Associação Região Tocantina de Educação e Cultura S/C Ltda. - ARTEC

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Associação Região Tocantina de Educação e Cultura S/C Ltda. - ARTEC"

Transcrição

1 FACULDADE DE IMPERATRIZ - FACIMP PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO IMPERATRIZ MA 2015 CURSO DE FARMÁCIA

2 Mantenedora Associação Região Tocantina de Educação e Cultura S/C Ltda. - ARTEC Antônio Leite Andrade Presidente Faculdade de Imperatriz FACIMP Dorlice Souza Andrade Diretora Geral Antônio Raimundo Oliveira Neto Diretor Administrativo e Financeiro Iría Almeida Duarte Diretora Acadêmica Marcos Diego Pereira da Silva Coordenador do Curso de Farmácia REDAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO Marcos Diego Pereira da Silva

3 Sumário 1. APRESENTAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MISSÃO DA FACIMP OBJETIVOS INSTITUCIONAIS METAS INSTITUCIONAIS REALIDADE REGIONAL HISTÓRICO DO CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS PERFIL E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL DO EGRESSO ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO Políticas de Ensino Políticas de Pesquisa Políticas de Extensão ORGANIZAÇÃO CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR ESTRUTURA CURRICULAR EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS E COMPLEMENTARES INTERDISCIPLINARIDADE E FLEXIBILIDADE CURRICULAR NO CURSO DE FARMÁCIA INTEGRAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NO CURSO DE FARMÁCIA TEMÁTICA DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA NAS ATIVIDADES CURRICULARES DO CURSO DE FARMÁCIA POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO CURSO DE FARMÁCIA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DO CURSO DE FARMÁCIA ESTÁGIO CURRICULARE SUPERVISIONADO DO CURSO DE FARMÁCIA METODOLOGIA REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE FARMÁCIA APOIO AO DISCENTE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM COERÊNCIA DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO OUTRAS AVALIAÇÕES AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO CPA) ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS APOIO AO DISCENTE ATIVIDADES DE EXTENSÃO REALIZADAS EM TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICs) CORPO DOCENTE COORDENAÇÃO DE CURSO:

4 1. APRESENTAÇÃO 1.1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO Em maio de 1998, foi fundada a A. Região Tocantina de Educação e Cultura Ltda (ARTEC), entidade mantenedora da Faculdade de Imperatriz (FACIMP), graças ao dinamismo de seu Presidente, o médico Antônio Leite Andrade, e da Professora MSc. Dorlice Souza Andrade. A FACULDADE DE IMPERATRIZ, adiante designada apenas FACIMP, é uma instituição de ensino superior particular, integrante do Sistema Federal de Ensino, com limite territorial de atuação circunscrito ao município de Imperatriz, Estado do Maranhão. AFACIMP, com sede na Av. Prudente de Morais, s/nº - Bairro Residencial Kubitschek Imperatriz - MARANHÃO, mantida pela ASSOCIAÇÃO REGIÃO TOCANTINA DE EDUCAÇÃO E CULTURA S/C LTDA. ARTEC, pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro em Imperatriz, Estado do Maranhão, situada na Av. Prudente de Morais, s/nº - Bairro Residencial Kubitschek, e com seu Contrato Social inscrito no Cartório de 1º Ofício de Registro Civil das Pessoas Jurídicas sob o nº 5, fls. 9 a 12, Livro A-10, Registro de Pessoas Jurídicas. criada em 17 de maio de 2001, através da portaria do MEC nº 951, tem por finalidade contribuir para a construção de uma sociedade solidária e democrática, dentro dos princípios do Estado Democrático de Direito e da liberdade, promovendo a formação integral, humanista e técnico-profissional dos membros da comunidade acadêmica da Instituição, nos vários campos do conhecimento humano. Para dar início às suas atividades, a ARTEC requereu ao MEC a autorização para a criação de 10 (dez) cursos, todos abrigados pela FACIMP, instituição de ensino superior privado pioneira, dirigida pela professora Msc. Dorlice Souza Andrade. Em agosto de 2001 começaram as aulas na Faculdade, nos cursos de Odontologia e Turismo. A faculdade já implantou 13 cursos de graduação, 11 deles em pleno funcionamento, sendo todos ministrados por profissionais especializados, mestres e doutores e tem como uma das suas principais missões a busca constante pela inovação e modernidade nos métodos e estruturas de ensino.

5 2 1.2 MISSÃO DA FACIMP Servir à comunidade provendo conhecimento e gerando recursos importantes para o desenvolvimento científico, econômico, profissional, social e cultural de Imperatriz e região, buscando contribuir sempre para o bem-estar da sociedade, de modo a participar no esforço pela melhoria da qualidade de vida, defendendo a expressão e o cumprimento da verdade. 1.3 OBJETIVOS INSTITUCIONAIS Como dispõe o Regimento em vigor, a FACIMP está instituída com o objetivo de ministrar o ensino superior, estimular a pesquisa científica em todos os campos. A FACIMP é uma instituição de estudos superiores de ensino extensão e pesquisa científica, voltados para o desenvolvimento político-cultural e sócio econômico do país e, em particular, da Região Tocantina do Estado do Maranhão com os seguintes objetivos: I. Estimular a criação cultural, o desenvolvimento do espírito científico, do pensamento reflexivo e do conhecimento crítico; II. Formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimentos, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua; III. Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e à criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; IV. Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de outras formas de socialização do conhecimento; V. Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; VI. Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais, estaduais e municipais, prestando serviços especializados à comunidade e

6 3 VII. estabelecer com esta uma relação de reciprocidade, estimular a solidariedade entre os povos; e, Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na Instituição. 1.4 METAS INSTITUCIONAIS Considerando a visão institucionalmente estabelecida, buscando assegurar o cumprimento dos princípios fundamentais e ocupar adequada e racionalmente nossas estruturas de funcionamento, para consolidação da Instituição como centro de ciência e da cultura, foram estabelecidas as seguintes metas prioritárias: I. Manutenção da reconhecida qualidade do ensino oferecido na FACIMP; II. Criar condições para Credenciamento do futuro Centro Universitário; III. Permanente reestruturação dos Cursos, visando à atuação integrada, a interdisciplinaridade e a indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão; IV. Intensificar os programas de qualificação do pessoal docente através de cursos de aperfeiçoamento, especialização, de mestrado e doutorado, como forma de garantir a qualidade e a renovação do ensino e da pesquisa; V. Consolidar o Programa de Iniciação Científica; VI. Incrementar os programas de prestação de serviços à comunidade, e de extensão, através da divulgação dos resultados do ensino e das pesquisas desenvolvidos, e da promoção de cursos de capacitação dos diferentes segmentos profissionais REALIDADE REGIONAL Em 27 de agosto de 1856, a lei nº. 398 criou a Vila de Imperatriz, passando a categoria de município em 22 de abril de O município de Imperatriz faz fronteira de fácil acesso com os estados do Tocantins e do Pará, bem como com os municípios de Açailândia, Itinga, Estreito, Porto Franco, Carolina, Senador La Roque, Governador Archer, Governador Ribamar Fiquene, João Lisboa e outros, sendo atingidos pela sua influência econômica, o que o torna o principal pólo da região, que aglutina o sudoeste do Maranhão e norte do Tocantins, possuindo o título, dentre outros, de "Portal da Amazônia. Para tanto Imperatriz conta com a Rodovia BR-010 (Belém-Brasília) com a Ferrovia Norte-

