LIVRO COMEMORATIVO 60 ANOS CIESP TAUBATÉ

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LIVRO COMEMORATIVO 60 ANOS CIESP TAUBATÉ"

Transcrição

1 LIVRO COMEMORATIVO 60 ANOS CIESP TAUBATÉ

2

3

4

5 CIESP-Taubaté 60 anos ( ) Taubaté CIESP-Taubaté Centro das Indústrias do Estado de São Paulo 2011

6 Agradecimento Agradecemos a todas as pessoas que nos ajudaram a construir a trajetória de sucesso do CIESP - Taubaté. Aos diretores, conselheiros, voluntários e seguidores, que dedicaram seu tempo por uma causa maior, a da indústria como centro do desenvolvimento do Brasil, deixo um agradecimento especial. Certamente esse resultado só foi possível porque contamos com uma equipe formada por profissionais da mais alta competência, que nos deram suporte a todo momento. Para tornar esse livro uma realidade foi preciso o empenho da nossa assessoria de comunicação, sob a coordenação da gerência e da diretoria, principalmente no árduo levantamento das informações, em muitos momentos existentes apenas na memória de quem já viveu essa história. Aproveito a oportunidade para agradecer também às empresas que acreditaram no projeto, como meio de valorizar o passado e o presente desse cenário, que documenta a busca permanente por melhores condições para fazer nosso Vale do Paraíba, e em especial as 28 cidades que compõem nossa regional, um capítulo ainda mais precioso deste país. Defender a indústria é defender o Brasil! Fábio Duarte

7 Reunir-se é um começo, permanecer juntos é um progresso e trabalhar juntos é um sucesso. Henry Ford

8 Cidades que compõem a Regional do CIESP Taubaté

9 ÍNDICE Prefácio Palavra do Presidente Palavra do Vice-Presidente...11 Palavra do Diretor Titular Introdução Histórica Década de Década de Década de Década de Década de Década de O ano de Artigos Construindo uma História

10

11 PREFÁCIO Sociedade e representação: legitimidade se conquista A sociedade moderna possui entidades de representação de interesses e entre as mais legítimas podemos citar o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. Nos últimos 83 anos o CIESP esteve à frente de muitas campanhas e apoio de interesse do empresariado paulista. A unidade do CIESP Taubaté esteve presente de maneira atuante neste processo, fortalecendo o empresariado, orientando suas ações e melhorando a sua qualificação, enfim, sendo a bússola do empreendedor regional pelos últimos 60 anos. Representando a classe empresarial e industrial atuou junto ao poder público e tornou-se referência nas discussões de interesse do capital regional. Vários contextos e uma só causa: a causa da produção e do progresso social na visão da classe que representa. Este livro traz ao longo de suas páginas um resgate histórico da trajetória dessa entidade que, a partir de agora, serve de estímulo e motivação para novos desafios que não se encerrarão jamais, orientando os mais novos e reforçando o espírito dos mais velhos. Fabio Ricci Doutor em História Econômica FFLCH-USP Professor do Programa de Pós -Graduação em Gestão e Desenvolvimento Regional da Universidade de Taubaté. 07

12

13 Um rico legado de cultura e pujança celebração pelos 60 anos do A Ciesp em Taubaté vai muito além de uma cerimônia festiva. Na verdade, estamos comemorando também a expansão de um parque industrial formado por mais de 2 mil empresas e mais de 60 mil trabalhadores, distribuídos pelos 28 municípios que integram esta Regional. Nos últimos anos, Taubaté subiu 11 posições no ranking das cidades mais ricas do país. Em 2011, o município registrou um PIB de R$ 6,8 bilhões, o que corresponde a uma renda per capita anual de R$ uma das maiores do Brasil. Representada pelo Ciesp, que é o maior interlocutor da indústria paulista, a atividade produtiva em Taubaté reflete a força do empresariado brasileiro. Nosso setor é hoje o principal vetor de desenvolvimento e geração de riquezas da região. Apesar da alta carga tributária e do excessivo grau de valorização do real nos anos recentes, a indústria local vem demonstrando extraordinária capacidade de superação, impulsionada por um diversificado parque produtivo que vai da metalurgia à indústria aeroespacial, passando pelos setores de alimentos, automotivo, máquinas e equipamentos, entre outros de igual relevância. Estou convencido de que essa evolução tem influência direta da nossa Diretoria Regional. Nossas conquistas não se limitam ao chão de fábrica, já que a atuação da entidade contempla outras importantes iniciativas em prol do desenvolvimento. Exemplo disso é a firme contribuição do Ciesp para fortalecer a presença do Sesi e do Senai na região. Para apoiar o crescimento desse pujante pedaço do Vale do Paraíba, com o qual tenho intensas ligações afetivas, as entidades da indústria somam investimentos que ultrapassam R$ 208 milhões, aplicados em obras de adequação e modernização do ensino e na construção de unidades escolares nos municípios vizinhos. Só em Taubaté são R$ 32,6 milhões em recursos que vão beneficiar os 16 mil alunos das escolas do Sesi e do Senai. Por tudo isso, as comemorações de 60 anos de Ciesp em Taubaté e região são mais que justas e merecidas. Também devem servir de estímulo à nova Diretoria, eleita em abril. O novo diretor, Fábio Soares Duarte, chega para fazer a diferença e fortalecer o importante trabalho de seus antecessores. Por meio dessas ações, vamos remover os gargalos que dificultam a marcha do desenvolvimento. E essa convergência de forças e ideais nos permite celebrar, com otimismo e confiança, os 60 anos de atuação dessa Diretoria Regional. Assim como a cultura do café, que se tornou a maior riqueza do país no século 19, a indústria valeparaibana fez grandes pioneiros em Taubaté, como o inesquecível Nelson Meirelles, que personifica um rico legado de desenvolvimento às novas gerações. Estaremos juntos, em total sinergia, aproximando e mantendo a coesão de forças entre a Avenida Paulista e as lideranças empresariais na histórica cidade de Monteiro Lobato, a capital nacional da literatura infantil. Cabe aos empresários do nosso tempo preservar e ampliar essas conquistas, defendendo com igual dedicação a liberdade de empreender, produzir e gerar riquezas para o bem de nossa sociedade e para o desenvolvimento do Brasil. Paulo Skaf Presidente do Ciesp, Fiesp, SESI- SP, Senai-SP e do Instituto Roberto Simonsen (IRS) 09

