AVALIAÇÃO EM PROGRAMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AVALIAÇÃO EM PROGRAMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE"

Transcrição

1 AVALIAÇÃO EM PROGRAMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE MARIA INES BATTISTELLA NEMES DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Avaliação de Serviços em Saúde Modalidade de avaliação em saúde que tem os serviços de saúde como objeto privilegiado, e tem por objetivo produzir conhecimentos cientificamente validados (investigação avaliativa) ou instrumentos de monitoramento (avaliação para gestão), para contribuir na assistência e gestão dos serviços de saúde. Interfaces mais importantes com a medicina (e demais áreas assistenciais), gestão e ciências humanas e sociais. PRINCIPAL CONCEITO: QUALIDADE

2 QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE Maria Ines Battistella Nemes Qualidade e Avaliação Em uma perspectiva bem geral, toda proposta de avaliação, ao procurar conhecer para melhorar, tem como referência uma idéia de qualidade. No entanto, alguns tipos de avaliação que trabalham com conceitos de qualidade explicitamente, como ponto de partida, estabeleceram uma vertente específica de pesquisa e práticas.

3 AVALIAÇÕES DE QUALIDADE estão mais perto da ação imediata dos serviços de saúde Quality of care Origem: Estados Unidos (anos 60) Foco principal:serviços de saúde/cuidado médico

4 Referência: A. DONABEDIAN Aspects of medical care administration, Cambridge, Massachusetts, Harvard University Press, Definition of quality and approaches to its assessement. In: Explorations in quality assessement and monitoring. Michigan, Health Administration Press, Twenty years of research on the medical care Evaluation & The Health Professions, 8(3): , 1985 Criteria and standards for quality assessment and monitoring. QRB, , march, 1986 The quality of care. How can it be assessed? JAMA, sept 23/24, vol 260 ( 12),1988 The seven pillars of quality. Arch.Pathol. Med., 114: , 1990 Reflections on the Effectiveness of Quality Assurance. In: Palmer, R. H.; Donabedian, A; Povar, G. Striving For Quality In Health Care. An Inquiry into Policy and Practice, Ann Arbor/ Michigan, Health Administration Press, Aportes teóricos gerais da aula BROOK RH, McGLYNN EA, SHEKELLE PG. Defining and measuring quality of care: a perspective from US researchers. International Journal for Quality in Health Care 2000; Volume 12, number 4: pp WALSH K, GOMPERTZ PH, RUDD AG. Stroke care: how do we measure quality? British Medical Journal 2002; Volume 78(920), June 2002: pp RUBIN HR, PRONOVOST P, DIETTE GB. From a process of care to a measure: the development and testing of a quality indicator. International Journal for Quality in Health Care, Volume 13(6) December 2001: pp RUBIN HR, PRONOVOST P, DIETTE GB. The advantages and disadvantages of process-based measures of health care quality. International Journal for Quality in Health Care, Volume 13(6) December 2001: pp CAMPBELL SM, BRASPENNING J, HUTCHINSON A, MARSHALL MN. Improving the quality of health care. Research methods used in developing and applying quality indicators in primary care. BMJ, April 2003; Volume 326: pp

5 AVALIAÇÃO DE QUALIDADE EM SERVIÇOS LEMBRAR... TEMA RELACIONADO QUE NÃO SERÁ TRATADO: SISTEMAS GERENCIAIS DE QUALIDADE HOSPITALARES GESTÃO/GARANTIA DE QUALIDADE/QUALIDADE TOTAL Modelos de Avaliação Externa Acreditação Hospitalar Normas ISO Prêmio Nacional da Qualidade Modelos de Avaliação Interna Melhoria Contínua da Qualidade (PDCA)

6 LEMBRAR... muitas avaliações desta vertente não usam o termo qualidade (especialmente no Brasil são comuns outros termos tais como: implantação, condições/ações/atividades estrutura /processo/desempenho resultados/efeitos ) (diferente nos USA, semelhante na Inglaterra, Espanha) QUALIDADE Multidimensional Variável

7 A Donabedian Os sete pilares da qualidade -Eficácia - Efetividade - Eficiência -Otimização - Aceitabilidade - Legitimidade -Eqüidade Valorizar mais ou menos um atributo depende do que está sendo avaliado, com qual objetivo, de quem está avaliando... P/Donabedian a definição pode ser mais absolutista ou mais social (por isso, uma avaliação de qualidade deve sempre começar p/definição de qualidade adotada) Defende, entretanto, que o centro/núcleo da qualidade deve ser o cuidado médico individual

8 ( Pilares da qualidade parecem mais adequados para avaliação de programas) AVALIAÇÃO DA QUALIDADE CENTRADA NO CUIDADO INDIVIDUAL ABORDAGEM DO CUIDADO DIMENSÕES MEDIDAS TÉCNICA INTERPESSOAL AMENIDADES ESTRUTURA PROCESSO RESULTADOS

9 Historicamente : Maior ênfase na dimensão técnica (ou qualidade técnicocientífica).abordagem no hospital Mais recentemente: Consideração de outras dimensões. Abordagem no ambulatório/atenção primária estrutura-processo-resultados relações probabilísticas baseadas em limites aceitáveis pelas ciências clínicas

10 ESTRUTURA PROBLEMAS POTENCIAIS baixa sensibilidade certificação acreditação (parcialmente) (especificidade >?) RESULTADOS PROBLEMAS POTENCIAIS dependem de muitos outros fatores (ajustamento/ amplitude/grandes amostras) tempo de seguimento acurácia inf paciente eventos indesejáveis resultados muito diferentes entre serviços/tempo riscos ajustados bem estabelecidos (utilização de dados 2ários:timeseries)

11 PROCESSO MAIS UTILIZADO PROCESSO: prós e contras Melhoria da qualidade mais imediata Requer menos ajustamento Mais fácil de coletar Uso várias metodologias: dados 2ários/ auditoria/observação Exigências de Validade Amplitude

12 INDICADORES DE QUALIDADE INFEREM JULGAMENTO SOBRE A QUALIDADE DA ATENÇAO Não produzem respostas definitivas, mas indicam problemas potenciais (Distincao necessária:indicadores de performance ou desempenho mecanismos estatisticos de monitoramento sem necessariamente inferir sobre qualidade) METODOLOGIAS ESTABELECIMENTO DE INDICADORES Conceitos de qualidade consagrados socialmente. Estudos experimentais controlados

