SWAN-GANZ RECONHECE ALTERAÇÕES HEMODINÂMICAS. Editorial E COLABORA COM O INTENSIVISTA NA ESCOLHA DA CONDUTA ADEQUADA

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1 Indispensável para a saúde humana UMA INICIATIVA DA FUNDAÇÃO ABRINQ PELOS DIREITOS DA CRIANÇA Publicação Quadrimestral - Editorial A evolução da terapia intravenosa e do acesso vascular tem sido notória nos últimos anos. Além do desenvolvimento da tecnologia e inovações em materiais e dispositivos, percebemos o grande interesse dos profissionais que lidam com a área em aprimorar seus conhecimentos teóricos e práticos. Nessa edição, iremos abordar os Grupos de Cateteres do Hospital Israelita Albert Einstein e do Instituto do Coração. Embora não obrigatório, muitas instituições de saúde estão organizando comissões para traçarem estratégias, onde estão inclusas metodologias de vigilância e aperfeiçoamento técnico das equipes. Comunicamos também aos nossos leitores sobre a fundação do Departamento de Terapia Intravenosa Adulto/Pediátrico/ Neonatal, da SOBETI, e a nova Legislação do PICC que autoriza enfermeiros devidamente qualificados a passarem o dispositivo. Ainda em relação ao PICC, a partir dessa edição, estaremos com a seção Trocando em Miúdos com perguntas e respostas mais freqüentes sobre CCIP/PICC. Outro destaque é a entrevista com a diretora de comunicação do Virginia s International Health Care Worker Safety Center, Jane Perry, que esteve em São Paulo participando do evento da BD, onde proferiu a palestra Prevenção de Riscos Ocupacionais por Patógenos Sangüíneos: uma experiência americana, e abordou o softare de vigilância americano e sua importante influência na aprovação da Lei Clinton. E para concluir o nosso jornal, publicamos o artigo do Prof. Dr. Emídio Branco de Araújo Jr., San-Ganz reconhece alterações hemodinânicas e colabora com o intensivista na escolha da conduta adequada. SWAN-GANZ RECONHECE ALTERAÇÕES HEMODINÂMICAS E COLABORA COM O INTENSIVISTA NA ESCOLHA DA CONDUTA ADEQUADA Prof. Dr. Emídio Branco de Araújo Jr. Prof. titular de Cardiologia da faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro e Chefe da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Alvorada de Santo Amaro A partir de 1960, começaram as primeiras unidades de tratamento intensivo, onde os pacientes graves eram agrupados para melhores cuidados, ocorrendo monitorização através do cardioscópio, respiração assistida, pressão venosa central (dissecções de veias) e pressão arterial média (com cateter na artéria radial). Observaram que muitos pacientes críticos apresentavam particularidades. Mesmo controlando a pressão arterial média e a pressão venosa central, era difícil o julgamento clínico, hemodinâmico e terapêutico exigido. As maiores dificuldades seriam com os pacientes sépticos, infarto agudo do miocárdio com hipotensão arterial ou choque. Apesar dos mais acurados exames propedêuticos, não chegavam a uma terapêutica satisfatória. Quando o médico intensivista infundia líquido, congestionava o pulmão, caso contrário, hipotensão arterial sistêmica, tendo dificuldade, assim, para manter o equilíbrio hemodinâmico. Mesmo os chamados intensivistas seniors - os mais experientes - não conseguiam determinar ou predizer qual seria o estado ou a conduta mais eficaz. Segundo orrester e Col., em 1976, a avaliação de um grupo de pacientes, considerando o índice cardíaco limite 2,2 L/mi/m2 e uma pressão capilar pulmonar máxima de 18 mmhg, conseguiu dividir em quatro sub-grupos, onde aqueles com PCP > 18 mmhg e IC < 2,2 L/mi/ m2 teriam maior mortalidade e, ao contrário, IC maior e PCP menor teriam menor índice de mortalidade. Muitos pacientes em choque cardiogênico, que estão