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1 Universidade Estadual de Londrina Centro de Ciências Exatas Departamento de Geociências Eliton Flavio Gutierez Bega Territorialização das luzes e ordenação do espaço brasileiro: luminosidade, opacidade e centralidade na perspectiva das imagens noturnas do satélite DMSP/OLS Londrina PR 2008

2 Eliton Flavio Gutierez Bega Territorialização das luzes e ordenação do espaço brasileiro: luminosidade, opacidade e centralidade na perspectiva das imagens noturnas do satélite DMSP/OLS Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Londrina, como requisito parcial à obtenção do título de bacharel. Orientadora: Profª Drª Eliane Tomiasi Paulino Londrina 2008

3 Eliton Flavio Gutierez Bega Territorialização das luzes e ordenação do espaço brasileiro: luminosidade, opacidade e centralidade na perspectiva das imagens noturnas do satélite DMSP/OLS Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Londrina, como requisito parcial à obtenção do título de bacharel, submetida à aprovação da comissão examinadora composta pelos seguintes membros: Profª Drª Eliane Tomiasi Paulino Universidade Estadual de Londrina Profª Drª Ângela Massumi Katuta Universidade Estadual de Londrina Profª Drª Ideni Teresinha Antonello Universidade Estadual de Londrina Londrina, 25 de agosto de 2008.

4 Dedicatórias Aos meus pais e aos velhos amigos de Piracicaba-SP, que sempre me apoiaram de forma incondicional desde o início ao término de minha caminhada na Universidade. Ao meu avô Virgílio, lá de Piracicaba, homem sábio e espirituoso, que mesmo na velhice continua sendo para mim uma espécie de educador-protagonista, que ensina com exemplos práticas de sua vida. À minha avó Luiza, que foi morar lá no Céu. Deixou muitas saudades pela maneira tão simples e cativante como vivia. Sempre será lembrada pela sua bondade, paciência e hospitalidade, e também pelo café saboroso que fazia; heranças estendidas a minha mãe, felizmente. Aos meus alunos do 3ºA da E.E. Diógenes Duarte Paes, em Jundiaí-SP, pela ótima relação de amizade e respeito estabelecidas dentro e fora da escola, e pela diligência e interesse demonstrados em aula. À Susi, coordenadora pedagógica da E.E. Bispo Dom Gabriel P. B. Couto, em Jundiaí-SP; alguém de extrema importância neste meu início de carreira como professor do Estado. Trata-se de uma pessoa extremamente carismática, respeitável e admirável pela postura sempre amigável e pela cordialidade com que trata toda a comunidade escolar, sem nunca perder de vista as responsabilidades e o profissionalismo que o cargo exige. A todos de Londrina-PR que fizeram parte doa meus cinco anos de história nesta cidade e que me estenderam as mãos em momentos cruciais, especialmente ao Pastor Aparecido, que me acolheu como filho; aos amigos Fábio Lúcio e Fábio Balduíno, por todo o companheirismo nos meus primeiros anos no Paraná; aos amigos do Metas, por sempre me trazerem a sensação de estar em família. Aos amigos do curso de Geografia que comigo caminharam na UEL, por todos os momentos compartilhados nos diversos espaços de vivência do campus universitário e da cidade. Desejo que muitos outros estudantes, ao percorrerem suas trajetórias aqui nesta Universidade-mãe, sejam tão felizes quanto eu fui.