13 INDICADORES: Tradicionalmente: mensuráveis Indicator: a measurable element of practice performance for which there is evidence or consensus that it can be used to assess the quality, and hence change in the quality, of care provided Review criterion: systematically developed statement relating to a single act of medical care that is so clearly defined it is possible to say whether the element of care occurred or not retrospectively in order to assess the appropriateness of specific healthcare decisions, services, and outcomes Standard: The level of compliance with a criterion or indicator. A target standard is set prospectively and stipulates a level of care that providers must strive to meet. An achieved standard is measured retrospectively and details whether a care provider met a predetermined standard CAMPBELL et all, 2003 Exemplos tradicionais Guideline recommendation If a blood pressure reading is raised on one occasion, the patient should be followed up on two further occasions within x time. Indicator Indicator numerator: Patients with a blood pressure of more than 160/90 mm Hg having had re-measured their blood pressure within 3 months. Indicator denominator: Patients with a blood pressure of more than 160/90 mm Hg. Review criterion If an individual patient s blood pressure was >160/90, was it remeasured within 3 monthsstandard Target standard: 90% of the patients in a practice with a blood pressure of more than 160/90 mm Hg should have their blood pressure re-measured within 3 months. CAMPBELL et all, 2003

14 Desfazendo (um pouco) confusões terminológicas... Quality indicators Quality of care Qualitative evaluation BOSI MLM; UCHIMURAKY. Avaliação da qualidade ou avaliação qualitativa do cuidado em saúde?. Rev Saúde Pública 2007;41(1):150-3 METODOLOGIAS ESTABELECIMENTO DE INDICADORES Estudos comparativos entre serviços que indiquem condições para uma boa prática Muito utilizado: várias técnicas que articulam literatura+experts+pacientes MALLIN JL, ASCH SM, KERR EA, McGLYNN EA. Evaluating the Quality of Cancer Care. Development of Cancer Quality Indicators for a Global Quality Assessment Tool. CANCER, February 1, 2000; Volume 88, number 3: pp

15 METODOLOGIAS ESTABELECIMENTO DE INDICADORES Uso de Traçadores. ocorrência varia de acordo com a efetividade da assistência fácil identificação prevalência suficiente técnicas de prevenção e/ou diagnóstico, e/ou tratamento, e/ou reabilitação relacionadas bem definidas. (Exs: surdez associada à infecção do ouvido médio, câncer cervical). CAMPOS CEA.Estratégias de avaliação e melhoria contínua da qualidade no contexto da Atenção Primária à Saúde Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., Recife, 5 (Supl 1): S63-S69, dez., 2005 S63 METODOLOGIAS ESTABELECIMENTO DE INDICADORES Utilização de indicadores consagrados/internacionais /baseados em diretrizes clínicas (guidelines) e ou resultados MARSHALL MN, SHEKELLE PG, McGLYNN EA, CAMPBELL S, BROOK RH, ROLAND MO. Can health care qualituy indicators be transferred between countries? Qual Saf Health Care 2002; 12: 8-12

16 METODOLOGIAS TÉCNICAS DE COLETA questionários estruturados (profissionais/gerentes/pacientes) auditoria de prontuários dados de sistemas rotineiros observação/vídeos HERMIDAJ, NICHOLAS DD, BLUMENFELD SN. Comparative validity of three methods for assessment of the quality of primary health care. International Int Journal for Quality in Health Care 1999; 11: METODOLOGIAS ANÁLISE DE DADOS gold-standard variáveis não contínuas técnicas de agrupamento/regressão CAMPBELL SM, HANN M, HACKER J, BURNS C, OLIVER D, THAPAR A, MEAD N, GELB SAFRAN D, ROLAND MO. Identifying predictors of high quality care in English general practice: observational study. BMJ October 2001; Vol 323: 1-6

17 METODOLOGIAS ANÁLISE DE DADOS análises qualitativas: grupos focais; entrevistas (mais frequentes); observação não estruturada (mais raras) FILGUEIRAS SL, DESLANDES S Avaliação das ações de aconselhamento. Análise de uma perspectiva centrada na pessoa. Cadernos de Saúde Pública,V15 supl2, Rio de Janeiro, 1999 Algumas questões para debate:

18 Uma noção frequente SATISFAÇÃO DO USUÁRIO SATISFAÇÃO DO CLIENTE AVALIAÇÃO DO PONTO DE VISTA DOS USUÁRIOS RELAÇÕES C/ QUALIDADE BARREIRAS P/MELHORIA DA QUALIDADE ausência/insuficiência de políticas institucionais de qualidade autonomia profissional DAVIES HTO, NUTLEY SM, MANNION R. Organisational culture and quality of health care. Quality in Health Care 2000; 9: AYANIAN JZ, QUINN TJ. Quality of Care For Coronary Heart Disease in Two Countries. Health Affairs; May/June 2001 Volume 20, Number 3: 55-67

19 BARREIRAS P/MELHORIA DA QUALIDADE ausência de instrumentos públicos de avaliação da qualidade BROOK RH, McGLYNN EA, SHEKELLE PG. Defining and measuring quality of care: a perspective from US researchers. International Journal for Quality in Health Care 2000; Volume 12, number 4: pp BARREIRAS P/MELHORIA DA QUALIDADE Conhecimento: demora ou obsolescência de estudos clínicos problemas dos estudos: grupos muito restritos; efeitos da instituição; interpretação variável das conclusões av.tecnológica/econômica

20 BARREIRAS P/MELHORIA DA QUALIDADE EM PROGRAMAS c/estruturas assistenciais extensivas: grande heterogeneidade profissional insuficiência de definição tecnológica centramento em resultados Cenas do próximo capítulo... Uma definição possível p/ avaliar qualidade qualitativa ou quantitativamente norma, critério, indicador, padrão : seqüência do raciocínio avaliativo, que delimita progressivamente a forma de julgamento final. Norma: explicitação dos valores presentes no plano éticonormativo do programa; Critério: componente ou um conjunto de componentes tecnológicos do programa que apresentam maior sensibilidade para objetivar a norma. Indicador: característica importante deste componente tecnológico que é capaz de carregar adequadamente o valor prescrito. Padrão: especificação valorativa do indicador que delimita um determinado grau de qualidade reconhecido como satisfatório, definindo os limites do aceitável.