hipovolêmicos, quando avaliados clinicamente não se consegue diagnosticar a falta de líquido e, logicamente, se mantêm com drogas vasoativas, taquicárdicos e hipotensos, tendo, conseqüentemente, péssima evolução. Há necessidade que se amplie, nesses pacientes, avaliações hemodinâmicas, além da pressão arterial sistêmica e venosa central, a pressão capilar pulmonar, o débito cardíaco e a pressão na artéria pulmonar, através do San-Ganz. Dados mostram que o médico intensivista, por mais experiente que seja, é incapaz de predizer corretamente essas variáveis com métodos propedêuticos não invasivos, nos casos de choque cardiogênico ou SARA. Através do reconhecimento dessas alterações hemodinâmicas, que podem ser avaliadas através do San-Ganz, o intensivista caracteriza sua conduta, medicando com certeza os casos críticos. É justamente nesses pacientes graves Boa Leitura! 8

2 8 que se indica a passagem do cateter de San-Ganz, levando em consideração o risco e o benefício. Nos pacientes críticos, as variáveis não invasivas não são convincentes, trazendo erros irreparáveis com o passar do tempo, muitas vezes, irrecuperáveis, como por exemplo, o edema pulmonar de origem cardiogênica e não cardiogênica. O intensivista, armado com as variáveis hemodinâmicas invasivas, não enfrenta situações terapêuticas duvidosas e sua conduta geralmente é segura, manipulando as drogas vasoativas e o líquido infundido. Isto deve sempre ser considerado nos pacientes graves, pois nem sempre a avaliação clínica somente é satisfatória para conduta terapêutica. Logo, desde 1970, graças a San e colaboradores foi possível introduzir nas Unidades de Terapia Intensiva o cateter de artéria pulmonar flexível, com fluxo dirigível e avaliações das pressões nos monitores, não necessitando radioscopia para sua localização. Desta forma, conseguiu-se avaliar Pressão Venosa Central, Índice Cardíaco, Pressão no Ventrículo Direito, Pressão na Artéria Pulmonar, Pressão Capilar Pulmonar, Resistência Vascular Sistêmica, verificando a hidratação e a resposta terapêutica às drogas vasoativas. A porcentagem de acerto clínico na suposição dos valores de Índice cardíaco e Pressão Capilar Pulmonar foi em torno de 45%, em relação ao método invasivo. O cateter de San-Ganz permite a medida do Índice Cardíaco pelo método de Termodiluição e medidas diretas das pressões do Átrio Direito, Ventrículo Direito, Artéria Pulmonar e Capilar Pulmonar, além da resistência vascular sistêmica de muita importância nos choques sépticos. Desde então, vem sendo utilizado em pacientes graves com o objetivo de avaliar a função do Ventrículo Direito e Ventrículo Esquerdo, acompanhar mudanças hemodinâmicas e avaliar respostas terapêuticas. PRESSÃO NO ÁTRIO DIREITO A pressão no Átrio Direito é igual à pressão venosa central e à pressão diastólica final do Ventrículo Direito, na ausência de estenose tricúspide. A elevação da pressão do Átrio Direito em relação à da Artéria Pulmonar, ocorre na falência do Ventrículo Direito conseqüente a infarto agudo do Ventrículo Direito, Tromboembolismo Pulmonar importante e insuficiência Tricúspide. A disfunção do Ventrículo Direito, na maioria das vezes, é conseqüência da falência do Ventrículo Esquerdo, ocorrendo aumento da Pressão diastólica final do Ventrículo Esquerdo, Átrio Esquerdo, Hipertensão Pulmonar, Ventrículo Direito, Átrio Direito e Pressão Venosa Central. PRESSÃO DA ARTÉRIA PULMONAR A pressão sistólica na Artéria Pulmonar é igual a do Ventrículo Direito, 2

