QUALIDADE DE VIDA DA MULHER PÓS-MASTECTOMIA: REVISÃO INTEGRATIVA BRASILEIRA

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1 QUALIDADE DE VIDA DA MULHER PÓS-MASTECTOMIA: REVISÃO INTEGRATIVA BRASILEIRA Samara Alvs Vaz¹; Jaqulin Rzn Souza¹; Carina Ala Silva¹; Luiz Hnriqu Batista Montiro¹; Marcos Vinícius Olivira¹; Gabril Rodrigus Godoy Arcanjo¹; Roslma Lucchs²; Rodrigo Lops Flip². 1 Discnts, Graduação m Enfrmagm Engnharia Produção, Univrsida Fral Goiás - Rgional Catalão. Catalão (GO), Brasil ² Enfrmira Doutora m Enfrmagm pla EEUSP. Docnt no Curso Enfrmagm da Univrsida Fral Goiás-Rgional Catalão. Catalão (GO), Brasil. 2 Farmacêutico. Profssor Espcialista, Graduação m Enfrmagm da Univrsida Fral Goiás - Rgional Catalão. Catalão (GO), Brasil. Rcbido m: 28/11/2014 Aprovado m: 16/01/2015 Publicado m: 31/01/2015 RESUMO Introdução: Câncr comprn o conjunto mais 100 donças, as quais são caractrizadas plo crscimnto clular sornado. No Brasil, a donça é consirada um problma saú pública. O câncr mama (CM), é a principal noplasia maligna diagnosticada nas mulhrs brasiliras, sguida do câncr colo do útro. A mulhr diagnosticada com CM, imdiatamnt é ncaminhada para a quimiotrapia, s ncssário a msma é submtida à mastctomia. A mastctomia é um procdimnto cirúrgico mprgado para a rtirada da mama aftada, la é um procdimnto ssncial imprscindívl para o tratamnto das noplasias mamárias. Est procdimnto cirúrgico gra na mulhr um turbilhão sntimntos, causa-lh um impacto físico mocional gigantsco. Objtivou-s com st studo intificar, caractrizar sboçar a qualida vida mulhrs após srm submtidas à mastctomia. Mtodologia: Rvisão intgrativa (RI) da litratura brasilira na bas dados LILACS, MEDLINE no Inx Psi Priódicos Técnico- Cintíficos. Rsultados: A amostra sta RI rsultou m nov artigos, vrificou-s qu o índic qualida vida m mulhrs mastctomizadas, sofr ingrência dirta dos fators: ida, ocupação, scolarida, nívl conômico, tmpo cirurgia, prssão ansida. Conclusõs: O CM é uma noplasia atrrorizant para as mulhrs, mdiant a mutilação física psicológica. A mulhr mastctomizada, tm como missão aprnr a convivr com a amputação da mama. PALAVRAS-CHAVE Donças Mamárias, Mama, Mastctomia, Noplasias da mama, Qualida vida. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p

2 LIFE QUALITY OF WOMAN AFTER MASTECTOMY: BRAZILIAN INTEGRATIVE REVIEW ABSTRACT Introduction: Cancr compriss a st of mor than 100 disass, which ar charactrizd by uncontrolld cll growth. In Brazil, th disas is consird a public halth issu. Brast cancr (BC) is a primary malignant tumor diagnosd in Brazilian womn, followd by crvical cancr. A woman diagnosd with BC, it is immdiatly routd to chmothrapy and if ncssary submittd to mastctomy. Mastctomy is a surgical procdur for th rmoval of th affctd brast, it is an ssntial and indispnsabl procdur for th tratmnt of brast noplasms. This surgical procdur gnrats woman in a whirlwind of flings, caus you a hug physical and motional impact. Th objctiv of this study is to intify, scrib and show th quality of lif of womn aftr thy unrwnt mastctomy. Mthodology: Intgrativ rviw (IR) of Brazilian litratur in LILACS, MEDLINE and Inx Psi Priódicos Técnico-Cintíficos. Rsults: Th sampl of this IR rsultd in nin articls, it was found that th inx of quality of lif in womn with mastctomis, suffrs dirct intrfrnc of factors: ag, occupation, ducation lvl, conomic status, duration of surgry, prssion and anxity. Conclusions: Th BC is a trrifying cancr for womn, through physical and psychological. Th mastctomy woman's mission is to larn