO DE TERRENO UTILIZANDO RETANGULÕES DE CONCRETO ARMADO SÃO PAULO 2007

2 ii RAFAEL MACHADO COSTOLA CONTENÇÃO DE TERRENO UTILIZANDO RETANGULÕES DE CONCRETO ARMADO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Orientadora: Dra. Eng. Gisleine Coelho de Campos SÃO PAULO 2007

3 iii RAFAEL MACHADO COSTOLA CONTENÇÃO DE TERRENO UTILIZANDO RETANGULÕES DE CONCRETO ARMADO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi. Trabalho em: de de 2007 Dra. Eng. Gisleine Coelho de Campos Ms. Eng. Nicholas Carbone Comentários:

4 iv Dedico essa pesquisa a todos aqueles que acreditaram e me ajudaram a realizar o meu sonho de ser engenheiro civil.

5 v AGRADECIMENTO Agradeço, primeiramente ao meu pai, Carlos Alberto Costola, à minha mãe, Mair de Fátima Machado Costola, à minha noiva Mariane Nogueira Ferroni e a todos os meus familiares e amigos, que sempre me deram apoio e acreditaram no meu potencial, para que eu conseguisse realizar o meu sonho em ser engenheiro civil. Devo citar também: o Eng. Cláudio Lopes Pace, que é o meu pai na engenharia, pois se consegui executar a obra apresentada no estudo de caso com o resultado que alcancei é porque ele me ensinou todos os caminhos que eu deveria seguir; o apoio da minha orientadora, Profª Dra. Eng. Gisleine Coelho de Campos, que me ajudou a executar esse estudo; a todos os meus professores e mestres de engenharia civil da Universidade Anhembi Morumbi, que sempre me apoiaram e me ajudaram no meu crescimento profissional e pessoal; o consultor de solos, Eng. Luis Fernando e ao escritório de consultoria Sérgio M. Pimenta Velloso Engenheiros e Consultores, que me auxiliaram em toda a parte técnica do desenvolvimento da obra e a entrevista cedida com relação aos retangulões e permitiram a utilização dos projetos para apresentação do meu trabalho; a todos os responsáveis da direção do Condomínio Residencial Saint Peter; a MRV Construções Ltda e seus engenheiros que me deram a oportunidade de estar em contato direto com a obra; toda a equipe de produção envolvida na execução da obra apresentada no estudo de caso do presente trabalho.

6 vi RESUMO O retangulão é um método inovador que ainda está se difundindo no meio da construção civil, e tem como objetivo conter taludes e encostas que estão ou sofreram problemas de deslizamentos ou escorregamentos de terra; pode ser utilizado para reforçar elementos estruturais ou até mesmo servir de sub-base para muros de divisa ou estruturas apoiadas diretamente no solo. O presente estudo traz alguns conceitos básicos e definições sobre talude e sistemas de drenagem, além de uma descrição geral dos métodos de execução das contenções em concreto armado já existente, como, por exemplo, cortina atirantada, crib-wall e terra armada e um estudo de caso, onde são mostradas todas as ferramentas, materiais e mãode-obra para cada uma das etapas de execução dos retangulões. Alguns cuidados a serem seguidos para se executar esse método, anexos dos projetos e alguns controles como, cronogramas e orçamento da obra em estudo são expostos para serem analisados pelos leitores desse estudo. Opiniões de engenheiros que já utilizaram esse método em suas obras estão relatadas ao longo desse estudo, de forma a mostrar as vantagens e desvantagens que cada um deles vê em relação ao novo método apresentado. Palavras Chaves: retangulões, contenção, deslizamento, escorregamento, aterros.