21 Um exemplo de avaliação de qualidade completa Alves MTSS; Silva AAM(orgs) Avaliação de qualidade de maternidades.2000 (biblio geral da disciplina)

QualiAB: desenvolvimento e validação de uma metodologia de avaliação de serviços de atenção básica 1

QualiAB: desenvolvimento e validação de uma metodologia de avaliação de serviços de atenção básica 1 QualiAB: desenvolvimento e validação de uma metodologia de avaliação de serviços de atenção básica 1 QualiAB: development and validation of a methodology for the assessment of primary health care services

Leia mais

I International Symposium on Patient Safety and Quality. Segurança do Paciente: Cenário Nacional. Walter Mendes

I International Symposium on Patient Safety and Quality. Segurança do Paciente: Cenário Nacional. Walter Mendes I International Symposium on Patient Safety and Quality Segurança do Paciente: Cenário Nacional Walter Mendes O que é segurança do paciente? Um fenômeno mundial Índia Portugal EUA Brasil Uma das dimensões

Leia mais

SABADOR. Apresentadora: Renée Sarmento de Oliveira Membro da equipe de Cardiologia/Coronária HBD. Professora de Clínica Médica da UNIRIO

SABADOR. Apresentadora: Renée Sarmento de Oliveira Membro da equipe de Cardiologia/Coronária HBD. Professora de Clínica Médica da UNIRIO SABADOR Prevenção Primária: em quem devemos usar estatina e aspirina em 2015? Apresentadora: Renée Sarmento de Oliveira Membro da equipe de Cardiologia/Coronária HBD Professora de Clínica Médica da UNIRIO

Leia mais

NORMA. Francisco George Diretor-Geral da Saúde. Norma nº 003/2015 de 11/03/2015 1/5

NORMA. Francisco George Diretor-Geral da Saúde. Norma nº 003/2015 de 11/03/2015 1/5 NÚMERO: 003/2015 DATA: 11/03/2015 ASSUNTO: Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Cuidados de Saúde Primários PALAVRAS-CHAVE: Segurança do Doente; avaliação da cultura de segurança PARA: Agrupamentos

Leia mais

TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS

TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS TITULO: TEMPO DE PERMANÊNCIA E MORTALIDADE HOSPITALAR COMPARAÇÃO ENTRE HOSPITAIS PÚBLICOS E PRIVADOS Autores: Mônica Martins Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, Escola Nacional de Saúde

Leia mais

EPLNA_2012. Ciclo de Garantia da Qualidade Analítica: tendências e etapas fundamentais para a fornecer resultados confiáveis

EPLNA_2012. Ciclo de Garantia da Qualidade Analítica: tendências e etapas fundamentais para a fornecer resultados confiáveis Ciclo de Garantia da Qualidade Analítica: tendências e etapas fundamentais para a fornecer resultados confiáveis Prof. Dr. Igor Renato Bertoni Olivares Top 02 in analytical chemistry Impact Factor - 6,6

Leia mais

Revista Portuguesa de Psicossomática ISSN: 0874-4696 revista@sppsicossomatica.org Sociedade Portuguesa de Psicossomática Portugal

Revista Portuguesa de Psicossomática ISSN: 0874-4696 revista@sppsicossomatica.org Sociedade Portuguesa de Psicossomática Portugal Revista Portuguesa de Psicossomática ISSN: 0874-4696 revista@sppsicossomatica.org Sociedade Portuguesa de Psicossomática Portugal Hespanhol, Alberto; Veiga, Graça; Ricou, Miguel Consulta de psicologia

Leia mais

Indicadores de Segurança do Paciente

Indicadores de Segurança do Paciente Indicadores de Segurança do Paciente Carla Gouvêa Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ) Roteiro da Apresentação Características e atributos dos indicadores

Leia mais

Qualidade e Infecção Hospitalar: Como as agências de acreditação avaliam o controle de infecção hospitalar. Thaiana Santiago

Qualidade e Infecção Hospitalar: Como as agências de acreditação avaliam o controle de infecção hospitalar. Thaiana Santiago Qualidade e Infecção Hospitalar: Como as agências de acreditação avaliam o controle de infecção hospitalar Thaiana Santiago Acreditação Acreditação é um processo que as organizações de saúde utilizam

Leia mais

Qualificação das práticas do enfermeiro na promoção do desenvolvimento infantil integral

Qualificação das práticas do enfermeiro na promoção do desenvolvimento infantil integral Qualificação das práticas do enfermeiro na promoção do desenvolvimento infantil integral P.P. Maria De La Ó Ramallo Veríssimo Juliana Martins de Souza Soraia Matilde Marques Buchhorn O cuidado de enfermagem

Leia mais

TUTORIAL DE ANESTESIA DA SEMANA SEGURANÇA EM ANESTESIA DATA DE PUBLICAÇÃO: 11/03/2012

TUTORIAL DE ANESTESIA DA SEMANA SEGURANÇA EM ANESTESIA DATA DE PUBLICAÇÃO: 11/03/2012 TUTORIAL DE ANESTESIA DA SEMANA SEGURANÇA EM ANESTESIA DATA DE PUBLICAÇÃO: 11/03/2012 Dr. Getúlio R de Oliveira Filho Hospital Governador Celso Ramos, Brasil Correspondência para oliveirafilho.gr@gmail.com

Leia mais

Avaliação da qualidade de programas e ações de vigilância sanitária

Avaliação da qualidade de programas e ações de vigilância sanitária Avaliação da qualidade de programas e ações de vigilância sanitária Ligia Maria Vieira da Silva SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros COSTA, EA., org. Vigilância Sanitária: temas para debate [online].

Leia mais

Pensamento. Não se envelhece, enquanto buscamos." (Jean Rostand)

Pensamento. Não se envelhece, enquanto buscamos. (Jean Rostand) Pensamento Não se envelhece, enquanto buscamos." (Jean Rostand) AGRADECIMENTOS Os meus primeiros agradecimentos, vão para a minha mãe por estar sempre presente e acreditar em mim, para o meu pai, pelas

Leia mais

2 Conceitos da qualidade em saúde

2 Conceitos da qualidade em saúde 2 Conceitos da qualidade em Princípios i do Modelo para a Melhoria da Qualidade Escola Superior de Saúde do Vale do Sousa Def inirq Aplicar ferramentas de melhoria para abordar as deficiências do sistema.