3 enquanto que a diastólica se aproxima da pressão média de oclusão da artéria pulmonar, na ausência de elevação da resistência pulmonar nos pacientes normais. Pode ser utilizada como pressão diastólica final do Ventrículo Esquerdo. Quando a resistência pulmonar estiver aumentada (Tromboembolismo, insuficiência cardíaca crônica, hipóxia, etc.), a pressão diástólica da Artéria Pulmonar está ~ Relacionadas à Punção Venosa Punção arterial Pneumotórax Lesão do plexo braquial Síndrome de Horner Embolia gasosa COMPLICAÇÕES POSSÍVEIS NA MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA INVASIVA NOTA CDC Relacionadas à Passagem do Cateter Lesões valvulares Arritmias Perfuração da Artéria Pulmonar O CDC está disponibilizando em seu site: (.cdc.gov) o Draft Guideline for The Prevention of Intravascular Catheter Related Infeccions. A monografia traz as últimas novidades em relação as recomendações e prevenções na utilização de cateteres. No site da 3M (.3m.com/healthcare), é possível conhecer os comentários do Dr. Dennis Maki sobre o trabalho. Na próxima edição, estaremos convidando especialistas em Controle de Infecção para comentarem as mudanças. elevada, não podendo ser considerada como pressão final do Ventrículo Esquerdo. Relacionadas à colocação do Cateter na Artéria Pulmonar Trombose Venosa Infecção levando à endocardite Infarto pulmonar 4 CONCURSO BD-CTAV PRINCIPAIS INDICAÇÕES DE MONITORIZAÇÃO HEMODINÂMICA INVASIVA Sepses Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA) Choque de difícil resolução Disfunção de múltiplos órgãos Pós-operatório de alto risco Oligúria no paciente grave PRESSÃO DE OCLUSÃO DA ARTÉRIA PULMONAR É a pressão capilar pulmonar após impactar o balão insuflado na artéria pulmonar. Corresponde a pressão no Átrio Esquerdo equivalente a pressão diastólica final do Ventrículo Esquerdo quando não houver obstáculo entre Átrio Esquerdo e Ventrículo Esquerdo. DÉBITO CARDÍACO (DC = VS x FC) É determinado pelo método de termodiluição, injetando-se uma solução com volume e temperatura conhecidos. Insuficiência tricúspide, comunicação interventricular (CIV) e Débito Cardíaco muito baixo propiciam erros na determinação do DC. Enfim, com as medidas aferidas pela monitorização hemodinâmica invasiva, San-Ganz, conseguimos avaliar as mais importantes variáveis: PAD, PVD, PAP, PCP, DC e Resistência Vascular sistêmica, além da liberdade de coleta de sangue do AD para gasometria venosa que, juntamente com a arterial, podemos determinar a diferença AV. PARTICIPE, AINDA HÁ TEMPO!!! Se você ainda não enviou o seu trabalho científico para concorrer ao computador, ainda tem três meses para fazer parte dessa promoção que está movimentando os profissionais de saúde de terapia intravenosa. O material que já chegou está rico em informações e resultados. Mas ainda falta o seu trabalho. Não perca mais tempo. Estamos aguardando!!! Envie seu trabalho para o CTAV através do ou fone:

4 SO TWARE DE VIGILÂNCIA INFLUENCIA LEIS AMERICANAS Projeto de lei exige a utilização de instrumentos médicos mais seguros 4 Jane Perry A diretora de comunicação do Virginia s International Health Care Worker Safety Center, Jane Perry, esteve em São Paulo, nos dias 04 e 05 de julho, participando do 2º Simpósio: Avanços em Terapia Intravenosa, promovido pela BD, Baxter, Pfizer e 3M. Durante a sua palestra, Prevenção de Riscos Ocupacionais por Patógenos Sangüíneos: uma experiência americana, Jane apresentou o sistema de controle de vigilância de seu país: o EPINet. A maior parte dos profissionais não pensa no risco que corre lidando com o sangue e é justo esclarecer que os riscos mais graves também são os mais preveníveis. Existem várias estratégias que podem garantir aos profissionais de saúde proteção contra acidentes, comenta Jane. No entanto, sem dados, falta a principal fonte para administrar os problemas. oi então que criaram um sistema de protocolo