Influência do armazenamento na durabilidade pós-colheita de helicônia Kessyana Pereira Leite, Paula Guimarães Pinheiro de Araújo, Andreza Santos da

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1 Influência do armazenamento na durabilidade pós-colheita de helicônia Kessyana Pereira Leite, Paula Guimarães Pinheiro de Araújo, Andreza Santos da Costa e Vivian Loges Introdução Um dos critérios para escolha de uma espécie ornamental a ser produzida como flor de corte é que esta apresente boa durabilidade pós-colheita (Castro et al, 2007), uma vez que mercados cada vez mais distantes podem ser alcançados prolongando o período de vida útil das hastes com qualidade comercial. Além disso, o aumento do tempo para comercialização irá reduzir as perdas de produção das hastes após o corte. As helicônias encontram-se como uma das principais flores tropicais produzidas em virtude de sua adequação para comercialização (Loges et al, 2012), tendo durabilidade superior a A durabilidade está relacionada a processos fisiológicos e influência ambiental que aceleram a senescência das hastes (Buchanan et al., 2000). Estes fatores são responsáveis pelo surgimento de danos quando expostas a condições inadequadas (Sonego; Brackmann, 1995), como a perda de turgidez das brácteas em decorrência da perda excessiva de água por transpiração e presença de manchas escurecidas (Costa et al, 2011). A ocorrência desses sintomas também pode ser agravada pela exposição prolongada das hastes até a comercialização, ocasionando maiores perdas de qualidade visual. A temperatura ideal para o armazenamento de flores varia entre espécies, sendo recomendada para helicônias a temperatura de 19 C por um período de até oito dias (Costa et al, 2012). O armazenamento refrigerado possibilita estender o período de conservação, transporte e distribuição (Moraes et al., 2009), no entanto aumenta os custos para comercialização. Em virtude disso, muitos produtores têm adotado métodos alternativos de armazenamento para aumentar o período de conservação das flores, como a manutenção das hastes em ambiente com ar condicionado. Para tanto é necessário comprovar a eficiência deste na manutenção da durabilidade pós-colheita e como forma de retardar ou minimizar os efeitos do armazenamento em temperatura ambiente.

2 Com isso, o objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do tipo e período de armazenamento na manutenção da durabilidade pós-colheita de hastes florais de helicônia. Materiais e Métodos Hastes florais de Heliconia caribaea x H. bihai cv. Jacquinii foram colhidos com 1-4 brácteas abertas, onde tiveram as flores retiradas, seguido de lavagem, padronização em 80 cm e manutenção em água destilada para hidratação por 24h. Após esse período, foram acondicionados em caixas de papelão utilizadas para a comercialização desses produtos. Foram utilizadas duas condições de armazenamento com temperatura e umidades relativas distintas durante quatro períodos: armazenamento 1 (ambiente com ar condicionado - AC) 23 C e 89% de UR; armazenamento 2 (refrigerador - AR) 17 C e 94%. As hastes foram mantidas por dois, quatro, seis e oito dias no tratamento, quando foram retiradas e mantidas em água destilada em ambiente com ar condicionado para acompanhamento da vida de vaso, assim como as hastes do tratamento controle (25 C e 77% de UR). Todas as condições foram monitoradas utilizando coletores de dados e sensores em cada. As avaliações ocorreram a cada dois durante a vida de vaso (VV), que foi definida como o número de dias de durabilidade após remoção das hastes do tratamento. A longevidade pós-colheita total (LPT) foi calculada pela soma dos dias de armazenamento e dias de vida de vaso. A qualidade visual foi avaliada utilizando-se escala de notas, desenvolvido por Costa et al (2011): Grau 4 - inflorescência com brilho natural e com ausência de murcha acastanhadas no ápice das brácteas (sintomas de senescência - SS) ou brácteas impecáveis (danos causados por frio - IS) ; Grau 3 - inflorescência com brilho natural e áreas murchas acastanhadas menores de 1,0 cm do ápice das brácteas (SS) ou brácteas ligeiramente manchadas (IS); Grau 2 - brácteas com áreas murchas acastanhadas entre 1,0 e 5,0 cm do ápice das brácteas (SS) ou brácteas com manchas escuras (SI); e Grau 1 - inflorescência sem turgescência, sem luminosidade natural e com áreas murchas acastanhadas maiores de 5,0 cm do ápice das brácteas (SS) ou brácteas com manchas escuras intensas (SI).