14

15 Os 60 anos do CIESP Taubaté Estamos comemorando mais um aniversário do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo Diretoria Regional de Taubaté. É uma data especial. Amadurecemos, porém com a disposição renovada e com uma visão de futuro mais ampla, otimista e, principalmente, bem planejada e consolidada em bases estruturadas. Nossa região passou por fases difíceis, ajustes importantes, mas firmou-se como pólo industrial e tem participação consistente como geradora de emprego e renda no Estado de São Paulo. Cresce continuamente e, através do sistema SESI/SENAI, prepara mão de obra especializada, atendendo à demanda por meio de uma comunicação forte entre os participantes da cadeia produtiva. Assumi meu primeiro mandato como Diretor Regional do CIESP Taubaté em 2004, para um período de três anos, e junto com a Diretoria e Conselho estabelecemos metas que consideramos fundamentais para o fortalecimento da representação industrial em nossa região. Entre elas, podemos citar a descentralização, a maior representatividade e a interação entre a comunidade e os poderes instituídos. Para isso, focamos em ações como o desenvolvimento e ampliação dos meios de relacionamento da indústria com o mercado, fornecedores, clientes e órgãos governamentais, através de ações como as Rodadas de Negócios, incentivo às Representações Regionais (Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Lorena e Cruzeiro), convênios com universidades e escolas técnicas, aumento do número de associados, participação em atividades comunitárias e abertura do que convencionamos chamar de A Casa da Indústria. Além disso, estimulamos as ações dos Grupos de Trabalho, que são importantes ferramentas da entidade: Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE), Grupo de Comércio Exterior, Grupo de Recursos Humanos e Grupo de Estudos Tributários do Vale do Paraíba. Todas são equipes especiais, formadas por voluntários que têm como principal objetivo estimular a integração das empresas associadas e potencializar a participação de novas indústrias. Finalmente, criamos Diretorias para questões específicas: Diretoria de Ação Social, Desenvolvimento Industrial e Integração Técnica e Acadêmica. Na área de eventos, o CIESP Taubaté promoveu encontros dos mais variados, sempre na direção do aperfeiçoamento da indústria regional, e na área de Treinamentos ofereceu cursos dos mais diversos tipos, focados no aperfeiçoamento dos colaboradores das indústrias associadas. Em 2007, tivemos o prazer de lançar em conjunto o Guia Regional das Indústrias do Vale do Paraíba e Alto Tietê, aglutinando as informações de uma infinidade de municípios em cruzamentos de dados relevantes para gestores, investidores, empreendedores, políticos e demais interessados na matéria. Reconduzidos à Gestão 2007/2011, reforçamos intensamente essas ações e entregamos a Diretoria Regional de Taubaté preparada para um futuro maior e mais próspero para a indústria de nossa região. Hoje, tendo passado à função de Vice- Presidente do CIESP São Paulo, deixo aos companheiros a missão de conduzir nossa Regional de Taubaté para seu futuro brilhante, esperando poder ajudar sempre para que os próximos 60 anos sejam tão promissores e produtivos quanto foram os tantos anos que nos trouxeram até aqui. Felicidades, CIESP Taubaté! Joaquim Albertino de Abreu Vice-Presidente do Ciesp SP 11

16

17 O CIESP como fator de desenvolvimento regional CIESP Regional Taubaté O possui 28 municípios em sua base de atuação, sendo que cinco deles possuem alguma vocação industrial mais relevante. São eles os municípios de Cruzeiro, Lorena, Guaratinguetá, Pindamonhangaba e o local da própria Sede, Taubaté. Interessante é que ao analisarmos este aspecto da atuação industrial, justamente o fato de termos outras cidades menos industrializadas, confere à nossa região uma característica própria, onde mesclamos atuação produtiva e tecnológica sem precedentes, aliando a excelente qualidade de vida, em meio ao verde, as montanhas e o litoral exuberante. Aqui se desenvolve praticamente tudo o que é produzido no Estado de São Paulo e no Brasil. Temos Universidades com excelentes centros de pesquisa, formando técnicos e administradores de primeira linha. Temos aqui instaladas indústrias de todas as vocações e ramos de atividades, gerando emprego e renda em níveis elevados. Possuímos uma condição de logística privilegiada, que mescla a proximidade dos centros consumidores, bem como as facilidades de escoamento por via rodoviária e ferroviária. Temos a proximidade de aeroportos e portos e esperamos, no curto prazo, ver instalado o Trem de Alta Velocidade, ligando Rio de Janeiro e São Paulo, estendendo-se até a região de Campinas e o aeroporto de Viracopos. Aqui o desenvolvimento é uma premissa que as pessoas, vinculadas ou não à indústria, buscam de maneira incessante alcançar. Aqui se aspira sempre alcançar marcos relevantes, princípios indispensáveis para empreendedores e industriais que promovem o desenvolvimento regional. O CIESP possui uma parcela significativa da responsabilidade pela manutenção e ampliação econômica do Vale do Paraíba. Somos responsáveis por representar não somente a indústria, mas também os parceiros contribuintes sem os quais não haveria o suporte necessário para este desenvolvimento. No início da implantação industrial em nossa região, empresas e pessoas empreendedoras foram fundamentais. Este ciclo se repetiu nas diversas ondas que tivemos nos últimos 60 anos. E agora, estamos vendo novamente que a indústria se renova, desta vez na implantação da inovação, que está estruturada em tecnologias consistentes, muitas das quais desenvolvidas aqui mesmo. Em cada uma das 28 cidades, Bananal, Arapeí, Queluz, São José do Barreiro, Areias, Cruzeiro, Lavrinhas, Silveiras, Lorena, Canas, Piquete, Guaratinguetá, Cunha, Ubatuba, Roseira, Aparecida, Cachoeira Paulista, São Antonio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, Campos do Jordão, Redenção, Natividade, São Luiz do Paraitinga, Potim, Pindamonhangaba, Tremembé, Lagoinha e Taubaté, queremos estar presentes. Cada cidade que compõe nossa base, cada indústria que representamos, cada trabalhador que aqui cria desenvolvimento são, juntos, o principal fator que o CIESP deseja e promove como objetivo de fazer ainda melhor nos próximos 60 anos. Apoiar a indústria é apoiar o Brasil. Apoiar o Vale do Paraíba é nossa missão. Desenvolver a indústria é nossa vocação. Fábio Duarte Diretor Titular do CIESP-Taubaté 13