to liv with th amputation of th brast. KEYWORDS Brast Disass, Brast, Mastctomy, Brast Noplasms, Quality of Lif. INTRODUÇÃO Nas próximas décadas o câncr srá a principal causa mortalida no âmbito mundial (PAZ, 2013). Dntr as donças com maior ínx atualmnt, as donças noplásicas aprsntam-s m staqu m consonância à taxa crscnt incidência morbimortalida, vrificada principalmnt plo aumnto da xpctativa vida (ARAÚJO t al., 2013). Câncr comprn o conjunto mais 100 donças, as quais são caractrizadas plo crscimnto clular sornado (BULGARELI t al., 2013). Noplasias é uma prolifração anormal no tcido, o qual não é controlado plo organismo, sndo assim ag forma agrssiva no hospiro (SANTOS; SILVA, 2014). As células cancrígnas crscm m um ritmo agrssivo incontrolávl, possibilitando a prolifração formação tumors, ou simplsmnt noplasias malignas (BRASIL, 2011). Estas por sua vz, pom rradicar para todo o organismo do individuo, acomtndo vários órgãos tcidos. Por outra vrtnt tmos as noplasias bnignas, signadas pla prsnça uma massa clular, qu s assmlha ao tcido original, sporadicamnt constitum risco para óbito do indivíduo diagnosticado com sta noplasia (SANTOS & SILVA, 2014). São comumnt diagnosticados nos indivíduos as noplasias cavida oral, laring, sôfago, traquia, brônquio pulmão, stômago, cólon rto, mlanoma maligno da pl, outras noplasias malignas da pl, mama fminina, colo do útro, ovário, próstata, bxiga, sistma nrvoso cntral, glândula tiroi, linfoma Hodgkin, linfoma não Hodgkin, lucmias (FACINA, 2014). A Organização Mundial da Saú (OMS) vincia qu mais 70% dos óbitos m corrência câncr ocorrm m paíss com baixa média rnda, vido ao déficit dos rcursos disponívis para prvnção, diagnóstico tratamnto. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p

3 A OMS stima qu nov milhõs pssoas morram câncr m ,4 milhõs, m 2030 (GUERRERO t al., 2011). No Brasil, a donça é consirada um problma saú pública, tanto m rlação ao control casos rgistrados como atividas prvnção, situação socioconômica sigualdas rgionais, além sr consirada a sgunda causa mort no país (SILVA t al.,2014). Sgundo dados tabulados divulgados a cada ano m todo o mundo stimas qu a incidência câncr mama sja No ano 2020, é sprado o diagnóstico 15 milhõs casos novos anuais, sts 60% ocorrrão m paíss m snvolvimnto (LOURENÇO t al., 2013). No Brasil, o câncr mama (CM) é a principal noplasia maligna diagnosticada nas mulhrs, sguida do câncr colo do útro. Para tanto, a msma aprsnta lvada taxa incidência prvalência, voluindo para a maioria dos casos para óbito, caso a donça não sja diagnosticada prcocmnt (MALTA; JORGE, 2014). O principal grupo risco para o snvolvimnto diagnóstico do CM são mulhrs com ida ntr anos (HÖFELMANN t al., 2014). Até o momnto não há uma tiologia isolada para o snvolvimnto do CM, mas uma combinação vntos hormonais, gnéticos ambintais. Os principais fators associados para o surgimnto do câncr mama inclum: histórico familiar, hormônios ovarianos (stradiol progstrona), mnarca prcoc, mnopausa tardia, nuliparida, graviz com ida suprior a 30 anos, uso contracptivos orais, xposição radiação ionizants stilo vida sntário. Sndo assim, tais fators oportunizam o fator sncaant, volutivo progrssivo da patologia (BANDEIRA t al., 2011). O xam mamográfico, é uma das principais mdidas prvntivas para a tcção prcoc do CM. Caso a mulhr sja diagnosticada com câncr mama, imdiatamnt la é ncaminhada para o início da quimiotrapia, s ncssário a msma é submtida à mastctomia (rtirada da mama) (RENCK t al., 2014). A mastctomia é um procdimnto cirúrgico mprgado para a rtirada da mama aftada. Esta por sua vz s subdivi m: mastctomia simpls, qu consist na rtirada apnas uma mama, mastcomia radical, m qu s rmov a mama, linfonodos rgionais, músculos, tcidos adiposos pl mastctomia modifica, rmoção da mama uma part da musculatura. Tal procdimnto pn do tamanho localização da noplasia (LOPES t al., 2013). A mastctomia é um procdimnto ssncial imprscindívl para o tratamnto das noplasias mamárias. O procdimnto cirúrgico gra na mulhr um turbilhão sntimntos, causa-lh um impacto físico mocional gigantsco, mdiant as squlas físicas psicológicas (FERNANDES t al., 2013). O procdimnto cirúrgico influência satisfatoriamnt nas implicaçõs sociais, familiars sociais. D modo a favorcr uma qualida vida insatisfatória, carrgada sntimntos vrgonha mutilação (OLIVEIRA t al., 2013). Diant ssas consiraçõs, objtivou-s com ss studo ralizar uma rvisão intgrativa da litratura a fim intificar, caractrizar sboçar a qualida vida mulhrs após srm submtidas à mastctomia. MATERIAL E METODOS Rvisão intgrativa da litratura brasilira, método scritivo xploratório, qu possibilita aos psquisadors avaliar analisar criticamnt a litratura tórica mpírica, a fim prmiti-los a laboração da sínts sta avaliação analis ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p

4 postriormnt. Tal método objtiva finir concitos aprofundar o conhcimnto adquirido pré-trminado, bm como apontar falhas lacunas mostrando a ncssida s ralizar novos studos, tornando-s um suport para a mlhoria da prática clínica (VERA t al., 2014). Est studo foi laborado como stratégia nsino mprgada na disciplina Patologia Humana, do curso Enfrmagm, modalida Bacharl, da Univrsida Fral Goiás, Rgional Catalão, plo docnt rsponsávl pla disciplina. Nst studo o banco dados constituiu-s artigos publicados m priódicos nacionais, da ára da saú qu abordaram a qustão nortadora ss trabalho: qualida vida das mulhrs mastctomizadas. Esss artigos foram psquisados na Bibliotca Virtual Saú (BVS), na bas dados Litratura Latino-Amricana do Carib m Ciências da Saú (LILACS), no Sistma Onlin Busca Anális Litratura Médica (MEDLINE) no Inx Psi Priódicos Técnico-Cintíficos. Para o lvantamnto dos artigos, foram utilizados os Dscritors m Ciências da Saú (DCS): qualida vida, mastctomia, noplasias da mama. Foi finido intrvalo anos para a busca, assim a busca abrangu todos os artigos publicados ntr 2009 a 2014 qu tratassm da tmática aprsntada, nos idiomas português outro studo brasiliro publicado m inglês. Inicialmnt, foi lido cada título rsumo para confirmar s ls contmplavam a qustão psquisa sta invstigação. Inicialmnt ncontrou-s 23 artigos nos bancos dados. Porém apnas nov artigos cumpriam os rquisitos mprgados para a rvisão intgrativa. Após a litura xaustiva, as informaçõs rlvâncias foram: titulo do artigo, autors, ano publicação, bas dados, objtivos, mtodologia, rsultados conclusõs. Para a analis da litratura slcionada foi mprgada a anális contúdo. A qual é composta das sguints tapas: pró-anális dos studos, xploração do matrial, intrprtação dos rsultados. RESULTADOS A amostra sta RI rsultou m nov artigos, oito na Lilacs um no Inx Psi Priódicos Técnico-Cintíficos. Em númros prcntuais, foram slcionados para a rvisão bibliográfica nov artigos, sts 90% dos artigos stavam na Lilacs, 10% são oriundos do Inx Psi Priódicos Técnico-Cintíficos, nnhum artigo com a tmática a sr rvisada fora ncontrada na Mdlin. Na intnção sumarizar, intgralizar contxtualizar os achados ssa RI, foi construída uma tabla (Quadro 1). Em sguida o litor porá ncontrar os rsultados, sguidos das discussõs do trabalho. QUADRO 1: Sínts dos artigos qu studaram a qualida vida mulhrs pós mastctomia Título Auto rs Priód ico Mtodologia Utilizada Rsultados Qualidad vida m SIME ÃO, S. F. Ciênci a & Saú Ano / Bas dados/ Amost ra 2013 / 50 Estudo transvrsal naturza Mlhor qualida vida: quadrantctomia ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p Sínts das conclusõs A manutnção do

5 grupos mulhrs acomtid as câncr mama. Mastcto my vrsus consrva tiv surgical tratmnt : th impact on th quality of lif of womn with brast câncr. Qualidad vida autosti ma pacint s Mastcto mi-zadas submtid as ou não a rconstru -ção mama Nívl ativida física m mulhrs Mastcto A. P. t al. VEIG A, D. F. t al. ALVE S, V. L. t al. SABI NO NET O, M. t al. Coltiv a. Rv. Bras. Saú Matrn. Infant Rv Bras Cir Plást Rv Bras Cir Plást mulhr s 2013 / 36 mulhr s 2013 / 22 voluntá -rias 2012 / 18 pacin -ts, Quantitativa. sm rconstrução mamária mastctomizadas qu fizram rconstrução. Nívl muito baixo qualida vida: mastctomizadas qu não fizram a rconstrução quadrantctomia sm rconstrução. Estudo quanti As mulhrs qualitativo. mastctomizadas aprsntaram os piors índics capacida funcional. Houv uma gran difrnça ntr o nívl scolarida, dor rfrida. Estudo quantitativo carátr xploratório Estudo quantitativo com abordagm qualitativa. Pior função mocional obsrvada no grupo 1 m rlação ao grupo 2; Entr os dois grupos a autostima a dor não aprsntaram difrnças satisfatórias; Porém, quanto à ida os rsultados aprsntaram difrnças staticamnt significants. No grupo mulhrs mastctomizadas sm rconstrução mamária, 16,7% ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p stado stético mais próximo da normalida é trminant para a qualida vida stas mulhrs. As pacints mastctomi zadas, sobrtudo m mulhrs novas com baixo nívl scolaridad, aprsntara m baixa qualida vida. Mulhrs submtidas à rconstruçã o mamária possum maior fragilida mocional. As mulhrs submtidas à rconstruçã o mamária

6 mi-zadas submtid as a rconstru -ção mamária Efitos da rconstru ção mamária imdiata sobr a qualidad vida mulhrs mastcto mi-zadas Qualidad vida rlaciona da á saú comorbid a- m pacint s mastcto mi-zadas Qualidad vida m mulhrs mastcto mizadas: as marcas OLIV EIRA, R, R; MOR AIS, S. S; SARI AN, L. O.. SAN TOS, M. C. L. t al. AMA RAL, A. V. t al. Rv Bras Ginco l Obstt Rv Rn Psicolo gia Hospit alar dividid as m dois grupos / 76 Mulhr 2011 / 48 mulhrs: 16 grupo apoio 32- control 2009 / Inx Psi Priódi -cos Técnic o- Cintífi -cos / Estudo quantitativo com abordagm qualitativa Estudo cort transvrsal Estudo clínico transvrsal ram muito ativas, 61,1% ativas 22,2% insuficintmnt ativas. No grupo mulhrs com a mama rconstruída, ssas incidências foram 55,6%, 33,3% 11,1%, rspctivamnt. Pontuação média do Grupo M+RI foi maior qu o Grupo M. Houv mlhor pontuação para o Grupo M+RI (15,5 a 14,9 no M+RI 14,3 a 14,2 no M; p=0,04) no domínio psicológico. Consirando os aspctos físicos (p= 0, 029), aspctos sociais ( p=0.072), Capacida funcional (p = 0, 463), dor (p=0. 869) stado gral saú ( p=0.138). A ida, o stado civil, a scolarida, o nívl socioconômico, a prsnça prssão ansida a probabilida ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p aprsntam maior qualida vida. A rconstruçã o mamária imdiata é gran valia para a mlhora da qualida vida da pacint, sm ngativar a funcionalida física da msma. Não houv difrnças significativa s ntr os grupos a rspito da qualida vida. As mulhrs do studo aprsntara m comorbidad s. Qualida vida intimamnt rlacionada a inúmros fators.

7 uma nova intidad imprssa no corpo. Efito da hidrotra pia na qualidad vida mulhrs mastcto mi-zadas Qualidad vida sxualida mulhrs tratadas câncr mama. ELSN ER, V. R; TRE NTIN, R. P; HOR N, C. C.. HUG UET, P. R. t al. Arq Ciênc Saú Rv Bras Ginco l Obstt. 30 mulhr s 2009 / 3 mulhr s 2009 / 110 mulhr s. Estudo quantitativo com abordagm qualitativa Estudo cort transvrsal adocimnto stão corrlacionados ao índic qualida vida. Houv mlhora da capacida funcional, aspcto físico, vitalida aspcto mocional. A dor, aspctos sociais saú mntal sm altraçõs. A ida, scolarida, tipo cirurgia tmpo s a cirurgia não influnciaram a qualida vida. O nívl conômico influnciou na qualida vida. A hidrotrapia é ssncial para a rabilitação prognóstico da mulhr mastctomi zada. O nívl socioconô mico, a scolaridad, rlação marital stávl cirurgia com consrvaçã o mamária, stão associados com qualida vida. a Ao xaminar os objtivos dos artigos analisados, pô-s prcbr qu todos cntram m qustõs rlativas à qualida vida mulhrs acomtidas câncr mama, submtidas à mastctomia a quadrantctomia, qualida vida daqulas qu ralizaram a rconstrução com as qu não fizram a rconstrução mamária após a mastctomia, sntimntos rprcussõs psicológicas, nívl ativida física mulhrs mastctomizadas qu s submtram ou não a rconstrução mamária, principais comorbidas fitos da hidrotrapia na qualida vida mulhrs qu s submtram ao procdimnto, qustõs rlativas à sxualida da mulhr com câncr mama, sgundo o tipo cirurgia caractrísticas sociomográficas. DISCUSSÕES O Câncr mama (CM) é a principal noplasia qu atrroriza a população fminina, pois lva a uma séri sntimntos vido à altração física, psicológica mocional (OLIVEIRA t al., 2014). Para a Organização Mundial Saú (OMS), qualida vida (QV), é a prcpção do indivíduo m rlação ao su mio social, conjuntamnt aos sus objtivos, xpctativas, padrõs procupaçõs (MAJEXSKI t al., 2012). ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p

8 A mastctomia é mprgada comumnt para o tratamnto do CM, sndo assim a rtirada das células cancrígnas conjuntamnt com a rtirada parcial ou total da mama, inviabilizam uma qualida vida satisfatória das mulhrs mastctomizadas (ESTEVES t al., 2013). LOSILLA t al.,(2013) assinalam m su studo qu a qualida vida é consirado um important fator, no qu tang a acitação da nfrmida, bm como as squlas corporais psicológicas qu sta possa grar. Em nossa rvisão litrária, vrificamos qu o índic qualida vida m mulhrs mastctomizadas, sofr ingrência dirta dos fators: ida, ocupação, scolarida, nívl conômico, tmpo cirurgia, prssão ansida. No qu diz rspito ao stado civil, obsrvou-s qu mulhrs casadas sparadas aprsntaram ínx abaixo da média. Tal rsultado, stá corrlacionado com a prcptiva autoimagm, à concpção vida, bm como o tipo rlacionamnto a conduta dos sus cônjugs frnt à coalização do diagnóstico, tratamnto mastctomia. No âmbito da ida, sta s associa a ração psicológica prant o diagnóstico, tratamnto, mastctomia maturida qu s ncontra cada mulhr. O achado nos prmit projtar qu mulhrs mais jovns, stão procupadas vido à mutilação qu o procdimnto cirúrgico ocasionará no campo da autoimagm, à sxualida à fminilida. HUGHET t al., (2009) m su studo afirma qu as mulhrs mais jovns têm qualida vida prcária ao compará-las com as mastctomizadas com maior ida, m virtu da acitação da patologia bm como o procsso adocimnto. BANDEIRA t al., (2011) argumnta m su artigo qu após sr submtida ao procdimnto mastctomia, passa a vr o mundo sr corpo por outra óptica na sfra das limitaçõs incrtzas. Essa visão turpada sua imagm corporal, m muitas das vzs a lva ao stado prssivo mlancólico. Quanto à scolarida, constatou-s qu as mulhrs com instrumntação fundamntal aprsntaram mnor índic qualida vida ao s comparar com taxas mais alta scolarida. Ess ngnho nos prmit discutirmos qu quanto maior a scolarida, mlhor srá a acitação da donça, bm como a mastctomia. O nívl socioconômico baixo gra na mastctomizada mdo angústia, sntimntos sss qu intrfrm cisivamnt na qualida vida ssa mulhr. É suma rlvância ofrcr uma assistência multidisciplinar para auxiliar as mulhrs mastctomizadas, a acitar as marcas imprssas no su corpo. Outro índic alarmant ncontrado plo nosso trabalho rfr-s à qustão da prsnça ansida prssão nas mulhrs mastctomizadas. Quando s adoc, aumnta-s a probabilida risco prssão, bm como associada a multifators dos quais stacamos a ansida. Obsrvou-s ainda qu mulhrs mastctomizadas com rconstrução mamária obtivssm índic qualida vida mlhor ao s quiparar com as mulhrs mastctomizadas, sm rconstrução mamária. No qu s rlaciona ao autocuidado, vrificou-s qu as mulhrs com índic qualida vida acima da média, aprsntaram scor significativo dos msmos, incorporado a sntimntos vrgonha, prconcitos, constrangimnto. Quanto as qu mais, aprsntaram os msmos sntimntos supracitados, com mais rbaixamnto. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p

9 CONCLUSÃO Os rsultados obtidos nss studo ofrcram dados imprscindívis condiznts com a litratura ncontrada na ára. O CM é uma noplasia atrrorizant para as mulhrs, mdiant a mutilação física psicológica na vida las. Ao sr submtida ao procdimnto mastctomia, a mulhr passa a sntir uma séri turbilhõs sntimntos, tais como: impotência, mdo, rjição incrtza. Quanto a QV, as mulhrs mastctomizadas novas submtidas ao procdimnto cirúrgico qu não passaram pla rconstrução mamária aprsntaram mnor qualida vida. A mulhr mastctomizada tm como missão aprnr a convivr com a amputação da mama. Para tanto, há fators xtrínscos intrínscos rsponsávis por ngativar à qualida vida ssas mulhrs. Prcb-s a prvalência um prconcito, tanto por part da mulhr mastctomizada, como plo corpo social, corrlacionado ao stigma do CM a mastctomia. É suma importância trabalhar qustõs com ssas mulhrs, intrligadas a autostima pós-mastctomia, para mdiar à insrção da mastctomizada no grupo social. Contxtualizando rlativizando, a nfrmagm tm papl fundamntal para nvolvr a mulhr mastctomizada com o autocuidado. Tal nvolvimnto não s basia m apnas orintar informar, mas por uma prcptiva com fundamntação xistncialista ntrlaçada com visão holística sistmatizada da situação. Ralizar a assistência mastctomizada não unicamnt na donça, mas abordando-a no campo biopsicossocial. REFERÊNCIAS ALVES, V. L. t al.. Qualida vida autostima pacints mastctomizadas submtidas ou não a rconstrução mama. São Paulo, Rv Bras Cir Plást, v. 28, n.2, p AMARAL, A. V. t al.. Qualida vida m mulhrs mastctomizadas: as marcas uma nova intida imprssa no corpo. Psicologia Hospitalar, v. 7, n. 2, p ARAÚJO, A. O. t al.. Prfil clínico pimiológico da mulhr idosa com câncr colo do útro m Trsina- PI, Trsina, Rv. Multip. Saú HSM, v. 1, n. 2, p BANDEIRA, D.. t al. Rprcussõs da mastctomia nas sfras pssoal, social familiar para a mulhr mastctomizada: uma rvisão. Ijuí, Rvista Contxto & Saú, v.10, n. 20, p , jan/jun BRAGA, R.O.B.; DUTRA, D. A.; OLIVEIRA, M.C.M.. Incidência Gopatológica Noplasia no Brasil. Rvista Inspirar movimnto saú, v. 3, n. 5, st/out BRASIL, Ministério da Saú. Instituto Nacional Câncr - INCA. A situação do câncr no Brasil. Disponívl m: <http://www. inca.gov.br/situacao. Acsso m 20 março ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p

10 BULGARELI, J. V. t al.. Prvnção tcção do câncr bucal: planjamnto participativo como stratégia para ampliação da cobrtura populacional m idosos. Rio Janiro, Ciênc. saú coltiva, v.18, n.12, p c, ELSNER. V. R; TRENTIN, R. P; HORN, C. C.. Efito da hidrotrapia na qualida vida mulhrs mastctomizadas. Arq Ciênc Saú, v.16, n. 2, p abr/jun, ESTEVES, M.T. t al.. Intrvnção ducativa para o automonitoramnto da drnagm contínua no pós-opratório mastctomia. Rv Gaúcha Enfrm, v. 34, n.4, p FACINA, T.. Estimativa 2014 Incidência Câncr no Brasil. Rio Janiro, Rvista Brasilira Cancrologia,v. 60, n. 1, p FERNANDES, M. M. J. t al.. Autostima mulhrs mastctomizadas- aplicação da scala Rosnbrg. Rv Rn, v. 14, n. 1, p GUERREIRO, G,P. t al.. Rlação ntr spiritualida câncr: uma prspctiva do pacint. Brasília, Rv Bras Enfrm, v. 64, n. 1, p HÖFELMANN, D. A.; ANJOS, J. C.; AYALA, A. L.. Sobrvida m z anos fators prognósticos m mulhrs com câncr mama m Joinvill, Santa Catarina, Brasil., Ciênc. saú coltiva [onlin], v.19, n.6, p HUGUET, P. R. t al.. Qualida vida sxualida mulhrs tratadas câncr mama. Rv Bras Gincol Obstt, v.31, n. 2, p LOPES, M. H. B. M. t al.. Diagnósticos nfrmagm no pós-opratório mastctomia. Esc Anna Nry (impr.), v.17, n. 2, p abr/ jun, LOSILLA, M. t al.. Evaluating quality of lif in patints with sickl cll disas: Diffrncs btwn adults and childrn. Ribirão Prto, Mdicina, v.46, n. 2, p LOURENÇO, T. S.; MAUAD, E. C., VIEIRA, R. A. C.. Barriras no rastramnto do câncr mama o papl da nfrmagm: rvisão intgrativa. Brasília, Rv Bras Enfrm, v.66, n.4, p jul-ago; MAJEWSK, J. M. t al. Qualida vida m mulhrs submtidas à mastctomia comparada com aqulas qu s submtram à cirurgia consrvadora: uma rvisão litratura. Ciência & Saú Coltiva, v. 17, n. 3, p MALTA, D. C, JORGE, A. O.. Anális tndência citologia oncótica mamografia das capitais brasiliras. Ciência Cultura, v.66, n.1, p OLIVEIRA, L. B. t al.. A fminilida sxualida da mulhr com câncr mama. Rvista Cintífica da Escola da Saú, v.3, n.1, p ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Cntro Cintífico Conhcr - Goiânia, v.11, n.20; p

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