Leia mais

Dispositivos para o fortalecimento da Atenção Básica. Gustavo Tenório Cunha Departamento de Saúde Coletiva

Dispositivos para o fortalecimento da Atenção Básica. Gustavo Tenório Cunha Departamento de Saúde Coletiva Dispositivos para o fortalecimento da Atenção Básica Gustavo Tenório Cunha Departamento de Saúde Coletiva O que é Atenção Básica? Como deve(ria) funcionar? Definições do Ministério da Saúde (PNAB) Organização

Leia mais

Avaliação das práticas de cuidado aos hipertensos no Sistema Único de Saúde Brasileiro*

Avaliação das práticas de cuidado aos hipertensos no Sistema Único de Saúde Brasileiro* Avaliação das práticas de cuidado aos hipertensos no Sistema Único de Saúde Brasileiro* Fabiana Floriano, Luis Eugênio de Souza, Madalena de Passos, Breno Amaral, Augusto Conti e Isaac de Matos Jr. *Projeto

Leia mais

A gestão da qualidade assistencial do Hospital de Clínicas de Porto Alegre: implementação e validação de indicadores *

A gestão da qualidade assistencial do Hospital de Clínicas de Porto Alegre: implementação e validação de indicadores * ATUALIZAÇÃO A gestão da qualidade assistencial do Hospital de Clínicas de Porto Alegre: implementação e validação de indicadores * MARIZA KLÜCK 1 JOSÉ RICARDO GUIMARÃES 2 JAIR FERREIRA 3 CARLOS ALBERTO

Leia mais

ACREDITAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE VANTAGEM COMPETITIVA

ACREDITAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE VANTAGEM COMPETITIVA ACREDITAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE VANTAGEM COMPETITIVA QUALIDADE EM SAÚDE ACREDITAÇÃO. Que definição? ISQUA - www.isqua.org Um processo que as organizações utilizam para avaliar e implementar a gestão da

Leia mais

Como monitorar seu processo de esterilização. com segurança e qualidade. Nome do autor

Como monitorar seu processo de esterilização. com segurança e qualidade. Nome do autor Como monitorar seu processo de esterilização Nome do autor com segurança e qualidade Richard Bancroft Engenheiro Albert Browne (Inglaterra) Gessilene Barbosa Enfermeira Mack Medical (Brasil) Agenda Mapeamento

Leia mais

Grupo de Estudo- Empresa Jr EPM Leticia de Oliveira Grassi

Grupo de Estudo- Empresa Jr EPM Leticia de Oliveira Grassi Grupo de Estudo- Empresa Jr EPM Leticia de Oliveira Grassi Basicamente o sistema norte americano consiste em: Convênio médico Particular Programas governamentais como Medicaid e Medicare 2 grandes grupos

Leia mais

SISTEMA DE AUDITORIA ELETRONICA DE CONTAS MEDICO- HOSPITALARES: UM ALIADO NO TRABALHO DOS AUDITORES EM SAÚDE

SISTEMA DE AUDITORIA ELETRONICA DE CONTAS MEDICO- HOSPITALARES: UM ALIADO NO TRABALHO DOS AUDITORES EM SAÚDE SISTEMA DE AUDITORIA ELETRONICA DE CONTAS MEDICO- HOSPITALARES: UM ALIADO NO TRABALHO DOS AUDITORES EM SAÚDE ELECTRONIC AUDIT SYSTEM FOR MEDICAL ACCOUNTS: AN ALLY IN THE WORK OF HEALTHCARE AUDITORS Sergio

Leia mais

Universidade do Minho. Escola de Engenharia. UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13. 11 de outubro 2012

Universidade do Minho. Escola de Engenharia. UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13. 11 de outubro 2012 Universidade do Minho Escola de Engenharia UC transversais Programas Doutorais 1º semestre 2012-13 11 de outubro 2012 1 2 2 courses offered in the first semestre: Métodos de Investigação em Engenharia

Leia mais

Geração automática de suíte de teste para GUI a partir de Rede de Petri

Geração automática de suíte de teste para GUI a partir de Rede de Petri Raquel Jauffret Guilhon Geração automática de suíte de teste para GUI a partir de Rede de Petri Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO JOÃO FÁBIO PORTO. Diálogo e interatividade em videoaulas de matemática

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO JOÃO FÁBIO PORTO. Diálogo e interatividade em videoaulas de matemática UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO JOÃO FÁBIO PORTO Diálogo e interatividade em videoaulas de matemática São Paulo 2010 JOÃO FÁBIO PORTO Diálogo e interatividade em videoaulas de matemática

Leia mais

Mudança Organizacional em uma Empresa Familiar Brasileira: um estudo de caso

Mudança Organizacional em uma Empresa Familiar Brasileira: um estudo de caso Cristina Lyra Couto de Souza Mudança Organizacional em uma Empresa Familiar Brasileira: um estudo de caso Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Departamento de Administração da PUC-Rio como

Leia mais

Gestão da Qualidade. Gestão da. Qualidade

Gestão da Qualidade. Gestão da. Qualidade Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade 1621131 - Produzido em Abril/2011 Gestão da Qualidade A Gestão da Qualidade é um modelo de mudança cultural e comportamental, através de uma liderança persistente

Leia mais

NÚMERO: 025/2013 DATA: 24/12/2013 ATUALIZAÇÃO 20/01/2014

NÚMERO: 025/2013 DATA: 24/12/2013 ATUALIZAÇÃO 20/01/2014 NÚMERO: 025/2013 DATA: 24/12/2013 ATUALIZAÇÃO 20/01/2014 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Hospitais Segurança do Doente Conselhos de Administração

Leia mais

Um modelo para avaliação da Qualidade de Vida no Trabalho em universidades públicas

Um modelo para avaliação da Qualidade de Vida no Trabalho em universidades públicas Revista Eletrônica Sistemas & Gestão 4 (2) 136-154 Programa de Pós-Graduação em Sistemas de Gestão, TEP/TCE/CTC/PROPP/UFF Um modelo para avaliação da Qualidade de Vida no Trabalho em universidades públicas

Leia mais

Padrão de Gerenciamento de Riscos de Infecção

Padrão de Gerenciamento de Riscos de Infecção Padrão de Gerenciamento de Riscos de Infecção Palestrante: Anatércia Miranda Auditor ONA/ISO DNV-Healthcare DNV Business Assurance, South America Mobile: +55 31 9978 28 19 Web: www.dnvba.com.br DNV Det

Leia mais

Avaliação dos Serviços de Saúde Avaliar o Quê?