7 vii ABSTRACT The "retangulao" is an new method that has been used as a containing wall for embankments with problems of slipping. It also can be used to reinforce structural elements or as support for walls over soil. This study presents some basic concepts and definitions about slope and drainage systems, as well as a general description of the existing methods of containment in reinforced concrete, such as curtains, crib walls and land-armed. A case study shows all the tools, materials and labor for each one of the implementation phases of the "retangulões". Cares to be taken and some of controls - like schedules and budgets of the work - are exposed to be examined by the readers of this study. In order to show the advantages and disadvantages of the retangulao method, some comments made by engineers that had already constructed this method, are included. Keywords: "retangulões," containing walls, embankments

8 viii LISTA DE FIGURAS Figura Esquema de talude... 6 Figura Esquema de sistema de drenagem em talude (Fonte IPT, 1991)... 7 Figura Esquema de muro de flexão (Fonte IPT,1991)... 9 Figura Detalhamento dos tirantes (Fonte IPT,1991) Figura Perspectiva e corte da seção da cortina (Fonte IPT,1991) Figura Perspectiva do muro em terra armada (Fonte IPT,1991) Figura Corte da seção transversal do muro de terra armada (Fonte IPT,1991) Figura Corte da seção transversal do sistema de contenção crib-wall (Fonte IPT,1991) Figura Corte da seção transversal do sistema de contenção crib-wall (Fonte IPT,1991) Figura Detalhe para execução de paredes guias Figura Concretagem submersa do painel... 16

9 ix LISTA DE FOTOS Foto 1 - Vista geral da fachada do Residencial Saint Peter Foto 2 - Detalhe da entrada do Residencial. Ao fundo e à esquerda: muro de arrimo a ser demolido e jardim suspenso a ser retirado Foto 3 - Detalhe do espaço de manobra do estacionamento em frente ao bloco Foto 4 - Vista do muro de arrimo a ser demolido, muro de divisa com problema de fissuras e jardim suspenso a ser retirado Foto 5 - Detalhe de fissuras no muro de divisa, decorrente do problema de fundação do muro Foto 6 - Vista superior do talude existente que posteriormente será escavado Foto 7 - Vista geral do muro de divisa. Foto tirada no terreno vizinho ao Residencial Foto 8 - Detalhe de construção existente encostada ao muro em questão Foto 9 - Detalhe do final do muro de divisa Foto 10 - Vista do muro do fundo do Residencial. Detalhe do encontro do muro lateral e do fundo Foto 11 - Terreno limpo para execução da obra. Foi retirada todas as palmeiras existentes do antigo paisagismo do Residencial Foto 12 - Detalhe da locação dos retangulões marcados no muro de divisa e proteção do terreno a ser escavado, com lona plástica, para, no caso de chuva, o terreno permanecer seco Foto 13 - Detalhe da identificação da locação do retangulão

10 x Foto 14 - Detalhe das ferramentas utilizadas na escavação dos "retangulões" Foto 15 - Início da escavação dos "retangulões"; com a alavanca, o poceiro marca o terreno para ele se guiar e escavar o terreno, mantendo a verticalidade da escavação Foto 16 - Detalhe do operário executando a escavação do retangulão Foto 17 - Retangulão totalmente escavado. Os "retangulões" variam entre 6,5m até 8m de profundidade, na obra em estudo Foto 18 - Após a escavação concluída é preciso proteger o fuste do "retangulão", evitando que ocorra a queda de algum operário Foto 19 Proteção do fuste com o compensado e a proteção do terreno todo com lona Foto 20 - Equipe de armação executando a montagem da armadura dos "retangulões" Foto 21 - Montagem da armação dos "retangulões Foto 22 - Armação do "retangulão" totalmente concluída. Detalhe dos espaçadores instalados ao longo de toda a armação. Ao fundo, mestrede-obras fazendo a conferencia de toda a armação Foto 23 - Detalhe do espaçador instalado na armação Foto 24 - Funcionários preparando para alojar a armação dentro do retangulão escavado Foto 25 - Armação sendo alojada no "retangulão" escavado. É uma etapa cuidadosa, pois a armação, depois de toda pronta, se torna pesada, chegando a pesar 250kg, como mostrado da foto Foto 26 - Armadura sendo alojada no interior do "retangulão"