5 Agradecimentos Primeiramente a Deus, que me ajudou a vencer todas as adversidades ao longo da vida acadêmica. Rendo graças ao Senhor por ter preparado situações e caminhos tão inesperados, os quais me fizeram chegar ao final do curso ao menos com um pouco de maturidade e consciência humanitária, desconfio. Á professora Eliane Tomiasi, que mesmo diante de muitos contra-tempos, fez com que cada uma de nossas reuniões de orientação equivalessem, talvez, a umas quatro ou cinco, tamanha foi a energia e a dedicação dispensadas. Também por ter aceito o desafio de conduzir uma pesquisa num campo teórico e temático que não correspondem exatamente às suas especialidades. Julgo, porém, que suas intervenções se deram sempre com muita propriedade e da forma mais competente possível. Ao professor Osvaldo C. Neto e a professora Ângela M. katuta, pela disposição e ajuda preciosa em etapas decisivas deste trabalho. O acesso a certas fontes e materiais, bem como a conclusão de determinadas fases de uma pesquisa se devem, muitas vezes, a boa vontade de nossos interlocutores. Aos professores e graduandos do grupo Geografando o Território, os quais se propuseram a abrir um espaço para discussão de conceitos e fundamentos essenciais na estrutura e formação históricofilosófica do pensamento geográfico. Foram debates hiper-interessantes e bastante esclarecedores, e acredito ter tirado deles algum proveito e subsídios para a construção deste trabalho. Faço menção a alguns amigos do curso de Geografia, especialmente ao Fred, ao Pedro e a Jú, companheiros que tiveram suas parcelas de contribuição em muitas de nossas conversas informais no decorrer do bacharelado. Creio que criamos algumas situações legais para troca de informações, obtenções de novos referenciais e reflexões acerca de nossas pesquisas. Ao professor Ricardo A. Castillo, do Depto de Geociências da Unicamp (Campinas), que mesmo não me conhecendo pessoalmente, atendeu prontamente a um pedido via , enviando uma cópia completa de sua tese de doutorado ao meu antigo endereço em Londrina, a qual foi de valor inestimável a minha monografia. Marcou mais pela gentileza do que propriamente pelo favor. Considerando que somos, num plano mais amplo, frutos de uma relação sócio-espaço-temporal, incluo nesta página muitas pessoas da comunidade acadêmica e tantas outras de diversos círculos de amizade, não menos importantes ou merecedores de serem aqui lembradas. Cada qual contribui de forma direta ou indireta e de diversas maneiras, na medida em que nos permitem (re)criar nossos referenciais sempre que deixam em nós partes de seu mundo, de suas experiências e vivências.

6 Não basta ensinar ao homem uma especialidade. Porque se tornará assim uma máquina utilizável, mas não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto. A não ser assim, ele se assemelhará, com seus conhecimentos profissionais, mais a um cão ensinado do que a uma criatura harmoniosamente desenvolvida. Albert Eisntein

7 BEGA, Eliton Flavio Gutierez. Territorialização das luzes e ordenação do espaço brasileiro: luminosidade, opacidade e centralidade na perspectiva das imagens noturnas do satélite DMSP/OLS Monografia de Bacharelado do Curso de Geografia. Universidade Estadual de Londrina. Resumo O presente trabalho propõe um estudo sobre as dinâmicas da ordenação e da centralidade no território brasileiro a partir da estrutura e produção econômicas e das modernizações técnicas na recente produção do espaço nacional. Partindo da análise das imagens orbitais de luzes noturnas do referido território, representativas das densidades e das rarefações geográficas ao longo da superfície brasileira, principalmente por demonstrar as concentrações urbano-populacionais a partir de espaços luminosos, tem como um dos princípios a demonstração de como se deram as condições de centralidade em certos trechos do território, os quais possuem também maior peso na organização do espaço brasileiro. Estabelece por fim, as diferenciações no território, compreendendo que as três grandes regiões geoeconômicas (Centro-Sul, Nordeste e Amazônia) possuem produções de luzes em contextos espaço-temporais diversificados e, portanto, ordenações intraregionais peculiares. Palavras-chave: Território brasileiro; espaços luminosos; ordenação; centralidade; imagem DMSP/OLS; diferenciações territoriais; regiões geoeconômicas.

8 BEGA, Eliton Flavio Gutierez. Territorialization of lights and ordering the brazilian space: brightness, opacity and centrality in view of the satellite images night DMSP/OLS Monograph of the course Bachelor of Geography. Londrina State University. Abstract This paper proposes a study of the dynamics of ordering and centrality in the brazilian territory from the structure and economic production and technical upgrades in the recent production of the national space. Taking as a starting point for the analysis of orbital images of night lights of that territory, representing the "density" and "geographical rarefaction" along the surface brazilian, mainly by showing the concentrations urbanpopulation from luminous spaces, is to one of the principles of the demonstration as have the conditions of centrality in certain parts of the territory, which also have greater weight in the organization of the brazilian space. It finally, the differences in the territory, including the three major regions geoeconômics (Center-South, Northeast and Amazon) with productions of "light" in diverse contexts space-time and therefore particularly intraregional ordinations. Keywords: Brazilian Territory; luminous spaces; ordination; centrality; image DMSP/OLS; territorial differentiations; geoeconômicas regions.