3 As hastes foram pesadas para obtenção da perda de massa fresca (PMF). Peso fresco inicial foi considerado de 100% para a determinação dos valores relativos subsequentes. Alterações na coloração da bráctea foram determinadas com a auxílio de um colorímetro utilizando o sistema CIELab. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial de 2 (armazenamento) x 4 (período), totalizando oito tratamentos com três repetições, com 3 hastes por parcela. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (P <0,05). Resultados e Discussão Foram detectadas diferenças entre os tratamentos testados em relação às características avaliadas neste experimento. A vida vaso (VL) e a longevidade pós-colheita total (LPT) não foram afetadas pelo tipo de armazenamento. No entanto, a manutenção das hastes dentro das caixas por oito dias antes da avaliação dos tratamentos, permitiu acréscimo na durabilidade póscolheita em relação aos demais períodos testados. Sendo assim, o armazenamento durante oito dias e sem a necessidade de refrigeração é o mais indicado uma vez que haverá redução do custo das flores para o consumidor. A qualidade visual (QV) das hastes em padrão comercial foi mantida por seis dias de vida de vaso nos tratamentos 2AC, 4AC, 2AR e 6AR. Considerando a longevidade pós-colheita total (LPT) as hastes quando armazenadas nas condições do tratamento AR durante 6 dias, terão 12 dias após a colheita para chegar ao consumidor final com aspecto visual atrativo. Ainda que a redução da QV tenha sido antecipada no tratamento AC 8 dias em relação ao mencionado anteriormente, a LPT foi igual entre eles, não sendo necessário que as hastes sejam armazenadas sob refrigeração em relação a este aspecto para manutenção da durabilidade. A perda de QV no tratamento AC foi associada à senescência identificada pelo secamento do ápice das brácteas (Figura 1) e no tratamento AR a manchas escuras no lado e no centro da bráctea (AR 2 e AR 4 dias) e escurecimento do ápice (AR 6 e AR 8 dias) (Figura 2). Esses sintomas foram descrito

4 por Costa et al (2011) em cultivares de H. bihai mantidos em câmara fria a 6,5ºC, e caracterizada como injúria por frio. A redução de peso fresco (PF) foi progressiva para ambos os tratamentos, sendo observada a partir do quarto dia de vida de vaso para à maioria dos tratamentos com exceção do AC 2 (sexto dia) (Tabela 2). A coloração das brácteas não foi alterada entre os tratamentos, como indicado pelas médias das variáveis colorimétricas L *, a * e b *. Agradecimentos Referências

5 A1 A2 B1 B2 C1 C2 D1 D2 Figure 1 Symptoms of senescence on inflorescences of H. caribaea x H. bihai Jacquinii stored in box at 23 C and RH of 89% for two (A), four (B), six (C) and eight days (D): 1) Inflorescence prior to cold storage (na retirada do tratamento); 2) descarte A1 A2 B1 B2 C1 C2 D1 D2 Figure 2 Symptoms of chilling injury on inflorescences of H. caribaea x H. bihai Jacquinii stored in cold chamber at 17 C and RH 94% for two (A), four (B), six (C) eight days (D): 1) Inflorescence prior to cold storage (na retirada do tratamento); 2) descarte

6 A B C D E F G H Figure 3 Symptoms of senescence on inflorescences of H. caribaea x H. bihai Jacquinii kept at 25 C and RH of 77% (control treatment): A) Inflorescence no início B) after two days; C) after four days; D) after six days; E) after eight days; and F) after ten days under laboratory conditions.