11 xi Foto 27 - Finalização do processo de alojamento da armadura na escavação do "retangulão" Foto 28 - Armadura alojada no interior da escavação Foto 29 - Conjunto motor vibrador (mangote e motor) Foto 30 - Detalhe do mangote da bomba de concreto, bombeando o concreto no "retangulão" escavado e armado Foto 31 - Concretagem do fuste do "retangulão" concluída Foto 32 - Vista da linha de retangulões já executados Foto 33 - Vista da linha de retangulões já executados e ainda em processo de execução de escavação Foto 34 - Vista geral da obra, linha de retangulões totalmente concluída Foto 35 - Vista geral da obra, linha de retangulões totalmente concluída Foto 36 - Corte e montagem dos compensados para execução do fundo da fôrma da viga de coroamento Foto 37 - Detalhe da bancada e serra circular "7" manual, é necessário se obter uma bancada devidamente equipada para se poder serrar nas medidas corretas todo o madeiramento da fôrma da viga de coroamento Foto 38 - Corte de compensado plastificado nas medidas necessárias para execução da fôrma Foto 39 - Vista geral do escoramento e fôrma do fundo de viga concluído Foto 40 - Vista geral do canteiro, fundo de viga totalmente concluído e início da execução do painel lateral da forma da viga de coroamento Foto 41 - Execução da fôrma do painel lateral da viga de coroamento Foto 42 Execução do travamento lateral da fôrma da viga

12 xii Foto 43 - Detalhe do madeiramento de travamento do painel lateral da forma da viga de coroamento Foto 44 - Vista do escoramento do painel lateral em execução Foto 45 - Vista geral do escoramento concluído Foto 46 - Execução da armação, corte, dobra e montagem da viga de coroamento dos "retangulões" Foto 47 - Vista geral da armadura da viga de coroamento totalmente concluída Foto 48 - Detalhe da amarração da armadura do "retangulão" com a armação da viga de coroamento Foto 49 - Detalhe do trespasse da armação da viga de coroamento; Esse processo segue as distâncias especificadas em projeto Foto 50 - Detalhe da instalação dos espaçadores ao longo da armadura Foto 51 - Detalhe da fôrma com desmoldante e limpa, para receber o concreto Foto 52 - Lançamento de concreto na fôrma da viga Foto 53 - Detalhe da execução do acabamento em cima da viga após atingida a altura do topo da viga, ficando assim com as dimensões especificadas Foto 54 - Viga de coroamento devidamente concretada Foto 55 - Execução do processo de cura do concreto da viga de coroamento Foto 56 - Processo de desfôrma da viga de coroamento Foto 57 - Processo de desfôrma em andamento. Detalhe da retirada do painel lateral da viga de coroamento

13 xiii Foto 58 - Vista geral da viga de coroamento parcialmente desformada Foto 59 - Viga totalmente desformada. Detalhe do operário executando a cura do concreto da viga de coroamento Foto 60 - Vista da escavação concluída Foto 61 - Escação dos intervalos entre os "retangulões" onde seram executadas as cortinas Foto 62 - Limpeza para retirada de residuos de solo da lateral do "retangulão" Foto 63 - Operário executando a perfuração onde será feita a colagem dos arranques Foto 64 - Instalação do geocomposto instalado, sistema de drenagem Foto 65 - Montagem da armação e instalação dos distanciadores da cortina Foto 66 - Execução do painel da forma da cortina Foto 67 - Vista das cortinas já concretadas e desformadas Foto 68 - Operários com os carrinhos-de-mão transportando a terra gerada da escavação dos "retangulões, para a caçamba estacionada na rua Foto 69 - Vista geral do Residencial, detalhe do mangote da bomba de concreto instalado para poder lançar o concreto dentro das peças desejadas, distância de, aproximadamente, 70 metros Foto 70 - Funcionário retirando a câmera de monitoramento interno para não haver problema de danificar durante a execução da obra Foto 71 - Detalhe da viga existente impedindo a escavação do "retangulão" R

14 xiv Foto 72 - Detalhe do acúmulo de água, proveniente do lençol freático, no fundo do "retangulão" totalmente escavado Foto 73 - Vista do muro de arrimo paralelo ao muro dos fundos, muro que impossibilita a escavação do R Foto 74 - Vista geral do local do "retangulão" R12. Ao fundo local onde o muro de arrimo foi demolido para ser executado o "retangulão" Foto 75 - Detalhe da fôrma para execução do "retangulão" R Foto 76 - Detalhe do "retangulão" R12 parcialmente concretado

15 xv LISTA DE SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas EPI Equipamento de Proteção Individual