9 Sumário Introdução 1 1 As imagens de luzes noturnas como ferramenta para a busca da compreensão da ordenação e da centralidade no território Sistemas orbitais e Geografia: A geração de imagens noturnas DMSP/OLS com seus pontos luminosos Possibilidades de leitura geográfica do território mediante o uso da tecnologia geradora das imagens de luzes noturnas Limitações da imagem DMSP/OLS para análise da ordenação territorial e da centralidade no espaço brasileiro Os efeitos dos pixels formadores da imagem DMSP/OLS Luzes, opacidade, forma e essência: aparências e significados O opaco e o luminoso no conceito miltoniano, na representação da imagem DMSP/OLS e na construção da idéia de centralidade no espaço Panorama das luzes e da centralidade no território brasileiro Formação do território brasileiro e constituição dos espaços luminosos Panorama histórico: primeiras luzes de um território opaco As luzes na perspectiva econômica: da Colônia à República Transformações técnicas recentes e a expansão luminosa Construção da centralidade no território brasileiro A centralidade da região Sudeste A centralidade da Metrópole Paulista Luminosidade, opacidade e as diferenciações no território: as ordenações intra-regionais Contextualizando os espaços luminosos dos três Brasis Diversificação e integração econômica no Centro-Sul: espaços luminosos e multifuncionalidade Ofuscando as luzes do Nordeste: espaços luminosos no contexto do atraso econômico de uma região A Amazônia brasileira em face da expansão da fronteira agrícola: novas luzes sobre a extensão opaca do Centro-Norte Considerações finais 69 Referências 73

10 Introdução Realizar uma pesquisa de cunho geográfico supõe eleger como princípio estrutural a abordagem de questões relacionadas à ordenação espacial. Possivelmente se discute quem são os agentes ou quais os elementos responsáveis pela produção do espaço e geradores de dinâmicas, processos, fluxos e de tipos variados de arranjos que reverberam em determinada(s) área(s) do território. A investigação, a questão central tem que ser de natureza geográfica. E isto quer dizer que o objeto de estudo, necessariamente, deve vir acompanhado de um recorte teórico-metodológico de modo que, no momento das reflexões e operacionalização da pesquisa, o tema trabalhado seja reconhecido como um objeto apropriável pela Geografia. Como demonstram Milton Santos (2004) e Rui Moreira (2006), o modo como um determinado objeto de pesquisa será apropriado é o que irá caracterizá-lo na perspectiva de cada área do conhecimento. E vale ressaltar que o espaço não é campo de investigação restrito à Geografia, uma vez que a Sociologia, a Economia, a Antropologia, a História e tantas outras Ciências também o levam em conta. Entretanto, na Geografia, o espaço deve responder às perguntas que remetam à espacialidade daquilo que se está estudando. E isto tem a ver com a análise e interpretação da distribuição dos fenômenos que se quer estudar num esforço de atribuir sentido(s) ao território. É dessa forma que o espaço geográfico se diferencia dos interesses particulares dos espaços sociológico, antropológico, econômico, entre outros. O arranjo espacial não é aleatório. Há uma lógica (ou uma mescla de várias lógicas) na maneira como a materialidade está disposta, no modo como os elementos interagem entre si e na forma como as relações estão espacialmente estabelecidas. E compete à Ciência Geográfica responder qual é o sentido do espaço se organizar da maneira como o faz. Não é possível à Geografia falar da indústria, da sociedade, da cultura ou de qualquer outra temática sem contextualizá-la à(s) ordem(ns) estabelecida(s) no espaço em que cada um desses elementos estão inseridos. Do contrário se estará produzindo conhecimento ligado à Economia, às Ciências Sociais ou a outras áreas do saber. Calcado nestes pressupostos é que este trabalho vem esboçar, primeiramente, e acima de tudo, conhecimento que faça alusão ao campo de interesse da Geografia, aqui compreendido como a busca pela lógica da ordenação do espaço. No entanto, se faz oportuno salientar que parece não haver consenso em relação à definição do objeto da Geografia, mesmo entre os geógrafos. Pois há aqueles que defendem, por exemplo, ser a relação