Avaliação dos Serviços de Saúde Avaliar o Quê? ANÁLISE / ANALYSIS Avaliação dos Serviços de Saúde Avaliar o Quê? Evaluation of Health Services What to Evaluate? Marco Akerman 1 Paulo Nadanovsky 1 AKERMAN, M. & NADANOVSKY, P. Evaluation of Health Services

Leia mais

7º Congresso Unidas de

7º Congresso Unidas de 7º Congresso Unidas de Gestão o de Assistência à Saúde Dra. Rozana Ciconelli Centro Paulista de Economia da Saúde Escola Paulista de Medicina A epidemia da obesidade Como as doenças crônicas afetam a gestão

Leia mais

Torre de Babel. Endereço para correspondência: wmendes@ensp.fiocruz.br

Torre de Babel. Endereço para correspondência: wmendes@ensp.fiocruz.br Torre de Babel Walter Vieira Mendes Júnior 1 1 - Doutor em saúde pública pela Fundação Oswaldo Cruz. Professor e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz. Avaliador de serviços

Leia mais

Como medir utilidade e envolver o público no processo de Avaliação de Tecnologias de Saúde (ATS)

Como medir utilidade e envolver o público no processo de Avaliação de Tecnologias de Saúde (ATS) ISPOR 4th Latin America Conference Buenos Aires Argentina 13 de setembro de 2013 Como medir utilidade e envolver o público no processo de Avaliação de Tecnologias de Saúde (ATS) O envolvimento do público

Leia mais

O MANEJO DO DIABETES MELLITUS

O MANEJO DO DIABETES MELLITUS Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Medicina Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia A QUALIDADE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA RIA E O MANEJO DO DIABETES MELLITUS Autores: Marcelo R. Gonçalves

Leia mais

ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações

ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 versão DIS Principais alterações Raquel Silva 02 Outubro 2014 ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 PUBLICAÇÃO DIS: - Draft International Standard

Leia mais

Coordenadoras dos Grupos de Indicadores de Enfermagem

Coordenadoras dos Grupos de Indicadores de Enfermagem Indicadores de Enfermagem: Importância e Aplicação na Gestão da Assistência Elisa A A Reis Gerência de Qualidade Hospital Albert Einstein Reis E, Indicadores de Enfermagem: Importância e Aplicação na Gestão

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE)

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) INSTITUIÇÃO Nome Morada Código Postal CONTEXTO PRÁTICA CLÍNICA ou UNIDADE DE SAÚDE FUNCIONAL Nome CONTATOS Enfermeiro(a) Chefe

Leia mais

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL.

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Revista Hórus, volume 7, número 1 (Jan-Mar), 2013. 24 DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Murilo José de Oliveira Bueno¹ e Felipe Arruda Moura

Leia mais

Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000)

Usabilidade e Ergonomia. Usabilidade de Software. Ergonomia. Usabilidade. Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Usabilidade e Ergonomia Usabilidade de Software INF01043 Interação Homem-Computador 2006/2 Ergonomia (International Ergonomics Association em 2000) Ergonomics (or human factors) is the scientific discipline

Leia mais

Qualidade em Institutos de Estatística: a experiência internacional e iniciativas no IBGE

Qualidade em Institutos de Estatística: a experiência internacional e iniciativas no IBGE Qualidade em Institutos de Estatística: a experiência internacional e iniciativas no IBGE Zélia Magalhães Bianchini (Diretoria de Pesquisas) Helena Piccinini (Diretoria de Informática) Gestão da Qualidade

Leia mais

A Qualidade na Prestação do Cuidado em Saúde

A Qualidade na Prestação do Cuidado em Saúde A Qualidade na Prestação do Cuidado em Saúde Maria Christina Fekete 1 Apresentação O termo cuidado em saúde tem interpretação pouco precisa, tal como ocorre com o conceito de qualidade. Assim sendo, tratar

Leia mais

Projeto de indução da qualidade e segurança dos serviços de saúde no setor suplementar Jacqueline Alves Torres

Projeto de indução da qualidade e segurança dos serviços de saúde no setor suplementar Jacqueline Alves Torres Projeto de indução da qualidade e segurança dos serviços de saúde no setor suplementar Jacqueline Alves Torres Objetivo Principal Promover o intercâmbio e a cooperação técnica e operacional relacionados

Leia mais

O MONITORAMENTO E CONTROLE DOS PROCESSOS DE SAÚDE ATRAVÉS DE INDICADORES DE QUALIDADE

O MONITORAMENTO E CONTROLE DOS PROCESSOS DE SAÚDE ATRAVÉS DE INDICADORES DE QUALIDADE O MONITORAMENTO E CONTROLE DOS PROCESSOS DE SAÚDE ATRAVÉS DE INDICADORES DE QUALIDADE Leoni Pentiado Godoy (UFSM/PPGEP ) leoni@smail.ufsm.br Larissa Disconzi Perufo (UFSM/PPGEP ) larissaperufo@hotmail.com

Leia mais

Certificado de Conformidade Ex Ex Certificate of Conformity

Certificado de Conformidade Ex Ex Certificate of Conformity Certificado emitido conforme requisitos da avaliação da conformidade de equipamentos elétricos para atmosferas explosivas, anexo à Portaria Inmetro nº. 179 de 18 de maio de 2010 Certificate issued in according

Leia mais

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE

METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA NOS USUÁRIOS E NA SUA ATIVIDADE 6 Disponibilizado no endereço http://www.acaoergonomica.ergonomia.ufrj.br Ação Ergonômica vol 3 nº. 1 (2007) pp. 01-06 METODOLOGIA PARA PROJETO DE INTERFACES E EQUIPAMENTOS NUCLEARES COM ABORDAGEM CENTRADA

Leia mais

Luna Pini CVISS/NUVIG/ANVISA

Luna Pini CVISS/NUVIG/ANVISA Seminário Nacional Redução do Risco para a Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde Luna Pini CVISS/NUVIG/ANVISA Fórum especial Proposta: compartilhar idéias, conceitos e estratégias relacionadas

Leia mais

O desafio de aumentar o impacto da ciência brasileira

O desafio de aumentar o impacto da ciência brasileira O desafio de aumentar o impacto da ciência brasileira Carlos Henrique de Brito Cruz Diretor Científico FAPESP 23/05/2013 desafio-impacto-confap-20130522.pptx; C.H. Brito Cruz e Fapesp 1 Desafios para a

Leia mais

A COMUNICAÇÃO NA TRANSIÇÃO PARA CUIDADOS PALIATIVOS:

A COMUNICAÇÃO NA TRANSIÇÃO PARA CUIDADOS PALIATIVOS: BIOÉTICA ANA BERNARDO SEARA CARDOSO A COMUNICAÇÃO NA TRANSIÇÃO PARA CUIDADOS PALIATIVOS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DA REALIDADE PORTUGUESA Resumo da dissertação apresentada para a obtenção do grau de Mestre