16 xvi SUMÁRIO 1 Introdução Objetivos Objetivo geral Objetivo específico Método do Trabalho Justificativa Definição Talude Sistema de drenagem Métodos de contenções existentes em concreto armado Muro de flexão Cortina atirantada Terra armada Crib-walls Parede diafragma Parâmetros e dados para cálculo de contenções Estudo de caso Apresentação do sistema de retangulões Metodologia de execução Mão-de-obra utilizada para execução Ferramentas, materiais e equipamentos de segurança... 23

17 xvi 8.3 Normas técnicas e cálculo estrutural Normas técnicas Serviço para execução dos retangulões Locação dos retangulões Escavação dos retangulões Montagem e colocação da armação Concretagem dos retangulões Viga de coroamento dos retangulões Cortinas de concreto armado e sistemas de drenagem Obra no Residencial Saint Peter onde foi utilizado o método dos retangulões Apresentação da obra Problema enfrentado Projeto da Obra Planejamento da Obra Execução da obra Interferência durante a execução da obra Resultado obtido com a obra Relatos E OPINIÕES sobre OS RETANGULÕES Conclusão Referências Bibliográficas ANEXO A ANEXO B... 88

18 xvi ANEXO C ANEXO D... 90

19 1 1 INTRODUÇÃO A construção civil vem, a cada dia inovando e aprimorando os métodos construtivos, seguindo a evolução da tecnologia e até mesmo criando novas alternativas. Os limites das obras estão cada vez mais difíceis e desafiadores e a busca para soluções e alternativas para atender esses desafios vêm sendo criados. Os retangulões foram desenvolvidos pelo Eng. Sergio Mauricio Pimenta Velloso em 1981, na cidade de Belo Horizonte, onde é muito conhecido e utilizado. É um método que possui mais de uma função (reforço e contenção), e pode ser utilizado de várias formas, o que o diferencia dos outros métodos de contenções existentes. Com a facilidade de execução desse método, se comparando com os outros já existentes, o sistema de contenção por retangulões está ganhando o seu espaço no mercado e ao mesmo tempo vai sendo aprimorado e utilizado para outras funções e objetivos diferenciados. Como todos os métodos, os retangulões possuem vantagens e desvantagens para sua utilização. Por não precisar de equipamentos grandes e de mão-de-obra especializada, o custo da execução dos retangulões é baixo em comparação com as outras contenções. Toda essa etapa é executada manualmente por operários devidamente capacitados e treinados para essa função. Ao mesmo tempo de o custo viabilizar a sua utilização este método sofre uma forte crítica por expor o operário envolvido na escavação do seu fuste a um risco iminente de desabamento. Esse é o ponto que ainda vem atrapalhando a expansão desse método. Para mostrar as etapas construtivas e ilustrar passo a passo toda a execução dos retangulões, o presente trabalho possui um estudo de caso de uma obra em que esse método foi utilizado, para conter um maciço (corte vertical) e reforçar um muro já existente. Nesse caso o retangulão teve dois objetivos, o que constitui um diferencial deste método.

20 2 2 OBJETIVOS Visando buscar novas alternativas para contenções de terreno e encostas, com baixo custo, rapidez e bons resultados, este trabalho apresenta uma nova forma de contenção de terreno, inovadora no mercado. 2.1 Objetivo geral Demonstrar um novo método de construção, comparando com os já existentes no mercado, para contenções de taludes e encostas. 2.2 Objetivo específico Analisar o processo construtivo, funcionamento e custo de um método inovador para contenções de encostas e taludes, chamado de Retangulões, que se comporta da mesma forma que as estruturas já existentes no mercado, como, por exemplo, muro a flexão, cortina atirantada, terra armada, crib-wall e parede diafragma.

21 3 3 MÉTODO DO TRABALHO O presente estudo baseia-se em pesquisas em sites, referências bibliográficas, manuais de execução dos sistemas de contenção já existentes, análises de normas vigentes, leituras de artigos técnicos de periódicos, entrevistas com o representante do escritório criador do método, com o consultor de solo que acompanha a execução das obras em que os retangulões são utilizados e engenheiros residentes que já utilizaram esse método em suas obras. Para o desenvolvimento do presente trabalho foram realizadas visitas técnicas periódicas às obras em que já foram executadas os retangulões, e em uma obra ainda em andamento num residencial habitacional, onde está sendo utilizado o presente método. O estudo de caso deste trabalho é baseado nessa obra em andamento.