para traçar um perfil dos acidentes que ocorriam e diagnosticar os problemas para posteriormente apresentarem possíveis soluções. Atualmente, mais de mil hospitais americanos usam o EPINet. Alguns países também estão utilizando o sistema. São eles: Austrália, Itália, Espanha, Japão, Taian, Canadá e Nova Zelândia. É óbvio que em cada país o sistema está sendo adaptado de acordo com a sua realidade, esclarece. DADOS OBTIDOS Os dados coletados pelo EPINet, nos Estados Unidos, foram surpreendentes. Há uma lista de mais de 20 patógenos. No entanto, em sua apresentação, Jane priorizou os três mais freqüentes: o da Hepatite B, Hepatite C e o HIV. No caso do HIV foram documentados 194 casos de contaminação por perfurocortantes, Hepatite C de 200 a 500 casos/ano. O mais importante é o custo gasto para tratar estes profissionais. Além do custo social e humano, de difícil mensuração, um profissional Soro Positivo pode chegar a custar ao Estado mais de um milhão de dólares, em tratamento e assistência social; tratar um paciente com Hepatite C custa 630 mil dólares, acrescentando a esse valor 250 mil dólares, caso haja necessidade de transplante. Porém, não adianta se ter os dados assustadores e nada fazer para prevenilos. Avaliando as informações protocoladas, os profissionais envolvidos no projeto apresentaram as estratégias de prevenção a serem adotadas. O primeiro passo é de notificar corretamente todo acidente ocorrido e seguir as diretrizes propostas para cada ocorrência. O maior obstáculo é o próprio profissional que não está habituado em notificar fatos ocorridos. Além disso, alguns, principalmente os mais antigos, criam resistência às mudanças, enfatiza Jane. MODIFICANDO A LEI O trabalho da equipe, os resultados obtidos e uma ampla coalizão de grupos de profissionais da saúde e outros grupos representativos dessa área foram tão importantes, que em 6 de novembro de 2000, o então presidente americano, Bill Clinton, assinou uma legislação (LEI H.R. 5178) pioneira que se destina a proteger oito milhões de profissionais americanos da área de saúde das lesões causadas por agulhas e por outros dispositivos perfurocortantes de uso médico. Denominada Lei sobre Segurança e Prevenção de Acidentes com Agulhas, esse projeto de lei foi rapidamente aprovado pelo Parlamento e pelo Senado, recebendo apoio bipartidário unânime em ambas as Câmaras. O projeto de lei exige que as instituições de atendimento de saúde subordinadas à Occupational Safety and Health Administration (OSHA) Administração de Segurança e Saúde do Trabalho - utilizem instrumentos médicos mais seguros, como instrumentos perfurocortantes com dispositivos de proteção contra ferimentos e os sistemas sem agulhas. Estão incluídos nessa categoria as agulhas que se retraem, tornam-se rombudas ou de alguma maneira protegem do contato com a parte pontiaguda ou cortante do instrumento depois do uso. Jane Perry acrescenta que a lei e os dados do EPINet também ajudaram aos fabricantes a buscarem melhor qualidade e eficiência, na linha de segurança, de seus produtos. Em relação ao sistema de vigilância que está sendo desenvolvido pelas médicas brasileiras, Cristiane Rapparini e Denise Cardo, o Softare PSBio, que reúne características do programa NaSH do CDC (EUA) e do sistema EPINet, Perry acredita que será um instrumento muito importante para traçar o perfil dos acidentes ocorridos nos hospitais brasileiros e, com isso, adotar novas medidas de prevenção. Caso tenha interesse em obter a íntegra da Lei Clinton (Lei H.R. 5178) e informações sobre o Sistema Brasileiro PSBio, favor contatar o CTAV através do fone ou