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA E DE COMPUTAÇÃO Investigação de Estratégias de Mitigação de Riscos para a Segurança do Paciente Associados aos Sistemas de Registro Eletrônico

Leia mais

ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA ÍRIA CRUZ PIMENTEL

ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA ÍRIA CRUZ PIMENTEL ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA ÍRIA CRUZ PIMENTEL RELAÇÃO DA ETNIA COM A HIPERTENSÃO ARTERIAL EM PACIENTES RESGISTRADOS NO PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE HIPERTENSOS E DIABÉTICOS

Leia mais

Natalia de Andrade Raymundo - ICEA Força Aérea Brasileira GEIA natalianar@icea.gov.br

Natalia de Andrade Raymundo - ICEA Força Aérea Brasileira GEIA natalianar@icea.gov.br Natalia de Andrade Raymundo - ICEA Força Aérea Brasileira GEIA natalianar@icea.gov.br EPLIS Exame de propósitos específicos; Desenvolvido e mantido pelo ICEA; Conhecimentos operacionais necessários para

Leia mais

O Papel das Instituições Superiores de Controlo (ISC) para uma Fiscalização Parlamentar Eficaz. Carlos Maurício Figueirêdo

O Papel das Instituições Superiores de Controlo (ISC) para uma Fiscalização Parlamentar Eficaz. Carlos Maurício Figueirêdo O Papel das Instituições Superiores de Controlo (ISC) para uma Fiscalização Parlamentar Eficaz Carlos Maurício Figueirêdo Especialista em Instituições Superiores de Controle Praia, 10 de Março de 2015

Leia mais

PAINEL: TEMAS ATUAIS PAGAMENTO POR PERFORMANCE BENEFÍCIOS E RISCOS POTENCIAIS. Jorge Barreto, MSc, PhD Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz

PAINEL: TEMAS ATUAIS PAGAMENTO POR PERFORMANCE BENEFÍCIOS E RISCOS POTENCIAIS. Jorge Barreto, MSc, PhD Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz PAINEL: TEMAS ATUAIS PAGAMENTO POR PERFORMANCE BENEFÍCIOS E RISCOS POTENCIAIS Jorge Barreto, MSc, PhD Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz 1 Evidence brief Introdução Pay-for-performance (P4P): transferência

Leia mais

FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO SERVIÇO NA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA RENATO AUGUSTO PEDREIRA LEONNI EM SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO-BA.

FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO SERVIÇO NA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA RENATO AUGUSTO PEDREIRA LEONNI EM SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO-BA. UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MBA EXECUTIVO EM SAÚDE- GESTÃO HOSPITALAR KARLA MICHELLINE OLIVEIRA BOAVENTURA FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO

Leia mais

User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing

User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing User interface evaluation experiences: A brief comparison between usability and communicability testing Kern, Bryan; B.S.; The State University of New York at Oswego kern@oswego.edu Tavares, Tatiana; PhD;

Leia mais

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza Treinamento de Força e Diabetes Ms. Sandro de Souza Taxa de prevalência de Diabetes Mellitus Período: 2009 Relevância Diagnóstico de DIABETES MELLITUS Diabetes Care. 2007;30:S4 41. Resistência a Insulina

Leia mais

INFORMATION SECURITY IN ORGANIZATIONS

INFORMATION SECURITY IN ORGANIZATIONS INFORMATION SECURITY IN ORGANIZATIONS Ana Helena da Silva, MCI12017 Cristiana Coelho, MCI12013 2 SUMMARY 1. Introduction 2. The importance of IT in Organizations 3. Principles of Security 4. Information

Leia mais

Performance em Saúde Práticas de Excelência e de Pagamento

Performance em Saúde Práticas de Excelência e de Pagamento Performance em Saúde Práticas de Excelência e de Pagamento IQG Instituto Qualisa de Gestão Março 2011 Martha Savedra Práticas Excelência X Pagamento Qualidade Segurança Percepção do cliente FFS Pacotes

Leia mais

Lucas Ernesto Sartorelli e-mail: lucas@penha.com.br

Lucas Ernesto Sartorelli e-mail: lucas@penha.com.br ANÁLISE CRÍTICA DA IMPLANTAÇÃO DA NBR ISO 9001/94 COM ALGUNS REQUISITOS DA NBR ISO 9001:2000 À LUZ DOS PRINCIPAIS AUTORES DA QUALIDADE TOTAL E ESTUDO DE CASO Lucas Ernesto Sartorelli e-mail: lucas@penha.com.br

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS

ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS ANÁLISE ECONÔMICA E ETIOLÓGICA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA E COMPLICAÇÕES RENAIS MARTOS, Natália Martinez; HALBE, Ricardo natymm@gmail.com Centro de Pós-Graduação Oswaldo Cruz Resumo: O número

Leia mais

A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores

A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores A tangibilidade de um serviço de manutenção de elevadores Tese de Mestrado em Gestão Integrada de Qualidade, Ambiente e Segurança Carlos Fernando Lopes Gomes INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS Fevereiro

Leia mais

Diferenciação da série ISO 9000 e da GQT segundo as diferentes concepções da qualidade

Diferenciação da série ISO 9000 e da GQT segundo as diferentes concepções da qualidade Diferenciação da série ISO 9000 e da GQT segundo as diferentes concepções da qualidade Trabalho realizado por: Ana Campelos nº 3471 Constança Loff nº 3539 Angela Carvalho nº 3528 5. Bibliografia 1. Gestão

Leia mais

Sistemas de certificação da qualidade nas instituições de respostas sociais

Sistemas de certificação da qualidade nas instituições de respostas sociais Sistemas de certificação da qualidade nas instituições de respostas sociais 1 Sistemas de certificação da qualidade nas instituições de respostas sociais Susana Lucas susana.lucas@estbarreiro.ips.pt Instituto

Leia mais

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE RESUMO Esterfania Silva Lucena; Manoel Freire de Oliveira Neto Universidade Estadual da Paraíba, Email:

Leia mais

A DEMANDA DE ATENDIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM HOSPITAL PÚBLICO: O DESAFIO DA HUMANIZAÇÃO E DA GESTÃO DA ASSISTENCIA DIRETA AO PACIENTE.