18

19 INTRODUÇÃO A região do Vale do Paraíba, no estado de São Paulo, que inclui a Serra da Mantiqueira e o Litoral Norte, possui quase quatro séculos de presença na história do país. O início do seu processo de industrialização, objeto principal de nossa atenção, data do final do século XIX. O bandeirantismo abriu caminhos e instalou cidades, o café adensou-as e supriu de mãode-obra, tornando a vocação industrial da região irreversível pela proximidade dos principais centros consumidores e pela facilidade de acesso pela estrada de ferro, que cortavam nossa região trazendo o progresso. No começo a produção local era de aguardentes, rapaduras, beneficiamento de arroz, olarias, entre outros produtos, muitos para consumo local. Nestes tempos a participação industrial mais complexa indica a produção de iluminação pública a partir do aproveitamento do xisto betuminoso, em 1880, e pelas primeiras indústria têxteis, sendo que a Malharia Nossa Senhora da Conceição(1879), está em operação até os dias atuais em Jacareí. Ao final da década de 1920 o nosso maior industrial regional do período da República Velha, Félix Guisard, participa, como representante regional, da fundação do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo(28 de março de 1928), fazendo da região ator de primeiro momento dessa instituição. No período pós-ii guerra mundial, a partir de 1945, as dificuldades causadas ao comércio internacional tornam o quadro favorável à estratégia de substituição das importações. Foi preciso, então, investir no parque fabril, desbravar novas fronteiras e conquistar o consumidor cada vez mais, já que a oferta também crescia a cada dia. A partir de então várias cidades da região foram fazendo da indústria sua atividade principal: Taubaté, Jacareí, São José dos Campos, Guaratinguetá, Cruzeiro, Pindamonhangaba, Caçapava e Lorena são as principais. Mais de meio século depois esse cenário continua atual e se move numa velocidade impressionante, como uma verdadeira roda vida, num movimento contínuo e inovador para o desenvolvimento do país.

20 DÉCADA DE 50 OS PRIMEIROS PASSOS década de 1950 marcou a A entrada do Brasil no conjunto dos países em processo de industrialização. A nova ordem internacional do pós- II guerra, comandada pela ONU, cria a CEPAL Comissão Econômica para a América Latina, que, juntamente com a CMBEU Comissão Mista Brasil Estados Unidos, fomenta a criação do BNDE Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico. Isso concretiza o capital para grandes investimentos estatais e viabiliza a implantação de indústria de bens de capital (máquinas e equipamentos) e indústria de bens de consumo duráveis(automóveis, eletrodomésticos,etc). Junto à indústria de bens de consumo não duráveis(alimentos, roupas, calçados, entre outros) tem início a formação completa do setor industrial no país. O nacionalismo de Getúlio Vargas é substituído pela ideologia desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek, que traz consigo a implantação do Plano de Metas. O Estado conseguiu, então, levantar e aplicar grandes somas de investimentos privados de origem nacional e 16

21 internacional, dinamizando áreas da indústria automobilística, construção naval e aeronáutica, entre outras. Os efeitos no processo industrial, foram imediatos. No contexto regional, a construção da Rodovia Presidente Dutra abre novo caminho para o progresso. A rodovia foi entregue ao tráfego em 19 de janeiro de Juntando-se à estrutura ferroviária pré-existente, que já trazia em seu contexto a presença forte da Fábrica Nacional de Vagões(1943), de Cruzeiro; o acesso fica mais rápido às duas maiores capitais do país, São Paulo e Rio de Janeiro. Com isso as margens da rodovia tornam-se atrativas para a instalação de atividades industriais. A formação de mão de obra qualificada ganha reforços importantes. Em 1954 é fundada a FATEA, Faculdades Integradas Teresa D Ávila, em Lorena. Em 1959 entram em funcionamento a UNITAU - Universidade de Taubaté, ainda como escola de ensino superior, se tornando universidade 20 anos depois. Na região do Vale do Paraíba temos Nelson Meirelles, Delegado do Ciesp Taubaté / 1952 Nelson Meirelles foi o primeiro delegado do Ciesp Taubaté. Atuou como subgerente da Companhia Fabril de Juta por mais de 20 anos, além de ser proprietário de uma transportadora. Foi um dos fundadores do Taubaté Country Club. Eleito vereador por duas vezes, dá nome a uma rua no Parque São Cristóvão, em Taubaté. a chegada da GM General Motors, no setor automotivo, em São José dos Campos, a Mecânica Pesada(atual Alstom), em Taubaté e a Mafersa em Caçapava, indústrias de bens de capital e material ferroviário, 2 a Fábrica de Pregos Righi, em Taubaté, e Johnson e Johnson, em São José. 1- A Fábrica Nacional de Vagões, de Cruzeiro, pioneira na construçào de vagões 100% nacionais. 2- A inauguração da Dutra reuniu autoridades e populares. Mais de três mil homens trabalharam na construção da rodovia. 1

22 A Voz do Vale - 30 set 1951 A Voz do Vale - 29 set 1951 Antonio Magalhães Bastos Delegado do Ciesp Taubaté /1954 O Ciesp na década de 50 Entidade já tradicional na capital, o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo decide levar sua força para as cidades do interior, uma maneira de fortalecer a representação. Fichas cadastrais foram feitas por onde a caravana passava para conhecer as necessidades dos empresários. Inscrições despontaram de São José dos Campos a Cruzeiro. Em 29 de setembro de 1951 foi empossado no cargo de Delegado, o Sr. Nelson Meirelles. A missão imediata era a de unir forças em busca de soluções para a crise de energia, uma bandeira defendida fortemente pela regional de Taubaté. Era período em que o Brasil precisava de estrutura para crescer. A solução veio quanto a Light and Power adquiriu as usinas geradoras existentes em diversas cidades, processo que tornou possível a estrutura de fornecimento de energia para o desenvolvimento industrial. A entidade já se tornava referência para o bom andamento cotidiano da indústria local. A participação política também aflorava. Em 1954 o CIESP Taubaté participou do bom resultado da região na Campanha Paulista de Pró-Alistamento Eleitoral, contribuindo para a legitimação da entidade junto à sociedade civil. A Tribuna - 20 jun 1952 Durante a Convenção dos Industriais de 1955 o Vale do Paraíba foi identificado como a região onde o setor industrial mais cresceria no país nos próximos 10 anos, não apenas pelas empresas já em construção, mas também pela instalação de novas indústrias pesadas e a exploração e destilação do xisto betuminoso. Uma informação que foi parar no jornal carioca O Globo, que noticiou A supreendente valorização do Vale do Paraíba nos últimos anos constituiu uma das teses mais importantes apresentadas pelos industriais de Taubaté e mereceu especial atenção nos debates daquele certame. As visitas às empresas que compunham o quadro regional, como a CTI, a Embaré e a Tintas Vera Cruz, faziam parte da agenda cotidiana dos diretores da casa. Antonio Magalhães Bastos veio de Portugal para o Brasil em junho de 1911 e logo fixou residência em Taubaté. Figura importante no meio empresarial da cidade, é hoje patrono da Escola Estadual de 1º Grau Antonio Magalhães Bastos, no Alto do Cristo, e dá nome a uma rua no bairro Jardim Santa Clara, em Taubaté. CEPAL A Comissão Econômica para a América Latina Órgão ligado à ONU, criado em 1948, com o objetivo de estudar e propor políticas de desenvolvimento aos países latino-americanos, passando a fomentar seu crescimento industrial CMBEU Comissão Mista Brasil Estados Unidos Consolidou e qualificou profissionais para elaborar propostas de planejamento econômico no Brasil na década de 50. O grupo era formado por profissionais brasileiros e americanos. Seus estudos formaram a base do Plano de Metas. Plano de Metas de JK Subdividido em setores, o Plano de Metas de Juscelino Kubitschek era marcado por investimentos em estradas, siderúrgicas, usinas hidrelétricas, na marinha mercante e pela construção de Brasília.Baseava-se em 30 metas e tinha como meta fazer país crescer 50 anos em 5. 18