11 homem-meio ou sociedade-natureza o objeto da referida ciência. Há quem diga que a Geografia estuda a ação do homem no espaço, ou ainda que ela se incumba da descrição da superfície terrestre (geo = Terra; grafia = escrita), ou mesmo para estabelecer a diferenciação regional do espaço, além de outras definições que não vem ao caso. Mas o fato é que a ciência é histórica, como bem salienta Moro (1990), e muda em função do tempo, transformando e buscando explicações para seus objetos de estudo, no intuito de acompanhar a realidade em constante evolução. Ao que parece, as respostas poderiam ser tantas quantas são as escolas da Geografia, as quais estabelecem seus olhares sobre o real em diferentes perspectivas. A proposta circunscrita na presente pesquisa tem por intuito propor uma abordagem do território brasileiro, tendo como foco a produção diferencial ou desigual do espaço no contexto de cada região geoeconômica, admitindo que as disparidades (econômicas, tecnológicas, sociais) inter-regionais e intra-regionais cooperam no sentido de trazer uma leitura fornecedora de elementos para se pensar a ordenação territorial brasileira. Um ponto importante a ser ressaltado neste trabalho foi o viés pelo qual se deu a visualização das diferenciações regionais no Brasil, mediante a utilização de imagem de satélite geradora de luzes noturnas. Trata-se de geração de informações específicas de satélites de tecnologia estadunidense, que cabe ressaltar, são produzidas para atenderem aos propósitos do Departamento de defesa dos E.U.A. Não obstante, constituiu-se em uma ferramenta relativamente recente que tem sido cada vez mais utilizada para pesquisas científicas, por demonstrar potencial na captação de luzes artificiais, oriundas principalmente das áreas urbanizadas do território. Ela se torna mais recente ainda quando se fala em sua apropriação para pesquisas no Brasil. Kampel (2003, p. 24) faz menção à utilização das imagens noturnas do referido satélite no território nacional no ano de 1999 com o trabalho de Miranda, pesquisador que se utilizou desse recurso visual para estudar a presença da urbanização na Amazônia Brasileira, através de pontos luminosos espalhados pela floresta. Essas imagens, para os devidos fins deste trabalho, servirão como base para se refletir sobre a ordenação do território brasileiro, na medida em que representam a concentração diferencial e, portanto, a densidade e a rarefação das luzes em determinadas áreas do país. Serão empregadas como uma forma de linguagem, num esforço de associar a disposição das luzes com a questão da centralidade ou das inúmeras centralidades no território (pois não há uma única forma de centralidade, e a distinção de escalas o confirma). E ainda serão confrontadas com as noções de espaços opacos e espaços luminosos, extraídas de