22 4 4 JUSTIFICATIVA As contenções de taludes e encostas sempre foram muito utilizadas, pois possuem uma parcela muito grande na segurança do empreendimento ou edificação que será executada. A construção civil, assim como em todos os ramos que envolvem a tecnologia, sempre busca novas alternativas para que tenha baixo custo, rapidez, agilidade, facilidade e funcionalidade. As construções civis vêm, a cada dia, transformando-se cada vez mais desafiadoras e difíceis de serem executadas, com isso novas técnicas vêm sendo desenvolvidas. Buscando melhores resultados, os retangulões, apresentados no desenvolvimento deste trabalho, visam atender os requisitos básicos necessários, como, por exemplo, economia, agilidade, qualidade e funcionalidade, para solucionar problemas em encostas e taludes. Em função dos resultados obtidos nas obras que foram executados os retangulões, a demanda pela procura desse método tem aumentado consideravelmente, abrindo assim muitos campos de pesquisas e metodologias para aperfeiçoar ainda mais esse método.

23 5 5 DEFINIÇÃO As estruturas de contenção de terra foram criadas para possibilitar a modificação de uma topografia já existente, para um plano que atenda a necessidade e fins que seja preciso, não prejudicando as áreas próximas e ambientes já existentes em torno do local onde será executado o empreendimento, seja ele um talude de um curso de água, de uma estrada, encosta de área urbana, ou para prevenir ou corrigir a ocorrência de instabilidade de solos e rocha. A fase de contenção sempre representa um alto custo para as obras e em alguns casos esse custo acaba sendo maior do que a própria obra, ou bem próximo disso, podendo variar de acordo com a necessidade. Se a contenção tem que ser executada em fase de obra, ou seja, representando uma etapa da obra, ela pode ter um custo mais baixo, diferentemente do caso de a contenção ser uma medida de correção, como, por exemplo, um deslizamento de talude ou encosta. Para definir qual metodologia será utilizada para conter a encosta ou o talude necessário, é preciso conhecer qual a geologia natural do terreno que está sendo enfrentada, e, para isso, é necessária uma análise dos perfis de sondagem, onde é possível observar as camadas de solos, o nível de água e a resistência que esse solo nos permite trabalhar. Outro ponto importante é saber quais as ações que esse terreno ou encosta irá sofrer ao longo da vida útil dessa obra, pois, dependendo dos carregamentos posteriores, a execução da obra poderá ser prejudicada no desempenho do sistema de contenção. Se for modificado ao ponto-limite que a estrutura foi dimensionada, a contenção poderá chegar a um colapso e causará um deslizamento de terra onde o perigo de ter um acidente é elevado.

24 6 5.1 Talude Compreendem-se por taludes quaisquer superfícies inclinadas que limitam um maciço de terra, de rocha ou de terra e rocha, podendo ser naturais, no caso das encostas, ou artificiais, como os taludes de cortes e aterros. A Figura 1, ilustra um talude e a terminologia usualmente empregada (CAPUTO, 1998). Figura Esquema de talude Segundo Caputo (1988), os principais tipos de movimentos de taludes classificam-se em três grandes grupos: Desprendimento de terra ou rocha é uma porção de um maciço terroso ou de fragmentos de rocha que se destaca do resto do maciço, caindo livre e rapidamente, acumulando-se onde estaciona. Escorregamento deslocamento rápido de uma massa de solo ou de rocha que, rompendo-se do maciço, desliza para baixo e para o lado, ao longo de uma superfície de deslizamento. Rastejo deslocamento lento e contínuo de camadas superficiais sobre camadas mais profundas, com ou sem limite, definido entre a massa de terreno que se desloca e a que permanece estacionária. A velocidade de rastejo é de cerca de 30 cm por decênio, enquanto que a velocidade média de avanço de um escorregamento é da ordem de 30 cm por hora. A curvatura dos troncos de árvores, a inclinação de postes e fendas no solo, são algumas das indicações do rastejo.

