As OTTs Não Matarão a TV Paga no Brasil, mas Modificarão as Regras do Jogo

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1 Agência Nacional de Telecomunicações As OTTs Não Matarão a TV Paga no Brasil, mas Modificarão as Regras do Jogo Abraão Balbino e Silva São Paulo, Junho/2016

2 Agenda Questões Legais Panorama da TV por Assinatura no Brasil Universo OTT

3 Questões Legais e Institucionais Lei do Acesso Condicionado (nº /2012) Dispõe sobre a Regulação do Conteúdo Linear; Organiza a Cadeia de Valor da Indústria; Define a atribuição dos órgãos reguladores; Exclui o Conteúdo não-linear Marco Civil da Internet (nº /2014) Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil; Traz conceitos importantes sobre Neutralidade de Redes, Aplicativos e Privacidade;

4 Indústria do Audio visual Produção Criação do Conteúdo Produtores de Conteúdo Internacionais e Nacionais Programação Encadeamento linear das programações Venda desses canais aos empacotadores Empacotamento Definição dos pacotes de venda no varejo Distribuição Redes e infraestruturas Venda aos usuários finais

5 Indústria do Audio visual Programadora Contrato Produção Programação Operadora Empacotamento Contrato Distribuição Usuários Finais

6 Indústria do Conteúdo Não Linear Contrato Produtor Distribuidor (ex. OTT) Contrato Contrato ISP Usuários Finais

7 Agenda Questões Legais Panorama da TV por Assinatura no Brasil Universo OTT

8 TV paga Qtd de Municípios Panorama da TV por Assinatura Três perfis de players: Grandes: Claro e Sky Tradicionais de Telecom Entrantes (Cabo ou SCM) 19 milhões de assinantes ,05 0,1 0,15 0,2 0,25 0,3 0,35 0,4 0,45 0,5 0,55 0,6 0,65 0,7 0,75 0,8 0,85 0,9 0,95 1 HHI - dez.14 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% HHI = 0,36 10,0% 0,0% Dec-09 Dec-10 Dec-11 Dec-12 Dec-13 Dec-14 YTD Net / Embratel SKY Telefônica GVT Oi Others

9 Produção de Conteúdo NOTÍCIAS DOCUMENTÁRIOS INFANTIL ESPORTES VARIEDADES FILMES & SÉRIES Nac. Int. Premium Básico -

10 Panorama da TV por Assinatura 1 TECNOLOGIA >1 TECNOLOGIA Qtd de Municípios Domicílios Acessos Penetração Média 12,47% 54,5% Média da Penetração 8,2% 44,1% HHI 0,3840 0,3926 Média do HHI 0,4666 0, % 90% 80% 70% 60% 50% % 40% 30% 20% 25% 19% 20% % 0% 0% % Domicílios Qtd Municípios % Acessos Superintendência de Competição - SCP 10

11 Panorama da TV por Assinatura 43% 37% 19% Fixed Broadband Pay TV Fixed Broadband + PayTV 31% 69% Pay TV Fixed Broadband + PayTV

12 Panorama da TV por Assinatura Programadoras Empacotadoras Tipo de Negociação Barganha Bilateral Poder de Monopsônio Poder de Mercado Superintendência de Competição - SCP 12

13 Agenda Questões Legais Panorama da TV por Assinatura no Brasil Universo OTT

14 Universo OTT - Foram identificadas forças cuja atuação tende a culminar na substituição da TV por assinatura pelo VoD: Ganhos na relação custo x benefício dos produtos substitutos: Preços para acesso ao conteúdo são inferiores (não incluem os preços da banda larga, além de não terem sido regulamentados) Elevada lucratividade Reduzido custo de troca para o comprador: A TV por assinatura ainda é percebida como de melhor qualidade, tanto na oferta de conteúdo como na qualidade de imagem e serviços; enquanto o VoD teria a preferência dos demandantes nos quesitos preço, disponibilidade em múltiplos dispositivos e interface com usuário. Geração de inovações: Nova forma de acesso ao conteúdo audiovisual, não linear. OTTs x TV por Assinatura No entanto, tal ameaça é mitigada por alguns gargalos relacionados a preço, percepção de qualidade pelo consumidor, baixa penetração da banda larga no país, bem como dos serviços financeiros, como cartão de crédito. Em domicílios onde há banda larga, o serviço é complementar ao de TV por assinatura. 14

15 Universo OTT OTT Conteúdo Dados Dados Dados

16 Universo OTT Propostas já veiculadas: Obrigação de abertura de rede (peering); Transparência, isonomia e não discriminação (neutralidade de rede); Tratamento dos conflitos ex-post pelo regulador. Produtor Distribuidor (ex. OTT) ISP Usuários Finais Propostas já veiculadas: Mesmos serviços = Mesmas Regras; Possibilidade de outorga de serviços; Incidência de tributos; Obrigações de conteúdo nacional Obrigações de transparência junto ao regulador

17 Regulação do Conteúdo Não Linear Conclusões preliminares da Anatel: O Regulador deve atuar apenas onde há falhas de mercado, devendo permitir condições isonômicas de competição; No que diz respeito ao mercado de conteúdo, ainda não se pode dizer que o conteúdo não linear substitui o conteúdo linear, entretanto isso tende a acontecer. OTTs geralmente apresentam novas alternativas reduzindo a pressão por Regulação, ao invés de uma pressão por nova regulamentação; Assim, para criar um level playing field, talvez seja mais prudente retirar obrigações de operadores existentes do que criar obrigações sobre os OTTs, entretanto, algumas questões como transparência e não-discriminação devem ser aplicadas à ambos os mercados;

18 Obrigado

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