12 Santos (2002), cujo sentido pode ser apreendido somente de forma parcial na referida imagem orbital de pontos luminosos. A despeito de se tratar de um estudo monográfico, faz-se necessário esclarecer que o presente trabalho terá um caráter mais panorâmico, conforme compreende Eco (2000), principalmente no que diz respeito à sua escala de análise, isto é, ao seu recorte espacial, por meio de uma análise do quadro geral da distribuição das áreas luminosas e opacas no território brasileiro. As discussões não ficarão restritas à escala local ou microrregional, exceto na ênfase que será dada (de forma dissolvida no texto) a alguns casos de centros regionais representativos da centralidade territorial. E é nesse sentido que este trabalho de conclusão de curso de bacharelado em Geografia não é rigorosamente monográfico, no sentido da enumeração exaustiva dos elementos passíveis de serem apreendidos a partir de um recorte geográfico restrito em termos de área. Em outras palavras, sempre que se recorre à escala pequena, na perspectiva da representação cartográfica, perde-se em termos de detalhamento daquilo que Milton Santos (1996) chama de rugosidades ou demais elementos físicos da paisagem, mas que é compensado pela possibilidade de estabelecer os elos explicativos inerentes a abordagem reticular, pautada no que Raffestin (1993) chama de nodosidades. No estudo da ordenação territorial brasileira, a questão da escala de análise ganha interesse particular, uma vez que há centros urbanos, as referidas nodosidades, capazes de polarizar grandes áreas de seu entorno, enquanto há outros que não possuem ao menos uma base produtiva capaz de suprir a demanda de sua hinterlândia mais imediata. Mas fazer um recorte que corresponda à visualização ou apreensão do fenômeno que se quer destacar pode ser um exercício muito complexo. Afinal, como delimitar uma escala que dê conta de mostrar quais as regiões de influência de metrópoles que, direta ou indiretamente, se fazem presentes em grandes extensões do território brasileiro, como são, por exemplo, os casos do Rio de Janeiro, de Curitiba, de Salvador, e especialmente da cidade de São Paulo? A questão a se colocar é que nestes tempos de globalização dos mercados e de produção de um meio geográfico cada vez mais imbuído de técnica, de ciência e de informação, conectado em redes modernas, o controle ou o poder de ordenar o território muitas vezes foge à alçada do território nacional. Isso porque embora seja o Estado que detêm a hegemonia sobre a gestão do território, os governos que o representam não estão desconectados dos interesses hegemônicos da sociedade, e que emanam diretamente da lógica de acumulação ampliada do capital, a ponto de interferirem diretamente no planejamento da funcionalidade das áreas de domínio político-administrativo.

13 Segundo menciona Becker (2005), há quem se posicione contra a idéia de ordenação ou ordenamento territorial, por considerá-lo ultrapassado no contexto mundial em que os fluxos da globalização reduzem ou impedem a ação efetiva das políticas públicas. Mas de modo algum isso é convincente. Pois se as políticas territoriais e certas decisões estatais parecem perder força é porque seus agentes compactuam com os objetivos das empresas e outros órgãos privados, que aparecem como agentes expressivos na construção da ordenação e da centralidade. Esse imbricamento entre interesses privados e mediação do Estado fazem com que a dinâmica de produção do território nunca seja dada por concluída, antes, constitua um processo contínuo, já que os objetivos, os sujeitos e os mediadores estão em permanente conflito, refletindo-se nos arranjos territoriais. Com base nestes pressupostos, buscamos nos espaços luminosos do território brasileiro um sentido para discorrermos sobre a ordenação e a centralidade que são constituídas por esta lógica. Não podemos olhar a disposição das luzes sobre o território como um fim em si, como se elas nada tivessem a ver com as grandes áreas luminosas espalhadas pelo mundo, ou como se tão somente elas respondessem pela organização do espaço nacional. Com um pouco de esforço, até podemos encontrar no conjunto das luzes noturnas do Brasil um discurso consistente que sustente algumas colocações sobre a ordem espacial interna. É o que mostra o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2001, p. 31), em seu levantamento sobre a emergência de uma nova hierarquia urbana: O processo de mundialização não implica, entretanto, que deixe de existir uma estrutura hierarquizada de relações e articulações entre os diversos centros dentro do território nacional, mas que essas relações estão cada vez mais mediadas por novos determinantes [...]. Porém, se ignoramos a invasão das forças globalizadas e dos elementos vindos do estrangeiro nos arranjos do território nacional, sem dúvida a análise seria incompleta. Pois na era da Globalização, onde as relações se intensificam, não é possível pensarmos que uma extensão territorial tão vasta como a brasileira esteja desconectada do processo que produz luzes e, contraditoriamente, opacidades em escala mundial. O desenvolvimento e a sistematização da presente pesquisa se divide em três partes, onde se apresentará, no primeiro capítulo uma análise da tecnologia orbital da imagem de luzes noturnas, e que é tomada como ferramenta ou como recurso visual que propicia uma forma de linguagem por meio da qual delinearmos os procedimentos metodológicos e as considerações iniciais na busca de uma conexão destas informações do território brasileiro com o trato da ordenação e da centralidade no espaço.