23 99

24 DÉCADA DE 60 CRIANDO ESTRUTURA PARA O DESENVOLVIMENTO crise institucional da primeira A metade da década de 1960 paralisou os investimentos em novos empreendimentos industriais e exigiu um novo arranjo político e econômico para que o país continuasse seu desenvolvimento. Nesse período a taxa de urbanização aumenta significativamente. Consolidado o governo militar, neste período nas mãos de Castelo Branco, foi criado, em 1966, o PAEG - Programa de Ação Econômica do Governo. Os principais focos eram o combate à inflação, o aumento de investimentos diretos, principalmente em atividades industriais e agrícolas, muitas vezes com patrocínio do próprio governo, reformas bancárias e tributárias, equilibrio da balança de pagamentos e redução de desequilíbrio entre as regiões do país. Da reforma bancária nasceu Banco Central e o Conselho Monetário Nacional e com eles a correção monetária. A criação do SFH-Sistema Financeiro da Habitação e do BNH-Banco Nacional da Habitação possibilitou o extraordinário dinamismo de construção de habitações e conjuntos residenciais 20

25 Veja - 02 abr nov /06/1969 POPULAÇÃO URBANA DE TAUBATÉ 90,36% 67,5% 68% 1940 Fonte: IBGE, ,5% para trabalhadores. Uma medida que permitiu a fixação de mão-de-obra nas proximidades de novas unidades industriais. A reforma tributária, promovida pelo, PAEG disponibilizou fundos alavancaram os investimentos em grandes obras de infra-estrutura. Foram criados mecanismos como o FGTS-Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o PIS/PASEP e a Caderneta de Poupança. Os juros eram baixos e o período médio de aplicação permitia financiamento de longo prazo. Neste mesmo período foram lançados títulos pré-fixados que tinham o objetivo de financiar as despesas do Tesouro Nacional. Em 1968 iniciou-se um período considerado de forte expansão econômica no Brasil. Foi o chamado milagre econômico brasileiro, que gerou taxas de crescimento do PIB em torno de 10% ao ano até meados da década de 70. O setor industrial cresceu a taxas próximas de 15% ao ano. Era momento de expansão da indústria de base. O esforço tinha o objetivo de dar sustentação ao crescimento da produção de bens industriais de consumo final e minimizar a importação de insumos básicos. A região do Vale recebe significativos investimentos estatais diretos e indiretos e privados. Os mais relevantes foram a fundação da Embraer, como desdobramento das atividades do CTA Centro Técnico Aeroespacial, a Bundy Tubing, a Avibras, em São José dos Campos, a Daruma, a CIBI e a Willys(Ford) em Taubaté. Veja - 02 abr 1969

26 O Ciesp Taubaté na década de 60 No ano de 1961 a Delegacia de Taubaté era presidida por Joaquim Sebastião Silvério da Silva. A regional se mostrou participativa nas questões que envolviam o crescimento da cidade, entre elas a instalação do Corpo de Bombeiros em Taubaté e a criação de uma Escola de Engenharia, indispensável para formação de mão de obra qualificada para a indústria. Ao longo deste ano foram constituídas comissões permanentes para tratar de temas como expansão social, relações públicas e assuntos fiscais, econômicos e trabalhistas. Em dezembro deste ano foi realizado o primeiro seminário industrial de Taubaté. O evento durou quatro dias e contou com a participação de 89 industriais de toda a região. No ano seguinte Antonio Moacyr Freire Delegado do Ciesp Taubaté 1966 a 1970 Moacyr Freire foi vereador por três vezes e viceprefeito, assumindo o cargo de prefeito durante um ano. Foi proprietário de empresas de materiais de construção, fabricação de móveis, entre outras. Atuou em outras entidades, como a Irmandade de Misericórdia e a Associação Comercial de Taubaté (ACIT). Nomeia uma avenida na Vila das Graças, em Taubaté. Sebastião Silvério Delegado do Ciesp Taubaté 1964/1965 Foi advogado e contador e atuou como diretor em grandes empresas da região como a Companhia Taubaté Industrial (CTI), Indústrias Químicas Taubaté (IQT) e Ciquine Plasbaté. Magalhães Bastos Jr. é eleito da regional. A diretoria acompanha o aumento e a complexidade da demanda dos associados. A partir de 1965 as reuniões com os associados passam a ter palestras de diferentes áreas. Os temas variavam entre economia, educação e meio ambiente. Moacyr Freire foi eleito delegado para o biênio 1967/1968. Em seu discurso de posse, disse palavras de esperança aos associados, certo de que o período seria positivo. Em breve economia da região daria sinais de melhora, com o aumento na produção industrial. O pleito foi realizado em janeiro de 1969 trouxe Antonio Magalhães Bastos Jr. de volta à liderança da entidade. Em outubro do mesmo ano a cidade recebe mais um seminário promovido pelo Ciesp Taubaté, com apoio do Sesi. O tema escolhido foi Legislação Trabalhista e de Previdência Social. Foram cinco dias de evento com a participação de 120 representantes da indústria regional. A HORA DA INDÚSTRIA No início dos anos 60, os industriais da região tinham um motivo a mais para sintonizar a Rádio Difusora, às 20h. O programa A Hora da Indústria, transmitido diariamente, com duração de 30 minutos, era considerado o boletim informativo das pessoas ligadas ao setor industrial. A cada programa eram abordadas notícias e serviços sobre as indústrias do Vale do Paraíba. A Voz do Vale - 11 fev 1969 A Voz do Vale - 10 jul 1969 A Voz do Vale - 24 jun