5 INCOR ALBERT EINSTEIN O Grupo de Cateter do INCOR Instituto do Coração foi criado em fevereiro de Embora esse tipo de formação ainda não seja obrigatório por lei, a tendência dos hospitais em formá-lo tem sido um fato. Segundo a coordenadora, a enfermeira Luci Maria erreira, o Grupo fundamentou-se na necessidade da padronização dos tipos de cateteres, técnicas de inserção e controle, bem como, a manutenção dos mesmos. O critério para a composição do Grupo na instituição levou em conta a representação das diferentes unidades do hospital. Portanto, assim ficou: enfermeiros das unidades de internação clínica e cirúrgica, médicos e enfermeiros das UTIs clínicas e cirúrgicas (adulto e infantil), enfermeiras da educação continuada, enfermeiros e médicos da CCIH, médicos anestesiologistas e, em nível de assessoria, farmacêuticos. As atribuições dos membros efetivos são bem claras: comparecer às reuniões ordinárias e extraordinárias; efetuar estudos e instituir medidas de vigilância para o cumprimento das determinações estabelecidas pelo grupo; relatar processos e propor ações que visem o aprimoramento das atividades desenvolvidas pelo grupo; treinar e padronizar a indicação do uso, tipo e técnicas de inserção, cuidados e manutenção dos cateteres vasculares e arteriais; responsabilizar o médico assistente e/ou residente do 2º ano de cardiologia em testar os cateteres venosos centrais; elaborar trabalhos e relatórios determinados pelo coordenador; desenvolver pesquisas científicas e publicações; monitorar o cumprimento das normas padronizadas, através de profissionais treinados da própria unidade de atendimento; divulgar a cada três meses os resultados obtidos a partir da padronização (número e tipo de cateteres utilizados, incidência de complicações no sítio de inserção e durante o uso, incidência de infecções); avaliar novos materiais lançados no mercado, antes de sua padronização de uso na instituição. Apesar do pouco período de atividades, o Grupo de Cateter constatou que, após o treinamento sobre cuidados com cateteres, realizado no 1º semestre de 2001, com o grupo de enfermagem, houve melhora no controle e manutenção dos cateteres e queda no índice de infecções relacionadas ao dispositivo. Além disso, verificou-se um maior envolvimento dos profissionais na participação em eventos externos, o desenvolvimento de protocolos de estudos científicos e uma reflexão institucional da importância da padronização de materiais e cuidados com os cateteres. As metas preestabelecidas para o 2º semestre são de intensificar a participação dos membros efetivos no desenvolvimento de atividades do grupo; elaborar e realizar treinamento do grupo médico; implementar medidas de vigilância para o cumprimento das recomendações estabelecidas pelo grupo; criar subgrupo de estudo com a finalidade de desenvolver melhoria na assistência, ensino e pesquisa; efetivar a padronização da manutenção adequada dos cateteres intravasculares, no que se refere a materiais de consumo previstos e que sejam aprovados na instituição; incentivar a participação dos membros do grupo em eventos científicos referentes ao tema; desenvolver trabalhos científicos; e elaborar um manual de rotinas e cuidados na inserção, manutenção e prevenção de complicações relacionadas aos cateteres. Para a coordenadora Luci a importância de se criar um grupo de cateter é de servir de referência institucional quanto a cuidados na inserção, manutenção e prevenção de complicações e facilitar o controle de qualidade de materiais utilizados na instituição. TEMA: COMISSÃO DE CATETER Isabel Castro - Enfermeira do Grupo de Cateter do Hospital Israelita Albert Einstein Intravenous O que levou alguns hospitais a criarem a comissão de cateteres? Enfermeira Isabel Castro - Em nossa instituição