7 Table 1: Visual quality of inflorescences of H. caribaea x H. bihai Jacquinii evaluated with rating scale during vase life at 25 C and RH of 77% under laboratory conditions (LC, control treatment) after storage boxes at 23 C and RH of 89% and under refrigeration at 17 C and Rh of 94% for 2 days, 4, 6 and 8 Treatment Vase life (days) L (control) 4,00 Aa 3,00 Ab 3,00 Ab 2,83 Ab 2,38 Abc 1,83 Acd 1,56 Ad 1,39 d 2 days box 3,28 ABa 2,89 Aab 2,67 ABab 2,28 ABbc 2,39 Ac 1,67 Ac 4 days box 3,11 ABa 2,89 Aa 2,72 ABab 1,89 ABbc 1,67 Ac 1,50 Ac 6 days box 3,33 ABa 2,89 Aa 2,06 Bb 1,50 Bb 1,78 Ab 8 days box 3,11 ABa 2,67 Aab 2,11 Bbc 2,00 ABbc 1,61 Ac 1,33 Ac 2 days cold 3,67 ABa 3,17 Aab 3,00 Aab 2,78 Abc 2,00 Acd 2,00 Acd 1,44 Ad 4 days cold 3,61 ABa 2,78 Aab 2,67 ABbc 2,22 ABbcd 1,78 Acd 1,50 Ad 6 days cold 3,00 Ba 2,78 Aa 2,00 Bb 1,78 ABbc 1,28 Ac 8 days cold 3,61 ABa 2,72 Ab 2,22 Bc 1,83 ABcd 1,44 Ade 1,44 Ade 1,00 Ae Note: Means followed by same capital letters in columns and lowercase letters on lines do not differ significantly (P<0.05; Tukey s test) Table 2: Fresh weight of flowering stems of H. caribaea x H. bihai Jacquinii kept at 25 C under laboratory conditions (L, control treatment) and after the storage boxes at 23 C and under refrigeration at 17 C Treatment Fresh weight (%) of flowering stems Vase life (days) L (control) 100,00 Aa 96,44 Aab 95,99 Aab 93,98 Aabc 90,66 Abcd 87,98 Acd 86,48 Ad 85,58 d 2 days box 96,14 Ba 96,84 Aa 92,93 ABab 90,24 Abc 88,02 Ac 86,48 Ac 4 days box 97,38 ABa 95,50 Aba 92,46 ABb 90,55 Abc 88,91 Acd 87,32 Ad 6 days box 96,04 Ba 93,75 Ba 90,72 Bb 88,91 Ab 8 days box 96,43 ABa 93,64 Bab 91,68 Bb 89,06 Abc 86,68 Ac 85,79 Ac 2 days cold 97,57 ABa 97,27 Aa 94,05 ABb 92,05 Abc 90,11 Acd 89,38 Acd 87,70 Ad 4 days cold 98,13 ABa 96,19 ABa 93,73 ABb 90,81 Ac 89,48 Ac 88,47 Ac 6 days cold 98,09 ABa 96,86 Aab 94,00 ABbc 91,54 Acd 89,67 Ad 8 days cold 97,82 ABa 95,82 ABa 92,35 ABb 89,86 Abc 88,01 Acd 86,38 Ade 84,13 Ae Table 3: Vase life, total postharvest longevity and bract color (CIE L*, a* and b*) of flowering stems of H. caribaea x H. bihai Jacquinii kept at 25 C under laboratory conditions (L, control treatment) and after the storage boxes at 23 C and under refrigeration at 17 C for 2 days, 4, 6 and 8 Treatment VL (days) TPL (days) L* a* b* L (control) 14,00 a 14,00 bc 44,35 a 44,41 a 32,79 a 2 days box 10,00 abc 12,00 c 46,26 a 46,07 a 37,46 a 4 days box 10,00 abc 14,00 bc 45,73 a 43,92 a 34,36 a 6 days box 6,00 c 12,00 c 41,62 a 46,01 a 34,79 a 8 days box 10,00 abc 18,00 ab 42,56 a 47,07 a 32,41 a 2 days cold 12,00 ab 14,00 bc 44,54 a 47,77 a 33,09 a 4 days cold 10,00 abc 14,00 bc 47,76 a 44,35 a 38,99 a 6 days cold 8,00 bc 14,00 bc 45,06 a 42,07 a 35,70 a 8 days cold 12,00 ab 20,00 a 43,88 a 48,62 a 33,83 a Note: Means followed by same lowercase letters in columns do not differ significantly (P < 0.05; Tukey s test); VL = Vase Life (days after cold storage); TPL = Total Postharvest Longevity (VL plus days of cold storage)

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