7 4 Sul, a Estrada de Ferro Carajás e o Rio Tocantins como um dos principais rios do País.Além disso, por Imperatriz passam as principais linhas de transmissão de energia elétrica do Maranhão e de outros estados. A influência de Imperatriz estende-se por diversos estados, em especial por municípios do sudoeste do Maranhão, sul do Pará e norte do Tocantins. Situa-se a 639 km da capital, São Luís (MA), 608 km de Belém (PA), 631 km de Palmas (TO), 757 km de Teresina (PI), km de Fortaleza (CE), de Goiânia (GO), de Brasília (DF) e km de São Paulo (SP). Estas distâncias conferem a este município a singularidade de capital regional, responsável pela sustentação de um vasto território, onde se desenvolve a agricultura, pecuária, comércio, indústria e agroindústria em processo de crescimento. Suas coordenadas geográficas são 5º 31' 32' latitude sul; 47º 26' 35' longitude a W Gr., com altitude média de 92 metros acima do nível do mar. O clima da região é tropical subúmido com duas estações bem definidas: inverno ou estação das chuvas (novembro a março) e verão ou estação da seca (abril a outubro). A temperatura média no município oscila entre 20 e 38º, com picos de mais de 40 graus em dias mais quentes. Com sensações térmicas que chegam a 36º no inverno e 47º no verão. A média pluviométrica do município é de 1.400mm anuais. Seu relevo é formado basicamente de planícies e em sua vegetação predominam cerrados. Em relação aos aspectos socioeconômicos, Imperatriz é o maior entroncamento comercial, energético e econômico do Estado, por se encontrar num cruzamento entre a soja de Balsas, no sul do Maranhão, a extração de madeira na fronteira com o Pará, a siderurgia em Açailândia e a agricultura familiar no resto do Estado, com destaque para a produção de arroz, de energia com a implantação da hidroelétrica de Estreito e de celulose com a da fábrica Suzano de Papel e Celulose. Socialmente, Imperatriz possui o segundo melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Maranhão com 0,722 (PNUD 2000), mas é notável que nos últimos anos houve um crescimento desordenado da periferia com aumento substancial do número de invasões e favelas (popularmente as vilas), culminando com uma forte especulação imobiliária o que cria vazios de urbanização dentro do perímetro urbano. Na educação, a cidade dispõe de uma ampla rede de ensino desde o pré-escolar até o ensino superior, além do profissionalizante, sendo compartilhada pela rede pública e particular de ensino; possui cerca de 230 escolas, sendo 150 Públicas Municipais, com 32

8 5 Estaduais e 48 privadas. A taxa de analfabetismo no município, segundo o IBGE, encontra- se em nível semelhante a média nordestina refletindo cerca de 27,59%. Na saúde, consta em dados oficiais do do Conselho Regional de Farmáciado Maranhão que o município de Imperatriz é um grande centro de atuação farmacêutica da região, contando com 218 estabelecimentos farmacêuticos dos 3459 do estado (entre farmácias comerciais, farmácias magistrais, farmácias básicas, farmácias hospitalares, Unidade de Pronto Atendimento (UPA), distribuidoras de produtos farmacêuticos, laboratórios análises clínicas, postos de coleta e dedetizadoras), além de 346 farmacêuticos inscritos na seccional do município. A rede hospitalar dispõe de 679 leitos em ocupação contínua. Conta também com 66 Unidades de Saúde da Família, Coordenação de Ações de Saúde Mental, programa de imunização em todos os postos de saúde, programa de diabetes, Centros de Convivência do Idoso, Núcleo de Atenção Psicossocial adulto e infantil, associações de deficientes físicos, visuais e auditivos, condenados, portadores de hanseníase etc. As enfermidades que mais preocupam a saúde são as doenças infecciosas e parasitárias, que apresentam índices bastante elevados, como é o caso da hanseníase, tuberculose, dengue, hipertensão, desnutrição, doenças respiratórias, hepatites virais, além das doenças reemergentes como o Beriberi, que no ano de 2006 apareceu em forma de surto epidêmico. O município de Imperatriz possui 34 Unidades s de Saúde (57% de cobertura) com 43 equipes da Estratégia de Saúde da Família e 350 agentes comunitários de saúde; 1 Consultório de Rua situação de vulnerabilidade com 5 cinco equipes interdisciplinares; 1 Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD) com 2 equipes e 5 equipes do Núcleo de Apoio a Saúde da Família ( NASF). Na Rede Secundária e Terciária de Saúde conta com Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), sendo 1 do Estado e 2 do Município; 1 Hospital Regional Materno- Infantil que atende ao parto de baixo e alto risco, possuindo uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI), com Centro de parto humanizado, Centro cirúrgico obstétrico e banco de leite; Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) com 5 equipes e 2 unidades de suporte avançado (USA); Hospital Municipal que atende 42 municípios do Maranhão, além de municípios do Tocantins e Pará; Hospital de urgência e emergência com 30 leitos de UTI (10 infantis), 400 leitos (80 pediátricos), 25 especialidades médicas e 80 médicos; 3 programas de residência médica nas áreas de cirurgia (geral/ otorrino), pediatria e clínica médica.