não existe uma comissão e sim um grupo de cateteres, que foi implantado com a finalidade de promover estudos que sustentassem a busca de informações científicas para uma prática de qualidade no que se refere ao uso de cateteres intravasculares, padronização de cuidados de enfermagem, redução de infecção relacionada à cateteres, treinamento e atualização contínua da equipe e formação de um grupo de enfermeiros com conhecimentos e habilidades específicas para manipulação de cateteres. Intravenous Há quanto tempo há o grupo de cateter no AE? E quais os profissionais que participam do mesmo? Enfermeira Isabel Castro - O grupo existe há seis anos e é formado por enfermeiros, farmacêuticos e médicos. Intravenous Quais são as atribuições do Grupo? Enfermeira Isabel Castro - Nossas principais atuações são referentes a padronização de cuidados de enfermagem, avaliação contínua dos resultados relacionados à infecção, ocorrências adversas e implementação dos protocolos estabelecidos, atuação de membros do grupo na educação do paciente e família, passagem e manutenção de cateteres. Intravenous Existem metas preestabelecidas? Caso positivo: quais são? Enfermeira Isabel Castro - O Grupo de Cateter do HIAE, no início de cada ano, estabelece metas. Tais como: Ü Treinamento de auxiliares na manipulação de cateteres semi-implantados. Ü Treinamento de enfermeiros na punção do port. Ü Desenvolvimento de protocolos específicos. Ü Participação em eventos nacionais e internacionais para atualização e capacitação para novas práticas e tecnologias. 5

6 PERGUNTAS E RESPOSTAS MAIS FREQUENTES SOBRE CCIP/PPICC. A partir dessa edição, estaremos recebendo através do CTAV ( Fone: ) as dúvidas sobre o PICC. Para respondê-las, convidaremos profissionais qualificados de diferentes instituições de saúde. Para abrir essa seção, chamamos Luís Célio Martins reitas - Instrutor do Curso de Qualificação PICC da SOBETI. É necessário utilizar anestésico para a punção? Em caso afirmativo, que anestésicos são indicados? Existe sempre a indicação de anestésico para se realizar a inserção do CCIP, pois devemos nos lembrar que seus introdutores possuem um calibre maior do que o cateter e causam dor à punção. A dor provocada pela punção da pele pode acarretar resposta do sistema nervoso, refletida como vasoconstrição o que pode inviabilizar o acesso à veia, além do desconforto causado ao paciente. Alguns estudiosos sobre o tema contra-indicam a utilização de anestésicos pelo risco de também causarem ardência e edema no local, além de vasoconstrição, levando o executor a perder a capacidade de visualizar a veia no ato do procedimento. Tal afirmação se volta, principalmente, para a utilização de anestésicos injetáveis. Hoje a utilização de anestésico tópico é mais indicada por não provocar os efeitos apresentados pelo anestésico injetável. Hoje, indica-se para adultos e crianças, a anestesia tópica com creme a base de lidocaina+prilocaina uma hora antes do procedimento de punção venosa. Entretanto, tal anestésico é contra-indicado pelo fabricante para utilização em crianças com idade inferior a 3 meses ou naquelas entre 0 e 12 meses e que estejam recebendo tratamento de substâncias indutoras de metahemoglobinemia. Caso seja de sua preferência, um botão anestésico poderá ser realizado em adultos, utilizando-se lidocaina sem vasoconstritor. q LEGISLAÇÃO PICC COFEN APROVA PASSAGEM DE PICC POR ENFERMEIROS No último dia 12 de julho, o CO EN Conselho ederal de Enfermagem, através da Resolução 258/ 2001, tornou lícito ao enfermeiro a Inserção de Cateter Periférico Central (PICC). De acordo com a Resolução, o enfermeiro, para o desempenho de tal atividade, deverá se submeter à qualificação e capacitação profissional. Caso você tenha interesse em conhecer o texto da Resolução, favor solicitá-lo através do CTAV. Fone: Linha de cateteres intravenosos periféricos de máxima segurança O primeiro cateter convencional com dispositivo de segurança. O único cateter integral do mercado e também com dispositivo. 6 Maiores informações: BD Infusion Therapy Fone: Vialon Clinicamente Superior

