Uma análise dos projetos de educação ambiental no licenciamento off-shore de petróleo da Bacia de Campos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Uma análise dos projetos de educação ambiental no licenciamento off-shore de petróleo da Bacia de Campos"

Transcrição

1 VII EPEA - Encontro Pesquisa em Educação Ambiental Rio Claro - SP, 07 a 10 de Julho de 2013 Uma análise dos projetos de educação ambiental no licenciamento off-shore de petróleo da Bacia de Campos Noa Magalhães Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) de contato: Carlos José Saldanha Machado Pesquisador em Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Ministério da Saúde e Professor dos Programas de Pós-Graduação em Meio Ambiente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e em Biodiversidade e Saúde e em Informação e Comunicação em Saúde da Fiocruz de contato: Resumo: A educação ambiental crítica e participativa implementada como medida mitigatória no Licenciamento Ambiental Federal é instrumento chave da Gestão Ambiental Pública. Este trabalho, que apresenta resultados parciais do projeto de pesquisa de Doutorado em Meio Ambiente da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, tem como objetivo inventariar e analisar os projetos de educação ambiental implementados no licenciamento off-shore de petróleo na Bacia de Campos (BC), em 17 dos 92 municípios do Rio de Janeiro, e os instrumentos jurídicos norteadores dessa política. O levantamento foi realizado na Coordenação de Petróleo e gás (CGPEG) do IBAMA através de entrevistas com os técnicos e no centro de documentação (CEDOC). Há cinco Projetos de Educação Ambiental (PEAs) desenvolvidos em dezessetes municípios da BC. Através da análise dos documentos referentes à elaboração e implementação dos PEAS e dos instrumentos jurídicos, constata-se uma ênfase (1) no fortalecimento da participação dos diferentes grupos sociais vulneráveis no processo de gestão ambiental pública e (2) no envolvimento do maior número dos tipos de grupos vulneráveis (quilombolas, marisqueiras e mulheres ligadas à atividade pesqueira, jovens e educadores da região). Palavras-chave: Educação Ambiental, Licenciamento Ambiental, Off-Shore Abstract: The critical environmental education and participatory implemented as far mitigatória the Federal Environmental Licensing is a key instrument of the Environmental Management Service. This work, which presents partial results of the research project of PhD in Environment of the State University of Rio de Janeiro, aims to identify and analyze environmental education projects implemented in licensing offshore oil in the Campos Basin (BC) in 17 of the 92 municipalities of Rio de Janeiro, and legal instruments guiding this policy. The survey was conducted in coordination Oil and gas (CGPEG) IBAMA through interviews with technical and documentation center (CEDOC). Five Environmental Education Projects (AEP) developed in seventeen municipalities in BC. Through analysis of the documents related to the preparation and implementation of the ESAP and legal instruments, there is an emphasis on (1) strengthening the participation of vulnerable social groups in the process of public management and (2) the involvement of a greater number of types of vulnerable groups (maroon, seafood and women involved in fishing activity, youth and educators in the region). Keywords: Environmental Education, Environmental Permitting and Off-Shore Realização: Unesp campus Rio Claro e campus Botucatu, USP Ribeirão Preto e UFSCar 1

2 INTRODUÇÃO No mundo contemporâneo, o atual modelo econômico capitalista é o reflexo de uma sociedade desigual organizada com base na premissa do acúmulo de capital e poder por uma minoria. Trata-se de uma pequena parcela da população mundial que usufrui de qualidade ambiental e de vida, com amplo acesso à serviços, aos bens públicos e de consumo enquanto a imensa maioria vive em situação de expropriação e subordinação e, parcela expressiva da população, em condições insustentáveis de pobreza. Dados de 2006 (Loureiro, 2012) nos mostram uma acumulação brutal de riqueza: apenas 946 pessoas ao redor do globo concentravam um patrimônio de três trilhões e meio de dólares, o equivalente ao rendimento de 50% da população mundial, e mais da metade destas pessoas vivem em três dos mais de cento e noventa países que dividem o mundo, os EUA, a Alemanha e a Rússia. Ao mesmo tempo, em 2009, 1,02 bilhão de pessoas apresentava desnutrição crônica; em 2008, 884 milhões não tinham acesso a água e 2,5 bilhões acesso a saneamento básico. Hoje, enquanto os 55 países do continente africano são responsáveis por 5% do consumo mundial, apenas um pais do continente americano, os EUA, é responsável por 30%. Com a produção em larga escala de bens de consumo e serviços destinados, em grande parte, aos países centrais, e uma demanda cada vez maior de recursos naturais e energéticos da parte dos países periféricos, o modo de vida capitalista moderno é incompatível com os ciclos ecológicos e a capacidade e tempo de recomposição da natureza. O que implica no uso insustentável das reservas de recursos naturais do planeta, na geração de conflitos socioambientais e na produção de resíduos e poluição nocivos a saúde à população de baixa renda vivendo em condições de vulnerabilidade. É um modelo de desenvolvimento econômico que, segundo David Harvey (2011), privatiza os lucros e socializa os riscos. Com o passar do tempo, naturaliza-se os riscos ambientais e a baixa qualidade das condições de vida dos grupos vulneráveis às atividades industriais, com os atores sociais locais aceitando, quase sempre sem questionar, a entrada de empreendimentos que causam impactos negativos em seus territórios (ACSELRAD, 2004), não participando de processos decisórios sobre políticas públicas que interferem na qualidade do ambiente em que vivem. Mas, no cenário internacional, não há somente inércia política frente a essa realidade da parte da sociedade e do Estado. Por exemplo, o movimento social Ecologismo dos Pobres ou Justiça Ambiental (ACSELRAD, 2004; ALIER, 2007) nasce nos Estados Unidos e encontra enraizamento no Brasil ao ir ao encontro do movimento socioambiental nascido no país nos anos 80 do século passado (SANTILLI, 2005). É um dos movimentos de combate aos efeitos deletérios do modelo de 2

3 desenvolvimento econômico sobre a vida de atores sociais minoritários. Em termos de ações do Estado, observa-se a valorização da participação dos cidadãos na implementação da política ambiental, além da regulamentação de importantes instrumentos de gestão e controle ambiental voltados para o uso saudável dos recursos naturais do país como a exploração de petróleo e gás natural em terra e no mar (MACHADO, 2012). A Gestão Ambiental Pública e o Licenciamento Ambiental A gestão ambiental pública é um conjunto de procedimentos e medidas administrativas que têm o objetivo de gerenciar o uso de recursos naturais e os impactos ambientais causados nas áreas de influência de empreendimentos. No Brasil, o poder público, ao decidir sobre o uso dos recursos naturais (como usa, quem usa, quando usa, onde usa) através da Gestão Ambiental, distribui custos e benefícios para a sociedade (IBAMA, 2005). Visto que um empreendimento instalado em determinada localidade pode representar impactos positivos para determinado grupo da sociedade, principalmente no que tange aos lucros que este empreendimento irá gerar extra localmente; mas também o desenvolvimento da economia local e a geração de empregos oque, entretanto, não implica necessariamente na geração de empregos de longo prazo para a população local, pois em muitos casos, a população local realiza somente trabalhos temporários visto que estes empreendimentos demandam mão de obra qualificada (QUINTAS, 2005). Assim como podem trazer sérios impactos para outros grupos sociais com o aumento demográfico desordenado, o aumento da criminalidade, além da extração e uso indevido dos recursos naturais (água, solo e minerais); da produção excessiva de resíduos e poluição. Neste cenário, constata-se que a práxis da Gestão Ambiental pública não é isenta de neutralidade em sua tomada de decisão para aprovação ou não de determinados empreendimentos, uma vez que eles envolvem interesses econômicos e políticos divergentes. Muitas vezes o Estado, ao conceder licença ambiental para a instalação e operação de um empreendimento, pode estar beneficiando certos grupos em detrimento de outros. Portanto, o Estado, através da Gestão Ambiental pública, mais especificamente no âmbito do licenciamento ambiental, é responsável por gerenciar conflitos gerados a partir destas tensões e disputas de interesses pelo uso dos recursos naturais e do território. Quanto ao Licenciamento Ambiental, ele é um importante instrumento determinado pela Política Nacional do Meio Ambiente 1 (PNMA), e regulado pelos Órgãos Ambientais 1 A aprovação da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), Lei 6938 foi um marco para a consolidação da Gestão Ambiental no Brasil. Em seu Artigo 9º, incisos III e IV trazem que: são instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente: III - a avaliação de impactos ambientais; IV - o licenciamento e a revisão de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras. (BRASIL, 1981). 3

4 competentes. A função do Licenciamento é garantir a tomada de decisões políticas referentes à aprovação ou não de uma determinada instalação ou empreendimento que possa causar impacto ambiental. De acordo com a Resolução CONAMA 237/97 o Licenciamento Ambiental é: Um procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação do empreendimento e atividades utilizadoras de recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente ou daquelas que sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso. (BRASIL, 1997). O Licenciamento off-shore de Petróleo A demanda crescente por energia é uma realidade, principalmente após a Revolução Industrial, quando as máquinas começam a ser alimentadas pela madeira, vento, animais e água e em meados do século XVIII, acontece o uso intensivo do carvão. Já no século XIX, a revolução tem seu auge com o uso em larga escala do petróleo e seus derivados usados nos processos industriais, geração de energia elétrica e combustível para veículos. Apesar de ser um recurso energético não renovável, hoje nossa sociedade tem no petróleo um dos recursos mais utilizados para gerar energia no mundo até hoje. Dados do Ministério de Minas e Energia (MME) de 2012 demonstram que no Brasil, cerca de 44% da energia utilizada é proveniente do petróleo e seu derivados. Dentre outros motivos, essa preferência pode ser explicada pelo seu alto rendimento calorífico-energético (BRASIL, 2012). A Bacia de Campos é hoje a maior bacia petrolífera do país, correspondendo a 80% da produção nacional de petróleo. Localizada no litoral Norte Fluminense do Estado do Rio de Janeiro, sua área de abrangência é composta por um total de dezessete municípios localizados desde o norte-fluminense do Rio de Janeiro (Niterói, Saquarema, Araruama, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio, Búzios, Casimiro de Abreu, Rio das Ostras Macaé, Carapebus, Quissamã e Campos dos Goytacazes) ao sul do Espírito Santo (São Fransisco de Itabapoana, Iatapemirim e Presidente Kennedy) (IBAMA, 2012). Desde a década de 70, com a entrada da cadeia produtiva de petróleo, a região Norte Fluminense vem sofrendo transformações significativas em seus espaços terrestre e marítimo. Neste cenário, as comunidades tradicionais da pesca e os produtores sucroalcooleiros (atividade que já estava em declínio na região) em condições de vulnerabilidade, sofrem as externalidades do crescimento econômico e de uma mudança muito rápida do perfil produtivo da região. Na faixa litorânea emergem atividades industriais e terciárias acompanhadas do adensamento 4

5 demográfico, do surgimento de áreas de residência e consumo de alto padrão social e o aumento de bolsões de pobreza (MONIÉ, 2010). As comunidades tradicionais que viviam nesta faixa litorânea são deslocadas para áreas menos favorecidas e têm seus modos de produção de vida modificados. A região é marcada por uma expansão econômica e urbana que traz fortes desigualdades e segregação sócio-espacial (PIQUET, 2010). Portanto, podemos afirmar que as atividades de exploração e produção de petróleo geram grandes impactos socioambientais às comunidades em condições de vulnerabilidade da área de influência dos empreendimentos petrolíferos. Estes impactos podem ser agrupados em cinco macroimpactos: ocupação e uso do ambiente terrestre, ocupação e uso do ambiente marinho, desenvolvimento econômico, distribuição de royalties e crescimento demográfico (SILVA, 2008). O licenciamento ambiental de petróleo tem como uma das condicionantes de Licença de Operação (LO), a implementação de Projetos Ambientais que mitiguem e compensem tais impactos: o Projeto de Monitoramento Ambiental (PMA), o Projeto de Controle da Poluição (PCP), o Projeto de Comunicação Social (PCS), o Projeto de Educação Ambiental dos Trabalhadores (PEAT), o Plano de Emergência Individual (PEI) e o Projeto de Educação Ambiental. O conjunto de Projetos de Educação Ambiental desenvolvidos por todas as operadoras em fase de LO compõe um Programa de Educação Ambiental por bacia sedimentar. No caso da Bacia de Campos, é o PEA BC. O órgão responsável pela fiscalização e Licenciamento Ambiental das atividades marítimas (off-shore) de Exploração e Produção de Petróleo é o Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que para este tipo de atividade está dividido em duas coordenações: Coordenação Geral de Petróleo e gás CGPEG, instalada na gerência executiva do IBAMA no Rio de Janeiro e a Coordenação de Licenciamento de petróleo. As operadoras de petróleo, sob responsabilidade da CGPEG, têm portanto o dever legal de desenvolver Projetos de Educação Ambiental como medida mitigatória dos impactos ambientais da cadeia produtiva. Estes projetos devem promover integração das comunidades em condições de vulnerabilidade, articulação e participação em processos decisórios da gestão ambiental local podendo culminar na transformação das realidades de vida dos sujeitos da ação. Para isso, faz necessário estimular mudanças de atitudes e comportamentos, favorecendo o fortalecimento dos grupos sociais impactados pela cadeia produtiva e envolvidos em conflitos de uso de espaços e recursos naturais. O objetivo destes PEAs no licenciamento off-shore, é garantir processos sociais em que os atores envolvidos e em condição de vulnerabilidade possam participar ativamente das decisões acerca da Gestão 5

6 ambiental Pública e acessar políticas públicas que assegurem seus direitos. O processo educativo é, portanto, um movimento de apropriação destes atores impactados pelo empreendimento que não tiveram a chance de participar dos processos decisórios na concessão da licença. A proposta de uma Educação Ambiental crítica e transformadora, como parte do processo de Gestão Ambiental, vêm sendo desenvolvida no IBAMA no âmbito do Licenciamento Ambiental há mais de 20 anos. Buscam articular saberes tradicionais dos diversos atores com novos conhecimentos acerca do meio ambiente e dos impactos gerados pelas atividades humanas em geral. Eles são uma importante ferramenta para a ampliação de uma consciência socioambiental crítica, pautada em valores éticos, de pertencimento dos atores sociais aos seus territórios e dos seus modos de vida. O objetivo dos PEAs é que estes grupos tenham poder e participação efetiva nas tomadas de decisão acerca da Gestão Ambiental de seus territórios. Os instrumentos jurídicos da EA no licenciamento off-shore Em 2005, é publicado pelo IBAMA o importante documento intitulado Orientações pedagógicas do IBAMA para elaboração e implementação de programas no licenciamento de atividades de produção e escoamento de petróleo e gás natural. Neste é destacada a importância da percepção dos atores sociais acerca dos impactos ambientais sofridos pelas comunidades do entorno do empreendimento e vale destacar: O processo de Educação Ambiental se torna eficaz na medida que possibilite ao indivíduo perceber-se como sujeito social capaz de compreender a complexidade da relação sociedade-natureza, bem como comprometer-se em agir em prol da preservação de riscos e danos socioambientais causados por intervenções no meio físico natural e construído (...). Desta forma, a Educação Ambiental coloca-se como importante instrumento para a implementação de quaisquer empreendimentos que, de alguma forma, afetem o meio ambiente e, por consequência, a qualidade de vida das populações (IBAMA, 2005, p.3). Além disso, neste documento se considera que: A experiência tem demonstrado que, a própria comunidade se constitui em um parceiro vital na defesa dos seus recursos naturais, desde que sensibilizada, e capacitada para tal. As ações de sensibilização, capacitação, organização e outras que se coloquem como necessárias neste processo podem viabilizar a atuação dessas populações dentro de padrões que busquem, não apenas a minimização dos impactos decorrentes de ações danosas ao meio, mas, principalmente, a prevenção dos mesmos. (IBAMA, 2005, p.18). Em 2010, foi publicada a Nota Técnica CGPEG/DILIC/IBAMA - NT 01/10 (IBAMA, 2010) que traz diretrizes para a elaboração, execução e desenvolvimento dos programas de educação ambiental desenvolvidos regionalmente, nos processos de Licenciamento Ambiental 6

7 dos empreendimentos marítimos de exploração e produção de petróleo e gás. Vale destacar que nesta NT são propostas linhas de ação que constituem frentes de atuação para compor um programa. O foco da linha de ação pode ser caracterizado e justificado por: i) mitigar um impacto específico e/ou; ii) capacitar um público específico e/ou; iii) viabilizar a integração regional entre projetos semelhantes que atuam em localidades distintas. Das linhas de ação propostas da Nota Técnica para a comunidade envolvida no processo de licenciamento, destaca-se a Linha A, a saber: Organização comunitária para a participação na Gestão Ambiental, no âmbito do licenciamento ambiental: desenvolver processos formativos junto ao público prioritário definido pelas diretrizes pedagógicas do IBAMA, a ser identificado na região por meio de diagnósticos participativos. Justificativa: necessidade de desenvolver processos formativos para subsidiar a intervenção qualificada de determinados grupos sociais em processos decisórios de distribuição de custos/benefícios a partir da exploração de recursos naturais. Considerando a complexidade do processo de Licenciamento Ambiental de uma maneira geral e, em particular da cadeia produtiva de petróleo, podemos afirmar que o estímulo à organização dos segmentos sociais que costumam ter pouca interferência na Gestão Ambiental das áreas em que vivem e desenvolvem suas atividades é fundamental para a democratização do processo de Licenciamento Ambiental e, em última análise, da gestão das ações de transformação da realidade local. (IBAMA, 2010, p.4). As outras linhas de ação propostas são: Linha de Ação B Controle social da aplicação de royalties e de participações especiais da produção de petróleo e gás natural; Linha de Ação C Apoio à democratização, à discussão pública e à fiscalização do cumprimento das diretrizes de Planos Diretores municipais; Linha de Ação D a ser proposta pela empresa; Linha de Ação E Projetos compensatórios para populações impactadas por empreendimentos de curto prazo; Linha de Ação F Apoio à discussão e ao estabelecimento de acordos para a gestão compartilhada das atividades na zona marítima (IBAMA, 2010). Assim, destaca-se nestes dois documentos apresentados (orientações pedagógicas e NT 01/10) a importância do viés participativo do público prioritário da ação nos PEAs. O presente trabalho faz um levantamento e análise dos Projetos de Educação Ambiental que estão sendo desenvolvidos na BC a partir da Nota Técnica CGPEG/DILIC/IBAMA N o 01/10 publicada no ano de Fazendo uma análise de quais são as características dos projetos: suas linhas de ação, objetivos gerais, assim como quais os públicos prioritários de ação (Foco de ação). O trabalho faz portanto um panorama dos projetos que compõem o Programa de Educação Ambiental da Bacia de Campos (PEA BC). 7

8 Metodologia Tomando como ponto de partida a publicação do importante marco regulatório da Educação Ambiental no Licenciamento off-shore de petróleo, que foi a Nota Técnica CGPEG/DILIC/IBAMA N o 01/10, a presente pesquisa faz o levantamento dos PEAs que estão sendo implementados nos municípios da Bacia de Campo. A análise dos PEAs foi feita a partir de entrevistas com os técnicos da CGPEG e de documentos relacionados à elaboração e execução destes projetos (Planos de trabalho, pareceres técnicos, ofícios, cartas e s), obtidos no acervo do Centro de Documentação (CEDOC) da CGEPEG/IBAMA. A visita ao CEDOC, para a realização da referida pesquisa, foi feita após um pedido e sua devida autorização por aquela coordenação. Os documentos foram identificados, solicitados ao secretariado do CEDOC, posteriormente lidos, sistematizados e analisados. Os principais itens de análise de cada projeto foram: Operadora responsável pela execução, municípios que compõem o recorte espacial do Projeto, a Linha de ação, o Público Prioritário da ação educativa (foco) e o Objetivo Geral do projeto. Resultados A partir da pesquisa documental, constatou-se que existem ao todo cinco PEAs sendo desenvolvidos na BC: o Projeto Pólen, o Núcleo de Educação Ambiental da Bacia de Campos - NEA-BC, ambos da operadora Petrobras; o PEA do Campo de Polvo PEA CP, da British Petroleum; o PEA da Statoil e o PEA da Shell. Estes projetos são realizados em um total de dezessete municípios localizados desde o norte-fluminense do Rio de Janeiro ao sul do Espírito Santo. No estado do Rio de Janeiro, os projetos são realizados em Niterói (NI), Saquarema (SAQ), Araruama (ARA), Arraial do Cabo (AC), São Pedro da Aldeia (SPA), Cabo Frio (CF), Búzios (BUZ), Casimiro de Abreu (CA), Rio das Ostras (RO), Macaé (MAC), Carapebus (CAR), Quissamã (QUI) e Campos dos Goytacazes (CAM), e no Espírito Santo acontecem em São Fransisco de Itabapoana (SFI), Iatapemirim (ITA) e Presidente Kennedy (PK) (Tabela 1). Projeto Pólen - O Projeto Pólen é de responsabilidade da Petrobras e acontece em treze dos municípios citados: SAQ, ARA, AC, CF, BUZ, CA, RO, MAC, CAR, QUI, CAM, SFI (Tabela 1), trabalham com a Linha de Ação A Organização comunitária para a participação na Gestão Ambiental, no âmbito do licenciamento ambiental e o Público Definido (Foco) são os atores sociais ligados a educação formal e não formal. Tem como Objetivo Geral a promoção de condições para que atores sociais ligados a educação formal e não formal construam e resgatem saberes significativos, metodologias e valores necessários para: i) 8

9 fortalecimento da autonomia individual e coletiva necessárias à organização do processo social; ii) compreensão da diversidade e complexidade das questões ambientais, suas causas, efeitos e inter-relações; iii) desenvolvimento de ações mobilizadoras junto a outros atores que contribuam para o encaminhamento da resolução de questões ambientais (PETROBRAS, 2012). NEA BC - O Projeto NEA BC é de responsabilidade da Petrobras, acontece nos mesmos treze municípios do Projeto Pólen e também trabalha com a Linha de Ação A. Entretanto, seu Público Definido (foco) são os Jovens. Seu Objetivo Geral é promover a participação cidadã na gestão ambiental, por meio da educação crítica e transformadora, em busca de uma sociedade mais justa e sustentável na região da BC (PETROBRAS, 2012). PEA CP - O PEA Campo de Polvo é de responsabilidade da Britsh Petroleum e acontece nos municípios de NIT, ARA, AC, CF, BUZ, RO, MAC, QUI, SJB e SFI. O PEA CP está desenvolvendo o Monitoramento ambiental através do Observatório. O Projeto está dentro da linha de ação D esta é uma linha de ação específica a ser elaborada e apresentada pela empresa responsável pela realização do diagnóstico participativo do programa de educação ambiental regional, fundamentando-se na análise de seus resultados.. O Projeto tem como Objetivo Geral a reconfiguração e fortalecimento, enquanto coletivo, dos observatórios e a definição de temas, localidades e de uma linha de base de indicadores que nortearão o Plano de Trabalho consolidado, que tem como finalidade o monitoramento das transformações socioambientais (PEA CP, 2012). PEA Statoil - O PEA desenvolvido pela Statoil acontece nos municípios de SJB e SFI (ação piloto). Trabalha na Linha de ação A e tem como Público definido as mulheres marisqueiras destes municípios, já que seu foco é a Organização comunitária a partir das questões de gênero com recorte de classe social. O Objetivo Geral do projeto é Fortalecer as organizações comunitárias, através do trabalho com as mulheres inseridas direta ou indiretamente nas atividades identificadas com a pesca artesanal, e estabelecer uma pauta comumente elas, inserindo nestas, tanto questões socioambientais (SISNAMA), como as de mitigação dos impactos gerados pela atividade produtiva do petróleo e gás. PEA Shell - O PEA desenvolvido pela Shell acontece nos municípios de ARA, BUZ, CF, QUI, CAM e PK. Trabalha na Linha de ação A com foco nas comunidades quilombolas certificadas ou em processo de certificação pela Fundação Palmares, tendo, portanto as comunidades quilombolas como seu Público Definido. O Objetivo Geral do projeto é desenvolver um conjunto de ações de EA com comunidades quilombolas presentes nos municípios da área de influência dos empreendimentos da Shell na BC, contribuindo para a 9

10 discussão local sobre os problemas socioambientais e construção coletiva de soluções e ações mitigatórias para o meio ambiente e para a sociedade civil naquela região. Conclusões A partir deste estudo podemos constatar que a Linha de ação A, caracterizada pelo fortalecimento da organização comunitária para a participação na Gestão Ambiental, é norteadora de quatro dos cinco projetos analisados. Por isso, vale destacar que tanto nos instrumentos jurídicos (Orientações pedagógicas, Nota Técnica 01/10), como nos Projetos elaborados e implementados (a partir das diretrizes presentes naqueles instrumentos), existe grande relevância nos processos formativos e na busca do fortalecimento da participação dos diferentes grupos sociais vulneráveis, dentro do processo que integra a Gestão Ambiental pública. Devemos também considerar a diversidade de grupos vulneráveis que os Projetos abarcam: quilombolas, marisqueiras e mulheres ligadas à atividade pesqueira, jovens e educadores da região. Em uma análise sob o prisma dos municípios, podemos destacar que a maior quantidade de projetos está acontecendo nos municípios de Cabo Frio, Búzios, São João da Barra (com quatro projetos em cada um deles) e São Francisco de Itabapoana onde todos os projetos são realizados. A tabela 1 traz um panorama de quais projetos ocorrem em cada um dos municípios. Projeto/Município NIT SAQ ARA AC SPA CF BUZ CAS RO MA CARA QUI CAM SJB SFI ITA PK Pólen NEA BC PEA CP PEA STATOIL PEA SHELL TOTAL de PEAs Tabela 1: PEAs desenvolvidos nos municípios da Bacia de Campos (levantamento feito até 2012/2). O presente trabalho, é uma primeira análise da implementação dos PEAs, com foco nos objetivos. Traz, portanto subsídios para a escolha e estabelecimento de um recorte amostral para a continuidade do estudo documental e de campo acerca dos resultados esperados e obtidos e de uma análise mais ampla da implementação de Políticas Públicas da EA no licenciamento off-shore da Bacia de Campos. O referido estudo de resultados e trabalho de campo, compõe a segunda fase da pesquisa que terá seu início no primeiro semestre de

11 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ACSELRAD, H. As práticas espaciais e o campo dos conflitos ambientais. In: Acselrad, H. (Org.). Conflitos ambientais no Brasil. Rio de Janeiro, Relume Dumará, ALIER, J. M. Ecologismo dos pobres. Conflitos ambientais e linguagens de valoração. Contexto BRASIL, Ministério do Meio Ambiente. Resolução CONAMA nº 237, de 19 de Dezembro de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 30 dez dez BRASIL, MME. Balanço Energético Nacional 2012: Ano base Rio de Janeiro EPE, 282 pp, BRASIL, Presidência da República. Casa Civil. Lei n o , de 31 de agosto de Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 02 set HARVEY, D. O enigma do capital. Boitempo IBAMA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Orientações Pedagógicas do IBAMA para Elaboração e Implementação de Programas de Educação Ambiental no Licenciamento de Atividades de Produção e Escoamento de Petróleo e Gás Natural. Brasília: 2005, 18p. IBAMA, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.Nota Técnica Cgpeg/Dilic/Ibama Nº 01/ de fevereiro de Diretrizes para a elaboração, execução e divulgação dos programas de educação ambiental desenvolvidos regionalmente, nos processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos marítimos de exploração e produção de petróleo e gás. Brasília, IBAMA. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Projeto de acompanhamento de educação ambiental da Bacia de campos PEA BC. Janeiro de LOUREIRO. C. F. B. Sustentabilidade e Educação. Um olhar da ecologia política. São Paulo: Cortez Editora, MACHADO, C.J.S. (Org.). Ciências, Políticas Públicas e Sociedade Sustentável. Rio de Janeiro: E-Papers, MONIÉ, F. Petróleo, industrialização e organização do espaço regional. In: Petróleo, Royalties e Região. Piquet, R. (Org.), Rio de Janeiro: Garamond, 2010 PEA-CP. Projeto de Educação Ambiental do Campo de Polvo. O que é o PEA CP? Disponível em: Acesso em 06 de agosto de PETROBRAS. Quem somos. Nossa História. Disponível em:< Acesso em 18 de agosto de

12 PIQUET, R. Petróleo Royalties e Região. Rio de Janeiro: Garamond, QUINTAS, J. S. Introdução à Gestão Ambiental Pública. Brasília: Edições IBAMA, SANTILLI, J. Socioambientalismo e novos direitos: proteção jurídica à diversidade biológica e cultural. São Paulo: Peirópolis, SILVA, J. M. C. Petróleo e Gás na Bacia de Campos (RJ): percepção dos impactos ambientais pela população. Dissertação de mestrado. Programa de Pós-Graduação em Ecologia, Instituto de Biologia, Universidade Federal do Rio de Janeiro,

Programa Plataformas de Cidadania

Programa Plataformas de Cidadania PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA BACIA DE CAMPOS REGIÃO 5 Programa Plataformas de Cidadania Justificativa para atuação na Linha de Ação A Fevereiro de 2013 1 de 5 1. Definição da Linha de Ação A A partir

Leia mais

Projeto de Educação Ambiental. A experiência da Bacia de Campos

Projeto de Educação Ambiental. A experiência da Bacia de Campos Projeto de Educação Ambiental A experiência da Bacia de Campos A Bacia de Campos é uma bacia sedimentar com cerca de 100 mil km², do Espírito Santo (próximo à cidade de Vitória) até Arraial do Cabo (RJ),

Leia mais

O PEA-BC e suas ações junto aos grupos vulneráveis. Mônica Armond Serrão - CGPEG/IBAMA

O PEA-BC e suas ações junto aos grupos vulneráveis. Mônica Armond Serrão - CGPEG/IBAMA O PEA-BC e suas ações junto aos grupos vulneráveis Mônica Armond Serrão - CGPEG/IBAMA Educação Ambiental no Licenciamento Obrigatoriedade legal Lei n 6938/1981 (Política Nacional do Meio Ambiente) educação

Leia mais

TESTE DE LONGA DURAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DE WAIMEA PLANO DE TRABALHO. BLOCO BM-C-41, BACIA DE CAMPOS Processo IBAMA Nº 02022.

TESTE DE LONGA DURAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DE WAIMEA PLANO DE TRABALHO. BLOCO BM-C-41, BACIA DE CAMPOS Processo IBAMA Nº 02022. TESTE DE LONGA DURAÇÃO E PLANO DE TRABALHO BLOCO BM-C-41, BACIA DE CAMPOS Processo IBAMA Nº 02022.000204/10 Volume 00 Revisão 02 Agosto/2011 RESPOSTA AO PARECER TÉCNICO CGPEG/DILIC/IBAMA Nº 330/11 Projeto

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO: UMA EXPERIÊNCIA NA GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS RODOVIÁRIAS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO: UMA EXPERIÊNCIA NA GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS RODOVIÁRIAS EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO: UMA EXPERIÊNCIA NA GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS RODOVIÁRIAS Cauê Lima Canabarro STE Serviços Técnicos de Engenharia S.A.. Graduado em História, Mestre em Educação

Leia mais

A Importância dos Royalties na Economia dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro

A Importância dos Royalties na Economia dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro A Importância dos Royalties na Economia dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro Deputado Glauco Lopes Presidente da Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa Os royalties e o Pré-Sal Royalties

Leia mais

Mônica Armond Serrão 1

Mônica Armond Serrão 1 Cap. 1-6: Mônica Armand Serrão Pag 97 Os impactos socioambientais e as medidas mitigadoras/compensatórias no âmbito do licenciamento ambiental federal das atividades marítimas de exploração e produção

Leia mais

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010 LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA ATIVIDADE DE MINERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E TÉCNICOS GEÓLOGO NILO SÉRGIO FERNANDES BARBOSA Art. 1º - Para efeito desta Resolução são adotadas as seguintes definições: I - Licenciamento

Leia mais

Assunto: Carta resposta à Universidade Federal Fluminense_Coordenação do Curso de Serviço Social

Assunto: Carta resposta à Universidade Federal Fluminense_Coordenação do Curso de Serviço Social UO-BC/CSI 0010/2011 Macaé, 27 de janeiro de 2011 Ilmo. Sr. Walter Machado Pinheiro Diretor da Faculdade Federal de Rio das Ostras Universidade Federal Fluminense Rua Recife s/nº. - Jardim Bela Vista 28890-000

Leia mais

LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007

LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007 LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007 (Projeto de lei nº 749/2007, da Deputada Rita Passos - PV) Institui a Política Estadual de Educação Ambiental O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que

Leia mais

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Fica instituída a Política Municipal de Educação Ambiental, seus objetivos, princípios

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA Nº 04

TERMO DE REFERENCIA Nº 04 TERMO DE REFERENCIA Nº 04 CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PARA APOIO NA ELABORAÇÃO DE PRODUTO REFERENTE À AÇÃO 02 DO PROJETO OBSERVATÓRIO LITORAL SUSTENTÁVEL - INSTITUTO PÓLIS EM PARCERIA COM A PETROBRAS. Perfil:

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PEA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL 1

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PEA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL 1 1 1. APRESENTAÇÃO O presente Termo de Referência visa orientar e fornecer subsídios para a elaboração e conseqüente implantação do Programa de Educação Ambiental (PEA) a ser apresentado à Coordenadoria

Leia mais

PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES PEA- OBSERVAÇÃO

PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES PEA- OBSERVAÇÃO PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES PEA- OBSERVAÇÃO JULHO/2014 1 CONTEÚDO 1 - Sumário Executivo...... 3 2 - Recorte Espacial... 3 3 - público Definido... 4 4 - Objetivos Específicos... 4 5 - Metodologia consolidada...

Leia mais

Royalties do Petróleo: para além da mera disputa por recursos

Royalties do Petróleo: para além da mera disputa por recursos Royalties do Petróleo: para além da mera disputa por recursos Seminário Promovido pelo Observatório Celso Furtado para o Desenvolvimento Regional Flavio Erthal Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES POLÍTICAS PÚBLICAS RELACIONADAS À PROTEÇÃO DA ÁGUA E SAÚDE: UM OLHAR A PARTIR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O PAPEL DOS MUNICÍPIOS

INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES POLÍTICAS PÚBLICAS RELACIONADAS À PROTEÇÃO DA ÁGUA E SAÚDE: UM OLHAR A PARTIR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O PAPEL DOS MUNICÍPIOS INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES POLÍTICAS PÚBLICAS RELACIONADAS À PROTEÇÃO DA ÁGUA E SAÚDE: UM OLHAR A PARTIR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O PAPEL DOS MUNICÍPIOS Cleci Teresinha Noara Assistente Social Fundação Agência

Leia mais

PESCA ARTESANAL E PETRÓLEO NO RECÔNCAVO BAIANO: GESTÃO AMBIENTAL FEDERAL COMO MEDIADORA DE CONFLITOS

PESCA ARTESANAL E PETRÓLEO NO RECÔNCAVO BAIANO: GESTÃO AMBIENTAL FEDERAL COMO MEDIADORA DE CONFLITOS PESCA ARTESANAL E PETRÓLEO NO RECÔNCAVO BAIANO: GESTÃO AMBIENTAL FEDERAL COMO MEDIADORA DE CONFLITOS Lívia Gomes de Vasconcellos Mestranda em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social, Universidade

Leia mais

9.9. Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP)... 1/9. 9.9.1. Sumário Executivo... 1/9. 9.9.2. Recorte Espacial... 2/9

9.9. Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP)... 1/9. 9.9.1. Sumário Executivo... 1/9. 9.9.2. Recorte Espacial... 2/9 SUMÁRIO 9.9. Plano de Compensação da Atividade Pesqueira (PCAP)... 1/9 9.9.1. Sumário Executivo... 1/9 9.9.2. Recorte Espacial... 2/9 9.9.3. Público Previsto... 3/9 9.9.4. Objetivos... 4/9 9.9.5. Metodologia...

Leia mais

O PAPEL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO DO LICENCIAMENTO E DA GESTÃO AMBIENTAL DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS

O PAPEL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO DO LICENCIAMENTO E DA GESTÃO AMBIENTAL DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS ISSN 1984-9354 O PAPEL DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO DO LICENCIAMENTO E DA GESTÃO AMBIENTAL DA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS Noa Magalhães (Uerj) Elmo Rodrigues (Uerj) Resumo Na década de 1960, cientistas

Leia mais

INTRODUÇÃO. E-mail: natyoliver@oi.com.br. 1 Graduanda em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

INTRODUÇÃO. E-mail: natyoliver@oi.com.br. 1 Graduanda em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil. 1 A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO DAS ATIVIDADES DE PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL UM ESTUDO DE CASO 3-Educación y enseñanza de la geografia 7 Processos da interação sociedade-natureza Natália

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 27 DE MARÇO DE 2012 1

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 27 DE MARÇO DE 2012 1 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 27 DE MARÇO DE 2012 1 Estabelece as bases técnicas para programas de educação ambiental apresentados

Leia mais

A comunicação socioambiental no desenvolvimento das ações do PEAC

A comunicação socioambiental no desenvolvimento das ações do PEAC 1º Encontro Interdisciplinar de Comunicação Ambiental (EICA) Universidade Federal de Sergipe (UFS) abril de 2011 A Educomunicação como estratégia de mobilização comunitária no desenvolvimento das ações

Leia mais

PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ

PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ PROJETO DE LEI ESTADUAL PARANÁ Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Art. 1 - A Política Estadual

Leia mais

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências.

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências. LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005 Procedência: Governamental Natureza: PL. 332/05 DO. 17.762 de 17/11/05 Fonte: ALESC/Div. Documentação Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formação de valores ético-ambientais para o exercício da cidadania

EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formação de valores ético-ambientais para o exercício da cidadania EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formação de valores ético-ambientais para o exercício da cidadania 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...3 2 OBJETIVOS DO PROJETO:...5 3 METAS PARA A SUSTENTABILIDADE...6 4 JUSTIFICATIVAS...6 4.1-

Leia mais

Regulamentação e Licenciamento Ambiental. Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas

Regulamentação e Licenciamento Ambiental. Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas Regulamentação e Licenciamento Ambiental Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas Matriz Constitucional "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia

Leia mais

Programa de Educação Ambiental na Bacia de Campos (PEA-BC) Região 5

Programa de Educação Ambiental na Bacia de Campos (PEA-BC) Região 5 Programa de Educação Ambiental na Bacia de Campos (PEA-BC) Região 5 Programa Petrobras de Educação Ambiental da Bacia de Campos: Plataformas de Cidadania EA Linha de Ação A: ORGANIZAÇÃO COMUNITÁRIA PARA

Leia mais

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011.

LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. 1 LEI Nº. 2.510, DE 23 DE MAIO DE 2011. Institui a Política Municipal de Educação Ambiental, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ. CAMPUS 2014 Brésil Internacional

A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ. CAMPUS 2014 Brésil Internacional A INDÚSTRIA DE PETRÓLEO & GÁS NO ESTADO DO RJ CAMPUS 2014 Brésil Internacional Agenda PetróleoeGásNaturalnoBrasileRiodeJaneiro Situação da Indústria Naval Sistema FIRJAN: Soluções para Indústria de P&G

Leia mais

Atividade de Produção e Escoamento de Gás Natural e Petróleo do Campo de Camarupim, Bacia do Espírito Santo

Atividade de Produção e Escoamento de Gás Natural e Petróleo do Campo de Camarupim, Bacia do Espírito Santo i/ xi LISTA DE TABELAS Página Tabela II.1.3-1 - Principais características do FPSO Cidade de São Mateus... 02/03 Tabela II.2.1-1 - Coordenadas geográficas do ring fence de Camarupim.(Datum: SAD 69)...

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

atividades petrolíferas no Brasil

atividades petrolíferas no Brasil 117 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: uma proposta para o fortalecimento da participação popular no licenciamento de Noa Magalhaes Pinto Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) Carlos José Saldanha Machado Fundação

Leia mais

LT 500 kv Mesquita Viana 2 e LT 345 kv Viana 2 Viana. Estudo de Impacto Ambiental - EIA. Novembro de 2010. 6.10 - Programa de Educação Ambiental - PEA

LT 500 kv Mesquita Viana 2 e LT 345 kv Viana 2 Viana. Estudo de Impacto Ambiental - EIA. Novembro de 2010. 6.10 - Programa de Educação Ambiental - PEA EIIA Não excluir esta página LT 500 kv Mesquita Viana 2 e LT 345 kv Viana 2 Viana Novembro de 2010 6.10 - Programa de Educação Ambiental - PEA 2422-00-EIA-RL-0001-00 Rev. nº 00 Preencher os campos abaixo

Leia mais

Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás. Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder

Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás. Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder Iniciativas de Produção Mais Limpa na Indústria de Petróleo e Gás Daniela Machado Zampollo Lucia de Toledo Camara Neder Sumário A Empresa - Petrobras A Exploração e Produção de Óleo e Gás Gestão Ambiental

Leia mais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais (ENSP/FIOCRUZ) Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres (CEPEDES) Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) AS MUDANÇAS SOCIOAMBIENTAIS

Leia mais

Legislação e Gestão Ambiental no Brasil. Alessandra Magrini PPE/COPPE-UFRJ ale@ppe.ufrj.br

Legislação e Gestão Ambiental no Brasil. Alessandra Magrini PPE/COPPE-UFRJ ale@ppe.ufrj.br Legislação e Gestão Ambiental no Brasil Alessandra Magrini PPE/COPPE-UFRJ ale@ppe.ufrj.br Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável Abril 2005 Evolução da Política Ambiental no Contexto Internacional

Leia mais

As diretrizes básicas contidas na PNRM objetivam principalmente:

As diretrizes básicas contidas na PNRM objetivam principalmente: II.5.A PLANOS E PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Apresentam-se a seguir o levantamento dos principais planos e programas de abrangência nacional e estadual, cujas atividades possuam interface com os aspectos ambientais

Leia mais

Página 1 de 8. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Página 1 de 8. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Página 1 de 8 LEI Nº 3325, de 17 de dezembro de 1999 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a política estadual de educação ambiental, cria o Programa estadual de Educação Ambiental e complementa

Leia mais

UHE PCH. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal. Roberto Huet de Salvo Souza

UHE PCH. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal. Roberto Huet de Salvo Souza LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal UHE PCH Roberto Huet de Salvo Souza - I B A M A N Ú C L E O D E L I C E N C I A M E N T O A M B I E N T A L NLA/SUPES- RJ O que é licenciamento ambiental? Para que serve?

Leia mais

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ.

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. WALDELI ROZANE SILVA DE MESQUITA Secretaria Executiva de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente, Núcleo de Hidrometeorologia

Leia mais

GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL ESTRATÉGIAS DE GESTÃO AMBIENTAL

GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL ESTRATÉGIAS DE GESTÃO AMBIENTAL GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL GESTÃO AMBIENTAL: Planejamento. GERENCIAMENTO AMBIENTAL: Execução e Controle. GESTÃO ETAPAS: 1. Definição dos Objetivos do Planejamento = metas. 2. Inventário/ Banco de

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS Capacitação dos pobres para a obtenção de meios de subsistência sustentáveis Base para

Leia mais

PROGRAMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO RIO DE JANEIRO TEXTO-BASE CONSOLIDADO

PROGRAMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO RIO DE JANEIRO TEXTO-BASE CONSOLIDADO PROGRAMA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO RIO DE JANEIRO TEXTO-BASE CONSOLIDADO 1 APRESENTAÇÃO O Programa Municipal de Educação Ambiental ProMEA-Rio será elaborado em sintonia com o Programa Nacional

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capítulo 7 Política Ambiental Pelotas, 2010 7.1 Introdução A política ambiental

Leia mais

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental, cria o Programa Estadual de Educação Ambiental e complementa a Lei Federal nº 9.795/99,

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

MBA em Direito Ambiental e Sustentabilidade

MBA em Direito Ambiental e Sustentabilidade CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Direito Ambiental e Sustentabilidade Coordenação Acadêmica - Escola de Direito FGV DIREITO RIO MBA em Direito Ambiental e Sustentabilidade - FGV

Leia mais

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor

Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Congresso Ministério Público e Terceiro Setor Atuação institucional na proteção dos direitos sociais B rasília-d F Nova Lei de Certificação e Acompanhamento Finalístico das Entidades ü A Constituição Federal

Leia mais

DATA 27/05/2015 EDITAL. 2 Edital para Coordenador

DATA 27/05/2015 EDITAL. 2 Edital para Coordenador Página 1 EDITAL 2 Edital para Coordenador Áreas: Ciências Biológicas, Biologia Marinha e Biologia Lagunar, Zootecnia, Oceonografia, Engenharia de Pesca, de Produção, Economia ou Administração. O presente

Leia mais

COMPRAS PÚBLICAS E O PLANO DE AÇÃO PARA PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS 6o Fórum da A3P Brasília, 10 de novembro de 2011

COMPRAS PÚBLICAS E O PLANO DE AÇÃO PARA PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS 6o Fórum da A3P Brasília, 10 de novembro de 2011 COMPRAS PÚBLICAS E O PLANO DE AÇÃO PARA PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS 6o Fórum da A3P Brasília, 10 de novembro de 2011 Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

XXI Conferência Nacional dos Advogados

XXI Conferência Nacional dos Advogados DIFICULDADES RELACIONADAS AO E À AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. XXI Conferência Nacional dos Advogados Eng. Florestal MSc. Dr. Joesio D. P. Siqueira Vice-Presidente da STCP Engenharia de Projetos Ltda.

Leia mais

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte lei: Capítulo I Das Disposições Preliminares

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte lei: Capítulo I Das Disposições Preliminares Projeto de lei n. Institui a Política Estadual sobre Mudança do Clima e fixa seus princípios, objetivos, diretrizes e instrumentos. A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro publica a seguinte

Leia mais

Percepção de Problemas Ambientais Relacionados aos Usos dos Recursos Hídricos em Municípios do Interior do Estado do.

Percepção de Problemas Ambientais Relacionados aos Usos dos Recursos Hídricos em Municípios do Interior do Estado do. IV Encontro Nacional da Anppas 4,5 e 6 de Junho de 2008 Brasília DF Brasil Percepção de Problemas Ambientais Relacionados aos Usos dos Recursos Hídricos em Municípios do Interior do Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

Lei 17505-11 de Janeiro de 2013. Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013

Lei 17505-11 de Janeiro de 2013. Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013 Lei 17505-11 de Janeiro de 2013 Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013 Súmula: Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e o Sistema de Educação Ambiental e adota outras

Leia mais

Impactos Ambientais da Exploração e Produção de Petróleo na Bacia de Campos, RJ.

Impactos Ambientais da Exploração e Produção de Petróleo na Bacia de Campos, RJ. IV Encontro Nacional da Anppas 4,5 e 6 de junho de 2008 Brasília - DF Brasil Impactos Ambientais da Exploração e Produção de Petróleo na Bacia de Campos, RJ. Juliana Marsico Correia da Silva (UFRJ) Bióloga,

Leia mais

Observatórios Socioambientais

Observatórios Socioambientais Observatórios Socioambientais Angelo José Rodrigues Lima Programa Água para a Vida Superintendência de Conservação WWF Brasil Uberlândia, 18 de setembro de 2014 Missão do WWF-Brasil Contribuir para que

Leia mais

1. Programa Manaus Verde e Viva

1. Programa Manaus Verde e Viva 1. Programa Manaus Verde e Viva No intuito de fortalecer a arborização da cidade a Prefeitura de Manaus por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade - SEMMAS a administração deu

Leia mais

O Sistema Jurídico Brasileiro e o Meio Ambiente

O Sistema Jurídico Brasileiro e o Meio Ambiente II.5.B II.5.B.1 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL O Sistema Jurídico Brasileiro e o Meio Ambiente De acordo com o Sistema Constitucional vigente, os empreendimentos cujas atividades sejam capazes de causar potenciais

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LIMPEZA URBANA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LIMPEZA URBANA 2º Forum Internacional de Resíduos Sólidos julho2009 EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO DE LIMPEZA URBANA Autores: Letícia de Oliveira Silveira, Licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Luterana

Leia mais

II.10.3 PROJETO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

II.10.3 PROJETO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL II.10.3 PROJETO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 1. Justificativa Este Projeto de Comunicação Social (PCS) refere-se à atividade de perfuração marítima no Bloco BS-4, empreendimento da Queiroz Galvão Exploração e

Leia mais

LEI Nº 9.265 CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DA POLÍTICA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

LEI Nº 9.265 CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS DA POLÍTICA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL LEI Nº 9.265 Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. Lei: O GOVERNADOR DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Art.

Leia mais

Gestão Ambiental Compartilhada

Gestão Ambiental Compartilhada Ministério do Meio Ambiente Secretaria Executiva Departamento de Articulação Institucional Gestão Ambiental Compartilhada Discussão: Licenciamento Ambiental de empreendimentos e atividades com características

Leia mais

Curso de Gestão de Águas Pluviais

Curso de Gestão de Águas Pluviais Curso de Gestão de Águas Pluviais Capítulo 4 Prof. Carlos E. M. Tucci Prof. Dr. Carlos E. M. Tucci Ministério das Cidades 1 Capítulo 4 Gestão Integrada Conceito Marcos Mundiais, Tendência e Estágio Institucional

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

II.7 - MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS

II.7 - MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS Teste de Longa Duração na Área do Poço II.7 - MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS Teste de Longa Duração na Área do Poço Pág. 1/10 II.7 - MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS A - Considerações Gerais

Leia mais

PréCIMEA-SP Pré-Comissão Interinstitucional Municipal de Educação Ambiental de São Paulo

PréCIMEA-SP Pré-Comissão Interinstitucional Municipal de Educação Ambiental de São Paulo São Paulo, 30 de setembro de 2013 À V. SRª VER. DALTON SILVANO Câmara Municipal de São Paulo - Palácio Anchieta Viaduto Jacareí, 100, 5º andar, sala 514 - Bela Vista CEP 01319-900 São Paulo SP Prezado

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Instrumento preventivo de tutela do meio ambiente (art. 9º, IV da Lei nº. 6.938/81)

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Instrumento preventivo de tutela do meio ambiente (art. 9º, IV da Lei nº. 6.938/81) POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE 1. LICENCIAMENTO AMBIENTAL 1.1 NATUREZA JURÍDICA: Instrumento preventivo de tutela do meio ambiente (art. 9º, IV da Lei nº. 6.938/81) 1.2 CONCEITO: Segundo o art. 1º,

Leia mais

Dimensão Ambiental. Critério I - Responsabilidade e Compromisso. Indicador 1 - Abrangência. Indicador 2 - Responsabilidade Ambiental

Dimensão Ambiental. Critério I - Responsabilidade e Compromisso. Indicador 1 - Abrangência. Indicador 2 - Responsabilidade Ambiental Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Ambiental Critério I - Responsabilidade e Compromisso Indicador 1 - Abrangência 1. A empresa possui uma política ambiental? Caso "" para a pergunta

Leia mais

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo:

Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade FGR: Gustavo: Esporte como fator de inclusão de jovens na sociedade Entrevista cedida à FGR em Revista por Gustavo de Faria Dias Corrêa, Secretário de Estado de Esportes e da Juventude de Minas Gerais. FGR: A Secretaria

Leia mais

Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais

Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais Carlos Manuel Serra Importância de Moçambique em termos ambientais. Situação de pobreza em que vive a maioria da população moçambicana. Corrida aos recursos naturais destaque para os petrolíferos e mineiros

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.747, DE 5 DE JUNHO DE 2012 Institui a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas PNGATI,

Leia mais

Enfrentar a crise climática vai ajudar a resolver a crise financeira a perspectiva do Greenpeace

Enfrentar a crise climática vai ajudar a resolver a crise financeira a perspectiva do Greenpeace Enfrentar a crise climática vai ajudar a resolver a crise financeira a perspectiva do Greenpeace Manaus Av. Joaquim Nabuco, 2367, Centro CEP: 69020-031 Tel.: +55 92 4009-8000 Fax: +55 92 4009-8004 São

Leia mais

Impactos Ambientais da Exploração e Produção de Petróleo na Bacia de Campos-RJ

Impactos Ambientais da Exploração e Produção de Petróleo na Bacia de Campos-RJ Impactos Ambientais da Exploração e Produção de Petróleo na Bacia de Campos-RJ Daniel S. Miranda * Raniere G. da Silva ** Leandro B. de Almeida *** Resumo O petróleo é a principal fonte de energia utilizada

Leia mais

II.9.4. PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOS TRABALHADORES

II.9.4. PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOS TRABALHADORES II.9.4. PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOS TRABALHADORES 1. Introdução e justificativa A atividade a ser desenvolvida no Bloco BM-CAL-13 prevê a perfuração marítima de um a quatro poços de óleo e/ou gás

Leia mais

LEI Nº 9.265. Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências.

LEI Nº 9.265. Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. LEI Nº 9.265 Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei: Art.

Leia mais

EIXO 02 Uso sustentável das áreas protegidas

EIXO 02 Uso sustentável das áreas protegidas EIXO 02 Uso sustentável das áreas protegidas 1 OBJETIVOS DA OFICINA 1. Apresentar a Estrutura da Agenda Regionais e das Agendas Municipais 2. Apresentar o Objetivo geral do Eixo 3. Apresentar as Diretrizes

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES

RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES Movimento Movimento Nacional de Proteção à de Proteção à Vida Vida MMA / PNEA MMA / IBAMA /Est. RJ / Prefeituras RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES Agosto/2000 a Agosto/2001 APRESENTAÇÃO O Projeto de Educação

Leia mais

PROJETO DE LEI N º 1219/2003. Decreta:

PROJETO DE LEI N º 1219/2003. Decreta: A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO PROJETO DE LEI N º 1219/2003 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Municipal de Educação Ambiental, e dá outras providências. Autor: Vereador Rodrigo

Leia mais

O papel do Ministério Público na Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

O papel do Ministério Público na Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos PROGRAMAÇÃO ETAPA BELÉM 18 DE SETEMBRO DE 2014 O papel do Ministério Público na Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Raimundo Moraes Ministério Público do Pará CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES

Leia mais

Catálogo do Curso de Especialização em Educação Ambiental com Ênfase em Espaços Educadores Sustentáveis

Catálogo do Curso de Especialização em Educação Ambiental com Ênfase em Espaços Educadores Sustentáveis Catálogo do Curso de Especialização em Educação Ambiental com Ênfase em Espaços Educadores Sustentáveis 1. Dados Gerais 1. Área Temática: Educação Ambiental 2. Nome do curso: Educação Ambiental com Ênfase

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário

SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SERVIÇO SOCIAL E DO MEIO AMBIENTE: um debate necessário SILVA, IVANNA SILIANA DO NASCIMENTO 1, ALVES, MARIA GERALDA 2, SILVA, IRBIA SONALY DO NASCIMENTO 3, NASCIMENTO, MARIA ANAZUILA 4, LEANDRO, DARLANIA

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL

8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL 8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL O prognóstico ambiental elaborado para a Atividade de Pesquisa Sísmica Marítima 3D na Bacia Sedimentar do Ceará -, contempla as possíveis alterações dos fatores ambientais analisados

Leia mais

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza Legislação Territorial Agenda 21 Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza O que é Agenda 21? Agenda 21 é um conjunto de resoluções tomadas Eco-92, que

Leia mais

Avaliação das transformações sócioambientais, oriundas da implantação do Complexo Portuário Industrial do Açu.

Avaliação das transformações sócioambientais, oriundas da implantação do Complexo Portuário Industrial do Açu. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL MESTRADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL MODALIDADE PROFISSIONAL Avaliação das transformações sócioambientais, oriundas da implantação do Complexo Portuário Industrial

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 374, DE 12 DE JUNHO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 374, DE 12 DE JUNHO DE 2015 RESOLUÇÃO Nº 374, DE 12 DE JUNHO DE 2015 Publicado em: 03/07/2015 O CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA CFBio, Autarquia Federal, com personalidade jurídica de direito público, criado pela Lei nº 6.684, de 03

Leia mais

IT 179 Saneamento Básico

IT 179 Saneamento Básico 2. AÇÕES GOVERNAMENTAIS E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL A Organização das Nações Unidas (ONU), formada por quase todos os países do mundo, realiza reuniões para discutir sobre temas importantes para a humanidade

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ATORES SOCIAIS ENVOLVIDOS EM MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE RIOS DA REGIÃO OESTE DO PARANÁ.

CARACTERIZAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ATORES SOCIAIS ENVOLVIDOS EM MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE RIOS DA REGIÃO OESTE DO PARANÁ. CARACTERIZAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ATORES SOCIAIS ENVOLVIDOS EM MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE RIOS DA REGIÃO OESTE DO PARANÁ. Caroline Cichoski, Carlos Alberto Mucelin, Daniel Forsin Buss, email: capopck@hotmail.com

Leia mais

L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003.

L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003. 1 L E I N.º 162/2002, de 28 de janeiro de 2003. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Proteção Ambiental, a elaboração, implementação e controle da Política Ambiental do Município de Coqueiro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável;

IV - planejar, propor e coordenar a gestão ambiental integrada no Estado, com vistas à manutenção dos ecossistemas e do desenvolvimento sustentável; Lei Delegada nº 125, de 25 de janeiro de 2007. (Publicação Diário do Executivo Minas Gerais 26/01/2007) (Retificação Diário do Executivo Minas Gerais 30/01/2007) Dispõe sobre a estrutura orgânica básica

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA *

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA * EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA * Ana Rosa Salvalagio 1 Clarice Ana Ruedieger Marise Waslawosky Christmann Neida Maria Chassot INTRODUÇÃO: A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação,

Leia mais

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PROJETO DE LEI Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o Esta Lei institui a Política Nacional

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DO MEIO AMBIENTE E LICENCIAMENTO AMBIENTAL: os desafios da educação ambiental crítica

POLÍTICAS PÚBLICAS DO MEIO AMBIENTE E LICENCIAMENTO AMBIENTAL: os desafios da educação ambiental crítica POLÍTICAS PÚBLICAS DO MEIO AMBIENTE E LICENCIAMENTO AMBIENTAL: os desafios da educação ambiental crítica Ana Regia Santos Oliveira 1 Jailson Ramos Messias 2 Nailsa Maria Souza Araújo 3 Resumo: O texto

Leia mais