9 6 Diante do exposto pode-se compreender a magnitude da cidade de Imperatriz no sentido de agregar bens e serviços de todas as áreas, inclusive na saúde, uma vez que esta cidade atinge estados próximos como Tocantins e Pará. Neste contexto foi criado o curso de farmácia da Faculdade de Imperatriz-FACIMP, com o objetivo de atender a uma demanda de profissionais capacitados à altura do desenvolvimento do país e do estado. A FACIMP apresenta-se como importante instrumento no contexto educacional, contribuindo socialmente com a oferta de profissionais para o mercado de trabalho cada vez mais exigente. 1.6 HISTÓRICO DO CURSO O Curso Farmácia da FACIMP obteve a autorização para o seu funcionamento através da Portaria Ministerial n0 3962, publicação DOU em 23/dez/03. Oreconhecimento do Curso está registrado pela Portaria 859 de 17 de Novembro de O graduado recebe o título de Bacharel em Farmácia. Atualmente o curso tem duração de 4 anos. 2 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA Neste texto, está descrito o Projeto Pedagógico para o Curso de Farmácia dafaculdade de Imperatriz FACIMP, localizado em Imperatriz MA, região sul do estado. O currículo do Curso de Graduação em Farmácia da FACIMP foi elaborado segundo asinformações descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação emfarmácia presentes na Resolução do Conselho Nacional de Educação e da Câmara deeducação Superior (Resolução CNE/CES n 02, de 19 de fevereiro de 2002) e também naresolução no 338, de 06 de maio de 2004, do Conselho Nacional de Saúde, a qual aprova apolítica Nacional de Assistência Farmacêutica, que é parte integrante da Política Nacionalde Saúde. Além disso, o currículo do Curso também foi elaborado considerando-se comoreferência os Projetos Políticos Pedagógicos para o Curso de Farmácia de diversasinstituições de ensino superior que já implementaram as diretrizes curricularesdescritas na Resolução CNE/CES n 02, de 19 de fevereiro de O Curso de Graduação em Farmácia da FACIMP oferecerá ao egresso a possibilidadede obter o grau de Farmacêutico Generalista, profissional de nível superior e

10 7 membrointegrante das Ciências da Saúde, preparado para atuar em qualquer área de suacompetência no mercado de trabalho. Este profissional Farmacêutico apresentará uma visãogeneralista, humanista, crítica e reflexiva, para atuar na promoção, proteção e recuperaçãoda saúde, para atuar em todos os níveis da atenção à saúde, com base no rigor científico eintelectual. Capacitado ao exercício de atividades referentes aos fármacos, aosmedicamentos e aos fitoterápicos, às análises clínicas e toxicológicas, ao controle, produçãoe análises de alimentos, e à assistência farmacêutica pautado em princípios éticos e nacompreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuaçãopara a transformação da realidade em benefício da sociedade. Portanto, nesta proposta estádescrito o compromisso de formação de um profissional da saúde, capaz de atuar tanto noseixos estratégicos da assistência farmacêutica, considerando as prioridades inerentes dosistema Único de Saúde, quanto nas funções tradicionais inerentes à prática farmacêutica. Com este projeto a Facimp reafirma seu compromisso com a formação de farmacêuticos aptos a atuarem em qualquer esfera da profissão, com compromisso ético e social. A matriz curricular resulta do esforço coletivo da comunidade acadêmica da Facimp e deve ser vista como um investimento na direção da renovação e do aperfeiçoamento do profissional farmacêutico, conforme previsto nas Diretrizes Curriculares Nacionais. 2.1 OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Formar o profissional farmacêutico com os conhecimentos requeridos, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Farmácia, para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação (verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura), liderança, administração e gerenciamento e educação permanente OBJETIVOS ESPECÍFICOS Respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional;

11 8 Atuar em todos os níveis de atenção à saúde, integrando-se em programas de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde, sensibilizados e comprometidos com o ser humano, respeitando-o e valorizando-o; Atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente com extrema produtividade na promoção da saúde baseado na convicção científica, de cidadania e de ética; Reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; Exercer sua profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como uma forma de participação e contribuição social; Conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos; Desenvolver assistência farmacêutica individual e coletiva; Atuar na pesquisa, seleção, manipulação, produção, armazenamento e controle de qualidade de insumos, fármacos, produtos naturais, medicamentos, cosméticos, saneantes e domissaneantes e correlatos; Compreender a açãodos órgãos de regulamentação e fiscalização do exercício profissional e de aprovação, registro e controle de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes e correlatos; Atuar na avaliação toxicológica de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes, correlatos e alimentos; Realizar, interpretar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por análises clínico-laboratoriais, incluindo os exames hematológicos, citológicos, citopatológicos, bem como análises toxicológicas, dentro dos padrões de qualidade e normas de segurança; Realizar procedimentos relacionados à coleta de material para fins de análises laboratoriais e toxicológicas; Avaliar a interferência de medicamentos, alimentos e outros interferentes em exames laboratoriais; Avaliar as interações medicamento/medicamento e alimento/medicamento;

12 9 Atuar no planejamento, administração e gestão de serviços farmacêuticos, incluindo registro, autorização de produção, distribuição e comercialização de medicamentos, cosméticos, saneantes, domissaneantes e correlatos; Interpretar e avaliar prescrições; Atuar na dispensação de medicamentos e correlatos; Compreender as políticas de medicamentos e de assistência farmacêutica; Formular e produzir medicamentos e cosméticos; Atuar na promoção e gerenciamento do uso correto e racional de medicamentos, em todos os níveis de dispensação (farmácias comerciais, farmácias magistrais, farmácias básicas, farmácias hospitalares) tanto no âmbito do setor como do privado; Desenvolver atividades de garantia da qualidade de medicamentos, cosméticos, processos e serviços onde atue o farmacêutico; Realizar, interpretar, avaliar, emitir laudos e pareceres e responsabilizar-se tecnicamente por análises de alimentos de uso enteral e parenteral, desde a obtenção das matérias primas até o consumo, em todos os segmentos aplicáveis, com ênfase na farmácia hospitalar; Realizar análises fisico-químicas e microbiológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente; Exercer atenção farmacêutica individual e coletiva na área das análises clínicas e toxicológicas; Gerenciar laboratórios de análises clínicas e toxicológicas; Atuar na seleção, desenvolvimento e controle de qualidade de metodologias, de reativos, reagentes e equipamentos; Despertar o interesse do aluno para as atividades relacionadas a saúde pública e atuação nos serviços do SUS. 3 PERFIL E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL DO EGRESSO O Curso de Graduação em Farmácia da FACIMP tem como perfil do formandoegresso/profissional o Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor científico e intelectual.capacitado ao exercício de atividades referentes aos fármacos e aos