27

28 DÉCADA DE 70 A INDUSTRIALIZAÇÃO DESPONTA NA REGIÃO A Tribuna - 03 nov 1974 Veja- 24 ago 1977 Revista Ind. e Des - set 1975 A Tribuna - 09 abr 1974 A Tribuna - 30 out 1973 história do desenvolvimento A econômico do país não permite uma separação cronológica entre as décadas de 60 e 70. Isso porque o PAEG, iniciado em 66/67, foi ponto de partida para a chegada de novas empresas e o fortalecimento da industrialização, inclusive no interior de São Paulo. O PAEG viabilizou os recursos necessários para Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), o milagre econômico brasileiro. O PND teve duas edições: o primeiro tinha como principal objetivo aproveitar a conjuntura internacional favorável e promover o crescimento interno do país. Já o segundo priorizou concluir as grandes obras iniciadas e que serviriam à infraestrutura do país. A partir de 1971 as isenções de IPI e ICM foram estendidas às compras de máquinas e equipamentos no mercado interno para estimular o desenvolvimento da indústria. Nessa época o Vale do Paraíba entra definitivamente na corrida industrial. A região começa a atrair indústrias de países estrangeiros e começa a ganhar credibilidade como pólo industrial. Em Taubaté, a primeira 24

29 metade dos anos 70 é marcada pela vinda de grandes nomes da indústria, como a Volkswagen. Representando o setor petroquímico temos a Plasbaté e no das telecomunicações, a Daruma, única fábrica do grupo japonês Taruma Eletric Works a se instalar fora daquele país. As inaugurações da Daido e da Araya, ambas no início de 1975, firmam a presença do capital nipônico em Taubaté. Em 1978 a Pfaudler chega à cidade. Já em Cruzeiro a Fábrica de Vagões S/A duplica sua capacidade de produção de aço fundido, passando de seis mil para 12 mil toneladas por ano e Pindamonhangaba recebe uma unidade da Alcan, unidades da Aços Villares e duas unidades da Confab. O crescimento industrial da região, em especial Taubaté, ganha espaço na cobertura jornalística dos veículos de comunicação da cidade e do Estado, e repercute entre os industriais paulistanos com a chamada de capa Tradição Agrícola perde terreno para Indústria em Taubaté na revista Indústria e Desenvolvimento, publicação voltada para o setor. Esse novo pano de fundo trouxe a tona uma realidade sobre os trabalhadores da região: a falta de mão de obra qualificada. Foi preciso treinar o contingente de funcionários no ambiente de trabalho. O surto de industrialização trouxe à cidade, pela primeira vez, problemas de recrutamento da mão de obra. Antes éramos exportadores de pessoal preparado para outros municípios. Agora a situação se inverteu, acarretando as atuais dificuldades que considero transitórias afirmou o então delegado do Ciesp Taubaté, Roberto Ortiz Mattos, à revista Indústria e Desenvolvimento, edição de setembro de Set 1975 Formado em Química Industrial, Administração de Empresas, Economia, Contabilidade, Direito e Teologia. Trabalhou por 31 anos na Indústria Química Vera Cruz, em Taubaté, em diversas áreas e funções, até chegar a presidência da empresa. Foi Cônsul de Portugal para o Vale do Paraíba. RIO PARAÍBA Antonio Magalhães Bastos Jr. Delegado do Ciesp Taubaté 1966 e 1970/1974 Com a intensa ocupação urbana da região, o rio Paraíba do Sul foi objeto de atenção, para diminuir a inconstância do fluxo de água. Foram construídos os reservatórios de Paraitinga/Paraibuna e Santa Isabel, represando as águas e mantendo o rio Paraíba do Sul com fluxo constante. Para isso cidades foram transferidas e tiveram sua antigas áreas alagadas. É o caso de Paraibuna, Natividade da Serra e Redenção da Serra.

30 O Ciesp Taubaté na década de 70 Na década de 70 o CIESP Taubaté passa a integrar o Grupo de Expansão Industrial GEIN, órgão da prefeitura municipal que coordena a evolução industrial da cidade. Em outubro de 1970, a Faculdade de Serviço Social de Taubaté é contemplada com uma biblioteca doada pelo Instituto Roberto Simonsen, órgão de promoções sociais da Fiesp e Ciesp. Em 2 de dezembro de 1970 é inaugurado o Corpo de Bombeiros em Taubaté, uma das bandeiras levantadas pela diretoria da Delegacia Regional do CIESP Taubaté desde out 1973 A Tribuna - 26 set 1975 Ainda neste ano é criado o Departamento Jurídico da entidade, o que ajudou a diretoria e os associados a resolverem problemas de ordem judicial com mais rapidez e profissionalismo. O ano de 1971 é período de criação de uma nova unidade do CIESP em São José dos Campos, definindo o contexto de atuação do CIESP Taubaté nas cidades que vão até Cruzeiro. A partir de 1974 as eleições para o CIESP Taubaté passar a ser realizadas a cada três anos. Roberto Ortiz Mattos é reconduzido ao cargo para o primeiro triênio. Em 1977 é o advogado Francisco Antonio de Araújo quem assume a Delegacia do CIESP Taubaté. O crescimento industrial do Vale do Paraíba nesse período revelou ao Ciesp Taubaté a necessidade de estender o alcance da entidade para mais cidades da regional. Para atender melhor seus associados, a diretoria do Ciesp Taubaté enviou ao Ciesp SP uma solicitação para se criar representações da entidade no Vale Histórico. A Tribuna - 05 fev 1975 Roberto Ortiz Mattos Delegado do Ciesp Taubaté 1974 a 1977 Formado em física e matemática, Roberto Ortiz Mattos atuou no setor administrativo da Companhia Taubaté Predial. A Tribuna - 20 out 1974 A Tribuna - 18 jan 1974 A Tribuna - 07 fev 1974 A Tribuna - 02 mai 1974 A Tribuna - 29 set 1974 A Tribuna - 28 nov 1974 A Tribuna - 25 mai 1975 A Tribuna - 20 set 1975 MEIO AMBIENTE O Decreto-Lei nº 1.413/75, assinado pelo presidente Ernesto Geisel, determinou que as indústrias estavam obrigadas a prevenir ou corrigir os prejuízos da poluição e da contaminação do meio ambiente. Imediatamente, o governador do Estado, Paulo Egydio, encaminha à assembléia legislativa um projeto de prevenção e combate a poluição, uma ação coordenada pelo Estado, reforçando a ação da Cetesb. Veja - 28 jun

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Pronunciamento sobre a questão

Leia mais

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Thayne Garcia, Assessora-Chefe de Comércio e Investimentos (tgarcia@casacivil.rj.gov.br) Luciana Benamor, Assessora de Comércio e Investimentos