7 Entrelinhas Manual de terapia intravenosa Lynn Dianne Phillips Editora Arimed 551 páginas Trata-se de uma brilhante tradução realizada pelos profissionais da Escola Paulista de Enfermagem. O livro aborda diferentes aspectos da TI. Indispensável para os profissionais que atuam no segmento. A obra já está na 2ª edição. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral Dan L. Waitzberg Editora Atheneu.atheneu.com.br fone: (21) R$ 297,00 A obra aborda praticamente todos os aspectos da nutrição enteral e parenteral, constituindo em importante peça aos profissionais que lidam com a terapia nutricional Perguntas e Respostas em Nutrição Clínica Daniel Magnoni e Celso Cukier Editora Roca.editoraroca.com.br Fone: (11) páginas R$ 90,00 A didática pedagógica desenvolvida no livro em forma de perguntas e respostas tenta proporcionar, de modo rápido, noções básicas de nutrição. A relação acerto/erro por meio de alternativa de múltipla escolha, a síntese temática e a possibilidade de auto-avaliação constante podem introduzir o leitor no universo da nutrição clínica e auxiliá-lo nos processos de aprendizado S O B E T I Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Terapia Intensiva NOTA: undado na SOBETI o Departamento de Terapia Intravenosa Adulto/Pediátrico/Neonatal. O Departamento irá abordar cateteres de curta permanência, cateteres de longa permanência, cateteres implantáveis e semi-implantáveis, Port- A-Cath, Permicath, Hickman, PICC, Periféricos, Intracaths, Duplo Lúmen, Triplo Lúmen, San- Ganz, Arteriais e outros. Maiores informações através do telefone: (11) com Marisa. EVENTOS EM TERAPIA INTRAVENOSA XII Congresso Brasileiro de Infectologia 02 a 05 de dezembro de 2001 Rio Centro RJ Promoção: Sociedade Brasileira de Infectologia Informações: (21) I Congresso Paulista de Nutrição Clínica II Curso Internacional IMEN II Simpósio de Nutriterapia em Cardiologia 17 a 19 de outubro de 2002 São Paulo SP Organização: IMEN Informações: (11) / Cursos e atualizações x Curso de Qualificação em Inserção, Utilização e Cuidados com Cateter Venoso Central de Inserção Periférica CCIP (PICC) Adulto/ Pediátrico/Neonatal Atualização em Cardiologia Assistência de Enfermagem O Grande Queimado na Unidade de Terapia Intensiva Atualização Informações sobre datas e locais: (11) Dois Crux Cordis:.geocitie.com/HotSprings/2004/ Publicamos alguns sites abaixo para suas pesquisas. Basta você dar alguns cliques e ficar por dentro das últimas novidades do setor. Programa de Cardiologia Integral:.geocities.com/HotSprings/1288/ondex.html Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral:.sbnpe.com.br EPINet:.med.virginia.ebu/epinet 7

8 PICC: Recebemos recentemente, através do CTAV, o trabalho desenvolvido pela enfermeira Maria Carmen Carrero Caballero, do Departamento de Pediatria do Hospital Ramón y Cajal, de Madrid, Espanha. A enfermeira conta que trabalha com crianças em tratamento oncológico que precisam de cateteres centrais para a administração de medicamentos. Para tentar sanar alguns problemas que os cateteres centrais Reservatórios e os Hickman vinham causando aos pacientes, decidiram utilizar o PICC de silicone. Os resultados foram surpreendentes: durante dois anos obtive- ESTUDO DE INVESTIGAÇÃO Cartas ram taxa zero de infecção em 70 cateteres