13 10 medicamentos, àsanálises clínicas e toxicológicas e ao controle, produção e análise de alimentos, pautado emprincípios éticos e na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio,dirigindo sua atuação para a transformação da realidade em benefício da sociedade. Desta forma, a FACIMP propõe, visando atender aos objetivos específicos, que o egresso do curso de Farmácia tenha condições de realizar com excelência suas funções nas diversas áreas de atuação do farmacêutico, principalemente nos segmoentos de farmácia comercial, farmácia magistral, farmácia básica, farmácia hospitalar, laboratórios de análises clínicas, distribuidoras de produtos farmacêuticos, conforme a realidade regional do curso. Portanto, baseado nas Diretrizes Curriculares, as características dos egressos do Curso de Farmácia são contempladas pelas seguintes habilidades e competências gerais: PARA ATENÇÃO À SAÚDE: Os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problemade saúde, tanto em nível individual como coletivo; PARA TOMADA DE DECISÕES: O trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; PARA COMUNICAÇÃO: Os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrange ira e de tecnologias de comunicação e informação;

14 11 PARA LIDERANÇA: No trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; PARA ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO: Os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde; PARA EDUCAÇÃO PERMANENTE: Os profissionais de saúde devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os farmacêuticos devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico-profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais. 4 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA I. articulação das diversas áreas do conhecimento e integração da Coordenadoria de cursos de graduação às diretrizes, políticas e objetivos educacionais dafacimp e dos cursos; II. Elaborar o Calendário Acadêmico; III. Estimular a participação docente e discente na programação cultural, técnico-científica e didático-pedagógica. A coordenadoria de curso, órgão de assessoramento e execução de políticas e objetivos educacionais dafacimp, diretamente vinculada à Coordenação Acadêmica, é exercida por Coordenadores de Cursos, designados pelo Diretor Geral. Compete ao Coordenador de Curso:

15 12 I. Assessorar a Direção Acadêmica na formulação, programação e implementação de diretrizes e metas articuladas com as políticas e objetivos educacionais dafacimp e do Curso; II. Gerenciar o desenvolvimento do projeto pedagógico e propor sua revisão em face de necessidades de mudança, compatibilização e aperfeiçoamento do curso no âmbito interno da instituição e no âmbito externo; III. Supervisionar a elaboração e a implantação de programas e planos de ensino buscando assegurar articulação, consistência e atualização do ementário e da programação didático-pedagógica, objetivos, conteúdos, metodologia, avaliação e cronograma de trabalho; IV. Gerenciar a execução da programação acadêmica do curso, zelando pelo cumprimento das atividades propostas e dos programas e planos de ensino e respectiva duração e carga horária das disciplinas; V. Acompanhar o desempenho docente e discente mediante análise de registros acadêmicos, da frequência, do aproveitamento dos alunos e de resultados das avaliações e de outros aspectos relacionados à vida acadêmica; VI. Promover estudos e atualização dos conteúdos programáticos e das práticas de atividades de ensino e de novos paradigmas de avaliação de aprendizagem; VII. Elaborar e gerenciar a implantação de horários e a distribuição de disciplinas aos professores obedecidas a qualificação docente e as diretrizes gerais dafacimp; VIII. Coordenar a organização de eventos, semanas de estudos, ciclos de debates e outros, no âmbito do curso; IX. Fazer cumprir as exigências necessárias para a integralização curricular; X. Convocar e dirigir reuniões do respectivo colegiado responsável pela coordenação didática do curso; XI. Adotar ad referendum em caso de urgência e no âmbito de sua competência, providências indispensáveis ao funcionamento do curso; e XII. Cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento e as deliberações dos órgãos colegiados.

16 13 A Secretaria Acadêmica, órgão responsável pela matrícula e movimentação discente, pela documentação, pelos registros e controles acadêmicos. A Secretaria Acadêmica é dirigida pelo Secretário Acadêmico, designado pelo Diretor Geral. Compete ao Secretário Acadêmico: I. Responsabilizar-se pela guarda e conservação de documentos, diários de classe e outros meios de registro e arquivo de dados; II. Orientar e acompanhar a execução do atendimento, do protocolo e dos registros acadêmicos; III. Autorizar e controlar o fornecimento de cópias de documentos acadêmicos aos interessados; IV. Expedir, por autorização do Diretor Geral, certidões e declarações relativas à vida acadêmica dos alunos e, V. Cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento e as deliberações dos órgãos colegiados. O Colegiado de Curso, órgão delibarativo e consultivo, de natureza acadêmica, no âmbito de cada curso de graduação, é constituído dos seguintes membros: I. Coordenador acadêmico II. Coordenador do curso III. Professores que ministram disciplinas do curso; e IV. Um (1) representante do corpo discente do curso, escolhido pelos alunos, com mandato de um (1) ano, admitida uma recondução por igual período e cumpridas as exigências regimentais. O colegiado do curso tem como dirigente o coordenador acadêmico e em seu impedimento e/ou ausência o coordenador do curso. As reuniões ocorrem ordinariamente uma vez por semestre e extraordinariamente quando convocado pelo coordenador acadêmico ou pelo coordenador do curso ou a requerimento de 2/3 (dois terços) dos membros que o constituem. Compete ao colegiado do curso: I. Pronunciar-se sobre o projeto pedagógico do curso, programação acadêmica e seu desenvolvimento nos aspectos de ensino, iniciação à pesquisa e extensão, articulados com os objetivos da Facimp e com as presentes normas regimentais; II. Pronunciar-se quanto à organização didático-pedagógica dos planos de ensino de disciplinas, elaboração e ou reelaboração de ementas, definição de objetivos,

17 14 conteúdos programáticos, procedimentos de ensino e de avaliação e bibliografia; III. Apreciar programação acadêmica que estimule a concepção e prática intradisciplinar entre as disciplinas e atividades do curso; IV. Analisar resultados de desempenho acadêmico dos alunos e aproveitamento em disciplinas com vistas a pronunciamentos didático-pedagógico, acadêmico e administrativo; V. Inteirar se da concepção de processo e resultados de avaliação institucional, padrões de qualidade para avaliação do curso, avaliação do curso e avaliação de desempenho e rendimento acadêmico dos alunos no curso com vistas aos procedimentos acadêmicos; e VI. Analisar e propor normas para o estágio supervisionado, elaboração e apresentação de monografia e de trabalho de conclusão de curso a serem encaminhados ao CONSEP. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é o órgão consultivo responsável pela concepção, implantação e avaliação do Projeto Pedagógico de cada curso da Faculdade de Imperatriz.. O NDE do curso de Farmácia da Facimp é constituído por 6 membros, dentre os quais a coordenadora do curso. A atuação deste núcleo baseia-se na atualização sistemática do PPC atendendo às exigências do MEC bem como às mudanças impostas pelo processo evolutivo da profissão. O NDE é presidido pela coordenação do curso, além de ser órgão consultivo na esfera do curso; tem como papel o de ser articulador da formação acadêmica, auxiliando a coordenação na definição e acompanhamento das atividades complementares do curso (TCC, estágio supervisionado e núcleo temático). Além disso, tem a finalidade de acompanhar e monitorar juntamente com a coordenação o processo ensino- aprendizagem no intuito de adequar as orientações para que a formação prevista no PPC ocorra de forma plena, tendo como objetivos: Ser articulador e proponente das políticas e práticas pedagógicas; Integrar o corpo docente que trabalha no curso; Discutir com os professores a importância de cada conteúdo no contexto curricular; Articular a integração entre o corpo docente e discente; Acompanhar e avaliar os resultados das estratégias pedagógicas e redefinir novas orientações.