Leia mais

Tema 3 O BNDE e a inserção brasileira no capitalismo industrial

Tema 3 O BNDE e a inserção brasileira no capitalismo industrial Faculdade de Comunicação e Artes Habilitação em Jornalismo Tema 3 O BNDE e a inserção brasileira no capitalismo industrial Economia Brasileira Professora Eleonora Bastos Horta Dayse dos Santos Frederico

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

Carta da Indústria 2014 (PDF 389) (http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/06/06/481/cartadaindstria_2.pdf)

Carta da Indústria 2014 (PDF 389) (http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/06/06/481/cartadaindstria_2.pdf) www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/cni/iniciativas/eventos/enai/2013/06/1,2374/memoria-enai.html Memória Enai O Encontro Nacional da Indústria ENAI é realizado anualmente pela CNI desde

Leia mais

O sucesso do Plano Real na economia brasileira RESUMO

O sucesso do Plano Real na economia brasileira RESUMO 1 O sucesso do Plano Real na economia brasileira Denis de Paula * RESUMO Esse artigo tem por objetivo evidenciar a busca pelo controle inflacionário no final da década de 1980 e início da década de 1990,

Leia mais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Prefeito Empreendedor. Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios

Prefeito Empreendedor. Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios Prefeito Empreendedor Guia de Recomendações Preliminares para o Fomento do Empreendedorismo nos Municípios Março/2012 Expediente Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Fernando

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Outubro 008 PIB avança e cresce 6% Avanço do PIB no segundo trimestre foi o maior desde 00 A economia brasileira cresceu mais que o esperado no segundo trimestre, impulsionada

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 17 Discurso no encerramento do Fórum

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JUNHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia

Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia A Coppe Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia nasceu disposta a ser um sopro de renovação na

Leia mais

O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE DO POLO INDUSTRIAL DE CUBATÃO. Marco Paulo Penna Cabral Effectio, associada a Fundação Dom Cabral na Baixada Santista

O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE DO POLO INDUSTRIAL DE CUBATÃO. Marco Paulo Penna Cabral Effectio, associada a Fundação Dom Cabral na Baixada Santista O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE DO POLO INDUSTRIAL DE CUBATÃO Marco Paulo Penna Cabral Effectio, associada a Fundação Dom Cabral na Baixada Santista NA BAIXADA SANTISTA E ALTO TIETÊ Conheça a Fundação Dom

Leia mais

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica

Desafios para a Indústria Eletroeletrônica Desafios para a Indústria Eletroeletrônica 95 O texto aponta as características das áreas da indústria eletroeletrônica no país e os desafios que este setor tem enfrentado ao longo das últimas décadas.

Leia mais

BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul MECANISMOS INTER-REGIONAIS BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul O que faz o BRICS? Desde a sua criação, o BRICS tem expandido suas atividades em duas principais vertentes: (i) a coordenação

Leia mais

São Paulo: múltiplas oportunidades que impulsionam seus negócios

São Paulo: múltiplas oportunidades que impulsionam seus negócios São Paulo: múltiplas oportunidades que impulsionam seus negócios A importância da economia paulista transcende as fronteiras brasileiras. O Estado é uma das regiões mais desenvolvidas de toda a América

Leia mais

ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL

ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL ENGENHARIA CONSULTIVA FOMENTAR O PARQUE CONSULTIVO NACIONAL A Engenharia Consultiva Nacional e a Construção da Infraestrutura Um breve diagnóstico O setor de infraestrutura apresenta aspectos distintos

Leia mais

RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL

RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL RESUMO O HOMEM E O RIO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE DO RIO PARAÍBA DO SUL UNITAU - Universidade de Taubaté CBH-PS Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul Trabalho realizado

Leia mais

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação; DECRETO Nº 7.642, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 * Programa Ciência sem Fronteiras. * Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. A Presidenta da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012

Palestra: Macroeconomia e Cenários. Prof. Antônio Lanzana 2012 Palestra: Macroeconomia e Cenários Prof. Antônio Lanzana 2012 ECONOMIA MUNDIAL E BRASILEIRA SITUAÇÃO ATUAL E CENÁRIOS SUMÁRIO I. Cenário Econômico Mundial II. Cenário Econômico Brasileiro III. Potencial

Leia mais

Chapa Universalizando atitudes, consolidando resultados é eleita

Chapa Universalizando atitudes, consolidando resultados é eleita BIÊNIO 2014/2016 Chapa Universalizando atitudes, consolidando resultados é eleita Associados de todo o Brasil elegeram, nos dias 5 e 6 de junho, a chapa Universalizando atitudes, consolidando resultados

Leia mais

A feira. O maior evento mundial do setor sucroenergético. 26 a 29 de Agosto de 2014 Centro de Eventos Zanini Sertãozinho - São Paulo Brasil

A feira. O maior evento mundial do setor sucroenergético. 26 a 29 de Agosto de 2014 Centro de Eventos Zanini Sertãozinho - São Paulo Brasil Resultados Fenasucro 2014 A feira 26 a 29 de Agosto de 2014 Centro de Eventos Zanini Sertãozinho - São Paulo Brasil O maior evento mundial do setor sucroenergético O setor sucroenergético do Brasil já

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA DIRETÓRIO ACADÊMICO CLORINDO BURNIER. XXXI Semana da Engenharia. Brasil: O País do futuro

FACULDADE DE ENGENHARIA DIRETÓRIO ACADÊMICO CLORINDO BURNIER. XXXI Semana da Engenharia. Brasil: O País do futuro FACULDADE DE ENGENHARIA DIRETÓRIO ACADÊMICO CLORINDO BURNIER XXXI Semana da Engenharia Brasil: O País do futuro O Papel da Engenharia no Desenvolvimento do País Por: Engº Francinett Vidigal Junior I Apresentação

Leia mais

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL *

O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * O PLANEJAMENTO ECONÔMICO E A ARTICULAÇÃO REGIONAL * Lúcio Alcântara ** Durante o dia de hoje estaremos dando continuidade aos debates que vêm sendo realizados desde o início do governo Lula sobre a reestruturação

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

Mobilização e Participação Social no

Mobilização e Participação Social no SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Mobilização e Participação Social no Plano Brasil Sem Miséria 2012 SUMÁRIO Introdução... 3 Participação

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Fernando Veloso IBRE/FGV Book Launch of Surmounting the Middle Income Trap: The Main Issues for Brazil (IBRE/FGV e ILAS/CASS) Beijing, 6 de Maio

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB)

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) CAPÍTULO I - DO NEPEC E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O presente Regulamento disciplina as atribuições,

Leia mais

A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES

A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES A economia brasileira e as perspectivas do investimento Luciano Coutinho Presidente do BNDES O Brasil ingressa em um novo ciclo de desenvolvimento A economia brasileira continuarácrescendo firmemente nos