25 7 5.2 Sistema de drenagem Os drenos têm uma parcela muito importante nos sistemas de contenções, pois visam proporcionar o escoamento das águas retidas nos maciços, fazendo com que as tensões de empuxo, ocasionada pelo acúmulo de água sobre as contenções, sejam elas de qualquer tipo, diminuam consideravelmente, não deixando que o talude perca a estabilidade. Existem diversos tipos e metodologias para se executar um sistema de drenagem. Na maior parte das drenagens para as contenções, são utilizados agregados graúdos (britas) e agregados miúdos (areia), argila expandida, além de manta geotêxtil e tubos de drenagens. Os sistemas ainda podem ser mais complexos exigindo que sejam executados canaletas para a coleta das águas pluviais ou até mesmo grandes escadas de drenagem (mais utilizadas em rodovias). Figura Esquema de sistema de drenagem em talude (Fonte IPT, 1991)

26 8 6 MÉTODOS DE CONTENÇÕES EXISTENTES EM CONCRETO ARMADO 6.1 Muro de flexão Esse sistema de contenção é composto por duas partes: a horizontal e a vertical. Se for traçado o corte transversal de sua seção é possível comparar com uma peça de formato em L. Para ser executado esse sistema é preciso escavar uma base onde será preenchida com a armação da base do muro e concreto; a armação ficará toda ancorada na base, permitindo que a parede do muro seja executada com a amarração nessa armadura. É um sistema de fácil execução, não necessitando de equipamentos sofisticados, o que torna esse sistema, um método rápido e barato de ser utilizado. Esse sistema é viável para atender até certa altura, aproximadamente 2,5m, pois, como é um conjunto de base e parede, existe uma relação entre esses dois pontos. Se a altura do talude a ser arrimado for muito elevada, esse método torna-se inviável, pois a estrutura começa a apresentar grandes dimensões. Isso faz com que o custo dessa estrutura seja muito alto, inviabilizando sua utilização, já que existem alternativas mais apropriadas no mercado. São bastante utilizados em obras de residências, edifícios de pequeno porte, rodovias e obras de aterro. É necessária a utilização de dreno na parte em que o solo está em contato com o muro, pois o acúmulo de água junto à parede pode causar infiltrações. Essa infiltração poderá desencadear um processo de corrosão na armadura do muro que fragilizará essa peça. E com essa drenagem bem sucedida, a pressão efetiva na

27 9 lateral do muro também será diminuída, fazendo com que o esforço sobre o muro seja menor. Figura Esquema de muro de flexão (Fonte IPT,1991) 6.2 Cortina atirantada O sistema de cortina atirantada é muito utilizado para contenções de talude e encosta com alturas muito elevadas, em rodovias, estradas e em construções de edifícios. É permitido que a contenção seja executada tanto em trecho onde já existe um talude (terreno natural), por exemplo, a execução de canal, ou mesmo onde será preciso escavar para ser executada a obra, exemplo de obras rodoviárias. A cortina atirantada é composta por tirantes e concreto. Os tirantes são compostos de uma série de filamentos que, juntos, em um cilindro metálico, formam um único

28 10 tirante; o concreto preenche o cilindro e o bulbo, que se localiza na ponta cravada do tirante, fazendo com que o mesmo fique ancorado. Após a perfuração, a concretagem e os cabos tensionados, é feita a parte externa da contenção ou o muro propriamente dito, as pontas dos tirantes são ancoradas com uma cabeça que é concretada na parte da encosta onde se localiza também a placa de apoio do concreto, a porca e a contra-porca. A parede pode ser constituída de placas isoladas para cada tirante, de placas englobando dois ou mais tirantes ou de cortina única, incorporando todos os tirantes. Não é um sistema simples de se utilizar, pois é necessário que seja mobilizada uma série de equipamentos como: perfuratrizes, máquina para escavação, bombas para injeção de concreto e mão-de-obra especializada, para que seja executado esse tipo de contenção. A cortina atirantada é um processo mais lento, pois possui um sistema que tem uma particularidade que o diferencia dos outros: é necessário ser executado por trechos. No caso de corte do terreno, só é possível se perfurar os locais dos tirantes quando o terreno está no mesmo nível da posição do furo, ou seja, quando a escavação chegar ao nível desejado. No caso de aterros a seqüência é inversa; primeiro é feito o patamar de aterro, crava-se o tirante e concreta-se a parede até alcançar o nível desejado.