A DEMANDA DE ATENDIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM HOSPITAL PÚBLICO: O DESAFIO DA HUMANIZAÇÃO E DA GESTÃO DA ASSISTENCIA DIRETA AO PACIENTE. A DEMANDA DE ATENDIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM HOSPITAL PÚBLICO: O DESAFIO DA HUMANIZAÇÃO E DA GESTÃO DA ASSISTENCIA DIRETA AO PACIENTE. REGINA CÉLIA BARBOSA MORENO UNINOVE Universidade Nove de Julho

Leia mais

1. Qualidade do cuidado em saúde

1. Qualidade do cuidado em saúde 1. Qualidade do cuidado em saúde Mônica Martins Abordar o tema segurança do paciente como um atributo da qualidade sublinha a intenção dos autores do livro. Neste capítulo, veremos que buscar qualidade

Leia mais

Grupo de Estudos de Inglês Aeronáutico (GEIA) Considerações sobre a escala de níveis de proficiência linguística para controladores de tráfego aéreo

Grupo de Estudos de Inglês Aeronáutico (GEIA) Considerações sobre a escala de níveis de proficiência linguística para controladores de tráfego aéreo Grupo de Estudos de Inglês Aeronáutico (GEIA) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGUÍSTICA APLICADA Universidade Estadual de Campinas Considerações sobre a escala de níveis de proficiência linguística para

Leia mais

DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO

DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO Percentual dos consumidores por tipo de contratação 19.9% Individual Planos novos 66.9% Coletivo Empresarial 13.2% Coletivo por Adesão 202.455.983 Brasileiros 50.270.398

Leia mais

Avaliação da Qualidade de um Projeto de Pesquisa

Avaliação da Qualidade de um Projeto de Pesquisa Última impressão 15/08/01 08:19 Página 1 de 7 Manuscrito em Elaboração! Capítulo 16 Avaliação da Qualidade de um Projeto de Pesquisa Aldemar Araujo Castro INTRODUÇÃO O processo de avaliação da qualidade

Leia mais

Helaine Carneiro Capucho, DSc. Rio de Janeiro, 16 de abril de 2013.

Helaine Carneiro Capucho, DSc. Rio de Janeiro, 16 de abril de 2013. Estratégias para a segurança do paciente na terapia medicamentosa Helaine Carneiro Capucho, DSc. Rio de Janeiro, 16 de abril de 2013. Total de Vidas perdidas por ano Serviços de Saúde são seguros?

Leia mais

Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia

Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia L E I T u R A C R í T I C A D E A R T I G O S C I E N T í F I CO S 105 Capítulo 7 Estudos sobre Causalidade e Etiologia 7.1 Introdução Relembrando o que foi dito no capítulo 1 os estudos randomizados,

Leia mais

III CONGRESSO INTERNACIONAL DE ACREDITAÇÃO

III CONGRESSO INTERNACIONAL DE ACREDITAÇÃO III CONGRESSO INTERNACIONAL DE ACREDITAÇÃO Rio de Janeiro - Setembro 2015 Debate em foco Segurança Percebida X Esperada. A Gestão de Riscos no Brasil Tendências e Inovação no Segmento Hospitalar Antonio

Leia mais

CTCV. seminário. A Norma ISO 9001:2015 Nova estrutura e alterações previstas

CTCV. seminário. A Norma ISO 9001:2015 Nova estrutura e alterações previstas A Norma ISO 9001:2015 Nova estrutura e alterações previstas Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Marta Ferreira Sistemas de Gestão e Melhoria 21

Leia mais

Digital Cartographic Generalization for Database of Cadastral Maps

Digital Cartographic Generalization for Database of Cadastral Maps Mariane Alves Dal Santo marianedalsanto@udesc.br Francisco Henrique de Oliveira chicoliver@yahoo.com.br Carlos Loch cloch@ecv.ufsc.br Laboratório de Geoprocessamento GeoLab Universidade do Estado de Santa

Leia mais

Engenharia de Requisitos. Professor: Dr. Eduardo Santana de Almeida Universidade Federal da Bahia esa@dcc.ufba.br

Engenharia de Requisitos. Professor: Dr. Eduardo Santana de Almeida Universidade Federal da Bahia esa@dcc.ufba.br Engenharia de Requisitos Professor: Dr. Eduardo Santana de Almeida Universidade Federal da Bahia esa@dcc.ufba.br O Documento de Requisitos Introdução The requirements for a system are the descriptions

Leia mais

Abertura Acreditação: aspectos, desafios e resultados para as organizações de saúde Nome do palestrante: Paulo H. Bertolini

Abertura Acreditação: aspectos, desafios e resultados para as organizações de saúde Nome do palestrante: Paulo H. Bertolini Abertura Acreditação: aspectos, desafios e resultados para as organizações de saúde Nome do palestrante: Paulo H. Bertolini GPT Acreditação ABRAC / Gerente de Novos Negócios Fundação Vanzolini Tema Acreditação:

Leia mais

Pesquisa Clínica: Conceitos e Aportes

Pesquisa Clínica: Conceitos e Aportes Pesquisa Clínica: Conceitos e Aportes Alexandre V. Schwarzbold Departamento de Clínica Médica Coordenação do Ambulatório de HIV/AIDS Simpósio Internacional de Ética em Investigação Fevereiro de 2008 Apresentação

Leia mais

Indicadores de saúde no Brasil: um processo em construção

Indicadores de saúde no Brasil: um processo em construção artigo de atualização Indicadores de saúde no Brasil: um processo em construção Health indicators in Brazil: a process under construction RESUMO Nos últimos anos, o uso de indicadores de saúde tem crescido

Leia mais

VI Seminário Internacional de Atenção Primária. Telessaúde APS: experiência do TelessaúdeRS

VI Seminário Internacional de Atenção Primária. Telessaúde APS: experiência do TelessaúdeRS VI Seminário Internacional de Atenção Primária Telessaúde APS: experiência do TelessaúdeRS Erno Harzheim Professor Medicina de Família e Comunidade Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia Faculdade

Leia mais

CURRICULUM VITÆ. June 2007 Present: Assistant Professor, Faculdade de Economia da Universidade do Porto.

CURRICULUM VITÆ. June 2007 Present: Assistant Professor, Faculdade de Economia da Universidade do Porto. CURRICULUM VITÆ PERSONAL DATA Full name: Birth: Nationality: Address: Manuel Emílio Mota de Almeida Delgado Castelo Branco 30 December 1971, Porto (Portugal) Portuguese Faculdade de Economia da Universidade

Leia mais

Dennis Seiji Taquemori. ISO 9001: Eficiência ou Legitimidade? Dissertação de Mestrado

Dennis Seiji Taquemori. ISO 9001: Eficiência ou Legitimidade? Dissertação de Mestrado Dennis Seiji Taquemori ISO 9001: Eficiência ou Legitimidade? Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Administração de Empresas da PUC-Rio como requisito parcial para

Leia mais

UNIVERSIDADE DE ÉVORA

UNIVERSIDADE DE ÉVORA UNIVERSIDADE DE ÉVORA MESTRADO EM INTERVENÇÃO SÓCIO-ORGANIZACIONÀL NA SAÚDE Curso ministrado em parceria com a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (DR Série, n.. 250 de 29 de Outubro de 2002)

Leia mais

Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar?

Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar? Implementar programas de qualidade e de segurança do doente: que ganhos podemos esperar? Maria João Lage, Paulo Sousa A centralidade que as questões da Qualidade têm na área da saúde é um fenómeno relativamente

Leia mais

Plágio: do conceito aos

Plágio: do conceito aos Imagem: Template Monster Plágio: do conceito aos programas de detecção Marcelo Krokoscz - Doutorando pela Faculdade de Educação (USP) - Professor de Metodologia Científica (FECAP) - Coordenador do Programa

Leia mais

Institutional Skills. Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS. Passo a passo. www.britishcouncil.org.br

Institutional Skills. Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS. Passo a passo. www.britishcouncil.org.br Institutional Skills Sessão informativa INSTITUTIONAL SKILLS Passo a passo 2 2 British Council e Newton Fund O British Council é a organização internacional do Reino Unido para relações culturais e oportunidades

Leia mais

2.1 Os projetos que demonstrarem resultados (quádrupla meta) serão compartilhados na Convenção Nacional.

2.1 Os projetos que demonstrarem resultados (quádrupla meta) serão compartilhados na Convenção Nacional. O Prêmio Inova+Saúde é uma iniciativa da SEGUROS UNIMED que visa reconhecer as estratégias de melhoria e da qualidade e segurança dos cuidados com a saúde dos pacientes e ao mesmo tempo contribua com a

Leia mais

Willian José Gomes 1 e Adriana Carmo Martins Santos 1

Willian José Gomes 1 e Adriana Carmo Martins Santos 1 135 FEEDBACK 360º NO DESENVOLVIMENTO DA LIDERANÇA EM UMA EMPRESA DO SEGMENTO CALL CENTER Willian José Gomes 1 e Adriana Carmo Martins Santos 1 RESUMO: Este trabalho apresenta como tema central o uso do

Leia mais

Referências Bibliográficas

Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas AGUILAR, M.J; ANDER-EGG, Ezequiel. Avaliação de serviços e programas sociais. Tradução: Jaime A Clasen e Lúcia Mathilde E. Orth. Petrópolis: Vozes, 1994. ANDRADE, L.O.M. SUS

Leia mais

Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana

Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana Universidade Técnica de Lisboa Faculdade de Motricidade Humana O Método Pilates e os seus Efeitos em Termos de Autoeficácia na Musculatura do Pavimento Pélvico em Mulheres com Incontinência Urinária de

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES Jurema da Silva Herbas Palomo Diretora Coordenação de Enfermagem Instituto do Coração HC / FMUSP Enfermeiro Gestor Compete a responsabilidade da n Definição

Leia mais

Uma vida em cada palavra.

Uma vida em cada palavra. Uma vida em cada palavra. ASSESS CT Focus Group 2 de novembro de 2015 AGENDA I PARTE - Contextualização O que é o SNOMED CT? Projetos CTC.PT II PARTE - Focus Group: Tema 3 - Barreiras à adoção e uso de

Leia mais

O que não é MBE? Medicina Baseada em Evidências. Tradição oral. Como podemos adquirir informação sobre determinado tema?

O que não é MBE? Medicina Baseada em Evidências. Tradição oral. Como podemos adquirir informação sobre determinado tema? O que não é MBE? Medicina Baseada em Evidências Introdução ao curso avançado Novidade Novo paradigma na medicina Utilização de receita de bolo Ferramenta exclusiva para acadêmicos André Sasse sasse@cevon.com.br

Leia mais

Planejamento de Comunicação Organizacional: uma releitura da estrutura, enriquecida pelos modelos de análise de marketing.

Planejamento de Comunicação Organizacional: uma releitura da estrutura, enriquecida pelos modelos de análise de marketing. Universidade de São Paulo Escola de Comunicações e Artes - ECA Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação Planejamento de Comunicação Organizacional:

Leia mais

Otimização geral de processos (OEE) Fabian Prehn Campinas Setembro 2014

Otimização geral de processos (OEE) Fabian Prehn Campinas Setembro 2014 Otimização geral de processos (OEE) Fabian Prehn Campinas Setembro 2014 Agenda Agenda Futuro da produção farmacêutica Future of pharmaceutical production Compressão como principal ponto no processo de

Leia mais

Atualização das Diretrizes Brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero

Atualização das Diretrizes Brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero Atualização das Diretrizes Brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero CERVICOLP 2011 - XXII CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM PTGI E COLPOSCOPIA 29/9 a 01/10/2011 Fábio Russomano Possíveis conflitos

Leia mais

Como encontrar informações de qualidade sobre saúde na Internet

Como encontrar informações de qualidade sobre saúde na Internet Como encontrar informações de qualidade sobre saúde na Internet How to Find Good Quality Information on the Internet - Portuguese Informação para pacientes e familiares UHN Leia esta brochura para o ajudar:

Leia mais

ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS

ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS ESTRUTURA DE CAPITAL: UMA ANÁLISE EM EMPRESAS SEGURADORAS THE CAPITAL STRUCTURE: AN ANALYSE ON INSURANCE COMPANIES FREDERIKE MONIKA BUDINER METTE MARCO ANTÔNIO DOS SANTOS MARTINS PAULA FERNANDA BUTZEN

Leia mais

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO NBR ISO/IEC 27002: 2005 (antiga NBR ISO/IEC 17799) NBR ISO/IEC 27002:2005 (Antiga NBR ISO/IEC 17799); 27002:2013. Metodologias e Melhores Práticas em SI CobiT; Prof. Me. Marcel

Leia mais

Norma ISO 9001:2008. Gestão da Qualidade

Norma ISO 9001:2008. Gestão da Qualidade Norma ISO 9001:2008 Gestão da Qualidade Sistemas da Qualidade e Qualidade Ambiental ISO 9000 e ISO 14000 Prof. M. Sc. Helcio Suguiyama 1- Foco no cliente 2- Liderança 3- Envolvimento das Pessoas 4- Abordagem

Leia mais