Leia mais

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela

A ESTRELA QUE QUEREMOS. Planejamento Estratégico de Estrela Planejamento Estratégico de Estrela 2015 2035 O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão

Leia mais

Na Crise - Esperança e Oportunidade. Desenvolvimento como "Sonho Brasileiro".(Desenvolvimento com Inclusão). Oportunidade para as Favelas

Na Crise - Esperança e Oportunidade. Desenvolvimento como Sonho Brasileiro.(Desenvolvimento com Inclusão). Oportunidade para as Favelas Na Crise - Esperança e Oportunidade. Desenvolvimento como "Sonho Brasileiro".(Desenvolvimento com Inclusão). Oportunidade para as Favelas Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2009 Fórum Especial INAE Luciano

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Núcleo de Inovação e Empreendedorismo. CRI Nacional. Relatório de Evento 11 de Dezembro de 2013

Núcleo de Inovação e Empreendedorismo. CRI Nacional. Relatório de Evento 11 de Dezembro de 2013 Data Núcleo de Inovação e Empreendedorismo CRI Nacional Relatório de Evento 11 de Dezembro de 2013 Encontro do CRI Nacional 11 de Dezembro de 2013 Cenários Econômicos e Impactos para a Inovação em 2014

Leia mais

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO

DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO DIREÇÃO NACIONAL DA CUT APROVA ENCAMINHAMENTO PARA DEFESA DA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO, DAS APOSENTADORIAS E DO FATOR PREVIDENCIÁRIO A CUT e as centrais sindicais negociaram com o governo

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

AULA 10 Sociedade Anônima:

AULA 10 Sociedade Anônima: AULA 10 Sociedade Anônima: Conceito; características; nome empresarial; constituição; capital social; classificação. Capital aberto e capital fechado. Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Bolsa de Valores.

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

UM PROJETO PARA OS 645 MUNICÍPIOS PAULISTAS BENEFÍCIOS AOS ANUNCIANTES

UM PROJETO PARA OS 645 MUNICÍPIOS PAULISTAS BENEFÍCIOS AOS ANUNCIANTES UM PROJETO PARA OS 645 MUNICÍPIOS PAULISTAS BENEFÍCIOS AOS ANUNCIANTES O Estado de São Paulo é Centro econômico e industrial mais importante da América do Sul Abrange uma área de 247.898 km2 Maior PIB

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO:

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO: O Brasil e suas políticas sociais: características e consequências para com o desenvolvimento do país e para os agrupamentos sociais de nível de renda mais baixo nas duas últimas décadas RESUMO: Fernanda

Leia mais

O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK

O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK O PLANO DE METAS DO GOVERNO DE JUCELINO KUBITSCHEK O desenvolvimento autônomo com forte base industrial, que constituiu o núcleo da proposta econômica desde a Revolução de 1930 praticamente esgotou suas

Leia mais

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA 1- FORTALECER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI, NA CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS AVANÇADAS; 2- CRIAR EMPREGOS QUALIFICADOS NO PAÍS; 3- CRIAR E FORTALECER EMPRESAS

Leia mais

MINAS GERAIS, SEU MELHOR INVESTIMENTO. Seminário LIDE Abril de 2012

MINAS GERAIS, SEU MELHOR INVESTIMENTO. Seminário LIDE Abril de 2012 MINAS GERAIS, SEU MELHOR INVESTIMENTO Seminário LIDE Abril de 2012 A NOSSA MINAS GERAIS MINAS EM NÚMEROS América do Sul 588.000 KM² DE TERRITÓRIO. Brasil MAIOR DO QUE PAÍSES COMO A FRANÇA, SUÉCIA E ESPANHA.

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 41 Discurso na cerimónia de celebração

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICITAÇÃO DE AGÊNCIA DE EVENTOS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICITAÇÃO DE AGÊNCIA DE EVENTOS 1. Objeto: 1.1.1. Contratação de empresa para prestação, sob demanda, de serviços de planejamento, organização, coordenação, execução, fiscalização e avaliação de eventos com a viabilização de infra-estrutura

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

Ciclo de debates sobre Energia e Desenvolvimento Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal 01/04/2013

Ciclo de debates sobre Energia e Desenvolvimento Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal 01/04/2013 Ciclo de debates sobre Energia e Desenvolvimento Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal 01/04/2013 Agenda I - COMISSÃO DE SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA - CI Agenda CI 2013/2014 - Investimento

Leia mais

Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC).

Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). São Paulo, 21 de março de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). Senhoras e senhores É com grande satisfação que

Leia mais

BOLETIM. Produto Interno Bruto paulista continua no patamar de um trilhão de reais

BOLETIM. Produto Interno Bruto paulista continua no patamar de um trilhão de reais patamar de um trilhão Em ano atípico, o PIB do Estado de São apresentou redução real em 2009, mas ampliou sua participação no PIB brasileiro. Em 2009, o PIB, calculado pela Fundação Seade em parceria com

Leia mais

PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO

PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO PARQUE TECNOLÓGICO DE RIBEIRÃO PRETO SUMÁRIO EXECUTIVO O Parque Tecnológico de Ribeirão Preto é um empreendimento imobiliário e tecnológico com características especificamente projetadas, incluindo serviços

Leia mais

Projeto Amplitude. Plano de Ação 2015. Conteúdo

Projeto Amplitude. Plano de Ação 2015. Conteúdo Projeto Amplitude Plano de Ação 2015 P r o j e t o A m p l i t u d e R u a C a p i t ã o C a v a l c a n t i, 1 4 7 V i l a M a r i a n a S ã o P a u l o 11 4304-9906 w w w. p r o j e t o a m p l i t u

Leia mais

Boletim Econômico Edição nº 73 junho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico

Boletim Econômico Edição nº 73 junho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Boletim Econômico Edição nº 73 junho de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Planos econômicos x cadernetas de poupança: uma batalha árdua (Cartilha do IDEC Instituto Brasileiro

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

Receita do Network PwC cresce 6% e atinge US$ 34 bilhões no ano fiscal encerrado em junho

Receita do Network PwC cresce 6% e atinge US$ 34 bilhões no ano fiscal encerrado em junho Press release Data Contato EMBARGO 00h01min (horário Brasília) Terça-feira, 7 de outubro de 2014 Márcia Avruch Tel: +55 11 3674 3760 Email: marcia.avruch@br.pwc.com Pages 4 Receita do Network PwC cresce

Leia mais

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra:

MBA IBMEC 30 anos. No Ibmec, proporcionamos a nossos alunos uma experiência singular de aprendizado. Aqui você encontra: MBA Pós - Graduação QUEM SOMOS Para pessoas que têm como objetivo de vida atuar local e globalmente, ser empreendedoras, conectadas e bem posicionadas no mercado, proporcionamos uma formação de excelência,

Leia mais

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida Apresentação Institucional Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida A empresa que evolui para o seu crescimento A VCN Virtual Communication Network, é uma integradora de Soluções Convergentes

Leia mais

DISCURSO DE FRANCIS BOGOSSIAN

DISCURSO DE FRANCIS BOGOSSIAN DISCURSO DE FRANCIS BOGOSSIAN na solenidade de posse do Conselho Consultivo e do presidente executivo da AEERJ Dia 28 de julho de 2014 Centro de Convenções da Firjan Minhas Senhoras e Meus Senhores, Gostaria

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

Importante: As inscrições serão abertas conforme o calendário informado às Secretarias de Educação.