18 15 As reuniões ordináriasocorrem, no mínimo, a cada 3 (três) meses e são registradas em atas elaboradas pelos membros presentes. As discussões giram em torno dos objetivos principais deste grupo, quais sejam formular, implementar, acompanhar, consolidar, avaliar e atualizar, permanentemente, o projeto pedagógico do curso de Farmácia. Os principais materiais de trabalho do NDE são ensino, pesquisa e extensão, diretrizes curriculares, interdisciplinaridade, perfil do estudante e do egresso, os núcleos de fundamentação da organização curricular, as matrizes curriculares, os ementários, os planos de ensino, as metodologias, as estratégias pedagógicas e avaliação ensino-aprendizagem e do curso. O NDE do curso de Farmácia da Facimp tem as seguinte atribuições: I. Garantir uma política de acompanhamento e avaliação da proposta políticopedagógica do curso, a partir das deliberações da comissão de curso, considerando a concepção, a estrutura, a organização e a integralização curricular da formação profissional para os necessários aprofundamentos, qualificação e redirecionamentos; II. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; III. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; IV. Propor formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; V. Elaborar e propor avaliações sistemáticas e coletivas (estudantes e docentes) do curso e analisar os resultados, mediante indicadores qualitativos e quantitativos de formação e produção acadêmica, científica e políticopedagógica; VI. Opinar sobre questões curriculares, quando solicitada pela comissão de curso de engenharia de materiais; VII. Promover a implementação de um sistema de avaliação do processo ensino aprendizagem, em consonância com os parâmetros estabelecidos pelo conselho de graduação e comissões próprias de avaliação da facimp; VIII. Analisar e propor as modificações na organização curricular, na matriz curricular, nos planos de ensino das unidades curriculares do curso, no ementário, na avaliação ensino-aprendizagem, na metodologia e em estratégias pedagógicas. Como componente obrigatório do currículo, o curso estabelece a realização do Estágio Supervisionado, com carga horária de 972 horas, distribuídas no primeiro, quinto,

19 16 sexto, sétimo e oitavosemestres. O mesmo é realizadonas intalações da própria IES, bem como através de convênios com a Secretaria de Saúde do Município e empresas do ramo farmacêutico, observadas as quantidades de vagas ofertadas nos diferentes campos de estágio. As atividades realizadas pelos alunos são supervisionadas por um professor supervisor e, no final do período o acadêmico apresenta um relatório das atividades, conforme normas especificadas em regulamento de estágio supervisionado (manual), anexo a este PPC, e legislação vigente. A coordenação do estágio supervisionado é de competência dos professores supervisores de estágios, sendo 1 professor para cada estágio do período letivo. Cada coordenador exerce o compromisso de organizar os locais de estágio (quando realizado fora da IES, em consonância com os convênios firmados), organizar o calendário semestral, distribuir os alunos em grupos de estágio, compilar as notas (quando há mais de um professor avaliador), avaliar critérios para reposição de faltas e repassar informações à coordenação do curso. Baseado na resolução CNE/CES 2, de 19 de fevereiro de 2002, Art. 12. para conclusão do Curso de Graduação em Farmácia, o aluno deverá elaborar um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) sob orientação docente. De acordo com a reunião realizada pelo NDE em 24 de agosto de E em reunião do Colegiado de Curso em 20 de setembro de 2012, foram definidas as seguintes determinações: 1. Apresentação de Trabalho Monográfico ouartigo completo publicado em periódicos indexados no mínimo com qualis C, dentro da área de Farmácia; 1.1 O Alunodeverá ser autor principal do artigo, sendo apenas este autor principal o que terá direito à validação do trabalho publicado como Trabalho de Conclusão de Curso; 1.2 A orientação deve ser pelo professor do Curso de Farmácia FACIMP; 1.3 Caso não ocorra a publicação do artigo até o 6º semestre do curso, o aluno deveráser submetido ao trabalho monográfico; 1.4 A publicação do Artigo não desobriga a cursar a disciplina de TCC I. As Normas para realização do TCC do curso de Farmácia são as seguintes: 1. A nota atribuída a disciplina de TCC II,ofertada no 8º período do Curso de Farmácia, seráa da publicação deartigo ou àquela definida por média [MD1] Comentário: INCLUIR TCC II????

20 17 aritmética de acordo com a definição da banca examinadora, referente ao trabalho escrito e apresentação oral. 2. A escolha do tema deve ter vínculo com o Curso de Farmácia FACIMP; 3. A normatização de acordo com as normas estabelecidas das I.E.S. 4. Deverá constar o Termo de Compromisso entre o orientador e orientando, protocolado na coordenação do Curso (anexo G); 5. Caso seja constatado plágio, o aluno estará reprovado na disciplina de TCC I ou II; 6. O aluno só poderá apresentar a monografia de conclusão do curso, após a qualificação na Disciplina de TCC I, perante uma banca composta por 3 (três) professores do Curso de Farmácia; 7. Cada Professor do Curso de Farmácia só poderá orientar no máximo 3 (três) alunos por semestre; 8. A monografia deve ser o desfecho do Projeto de qualificação da disciplina de TCC I. Somente é permitida a mudança de tema quando da inviabilidade do projeto de TCC I, tornando-se obrigatório a confecção de um novo termo de compromisso entre orientador e orientando, especificando o novo tema. 9. Para a defesa do trabalho monográfico, será montado bancas constituídas por 3 (três) professores do Curso de Farmácia.É permitido convidar professores que tenham afinidade pelo tema do trabalho mesmo que de outro curso ou outra Instituição de Ensino, desde que atutorizado pela coordenação do curso e orientador do trabalho. 10. Como resultado para o discente que defendeu o trabalho monográfico, serão atribuídos os conceitos Aprovado ou Não Aprovado. Estando proibida a veiculação da nota pela banca no ato da divulgação do resultado após a apresentação. 11. O aluno que não obtiver aprovação, terá dois meses para fazer revisão da sua monografia e reapresentá-la. No ato da reapresentação, a banca examinadora deverá ser, preferencialmente, composta pelos mesmos docentes da primeira apresentação, salvo casos onde não haja essa possibilidade (definido pelo coordenador do curso e orientador da monografia). Em caso de nova reprovação, o aluno só terá direito à reapresentação ao final do semestre letivo, juntamente com os novos concluintes do curso.