29 11 Figura Detalhamento dos tirantes (Fonte IPT,1991) Figura Perspectiva e corte da seção da cortina (Fonte IPT,1991) 6.3 Terra armada O sistema de contenção de terra armada, que só pode ser utilizado em aterros, é constituído pela associação de solo compactado e armadura, que são perfis de aço zincado, de seção retangular e com nervuras transversais, para melhor aderência com o solo. É completada por uma etapa externa composta de placas de concreto armado pré-moldado, que se entrelaçam e que usualmente são denominadas por escamas, que possuem acabamento estético e grande durabilidade. São muito utilizadas em obras de rodovias e obras de viadutos e pontes.

30 12 A execução é composta por três etapas: a compactação do solo por meio de rolos de compactação e compactador manual (tipo sapo), o lançamento da camada de armadura, e por fim a instalação das escamas. Essas escamas são interligadas por meio de parafusos estruturais. Essas etapas são repetidas até ser alcançada a altura necessária para ser executada a obra. Com esse sistema pode-se executar pequenos muros, de 2 a 3 metros de altura, para instalações comerciais e residenciais, e para obras prediais, rodovias e grandes aterros com muros que podem chegar a 30 metros de desnível vertical. É considerada uma ótima solução por ser confiável, simples e de rápida execução. Capaz de proporcionar economias de 20 a 50 por cento em relação às soluções alternativas. Esse tipo de obra é executado sob a supervisão e assistência da empresa que detém a patente deste processo no Brasil, visto que é uma tecnologia patenteada. As Figuras 6 e 7, ilustram os detalhes de uma obra de terra armada. Figura Perspectiva do muro em terra armada (Fonte IPT,1991) Figura Corte da seção transversal do muro de terra armada (Fonte IPT,1991)

31 Crib-walls Trata-se de um sistema de muro de arrimo por gravidade. É executado utilizando peças de concreto armado pré-moldada, que são encaixadas entre si, formando uma espécie de gaiola, fogueira ou caixa, cujo interior é preenchido com material terroso ou, de preferência, com blocos de rocha, seixos de maiores dimensões ou ainda entulho devidamente compactado. Este material fornece o peso da estrutura de gravidade, enquanto que as peças de concreto armado respondem pela resistência da estrutura e manutenção de sua forma geométrica. Para complementar esse sistema de contenção, quando é utilizada terra para o preenchimento, é executado o plantio de vegetais que colaboram com a estabilização do terreno. Geralmente são utilizados na construção de aterros em encostas, devido a sua forma construtiva. É considerada uma estrutura naturalmente bem drenada e pouco sensível a movimentações e recalques, motivos pelas quais o sistema se adaptou muito bem à execução de estradas em regiões serranas. Não é aconselhável se utilizar em alturas muito elevadas, podendo chegar até aproximadamente 5,00m de altura. As amarrações de suas peças pré-moldadas são dimensionadas a partir da definição da altura que se deseja alcançar. Nas Figuras 8 e 9 podem-se ver um exemplo de muro de contenção com crib-wall.

32 14 Figura Corte da seção transversal do sistema de contenção crib-wall (Fonte IPT,1991) Figura Corte da seção transversal do sistema de contenção crib-wall (Fonte IPT,1991) 6.5 Parede diafragma A técnica de construção de paredes diafragma é relativamente recente no Brasil e sua execução é feita criando-se uma parede guia, que nada mais é que uma parede de concreto armado executada ao longo de todo o perímetro da obra, as quais tem a função de manter estável a parte superior dos painéis, bem como servir de guia inicial para a ferramenta de escavação chamada de clam-shell. Essa ferramenta tem o formato retangular, capaz de escavar as lamelas das paredes diafragma, podendo estar livremente suspensa ou acoplada às barras Kelly (haste de metal que suporta e dirige o clam-shell), sendo que o fechamento das conchas ou mandíbulas pode ser por acionamento mecânico ou hidráulico.

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