Importante: As inscrições serão abertas conforme o calendário informado às Secretarias de Educação. 2013 6 a Edição Objetivo A Rede Vanguarda promove todos os anos, preferencialmente no primeiro semestre de cada ano, um projeto focado na Educação, na Competição e na Responsabilidade Social. "TABUADA

Leia mais

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência Resumo expandido O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E

POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CARTA SÃO PAULO 2006 1 CARTA SÃO PAULO 2006 Visão para inovação, competitividade e renda. Reunidos na cidade de São Paulo-SP, no dia 25 de agosto de

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO

MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO MACROECONOMIA DA ESTAGNAÇÃO Fernando Ferrari Filho Resenha do livro Macroeconomia da Estagnação: crítica da ortodoxia convencional no Brasil pós- 1994, de Luiz Carlos Bresser Pereira, Editora 34, São Paulo,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável

Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável Este artigo é cópia fiel do publicado na revista Nu e va So c i e d a d especial em português, junho de 2012, ISSN: 0251-3552, . Aprofundar mudanças rumo a um modelo de desenvolvimento sustentável

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1 BUSINESS GAME UGB Eduardo de Oliveira Ormond Especialista em Gestão Empresarial Flávio Pires Especialista em Gerencia Avançada de Projetos Luís Cláudio Duarte Especialista em Estratégias de Gestão Marcelo

Leia mais

Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo

Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo Ubirajara Sampaio de Campos Subsecretário de Petróleo e Gás Secretaria de Energia do Estado de São Paulo Santos Offshore 09 Abril 2014 Indústria

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

FIESP - DECOMTEC INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

FIESP - DECOMTEC INOVAÇÃO TECNOLÓGICA FIESP - DECOMTEC INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Programa de Inovação Tecnologica FIESP CIESP - SENAI Sede Fiesp 2013 Chave para a competitividade das empresas e o desenvolvimento do país Determinante para o aumento

Leia mais

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA An Innovations in Technology and Governance Case Study Desde o final dos anos 1980, diversos governos

Leia mais

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte

Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Fomento à Inovação e Negócios em Ciências da Vida em Belo Horizonte Atração de Investimentos, Promoção Comercial e Projeção Internacional Eduardo Bernis Secretaria Municipal de Desenvolvimento Belo Horizonte

Leia mais

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial

FOCOS DE ATUAÇÃO. Tema 8. Expansão da base industrial FOCOS DE ATUAÇÃO Tema 8. Expansão da base industrial Para crescer, a indústria capixaba tem um foco de atuação que pode lhe garantir um futuro promissor: fortalecer as micro, pequenas e médias indústrias,

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO As condições para o financiamento do desenvolvimento urbano estão diretamente ligadas às questões do federalismo brasileiro e ao desenvolvimento econômico. No atual

Leia mais

FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão

FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão FÓRUM DAS ESTATAIS PELA EDUCAÇÃO Diálogo para a Cidadania e Inclusão 1. OBJETIVO DO FÓRUM O Fórum das Estatais pela Educação tem a coordenação geral do Ministro Chefe da Casa Civil, com a coordenação executiva

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

A SITUAÇÃO ECONÔMICA E AS PERSPECTIVAS PARA O MERCADO DE FINANCIAMENTO HABITACIONAL

A SITUAÇÃO ECONÔMICA E AS PERSPECTIVAS PARA O MERCADO DE FINANCIAMENTO HABITACIONAL A SITUAÇÃO ECONÔMICA E AS PERSPECTIVAS PARA O MERCADO DE FINANCIAMENTO HABITACIONAL SITUAÇÃO ECONÔMICA Em que pé nós estamos? Maturidade e crescimento Início da crise Bolha imobiliária Copa do Mundo Eleição

Leia mais

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO

PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO PROGRAMA DE GOVERNO DA FRENTE POPULAR A FAVOR DO AMAPÁ PROPOSTAS PARA O AMAPÁ CONTINUAR AVANÇANDO MACAPÁ-AP JULHO DE 2014 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 1 INTRODUÇÃO 2 DIRETRIZES 3 PRINCÍPIOS 4 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

Fundação SEADE. www.seade.gov.br

Fundação SEADE. www.seade.gov.br Outubro de 0 N o Monitoramento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODMs Consulte A Fundação Seade disponibilizará, anualmente, as séries históricas do conjunto de indicadores dos ODMs

Leia mais

Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017

Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017 UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Escola Técnica de Saúde Profa. Dra. Sheila Rodrigues de Sousa Porta PLANO DE AÇÃO 2013-2017 Proposta de trabalho apresentada como pré-requisito para inscrição no processo

Leia mais

Nova sede Documento de doação do terreno entra para a fase final

Nova sede Documento de doação do terreno entra para a fase final www.aciaanapolis.com.br Nova sede Documento de doação do terreno entra para a fase final De 1º a 07 de Fevereiro de 2014 - Ano 09 - Nº 224 - Diretoria 2013/2015 Diretoria da Associação Comercial e Industrial

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor Movimento incentiva a escolha pelos pequenos negócios na hora da compra A iniciativa visa conscientizar o consumidor que comprar dos pequenos é um ato de cidadania que contribui para gerar mais empregos,

Leia mais

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013

Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Novos Prefeitos e Prefeitas 2013 Curso de Prefeitos Eleitos 2013 a 2016 ARDOCE Missão Ser um banco competitivo e rentável, promover o desenvolvimento sustentável do Brasil e cumprir sua função pública

Leia mais

Propostas Governamentais

Propostas Governamentais Propostas Governamentais PRINCÍPIOS DEFENDIDOS PELO FÓRUM DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO SETOR EMPRESARIAL DE MINAS GERAIS Guilherme Velloso Leão Setembro/2014 Lógica do desenvolvimento O que os candidatos

Leia mais