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada;

Missão. - Estimular a capacidade de análise dos problemas que se apresentam no campo da Saúde Pública e Privada; CURSO: Farmácia Missão O curso tem como missão formar profissionais farmacêuticos capazes de exercer atividades referentes aos fármacos e aos medicamentos, às análises clínicas e toxicológicas, ao controle,

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina Veterinária.

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

FARMÁCIA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

FARMÁCIA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC FARMÁCIA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: FARMÁCIA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: Curso De Graduação Em Fisioterapia. DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 225 VAGAS ANUAIS TURNOS DE OFERTA: NOTURNO REGIME LETIVO:

Leia mais

FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO

FINALIDADES E OBJETIVOS DO CURSO 1.Identificação e situação legal - Identificação do curso, ato de criação, início do curso e ato de reconhecimento. CURSO: SITUAÇÃO LEGAL: Medicina Veterinária Dados de Criação/Autorização: Documento:

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM UBERABA MG 2010 INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR ACADÊMICO

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA-FORMAÇÃO FARMACÊUTICO GENERALISTA

CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA-FORMAÇÃO FARMACÊUTICO GENERALISTA CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA-FORMAÇÃO FARMACÊUTICO GENERALISTA Coordenaçăo: Profª. MS. Érika Guimarães Costa E-mail: farmacia@immes.com.br Telefone (96)3223-4244 ramal: 217 O Curso forma o profissional

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA 30-30 02

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA 30-30 02 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA 1º SEMESTRE 1. Anatomia Humana 30 30 60 04-2. Bioestatística Geral 30-30 02-3. Bioética 30-30 02-4. Biofísica 60-60 04-5. Citologia, Histologia e Embriologia

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011)

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 2, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Biomedicina. O Presidente

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº 02/2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO Aprova a estrutura curricular do Curso de Nutrição, na modalidade bacharelado,

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA Art. 1º - O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Odontologia, instituído pela Portaria IMMES nº 010, de 15 de

Leia mais

Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia

Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia Matriz Curricular Bacharelado em Farmácia Semestre 1 01 Introdução às Ciências Farmacêuticas 30 30-2 - 02 Anatomia 75 30 45 5-03 Biologia Celular e Molecular 60 30 30 4-04 Química Geral e Inorgânica 75

Leia mais

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN DOCUMENTO CONSOLIDADO ABEF/COMENSINO/CAEF PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN As Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Farmácia (DCNs) constituem orientações para a elaboração dos currículos

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu FACULDADE SATC

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu FACULDADE SATC REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu FACULDADE SATC 2014 ÍNDICE CAPÍTULO I... 3 Da Constituição, Natureza, Finalidade e Objetivos dos Cursos... 3 CAPÍTULO II... 3 Da Implantação dos Cursos...

Leia mais

FFARM Faculdade de Farmácia

FFARM Faculdade de Farmácia FFARM Faculdade de Farmácia Secretaria: Prédio12 - Bloco A Fone: 3320-3512 E-mail: farmácia@pucrs.br www.pucrs.br/farmacia Departamentos: Análises Clínicas e Toxicológicas n.º 351 Desenvolvimento e Produção

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE FISIOTERAPIA, BACHARELADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES SUPERVISIONADOS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º.Os estágios que compõem a estrutura curricular do curso do curso de graduação em Farmácia da Faculdade de Ciências

Leia mais

A Câmara Superior de Ensino da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições,

A Câmara Superior de Ensino da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições, SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº 02/2012 Aprova a estrutura curricular contida no Projeto

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG

REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO - IFG DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art.1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório dos cursos

Leia mais

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos.

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos. Resolução n.º 03/2010 Regulamenta os Cursos de Pós-Graduação da Faculdade Campo Real. O CONSU Conselho Superior, por meio do Diretor Geral da Faculdade Campo Real, mantida pela UB Campo Real Educacional

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO CAFS

REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO CAFS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CAMPUS AMILCAR FERREIRA SOBRAL CAFS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO BR 343 KM 3,5 Bairro Meladão CEP 64.800-000 Floriano PI. Fone (89) 3522-0138 REGIMENTO DO

Leia mais

FACULDADE DE SAÚDE, CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLÓGICAS DO PIAUÍ DIRETORIA GERAL

FACULDADE DE SAÚDE, CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLÓGICAS DO PIAUÍ DIRETORIA GERAL RESOLUÇÃO Nº 011/2008 FACULDADE DE SAÚDE, CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLÓGICAS DO PIAUÍ NORMATIZA O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE NOVAFAPI. A Diretora

Leia mais

FACIDER FACULDADE DE COLIDER. FACIDER atualizado 2014/1 FARMACIA, BACHARELADO ESTUDOS FORMATIVOS Página 1

FACIDER FACULDADE DE COLIDER. FACIDER atualizado 2014/1 FARMACIA, BACHARELADO ESTUDOS FORMATIVOS Página 1 Portaria Credenciamento IES: Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01. Portaria Autorização Administração : Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01 Portaria Reconhecimento Administração : Portaria 3.519 D.O.U.14/10/05. Portaria

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Cirurgião dentista, profissional generalista, com sólida formação técnico-científica,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior COLEGIADO CES PARECER CNE/CES 105/2002 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 9/4/2002, publicado no Diário Oficial da União de 11/4/2002, Seção 1, p. 14. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

REGIMENTO TÍTULO I DOS FINS

REGIMENTO TÍTULO I DOS FINS TÍTULO I DOS FINS Programa de Pós-Graduação em Odontologia / PPgO Áreas de concentração em Estomatologia, Clínica Odontológica, Periodontia e Implantodontia, em nível de Mestrado Profissional. REGIMENTO

Leia mais

Formação de Formadores

Formação de Formadores REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: Formação de Formadores São Paulo 2012 1 Sumário Título I Da Constituição do Programa... 03 Capítulo I Dos Fins e Objetivos... 03 Capítulo II

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIAS EM SAÚDE (STRICTO SENSU)

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIAS EM SAÚDE (STRICTO SENSU) REGIMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIAS EM SAÚDE (STRICTO SENSU) MESTRADO TÍTULO I DOS FINS Art. 1 o O curso de Pós-Graduação Mestrado em Tecnologias em Saúde, da Fundação Bahiana para Desenvolvimento

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA

CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO-FORMAÇÃO NUTRICIONISTA Coordenaçăo: Profª. MS. Mara Rosana dos Santos E-mail: nutricao@immes.com.br Telefone (96)3223-4244 ramal: 211 Ser Nutricionista É atuar em todas