implantados, terminando com o mesmo cateter em 98% dos pacientes (12-13 meses de utilização). A profissional reforça que essa taxa com o cateter em Reservatório era de 87,5% com retirada em 20% destes. E o Hickman teve 100% de retirada e apresentou 30% de infecção. Após cinco anos de utilização do PICC, 198 cateteres já foram implantados com uma taxa de infecção de apenas 1,33%. Caso tenha interesse em conhecer o trabalho de Maria Carmen, favor contatar o CTAV, através do fone ou Sou acadêmica de enfermagem no oitavo estágio da U MG. aço estágio nos hospitais João XXIII e elício Rocho, em ambos trabalho no OS. Tenho observado que é de costume salinizar cateteres em vez de heparinizá-los. Gostaria de esclarecer as seguintes dúvidas: 1)A eficácia em salinizar cateteres é a mesma que heparenizálos? Qual o mecanismo de ação de cada um? 2)Qual a vida útil de um cateter sanilizado e a de um cateter heparenizado? 3)Como se saliniza e como se hepariniza? 4)Quais os critérios a serem seguidos no momento de heparinizar ou salinizar um cateter? Leitora: Daniela Moraes Heparinização x Salinização Heparina = é um anticoagulante. Sal = Soro fisiológico 0,9% (cloreto de sódio). unção = permeabilizar o cateter. É indicado nas infusões intermitentes. Até alguns anos atrás só se usava a Heparina. Atualmente, usa-se o Soro isiológico para os cateteres venosos periféricos e alguns hospitais estão usando para os cateteres venosos centrais. E A VENCEDORA É... Solange Sadaro Shimise de São Paulo, foi a ganhadora do livro Enfermagem em Terapia Oncológica, de Edva Moreno Aguilar Borassa, respondendo à pergunta: Qual o cateter integral e com dispositivo de segurança da BD? Solange respondeu: SA T INTIMA. Estando correto, levou o prêmio. Parabéns! Estamos preparando uma nova promoção, aguardem!!! Evento Especial!!! Biossegurança: Risco de Prevenção de Acidentes com Perfurocortantes Patrocinado pela BD e J&J a ser realizado no dia 6 de dezembro em Porto Alegre e no dia 7 em São Paulo. Maiores informações através do CTAV. one ou Concentração Heparina varia de 1 a 1000/ml = diluída em soro fisiológico (desde R.N até adultos). Soro fisiológico 0,9% - pronto uso. Quantidade Priming do cateter (2x) e tubos extensores. Técnica a) Introdução. Heparina: primeiro deve-se lavar com soro fisiológico e depois introduzir a Heparina. Soro Hendrika Hendrikx isiológico: Lavar com soro fisiológico e depois usar o soro fisiológico para permeabilização. b.1) Ao reabrir um cateter permeabilizado, aspirar a Heparina/ soro fisiológico. b.2) Infundir o medicamento etc. b.3) Proceder a lavagem flush com soro fisiológico. b.4) Proceder a permeabilização com Heparina/soro fisiológico 0,9%. Hendrika Maria Hendrikx - Coordenadora do CTAV Faça sua assinatura Para receber o Jornal Intravenous gratuitamente, preencha e envie-nos o cupom abaixo: Nome:... Endereço:... Bairro:... CEP: - Cidade:... Estado: Hospital ou Instituição onde trabalha:... Unidade:... Cargo:... one:(0xx ) * Sobre quais assuntos ou produtos BD gostaria de receber maiores informações?... Recorte ou tire cópia deste cupom e envie-o a BD - Intravenous pela Caixa Postal CEP São Paulo-SP ou através do CTAV (fone: Intravenous é uma publicação da BD. Diretor: Alcides Barrichello. Coordenadores: Vera S. Higa, Igor Leão e Luiz R. C. Lopes. Coordenadora científica: Hendrika M. Hendrikx. Jornalista responsável: Terezinha P. Lopes (MTB SP 19000). Revisão: Ana L. Seminati. Projeto gráfico e diagramação: Alvo Propaganda & Marketing. Os artigos podem ser publicados desde que citada a fonte. As opiniões e conceitos publicados são de inteira responsabilidade dos autores e entrevistados.

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