14 No segundo capítulo, a ênfase será dada às variáveis histórico-econômicas, bem como às transformações técnicas recentes, que em seu conjunto são responsáveis pela gênese, evolução e constituição do espaço nacional, que se manifesta na fixação das luzes no território brasileiro, e que permite evidenciar a construção de uma dada centralidade. As diferenciações regionais e intra-regionais a partir dos espaços luminosos e da opacidade são assuntos do último capítulo, sendo este também o momento do trabalho onde estão abordados os elementos que condicionam a leitura da ordenação espacial peculiar a cada porção do território brasileiro, admitindo-se que este se divide em três grandes regiões geoeconômicas, representados pelo Centro-Sul, pelo Nordeste e pela Amazônia. Com isso queremos representar de forma mais elaborada o que está implícito ou indiretamente presente em pesquisas de cunho geográfico. Referimo-nos aos trabalhos que contemplam questões ligadas à ordenação do espaço, aqui considerada como o objeto de estudo que faz jus ao campo de conhecimento atribuído a Geografia.

15 CAPÍTULO 1 As imagens de luzes noturnas como ferramenta para a busca da compreensão da ordenação e da centralidade no território

16 1.1 Sistemas orbitais e Geografia: A geração de imagens noturnas DMSP/OLS com seus pontos luminosos A proeminência do meio técnico-cientifico-informacional (SANTOS, 2004) vivenciado nos dias atuais, e que já vem se desenhando em alguns territórios desde os primórdios de sua etapa de mecanização, com o advento da primeira Revolução Industrial em fins do século XVIII, e mais acentuadamente com o processo de informacionalização dos mesmos após a Segunda Guerra Mundial, permitiu, na contemporaneidade, o desenvolvimento de várias tecnologias que tornaram o mundo observável. A possibilidade de visualização sinóptica do espaço geográfico terrestre, cada vez mais socializada e mediada por programas de computadores, através da captação de imagens de satélites artificiais é hoje um fenômeno sem precedentes na história da humanidade. O Google Earth, por exemplo, um programa digital que permite a observação multiescalar do nosso planeta, através de montagens de fotografias de todas as partes da Terra captadas pelos sistemas orbitais, é mais uma opção moderna (dentre várias outras, como sites de institutos espaciais nacional e estrangeiros, revistas eletrônicas etc) para navegação e conhecimento dos aspectos geográficos do globo. Opção essa condicionada pelos avanços da ciência e especificamente do aprimoramento das tecnologias de sistemas orbitais, e um tanto reveladora da cobertura imagética do mundo via satélites. Sobre a relevância dos sistemas orbitais para a exploração do conhecimento sobre o espaço geográfico, Santos (2004, p. 197) considera: Pode-se dizer que o mundo teve dois grandes momentos, do ponto de vista de seu conhecimento geográfico. O primeiro foi dado com as grandes navegações e o outro se dá recentemente com os satélites [...]. O meio técnico-cientifico-informacional constituiu uma base tecnológica que permite olhar o mundo de um lugar, de um ângulo de visão externo a ele. Tornou possível, inclusive, a construção do presente trabalho, cuja finalidade é produzir conhecimento geográfico a partir de uma imagem de satélite específica que abrange uma área de observação da extensão do território brasileiro. Daí o esforço de associação entre a Geografia e a tecnologia orbital aqui tratada para a contribuição ao conhecimento desta Ciência. A importância do surgimento e da evolução dos sistemas orbitais de imagens digitais para a Geografia se faz especialmente no contexto de dispor de representações que cobrem grandes porções do território, ao mesmo tempo em que revela a materialidade do mesmo. Castillo (1999, p. 77) frisa o quão inovadora foi para a Geografia a disposição de imagens digitais de sensoriamento remoto para o conhecimento do território: Antes mesmo

17 do lançamento do primeiro satélite de observação da Terra, já se vislumbrava como uma revolução na Geografia a possibilidade de contar com o imageamento orbital, com intuito de abranger extensas áreas de uma só vez, permitindo uma visão de conjunto [...]. Não só pela cobertura de áreas que expressam representações sinópticas da Terra ou pela sobreposição multiescalar das partes do globo que se mede a importância e o avanço dos sistemas orbitais para a Geografia. Também a variedade de temáticas com que se conta na atualidade, em decorrência da especificidade de satélites artificiais para a geração de dados peculiares, nos trazem alguma idéia da diversidade de seu uso para análises de fenômenos no/ sobre o território. Grosso modo, Castillo (1999) distingue dois grupos de satélites, sendo um deles para fins militares e outro para uso civil. Dentre aqueles com finalidades civis, temos sensoriamentos específicos para observações climáticas, meteorológicas, ambientais, para estudos da evolução das manchas urbanas etc. E entre tantos outros, há também um grupo de satélites geradores de luzes noturnas, que interessam particularmente a esta pesquisa. Trata-se do sistema orbital estadunidense DMSP/OLS, do qual Kampel (2001, 2003) vem se utilizando em seus trabalhos para detectar a presença da urbanização e da distribuição espacial das ocupações humanas na Amazônia Brasileira. A referida autora descreve os fundamentos deste programa de sensoriamento remoto, que utilizaremos como base para tecer algumas considerações técnicas. Segundo Kampel, o Defense Meteorological Satellite Program (DMSP) Programa de Satélite Meteorológico de Defesa Norte Americano, administrado pelo Centro de Sistemas Espaciais e Mísseis da Força Aérea dos E.U.A. foi planejado, a princípio, para observação noturna da cobertura de nuvens e previsão meteorológica. Porém, o sensor Operational Linescam System (OLS), que opera o sistema para a aquisição de imagens noturnas, ao ser potencializado por um tubo foto-multiplicador que aumentou sua sensibilidade quatro vezes, trouxe como resultado a capacidade de detectar fracas fontes emissoras de infra-vermelho próximo, como por exemplo as luzes das cidades, possibilitando visão interessante da ocupação humana no espaço através da associação com as luzes (KAMPEL, 2003, p. 19, 20). O sensor OLS, a bordo dos satélites DMSP, apresenta características especiais relacionadas à geração de imagens com pouca quantidade de luz, permitindo uma detecção excelente de pontos luminosos noturnos, como as queimadas e as cidades, além de manchas claras, como as nuvens (KAMPEL, 2001, 2003). No entanto, essas imagens noturnas recebem

18 tratamento digital no Centro Nacional de Dados Geofísicos dos E.U.A. National Geophysical Data Center (NGDC). Um dos produtos gerados pela NGDC é a imagem-mosaico, resultante da composição de cenas DMSP/OLS adquiridas em várias datas. Esta imagem permite a eliminação das áreas com cobertura persistente de nuvens e a distinção de eventos temporários, como focos de incêndios e relâmpagos, das luzes produzidas por fontes estáveis, como aquelas emitidas pelas cidades (KAMPEL, 2003, p. 21). Com tal procedimento, fica resolvido o problema das luzes efêmeras, eliminadas da imagem de luzes noturnas. 1.2 Possibilidades de leitura geográfica do território mediante a tecnologia geradora das imagens de luzes noturnas. O papel das representações gráficas tem assumido importância crescente no atual contexto da produção do saber geográfico. Considerando a diversidade de representações e modelos com arranjos gráficos que contém informações passíveis de serem lidas geograficamente, afirmamos que o presente estudo, baseado em imagens digitais de luzes noturnas, tem a pretensão de contribuir no sentido de ser mais uma possibilidade de se extrair conhecimento relativo ao espaço geográfico. O recorte espacial contido na imagem, ou seja, o território brasileiro pode ser cognoscível e consequentemente inteligível por meio da análise da distribuição das luzes. A cognoscibilidade é inerente à imagem, pois diz respeito àquilo que, através dela, pode ser conhecido ou que se apresenta ao pensamento, e nesse caso, trata-se de extrair conteúdo geográfico. A inteligibilidade corresponde à fase analítica, momento em que se impõe um conhecimento racional, uma interpretação que tem como ponto de partida a formulação de idéias e informações com auxílio de uma dada imagem. Uma representação noturna com pontos luminosos sobre o território, conforme exposto na figura 1, pode suscitar diferentes abordagens. Há várias possibilidades de se ler a imagem de luzes noturnas aqui aludida. Sua intervenção tornaria realizável, por exemplo, um panorama da rede urbana ou de sua distribuição irregular sobre o território. Outro objeto de investigação se daria com um quadro geral da concentração das atividades e da ocupação humana nas áreas luminosas de um país qualquer. A regionalização do espaço através do consumo de energia ou mesmo um discurso sobre o desenvolvimento regional desigual, considerando que a densidade das luzes do conjunto de centros urbanos correspondam a uma

19 densidade de consumo de energia elétrica, seriam duas temáticas pertinentes às imagens DMSP/OLS. Assuntos relativos à identificação de áreas conurbadas, de possíveis metrópoles ou da alocação de pequenos núcleos urbanos isolados, enfim, de uma gama de arranjos e ocupações espaciais pautadas na observação da concentração-dispersão das luzes em dada extensão territorial, não esgotariam a criação de um rico temário que possibilitasse diversas leituras geográficas. Figura 1 luzes do território brasileiro captadas por imagem digital do satélite DMSP durante a noite Fonte: Os apontamentos que Kampel (2003, p ) faz sobre o histórico da utilização das imagens do satélite DMSP traz alguma idéia dos diferentes propósitos aos quais as imagens digitais de luzes noturnas serviram. Desde o mapeamento de áreas urbanas nos E.U.A. ou a identificação da presença de aglomerações em áreas florestadas no Brasil,

20 passando pelo estudo de padrões de crescimento das luzes noturnas na China (leia-se expansão do perímetro ou da malha urbana das cidades), até um levantamento da distribuição populacional em escala global (além de outros trabalhos), são indicativos de que as representações geradas por este sistema orbital foram aplicadas em diferentes pesquisas para fins variados. A forma de direcionar o olhar (geográfico) sobre a imagem também é um ponto a ser destacado, pois o modo de observação, nas palavras de Moreira (2006, p. 168), por si só, pode engendrar sobre o território, análises diferenciais: Se o olhar fixa o foco na localização, um ponto impõe-se aos demais e a localização arruma o plano da distribuição por referência nesse ponto. Se o olhar abrange a diversidade da distribuição, então é a distribuição quem arruma por igual o plano das localizações. O olhar focado na localização dimensiona a centralidade. O olhar focado na distribuição dimensiona a alteridade. Num trabalho em que se busca, na perspectiva da representação DMSP/OLS, retratar a polaridade que o maior volume de pontos luminosos deixam transparecer para uma discussão sobre a ordenação territorial, em associação com o espraiamento das luzes, tanto o olhar convergido na localização quanto aquele firmado na distribuição, não devem, de modo algum, se desvincular entre si. Mas a centralidade de certos espaços exige que se dê aos mesmos dispendiosa atenção, e isso muitas vezes em detrimento de toda sua região imediata. Exerce-se aquilo que Raffestim, Racine e Ruffy (1983) chamam de esquecimento coerente, por que torna-se natural, por um momento, que se exclua do recorte escalar toda a área que compreende a hinterlândia, já que esta não é possuidora do mesmo poder de atração. No entanto, a própria idéia de um espaço centralizador já pressupõe que se pense numa zona de influência deste espaço. É nesse momento que, necessariamente, impera o olhar que dimensiona a alteridade sobre um certo plano de localidades, buscando, numa dimensão geográfica maior, o conjunto das relações, das dinâmicas, dos fluxos e das trocas que constroem uma organização regional, estabelecendo, portanto, uma ordem espacial. Desse modo é que, num esforço de originar mais uma possível estruturação teórico-metodológica que faça jus ao saber geográfico, se recorrerá a uma leitura conjunta dos dois olhares, inspirados em Moreira (2006, p. 167), qual seja, fazendo com que o exercício da localização leve à distribuição, e esta, por sua vez, à extensão do sistema de pontos, gerando uma alteridade de localidades que integrem o espaço.

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