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU DO COLEGIADO DE CURSO Art. 1º O colegiado de curso é órgão consultivo da Coordenação de Curso, destinado a subsidiar a

Leia mais

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI

Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE Conselho Universitário - CONSUNI REGULAMENTO DA CLÍNICA ESCOLA E SERVIÇOS DE PSICOLOGIA - CESP Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 11/15 de 08/04/15. CAPÍTULO I DO OBJETIVO DO REGULAMENTO Art. 1º A Clínica Escola de Psicologia é o ambiente

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº 08/2011 Aprova a estrutura curricular do Curso de Enfermagem, modalidade bacharelado,

Leia mais

RESUMO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO. Coordenação do Curso de Nutrição Coordenadora: Profa. Ms. Angelica Rocha de Freitas

RESUMO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO. Coordenação do Curso de Nutrição Coordenadora: Profa. Ms. Angelica Rocha de Freitas RESUMO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE NUTRIÇÃO Coordenação do Curso de Nutrição Coordenadora: Profa. Ms. Angelica Rocha de Freitas 2012 FACULDADE CAMPO REAL CURSO DE NUTRIÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ REGIMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ REGIMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ REGIMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO Belém-PA, janeiro/2015 REGIMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO EM DIREITO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ CAPÍTULO

Leia mais

NUTRIÇÃO. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

NUTRIÇÃO. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC NUTRIÇÃO Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: NUTRIÇÃO Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

III Princípios Gerais da Formação Médica

III Princípios Gerais da Formação Médica I Motivação Aprovação da Lei 12.871 de 22/10/2013; Necessidade de ter diretrizes curriculares em sintonia com o programa Mais Médicos; A oportunidade de atualizar e aprimorar as diretrizes de 2001; Acompanhar

Leia mais

Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu

Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu VICE-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu CAPÍTULO I DA FINALIDADE E DA ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO Art. 1º Os Programas de

Leia mais

RESOLUÇÃO CSA N.º 07, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO CSA N.º 07, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 RESOLUÇÃO CSA N.º 07, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 Estabelece o Regulamento para a Oferta de Cursos de Pós Graduação Lato Sensu das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho Superior de Administração

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia. O Presidente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA Capítulo I Caracterização Artigo 1 º O Serviço-Escola de Psicologia (SEP) da UNIFESP é uma instância do campus Baixada

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1 - O presente Manual tem por finalidade orientar os alunos concluintes do Curso

Leia mais

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.

Leia mais

Regulamento Interno da Farmácia Escola de Manipulação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces

Regulamento Interno da Farmácia Escola de Manipulação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces Regulamento Interno da Farmácia Escola de Manipulação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces Caruaru-PE 2014 REGULAMENTO INTERNO DA FARMÁCIA ESCOLA DE MANIPULAÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP

VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ GABINETE DA REITORIA EDITAL Nº 12/2012 CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR EFETIVO ANEXO I VAGAS POR ÁREA DE CONHECIMENTO VAGAS NO CAMPUS MARCO ZERO, EM MACAPÁ-AP 1) Área de Conhecimento:

Leia mais

MEDICINA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1

MEDICINA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 MEDICINA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: MEDICINA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 1 TÍTULO II - DOS OBJETIVOS...

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO DO INSTITUTO SALESIANO DE FILOSOFIA CAPÍTULO I DO CONCEITO E OBJETIVOS Art. 1º. O Núcleo de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, doravante

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ABERTA DO TRABALHADOR

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ABERTA DO TRABALHADOR FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ABERTA DO TRABALHADOR SÃO CARLOS 2011 SUMÁRIO TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º a 3... 3 Capítulo I Da Natureza (art. 1º)... 3 Capítulo II

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2 DA FINALIDADE E DO OBJETIVO Art. 1º. As Atividades Complementares do Curso de Direito da Faculdade Unida de Suzano serão regidas por este Regulamento.

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM 1 A. REGIÃO TOCANTINA DE EDUCAÇÃO E CULTURA LTDA CNPJ nº 69.441.194/0001-67 Telefax: (99) 3524-8298 E-mail: facimp@facimp.edu.br Av. Prudente de Morais, s/nº Resid. Kubitscheck Imperatriz- Maranhão CEP:

Leia mais

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B

U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B U N I V E R S I D A D E C A T Ó L I C A D E B R AS Í L I A P R Ó - R E I T O R I A D E P Ó S - G R A D U A Ç Ã O E P E S Q U I S A P R PG P/ U C B REGULAMENTO GERAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO

Leia mais

NORMAS COMPLEMENTARES À RESOLUÇÃO Nº 684/09 CONSEPE, REFERENTE À PRÁTICA DE ENSINO/ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO

NORMAS COMPLEMENTARES À RESOLUÇÃO Nº 684/09 CONSEPE, REFERENTE À PRÁTICA DE ENSINO/ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO SUPERVISIONADO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS COORDENADORIA DE LICENCIATURA EM TEATRO COLEGIADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM TEATRO NORMAS COMPLEMENTARES

Leia mais

Capítulo I Da Origem. Capítulo II Dos Órgãos Colegiados

Capítulo I Da Origem. Capítulo II Dos Órgãos Colegiados NORMATIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, DIDÁTICO-PEDAGÓGICA PARA AS ATIVIDADES DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NOS CURSOS TÉCNICOS NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003

RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003 RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003 Aprova Regimento do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Letras Teoria Literária e Crítica da Cultura da UFSJ O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO SUPERIOR

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS DO CURSO DE BIOMEDICINA I. INTRODUÇÃO Este documento regulamenta os estágios obrigatórios e não obrigatórios do Curso de Bacharelado em Biomedicina visando à formação integral do

Leia mais

R E G I M E N T O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA INSTITUTO DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

R E G I M E N T O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA INSTITUTO DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ R E G I M E N T O DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA DO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ 2 SUMÁRIO CAPÍTULO I - DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FSV

REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FSV CAPÍTULO I Das considerações preliminares Art. 1º. O presente Regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante NDE dos Cursos Superiores Tecnológicos, de Bacharelado

Leia mais

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA UFCSPA CAPÍTULO I DA NATUREZA DOS OBJETIVOS

REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA UFCSPA CAPÍTULO I DA NATUREZA DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO INTERNATO DO CURSO DE MEDICINA DA UFCSPA CAPÍTULO I DA NATUREZA DOS OBJETIVOS Art. 1º. A formação dos alunos do Curso de Medicina da UFCSPA incluirá como etapa integrante da graduação, estágio

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Aprovado pela Resolução nº 01/2013/CONSUP/IFTO, de 7 de março de 2013.

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Aprovado pela Resolução nº 01/2013/CONSUP/IFTO, de 7 de março de 2013. REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Aprovado pela Resolução nº 01/2013/CONSUP/IFTO, de 7 de março de 2013. PALMAS-TO MARÇO 2013 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 2 DA CATEGORIA... 2 FINALIDADE E OBJETIVOS...

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18/00 - CEPE R E S O L V E:

RESOLUÇÃO Nº 18/00 - CEPE R E S O L V E: RESOLUÇÃO Nº 18/00 - CEPE Aprova as normas básicas da atividade acadêmica dos Cursos de Graduação na modalidade de Educação à Distância da Universidade Federal do Paraná. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO EM SAÚDE - EDUCAÇÃO MÉDICA

REGIMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO EM SAÚDE - EDUCAÇÃO MÉDICA CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ REGIMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO EM SAÚDE - EDUCAÇÃO MÉDICA Belém-PA, Maio/2015 REGIMENTO DO PROGRAMA DE MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 19/04-CEPE

RESOLUÇÃO Nº 19/04-CEPE RESOLUÇÃO Nº 19/04-CEPE Fixa o Currículo Pleno do Curso de Farmácia, do Setor de Ciências da Saúde. O, órgão normativo, consultivo e deliberativo da Administração Superior, no uso de suas atribuições conferidas

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 100 VAGAS ANUAIS NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 50 ALUNOS TURNOS

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO ESCOLA MUNICIPAL DE GOVERNO

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO ESCOLA MUNICIPAL DE GOVERNO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO ESCOLA MUNICIPAL DE GOVERNO SÃO CARLOS 2011 SUMÁRIO TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º a 3º... 3 Capítulo I Da Natureza (art. 1º)... 3 Capítulo II Da Finalidade

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior RESOLUÇÃO Nº CNE/CES 3, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior RESOLUÇÃO Nº CNE/CES 3, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior RESOLUÇÃO Nº CNE/CES 3, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002 Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Odontologia. O Presidente

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º. O estágio curricular do Curso de Fisioterapia da Faculdade ASCES constitui uma etapa curricular com

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO EM FISIOTERAPIA

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO EM FISIOTERAPIA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO EM FISIOTERAPIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 O presente regulamento

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

Enfermagem. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

Enfermagem. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC Enfermagem Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: Enfermagem Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora residente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da

Leia mais

Regulamento do internato do Curso de Medicina da FAPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos - Porto Nacional - TO. Capítulo I

Regulamento do internato do Curso de Medicina da FAPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos - Porto Nacional - TO. Capítulo I FAPAC - Faculdade Presidente Antônio Carlos. ITPAC-INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS PORTO LTDA. Rua 2 Quadra 7, S/N-Jardim dos Ypês Porto Nacional TO CEP 77.500-000 Fone: (63) 3363 9600

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO/UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

REGIMENTO DO PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO/UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA REGIMENTO DO PROGRAMA ASSOCIADO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO/UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA TÍTULO I - DOS OBJETIVOS E DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O Programa Associado

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA ELÉTRICA Ifes Campus Vitória TÍTULO I DOS OBJETIVOS E DA ORGANIZAÇÃO GERAL

REGIMENTO INTERNO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA ELÉTRICA Ifes Campus Vitória TÍTULO I DOS OBJETIVOS E DA ORGANIZAÇÃO GERAL REGIMENTO INTERNO DA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA ELÉTRICA Ifes Campus Vitória TÍTULO I DOS OBJETIVOS E DA ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1º - O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do

Leia mais

POLÍTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

POLÍTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL POLÍTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Abril / 2014 Apresentação O Estágio Supervisionado em Serviço Social é um ato educativo que acontece no ambiente de trabalho e

Leia mais

Universidade Positivo Resolução n o 04 de 16/04/2010 Normas Acadêmicas do Stricto Sensu

Universidade Positivo Resolução n o 04 de 16/04/2010 Normas Acadêmicas do Stricto Sensu RESOLUÇÃO N o 04 de 16/04/2010 - CONSEPE Dispõe sobre as normas das atividades acadêmicas dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Positivo. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,

Leia mais

Rodovia Washigton Luis km 173,3, s/n, Chácara Lusa Centro CEP: 13501600 - Rio Claro SP Inscr. Estadual: Isento CNPJ nº 05.143.

Rodovia Washigton Luis km 173,3, s/n, Chácara Lusa Centro CEP: 13501600 - Rio Claro SP Inscr. Estadual: Isento CNPJ nº 05.143. Sumário TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 1 CAPÍTULO I DA IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL... 1 TÍTULO II DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)... 2 CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO... 2 CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS...

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Esta Resolução entra em vigor nesta data, alterando a Resolução CONSEPE 3/2007 e revogando as disposições contrárias.

R E S O L U Ç Ã O. Esta Resolução entra em vigor nesta data, alterando a Resolução CONSEPE 3/2007 e revogando as disposições contrárias. RESOLUÇÃO CONSEACC/CP 05/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE FARMÁCIA DO CAMPUS CAMPINAS DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus CONSEACC

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE NUTRIÇÃO, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

Farmácia. ~ Projeto Pedagógico ~

Farmácia. ~ Projeto Pedagógico ~ Farmácia ~ Projeto Pedagógico ~ Projeto Pedagógico do Curso de Farmácia ~ 2012 ~ 2 Sumário 1) Dados gerais... 4 2) Histórico... 4 3) Organização institucional... 4 4) Justificativa... 7 5) Concepção do

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA MESTRADO PROFISSIONAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM SAÚDE REGIMENTO INTERNO I DOS OBJETIVOS E DA ESTRUTURAÇÃO GERAL DO MESTRADO Art.

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 88/2009

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 88/2009 RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 88/2009 O Presidente do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso de suas atribuições, considerando o deliberado na 80ª. Reunião Ordinária do CONSEPE, realizada

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve:

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, resolve: >PORTARIA Nº 2.051, DE 9 DE JULHO DE 2004 Regulamenta os procedimentos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído na Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004.

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA

REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA Campus Uruguaiana Curso de Graduação em Farmácia REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA MARÇO de 2013 CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU PESQUISA CLÍNICA EM DOENÇAS INFECCIOSAS

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU PESQUISA CLÍNICA EM DOENÇAS INFECCIOSAS REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU PESQUISA CLÍNICA EM DOENÇAS INFECCIOSAS (Regimento Interno aprovado pela Comissão de Pós-graduação do IPEC em 25/08/2010 e pelo Conselho Deliberativo

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais